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Sete tipos de bancos na selva da revolução digital

Por Daniel Domeneghetti

Se os bancos fossem uma grande fauna, quais tipos de operações e marcas personificariam o instinto animal? Qual grife bancária seria um predador como os tubarões? Ou inerte feito um paquiderme? Quem seria o mais camaleônico? E a cobra por agir rápido e rasteiro nos negócios?

Diante da selva disruptiva que se tornou o setor bancário, fruto da Transformação Digital, não se sabe atualmente o grau de maturidade de disrupção e inovação dos bancos. Todos se movimentam rumo à digitalização. Isso é fato. Mas quem dá passos mais largos e quem atua mais timidamente?

Pensando nisso, após o desenvolvimento do estudo “Régua da Transformação Digital no Setor Financeiro”, eu tive a ideia de compartilhar as sete categorias “selvagens” de player existentes no mercado atualmente com o objetivo de materializar de maneira lúdica como o segmento bancário brasileiro se porta frente à jornada da transformação digital. Lembrando que tais categorias não estão ligadas à competividade geral dos bancos.

O ponto de partida foi o darwinismo, que em linhas gerais afirma que os seres vivos evoluem de acordo com a necessidade de adaptação à natureza. A natureza, neste caso, é o meio digital e a adaptação reside na capacidade dos bancos em suportarem as mudanças. Tem Zumbi Digital, Presas Futuras, Sobrevivente Internos, dentre outros tipos de operações.

Na sua opinião, o Itaú, considerado o maior banco privado do País, está enquadrado em qual categoria? Descubra abaixo.

Zumbis Digitais – São operações que ainda vivem no mundo web, não entendendo a diferença entre web e digital porque estão mortos para a evolução. Os exemplos são Banco da Amazônia, Sicredi, BMG, Modal, Fibra, Tribanco, ABC Brasil e Rodobens.

Inerciais –São organizações poderosas, porém lentas. Atuam em várias frentes da transformação digital, mas com fraca estratégia e modelo. Não transformam nada para a ótica de quem o interessa, o usuário final, e, em geral, são reféns dos modelos de negócios e mercados tradicionais. Neste modelo cabem Citi, Safra, Banrisul e Banco do Nordeste.

Presas Futuras – São operações menores, rápidas em responder a ameaças, mas que no final costumam perder o jogo, sendo mortos ou adquiridos de forma subvalorizada pelos sobreviventes, especialmente pela categoria dos Inerciais. Nesta categoria enquadram-se Banco Votorantim, Banco Pan, Banco Alfa e Crefisa.

Wannabes – São marcas relevantes do mercado que adotam evidências externas de transformação digital, como aplicativos, por exemplo. São motivadas pelo novo, mas preferem parecer a ser ou simular a fazer tudo por falta de coragem, recursos e competências. É sucumbida por perceberem que vivem de aparência. Vale citar Daycoval, Pine, BTG Pontual, Sofisa e Agiplan.

Sobreviventes Eternos – Grupo formado por instituições líderes do setor bancário. Protagonistas, são os players sobreviventes a todas as transformações de era porque detêm ativos valiosos e são agressivos o suficiente para antecipar tendências. Em linhas gerais, não propõem a disrupção, mas são rápidos em reagir. Provavelmente estarão aí nos próximos 100 anos. Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa são a personificação do grupo dos sobreviventes eternos.

Bichos Diferentes – Nu Bank, Banco Original, Uno Bank, Neon e Inter fazem parte deste grupo híbrido. Adjetivados como estranhos, porém muito inovadores, difíceis de categorizar e imitar porque atuam em mercados diferentes, com lógicas e propostas de valor diferenciados. Ameaçam a todos os demais players e causam transformações definitivas nos mercados que atuam. É pura disrupção.

Smart Killers – São pequenos e recentes, entretanto capazes de ameaçar grandes presas sem serem percebidos inicialmente. Por isso, são comprados a preço de ouro pelo nicho dos “Sobreviventes” e, principalmente, pelos “Inerciais”. O Next figura sozinho como exemplo de marca neste critério.

Vimos que em meio às pegadas da revolução digital já deixadas pelo mundo, o setor financeiro sinaliza transformações intensas, puxadas por novos sistemas tecnológicos, físicos e por que não biológicos – como vimos acima- capazes de criar modelos inéditos nas suas estruturas corporativas globais. Basta saber quem sobreviverá à mudança de era se adaptando “darwinisticamente” ao seu hospedeiro maior, o cliente.

Daniel Domeneghetti é especialista em inovação corporativa e CEO da e-Consulting, boutique de estratégia, líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em TI, Telecom e Internet para empresas líderes em seus mercados.

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GFT aumenta a receita consolidada em 5% no primeiro semestre de 2017

A GFT Technologies SE (GFT), companhia global de Tecnologia da Informação, aumentou em 5% a receita consolidada no primeiro semestre de 2017, passando de 208,03 milhões de euros no segundo semestre de 2016 para 217,77 milhões de euros neste período. Ajustado à contribuição de receita da Habber Tec Brasil, adquirida em abril de 2016, a GFT obteve crescimento orgânico de 3% nos primeiros seis meses.

