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ABRADi e WebCEO fecham parceria

A WebCEO, empresa europeia de soluções SEO com conceito whitelabel, é o novo apoiador da ABRADi-SP – Associação Brasileira dos Agentes Digitais. O objetivo da parceria é profissionalizar as atividades de SEO – Search Engine Optimization – em agências que já oferecem serviços de otimização de mecanismos de busca em seu core business e capacitar agências que ainda não o disponibilizam. Para o country manager da WebCEO, Marcos Custódio, é importante ter em mente esse novo momento, que traz demandas novas para o mercado digital, que precisa tirar proveito de inovações tecnológicas para poder assumir sua atuação também como consultoria.

“A ABRADI concentra as principais agências de marketing digital e conteúdo do Brasil, com as quais queremos dialogar não apenas para que usem nossa ferramenta, mas para ensinar a monetizar, a formar talentos e obter o máximo do SEO,” complementa Custódio.

Nesse sentido, a WebCEO também está estruturando um programa de certificação, que deve ser lançado nos próximos meses. “Também queremos ajudar as agências a reduzir custos com outras ferramentas SEO, de modo a profissionalizar esses processos e garantir entrega de resultados e de serviços melhores,” afirma o executivo.

Outro diferencial importante para as agências digitais são os relatórios com a própria marca, o que é possível com o conceito whitelabel utilizado pela WebCEO. Além disso, recursos como a ferramenta SEO Lead geram mais negócios para a área comercial das agências.

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SEMRush aponta os 11 erros mais comuns em SEO

A SEMRush, líder global em marketing digital, divulga estudo que aponta os onze erros mais comuns em SEO. A análise foi feita de forma anônima, utilizando a ferramenta Site Audit da SEMrush em mais de 100 mil sites e 450 milhões de páginas.

“Meu objetivo era provar a importância da técnica do monitoramento com uma frequência constante, não apenas avaliações anuais. Para tal, decidimos pesquisar quais seriam os erros mais comuns em todo o website ou em pelo menos uma das páginas do site. E, como esperávamos, os resultados demonstraram a importância de se ter uma avaliação técnica constante nas tabs de SEO do site” afirma Maria Belkina, Product Owner, Site Audit and SEO Ideas da SEMrush.

As principais conclusões do estudo são:

– A questão mais comum que afeta o SEO dos sites é o conteúdo duplicado: encontrado em 50% dos sites analisados pela SEMRush;

– 45% dos sites analisados tem problemas na otimização de imagens;

– Questões de SEO nas páginas dos sites estão entre os erros mais comuns. 35% dos sites tinha tags duplicadas no, e outras questões, tais como tags enormes no título que foram encontrados em 15% dos sites. Em 30% da base analisada tinham páginas com meta descriptions duplicados e 25% dos sites tinha páginas sem meta descriptions.

Para mais detalhes do estudo, acesse a versão completa aqui (em inglês).

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iProspect avalia impacto de mudanças na busca do Google

Nesta segunda-feira (22), o Google, uma das empresas mais valiosas do mundo, detentora da esmagadora fatia do mercado brasileiro, mudou a forma como apresenta sua página de resultados de pesquisa em computadores, notebooks e tablets.

Antes das modificações, o SERP (Search Engine Results Page), sistema de busca da empresa, exibia onze anúncios, sendo três no topo e o restante dividido entre a lateral direita e o rodapé da página. Agora, o sistema passou a exibir quatro anúncios no topo da página e três no rodapé, suprimindo os anúncios em texto na lateral, que fica reservada ao Google Shopping e ao Gráfico de Conhecimento (box que mostra informações e curiosidades sobre o tema buscado).

Oferendo menos espaço publicitário, o Google aumenta a competição entre as empresas interessadas em links patrocinados e inflaciona o CPC (custo por clique). “Com isso, a tendência é que as pequenas e médias empresas não consigam competir com os grandes anunciantes”, avalia Gustavo Macedo, Diretor de BI e SEO da iProspect. “Nesse cenário, o SEO (Search Engine Optimization) ganha ainda mais importância, já que a primeira tela de carregamento trará apenas um resultado orgânico, fazendo com que somente os sites melhor otimizados concorram por esse espaço, principalmente no que tange a palavras-chave genéricas”, finaliza o executivo.

