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Como a performance de software afeta o sucesso das empresas

Por Michael Allen, Vice-Presidente e Chief Technology Officer para EMEA da Dynatrace

As empresas entendem bem a importância de fornecer jornadas perfeitas aos clientes, mas, ainda assim, observamos uma crescente onda de interrupções de serviços digitais e problemas de performance de software nos últimos meses. Embora alguns desses problemas tenham sido pequenos inconvenientes, com os serviços de streaming de vídeo on-line ou sites de mídia social caindo, outros causaram preocupação muito mais séria. Interrupções nos serviços bancários on-line deixaram os clientes impossibilitados de pagar as contas em dia e problemas com os principais sistemas de pagamentos deixaram os compradores impossibilitados de usar seus cartões bancários nos caixas. Até mesmo o deslocamento diário foi afetado, com interrupções no site de ingressos de trens deixando as pessoas impossibilitadas de comprar um ingresso para viajar.

Todos esses problemas prejudicam seriamente a capacidade das pessoas de viver o seu dia a dia. Por isso, eles estão se tornando uma preocupação crescente para empresas e consumidores. Então, se as empresas entendem a importância de evitar esses cenários tão claramente, por que eles estão acontecendo com mais frequência?

A Tecnologia está cada vez mais complexa – A crescente complexidade dos ecossistemas tecnológicos é o maior fator para o aumento de incidentes que afetam a performance das organizações. Os serviços digitais modernos estão baseados em ambientes híbridos, com múltiplas Nuvens, plataformas e tecnologias conectadas. Esses serviços, no geral, são acionados por meio de microsserviços e Contêineres dinâmicos, criando um cenário de constantes mudanças a serem administradas continuamente. Por exemplo: hoje, uma única transação web ou móvel utiliza, em média, 35 diferentes sistemas de tecnologia, sendo que, cinco anos atrás, esse número era de apenas 22. Nesse cenário, com as transações digitais cruzando uma vasta diversidade de componentes e serviços, gerenciar a performance das aplicações de maneira manual se tornou uma tarefa impossível. Afinal, enquanto os sistemas de tecnologia ficam mais complexos, as equipes de TI se veem diante de uma enorme pressão para identificar e resolver rapidamente a origem de qualquer problema. Isso se tornará cada vez mais crítico com o advento de carros sem motorista e dispositivos médicos conectados, que podem causar grandes danos se forem afetados por problemas de desempenho.

A automação pode ajudar a superar os obstáculos de interrupção – Há várias razões pelas quais é impossível para as empresas gerenciarem de forma manual seus ecossistemas digitais. Em primeiro lugar, a infraestrutura e as plataformas de tecnologia estão sendo divididas em várias camadas, fato que exige novas e específicas ferramentas de monitoramento para que as equipes possam ter visibilidade total sobre a performance da rede. Além disso, as novas tecnologias também são altamente dinâmicas e exigem atualização constante dos recursos e padrões de análise. Na prática, é essa relação de mudanças recorrentes que torna impossível para que as equipes acompanhem seus ambientes de TI modernos usando ferramentas de monitoramento tradicionais, que foram construídas para ambientes estáticos. Como resposta, as organizações precisam ser capazes de automatizar o maior número possível de processos e operações de tecnologia. As companhias devem ter a capacidade de detectar automaticamente os problemas e, a partir de então, usar a inteligência artificial (IA) para identificar a causa raiz das falhas com precisão. Os recursos modernos e de automação também podem ajudar as empresas na busca pela correção automática, para que o sistema de monitoramento possa detectar problemas e aplicar correções antes que haja uma interrupção total. Com isso, a pressão das equipes de TI diminuirá, permitindo que os líderes se concentrem em impulsionar a inovação, em vez de gastar horas para determinar de onde vem um problema de performance de software.

Como seguir o caminho de forma inteligente – Embora a mudança para a Nuvem tenha tornado as empresas muito mais ágeis, a verdade é que toda essa transformação aumentou de forma exponencial a complexidade dos ecossistemas digitais. Como resultado, tivemos um enorme impacto na capacidade das organizações de monitorar com êxito a performance de suas redes e de corrigir qualquer problema de maneira rápida e eficiente. Agora, a Inteligência Artificial é a novidade crucial para combater essa situação e devolver a capacidade de análise às empresas. A automação pode tornar o processo de detecção e correção de falhas de desempenho de software muito mais rápido e eficaz. Em última análise, isso permitirá que as equipes de TI forneçam experiências de usuário mais consistentes e positivas, gerando muito mais valor e oportunidades às empresas. As soluções de inteligência de gestão estão disponíveis e é essencial que os CIOs busquem a alta eficiência dos serviços como diferencial competitivo para o sucesso das operações.

