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52% dos brasileiros trocariam de emprego se pudessem trabalhar remotamente

A Salesforce, líder global em CRM, realizou o estudo ” Série Global Stakeholder – O Futuro do Trabalho, Agora ” com mais de 20 mil pessoas na Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, Japão, Nova Zelândia, Reino Unido e Singapura. O levantamento, que teve 2 mil entrevistados apenas no Brasil, traz dados relevantes sobre a percepção da população em relação ao Futuro do Trabalho e os impactos da Covid-19 sobre as relações entre os colaboradores e as empresas.

“A pandemia teve um grande impacto no modelo de trabalho com o qual estávamos acostumados. Da noite para o dia tivemos que migrar para o home office, o que trouxe à tona muitas questões sobre o futuro do trabalho”, comenta Fabio Costa, Vice-presidente sênior general manager da Salesforce no Brasil. “A Série Global Stakeholder traz reflexões importantes sobre a percepção dos brasileiros em relação às mudanças nas dinâmicas de trabalho e mostra uma expectativa de que as empresas como protagonistas para melhorar o mundo”, completa Fabio Costa.

Entre os entrevistados no Brasil, 87% não percebem melhoras em relação às oportunidades de empregos, 75% acham que o desenvolvimento da força de trabalho deve ser uma prioridade das empresas e 71% dizem que o trabalho remoto é viável apenas para uma parcela da população. Abaixo destacamos os principais resultados da pesquisa no País.

Expectativa sobre as empresas como agentes de mudança


Entre os entrevistados no Brasil, 82% confiam nas empresas para construir um futuro melhor. E para 70% deles, a diminuição das desigualdades globais deveria ser a grande prioridade para as empresas. Esses números mostram a grande confiança dos brasileiros nas empresas, principalmente se comparados aos dados relacionados ao setor público: 55% dizem não confiar nos governos para construir um futuro melhor.

Além disso, 76% dos entrevistados dizem que é crucial que seu empregador retribua à comunidade e 66% acreditam que as empresas serão mais resilientes às crises ao sair da pandemia.

“Os negócios devem ser uma plataforma para mudança e isto é o que a sociedade espera. Além de posicionar produtos e soluções, as marcas precisam engajar seus públicos para apoiá-los neste momento e contar como impactam”, destaca Fabio Costa.

A importância do trabalho remoto


71% dos brasileiros acreditam que o trabalho remoto é viável apenas para uma parcela da população, mas 57% dos trabalhadores presenciais dizem que conseguiriam trabalhar remotamente se sua empresa oferecesse uma tecnologia melhor. Já 52% dos entrevistados dizem que trocariam de emprego se isso significasse que poderiam trabalhar remotamente.

Esses dados mostram que há interesse pelo trabalho remoto por parte dos colaboradores, mas isso esbarra em alguns empecilhos, como a disponibilidade de tecnologia por parte das empresas.

“A pandemia fez com as empresas pelo mundo entendesse que o trabalho a distância é viável. O desafio é manter equipes alinhadas por meio de processos e tecnologia para colaborar com foco no cliente”, destaca Fabio. “No ambiente híbrido, com equipes no escritório e trabalhando remotamente, o foco é cuidar da saúde dos colaboradores e clientes”, completa o executivo. O Work.com traz soluções para o retorno seguro aos escritórios.

Desenvolvimento da força de trabalho deve ser prioridade das empresas
Para 89% dos entrevistados o acesso às oportunidades de emprego não está melhorando e quase um terço diz não ter as habilidades técnicas exigidas pelo mercado. De fato, atualmente o Brasil tem mais de 13,1 milhões de desempregados , segundo dados do IBGE. Como resultado dessas percepções 57% dos brasileiros estão considerando obter outra formação.

Nesse contexto, para 75% dos entrevistados o desenvolvimento da força de trabalho deve ser uma prioridade das empresas e 77% deles dizem que a tecnologia deve desempenhar um papel essencial nesse processo.

“A capacitação é chave para o crescimento e superação. As empresas que enfrentaram melhor o processo de isolamento social, prepararam suas equipes para lidar com um novo contexto, ferramentas e processos digitais. Sem novas habilidades, não há perspectiva positiva”, diz Fabio.

Aprendizagem online gera interesse no Brasil, porém há obstáculos
Entre os entrevistados, 71% relataram estar mais interessados em aprendizado e treinamento online desde o início do isolamento social. Mas esse tipo de ensino esbarra em questões como o acesso à internet e a um computador, além da questão financeira para arcar com os custos de um curso.

