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NelsonHall nomeia Capgemini líder em Serviços Digitais para Bancos

A Capgemini foi nomeada líder em Serviços Digitais para Bancos, dentro do segmento financeiro, pela consultoria NelsonHall. O reconhecimento foi anunciado com a publicação do estudo NelsonHall’s Evaluation & Assessment Tool (NEAT) Report (em livre tradução: “Relatório da Ferramenta de Análise e Avaliação da NelsonHall”), no qual a Capgemini se destacou pela ampla capacidade de atender aos futuros requisitos dos clientes, além de entregar benefícios imediatos às organizações de serviços bancários digitais.

“Este reconhecimento é a realização de nossa visão sobre como entregar de uma melhor forma resultados significativos para os clientes, permitindo-lhes atingir suas aspirações digitais”, afirmou Anirban Bose, membro do Conselho Executivo do Grupo e Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini. “Não basta fornecer uma performance superior em tecnologia da informação, a chave é fazer com que o sistema e a estratégia de TI ofereçam benefícios capazes de atender às necessidades dos nossos clientes, agora e no futuro, à medida que as organizações se transformam digitalmente”.

A experiência da Capgemini em implementação e execução de tecnologias digitais em diversas localidades em todo o mundo, juntamente com as parcerias firmadas com os principais fornecedores de produtos digitais para bancos, levaram a companhia a ocupar uma posição de destaque no quadrante dos líderes. Além disso, sua extensa base de clientes na Ásia, onde muitas tecnologias digitais inovadoras vêm sendo adotadas, cria uma base fértil para o desenvolvimento da expertise em tecnologias emergentes.

“O posicionamento da Capgemini como líder em Serviços Digitais para Bancos é impulsionado por sua experiência em implementação e operação de tecnologias digitais, de forma bem-sucedida, em múltiplos mercados”, apontou Andy Efstathiou, diretor de operações bancárias e pesquisa de transformação da NelsonHall. “A Capgemini se concentra em customizações individualizadas para cada cliente, realizadas por uma pequena equipe, que se utiliza de um vasto conjunto de habilidades e conhecimentos”.

A ferramenta NEAT, da NelsonHall, é baseada em uma metodologia que ajuda gestores a avaliarem fornecedores de serviços como parte da iniciativa NelsonHall’s Speed to Source. A ferramenta NEAT avalia os provedores de serviços em relação à sua capacidade de oferecer benefícios imediatos às organizações compradoras, assim como sua competência em atender aos requisitos futuros do cliente. Trazendo uma avaliação pragmática da capacidade dos provedores de serviços em guiar empresas por uma jornada de inovação ao longo de toda a vigência de seus contratos.

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Saúde: cinco vantagens em adotar serviços digitais

Já pensou em marcar uma consulta médica escolhendo a localização, valores e o especialista em apenas alguns cliques? A ideia pode parecer muito diferente, mas com a vinda da tecnologia se tornou uma ótima opção para aqueles que buscam um serviço médico, mas têm dificuldades em arcar com os custos de um plano de saúde privado e dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto está se tornando cada vez mais popular, pois a geração atual utiliza da tecnologia para otimizar o tempo e adquirir serviços cada vez mais personalizados.

Para Vitor Moura, CEO da startup Vida Class, plataforma digital que une paciente e médico por geolocalização, também ajuda a diminuir as filas do SUS, onde a população chega a esperar até seis meses para agendar uma consulta ou exame. “Você passa de meses a anos para ser atendido e enquanto isso acontece, as doenças estão se agravando e esses brasileiros são esquecidos e morrem nas filas. Portanto, dar acesso rápido a um exame e uma consulta acelera diagnóstico”, alerta o CEO, dando ênfase ao impacto social que a Vida Class gera.

Confira abaixo cinco vantagens listadas pela Vida Class de marcar uma consulta por uma plataforma online:

Autonomia

Por oferecer serviços médicos a preços acessíveis para o paciente, a Vida Class torna a saúde democrática, popular, no qual o indivíduo é cada vez mais empoderado e decisor de suas próprias escolhas. Acontece uma relação win-win em que paciente e médicos são beneficiados pela velocidade no serviço, agendamentos em tempo real, diminuição da usual burocracia brasileira, antecipação de diagnóstico e facilidade no pagamento/recebimento.

Capacidade de refinar a pesquisa

É possível escolher filtros que incluem raio de distância, consulta/ exame, cidade/estado, além disso, a plataforma disponibiliza todos os tipos de consultas exceto cirurgias de alta complexidade. A Vida Class oferece procedimentos ambulatoriais, consultas, tratamentos odontológicos, fisioterapia, psicologia, nutrição, fonoaudiólogos, dermatologia estética e outros serviços relacionados à saúde e com baixa ou nenhuma complexidade. O usuário também pode usufruir de vacinas e exames ambulatoriais de análises clínicas e imagens como ultrassonografia, mamografia, tomografia, ressonância magnética, entre outros.

Facilidades ao médico

A plataforma também é interessante para o médico, porque ele recebe o valor completo da consulta. O aplicativo se baseia em um serviço democrático para todas as partes. A Vida Cass não define o valor que os médicos vão cobrar, parte deles definir quanto será o preço da consulta, mas recomenda que o custo disponível na plataforma seja o mais atrativo possível.

