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Investir em segurança é essencial para o sucesso da IoT

Por Samir Vani

A Internet das Coisas é um conjunto de tecnologias que permite conectar os mais distintos equipamentos à rede mundial: relógios, câmeras de vigilância, geladeiras, roupas, carros, máquinas industriais, quase tudo pode fornecer dados e trocar informações online. Por meio dela, já é possível falar com assistentes pessoais inteligentes conectados à Internet (como o Echo Dot, da Amazon, ou o Google Home) que te dizem, por exemplo, onde fica o restaurante italiano mais próximo; enviar automaticamente o seu desempenho no último treino físico a um servidor na nuvem, registrado pelo app do seu smartphone ou por um smartwatch; ligar a banheira de casa mesmo estando a quilômetro de distância; e até mesmo alterar a temperatura do ar condicionado de centenas de unidades de uma rede de lojas remotamente.

Segundo dados do instituto Gartner, em 2017 já tínhamos 8,4 bilhões de “coisas” conectadas, número que deve superar 20 bilhões já em 2020. Todo esse volume de equipamentos cria uma infinidade de possibilidades de inovação, agregando recursos e inteligência a muitos deles, além de oferecem às empresas informações valiosas para a tomada de decisão. São bilhões de sensores que fornecem, por exemplo, dados sobre hábitos de consumo e desempenho de equipamentos, o que permite criar produtos mais adequados e reduzir custos com gerenciamento, entre outras funções.

Mas para que toda essa gama de recursos promissores seja utilizada de forma adequada, as empresas precisam estar muito atentas a um ponto vital: a segurança da plataforma. Afinal, equipamentos que antes estavam isolados, a exemplo de babás eletrônicas ou equipamentos que monitoram a saúde, passam agora a trocar informações em tempo real, e passar a ser alvo de hackers.

Com o crescimento vertiginoso do número de dispositivos de IoT, os criminosos virtuais já voltaram suas atenções para esses equipamentos. Dados levantados por especialistas do Kaspersky Lab na primeira metade de 2017 apontaram mais de 7.000 amostras de programas nocivos em equipamentos de IoT, mais do que o dobro do registrado no ano anterior. De acordo com números do Gartner, cerca de 20% das empresas já sofreram pelo menos um ataque relacionado a dispositivos de IoT nos últimos três anos. O resultado disso é que os gastos mundiais com a segurança da Internet das Coisas devem crescer quase 30% este ano, atingindo US$ 1,5 bilhão em 2018, em iniciativas que englobam, hardware, software e serviços.

Recentemente a Microsoft anunciou o primeiro chipset criado para a Azure Sphere, o MT3620 (desenvolvido pela MediaTek) equipado com um controlador conectado via rede Wi-Fi e um processador para rodar o sistema operacional de IoT dessa plataforma. Esse componente oferecerá suporte para os protocolos de segurança mais recentes da Microsoft, com conectividade e proteção integrados.

A meta é criar um ecossistema de fornecedores de silício e fabricantes de equipamentos de uma ampla variedade de setores, que entendem as oportunidades e os riscos associados ao crescente número de dispositivos e aplicativos de IoT e que se unam para garantir o desenvolvimento e a aplicação de padrões de segurança.

Com a redução significativa no custo da conectividade, mais de nove bilhões de dispositivos com microcontroladores entram no mercado a cada ano. Por isso é fundamental que as fabricantes trabalhem para garantir que todos os dispositivos conectados, independente do preço, tenham o mais alto nível de proteção.

Samir Vani é Country Manager da MediaTek no Brasil, empresa fabricante global de semicondutores para equipamentos como smartphones

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MediaTek assume a liderança do mercado de chips para smartphones no Brasil

A MediaTek, fabricante global de semicondutores, cresceu em 12,7% sua participação no terceiro trimestre do ano e acaba de assumir a liderança do mercado de chips para smartphones também no Brasil. Atualmente a companhia conta com 32% do market share do setor no Brasil. Na América Latina como um todo, a empresa já é a número 1 desde o primeiro semestre de 2017, e conta, no momento, com 43% na região.