O segmento Europa Continental continuou o seu crescimento dinâmico com projetos de transformação digital para bancos de varejo e aumentou a receita em 15%, totalizando 111,55 milhões de euros no primeiro semestre de 2017. No mesmo período de 2016, a receita foi de 96,71 milhões de euros. No segmento Américas e Reino Unido, apesar do bom desempenho geral nas receitas, o corte de custos em dois grandes clientes em meados do segundo trimestre levaram a uma queda de 5% nas receitas do segmento, passando de 110,84 milhões em 2016 a 105,77 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Além disso, foram realizadas algumas mudanças no time de vendas da GFT no Reino Unido e na América do Norte com foco em soluções de transformação digital para grandes bancos nesses países.

No Brasil, a GFT continuou com sua estratégia de crescimento, apresentando uma receita de 11,89 milhões de euros no primeiro semestre de 2017 contra os 6,19 milhões de euros registrados no mesmo período do ano anterior. “O resultado se deve especialmente à aceleração da demanda do setor financeiro em projetos de transformação digital, incluindo canais digitais, backoffice digital, colaboração via API‘s, migração cloud, transformação de legados e laboratório de jornadas digitais. A aquisição da Habber Tec Brasil também contribui positivamente com o crescimento dos negócios e com a incorporação de novas práticas em nosso portfólio”, revela Marco Santos, managing director Latam do Grupo GFT.

Número de funcionários cresce 5%

Até 30 de junho de 2017, o quadro de funcionários em tempo integral da GFT contava com 4.739 colaboradores, o que corresponde a um crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2016, quando o número de colaboradores era de 4.493.

O segmento Américas e do Reino Unido contava com 1.222 colaboradores em tempo integral em 30 de junho de 2017. Em 30 de junho de 2016 o número registrado foi de 1.213. Já o número de colaboradores no segmento Europa Continental cresceu 7%, passando de 3.174 em 30 de junho de 2016 para 3.398 nos primeiros seis meses de 2017.

Perspectivas para 2017

O Grupo GFT confirma sua orientação para o exercício de 2017, ajustado em 10 de julho de 2017, e estima uma receita consolidada de 425 milhões de euros, EBITDA de 42 milhões de euros e EBT de 26 milhões de euros para 2017.

“Alinhamos o nosso portfólio para trabalhar com soluções de transformação digital para temas futuros, como blockchain, cloud migration, API’s, canais Digitais, backoffice, inteligência artificial e indústria 4.0, que estão se tornando cada vez mais importantes no setor financeiro, explica Marika Lulay, CEO da GFT.

Dados financeiros detalhados estão disponíveis na seção Investor Relations do site da GFT:

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Cinco desafios de TI que afetam o setor financeiro – Por Smita Dave

O setor financeiro tem enfrentado diversos desafios nos últimos anos. Muitos deles estão relacionados com operar em um novo contexto econômico que se formou após a crise financeira, restaurar a confiança pública no setor e competir com novos concorrentes que são inovadores, agressivos e não-tradicionais.

Com a ascensão da Fintech em um mundo digitalizado, as instituições financeiras correm para incorporar tecnologias de nova geração e encantar seus clientes com experiências mobile e digitais aprimoradas. Porém, manter-se atualizado em inovações tecnológicas por si só apresenta desafios. A insegurança cibernética, a redução de custos, as normas regulatórias, assim como plataformas de próxima geração e mudanças de processos resultantes de novas tecnologias são apenas alguns deles. As soluções para muitos desses desafios estão a cargo da área de TI.

Estes são os cinco maiores desafios de TI que as instituições financeiras enfrentam atualmente:

– Reduzir falhas de segurança e roubos cibernéticos, e ao mesmo tempo ampliar o valor comercial do relacionamento com os clientes;

– Cumprir as normas regulatórias (compliance);

– Transformar os negócios para abrir as portas para experiências mobile e digitais;

– Alavancar tecnologia para assegurar vantagens competitivas;

– Usar tecnologia para melhorar o desempenho geral da rede.

Infelizmente, novas tecnologias também criaram novos riscos à segurança. Especificamente, falhas de segurança e ransomware, que estão mais organizados do que nunca, geram novos e variados tipos de roubos de informações pessoalmente identificáveis (personally identifiable information, PII), dados financeiros, de comportamento e históricos. Dois exemplos são a incrível transferência fraudulenta de US$ 81 milhões do Bangladesh Bank, ou o recente roubo cibernético do Tesco Bank, que ilustram como as abordagens tradicionais para a segurança não são suficientes ou, pior ainda, como as empresas não estão levando a ameaça a sério. O Kaspersky labs relatou que os ataques de phishing financeiro nunca foram tão altos como em 2016, sendo que os ataques financeiros correspondem a quase metade (47,48%) dos 155 milhões de casos de phishing registrados.