A iProspect, marca global de performance da Dentsu Aegis Network, analisou os impactos das mudanças no Google e produziu um estudo que pode ser acessado no blog da empresa: http://www.iprospect.com/pt/br/our-blog/google-altera-o-layout-da-busca/

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7 lições que os grandes sites de e-commerce têm a ensinar às pequenas lojas virtuais

Fábio Ricotta, considerado o mestre do SEO no Brasil, ensina como os pequenos e-commerces podem fazer para se destacar diante de grandes lojas

Seja diante de dificuldades que o atual cenário econômico, ou das robustas estratégias de grandes lojas e suas estruturas grandiosas, as pequenas lojas online precisam encontrar formas de se destacar e vender mais. Especialista em SEO e sócio da Agência Mestre, Ricotta já foi responsável pelas estratégias de grandes clientes do varejo nacional, como Ponto Frio, Extra, Nike e Casas Bahia, com táticas conhecidas pelos nomes de inbound marketing e growth hacking. Baseado em sua experiência, o especialista traz sete lições dos grandes que podem ser aproveitadas por todos os tipos de e-commerce, incluindo os pequenos.

1 – Relação entre loja e estoque

O especialista destaca o principal cuidado que deve ser tomado em relação ao estoque. “Muitas lojas pequenas costumam ter menos controle dos pedidos em relação ao que está disponível, criando o tipo de problema mais comum na venda online, que é ter um produto disponível no site, mas que já teve todas as unidades vendidas”, explica Ricotta. Portanto, o primeiro passo é ter muito bem afinada a comunicação entre a equipe do site e a do estoque.

2 – Faça mensuração das vendas

Na hora de anunciar, é preciso acompanhar os anúncios e o retorno que eles trazem, conforme sugere o especialista. “A mensuração do que cada canal traz de conversão, incluindo anúncios e divulgação orgânica nas redes sociais, é primordial para que a loja saiba onde tem mais retorno de investimento”. Assim, é possível aumentar ou reduzir os investimentos, valorizando os que dão mais retorno.

3 – Entenda a necessidade dos clientes

Toda loja online precisa compreender o cliente e suas necessidades. No entanto, Ricotta destaca que isso é mais fácil para as pequenas lojas, que possuem mais proximidade com quem compra. “O empresário do pequeno e-commerce tem mais tempo para cuidar da loja e dos clientes, entendendo melhor as necessidades dos compradores, o que permite que seja feito um descritivo diferenciado, um bom e-mail, e fotos mais personalizadas dos produtos”, exemplifica.

4 – Ofereça um serviço personalizado

Diferente dos outros ensinamentos, que sugerem imitar as grandes lojas, este é justamente o contrário: fazer o que um grande site não consegue fazer. “A grande sacada do pequeno e-commerce é oferecer um serviço de qualidade, com preço justo ou, se possível, menor, mas com um valor agregado de forma que permita ao consumidor falar bem da marca e do serviço”, ensina o especialista. Outras ações indicadas pelo especialista em Marketing Digital é dar pequenos mimos aos clientes como forma de se diferenciar. “Oferecer um pacote com descritivo diferente, caixa perfumada, atendimento via Whatsapp e e-mail personalizado mostram uma dedicação maior ao consumidor, que gosta de ser bem atendido”, sugere.

5 – Aposte nas milhas e gamification

Dentre as estratégias de growth hacking mais importantes, Ricotta destaca a importância dos planos conhecidos como “milhas” ou “cupons de desconto”, que oferecem ofertas progressivas conforme o cliente faz a compra. “Esses hacks de cupom e milhas por compras ou indicação são exemplos dos que mais dá resultado em e-commerce, e também vale a pena oferecer desconto aos que sugerem novos produtos, no caso de lojas que montam seus próprios produtos, como canecas ou camisetas”. Aliado a isso, o especialista sugere que sejam feitas promoções em redes sociais como Instagram, Snapchat ou Youtube pra atrair mais pessoas.

6 – Invista em Google e Facebook

Segundo Ricotta, todo e-commerce precisa apostar em anúncios no Facebook Ads e no Google Adwords, que segmentam o público, alcançando-o de formas diferentes. “No Facebook há uma assertividade maior de dados da pessoa, como idade, interesse, cidade, localização e páginas que curte, enquanto no Google Adwords se utiliza mais a intensão de busca e os sites que o público frequenta, para exibir banner de produto”. Ele sugere que se aposte em anunciar os produtos na plataforma Google Shopping. “O Facebook tem uma plataforma similar, e em ambos os casos é necessário ter uma boa segmentação conforme os produtos anunciados”.

7 – Aposte em vídeos e imagens

Mesmo que a produção de vídeos possa ser mais cara, Ricotta afirma que vale a pena investir na produção de vídeos sobre os produtos, assim como produzir imagens mais criativas e de alta qualidade. “Este tipo de investimento vai atrair mais público de acordo com as estratégias de SEO, e se o conteúdo for sobre os produtos com mais faturamento ou receita, você vai conseguir fazer com que eles vendam mais”, destaca.

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