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Fhinck é uma das startups selecionadas para o programa de aceleração do Google no Brasil

O Google deu início a segunda turma do seu programa de aceleração Launchpad Accelerator São Paulo, focado em ajudar startups brasileiras a desenvolver seus produtos e superar desafios tecnológicos, principalmente, em Inteligência Artificial, Machine Learning, Cloud Platform e soluções web, a fim de torná-los atraentes, escaláveis e impactantes. A Fhinck – startup de tecnologia focada em aumentar a produtividade e eficiência dos processos de negócios -, foi uma das oito selecionadas para o programa que terá duração de três meses.

O Launchpad Accelerator São Paulo oferece suporte técnico contínuo para ajudar no desenvolvimento de projetos, mentoria com especialistas do Google e do mercado, além de acesso antecipado a novas tecnologias da empresa. As startups também receberão créditos para produtos Google e suporte dedicado.

Fhinck – o software para aumentar produtividade operacional

Sem concorrentes diretos, Fhinck é um software baseado em Inteligência Artificial, de fácil e rápida implementação (plug and play) e comercializado como SaaS (Software as a Service), com licença mensal por computador. Uma vez o software instalado nos computadores, Fhinck se transforma num exército de BOTs (robôs) que ficam traduzindo os tempos e movimentos de toda a navegação em sistemas, arquivos e internet em Big Data. Com esses dados, os algoritmos analisam automaticamente e sem intervenção dos usuários as oportunidades para aumentar a eficiência operacional a partir de análises de:

Nível de foco e concentração das equipes nas atividades produtivas (ex.: análise do tempo no computador e de atividades fora do computador);

Relatórios manuais que possuem potencial para serem eliminados, substituídos por relatórios sistêmicos ou automatizados (ex.: análise do gasto de tempo de planilhas em toda a empresa);

Atividades manuais repetitivas devem ser priorizadas para robotização ou integração sistêmica (ex.: análise de copiar e colar entre telas de sistemas).

O Launchpad Accelerator São Paulo é um desdobramento do Launchpad Accelerator, o programa global do Google que já acelerou mais de 27 startups brasileiras.

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IBM dá um passo importante para abrir a chamada ‘caixa-preta’ da inteligência artificial

A IBM apresentou hoje uma nova tecnologia que dá às empresas mais transparência nos modelos de Inteligência Artificial (IA).

O novo serviço de software, disponível na nuvem, com novos recursos de confiança e transparência, dá visibilidade sobre os parâmetros que a IA usa para chegar às recomendações e detecta automaticamente vieses no momento em que os sistemas estão em execução. Para apoiar a adoção de projetos em IA, a companhia irá disponibilizar para a comunidade open source ferramentas e materiais de educação para incentivar a colaboração global em torno do gerenciamento do viés na IA.

Resultados de uma nova pesquisa do Institute for Business Value da IBM revelam que, enquanto 82% das empresas estão considerando implementações de IA, 60% ainda temem problemas de responsabilidade e compliance e 63% não possuem habilidades internamente para gerenciar com confiança a tecnologia.

“A IBM liderou o setor ao estabelecer princípios de transparência para o desenvolvimento de novas tecnologias de IA”, disse Beth Smith, General Manager para Watson AI na IBM. “É hora de traduzir princípios em prática. Estamos dando nova transparência e controle às empresas que usam inteligência artificial e enfrentam o maior risco potencial de qualquer tomada de decisão incorreta”.

A tecnologia é executada na IBM Cloud e ajuda as organizações a gerenciar sistemas de inteligência artificial de uma ampla variedade de players do setor. IBM Services também trabalhará com as empresas para ajudá-las a aproveitar o novo serviço de software.

Visibilidade nas decisões de IA – Como a tecnologia funciona

Os novos recursos de Confiança e Transparência da IBM trabalham com modelos construídos a partir de uma grande variedade de estruturas de machine learning e ambientes construídos com inteligência artificial, como Watson, Tensorflow, SparkML, AWS SageMaker, and AzureML. Isso significa que as organizações podem aproveitar esses novos controles para a maioria dos códigos de IA e demais plataformas utilizadas por outras empresas que atuam neste mercado.

O serviço de software pode ser programado para monitorar os fatores de decisão de qualquer workflow de negócio, podendo ser personalizado para o uso específico das organizações. Além disso, ele é totalmente automatizado e explica a tomada de decisões ao longo da execução. É importante ressaltar que também recomenda automaticamente que dados sejam adicionados ao modelo para ajudar a atenuar qualquer tendência de viés detectada.

As explicações são fornecidas em termos fáceis de entender, mostrando quais fatores ajustaram a decisão em uma direção versus outra, apontando a confiança na recomendação e os fatores por trás dessa confiança. Além disso, os registros de precisão, desempenho, equidade do modelo, e a linhagem dos sistemas de inteligência artificial são rastreados e direcionados para atendimento ao cliente, por motivos regulatórios ou de conformidade – tais como o cumprimento da GDPR.

Todos esses recursos são acessados por meio de painéis de controle visuais, dando aos usuários de negócios a capacidade sem precedentes para compreender, explicar e gerenciar decisões indicadas por IA e reduzir a dependência de habilidades específicas desta tecnologia.

