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Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia e Emirados Árabes entre as principais economias da Evolução Digital

A Fletcher School e a Mastercard anunciam o Índice de Evolução Digital de 2017, análise pormenorizada da adoção de tecnologia e a situação da confiança digital no mundo

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A Fletcher School da Universidade Tufts, em parceria com a Mastercard, acaba de anunciar o Índice de Evolução Digital de 2017. Esta pesquisa analisa o progresso obtido pelos países no desenvolvimento de suas economias digitais e na integração de bilhões de pessoas por meio das novas tecnologias.

O estudo identificou Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estônia, Hong Kong, Japão e Israel como as elites digitais, que se caracterizam por altos níveis de desenvolvimento digital e uma rápida taxa de evolução digital. Munidos de dinamismo e inovação, esses mercados de Destaque exemplificam o ponto ideal de progresso e crescimento futuro.

Com quase 50% da população mundial online, este estudo mapeou o desenvolvimento de 60 países e evidencia seu grau de competitividade e potencial de mercado para um maior crescimento. O Índice ainda analisa quatro motivos principais e mais 170 indicadores exclusivos para traçar as trajetórias de cada um desses países:

• Oportunidade (ou acesso a infraestrutura e à Internet)
• Demanda de tecnologias digitais pelos consumidores
• Clima institucional (políticas/leis e recursos públicos)
• Inovação (investimentos em P&D e startups digitais, etc.)

Empresas, governos e a sociedade civil estão trabalhando em conjunto para levar acesso a todos, ao mesmo tempo em que protegem a infraestrutura digital. O relatório oferece um modo de avaliar o grau de “confiança” digital, bem como a situação e o ritmo de evolução digital, com exemplos de todo o mundo, dando aos países a oportunidade de aprender uns com os outros para promover seu próprio avanço.

“Adoção, qualidade da infraestrutura e das instituições digitais e a inovação moldam coletivamente a competitividade digital de um país, mas os governos também desempenham um papel fundamental no processo. O relatório também revelou que a confiança que os consumidores depositam nas tecnologias digitais está correlacionada com o nível de competitividade digital”, disse Bhaskar Chakravorti, reitor associado de negócios e finanças internacionais da Fletcher School da Universidade Tufts e diretor-executivo fundador do Instituto Fletcher para Negócios no Contexto Global.

Os resultados

• Com base na pontuação geral de evolução digital, Noruega, Suécia, Suíça, Dinamarca, Finlândia, Singapura, Coréia do Sul, Reino Unido, Hong Kong e Estados Unidos ocupam a lista das dez principais economias digitais. Porém dado o ritmo atual de inovação e mudança, ser uma economia digital avançada hoje não garante necessariamente esse status amanhã. O grau de abertura e apoio que existe para a inovação ajuda a determinar seu potencial de crescimento futuro.
• Unindo o ritmo e o grau de avanço digital, a pesquisa classifica os mercados em quatro categorias distintas:
• Destaques – Singapura, Reino Unido, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estônia, Hong Kong, Japão e Israel demonstram altos níveis de desenvolvimento digital e continuam a liderar a inovação e o crescimento.
• Estagnados – Muitos países desenvolvidos da Europa Ocidental, países nórdicos, Austrália e Coréia do Sul têm um histórico de crescimento sólido, mas a dinâmica de suas economias vem diminuindo. Sem investir em mais inovação, eles correm o risco de ficarem defasados.
• Emergentes – Embora ainda apresentem níveis absolutos de avanço digital relativamente baixos, são mais dinâmicos, devem crescer e são atraentes para os investidores. China, Quênia, Rússia, Índia, Malásia, Filipinas, Indonésia, Brasil, Colômbia, Chile e México demonstram têm esse potencial.
• Atenção – Países como África do Sul, Peru, Egito, Grécia e Paquistão enfrentam desafios significativos e sofrem tanto por conta dos baixos níveis de avanço digital quanto por ritmos mais lentos de crescimento.

“Sabemos que a tecnologia tem o potencial de melhorar economias e nossas vidas, mas crescimento só acontece se todos confiarem no desenvolvimento do ecossistema”, afirma Ajay Bhalla, presidente de risco e segurança empresarial da Mastercard. “Em nossa busca de um mundo verdadeiramente conectado, a confiança e a segurança são fundamentais para o desenvolvimento digital bem-sucedido”.

Novidade na edição deste ano: O Fator de Confiança

Até o momento não existe consenso sobre o que se entende por confiança digital e muito menos como mensurá-la, mas ela continua sendo fundamental para a economia digital global. Novidade no relatório de 2017, a pesquisa analisou 42 dos 60 países do Índice com relação a quatro parâmetros fundamentais – comportamento, atitudes, meio ambiente e experiência – para entender melhor a situação da confiança digital.

• Países como China, Suíça, Singapura e os nórdicos pontuam bem em métricas diferentes, mas por razões completamente diferentes.
• O consumidor chinês é atípico quando se trata de demonstrar paciência em situação de atrito, como velocidade lenta de acesso à internet.
• Os países da Europa Ocidental e os nórdicos lideram em experiência e ambiente de confiança digital, que refletem os sólidos investimentos em medidas de segurança, privacidade e responsabilização e na mitigação de atrito.
• Em geral, a pesquisa mostra que em países com pontuação maior para dinamismo, os consumidores são mais tolerantes a atritos em suas interações e transações digitais diárias, sugerindo que dinamismo pode ser um fator essencial para se entender o comportamento e a confiança do consumidor.