Mas os desafios de TI não se restringem apenas à segurança. Instituições financeiras devem lidar com questões regulatórias, como a Lei Dodd-Frank de Reforma de Wall Street e de Proteção ao Consumidor, criadas para gerar mais transparência e estabilidade no sistema bancário global. Além disso, no novo ambiente econômico, digitalizado e em transformação, algumas das mudanças tecnológicas dinâmicas requerem que as instituições financeiras se adaptem rapidamente a plataformas novas e de próxima geração, com mobile banking e segurança cibernética robusta. Núcleos de sistemas de TI desatualizados são uma preocupação importante para os banqueiros globais, pois, em geral, eles se traduzem em baixa integração de redes e na criação de pontos cegos, quando distintas redes de dados corporativas, ao tentar se comunicar entre si, transmitem dados incorretamente.

Pontos cegos são áreas sobre as quais a TI não tem visibilidade completa em relação ao que está acontecendo na rede ou de como os aplicativos estão se comportando. Não realizar o investimento em sistemas seguros e ágeis que ampliem os serviços bancários digitais e mobile pode resultar em perdas significativas e, ao mesmo tempo, reforçar o risco de ataques cibernéticos. O problema é que o consumidor está sempre um passo à frente, buscando impacientemente aplicativos digitais e mobile para sua maior comodidade. Logo, instituições financeiras e bancos que esperam para atualizar seus sistemas enfrentam séria concorrência de um conjunto de inovadores disruptivos capazes de oferecer aos consumidores experiências semelhantes e acessíveis por meio de toda uma diversidade de canais.

O sucesso dessas instituições é altamente dependente de como elas alavancam as inovações tecnológicas, em especial em relação à consumerização. Os consumidores hoje exploram aplicativos de serviços de mobile banking e financeiros que lhes permitem realizar transações online a qualquer momento. Comércio e serviços bancários online estão oferecendo cada vez mais comodidade por meio de estratégias BYOD (bring your own device ou traga seu próprio dispositivo) em oposição ao serviço que depende que o cliente vá fisicamente até o banco. Em todo caso, nem todo consumo é igual ou linear. Esse serviço precisa ser constantemente gerido para não travar a rede com arquivos pesados demais.

Para todos os serviços em um ambiente rápido de alta tecnologia, os sistemas precisam ser robustos, de alto desempenho e seguros. Isso inclui a visibilidade de potenciais problemas de redes e de aplicativos que possam surgir das novas tecnologias, e a capacidade de melhorar o desempenho da rede. Visibilidade de rede e testes de soluções estão disponíveis para ajudar a superar esses desafios. O segredo é eliminar os pontos cegos das redes, realizar as principais avaliações de redes e fortalecer o poder da tecnologia.

Então, como a TI supera esses desafios? Independente de a instituição financeira ser um banco, uma cooperativa de crédito, uma corretora, ou uma empresa de investimento ou de seguro, tudo começa com a arquitetura da visibilidade. Arquitetura da visibilidade é uma expressão meio pomposa para designar a ação de voltar atrás e buscar uma visão holística de sua rede, determinar que tipo de monitoramento de dados é necessário, de onde coletar os dados e como passar os dados para as ferramentas de monitoramento e segurança. As arquiteturas de visibilidade em geral acarretam a adição de taps e network packet brokers (“torneiras” de dados e “corretores de pacotes” de redes) para capturar e filtrar os dados monitorados. Uma vez que você fizer isso, você terá os dados necessários para reduzir/eliminar muitas questões relacionadas a segurança e desempenho.

Outra ação crucial é realizar avaliações de redes. Esse procedimento inclui testes de segurança da rede, testes das redes de Wi-Fi e testes de desempenho tanto dos dispositivos com fio quanto dos sem fio. Testar as soluções ajuda a identificar problemas antes que eles se tornem questões graves. Implantar uma tecnologia testada e correta para substituir processos manuais e desatualizados é o melhor caminho para atingir sucesso de longo prazo.

Smita Dave, Gerente Sênior de Soluções de Marketing da Ixia

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Nos bancos, o digital é importante, e a interação humana também – Por Ankur Prakash

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Imagine o seguinte cenário: você precisa de um empréstimo e, como já é comum, contata o seu banco via aplicativo mobile; a taxa de juros oferecida é de 3,5%. Com uma porcentagem nada interessante, você parte para o site, a simulação indica 2,6%. Estranho. Por telefone, consegue 1,5%, mas a essa altura você já não entende mais nada. Por fim, decide ir até a agência física e falar com o gerente, quem sabe ele pode facilitar a sua vida. Pronto, a 0,8% o seu empréstimo fica muito mais atrativo, mas o que não fica nada bem é a sua relação com o banco. Depois de um dia de trabalho perdido, nervosismo, e um empréstimo, finalmente, realizado, você continua sem compreender como um mesmo cliente pode receber ofertas tão diferentes nos canais do mesmo banco.

Segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2017, as instituições financeiras brasileiras investiram R$18,6 bilhões em tecnologia em 2016 e, no mesmo ano, as transações bancárias em mobile banking chegaram a 21,9 bilhões de reais. O digital é um caminho sem volta, mas que ainda assim, não dominará por completo o futuro das agências bancárias.

O exemplo acima é real, e demonstra, acima de tudo, a necessidade de conhecer e reconhecer o consumidor onde quer que ele esteja, e independentemente do canal que ele usar. A experiência precisa estar centrada no cliente. Fatos como esses reforçam que o contato humano continuará a ser importante; ainda que as agências evoluam e desenvolvam métodos melhores e mais rápidos de atendimento digital, os humanos ocuparão posições estratégias e que tendem às resoluções de problemas complexos. Um exemplo disso, foi o desenvolvimento do Pepper, o primeiro banco israelense 100% digital; planejado pela Designit, a equipe conta que sempre foi questionada sobre quem – ou o quê – os atenderia em caso de dúvidas.

As agências do futuro serão agências?

Cada vez mais o mercado tem entendido que o padrão de agências bancárias precisa ser mudado. Mais interatividade e conectividade devem ser adicionados ao novo modelo, ou melhor, aos novos modelos. Visto que o banco é mais do que apenas o lugar onde depositamos o nosso dinheiro. A agência é um espaço de alto conhecimento financeiro, então porque não usar mais efetivamente a experiência de gerentes e criar um mix, unindo a inteligência artificial, tecnologia, à inteligência humana, dando assim vida a um ambiente dedicado à real consultoria que um banco deve prestar, e acabando com a atual passividade. Ou hoje o seu banco realmente acompanha e atua sobre todas as suas transações? As operações continuarão a ser realizadas via mobile, mas a consultoria pode ser feita ao vivo, ou até por vídeo conferência na sede do próprio banco.

Tudo o que envolve um pouco mais de complexidade, e claramente o dinheiro, chamará ao contato humano, não abriremos mão disso. Acontece que a experiência é o mais importante. É de extrema importância que o cliente tenha uma experiência única, seja ao ser atendido por um funcionário ou por um ATM. Afinal de contas, a Amazon não teria inaugurado uma livraria física por qualquer motivo.

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Canal de denúncias é o novo impulso nas instituições financeiras – Por Cassiano Machado

f716c95c7a93b0dd3cb835751f6b3a31 Diante do cenário atual de denúncias de corrupção e desvios nos mais diversos setores, é cada vez mais evidente a necessidade de ações de controle que venham resguardar a integridade e a segurança das instituições públicas e privadas.

A implantação de um canal de denúncias que receba relatos de desvios de conduta dentro e fora das instituições se torna necessária, reforçando à efetividade das ações de compliance como um todo. É neste contexto que, recentemente, uma portaria veio estabelecer a exigência da implementação do canal de denúncias para instituições financeiras.

A Resolução 4.567, de 27 de abril de 2017, estabelecida pelo Banco Central do Brasil, dispõe sobre a necessidade de instalação de um canal de comunicação disponível para colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores sem a necessidade de identificação para receber relatos a respeito de atos ilícitos relacionados às atividades das organizações financeiras e demais instituições cujo funcionamento é autorizado pelo Banco Central do Brasil.

O canal de denúncias deve viabilizar o registro e reporte à autarquia do Banco Central do Brasil de informações que afetem a reputação dos controladores e detentores de participação qualificada e de membros de órgãos estatutários ou contratuais.

As instituições, por sua vez, devem designar uma equipe especializada para o acolhimento e encaminhamento dos relatos para o devido tratamento às denúncias. Vale lembrar que esta equipe pode ser interna, desde que seja resguardada a segurança e confidencialidade das informações, com total isenção e imparcialidade.

Esta nova resolução ratifica a necessidade de evolução dos programas de ética e compliance nas empresas e instituições de todo o País, que ganham impulso nos últimos anos a partir das revelações de ações antiéticas e atos ilícitos decorrentes da operação Lava-jato.

A obrigatoriedade de um canal efetivo para denúncias proporciona uma oportunidade para que as instituições financeiras reavaliem e atualizem suas práticas neste tema, adotando formatos mais modernos já empregados por empresas de outros segmentos, como, por exemplo, o modelo de operação terceirizada, que agrega confiança e segurança para quem manifesta, além de dar consistência e melhor alocação dos recursos das organizações no tratamento e prevenção das eventuais irregularidades.

A atual crise ética vivenciada no Brasil, a exemplo de outros países que já passaram por situações semelhantes, promove reflexões e mudanças na sociedade, que gradualmente conduzem para um patamar mais consciente e maduro em queo ganho coletivo se sobrepõe ao individual e a conduta ética é valorizada e em todas as instituições, sejam elas financeiras na esfera privada ou pública conquistada no âmbito corporativo.

Se bem implementado, o canal de denúncias será um grande aliado nessa empreitada.