Facilidades ao consumidor

Além de oferecer serviços à mão, a plataforma disponibiliza que os usuários parcelem a consulta em até 12 vezes. A Vida Class apresenta opções de pagamento mais flexíveis, porque assim o usuário que não tem como pagar toda consulta, mas precisa dela urgentemente, pode realiza-la sem se preocupar com o bolso.

Descontos em medicamentos

Outra vantagem que a plataforma leva ao consumidor são os descontos em diversos medicamentos. Além do usuário encontrar um serviço médico de acordo com suas necessidades, ele tem a opção de assinar a Vida Class Farma, que possibilita acesso a descontos em mais de 22 mil farmácias em todo o país, com abatimentos de até 60% em 95% dos medicamentos comercializados no Brasil.

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Concentrix conquista certificação mundial de excelência em serviços

A Concentrix Brasil, empresa multinacional do setor de contact center especializada em soluções de outsourcing, recebeu o certificado COPC®, mais importante e rigoroso sistema de métricas que avalia o modelo de gestão de performance de provedores de serviços de call e contact centers no mundo. Há apenas três anos operando no mercado brasileiro, a empresa realiza um feito inédito ao conquistar a certificação pelo segundo ano consecutivo com um clean audit, ou seja, sem nenhuma ressalva de melhoria ou não conformidade encontrados na auditoria.

A certificação COPC® é obtida após ser conduzida uma auditoria em todos os processos operacionais e verificar que a empresa alcança os patamares de performance, comparáveis aos melhores do mundo, em qualidade, eficiência, serviço, satisfação dos clientes, custo e receita.

“Conquistar esse importante reconhecimento pelo segundo ano consecutivo é um marco para a empresa no Brasil, que mantém um importante diferencial de mercado. Isso comprova a capacidade do nosso time e da qualidade dos nossos serviços”, afirma Daniel Moretto, country manager da Concentrix no Brasil.

Segundo o responsável por avaliar os processos operacionais da Concentrix, a auditoria da empresa foi a melhor do Brasil e da América Latina. “Apenas algumas empresas no País contam com a certificação COPC® e conquistá-la requer muito esforço da equipe e um desenvolvimento de alta performance, que é recompensado por podermos assegurar aos clientes um patamar de excelência referência mundial na prestação dos serviços”, comenta Tatiana Herculano, gerente de operações da Concentrix, que participou ativamente do processo para conquista deste reconhecimento.

No mundo, a Concentrix possui 11 centros certificados pela norma, que oferecem aos clientes uma qualidade de serviço superior, combinada à eficiência operacional e otimização de custos, em sites no Brasil, Portugal, China, Filipinas, Japão, Austrália e Nova Zelândia.

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Atos lança aplicativo para o varejo do futuro

A Atos, líder internacional em serviços digitais, acaba de lançar um aplicativo voltado para a transformação digital do varejo. O aplicativo, chamado Atos Connected Shopping, foi desenvolvido na Fábrica de Software da Atos, em Londrina (PR), e promete mudar a experiência de compra em estabelecimentos como supermercados, atacadistas, lojas de materiais de construção e móveis, entre outros.

Com o Atos Connected Shopping, não será mais preciso, por exemplo, se locomover dentro de um supermercado carregando todos os produtos dentro do carrinho. Basta baixar o app, escanear o código de barras ou QR code do produto com o smartphone, selecionar quantas unidades pretende comprar e realizar o pagamento no caixa. A ideia é garantir mais praticidade, agilidade e conforto ao consumidor.

Após a compra, o cliente poderá retirar os produtos diretamente na saída da loja, recebê-los onde estacionou seu veículo ou até mesmo por delivery, de acordo com a política de cada estabelecimento. O aplicativo vai facilitar também a comercialização dos chamados produtos de alto risco – bebidas alcoólicas, cigarros, perfumes etc. – que ficam armazenados fora das prateleiras dos supermercados e são retirados após a compra.

Integração

O aplicativo pode ser totalmente integrado com os softwares já existentes no varejo, diminuindo o custo de implementação pelas empresas. Ele pode ser utilizado com ou sem conexão de internet. Porém, a presença de Wi-Fi na loja melhora a experiência do usuário, já que é possível ter acesso a informações do produto (foto, descrição, preço), além de ter acesso a produtos semelhantes ou relacionados, o chamado cross-selling.

“A ferramenta foi criada utilizando os dispositivos mais modernos para aprimorar a experiência do consumidor”, diz Alexandre Morais, head de Transformação Digital da Atos América do Sul. “O Atos Connected Shopping é uma ferramenta que além de fidelizar os clientes, é capaz de aumentar o ticket médio das lojas”, adiciona.

O executivo exemplifica que um carrinho de compras mais vazio abre espaço para outros produtos. O cliente, por sua vez, sente-se mais confortável com um carrinho mais leve e tem menos pressa de ir embora da loja.

Prateleiras inteligentes

Além do aplicativo, a Atos possui know how global para oferecer tecnologias de identificação de consumidores na loja, como um mapa de calor, que auxilia as empresas a gerenciar ou remanejar produtos para locais onde há maior circulação ou visualização por parte dos clientes, garantindo melhores ofertas e aumento exponencial de vendas, seguindo seu perfil de consumo.