A pesquisa aponta que 84% dos brasileiros gostariam de ter acesso gratuito a plataformas de capacitação, mas 50% se dizem nervosos demais para buscar o aprendizado online neste momento, índice que aumenta para 55% entre pessoas de baixa renda. Já um terço das pessoas ouvidas acredita que este modelo de aprendizagem é muito difícil para elas.

“Muitas empresas já têm adotado a capacitação online, especialmente as de tecnologia, que são as que mais sofrem com a falta de profissionais treinados. A Salesforce, por exemplo, disponibiliza gratuitamente o Trailhead, uma plataforma online que tem como objetivo capacitar as pessoas para utilizar as soluções da empresa nas diversas vagas disponíveis”, comenta Fabio. “Ao preparem os cidadãos para o mercado de trabalho, essas plataformas gratuitas ajudam a tornar o País e sua indústria mais competitivos e qualificados”, completa.

Habilidades exigidas estão aumentando


Com a evolução constante nos formatos de trabalho, as habilidades exigidas pelos empregadores também estão mudando. Para os brasileiros, as habilidades mais importantes nos próximos seis meses serão adaptabilidade e colaboração, ambas apontadas por 96% dos entrevistados. Em seguida aparecem criatividade (95%) e habilidades comerciais (93%).

Já quando perguntados sobre as habilidades técnicas essenciais nos próximos seis meses, as respostas foram: análise de dados (93%), codificação/desenvolvimento de aplicativos (92%) e ciência de dados (91%).

“Neste esforço contínuo para desenvolvimento profissional, é importante que soft skills como adaptabilidade e colaboração tenham um papel relevante. Enquanto a tecnologia pode nos ajudar a aprender novas habilidades, precisamos nos apoiar em soft skills para crescer tanto no ambiente de trabalho digital quanto físico. Na economia digital, os produtos que vendemos, as expectativas dos clientes e a natureza do trabalho mudarão. Assim, nossa jornada para desenvolver soft skills não tem fim”, destaca Fabio sobre os dados da Série Global Stakeholder – O Futuro do Trabalho, Agora.

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Salesforce é líder em CRM pelo sexto ano consecutivo

IDC, consultoria líder em inteligência de mercado, nomeou a Salesforce como a fornecedora de Customer Relationship Management (CRM) número 1 do mundo, com 16,8% de marketshare em receita. Pelo sexto ano consecutivo a companhia foi apontada como líder pelo Worldwide Semiannual Software Tracker. Em 2018, a Salesforce aumentou sua participação no mercado global e sua receita mais do que qualquer outro fornecedor de CRM. Em pontos percentuais, o aumento foi superior ao dos outros 15 principais fornecedores de CRM combinados.

“Empresas de todos os portes e indústrias estão transformando a maneira como operam na era digital. E essas transformações começam e terminam com o cliente”, comenta Alex Dayon, presidente e diretor de estratégia da Salesforce. “Como mostra o mais recente IDC Tracker, o foco incansável da Salesforce em entregar inovação em CRM e sucesso do cliente, impulsionou nosso crescimento em todo o mundo e solidificou nossa liderança no mercado que somos pioneiros há 20 anos”.

Além de ser o provedor de CRM número 1 em todo o mundo, a Salesforce também é a líder em participação de mercado número 1 em CRM na América do Norte, Europa Ocidental e Ásia-Pacífico (incluindo o Japão).

Economia Salesforce

Em outro estudo da IDC, encomendado pela Salesforce, o Salesforce Economy, apontou dados sobre os impactos do ecossistema Salesforce (formado por parceiros, clientes, profissionais liberais e a própria Salesforce) nas economias global e brasileira.

O estudo revelou que no período 2016-2022, o ecossistema Salesforce irá criar 195 mil vagas de empregos em tecnologia no Brasil. Além disso, irá gerar um impacto positivo no PIB nacional com a injeção de US$ 27 bilhões em novos negócios no mesmo período. O estudo também aponta que o ecossistema Salesforce será responsável pela geração de 3,3 milhões de novos empregos e mais de US$ 859 bilhões em novos negócios pelo mundo neste mesmo período.

O maior impacto econômico deverá ser observado no setor financeiro, com a criação de 584.995 novos empregos e uma estimativa de US$ 164 bilhões em novas receitas comerciais até 2022. O levantamento da IDC também aponta que o ecossistema de parceiros da Salesforce deverá ganhar US$ 5,18 para cada dólar produzido pela empresa em todo o mundo.