Cassiano Machado é sócio-diretor da ICTS Outsourcing, empresa de serviços relacionados à gestão de riscos e compliance.

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Fintech representa o Brasil em prêmio internacional de tecnologia

Nexoos Cofundadores

O cenário das fintechs, startups que atuam no mercado financeiro, está se consolidando cada vez mais no Brasil. O país é o que mais possui fintechs na América Latina, com mais de 200 empresas que, de acordo com projeções da Goldman Sachs, devem faturar R$75 bilhões nos próximos 10 anos.

Uma forma desse reconhecimento internacional é o BBVA Fintech Awards, premiação do setor que elege anualmente as melhores fintechs do mundo em diversas categorias.

Este ano a fintech de empréstimos e investimentos coletivos Nexoos foi a única brasileira a ser selecionada como finalista e concorre na categoria Inteligência Artificial.

A empresa trabalha com empréstimos coletivos, ou peer-to-peer lending, um modelo que conecta pequenas e médias empresas com pessoas físicas interessadas em opções de investimento mais rentáveis. “A Nexoos utiliza tecnologia e inteligência artificial para otimizar o processo de análise de crédito. Dessa forma conseguimos taxas mais atraentes para empresários e investidores”, conta o CTO da empresa, Murilo Bássora.

Hoje mais de 90% do processo de análise de crédito da startup é automático. Uma das estratégias usadas é o uso de fontes de dados alternativas: “usamos dados de consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática, e até avaliações de redes sociais”, diz Murilo.

“O BBVA é o prêmio mais importante do setor. Estamos muito felizes pelo reconhecimento, pela oportunidade de entrar em contato com startups inovadoras do mundo inteiro e por representar o Brasil nessa competição de prestígio internacional”, avalia Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

O banco espanhol BBVA é um dos pioneiros mundiais no fomento às fintechs. A startup brasileira compete com empresas da Europa, América Latina e Oriente Médio.

O vencedor receberá €30 mil, mentorias de profissionais sênior do banco BBVA e participará da conferência anual promovida pela instituição espanhola. A premiação acontecerá em Copenhague entre os dias 26 e 28 de junho durante a conferência Money 20/20.

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Diminuiu em 24% o investimento global em fintechs em 2017, aponta KPMG

De acordo com a pesquisa “The Pulse of Fintech”, realizada pela KPMG, o investimento global em fintechs recuou nos primeiros três meses deste ano, passando de U$ 4,2 bilhões para U$ 3,2 bilhões. A redução foi de 24% se comparada com o último trimestre de 2016. Nesse cenário, o financiamento de fintechs nos países das Américas teve início lento, com US$ 1,8 bilhão investidos, bem abaixo do ritmo de investimento do ano passado, quando foram registrados U$ 14,9 bilhões em investimentos.

Ainda segundo o levantamento, apesar da redução, o Brasil continua sendo promissor para o crescimento das empresas de tecnologia. “Devido ao alto investimento na cadeia de valor dos serviços financeiros, o país destaca-se em relação aos outros das Américas. O estudo indicou também que as a fintechs vem ganhando mais espaço nos radares dos investidores. Outro fato importante é o valor do investimento, sendo que aqui é bem mais vantajoso para as empresas do que os Estados Unidos, por exemplo”, compara o sócio da KPMG no Brasil, Oliver Cunningham.

O estudo também aponta que o investimento global em regtechs, empresas de tecnologia focadas nas exigências regulatórias e compliance, está em alta com U$ 219 milhões investidos em 26 negociações em todo o mundo. Já as startups voltadas para seguros permaneceram estáveis em relação ao ano anterior, com U$ 243 milhões em 46 transações.

Para ter acesso completo ao estudo, clique no link:
https://assets.kpmg.com/content/dam/kpmg/xx/pdf/2017/04/pulse-of-fintech-q1.pdf

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Mais da metade das empresas brasileiras de serviços financeiros está investindo em transformação digital

O mercado brasileiro de serviços financeiros está no centro de um processo acelerado de transição, com 53% das instituições afirmando que dispõem de uma estratégia para transformação digital e que o assunto envolve mudanças radicais em comparação à forma como atuam hoje. A pesquisa foi realizada no Brasil pela Capgemini, um dos líderes mundiais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, em parceria com a Pegasystems, provedora líder em aplicações estratégicas de negócios, sobre maturidade digital dos bancos no Brasil.

Pioneiro na adoção de tecnologias digitais, o setor já adota amplamente serviços de autoatendimento (62%) e provê consistência em todos os canais de atendimento (59%). Internet, redes sociais e serviços móveis têm sido amplamente utilizados pelas instituições entrevistadas para se comunicarem com atuais e potenciais consumidores (84%, 78% e 66%, respectivamente). Agora, os bancos estão focando na melhoria da experiência dos seus clientes finais, embora ainda exista um grande potencial para novas explorações, como a personalização da experiência de vendas, pois somente 39% implantaram soluções para esta finalidade.