“Para a Atos, os processos de transformação digital devem abranger não apenas tecnologia, mas também processos, gestão de mudança, integração e principalmente a experiência do cliente”, afirma Alexandre Morais.

“É importante que todas as soluções entreguem valor agregado para o cliente. A Transformação Digital não está na adoção da tecnologia por si só, mas na mudança introduzida no processo de negócio, que cria uma nova alternativa para o consumidor se relacionar com a empresa. Este é o segredo do sucesso”, acrescenta Sergio Saad, gerente de consultoria em Transformação Digital e Negócios da Atos.

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Infracommerce é eleita a melhor empresa de serviços digitais do Brasil pela ABCOMM

A edição de 2017 do prêmio ABComm de Inovação Digital realizada na última terça-feira, dia 04 de abril, é um dos eventos mais importantes do segmento de e-commerce. A ABComm premiou a empresa Infracommerce como “Melhor Empresa em Serviços Digitais” e também o seu CEO, Kai Schoppen, como “Profissional do Ano de E-commerce”.

As conquistas reforçam a posição da empresa como principal fornecedora de soluções de full commerce para gestão de e-commerce na América Latina, assim como a expertise dos profissionais da companhia. Na edição anterior do E-Commerce Brasil, outro grande evento do segmento, o diretor de logística da Infracommerce, Luiz Vergueiro, levou o prêmio de “Melhor Profissional de Logística do Brasil”.

Ainda em seu quadro de profissionais, a empresa conta com grandes nomes do e-commerce, como o recém-chegado André Canuto, Ex-COO do Grupo Máquina de Vendas, Ednei Souza, Ex-Controller do Grupo Buscapé Company LATAM, Gabriel Kairalla, Ex-Ambev e Co-founder do Emporio.com, e Luiz Pavão, que atuou em cargos de liderança em grandes varejistas online e tem mais de 100 lojas implementadas em sua carreira.

A empresa possui vasta experiência na área de comércio eletrônico no mercado brasileiro, prestando serviços direcionados ao e-commerce nas áreas de tecnologia, marketing digital, conteúdo, pagamento, logística, SAC, entre outros, para grandes marcas como Alpargatas, Ambev, Danone, JBL, J&J, Luxottica, Nestlé, Ray-Ban, Oakley, Unilever, entre outros.

Recentemente, a Infracommerce expandiu suas operações para o México, segundo país em vendas da América Latina no segmento de e-commerce. No primeiro semestre deste ano, a empresa irá inaugurar sua operação em território argentino e no segundo semestre na Colômbia.

Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, leva prêmio de “Profissional de e-commerce do Ano”

Profissional com vasta experiência na área de comércio eletrônico, Kai Schoppen atuou como COO do grande e-commerce de moda Brands4friends, na Alemanha, sua terra natal, onde também realizou consultorias pelo Boston Consulting Group.

Já no Brasil, foi co-fundador e board member do gaveteiro.com.br e Liquitudo, e ficou à frente da operação na América Latina do BrandsClub, até fundar a Infracommerce, em 2012. As experiências acumuladas pelo executivo no período em que atuou na empresa foram essenciais para entender as especificidades e deficiências da cadeia do e-commerce brasileiro e, assim, construir soluções para melhor gestão desses canais.

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Pagar.me é eleito Destaque em Serviços Digitais pela ABComm

A cerimônia de entrega do 3o Prêmio de Inovação Digital, promovido pela ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, aconteceu nesta terça-feira (04) em São Paulo, durante evento do setor. Foram premiadas empresas ligadas ao comércio eletrônico, em 10 categorias.

Em “Destaque de Serviços Digitais” o Pagar.me, provedor de serviços de pagamentos brasileiro, ficou com o primeiro lugar. Foi a primeira vez que um meio de pagamento recebeu o prêmio. Outras 12 empresas do setor concorreram na mesma categoria – o segundo lugar foi para a Infracommerce, seguida da FCamara Consulting. Ao todo, 47 empresas disputaram na categoria.

Leonardo Frisso, CEO do Pagar.me, destaca a importância deste reconhecimento. “O mercado de meios de pagamentos ainda é muito carente em produtos de tecnologia, que é o nosso diferencial e motivo de crescimento acelerado. Esperamos continuar satisfazendo nossos clientes cada vez mais com novas soluções.”

Ele acrescenta: “Estamos muito felizes com este primeiro lugar em Destaque de Serviços Digitais. O prêmio servirá como inspiração para continuarmos inovando cada vez mais em 2017.”
Esta foi a primeira participação do Pagar.me no Prêmio, que este ano recebeu mais de 30 mil votos de internautas.

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Sua empresa está preparada para o modelo multisourcing? – Por Ivan Preti

Um dos principais desafios de uma grande empresa está na relação com seus fornecedores, já que normalmente leva-se anos para construir uma rede de parceiros confiáveis. E mesmo após alcançar esse feito, não há garantia de que os produtos e serviços contratados serão sempre os melhores, nem que o custo será o mais adequado às necessidades da companhia, por melhor que seja o trabalho do departamento de compras.

Para enfrentar esse problema, as organizações costumam ter um conjunto abrangente de ferramentas de governança e suporte. No modelo tradicional, essa administração fica dentro da empresa, focada na figura do gestor de contratos –um funcionário dedicado exclusivamente a monitorar as entregas e avaliar o desempenho dos fornecedores. Mas num ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e competitivo, nem sempre a gestão tradicional é capaz de lidar de forma eficiente quando atuamos num cenário de múltiplos contratos, que muitas vezes são interdependentes e têm características, prazos e valores distintos ou conflitantes.