A IBM também está disponibilizando novos serviços de consultoria para ajudar as empresas a projetar processos de negócios e interfaces entre inteligência artificial e humanos para minimizar ainda mais o impacto do viés na tomada de decisões.

Capacitando a comunidade de código aberto para construir uma IA mais justa

Além disso, IBM Research está disponibilizando para a comunidade de código aberto o toolkit de ferramentas AI Fairness 360, que consiste em uma biblioteca de novos algoritmos, códigos e tutoriais que fornecerá aos acadêmicos, pesquisadores e cientistas de dados ferramentas e conhecimento para integrar detecção de preconceito, enquanto constroem e implementam modelos de machine learning.

Embora outros recursos de código aberto tenham se concentrado apenas na verificação de viés nos dados de treinamento, o toolkit de ferramentas IBM AI Fairness 360 criado pela IBM Research ajudará a verificar e atenuar o viés nos modelos de IA. Com isso, convidamos a comunidade global de código aberto a trabalhar em conjunto para promover a ciência e facilitar a abordagem do viés na IA. Mais detalhes sobre a tecnologia podem ser lidos neste link.

Estudo revela prioridades e obstáculos para a implementação de IA convencional

De acordo com o estudo recente da IBM com cinco mil executivos sênior, o IBM Institute for Business Value AI 2018 Report, há uma mudança significativa na forma como os líderes de negócios analisam o potencial da IA para impulsionar o valor comercial e o crescimento da receita.

Entre as principais descobertas:

– 82% das empresas e 93% das empresas de alto desempenho estão considerando ou avançando na adoção da IA com foco na geração de receita.

– 60% temem questões relacionadas a confiança e 63% não possuem as habilidades para aproveitar o potencial da IA.

– Os CEOs percebem o maior valor da adoção da IA em TI, segurança da informação, inovação, atendimento ao cliente e gerenciamento de riscos.

– A adoção da IA é maior e provavelmente acelerará mais rapidamente em setores mais digitalizados, como os serviços financeiros.

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Brasil se mantém como 9º maior Mercado de Software do mundo, aponta balanço anual divulgado pela ABES

Os números completos do estudo “2018 – Mercado Brasileiro de Software: Panorama e Tendências” foram divulgados nesta segunda-feira (20), durante a 8ª Conferência Anual da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), em São Paulo (SP). Desenvolvido anualmente pela associação, o documento utiliza dados do IDC referentes ao último ano para fornecer um retrato do mercado de software a apresentar as principais tendências do setor. O estudo completo estará disponível no site da ABES a partir do dia 21 de agosto.

Entre os destaques, o levantamento aponta que o Brasil segue na 9ª colocação no ranking mundial de softwares e serviços, com um mercado de US$ 18,6 bilhões (equivalente a cerca de 1,6% do total mundial, que girou em torno de US$ 1,14 bilhão em 2017). O país está muito próximo do tamanho dos mercados de nações como Holanda e Itália, que ocupam as 10ª e 11ª posições, respectivamente, e pouco atrás da Austrália, 8ª colocada na lista. No geral, todos os indicadores brasileiros tiveram sutis aumentos de 2016 para 2017, como o total de empresas atuando no setor – que passou de 15.700 para 17.000.

“O ano de 2017 evidenciou uma retomada no crescimento do setor de TI no Brasil, após um 2016 difícil. Como já divulgamos na primeira prévia do estudo, os investimentos em Tecnologia da Informação no país cresceram 4,5% em relação ao ano anterior. Foi o ano do início da recuperação que esperamos continuar em 2018, com a retomada dos investimentos em tecnologia, que não podem mais ser postergados. “, afirma Jorge Sukarie, presidente do Conselho da ABES, que apresentou o estudo aos presentes no evento da entidade, que reuniu alguns dos principais empresários e autoridades do setor.

Outro dado interessante são as características das empresas brasileiras desenvolvedoras de software: 49,3% delas são consideradas micros (ou seja, com 10 funcionários ou menos), 46,2% pequenas (de 10 a 99 empregados), 4% médias (entre 100 e 500 trabalhadores) e apenas 0,5% grandes (acima de 500 funcionários). “Esses números ressaltam a importância da promoção de políticas de incentivo e fomento às pequenas e médias empresas, que são imprescindíveis para que o setor de software brasileiro avance e transforme o país digitalmente”, completa Sukarie. Hoje, o setor de software representa 1,9% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.

Além de mapear todos os pontos relativos à realidade do mercado, o estudo também aponta as tendências para 2018. A projeção atual indica que o mercado brasileiro de tecnologia da informação crescerá 4,1% em 2018, seguindo tendências como o amadurecimento das tecnologias ligadas à Internet das Coisas – segundo o IDC, no próximo ano, o IoT movimentará US$ 8 bilhões no Brasil, sendo US$ 612 milhões no mercado doméstico, com 4% das residências já utilizando algum tipo de dispositivo conectado. Outro movimento notado é a expansão do mercado de tablets e smartphones para o ramo corporativo (que, em 2018, terá um volume de vendas estimado em 3,5 milhões de unidades, ou pouco mais de US$ 1 bilhão no Brasil, representando 6% do total). Entre diferentes inovações mencionadas pelo estudo, que devem impulsionar a economia, estão Big Data/ Analytics, Cognitive/AI, cloud pública e multicloud, entre outras.