De acordo com Leonardo Munin, analista de pesquisa do mercado de celulares da IDC para América Latina, entre os fatores que levaram a MediaTek à liderança no Brasil, destacam-se os acordos com fabricantes de peso, com presença em modelos com grande volume de vendas. “A MediaTek oferece processadores de qualidade, é forte em aparelhos intermediários e possui escala”, destaca o analista da IDC.

“O forte crescimento e a conquista da liderança no País mostram que a MediaTek está no caminho certo, com produtos de ótima qualidade e com preços muito competitivos”, avalia Samir Vani, country manager da MediaTek no País. O executivo também destaca as parcerias com marcas regionais como um ponto importante para a conquista do primeiro posto no País. Vale lembrar que os chipsets da MediaTek são utilizados por quase todos os principais fabricantes de smartphone do planeta, como Motorola, Samsung, LG e Sony, entre outros.

O mercado de smartphones retomou o ritmo de crescimento no Brasil, com alta de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo os dados da IDC, foram entregues cerca de 11,7 milhões de aparelhos no terceiro trimestre do ano.

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Esqueça o HD! 4K chega para dominar – Por Samir Vani

Estamos apenas no começo da época em que as televisões em Full HD (1080p) estão se tornando tradicionais nas casas de milhões de brasileiros e, no entanto, já podemos falar de um salto enorme para a resolução 4k em telefones, tablets, televisores, Blu-ray e consoles de videogames, entre outros.

Para quem não está familiarizado com a evolução no mundo das telas, vale explicar que todo monitor ou televisor tem uma quantidade de pixels ou pontos que, em conjunto com a iluminação, criam uma imagem de certo tamanho. Quanto maior a resolução e pixels, mais nítidos serão os detalhes da imagem em tamanho maior.

Se compararmos a resolução 4k e 1080p (Full HD) em uma tela que fisicamente tenha a mesma medida existe quase o dobro de pixels concentrados em um mesmo espaço. Logicamente, isso se traduz em melhor qualidade de imagem. E cada vez mais está ao nosso alcance, dispositivos com câmeras que permitem capturar vídeos e imagens em 4K.

Atualmente existem vários desafios em relação a essa tecnologia, como a oferta de conteúdo e distribuição desse material. Sites como YouTube ou Vimeo já oferecem reprodução em 4K, mas muitas das conexões caseiras não têm a largura e banda suficiente para que a reprodução seja sem interrupções e mantenha a qualidade.

Pensado no futuro

Fabricantes que têm foco em equipamentos eletrônicos já investem no desenvolvimento de soluções 4K, tanto para televisores como para smartphones e tablets.

Além desses poderosos chipsets, já é possível encontrar tecnologias como a Imagiq, desenvolvida pela MediaTek, que traz grandes avanços nessa área, tanto para câmeras de alto desempenho quanto para telefones de menor preço.

Estas melhorias são aproveitadas por usuários que cada vez mais veem a necessidade de capturar momentos com melhor qualidade. Nas reuniões familiares todos buscam o melhor dispositivo para tirar a melhor fotografia, entre amigos sempre se procura o que “tenha o melhor telefone para que logo compartilhe a recordação em um grupo de WhatsApp, com isto a indústria sofre uma grande pressão para fornecer o melhor do melhor nos seus equipamentos.

No caso da resolução 4K, o fato de já existirem chipsets integrados que oferecem suporte e podem levar estas resoluções a telefone, monitores ou televisores, abre as portas para que o desenvolvimento desta tecnologia esteja disponível de forma ampla.

E, junto com resolução, também chegam oportunidades como a realidade virtual e realidade aumentada (que precisam de telas e câmeras que permitam a imersão das pessoas) e a evolução das câmeras para acompanhar o 4k.