No setor de TI, esse desafio é ainda mais evidente. Em um mesmo projeto, é comum haver contratos com empresas concorrentes para o fornecimento de serviços de nuvem, servidores, end-user computing e aplicações, por exemplo. Como administrar essas relações de forma a manter a qualidade da prestação de serviços, evitando o jogo de “empurra-empurra” quando surge um problema?

Uma alternativa que vem se mostrando cada vez mais eficiente é centralizar a gestão dos fornecedores em uma única organização, que passa a ser responsável por monitorar e garantir o nível das entregas fim a fim, suportando serviços de mesa, integrando todas as torres de entrega e ofertando a capacidade de ter ferramentas de gerenciamento de serviços e boas práticas para obter o máximo de valor.

O sucesso na integração de operações, por meio do chamado SIAM (Service Integration and Management), baseia-se em processos, pessoas, organizações e ferramentas. Para ganhar relevância, as ofertas precisam melhorar a experiência do cliente. O objetivo principal deste modelo é de que todos passem a operar utilizando os mesmos processos de forma efetiva, com o máximo de aproveitamento e independentemente de qual fornecedor a empresa possui.

O modelo garante, ainda, que a empresa possua sempre os melhores fornecedores do mercado, porque realiza constantemente uma avaliação e análise de resultados entre as companhias e estabelece um processo claro de Onboarding e Offboarding que facilita a substituição caso seja necessário. Inclusive, uma recente aquisição global da Atos, da Engaged ESM, contribui para o processo, já que incorpora à Atos ainda mais competência em gerenciamento de serviços de TI, fundamental para a entrega de serviços gerenciados abordando temas como gestão de ambiente multi-provedores além de análises, automação e otimização de processos.

Abaixo estão oito passos para integrar os sistemas de TI de forma eficiente dentro de uma companhia:

1. Defina estratégias e identifique objetivos futuros para alcançar fatores críticos de sucesso

2. Decida de que forma quer gerenciar seus serviços: um contrato único de fornecimento (full/sole-outsourcing) ou um contrato multi-provedor alinhado à entrega de cada pilar da companhia?

3. Verifique qual é a demanda específica e a necessidade de TI em cada unidade do negócio

4. Promova um clima de boas relações e colaborações, aplicando práticas de gerenciamento de relacionamento, informação e comunicação entre a companhia e os fornecedores

5. Tenha um forte projeto de governança, com propósitos, funções e responsabilidades claras em relação aos negócios, além de demandas regulatórias previamente mapeadas

6. Cultive uma cultura de melhoria contínua, como, por exemplo, definindo um processo de gerenciamento de serviços homogêneo entre os fornecedores

7. Introduza ferramentas apropriadas para proteger os investimentos feitos pela companhia e alavanca-los como parte dos serviços oferecidos.

8. Garanta que os fornecedores tenham métricas contratuais e também acordos de nível de serviço (SLA), que auxilie no resultado direto do ecossistema multi-plataforma do fornecedor

O maior exemplo de sucesso e experiência em um projeto de integração de sistemas é o que a Atos vem fazendo com os Jogos Olímpicos desde 1992. O contrato de fornecimento desse serviço com o COI (Comitê Olímpico Internacional) vai até 2024. Com esse modelo, a empresa consegue realizar uma entrega efetiva, junto com os melhores parceiros e fornecedores de tecnologia, em qualquer lugar do mundo onde os Jogos ocorram.

Por realizar essa entrega durante tanto tempo, a companhia é capaz de prever eventuais problemas e elaborar um calendário efetivo de ações quatro anos antes de cada edição dos Jogos, com equipe totalmente dedicada e especializada para o serviço. Na prática, isso garante que as Olimpíadas ocorram sem nenhum incidente de TI, com máximo aproveitamento da tecnologia e compartilhamento de informações em tempo real.

Ivan Preti é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Itajubá, pós-graduado em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação pela FGV São Paulo e com MBA Executivo em Gestão de Negócios e Estratégia pela HEC Paris. Atua há mais de 10 anos na área de Serviços de Tecnologia da Informação, sendo os últimos quatro na empresa Atos Brasil. Atuou como IT Business Partner na empresa Siemens Brasil, sendo responsável pelo rollout local de diversos projetos globais e aquisições realizadas pela empresa no país. Dentro do grupo atuou como Consultor de Estratégia de TI e Transformação Digital por três anos, liderando projetos e equipes no Brasil, atuando com clientes em praticamente todos os segmentos de mercado, com maior foco em Manufatura e Telecom. Hoje atua na área de Strategic Sales da Atos sendo responsável pelas operações de vendas e gerenciamento de novas oportunidades em todo o portfólio de serviços da empresa.

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Avanade e Junior Achievement se unem para promover o ensino de STEM para mais de 500 meninas em todo o mundo

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Avanade e Junior Achievement estão lançando um novo programa global destinado ao empoderamento, à capacitação e à educação de mais de 500 meninas. O programa foi elaborado para oferecer habilidades e oportunidades que irão apoiar estudantes nos estudos e carreiras nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, do inglês Science, Technology, Engineering e Math).