O uso de métodos sofisticados de análise de dados para gerar visões estratégicas sobre o seu público ainda não é uma prática amplamente adotada pelas instituições financeiras. Somente 40% utiliza analytics para qualificar potenciais vendas. Mais da metade (51%) a adota para otimizar preços e 39% para personalizar suas ações de marketing. Em contrapartida, 63% tomam melhores decisões operacionais com base na análise de dados, demonstrando que as empresas do setor adotam analytics para tratar problemas operacionais. “As organizações ainda precisam avançar muito na exploração destas tecnologias como forma de obter insights que gerem oportunidades de novos negócios”, explica Carlos Mazon, COO da Capgemini no Brasil.

Quanto ao uso interno de tecnologia pelas instituições, 57% afirmaram que a maioria dos seus processos está automatizada e 60% monitoram suas operações em tempo real. Quando se trata de colaboração, 52% disseram que os funcionários compartilham ativamente seu conhecimento por meio de plataformas colaborativas.

Canais móveis têm sido utilizados para promover produtos e serviços (37%), prestar atendimento ao consumidor (32%) e vender produtos e serviços (27%). “Os baixos percentuais observados neste quesito são limitados, provavelmente, pela preocupação dos usuários com relação à segurança. Porém, esta percepção deve diminuir à medida que FinTechs (start-ups de tecnologia para o setor financeiro) e bancos criam operações digitais, o que deve acelerar a curva de adoção da mobilidade por parte dos consumidores”, ressalta Mazon.

“Os bancos já perceberam a necessidade da transformação digital para conquistar os consumidores, oferecendo serviços diferenciados e personalizados. Fazer esta transição não é uma opção, e sim questão de sobrevivência. Mas somente a introdução de novas tecnologias não é suficiente, é preciso uma mudança cultural dentro dos bancos e a colaboração dos funcionários de todos os níveis hierárquicos”, finaliza o executivo.

Metodologia da pesquisa

A pedido da Capgemini no Brasil, a Coleman Parkes Research, uma organização de pesquisa independente sediada no Reino Unido, realizou uma análise detalhada de questões-chave nas áreas de negócios e tecnologia de serviços financeiros no Brasil. O relatório foi baseado em 60 entrevistas com executivos C-level (CDO / CIO / COO) ou com aqueles que relatam diretamente a esses profissionais (gerente de TI, gerente de vendas, entre outros).

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Itaú Unibanco cria competição para desenvolvimento de soluções digitais para o setor financeiro

Com o objetivo de desenvolver uma experiência transformadora de investimentos, o Itaú Unibanco promove a primeira edição do Itaú Insights powered by Mastertech com apoio da Axway, empresa mundial que fornece soluções de software e APIs para integração de sistemas independentes.

O projeto busca reinventar a forma do brasileiro investir e é dirigido ao público interessado em tecnologia, inovação, trabalho colaborativo e que aceite o desafio de construir uma nova experiência de investimento. As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 28 de junho, por meio do link https://www.mastertech.tech/insights/ . Os participantes deverão se inscrever em equipes de três a quatro pessoas e o time que desenvolver a melhor solução digital para o tema investimentos, será o vencedor.

Para lançar o Itaú Insights, será realizado um evento de abertura no dia 28, no Cubo, centro de empreendedorismo tecnológico fundado pelo Itaú Unibanco, em parceria com a Redpoint Eventures. Este encontro contará com a presença dos integrantes do Itaú, da Mastertech e Axway além dos inscritos. Para participar do lançamento, as inscrições poderão ser feitas a partir do dia 5 de junho pelo link https://www.mastertech.tech/insights/ .

“O desafio que iremos organizar a partir deste ano vai proporcionar diversas oportunidades para as pessoas compartilharem seus conhecimentos e se conectarem por meio da criação de experiências que reinventam a forma do brasileiro investir. Nosso sonho grande é que o projeto seja capaz de gerar ideias de como tornar o Brasil uma nação de investidores”, explica Livia Chanes, diretora do Itaú Unibanco.

“Acreditamos no potencial do desenvolvedor independente e do trabalho colaborativo para a geração de grandes resultados. Para a Axway, a integração de novas soluções a sistemas existentes é uma das melhores formas de oferecer ao consumidor novas experiências que estimulem investimentos”, afirma Marcelo Ramos, vice-presidente sênior e gerente geral para a América Latina da Axway, provedora das soluções de integração de APIs utilizadas durante o evento.

Entre os meses de junho e julho, serão realizados treinamentos e mentorias para os inscritos. Os trabalhos desenvolvidos poderão ser enviados por meio da plataforma até 15 de agosto. Os vencedores serão escolhidos de acordo com os critérios: criatividade e inovação; implementação; impacto potencial.

Para concluir a competição, os três grupos finalistas farão uma apresentação para um comitê composto por executivos do Itaú e convidados externos, que vão avaliar as melhores ideias. O time vencedor receberá a quantia de R$ 40 mil e viagem para o Vale do Silício. O segundo colocado receberá R$ 30 mil e o terceiro R$ 20 mil além de outros prêmios.
O regulamento e informações sobre o Itaú Insights powered by Mastertech estão disponíveis no site http://www.mastertech.tech/insights/.

