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A tecnologia como aliada na gestão de soft skills

Por Ilana Brancalhão

De acordo com a pesquisa Global Talent Trends 2019 divulgada pelo Linkedin, 92% dos entrevistados afirmaram que as soft skills, ou competências comportamentais, são tão ou mais importantes do que as hard skills, as conhecidas competências técnicas aprendidas na universidade ou em algum curso que a pessoa faça para agregar conhecimento à carreira. E mais, o levantamento aponta que 89% das pessoas ouvidas consideram que “contratações ruins” estejam relacionadas a candidatos que não desenvolvem as soft skills.

Dentre as soft skills mais requeridas pelas empresas estão: liderança, comunicação, gestão de conflito, ética no trabalho, pensamento crítico e trabalho em equipe. Todas elas estão atreladas a se ter um profissional que possa se desenvolver numa companhia e agregar valor ao seu trabalho, otimizando processos e aumentando a produtividade. Por exemplo, a comunicação é a base de todos os processos dentro de uma empresa. Já a ética de um colaborador indica que ele vai seguir o propósito da empresa, terá foco, organização e comprometimento com as metas.

Se uma empresa possui apenas profissionais excelentes nas hard skills isso não será suficiente para se ter sucesso em seu segmento de atuação. Para desenvolver qualquer competência comportamental, o líder ou gestor precisa primeiro realizar uma avaliação de todo o time. É um verdadeiro ciclo que contempla identificar, avaliar, desenvolver e avaliar novamente cada colaborador. Neste processo é importante um feedback constante e com periodicidade regular.

A boa notícia é que a tecnologia pode ser uma grande aliada na hora de desenvolver as soft skills. Já existem players no mercado que oferecem soluções com recursos que possibilitam analisar, mapear e até realizar avaliações de desempenho e educação corporativa. O uso do mapeamento das soft skills deve ser sempre conectado ao planejamento estratégico da empresa, para saber quais são necessárias para que a organização alcance seus objetivos.

Desta forma utilizar a tecnologia para apoiar as estratégias e mapeamento dos cargos dentro de uma organização, garantem uma assertividade na escolha de equipes e possibilita subsidiar gestores com indicadores para uma melhor tomada de decisão. Ferramentas de desempenho integradas ao plano da empresa geram indicadores – tanto para os gestores como para o departamento de Recursos Humanos -, feedbacks contínuos e plano de desenvolvimentos (PDI) com acompanhamento para o aprimoramento das soft skills, permitindo a ascensão de carreira, melhor adaptação das equipes e maior produtividade.

As organizações que decidem utilizar tecnologia para gestão de soft skills agregam ao seu RH uma comunicação simplificada e com direcionamento, uma gestão de seu capital intelectual e seus talentos, permitindo que o gestor acesse as informações de forma simples e rápida.

Quando relacionamos os benefícios de uma equipe com várias soft skills em aprimoramento temos: um time multidisciplinar, uma gestão de conflitos efetiva, comunicação sem ruído, profissionais que se desenvolvem para serem futuros líderes, maiores oportunidades de alcançar os resultados de forma rápida e produtiva devido a boa integração das equipes.

Sempre ressalto que uma companhia depende de seus colaboradores para alcançar suas metas de negócio. Sendo assim, o melhor caminho para estimular o engajamento, motivar e valorizar seus talentos é realizar uma gestão de carreira clara e transparente com todos. A partir do momento que a empresa passa a olhar os colaboradores como um diferencial competitivo, ela está pronta para usufruir das tecnologias voltadas ao público interno.

*Ilana Brancalhão é arquiteta de Soluções da Benner.

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Stefanini se une à ONG Mais Mulheres na TI para promover eventos de Soft Skills voltados para a carreira

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e a ONG Mais Mulheres na TI se unem para promover o Domínio de Soft Skills para o Sucesso no Local de Trabalho, que acontece entre os dias 7 e 10 de agosto, no Stefanini Innovation Center, na sede da companhia, em São Paulo.

Cada módulo consiste em uma atividade destinada a fazer com que as pessoas pensem, pratiquem e discutam habilidades relevantes para a carreira e o sucesso pessoal. Além disso, o participante receberá inputs sobre a melhor maneira para atender às necessidades e interesses em novos comportamentos.

O foco das ações será em mulheres que buscam recolocação no mercado. A partir da iniciativa de inclusão de Mais Mulheres na TI, a associação tem como objetivo reduzir a lacuna tecnológica de gênero com capacitações colaborativas em tecnologia de mulheres que serão impactadas pela inovação disruptiva. “Somos um grupo de pessoas apaixonadas por tecnologia que apoia uma mudança social positiva”, afirma Isabela Gayno, fundadora da ONG Mais Mulheres na TI.

Com um portfólio robusto, que inclui soluções de cloud, analytics, plataformas de inteligência cognitiva e fidelização, segurança cibernética, Internet das Coisas e Indústria 4.0, a Stefanini investe constantemente em iniciativas que incluem pessoas em busca de experiências e aprendizados que as mantenham conectadas com o futuro.

Programação:

7 de agosto – As competências esperadas para os profissionais do futuro | Palestrante: João Paulo Coutinho

João Paulo Coutinho trabalha há mais de 10 anos com Aprendizagem Corporativa. Atua em Programas de Desenvolvimento de Lideranças, de Competências e em projetos de Aprendizagem Corporativa, Gestão de Mudanças e Desenvolvimento Organizacional.

8 de agosto – A Entrevista | Palestrante: Isabella Bertelli

Isabella Bertelli é graduada e mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP) e conta com experiência com treinamento e desenvolvimento corporativo e orientação de carreira.

9 de agosto – O poder da Pergunta | Palestrante: Helena Mihoko Miyahara

Helena Miyahara é estudiosa sobre como é o aprendizado e o desenvolvimento de habilidades humanas necessárias para profissionais, pessoas, cidadãos.

10 de agosto – Comunicação interna e externa | Palestrante: Camila Rocha

Camila Rocha é graduada em processamento de dados com MBA em gestão de projetos e neurociência. Atua há seis anos na área de gestão de projetos em TI, focada em transformação cultural para o Ágil.

Para se inscrever, o interessado deve acessar aqui e aguardar o e-mail de confirmação. As vagas são limitadas.

Academia Soft Skills: Domínio de Soft Skills para o sucesso no local de trabalho.

Data: 7 a 10 de agosto | Das 19h às 22h

Realização: Mais Mulheres na TI

Inscrições: até 6 de agosto | Custo: R$ 40,00

Local: Stefanini Innovation Center

Endereço: Avenida Eusébio Matoso, 1385 Pinheiros, São Paulo (SP)

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