Apesar da crescente demanda por profissionais nas áreas de STEM (que deve crescer 8% entre 2013 e 2025), as mulheres ainda estão pouco representadas nestes campos (somente 28% dos pesquisadores do mundo são do sexo feminino).

O programa oferecido pela Junior Achievement (JA) e pela Avanade terá duração de quatro anos acadêmicos (2016-2019) em cinco países selecionados – Brasil, China, Noruega, Espanha e Suécia – e tem potencial de expansão no futuro. A Avanade, a maior provedora de serviços inovadores de digital e nuvem, está comprometida em minimizar as desigualdades de gênero, tecnologia e renda para mulheres. Por isso, se tornou a parceira ideal para a JA. Por meio da participação em programas da JA, como acompanhar o dia-a-dia de um profissional em seu trabalho (Empresário Sombra Por Um Dia) e Innovation Camp, onde as alunas vivenciam um dia inteiro de experiências intensivas, com geração de ideias e colaboração com o apoio de funcionários da Avanade, estudantes do sexo feminino terão uma melhor compreensão das ofertas de emprego disponíveis para elas no setor de TI, que são muitas e variadas.

“Há evidências de falta de habilidades nestas disciplinas, apesar das altas taxas de desemprego em muitos países no mundo todo. A proporção de estudantes que escolhem STEM não está crescendo, enquanto a sub-representação feminina nas áreas persiste. Nosso trabalho com voluntários da Avanade está ajudando a combater esses problemas: informando jovens mulheres sobre as habilidades de que precisarão no futuro, fornecendo exemplos e proporcionando maior confiança na capacidade delas”, conta Caroline Jenner, CEO da JA Europe e Diretora Global de Desenvolvimento Regional da JA Worldwide.

Os funcionários da Avanade têm a oportunidade de atuar como voluntários, mentores, conselheiros ou palestrantes em sala de aula para as estudantes. Como modelos importantes, os voluntários da empresa são uma fonte de conselhos práticos e experiência, bem como de incentivo e motivação durante o programa.

Além disso, a Avanade colabora com a Aspire Foundation oferecendo tutoria para mulheres que trabalham em instituições de caridade e empresas sociais. Agora, os funcionários de escritórios locais da JA serão convidados a participar da comunidade da Aspire Foundation. Assim, poderão ser beneficiados por importantes oportunidades de tutoria que, por sua vez, vão ajudá-los a ser mais eficientes e a causar um impacto melhor em mulheres jovens.

“Fico feliz que a Avanade possa apoiar essa importante iniciativa. Como CEO e pai de duas filhas, tenho um interesse pessoal em ver mais mulheres nos campos STEM, a curto e longo prazo. A diversidade impulsiona a criatividade, a inovação e uma abordagem mais humana, que está no centro da inovação e da mudança digital. A Junior Achievement (JA) está se esforçando para atrair mais meninas para o estudo e carreiras nestas áreas e nós somos parte disso”, acrescentou Adam Warby, CEO da Avanade.

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Tecnologia da Atos permite carros conectados 24 horas por dia

A Atos, líder internacional em serviços digitais, em parceria com pesquisadores da Universidade de Paris Marie Curie, apresenta uma tecnologia que pode revolucionar o mercado dos veículos conectados. O projeto, chamado “Car-Fi”, consiste em manter carros, ônibus e caminhões em movimento online o tempo todo, sem interrupções de sinal, nem a necessidade de uso de redes 3G ou 4G.

A tecnologia já está sendo testada nas ruas do Reino Unido e se baseia nos pontos de acesso Wi-Fi já existentes. A ideia é de que o veículo utilize duas redes Wi-Fi: uma conectada e outra pesquisando o próximo ponto de acesso livre antes de mudar de conexão. Esse serviço descarta a necessidade de usar redes 3G ou 4G.

A expectativa é que a novidade tenha os usos mais diversos, incluindo o suporte à atuação de policiais e militares, entretenimento para os passageiros no banco traseiro dos carros e até mesmo aos futuros carros autônomos.

Sucesso nos testes

Os testes estão em fase avançada e demonstrações reais do serviço já foram conduzidas. Clientes da Atos foram guiados pela cidade de Londres em um carro 100% conectado.

A equipe que conduziu os testes foi capaz de fornecer transmissão, sem falhas, nos aplicativos YouTube e Periscope e em outros serviços de Internet aos quais dificilmente seria possível se conectar dessa forma com o veículo em movimento.

“Os desafios atuais para a conectividade de veículos são o custo e a espera da conexão, tempo no qual você já saiu do lugar. Uma conexão Wi-Fi usual leva aproximadamente 14 segundos para se concretizar. Já o Car-Fi reduz esse prazo para cerca de 1 segundo”, explica Gerry Sheridan, vice-presidente de Managed Services da Atos no Reino Unido e na Irlanda.

O serviço é configurável para favorecer conexões de baixo custo ou de alta qualidade, conforme a preferência.

*A pesquisa com a Universidade de Paris Marie Curie é feita em conjunto com a Atos e a Renault.