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WAMPS 2018 analisará o impacto das metodologias ágeis e da segurança na qualidade do desenvolvimento de software

Estão abertas as inscrições para a 14ª edição do tradicional Workshop Anual do MPS (WAMPS 2018), que este ano será realizado no dia 24 de agosto em Maringá, no Paraná, como parte da programação do TICNOVA 2018.

O WAMPS 2018 reunirá avaliadores, implementadores e sênior advisors, empreendedores, startups e demais profissionais ligados ao MPS.BR, programa da Softex que conta com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O MPS.BR tem por objetivo melhorar a capacidade de desenvolvimento de software, serviços e as práticas de gestão de RH na indústria de TIC utilizando um modelo adequado à realidade e às necessidades das empresas nacionais.

Com 143 avaliações MPS Software e MPS Serviços realizadas desde 2004, o Paraná é o estado que ocupa a primeira posição no ranking nacional. A liderança paranaense é resultado do trabalho contínuo realizado pelo setor de Tecnologia da Informação no estado e executado pelos agentes regionais da Softex – Cenetic, Software by Maringá e Senai Londrina – com o apoio da Assespro-Paraná e do Sebrae.

Segundo Rafaela Campos, presidente da Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI, startups e profissionais autônomos e que atua como agente Softex, a realização do Workshop Anual do MPS (WAMPS 2018) durante a 6ª edição do TICNOVA, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do sul do país, é de extrema importância para o ecossistema crescente de TI na região.

“Atualmente Maringá é a segunda cidade com o maior número de certificações MPS.BR do Brasil, só perdendo para São Paulo. Queremos que cada vez mais empresas adotem esses processos e se tornem cada vez mais competitivas, ganhando escala global. Mas, além da certificação, as práticas de gestão que são implantadas permitem que a empresa cresça de forma mais estruturada, previsível e segura”, finaliza Rafaela.

Lançado há 14 anos, o MPS.BR é o único programa brasileiro de avaliações de qualidade voltado para setor de TIC. Contempla hoje três modelos de referência – software, serviços e recursos humanos – e conta com 18 instituições implementadoras. Os três modelos do MPS contabilizam um total de 831 avaliações e mais de 6.400 pessoas capacitadas.

Para Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex, “o Programa MPS.BR tem sido importante na melhoria da capacidade de desenvolvimento de software, serviços e gestão de pessoas nas empresas de TI; e também no fomento da competitividade das empresas do setor”.

“Metodologias Ágeis: Desafios e Lições Aprendidas” é um dos temas em debate durante o evento. Trata-se uma alternativa ao modelo tradicional de construção de aplicações tecnológicas usadas para agilizar o trabalho dos desenvolvedores e proporcionar a melhoria contínua dos processos por meio da aproximação e da maior colaboração entre o time de desenvolvimento com os experts de negócios, gerando benefícios como redução de riscos e erros, melhoria da qualidade do produto final, maior produtividade, agilidade na tomada de decisões e no time-to-market.

Destaque também para a palestra “Não há qualidade sem segurança”. Na oportunidade, serão abordados os principais conceitos do desenvolvimento seguro de software e apresentados números comprovando que cuidar da segurança desde início do processo reduz o custo total de desenvolvimento e manutenção de sistemas.

A grade de palestras inclui ainda uma avaliação sobre a integração de processos de melhoria e gestão com MPS Serviços e ISO 20.000 e uma análise sobre a questão da qualidade em gestão de pessoas, software e serviços como fator de excelência e sucesso.

Para informações adicionais, inscrições e acesso à programação completa do WAMPS 2018 visite http://wamps.softex.br/

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Compliance: as consequências do uso irregular de software

Por Thomaz Côrte Real

Segundo dados da Pesquisa Global de Software da BSA | The Software Alliance, 46% dos softwares instalados em computadores brasileiros não estão devidamente licenciados, o que equivaleria a um valor comercial de 1,7 bilhões de dólares. Nos últimos anos, este percentual vem caindo lentamente, mas ainda é extremamente preocupante – seja para as empresas fornecedoras dos programas de computador ou para os usuários destes softwares, principalmente as pessoas jurídicas.

Conhecida popularmente como “pirataria” de software, a modalidade mais comum é a venda dos CDs ou pen drives com cópias dos programas ou a disponibilização irregular via download, práticas que vem sendo combatidas por campanhas promovidas no Brasil pela BSA em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) ou ações do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP). Entretanto, existentes outros tipos de uso irregular, que a maioria das pessoas e empresários desconhece.