Nos smartphones já é possível encontrar o “True 4K” (verdadeiro 4K), bem como outros avanços como a estabilização eletrônica de fotografias, as câmeras com duas lentes (dual camera), a redução do ruído e movimento em vários chipsets. Com isso, espera-se que, em breve, todos possamos ter maior acesso a esta tecnologia.

Afinal, conforme os dispositivos de VR, as câmeras com suporte para 4k e a distribuição de conteúdo melhorem, esta tecnologia irá se transformar cada vez mais em um padrão e, possivelmente, como o que ocorreu com o Full HD, se torne comum na vida de todos.

O mundo ainda está se preparando, mas como em tudo o que está relacionado à tecnologia, trata-se de uma evolução inevitável.

Samir Vani é country manager no Brasil da MediaTek, empresa multinacional que produz processadores para equipamentos como smartphones, TVs e dispositivos de Internet das Coisas

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11 dicas para comprar o smartphone certo para o Dia dos Pais

© Fernando Coelho 2015

Por Samir Vani

Quem não gostaria de ganhar um smartphone? Pois o Dia dos Pais está chegando e um celular é o tipo de presente que muitos filhos pensam em comprar. Mas, com tantos modelos e configurações, como fazer a escolha certa? Antes de colocar a mão no bolso, é preciso estar atento a algumas questões importantes, para que a alegria de ganhar um presente assim não se transforme em desilusão na hora de utilizar o equipamento.

Como aconteceu com os carros num passado não muito distante, existia basicamente apenas um modelo de smartphone para todos os usos e gostos. Atualmente, os fabricantes têm colocado à nossa disposição uma variedade incrível de modelos. E qual o motivo? As pessoas têm necessidades diferentes. Para começar, seu pai utilizará o smartphone para o trabalho? Nesse caso, muito provavelmente você terá necessidades como maior tamanho de tela para leitura de emails. Caso passe todo o dia sem poder carregar seu smartphone, a maior necessidade será um modelo com grande autonomia… É um papai recente? É grande a chance de uso intenso de fotografias. Nesse caso, busque um produto com um bom sistema de cêmera, lente, processador… Enfim, aproveite a grande disponibilidade e não deixe isso te confundir…

Identifique o uso principal
O primeiro passo para a escolha correta é escrever uma pequena lista de 3 principais usos de seu smartphone. Seu pai adora fotografar? Gosta de ver filmes e videos no celular? E-mails? Leitura? Priorize o tamanho da tela, hoje existem produtos com telas de até 6 polegadas. Seu pai trabalha muito na rua? Tem uso constante do aparelho? Priorize aparelhos com grande bateria, e voce encontrará modelos que possuem baterias de 4000mAh, e que promotem autonomia de até 2 dias sem carregar. Usa apenas para mandar mensagens em redes sociais, por exemplo? Para apenas troca de mensagens, uso de redes sociais ou mesmo utilizar jogos casuais, por exemplo, é possível utilizar um aparelho menos robusto e mais baratos. Provavelmente, muitos pais utilizarão funções que não demandam muito do equipamento.
Veja alguns pontos importantes para você prestar atenção no momento da sua compra

Memória para armazenamento é essencial
É muito chato ter que ficar apagando com frequência fotos, vídeos e até aplicativos, por conta de falta de espaço no smartphone. Isso sem falar na lentidão no uso de um aparelho sobrecarregado. Vários modelos com Android (o sistema mais popular) têm 4 GB. Mas isso é pouco. Para começar, o sistema operacional vai abocanhar boa parte disso. Com aplicativos que já virão instalados (e muitos deles não podem ser removidos) sobra pouco para as atualizações automáticas e para novos apps. Ou seja, procure aparelhos com mais de 8 GB.

Memória RAM
Como nos computadores, a memória RAM também é um componente importante para o desempenho dos celulares. Mas, ao contrário de um desktop, não é possível “espetar” mais um pente de memória e fazer um upgrade. E esse item na configuração é importante para o desempenho do aparelho. Resumindo, de preferência, escolha um modelo com 1 GB ou mais.