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Atos cria laboratório digital para varejistas

A Atos, líder internacional em serviços digitais, abriu seu Laboratório de Transformação do Varejo, um ambiente digital de compras em que o varejista pode aprimorar a experiência de seus clientes e personalizar o modelo conforme suas possibilidades e necessidades. Esse conceito revolucionário leva a uma melhor experiência do cliente e oferece aos varejistas ferramentas para usar digitalização em todos os canais. O Laboratório pode ser personalizado e a previsão de funcionamento é nos próximos dois meses.

A Atos oferece uma ampla gama de soluções, como compras via listas dinâmicas, pesquisa e aquisição remota de produtos alimentícios ou pagamento por tecnologia de reconhecimento facial. Na demonstração, essas soluções se tornam acessíveis e visíveis por meio de apps e aplicativos comerciais para dispositivos móveis que estão integrados entre si. O varejista escolhe as funcionalidades que mais se adequam ao seu perfil. O Laboratório é uma área de testes em que as possibilidades de digitalização para os varejistas se tornam tangíveis e onde a combinação de compras online e offline se torna realidade.

Transformação digital

“O mercado varejista é muito dinâmico e os avanços tecnológicos são acelerados. Os profissionais que atuam no setor precisam reagir às tendências das compras se quiserem conquistar o direito de existir no futuro. Isso resulta em mais canais híbridos que se entrelaçam. Podemos observar esses canais por meio de sua mútua integração. Isso possibilita ajudar o cliente durante a compra, influenciando de modo completo e positivo a experiência”, afirma Danny Groenenboom, líder de Transformação Digital do Varejo da Atos.

“A digitalização tem um papel importante nesse suporte aos varejistas. No Laboratório de Transformação do Varejo visualizamos o grande potencial que esse conceito de loja oferece aos varejistas. Cada momento de interação com os clientes é personalizado. Usamos o ambiente físico como ponto de partida e adicionamos todos os canais de vendas possíveis. Os varejistas acreditam que isso pode levar a vendas adicionais”, diz Tim Smeets, consultor comercial executivo de Transformação Digital da Atos.

A jornada do consumidor

O Laboratório de Transformação do Varejo possui um personagem virtual que possibilita ao consumidor compilar uma lista de compras, por exemplo, na mesa de sua cozinha usando um smartphone que digitaliza e reconhece os produtos.

Usando realidade aumentada, é possível obter ofertas personalizadas com base no perfil do cliente e em seus hábitos de compras. O consumidor também pode usar vários aplicativos inteligentes na loja física. Um exemplo são as listas dinâmicas de compras que mudam conforme sua localização, de modo que você possa selecionar mais rapidamente os itens em sua lista. Além disso, o comprador pode ser alertado sobre promoções por meio das etiquetas eletrônicas nas prateleiras.

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84% dos consumidores A e B já usam aplicativos para fazer transações financeiras, aponta pesquisa do Collinson Group

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Estudo do Collinson Group baseado em entrevistas com 6.125 consumidores que possuem entre 10 a 15% dos salários mais altos da Austrália, Brasil, China, França, Hong Kong, Índia, Singapura, Reino Unido, EUA e dos Emirados Árabes Unidos, constatou que 84% dos consumidores da elite econômica brasileira (classes A e B) já utilizam aplicativos para serviços bancários e financeiros – em 2014 eram 78%. O estudo também revelou que a maioria dos clientes (56%) prefere fazer suas operações bancárias on-line ou via aplicativo móvel, enquanto 44% prefere usar o telefone ou ir a agência bancária.

Outras informações importantes da pesquisa incluem:

– 79% fazem pagamentos digitais sempre que possível

– 74% dizem que o mobile banking é extremamente importante

– 74% citam uma boa experiência digital como fator importante na fidelidade à marca

– 63% usam carteiras digitais (incluindo Apple Pay, Google Wallet ou PayPal), um risco para as marcas de serviços financeiros

– 79% dizem que se sentem leais ao seu banco

– 73% afirmam esperar recompensas e reconhecimento por esta fidelidade,

– 43% não acreditam que os bancos ofereçam recompensas ou reconhecimento por sua fidelidade

No entanto, o estudo mostra que as instituições que estão investindo em programas de fidelidade abrangentes, que incluem não apenas benefícios ligados aos cartões de crédito, mas também referentes `as contas correntes, aos seguros e investimentos oferecidos etc, estão colhendo benefícios, incentivando 81% dos seus participantes a gastar mais, enquanto os programas exclusivos de cartão de crédito influenciam positivamente 74%.

“Nos mercados ocidentais desenvolvidos, após o sucesso inicial dos programas de fidelidade, temos visto instituições financeiras lutarem para atender as expectativas de seus clientes com serviços digitais. Mercados emergentes, como o Brasil, parecem estar começando a seguir essa tendência. À medida que o mercado cresce e mais marcas começam a competir por atenção, comportamentos de fidelização tendem a espelhar os dos mercados ocidentais e as instituições financeiras brasileiras terão de trabalhar ainda mais para solidificar suas relações com os consumidores”, afirma Danilo Vasconcelos, diretor geral do Collinson Group no Brasil.

