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Grupo New Space anuncia Arthur Dinóla como novo Diretor Executivo

O Grupo New Space, um dos líderes em serviços de tecnologia para o setor financeiro no Brasil, anuncia a contratação de Arthur Dinóla como novo Diretor Executivo da companhia. O profissional possui mais de 30 anos de experiência na área Comercial e chega ao grupo com a responsabilidade de ampliar e diversificar o portfólio, implementar novos modelos de negócios, trazer ainda mais sinergia às empresas que compõe o grupo. Dinóla tem ainda como objetivo alavancar novos negócios para o Grupo através da elaboração de estratégias comerciais para o segmento de BPO Financeiro e Inteligência Cibernética.

“Começo no Grupo New Space com uma expectativa muito positiva e muito estimulado para mais esse desafio na minha carreira. Tenho certeza de que posso contribuir muito com a minha experiência em elaboração de estratégias, formulação de parcerias e diversificação dos negócios, principalmente para companhias especializadas em BPO e Tecnologia”, afirma o novo Diretor Executivo, que já desenvolveu projetos de sucesso para empresas como Embraer, Bosch, General Motors, Ford e Banco Itaú.

Arthur Dinóla é formado em Administração de Empresas pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), com pós-graduação em Marketing pela mesma instituição de ensino e MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral. Antes de assumir como novo Diretor Executivo do Grupo New Space, Dinóla ocupou cargos de liderança em empresas como Xerox do Brasil, Iron Mountain do Brasil e Sion Tecnologia.

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5 principais tendências de recrutamento na área financeira

O movimento de geração de empregos e recrutamento de profissionais deve se manter em ritmo ponderado em 2017, comportando-se de forma muito semelhante a 2016. Algumas áreas, principalmente aquelas relacionadas à estratégia de negócios das empresas e que envolvem planejamento, custos e orçamentos, estarão em alta neste ano. A Hays Experts, divisão do grupo Hays direcionada para o recrutamento de profissionais de média e alta gerência, aponta cinco tendências para a atração de talentos na área financeira em 2017:

1. Tecnologia

A transformação digital não demonstra sinais de fraqueza e o setor financeiro está em uma encruzilhada com tecnologias cada vez mais disruptivas, como a Inteligência Artificial, a Internet das Coisas, a nuvem e blockchains.

A tecnologia avançada está mudando a forma com que os negócios são conduzidos e também como as pessoas interagem com bancos e fazem seus investimentos. Isso está oferecendo um solo fértil para fintechs, que continuam obtendo uma parte do mercado de instituições consolidadas. Mais de US$ 50 bilhões foram investidos em quase 2.500 companhias desde 2010, segundo informações da Accenture, que recentemente apresentou um relatório global de investimentos no mercado de tecnologia financeira.

Conforme a digitalização cresce, também aumentam as expectativas de supervisão das empresas e a necessidade de maior controle de riscos. A resiliência cibernética será uma prioridade para companhias de serviços financeiros e aumentará o incentivo para planejamentos mais detalhados, com ações de resposta contra falhas de tecnologia. Desta forma, mais uma vez, engenheiros de tecnologia da informação e agentes de segurança serão muito demandados pelo mercado em 2017.

2. Incerteza

Com um novo presidente assumindo o governo dos Estados Unidos, os preparativos do Brexit – que não será um processo suave – e as eleições gerais que acontecem na Europa, a geopolítica pode causar impacto significativo no setor financeiro. Além disso, no que se refere à política monetária, a facilitação gradual da flexibilização quantitativa em muitas economias nos próximos anos, liderada pelas Reservas Federais nos Estados Unidos, fará pouco para melhorar a visibilidade. De modo global, a volatilidade, em 2017, torna-se o “novo normal”.

3. Agilidade

As empresas procuram por “Gerentes da Mudança”, candidatos que são adaptáveis, versáteis e podem trabalhar com mudanças de tecnologia, processos e cultura, com um foco em ofertas digitais e também em gestão em mudanças regulatórias. Soft-skills estão com mais demanda do que nunca. Ainda assim, uma pesquisa recente do LinkedIn com 291 gerentes de recrutamento dos EUA mostrou que 59% deles acredita que profissionais com soft-skills são difíceis de achar. As cinco principais soft-skills de acordo com os entrevistados são: comunicação (57,9%), organização (56,5%), trabalho em equipe (56,4%), pontualidade (55,9%) e pensamento crítico (55,8%).

4. Regulação

A mudança regulatória está, mais uma vez, no alto da agenda. “As empresas ainda são desafiadas pela contínua incerteza sobre a forma final da regulação pós-crise financeira”, observa a Deloitte, em um relatório recente sobre a regulamentação do setor em 2017. Embora os reguladores estejam interessados em preservar as reformas conquistadas nos últimos anos, a incerteza política nos mercados desenvolvidos aumentou a volatilidade e, portanto, a imprevisibilidade do ambiente macro político. A pressão dos reguladores levará a novas funções em operações de risco bancário. Para os empregadores, a implementação de controles regulatórios terá um impacto direto em muitas áreas, tais como Operações, Risco, Fiscal, Jurídico, Tesouro, todos os trabalhos de Front Office, Compliance e Finanças. Além disso, eles deverão considerar experiências internacionais como um benefício real, particularmente se um candidato tiver trabalhado em partes do mundo como o Reino Unido, Europa ou Ásia, onde as regulamentações já foram implementadas.

5. Escassez de competências

O problema será mais acentuado em algumas partes do mundo do que outros. Na Austrália, há relatos de que a escassez de consultores financeiros, profissionalmente qualificados, será um problema persistente, que será enfrentado pelo setor de consultoria nos próximos dois anos devido à legislação proposta para aumentar os requisitos educacionais e padrões profissionais. Isso continuará a ser agravado pelo número de projetos de aconselhamento financeiro de remediação, que exigem candidatos experientes. Além disso, em todo o mundo a digitalização em curso significa que as principais funções de T.I., como programadores, desenvolvedores, e profissionais de informação e segurança serão muito procurados, assim como especialistas em IOT e Big Data, como analistas de dados e cientistas.

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