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Fundação Santillana apresenta estudo sobre usos da tecnologia e transformações na educação

A Fundação Santillana, a Editora Moderna e o SmartLab promoveram na manhã desta quinta-feira, 20, o Seminário A Tecnologia e as transformações da educação, na sede do Google, em São Paulo. Com o apoio da Unesco no Brasil, Google For Education e Avalia Educacional, o evento reuniu diretores, gestores e professores de escolas particulares e públicas para conhecer experiências de incorporação de novas tecnologias nos processos de ensino e debater as transformações na aprendizagem.

Na ocasião, César Nunes, pesquisador do GEPEM, da Faculdade de Educação da Unicamp, apresentaram os resultados de um estudo encabeçado pelo especialista Francesc Pedró, diretor da área de políticas setoriais – TIC em Educação – da Unesco. Inédito no Brasil, o documento analisa diferentes formas em que a tecnologia está contribuindo para a transformação da educação, com ênfase particular na América Latina, os fatores por trás do sucesso, além de recomendações para os gestores políticos, administradores e professores. O evento contou com a participação de estudantes, professores e coordenadores de instituições que apresentaram iniciativas em que tecnologias participam de transformações positivas no cotidiano escolar.

De acordo com o Diretor da Fundação Santillana no Brasil, André Lázaro, “o estudo é uma relevante contribuição para desmistificar os usos das tecnologias na educação e demonstrar como projetos pedagógicos estruturados incorporam as tecnologias com efetivos ganhos na aprendizagem dos estudantes”. A publicação A Tecnologia e as transformações da educaçãoestá disponível para download gratuito no link: http://fundacaosantillana.com.br/acoes-publicacoes.html

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Microsoft e SmartLab inauguram espaço de experiências educacionais

A Microsoft Brasil e o SmartLab, projeto de tecnologia educacional do Grupo Santillana, fecharam parceria e inauguraram no dia 20 de setembro o espaço Microsoft SmartLab Education Experience, um ambiente interativo dedicado para clientes educacionais dentro do MTC – Microsoft Technology Center. O objetivo da parceria é colaborar para a transformação no que se refere à educação do futuro. Nesse espaço, diretores, coordenadores, professores e estudantes poderão vivenciar a experiência dos ambientes propostos pelo SmartLab, conhecer novos recursos e ferramentas que contribuem para alavancar o aprendizado dos estudantes e vislumbrar possibilidades e benefícios de se tornar uma escola conectada e colaborativa. Estima-se que o espaço SmartLab no MTC receberá mais de 5 mil visitantes no período de um ano.

Para Robson Lisboa, um dos idealizadores do SmartLab, a escola e a forma de aprender precisam estar alinhadas com os tempos de uma vida mais smart e digital: “Os alunos de hoje fazem parte da geração nativa e conectada, portanto, é preciso que a escola faça parte dessa realidade. Para nós, uma instituição smart é aquela em que aulas e atividades são montadas de forma que crianças e adolescentes visualizem seu futuro, encontrem relevância no aprendizado e ganhem motivação extra para estudar e frequentar a escola”.

A parceria entre as duas empresas se deu pelo fato de ambas acreditarem no potencial de transformação da educação por meio de soluções tecnológicas, maior conectividade e conteúdos motivadores. “A Microsoft tem o compromisso de empoderar as pessoas por meio da tecnologia. Por conta disso criamos a Jornada Empreendedora que visa apoiar estudantes desde os ciclos iniciais até o momento em que se tornam empreendedores. Esta talvez seja uma das maiores contribuições da Microsoft para o Brasil, pois é uma necessidade latente na qual poderemos ajudar o país a resolver questões ligadas à produtividade e desigualdade. O Microsoft SmartLab Education Experience vem para concretizar nossa visão e complementar as soluções que oferecemos”, explica Antonio Moraes, diretor de educação da Microsoft Brasil.

O SmartLab propõe um espaço de transformação na forma como o aluno aprende, proporcionando maior envolvimento em sala de aula por meio do uso da tecnologia e incentivo ao aprendizado colaborativo. Nesse sentido, o conceito do Microsoft SmartLab Education Experience, planejado pelo designer Kiko Sobrino, trouxe referências de empresas que já exercitam com seus funcionários o coworking e o coliving com um toque de Starbucks. O objetivo da criação deste ambiente colaborativo é desenhar a escola do futuro, com o uso de tecnologias e conteúdos de aprendizado interativos que façam com que os alunos tenham prazer em adquirir conhecimento e, assim, permanecer mais tempo na escola.

Soluções e ferramentas

O Microsoft SmartLab Education Experience tem como objetivo ajudar na adoção de tecnologias utilizadas no dia a dia e explorar o uso de novas tecnologias, como o Minecraft e as Hololens. Nesse sentido, com a parceria, alunos da plataforma SmartLab também poderão utilizar soluções Microsoft que possibilitam aos estudantes inúmeras formas de aprender; e aos professores, maior produtividade em suas tarefas.

Por meio do Office 365, os usuários têm acesso a uma suíte de aplicativos com as mais recentes versões de ferramentas educacionais. O Office Mix, por exemplo, permite a criação de videoaulas interativas com uma simplicidade surpreendente. Com ele, o professor pode modificar conteúdos já existentes no PowerPoint ou desenvolver novos. Também é possível gravar qualquer tela do computador e incluir quizzes para avaliar o rendimento de cada aluno. O resultado é uma aula envolvente e interativa, que promove a acessibilidade, o ensino a distância e o aprimoramento do processo de ensino-aprendizagem.