Além disso, governos e empresas são considerados os garantidores da confiança e devem promover a confiança de seus cidadãos e consumidores. Os resultados indicam que confiança é fundamental para a competitividade digital e que os países não conseguem progredir muito sem ela.

Implicações: Como os países podem se beneficiar

Mais informações e estudos de caso específicos de cada país podem ser encontrados no resumo geral que inclui:

• Uso de políticas públicas como peça fundamental para o sucesso da economia digital (em inglês): Isso tem consequências que vão desde as negociações do Brexit até a forma como a Índia impulsiona sua sociedade para um futuro com “menos dinheiro físico”, até para a competição entre os EUA e a China pelo domínio da economia mundial.
• Identificação dos fatores que impulsionam o dinamismo digital: As economias desenvolvidas e em desenvolvimento devem enfatizar diferentes formas de estimular seu crescimento: inovação e instituições, respectivamente.
• Alavancando o crescimento de um pequeno país com parcerias públicas: Pequenos países podem crescer rapidamente como early adopters criando os ecossistemas corretos.
• Reinventando os gigantes digitais: Os países mais avançados digitalmente podem usar sua escala e conexões existentes no mundo para se reinventarem.
• Promovendo a recuperação digital eliminando disparidades de acesso móvel: Os países menos avançados digitalmente devem priorizar a expansão do acesso à internet por meio de telefones celulares.
• Trabalhando para conquistar a confiança dos usuários: Conforme as nações progridem digitalmente e seu dinamismo diminui, as empresas de tecnologia e os legisladores podem precisar priorizar a criação de confiança para manter o crescimento.
O relatório completo e a metodologia podem ser acessados aqui. Para mais informações e conteúdo parra compartilhamento, acesse o nosso press kit digital.

Sobre o Índice de Evolução Digital

O Índice de Evolução Digital de 2017 segue o lançamento bem sucedido da primeira edição do Índice em 2014. A pesquisa por trás desta última edição considera inúmeros novos fatores para melhor refletir mudanças rápidas no mundo digital e criar um relatório preciso, robusto e abrangente.

A análise pormenorizada inclui um estudo sobre o ritmo da evolução digital em 60 países, com base em quatro principais fatores de oportunidade, demanda, clima institucional e inovação. Ela se baseia em mais de 8 anos de dados (2008-2015) e estabelece pontuações para evolução digital geral e dinamismo digital, bem como uma avaliação da confiança digital.

O Índice de Evolução Digital é um produto de pesquisa da Digital Planet — uma plataforma interdisciplinar de pesquisa do Instituto Fletcher para Negócios no Contexto Global da Universidade Tufts.

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Softex anuncia a abertura de escritório em Singapura

A Associação Para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex anuncia a abertura de seu escritório em Singapura, ação que integra o Projeto Setorial de Exportação de Software e Serviços de TI, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A proposta é gerar oportunidades de negócios para as empresas brasileiras no mercado asiático e também no Oriente Médio.

“Desde 2001, a Softex organiza missões comerciais e eventos institucionais na Ásia e mantém, há quatro anos, um escritório virtual em Tóquio. Mas a localização geográfica privilegiada de Singapura nos possibilitará um expressivo ganho na identificação de demandas e na exploração de oportunidades de negócios tanto no sudeste asiático como na Ásia Central, Ásia Pacífico e Oriente Médio”, destaca Hélio Ciffoni, gerente do escritório Softex Ásia. Ele lembra que o mercado da Comunidade Econômica da ASEAN – Indonésia, Singapura e Malásia – tem crescido a uma taxa média anual superior a 6%.

Ciffoni acrescenta que “há mais de um ano estamos em contato com as três principais federações de TI de Myanmar – a dos profissionais de informática, a de computação e a da indústria de software – que têm interesse em conhecer as ofertas brasileiras na área e levar a avaliação MPS.BR para aquele país”.

Conheça algumas das oportunidades já mapeadas pela Softex para as empresas de software e serviços de TI na Ásia:

• Japão – demanda por serviços para suprir a falta de mão de obra em AIX/Websphere, SAP e mainframe e por aplicativos para smartphones nas áreas de saúde, finanças, esportes e entretenimento;

• Coreia do Sul – software embarcado e soluções na área de Educação;

• Taiwan – desenvolvimento de soluções para empresas fabricantes de hardware;

• Indonésia – soluções para a área bancária, aplicativos para smartphones (Finanças, Educação, Seguros e Saúde), soluções para cooperativas de microcrédito e para atender a base instalada de telefones celulares com baixo custo (uso de SMS);

• Singapura – sistemas para o segmento de petróleo & gás, aeroportos e parceria para o desenvolvimento de soluções com startups detentoras de patentes;

• Myanmar – aplicativos para smartphones (Finanças, Educação, Seguros e Saúde), sistemas bancários, soluções para a rede de ATM, Educação a Distância, e-learning, seguros e bolsas de valores.

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Representantes de Singapura visitam o CITS em Curitiba

Veja reportagem em vídeo sobre a visita dos representantes do governo de Singapura ao Centro Internacional de Tecnologia de Software em Curitiba.

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