Entre as irregularidades encontradas no licenciamento de uso de software está a instalação do software em sistemas do tipo multiusuários (redes de computador), com a permissão de acesso à unidade central de processamento – e, portanto, utilização do software licenciado – em quantidade muito superior ao número de licenças de uso oficialmente adquiridas.

Outra prática bastante usual diz respeito à questão territorial, quando o contrato de licenciamento de uso prevê a utilização dos softwares em um determinado estabelecimento da empresa, mas o software acaba rodando em localidades diferentes às previstas no referido contrato.

Existem ainda empresas que utilizam o programa de computador após o término da vigência do contrato de licença de uso e esquecem de renovar ou passam meses negociando a renovação do contrato, não firmam um novo aditivo e continuam utilizando o sistema por tempo indeterminado.

Por isso, deveria existir nas organizações um controle mais rígido dessas licenças, uma tarefa que pode ser atribuída à área de TI (Tecnologia da Informação) ou alguma outra, mas que não pode ser protelada.

Enormes são os prejuízos causados aos detentores dos legítimos direitos autorais sobre os softwares copiados, utilizados e/ou comercializados irregularmente, vale lembrar o montante divulgado pela BSA. Já quanto ao usuário, a prática ilícita pode acarretar problemas de ordem técnica (falta de atualização e suporte técnico do software; vulnerabilidade para ciberataques; exposição de dados de terceiros etc.) e jurídica, com sanções na esfera criminal e cível, gerando vultosas indenizações.

No Brasil, os direitos patrimoniais e morais do autor, são tutelados pela Constituição Federal – art. 5º, XXVII -, sendo o direito de propriedade intelectual dos programas de computador definido pela Lei de Software nº 9.609/98, em conjunto com a Lei de Direito Autoral nº 9.610/98.

Cabe esclarecer que a regularidade da utilização de programa de computador somente pode ser identificada por meio do contrato de licença de uso ou o documento fiscal, conforme dispõe o artigo 9º da Lei nº 9.609/98 (Lei de Software).

Ademais, os artigos da Lei de Software, asseguram integral proteção aos titulares dos direitos de autor sobre programas de computador de origem estrangeira ou nacional, independentemente de registro ou cadastramento, pelo prazo de 50 anos contados de seu lançamento.

Existem meios jurídicos ágeis e eficientes para que as empresas titulares dos direitos autorais de programa de computador, que estejam sofrendo com o uso irregular do software, possam fazer cessar tal prática ilícita e obtenham as reparações pelos danos sofridos.

Resumindo, o uso ilegal de programas para computador fere a legislação, viola o contrato (que é lei entre as partes) e infringe a propriedade intelectual dos titulares das obras, sujeitando o infrator às penalidades que as leis civil e penal estipulam, abrangendo inclusive as indenizações previstas nos artigos 102 e 103 da Lei 9.610/98, que podem atingir até 3.000 vezes o valor do software usado ilegalmente.

Ressaltamos ainda que, com a promulgação de leis que tratam de questões relativas ao combate à corrupção, lavagem de dinheiro e ao conflito de interesses, muito tem se tratado da implementação de programas de compliance nas corporações. Várias empresas têm se dedicado na implantação de processos que visam alinhar todos os departamentos em conformidade com as normas legais e regulamentares relacionadas com às atividades desenvolvidas, bem como os regramentos internos das empresas. Só com a eliminação do uso irregular de software em uma empresa, esta organização estará efetivamente alinhada com um programa de compliance.

Thomaz Côrte Real, sócio do escritório M.A.Santos, Côrte Real e Associados – Advogados e
Consultor Jurídico da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software

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Insegurança Jurídica no Setor de Software: afinal, ISS ou ICMS?

Por Jorge Sukarie, presidente da Brasoftware

O Setor de Software está assustado com um problema que parecia pacificado há mais de 25 anos, à semelhança com o que vem ocorrendo com o Setor de Saúde, que se vê às voltas com doenças erradicadas há décadas, como sarampo, poliomielite e rubéola. O Governo do Estado de São Paulo decidiu voltar a cobrar o ICMS nas operações com software, o que não acontecia desde 1992. Ou, pelo menos não fazia de forma significativa, já que até 2015 cobrava sobre um valor simbólico.

Esta discussão que estava adormecida há muitos anos voltou à tona recentemente com a publicação de diversos instrumentos legais, entre eles, o Convênio ICMS 106 do CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária), que orienta a cobrança de ICMS pelas Fazendas Estaduais nas operações transferência eletrônica de software padronizado, e alguns Decretos Estaduais, que fazem a regulamentação deste Convênio nos Estados para definir os detalhes da cobrança do ICMS nestas operações.

Resgatando um pouco da história, entre 1989 e 1992, instaurou-se em São Paulo um forte conflito tributário entre as empresas de software e o Governo do Estado a respeito da exigência de ICMS em operações com programas de computador. Outros estados tentaram aproveitar essa “oportunidade” e publicaram normas destinadas a “atrair” empresas de software para seus territórios. Santa Catarina, por exemplo, declarou a não incidência do ICMS nas operações com software. A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) buscou apoio do judiciário, patrocinando 5 ações judiciais propostas por associados, sustentando a não incidência do ICMS. Todas essas ações foram julgadas procedentes.