Segundo ele, “apesar de muitas instituições de serviços financeiros brasileiros estarem modernizando seus serviços digitais, suas ofertas de fidelização não estão mantendo o ritmo dessas atualizações e, caso isto não seja corrigido, essa tendência conduzirá inevitavelmente à insatisfação do cliente e consequentemente ao fracasso do programa de fidelidade. Se você olhar para alguns exemplos dos mercados ocidentais mais desenvolvidos, algumas instituições financeiras já estão reconhecendo isso e as empresas brasileiras fariam bem em seguir esta tendência. Por exemplo, no Grupo Collinson nós trabalhamos com o Commonwealth Bank, segundo maior banco da Austrália, ajudando-os a modernizar com sucesso seus programas de fidelização e serviços digitais, permitindo aos participantes resgatar seus pontos em tempo real no ponto de venda físico de parceiros selecionados. Os participantes de programas de fidelidade não só de cartão de crédito, mas de qualquer segmento, têm a opção de pagar por produtos em lojas de varejo diretamente com pontos. Neste momento, soluções similares apenas se iniciam no Brasil”.

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Segurança é a preocupação mais importante para os bancos em serviços digitais, aponta estudo global da GFT

Dados da pesquisa realizada pela GFT Technologies SE em sete países (Brasil, Alemanha, Reino Unido, México, Itália, Suíça e Espanha) sobre o estágio atual do digital banking em bancos de varejo mostram que a maioria das instituições estão avançadas em relação ao desenvolvimento de uma estratégia de digital banking. Ao menos 34% dos participantes do estudo já possuem uma estratégia de transformação digital em vigor. Cerca de 60% consideram que sua estratégia está em andamento e apenas 6% dos entrevistados ainda não começaram a planejar esta nova etapa. Nada menos do que 13% dos participantes já concluíram a implementação de sua estratégia. Comparando estes resultados com o estudo do ano anterior, o número de bancos com estratégias definidas e implementadas subiu de 7% para 9%.

Nesta nova edição, o número de participantes mais do que dobrou em relação ao ano passado, contando com a participação de 260 especialistas no setor financeiro. Mais da metade desses profissionais são de média ou alta gerência. Sobre os resultados, Marika Lulay, COO da GFT Technologies SE afirma que “quase 95% dos bancos que participaram da pesquisa já começaram a desenvolver sua estratégia de digital banking ou já concluíram este processo. São poucos os bancos que ainda não começaram a planejar sua transformação digital”.

A Suíça e a Espanha estão liderando a corrida rumo à transformação digital, 58% dos bancos suíços já definiram e desenvolveram sua estratégia, enquanto a Espanha lidera no quesito implementação, com 36% dos bancos espanhóis já tendo implementado seu plano. Um aspecto que se aplica a todos é que os grandes bancos estão mais propensos a ter uma estratégia digital posta em prática do que as instituições financeiras de pequeno ou médio porte.

Gerenciamento de dados de clientes: extremamente importante, apesar das baixas capacidades

De maneira geral, a gestão inteligente de dados ainda não atingiu um estágio avançado. Tal como no passado, a principal ênfase ainda recai sobre os dados convencionais do cliente. Os entrevistados classificaram a análise de dados existentes e previamente estruturados como muito mais importante do que acessar novos dados de clientes ou processar dados não estruturados. Dois aspectos classificados como muito importantes foram ‘gestão de dados estruturados’ (72%) e ‘acesso a dados internos dos clientes’ (70%). Para ambos os pontos, os participantes avaliam sua capacidade em apenas 56%. A conclusão é que a capacidade de gerenciar dados é inferior à importância atribuída a essa tarefa, por isso ainda há muito espaço para melhorias.

“A automação de processos e integração de dados precisam se tornar ferramentas padrão em bancos o mais rápido possível. No entanto, a maioria dos bancos têm problemas em relação à gestão, estruturação ou ao uso de dados. Especialmente para os bancos da Espanha e Alemanha, a automação de processos é vista como um grande desafio, o que já não se aplica aos bancos italianos”, afirma Marika.

As agências bancárias do futuro: combinando serviços personalizados com ofertas digitais

O que o futuro reserva para as agências? Agências bancárias continuarão a existir, mas haverá mudanças significativas com os processos se tornando cada vez mais digitais. No futuro próximo o cliente irá realizar suas operações bancárias on-line ou através de seu smartphone. Apenas 19% dos participantes veem futuro nas agências de serviço completo (digitalização moderada e uma oferta de serviços pessoais completa). Os entrevistados colocam agências mistas em primeiro lugar (26%). Estas se caracterizam por um alto nível de capacidade, não apenas em termos de serviço personalizado, mas também por permitir autoatendimento bancário de modo que os clientes possam realizar e finalizar processos utilizando tecnologias digitais.

Pelo menos 23% dos entrevistados acreditam que as agências bancárias do futuro serão totalmente digitais, ou seja, sem atendimento pessoal nas agências e com uma oferta digital self-service para todas as operações bancárias básicas. Seguido de perto pela agência modelo (17%), com alto nível de digitalização e serviços experimentais adicionais, sendo a opção preferida dos grandes bancos. As agências in store em lojas ou shoppings representam 10%. Os 5% restantes estão convencidos de que não há futuro para as agências bancárias e que elas devem desaparecer nos próximos anos.

Fatores de sucesso e barreiras: bancos precisam lidar com problemas de segurança

A avaliação dos fatores de sucesso e dos principais obstáculos mudou significativamente em comparação com os resultados de nossa pesquisa no ano passado. O aumento do nível de preocupação com a segurança refletiu claramente em todos os países: de acordo com os especialistas, aspectos de segurança são vistos não só como o fator chave de sucesso, mas também como a principal barreira. Colaboração com empresas terceiras, tais como as FinTechs, não foi considerado um fator essencial para o sucesso, segundo 57% dos bancos.