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Indra aposta em Blockchain e soluções inovadoras para impulsionar a transformação do setor financeiro

A Indra, uma das principais empresas globais de consultoria e tecnologia, apresentará durante a 27ª edição do CIAB FEBRABAN, um dos principais eventos do mundo para o setor financeiro, suas soluções digitais e capacidades inovadoras para apoiar as instituições do setor no complexo desafio que supõe a transformação digital. Igualmente, mostrará tecnologias e serviços de última geração para toda a cadeia de valor das instituições bancárias e seguradoras. O evento acontecerá entre 6 e 8 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo e sob o tema “Ser Digital”, debaterá as necessidades do novo perfil dos clientes.

No que tange a transformação digital, a Indra compreende a complexa problemática que vive o setor financeiro e tem atuado para dar uma resposta contundente às novas exigências do mercado. Neste escopo, apresentará no evento abordagens como blockchain, melhoria da experiência do cliente, atendimento inteligente em redes sociais, entre outras soluções.

Referência em discussões sobre blockchain, especialistas da Indra abordarão como esta tecnologia afetará o setor bancário, suas possíveis utilizações e impactos. Mário Robredo, responsável de Transformação Digital de Serviços Financeiros da Indra, participará do painel “Entendendo o blockchain e suas aplicações”, no dia 6 de junho, às 15h30, no auditório G4.

Para apoiar os bancos e seguradoras a atingirem o máximo nível no atendimento de seus clientes em mídias sociais, a Indra mostrará casos práticos da aplicação da ferramenta iGIA, que possibilita a gestão de interações com clientes, sejam elas relacionadas aos canais de atendimento tradicionais, os contact centers, como também através das redes sociais. Além das capacidades de Analytics e Big Data, o iGIA incorpora funcionalidades e conceitos para um sistema de atendimento ao cliente que tem como objetivo aumentar a assertividade nos atendimentos, principalmente via redes sociais.

Orientada ao mercado segurador, a companhia demonstrará sua solução de Vistoria Digital, concebida para ajudar as seguradoras na melhoria da experiência dos seus clientes, uma vez oferece a possibilidade de uma participação mais ativa dos mesmos. Trata-se de um aplicativo para dispositivos móveis (iOS ou Android) que entre outras características, faz uma chamada de vídeo entre o segurado e um Contact Center, que pode ser composto por peritos ou analistas de sinistros. Além disso, a gravação do vídeo em tempo real, com geolocalização, ajuda na prevenção a fraudes.

Outra abordagem que a Indra levará ao CIAB deste ano é a adoção de metodologias de testes ágeis e de DevOps para ajudar as empresas do setor financeiro a lançarem mais rapidamente novos produtos e serviços. A filosofia Indra DevOps Continuous Services acelera e sustenta a inovação, reunindo capacidades de provisão automática de infraestrutura tanto em IaaS (Infraestructure as a Service) públicas, em parceria com os principais players de Cloud globais, que permitem alcançar um novo nível de agilidade na execução do ciclo de vida completo dos produtos.

Soluções core banking e core de seguros

A Indra também apresentará em seu stand o ITECBAN Core Banking, uma plataforma que responde ao desafio de renovação do core bancário das instituições financeiras, oferecendo suporte tecnológico às funções chave do negócio. Contempla os aspectos da operação que permitem a globalização do sistema: multicanal, multientidade, multidioma, multidivisa, multipaís e multiuso. Além disso, apresenta-se como uma solução para apoiar a construção dos canais de Internet e Mobile Banking para numerosas entidades.

Para o setor de seguros a Indra mostrará sua plataforma iONE, desenvolvida como evolução da carteira de soluções da companhia para o setor, a qual se destaca por sua simplicidade na definição e lançamento de produtos, o que proporciona às seguradoras um time-to-market muito competitivo.

Serviços especializados para impulsionar a eficiência

A companhia levará ao CIAB 2017 sua visão e capacidades de BPO orientadas a projetos de transformação, melhora da eficiência e lançamento de novos produtos e serviços de seus clientes. Sua oferta de BPO para o setor financeiro contempla desde a gestão de solicitação de crédito, impressão e acabamento, gestão hipotecária, financiamento e serviços financeiros, clearing bancário, processos documentais, backoffice bancário e formas de pagamento, captação de clientes, entre outros.

Em outsourcing a Indra se posiciona como um aliado tecnológico com visão estratégica, assumindo as funções de TI dos processos de negócios dos clientes, onde a tecnologia e o valor agregado são elementos diferenciais. A oferta inclui serviços estratégicos (direção, consultoria técnica e reengenharia de processos); gestão de usuários, gestão tecnológica, gestão tecnológica/renovação (homologação, aquisição e manutenção de contratos); e gestão e manutenção de aplicações.