O então Governador de São Paulo, Luiz Antônio Fleury Filho, negociou com o setor uma alternativa conciliatória, editando uma Lei dispensando o pagamento do ICMS em relação às operações ocorridas até aquela data. Também editou um decreto acrescentado um artigo ao Regulamento do ICMS que definia a base de cálculo para a cobrança deste tributo, que seria o dobro do valor de mercado do seu suporte informático. O que gerava um valor simbólico de ICMS a ser recolhido pelas empresas do setor, resolvendo assim a disputa.

Outras unidades da Federação (incluindo Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Brasília, Rio de Janeiro) publicaram normas legais com o mesmo alcance, restringindo a cobrança de ICMS em operações como software ao valor do suporte informático, gerando assim uma certa segurança para as empresas.

Esta estabilidade foi reforçada por decisão do STF em 1999, onde decidiu-se que sobre as operações de “licenciamento ou cessão do direito de uso de programas de computador” efetivamente não podem os estados instituírem ICMS; e não há incidência de ICMS em operações com software, salvo nas hipóteses de revenda de suporte físico contendo o software.

Em 2003, foi sancionada a Lei Complementar nº 116, cuja lista dos serviços tributados pelo ISS mencionou expressamente às operações de elaboração de software “sob encomenda” (item 1.04 da lista: “elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos”), quanto à exploração econômica de software dito “padronizado” ou de “cópias múltiplas” (item 1.05 da lista: “Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação”).

A Lei Complementar nº 116 prevê que, ainda que o software venha acompanhado de meio físico, ele não deve se sujeitar ao ICMS. Portanto, mesmo a cobrança deste tributo praticado pelo Estado de São Paulo até recentemente – tendo como base de incidência o suporte informático – não era prevista na Legislação Federal. Ainda assim, algumas empresas de software estabelecidas no Estado optavam por recolher o ICMS por se tratar de um valor baixo de imposto, ainda que recolhessem também o ISS sobre o valor total da operação, sofrendo, portanto, bitributação em parte do valor.

As recentes edições do convênio 106 do CONFAZ, e alguns Decretos Estaduais que estabelecem a cobrança de ICMS nas operações de software, através de transferência eletrônica de dados, foram parar no STF novamente, por meio de algumas ações diretas de inconstitucionalidade contra a sua cobrança. Uma delas contra do Estado do Mato Grosso foi pautada pela Ministra Carmem Lúcia para ser votada no próximo dia 22 de agosto, e existem outras duas ADINs, contra os Decretos de São Paulo e Minas Gerais sobre o mesmo tema que devem acabar sendo incluídas na decisão.

Mais um cenário que demonstra a insegurança jurídica por onde são obrigadas a passar empresas de um setor que conta com a Tecnologia como um agente transformador e como um instrumento para alavancar negócios em todos os setores da economia. Agora, só nos resta aguardar o STF definir se o imposto devido nestas operações com software através de transferência eletrônica de dados serão passiveis de ISS, como define a Lei Complementar 116, que desde sempre as empresas respeitaram. Ou ao ICMS, definido por meio do convênio de um órgão que não tem competência pela Constituição para criar novos tributos. É esperar para ver.

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Seminário “Brasil 2030” O futuro na economia digital

Os candidatos à Presidência da República nas Eleições de 2018 estão convidados a integrar o Seminário “Brasil 2030 – Uma Contribuição do Setor de Software e Tecnologia”, iniciativa do setor de tecnologia, organizado pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) com o apoio das associações do setor, ASSESPRO (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia), FENAINFO (Federação Nacional das Empresas de Informática) e SOFTEX (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), a ser realizado no próximo dia 20 de agosto, apenas quatro dias após a liberação da propaganda dos candidatos pelo Justiça Eleitoral.

O Seminário acontecerá durante a 8ª edição da ABES Software Conference, no Espaço Trio Pérgola, na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, encontro anual promovido pela entidade para reunir associações do setor, empresários, jornalistas, e representantes do governo em uma agenda de debates sobre as tendências do setor de tecnologia no país.

“Nossa conferência anual é um momento de reflexão para o setor, no qual são colocados lado a lado algumas das figuras mais influentes do setor de tecnologia para fazer um balanço do que está indo bem e mal no mercado brasileiro, bem como traçar planos para o futuro.

Neste ano, a entidade espera a presença de 500 líderes empresariais, além da transmissão de vídeo ao vivo, que deve atingir milhares de pessoas”, comenta Francisco Camargo, presidente da ABES.

“Por se tratar de um ano de eleições, o “Seminário Brasil 2030″, para o qual foram convidados todos os candidatos à Presidência, será uma oportunidade única para conhecermos mais a fundo suas propostas para a Transformação Digital do Brasil. Queremos debater o que é necessário, em termos de politicas públicas, para acelerar a evolução do Brasil para uma economia digital até 2030. Segundo diversos estudos a Economia Digital Global deve atingir o montante de 23 trilhões de dólares em 2025. Nossa preocupação é com as futuras gerações e os benefícios que essas medidas serão capazes de proporcionar”, completa Francisco.