Outro recurso é o OneNote Class Notebook que reúne um espaço de trabalho para cada aluno, uma biblioteca de conteúdo para material de apoio e um espaço de colaboração para lições e atividades criativas. Foi projetado para ajudar os professores a economizar tempo e serem mais eficientes. Com essa ferramenta é possível distribuir páginas e seções para estudantes específicos, revisar rapidamente os trabalhos, o rendimento de cada aluno e atribuir notas. E em breve as escolas SmartLab terão acesso à versão educacional do Minecraft, jogo eletrônico que permite a construção usando blocos (cubos) e que pode ser aproveitada no ensino de várias disciplinas.

Todas as soluções do SmartLab são entregues com vários facilitadores, como a formação contínua dos professores, consultoria pedagógica e tecnológica, conteúdos online diversificados, além da integração de plataformas com senhas unificadas, favorecendo a personalização. O projeto já está implementado em várias escolas públicas e privadas.

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A “revolução maker” chega à educação

Dentre tantas novidades para tornar o aprendizado mais lúdico e interativo, vem despontando no Brasil uma nova tendência educacional: o uso das impressoras 3D e a construção de “espaços makers” nas escolas – os também chamados “Fab Labs” (laboratórios colaborativos de fabricação digital). Segundo estudo da Jupiter Research, estima-se que, em 2018, a popularização dessas ferramentas ultrapasse 1 milhão de usuários no mundo.

Esta proposta inovadora, inspirada no “movimento maker” – que tem como base a cultura do “faça você mesmo e aprenda” –, pressupõe que qualquer pessoa pode construir, modificar e fabricar de tudo com as próprias mãos. Na “educação maker”, por meio da prototipagem, por exemplo, o aluno idealiza o que quer projetar, faz a impressão, corrige uma peça que não se encaixa e vê a sua ideia concretizada.

“O modelo de aula ‘tradicional’ não atrai mais os alunos. A metodologia do 3D, que está pautada no conceito de tecnologia, diversão e aprendizado, engaja e promove uma nova interação professor-aluno, em que os estudantes tornam-se os protagonistas da aprendizagem”, observa André Skortzaru, cofundador da 3D Criar, uma start-up brasileira que tem a missão de massificar o uso da impressão 3D e Fabricação Digital em prol da qualidade do ensino.

Ao invés de palitos, argila ou massinha para exemplificar assuntos em sala de aula, os professores ganham novos recursos e aderem à fabricação digital. Com a modelagem e impressão 3D, é possível criar, de forma lúdica, objetos de aprendizagem com diferentes tamanhos e geometrias, das mais simples até as mais complexas. Difundido no Brasil nos últimos anos, esse recurso tecnológico já está presente em escolas que primam pela autonomia, criatividade e espírito colaborativo dos seus alunos.

Por meio dos protótipos tridimensionais, professores e alunos conseguem sair da teoria das disciplinas ao “materializar as aulas”. Imagine que um professor de biologia recorra a um protótipo minucioso feito por seus próprios alunos em sala de aula, para explicar as funcionalidades do corpo humano, que é tão rico em detalhes? Ou que, para entender como as pirâmides Maias foram construídas, os estudantes produzam uma maquete que retrate com fidelidade as estruturas físicas daquele lugar e aprendam trigonometria? Ou, ainda, para estudar matemática e física simultaneamente, os jovens tenham que elaborar um protótipo de um carrinho tridimensional? Graças ao avanço da tecnologia na educação, isso já é uma realidade!

“O contato que o aluno tem hoje com o 3D pode ser decisivo para algumas profissões como engenharia, design, arquitetura e gerenciamento de projetos; e, em outras em que esse recurso não pode ser aplicado essencialmente, esse manuseio ainda no período escolar também se faz importante, uma vez que estimula a criatividade, o raciocínio lógico, a divisão de tarefas, a interdisciplinaridade, o espírito crítico, entre outras competências exigidas dos alunos no século 21 e necessárias para o mercado de trabalho. Os jovens estão cada dia mais tornando-se líderes do seu processo de aprendizagem, o que seguramente fará com que estejam preparados para profissões que nem sabemos que existirão no futuro”, aponta Rafael Lopes, um dos idealizadores e responsável pelo núcleo digital do SmartLab – uma plataforma integradora de conteúdos educacionais que, recentemente, incorporou em sua solução o “espaço maker”.

Espaço maker e design thinking

O ambiente maker promove uma aprendizagem mais interativa, a partir do momento em que os docentes estimulam seus alunos a se envolverem e compartilharem, em grupos, as inúmeras possibilidades de objetos que podem ser feitos com o 3D. Essa metodologia de abordagem de problemas que visa encontrar uma solução coletiva satisfatória chama-se “Design Thinking”, e na educação esse método vem ganhando muitos adeptos, pois incentiva alunos ao processo de criação que envolve erros e acertos.

Os benefícios da prototipagem na educação são inúmeros: aulas mais engajadoras e criativas, onde todos participam e sugerem; alunos mais preparados para o mercado de trabalho – uma vez que estão expostos às mesmas tecnologias de ponta que eles irão encontrar em suas carreiras -, dentre outros ganhos.

Com base nessa realidade, gestores das instituições de ensino estão considerando a adoção dessas tecnologias para estimular o trabalho em equipe, o pensamento crítico, a criatividade e os conceitos inerentes ao design thinking nos alunos. “Cada vez mais, a comunidade escolar percebe os ganhos educacionais da prototipagem e impressão 3D, que vai além da ludicidade. Com um custo acessível e fácil de manusear, fica evidente a contribuição dessa tecnologia para o desenvolvimento de habilidades e melhorias no processo de aprendizado dos alunos”, conclui André Skortzaru.

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