Finalmente, a Indra colocará a disposição de seus clientes sua expertise de consultoria em as áreas de marketing e vendas, organização, inovação, estratégia de clientes e post-merger integration. No que tange a consultoria de negócio, a atuação da companhia abarca a consultoria tecnológica e de governança TI, eficiência operacional, gestão de mudança, entre outras.

A Indra conta com mais de 20 anos de experiência no mercado de serviços financeiros. Atualmente, as 10 principais instituições espanholas e mais de 50 no âmbito mundial são clientes da companhia. A empresa é líder em BPO e é responsável pela gestão de mais de 21 milhões de cartões por ano. A Indra tem uma forte penetração no mercado latino-americano, cujos clientes representam mais de 40% do total de ativos bancários na região.

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Banco Bradesco faz parceria com a Capco para lançar nova plataforma de Banco Digital

O Banco Bradesco anuncia uma parceria com a Capco, empresa de consultoria global especializada no setor financeiro, para lançar uma nova plataforma digital chamada Next. Uma das maiores empresas brasileiras em serviços bancários e financeiros, o Bradesco oferece uma experiência personalizada e produtos bancários diferenciados para clientes da Geração Millennial Digital. O aplicativo Next está disponível para dispositivos iOS e Android e pode ser baixado pelas respectivas lojas de aplicativos.

O Banco Bradesco escolheu a Capco como seu parceiro de tecnologia para a plataforma Next devido a sua experiência global em bancos digitais e desenvolvimento de plataformas; este foi um requisito fundamental para o projeto, ao mesmo tempo que o Bradesco trabalha para rapidamente melhorar a experiência de clientes e apoiar o crescimento financeiro das gerações futuras. “A Capco e o Bradesco têm uma visão compartilhada de rapidamente fornecer capacidades digitais e personalizadas para novos segmentos de clientes”, disse Ranjit Palkar, Sócio Global da Capco para Prestação de Serviços em Tecnologia e codiretor do projeto. Lynn Hughues, Sócio Global da Capco para Prestação de Serviços em Tecnologia e também codiretor do projeto, acrescenta: “Nossa colaboração é um marco importante pois garante a junção de nossa experiência global, com o compromisso do banco de inovar no universo digital, resultando em uma prática bancária diferenciada para a geração millennial.”

O aplicativo Next é um elemento-chave da estratégia digital do Bradesco, uma vez que o Banco introduz uma experiência mais transparente e intuitiva para os clientes mais jovens e hiperconectados. Ao usar o aplicativo Next, os clientes podem abrir uma conta diretamente de seus celulares sem a necessidade de visitar uma agência. Eles também podem enviar dinheiro e dividir pagamentos com amigos, acompanhar seus gastos e administrar seu dinheiro de maneira mais eficiente, e terão mais opções na hora de buscar informações e orientação. O Bradesco pretende continuar inovando com a introdução de recursos adicionais.

“É uma grande satisfação colaborar com o Branco Bradesco para construir o futuro do setor bancário no Brasil,” disse Guido Tamburini, sócio-gerente da Capco América do Norte. “O projeto Next é uma vitrine ideal no mercado brasileiro para demonstrar nossas capacidades no momento em que estamos abrindo nosso novo escritório em São Paulo.”

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Namirial no CIAB 2017 da FEBRABAN em São Paulo

Depois da aquisição da Xyzmo, a Namirial, empresa líder mundial no mercado das assinaturas eletrônicas (e-signature), a Namirial vai participar – pela primeira vez – do CIAB 2017, o mais importante evento do mercado latino-americano para tecnologia aplicada ao mercado bancário, organizado pela FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos), que vai acontecer em São Paulo (Brasil), de 6 a 8 de junho de 2017.

A participação no CIAB, em paralelo com a abertura de sua própria subsidiária em São Paulo, confirma que o mercado latino-americano é estratégico para a Namirial.

“Junto com sua plataforma de ponta, de assinatura eletrônica com recursos biométricos”, diz Gianluca Donnini, gerente nacional América Latina, “nós vamos apresentar, pela primeira vez na América Latina, nossa nova plataforma LiveID & eSignAnyWhere, a primeira solução multicanal para customer onboarding 100% digital, criada especificamente para levar qualquer processo de venda ou CMR para os canais digitais e permitir a execução de contratos juridicamente vinculativos, por meio de um sistema de vídeo chamada e chat.

“Estamos acompanhando o mercado latino-americano desde algum tempo”, diz Luigi Enrico Tomasini, CEO do Namirial Group, “e achamos que LiveID & eSignAnyWhere pode ser uma resposta válida para as exigencias de identificação do cliente que os bancos enfrentam toda vez que estão tratando com um cliente ainda desconhecido, num canal totalmente digital”.

A Namirial estará no estande E/17, no Espaço Empreendedor, para encontrar seus clientes e parceiros, com o objetivo de abrir novos mercados ou verticais e aumentar sua presença em toda a América Latina.

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