Francisco é um dos membros do ABES Think Tank, grupo criado pela associação com o intuito de sugerir políticas públicas que conduzam a uma estratégia nacional para a Transformação Digital.

Os presidenciáveis presentes no seminário receberão o estudo “Brasil 2030”, um levantamento com medidas idealizadas por essa equipe de especialistas para orientar a Transformação Digital, o desenvolvimento do setor de Software e Tecnologia e a inserção do Brasil nas cadeias de valor da economia do conhecimento.

Também integram o ABES Think Tank a Dra. Dorothea Werneck, ex-ministra do Trabalho e da Indústria e Comércio; Dra. Deana Weikersheimer; professora da FGV e advogada com ampla atuação na área de software; Marcelo Pagotti, ex-secretário da SETIC no Ministério do Planejamento; Patricia Pessi, ex-diretora de Governo Eletrônico na SLTI (hoje SETIC) do Ministério de Planejamento; Rodolfo Fücher, ex-diretor de Políticas Públicas da Microsoft e Vanda Scartezini, empreendedora e conselheira da ABES.

Embasado nos estudos do Think Tank, o tema “Transformação Digital e Políticas Públicas” é o foco dos debates do ABES Software Conference. Os convidados abordam as medidas necessárias para colocar em prática os preceitos defendidos pelo setor para acelerar essa transformação.

Cinco pontos principais norteiam o debate:

1. A Transformação Digital vai separar os países modernos do resto;

2. A Transformação Digital se faz por meio da Inovação;

3. O Software é a base da Transformação Digital;

4. As Startups são importantes no ecossistema e impulsionam a transformação.

5. Políticas públicas de fomento e tributação claras e modernas são fundamentais para que o setor de software consiga suportar as necessidades do país.

Seminário “Brasil 2030”

ABES Software Conference
Endereço: Espaço Trio Pérgola – Av. Eng. Luiz Carlos Berrini, 105 | Vl. Olímpia – São Paulo.
Horário: 8h – 17h15 (ABES Software Conference) / 18h – 20h10 (Seminário “Brasil 2030”)

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SoftExpert conquista novos clientes em Portugal

A SoftExpert, fornecedora de softwares e serviços para automação e aprimoramento dos processos de negócio, conformidade regulamentar e governança corporativa, conquistou quatro novos grandes clientes em Portugal.

Agora, as empresas Luís Simões, Bosch, Medway e Flex 2000 fazem parte do portfólio da companhia. De acordo com o CEO da SoftExpert, Ricardo Lepper, estes importantes resultados demonstram a assertividade da estratégia de internacionalização da marca da empresa.

A Luís Simões, operador logístico líder no mercado de fluxos rodoviários entre países ibéricos, adotou a solução para gestão de governança, riscos e regulamentos, SoftExpert GRC. O objetivo é contar com uma ferramenta para gerir necessidades relativas a seu Sistema de Gestão Integrada, cujas matérias se encontravam descentralizadas por diversas aplicações, além de suportar o crescimento da companhia nas questões relacionadas com governança, riscos e regulamentos.

Já a unidade da Bosch de termotecnologia, em Cacia – Aveiro, adotou a solução para gestão de processos de negócio, SoftExpert BPM. A SoftExpert atendeu os rigorosos requisitos tecnológicos e de segurança da Bosch, tendo a aderência às exigências operacionais da multinacional que é uma das maiores fabricantes de componentes automobilísticos do mundo.

A Medway, subsidiária da gigante MSC – Mediterranean Shipping Company, implementou o SoftExpert Excellence Suite, uma plataforma corporativa para a automação e aprimoramento de processos, conformidade regulamentar e excelência na gestão. A operadora ferroviária privada portuguesa, especializada no transporte de mercadorias, irá realizar a gestão dos seus processos de qualidade, segurança e governança corporativa com a solução completa da SoftExpert. O projeto contará com uma app que sincroniza toda a documentação legal destinada aos maquinistas, com tablets no sistema operacional Android. A mobilidade que permitirá total disponibilidade e atualização imediata, mesmo quando os equipamentos se encontram off-line.

Toda a transição para a nova norma IATF 16949 (sistema de gestão da qualidade para o setor automotivo) na Flex 2000, fabricante de bases e estruturas em espuma, será apoiada pelo SoftExpert Excellence Suite. Já foram implementados os módulos para Gerenciamento do Desempenho, Gestão de Planos de Ação, Gestão de Documentos e Registros, Não Conformidades e Reclamações, Gestão de Auditorias, Analytics, além do mapeamento dos principais Processos. Ainda serão implementados os módulos de Mapeamento e Avaliação de Competências, bem como a solução SoftExpert PLM, para Gestão do Ciclo de Vida do produto.