“Os bancos ainda estão muito centrados em aspectos internos. No entanto, eles terão que promover uma cultura mais aberta. A colaboração com FinTechs ou outros parceiros estratégicos, bem como o intercâmbio de conhecimentos que vão além do seu próprio setor, será um fator essencial em um mundo onde tudo é cada vez mais global e digital”, afirma Marika.

O segundo fator mais importante é uma experiência do cliente intuitiva e consistente. Em 2015, esse aspecto alcançou a primeira posição. Em terceiro lugar ficou a co-inovação com feedback dos clientes. No ano anterior, este tema figurou na sétima posição. No ranking das barreiras operacionais, aspectos regulatórios e de conformidade estão em segunda posição (no ano anterior a temática estava em quinto lugar), seguida pela Integração com sistemas legados de TI /infraestrutura, que em 2015 figurou na 2ª posição.

Principais drivers de negócio: o cliente é quem manda, mas a rentabilidade também é importante

Foco nas necessidades dos clientes continua a ser uma das principais razões para a revolução digital no setor bancário. No entanto, a crescente importância das questões de segurança impedem o desenvolvimento mais rápido. Em relação às principais razões para a adoção de uma estratégia de digital banking, não houve mudanças em relação ao ranking nos seguintes aspectos: aumentar a satisfação do cliente: 84% (2015: 94%), aumentar a fidelidade do cliente: 83 % (2015: 92%) e aumentar a rentabilidade: 82 % (2015: 83%).

“No passado, o foco era o produto. Todas as estruturas e processos estavam orientados a projetar ofertas que, acima de tudo, apresentassem boas receitas. Esse pensamento mudou. Agora, os bancos têm focado nas necessidades dos clientes. Nos últimos anos, os bancos têm se dedicado e investido para melhorar isso”, afirma Lulay. A satisfação e lealdade continuam a ser os principais motores, embora tenham perdido um pouco de força em relação ao ano anterior. Isso sugere que os bancos estão mais satisfeitos com os progressos nestas áreas do que em 2015, permitindo focar cada vez mais em outros fatores.

Comparando os diferentes países que participaram da pesquisa, quase todos os entrevistados estão de acordo a respeito de suas motivações, salvo de um aspecto: cerca de 50% dos bancos britânicos não classificaram a satisfação e a lealdade do cliente como fatores tão importantes. Para eles, o foco reside claramente na rentabilidade e aumento das receitas (76% e 73%, respectivamente).

Como os bancos se veem: apenas os bancos alemães sentem que estão atrás na transformação digital – outros países se veem à frente

Existem algumas diferenças interessantes em como os bancos veem o seu próprio desempenho em comparação com o seu mercado. Em quase todos os países, os bancos sentem que estão à frente da concorrência, exceto na Alemanha. Os bancos alemães são visivelmente mais cautelosos e conservadores do que bancos de outros países em relação à sua estratégia de digital banking. Na Alemanha, 40% dos bancos se descrevem como atrás da concorrência. Em contrapartida, no Reino Unido somente 19% acreditam estar atrás. Apenas 22% dos bancos alemães acreditam estar à frente dos seus concorrentes. Na Espanha e na Itália, 46% e 41% acreditam estar à frente, respectivamente. A confiança dos bancos suíços é indiscutível: 24% sente ter uma vantagem competitiva significativa, estando claramente à frente da concorrência.

Os resultados no Brasil

No Brasil, 65% dos respondentes declararam ter uma estratégia de digital banking em implementação. Na perspectiva dos brasileiros, a principal barreira – e ao mesmo tempo fator de sucesso – para os projetos é a segurança da informação. Cerca de 70% a consideram crítica. A preocupação está alinhada com a percepção mundial, que também colocou a segurança em primeiro lugar.

Os dois principais drivers de negócios são o aumento da satisfação e da lealdade dos clientes por meio dos serviços digitais, superando fatores relacionados à redução de custos ou crescimento das receitas. Em relação às competências internas que precisam de desenvolvimento, os entrevistados priorizam as análises de dados em tempo real e a geração de insights e ações relacionadas, considerando que essas competências hoje se encontram em nível muito básico ou mesmo insatisfatório.

Segundo Marco Santos, managing director latam da GFT,“a maioria dos bancos brasileiros pesquisados já têm medidas em curso para implementar uma estratégia que lhes permita conquistar uma vantagem competitiva e, seguindo a tendência mundial, o foco no cliente é um dos pilares que têm conduzido à revolução da transformação digital no país”.

Conclusão

Ainda há tempo para fazer frente à concorrência. Muitos bancos estão em um estágio avançado no planejamento de sua estratégia de digital banking, mas quando se trata da implementação de fato, ainda há muito que fazer. Agora é a hora de agir. “Construir o banco digital do futuro requer esforço e vontade, seja para inspirar seus clientes, manter os custos sob controle e, em última análise, superar os seus concorrentes”, resume Marika.

Estudo completo disponível ao final do link http://www.gft.com/br/pt/index/empresa/eventos/2016/webinar-at-gft-tendencias-mundiais-em-digital-banking/

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