Sistema operacional
O Android, do Google, é disparado o sistema mais utilizado em todo mundo. Cerca de 86% dos aparelhos usam esse software, de acordo com o instituto IDC. Por isso, é grande a possibilidade de que seu pai já esteja familiarizado com sua interface e recursos, seja por conta de já ter um aparelho ou por ver o sistema em um modelo de um amigo ou mesmo parente. Lembrando que a versão mais nova do Android é a 7, também chamada de Android N. Na sequência, aparece o iOS, sistema operacional do iPhone, na casa dos 12%, e o Windows Phone, com menos de 1% do mercado (e menor quantidade de aplicativos disponíveis). Vale lembrar que a versões mais recentes dos sistemas operacionais têm soluções melhores para o gerenciamento dos componentes.

Tamanho de tela
Atualmente é possível encontrar modelos com telas de mais de 5 polegadas. Eles são ótimos para quem quer ver um filme ou mesmo navegar na internet, por exemplo, e traz muito conforto no seu uso pela facilidade na leitura. Mas, às vezes, podem ser desconfortáveis para quem valoriza a portabilidade. Pense qual dessas duas características será mais importante para o seu pai na hora da escolha. Verifique sua lista de prioridades.

Bateria
A duração de bateria é um dos itens mais importantes para quem usa bastante o smartphone. Afinal, não adianta ter um aparelho “poderoso”, mas que rapidamente fica sem energia. Dê preferencia a aparelhos mais econômicos, e que podem durar um dia todo. Para isso, verifique a capacidade da bateria, mas dê atenção também à autonomia. Comparando com um carro, o tamanho do tanque é importante, mas o quanto ele faz por litro, também. Processadores mais modernos, por exemplo, permitem maior tempo de bateria. A medida relacionada às baterias é o mAh, e, para quem busca um número de referência, a princípio, a partir de 2600 mAh a bateria já é adequada.

Processador
O Processador é o motor do seu smartphone, e vem avançando muito a cada ano, valorize processadores mais recentes, pois possuem arquiteturas mais modernas, consomem menos energia e permitem uma melhor experiência de uso. Esses processadores também trazem funções de multimídia aprimoradas, como melhor tratamento de suas fotos, uma das funcionalidades mais pedidas hoje em dia. E têm maior capacidade para lidar com vários aplicativos e usos mais intensos. Faça uma pesquisa na internet sobre isso antes de escolher o modelo, verifique novamente sua lista e julgue se seu pai necessitará de um grande motor ou um mais simples.

Câmera
Quanto mais megapixels, melhor a resolução e a qualidade das imagens. Mas isso não é tudo quando o assunto é foto. Vale estar atento também a questões como a presença de flash (ideal para imagens noturnas). Como já comentado, hoje existem várias funcionalidades para o melhor uso das câmeras. E isso o ajudará bastante a caprichar na selfie.

Conexão de dados
Prefira os modelos com conexão 4G, que oferecem maior velocidade de acesso à internet. Mesmo que não haja essa rede disponível na região, eles também são compatíveis com o 3G.

Um ou dois chips?
Ter um aparelho “dual chip” é uma boa. Pois seu pai pode utilizar mais de uma operadora em um só aparelho, além de ter linhas para finalidades específicas (trabalho e uso pessoal, por exemplo).

Preço
Existe uma grande variedade de preços também, Mas é possível encontrar ótimos modelos em uma faixa intermediária de preço (abaixo dos R$ 1.000), com recursos que dão conta do recado para a maioria das necessidades dos pais tradicionais, e com propósitos bastante claros de uso.

Samir Vani é country manager no Brasil da MediaTek, empresa multinacional que fabrica processadores para smartphones

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Quad, Octa, Deca-core… Que diferença isso faz para o seu smartphone? – Por Samir Vani

Desde o auge dos computadores pessoais, vemos uma corrida por parte dos fabricantes de processadores em busca de chips mais velozes, o que impulsionou rapidamente as frequências de clock dos mega para os giga-hertz. Com a chegada dos smartphones, celulares que são verdadeiros computadores de bolso, essa disputa por chips mais poderosos migrou para a palma da mão dos usuários.