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Smartphone será meio mais utilizado para compras do fim de ano, aponta pesquisa Salesforce

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em plataformas CRM, realizou uma extensa pesquisa para prever como será o comportamento dos consumidores no período entre a Black Friday e o Réveillon. De acordo com o levantamento, os smartphones vão dominar o comércio eletrônico no período, sendo utilizados mais do que qualquer outro dispositivo para realizar pedidos em lojas virtuais. Além disso, a receita proveniente das compras de fim de ano deve crescer 13% em relação a 2017, sendo que 35% desse faturamento deve ser gerado por recomendações via inteligência artificial (IA) – um aumento de 25% em relação à mesma época do ano passado.

Para chegar aos resultados, a Salesforce combinou 6.000 entrevistas em seis países (relatório Shopper-First Retailing) com os insights gerados pelas atividades de 500 milhões de consumidores em 53 países, além de bilhões de transações realizadas via Commerce Cloud.

As principais previsões da Salesforce para o comércio eletrônico no fim de ano:

– Pela primeira vez no período, as compras realizadas por smartphones (46%) devem ultrapassar as feitas por computadores (44%) e tablets (9%).

– As plataformas móveis serão responsáveis pelo número recorde de 68% do tráfego de comércio eletrônico neste período, crescimento de 19% ano a ano.

– O tráfego em plataformas móveis vai atingir seu pico na véspera do Natal, com 72% dos acessos e 54% dos pedidos feitos pelo smartphone.

– A entrega grátis é a grande tendência da temporada: 72% de todos os pedidos vão ser entregues sem custo, número pouco maior do que o observado em 2017.

“As tecnologias móveis são, sem dúvida, a principal força inovadora no varejo desde o surgimento do comércio eletrônico”, diz Rick Kenney, líder de Insights de Consumidores da Salesforce. “Este é o ano do smartphone: a maioria dos pedidos e acessos será feito dessa plataforma. Nesta temporada, o número de acessos via telefone vai ser maior do que o total de acessos a lojas virtuais, de todas as plataformas juntas, ao longo de toda a temporada de festas de fim de ano de 2015. Até mesmo aqueles que preferem as lojas físicas usam tecnologias móveis: 83% dos consumidores entre 18 e 44 anos usam seus telefones enquanto estão nas lojas”, complementa.

– O Instagram vai gerar 51% mais tráfego para sites de comércio do que em 2017, enquanto o Facebook vai observar uma redução de 7%. O tráfego via mídias sociais vai ultrapassar 5% durante as festas de fim de ano, um aumento de 17% em relação aos números do ano passado.

– Sites de saúde e beleza são os principais destinos dos consumidores impulsionados pelo Instagram.

– As recomendações feitas por Inteligência Artificial responderão por 35% de toda a receita do e-commerce no período, um crescimento de 25% em relação à temporada de 2017.

“Quase dois terços dos consumidores acreditam que as lojas não os conhecem de verdade. Incorporando IA às experiências de compra, as lojas conseguem entender melhor o que as pessoas precisam, personalizam as recomendações e aumentam a receita”, diz Kenney.

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From random numbers to actionable intel: How to manage your Big Data – De números aleatórios para informações úteis: como gerenciar seu Big Data

Data has many benefits. But with data points constantly being collected and updated, marketers can have trouble managing it. Data is only useful when it’s actionable.

When it comes to big data management, actionable goals that give a purpose to your data will make it more manageable and useful. Here are some of the areas where you can put your big data to work and use it to guide your future campaigns and strategy.

Purchasing Behavior

The purchasing behavior of your customers may be your biggest data asset. By analyzing specific metrics of how and why customers make purchases, you can see what works and what doesn’t in your marketing strategy. Some metrics that are important to look at in your data include:

Conversion Rate: Your average conversion rate can help determine whether or not new campaigns or products are successful. If you try a new product page and see a higher conversion rate, then you know the product page is converting better than the previous version.

Industry Conversion Rate: When you see how your organization’s conversion rate compares to your industry average, you can determine if your campaigns are as successful as they should be.

Repeat Customer Rate: How many times does an average customer make a purchase from you? This can help determine your sales funnel and repeat customer targeting strategy.

Average Order Amount: If the average order amount is less than the cost of some of your premium products, you may see more revenue from promoting more of your lower-cost products. Try experimenting with different selling methods (for example, BOGO, bundles).

Amount Spent on Site Before Purchasing: This relates to the buying cycle. If the average customer visits your product pages three times before making a purchase, they may need more convincing on their first visit. You need to test product page conversion tweaks to try to convince them to make a purchase sooner.

With some big data solutions, you can compare your results to industry standards — such as the industry conversion rate. Use your own data combined with a mixture of data from other sources to make more accurate decisions.