Expansão internacional

Em 2017, a SoftExpert registrou um crescimento de 56% em seu faturamento no exterior e o volume global de negócios ultrapassou os R$ 70 milhões. A empresa fechou o ano com 69 novos clientes no exterior.

“A expertise que alcançamos atendendo a multinacionais dos mais diversos segmentos em mais de trinta países, nos levou, nos últimos 5 anos, a um crescimento orgânico médio das exportações da ordem de 30% ao ano”, explica Lepper.

A companhia abriu um escritório nos Estados Unidos, onde possui clientes como a unidade americana da japonesa Yorozu Automotive, e também no México. Destaque para a Coppel, uma das maiores redes de lojas de departamento da América Latina, e a Prodemex, uma das empresas líderes do setor de construção e infraestrutura. Foram firmadas 24 parcerias internacionais, com destaque para operações estratégicas da Ricoh e da Baker Tilly na América Latina.

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Necessidade de inovação rápida em Nuvem coloca em risco experiência dos clientes, dizem CIOs em pesquisa

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta pesquisa global independente que indica que 73% das organizações afirmam que a necessidade de velocidade na inovação digital está colocando a experiência dos clientes em risco. O estudo feito com 800 executivos de tecnologia (CIOs – Chief Information Officers) revela que, em média, as organizações lançam três novas atualizações de programas a cada hora de trabalho. Trata-se de um contínuo esforço das empresas para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 89% dos CIOs disseram que vão precisar fazer as atualizações de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Quase dois terços (64%) dos executivos entrevistados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência dos consumidores em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Líderes do mercado como a Amazon lançam múltiplas atualizações de programas a cada segundo. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, em ciclos rápidos de desenvolvimento e em lançamentos dinâmicos usando ambientes híbridos com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário.

Na pesquisa, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa mostra que

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (67%);
– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%);
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (55%);
– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%);
– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (48%).

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente;
– Segundo CIOs, iniciativas de Transformação Digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (45%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (55%) ou por mudanças internas (50%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 68% das organizações implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade;
– 74% dos CIOs disseram que os esforços de DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”;
– 56% dos CIOs identificaram que as diferenças entre as prioridades dos silos departamentais são uma barreira adicional à adoção de DevOps.

“O desafio para todas as organizações é obter uma visão holística do canal de DevOps – da ideia do código até a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, acrescenta Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários. A amostra ouviu 200 executivos dos Estados Unidos, 100 do Reino Unido, França, Alemanha e China, e 50 do Brasil, Austrália Cingapura e México, respectivamente. A pesquisa completa da Dynatrace pode ser acessada pelo link: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Catho tem novo executivo de desenvolvimento de software

A Catho, um dos maiores e mais completos sites de empregos do país, ganhou um nome de peso com a chegada do novo Head de Desenvolvimento de Sistemas, Leonardo Santos. Graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, o executivo chega à Catho com uma trajetória de mais de 23 anos de experiência em tecnologia e assume a posição com o desafio de fortalecer e aumentar a área de desenvolvimento de sistemas da Catho.

“Além disso, um dos meus principais objetivos é o de fortalecer o posicionamento da Catho como uma empresa de tecnologia, com orientação ágil estabelecida por meio das tecnologias mais atuais e adequadas ao nosso negócio”, afirma Leonardo.

Leonardo Santos foi sócio fundador da Vale Presente e um dos responsáveis pela condução do processo de homologação da Vale Presente como empresa não financeira emissora Mastercard. Também foi Diretor de Tecnologia da Informação da Bebê Store, estando a frente das áreas de desenvolvimento de sistemas e de infraestrutura e Diretor de Tecnologia da Informação na Minuto Seguros.

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Aivo Brasil anuncia novo Country Manager

A Aivo, especialista no desenvolvimento de softwares com Inteligência Artificial para o atendimento ao cliente, anuncia a contratação de Oliver Sanchez como novo Country Manager Brasil. O profissional inicia suas atividades atuando no escritório da empresa em São Paulo, enquanto Bruno Dalla Fina deixa o País e passa a atuar como Head of Expansion na Aivo Europa.

Oliver é um executivo com mais de 18 anos de experiência em soluções de CRM, ERP, EPM, HCM, e-commerce e BI, tendo passado por empresas que são referências de mercado no Brasil, EUA e América Latina, como Oracle, Belltech, Plusoft, Primus e Diveo, companhias onde desenvolveu suas capacidades técnicas e comerciais.

“Estou muito empolgado com a oportunidade de fazer parte do time da Aivo. É um grande desafio, seguindo em direção a evolução pessoal e profissional”, afirma Sanchez, que visa aliar experiências de funções anteriores e levar isto para o universo da nova empresa. “Vou aumentar o número de clientes da Aivo Brasil e capilarizar as soluções, mostrando que os projetos da empresa são de fácil implantação e ajudam a solucionar as dúvidas e problemas do cliente logo no primeiro contato”, finaliza o executivo.

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