Muitos consumidores começam a se familiarizar com termos como quad-core, octa-core e deca-core, que se referem à quantidade de núcleos que um chip possui. Mas, afinal, o que essa característica influencia na performance do seu celular? Quanto mais núcleos você incluir em um processador, melhor será o seu desempenho? O simples fato de ter mais núcleos no chip não é suficiente para dizer que um smartphone terá uma performance melhor que a de um aparelho com menos núcleos. Na prática, é possível encontrar, por exemplo chips dual-core que funcionem melhor que um quad-core.

É importante ressaltar que há vários fatores a considerar. Para começar, velocidade não é tudo. Como bem sabemos, o smartphone virou um equipamento imprescindível, que carregamos o tempo todo e que precisa funcionar o dia inteiro. Por isso, precisa ter autonomia e equilíbrio. Ou seja, não adianta ter um processador extremamente poderoso rodando no seu aparelho se esse chip consumir muita energia. Queremos ter um celular que aguente uma maratona, não uma corrida de 100 metros, certo?

Além da questão da eficiência energética, agravada por telas cada vez maiores, aplicativos que exigem cada vez mais capacidade de processamento e consumidores que não gostam de grandes baterias, é preciso estar atento também à questão da eficiência térmica. A maior capacidade de processamento, além de gastar mais, gera o aquecimento do chip. E estamos falando de unidades que não contam com os grandes coolers (ao contrário do que acontecia nos desktops, quando era possível refrescar o processador com ventiladores).

Os fabricantes de chips têm adotado soluções distintas para lidar com esses desafios. Uma das principais tendências é a adoção de vários núcleos. Na arquitetura conhecida como big.LITTLE, uma das mais populares, é possível encontrar modelos octa-core com dois grupos, com quatro núcleos cada (que se revezam nas tarefas). Os núcleos mais poderosos funcionam para recursos mais exigentes, como games, por exemplo, enquanto os menores dão conta das atividades triviais, que exigem menor poder de processamento, como enviar um e-mail ou trocar mensagens no WhatsApp. Porém, como esses núcleos atuam em grupos de quatro, há desperdício de energia em alguns momentos. É como se você mandasse quatro pessoas buscarem uma caixa do outro lado da rua sabendo que apenas uma delas já daria conta do recado.

Uma das melhores soluções é a adoção de um sistema linear (encontrado em arquiteturas de CPU como true octa-core e deca-core, que trabalham com oito e dez núcleos, respectivamente), com grupos de núcleos que podem atuar de forma independente. Eles entram em ação conforme o aparelho necessita, trabalhando também de forma individual. Assim o usuário não enfrenta desperdício e a bateria dura mais. Ou seja, a arquitetura escolhida faz muita diferença.

De forma semelhante ao que aconteceu com os computadores, quando os consumidores procuravam se informar sobre itens como velocidade do chip, memória RAM disponível e capacidade de armazenamento para realizar uma boa compra, começamos a notar que os usuários de smartphone também estão se familiarizando com as configurações dos celulares. Esse comportamento já é forte em países como a China e começa a ganhar corpo no Brasil.

De maneira geral, para garantir o investimento na hora da compra, vale estar atento ao seguinte:

Busque modelos com processadores com arquiteturas mais modernas. Eles consomem menos energia e permitem leitura mais rápida das informações.
Gerações mais novas de sistemas operacionais – Elas têm soluções melhores para o gerenciamento dos componentes.
RAM – Quanto mais “pesado” for um aplicativo, maior será a exigência por essa memória.
Memória interna – Um aparelho com pouco espaço para o armazenamento também pode comprometer o desempenho.

A corrida por chips mais eficientes não para. Vale à pena conhecer os competidores e sua armas, para não apostar suas fichas no smartphone errado.

Samir Vani, Country Manager da MediaTek no Brasil, empresa fabricante global de semicondutores

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