Continue Building with Demographics and Behaviors

Knowing the basics about your average customer helps you form personas, create new campaigns, and build better products. In a process known as data mining, look at your data for patterns in gender, age, location, and interests to flesh out your answer to the question “Who is my average customer?”

Combine these patterns with your metrics and other common customer behaviors. For instance, if you know that your customer base skews 30- to 45-year-old adults who make an average purchase of $100 on your site and reach out to customer service using the phone, you can spend more time testing call tracking and evaluate whether there needs to be more phone support for customers.

Combined data will give you the most information available. This helps all departments make better decisions, including evaluating employee performance, tracking trends, and predicting cash flow.

Campaign Integration

Big data management is all about combining the data you have in the most robust system available so your employees have the information they need.

As you create a picture of who your average customer is, you can integrate other data to better target the behavior patterns of those most likely to make a purchase from you. For instance, you can use social media analytics to pull more data that is relevant to behavioral targeting: It helps you see how and where your customers are engaging with your brand on social media. This will help with asset allocation when it comes time to decide advertising budgets or employee time management. It will also help you see which existing efforts are actually turning into conversions.

If you use Facebook pixel tracking, you can see what percentages of sales come or originate from Facebook. If a customer clicks on an ad about your new product suite and doesn’t complete the lead form, but follows up later to fill out a free content offer, the pixel gives you data on all the customer’s previous actions before completing the lead generation form.

Having better, integrated data allows you to see if all your marketing efforts are worthwhile. For instance, if your company has been creating quarterly white papers, but the data shows that white papers only make up 2% of your total lead source, you can experiment with different facets of the white papers (for example, the length, topic, or landing page copy) or consider cutting them from your marketing plan and refocusing those resources on something that generates a higher percentage of leads.

Sales Integration

Because marketing is mainly responsible for and focused on its own efforts, it may not see where a lead goes once it is collected for the company. This is why customer data from multiple departments and sources should be integrated into one big data management strategy.

In addition, leveraging third-party data sources can help companies predict what products customers in a specific industry will like. This can help shape both marketing and sales strategy and outreach. By using the right platform to collect all external and internal data into one place, you can see from which source a customer originates (for example, social media) as well as their average sales cycle and location. A centralized source of your data is beneficial to all departments.

For instance, if your digital marketing department sees that the average sales cycle of a customer is 12 weeks, but its campaigns usually only run for six weeks, it needs to look into lengthening campaigns to capture more leads within the normal sales cycle.

Integrating data into one platform helps you make better predictions, according to Doug Camplejohn in an article for CIOReview. By analyzing lots of data simultaneously, you can predict sales, customer rate of return, and several other metrics that can influence sales and marketing goals.

Goal Setting

Knowing key data points helps a great deal with goal setting. With the 12-week campaign example, the digital marketing department knows it needs quarterly goals that correspond with its average sales cycle.

Predictive analytics is another tool for big data that helps teams set more effective goals. Looking at a mix of internal and external data can let you determine any outliers. If you had a quarter that doesn’t go as well as predicted, for instance, but historically that’s unusual, you can set clearer goals based off the historical data and focus on what caused the quarter to go the way it did.

Looking at past performance trends can create clearer expectations, which makes goals more attainable. If the past three marketing campaigns have a strong start and then see incoming leads drop by 25% after two weeks, you can compare this historical performance to current campaign performance to see if you hit the mark.

Better use of data is all about leveraging it the right way to make more informed decisions. Big data management tools can help companies organize their own data, and use data from third parties to help predict behaviors and learn purchasing patterns. By using all the available knowledge, organizations can make better decisions for both marketing and overall product strategy.

About the Author:

Kelsey Jones has been working in digital marketing since 2007 and journalism since 2004, gaining proficiency in social media, SEO, content marketing, PR, and web design.

From Random Numbers to Actionable Intel: How to Manage Your Big Data

Os dados têm muitos benefícios. Mas, com os pontos de dados sendo constantemente coletados e atualizados, os profissionais de marketing podem ter problemas para gerenciá-los. Os dados só são úteis quando são acionáveis.

Quando se trata de gerenciamento de big data, metas acionáveis ​​que dão um propósito aos seus dados o tornarão mais gerenciável e útil. Veja algumas das áreas em que você pode colocar seus dados grandes para funcionar e usá-los para orientar suas campanhas e estratégias futuras.

Comportamento de compra

O comportamento de compra de seus clientes pode ser seu maior recurso de dados. Ao analisar métricas específicas de como e por que os clientes fazem compras, você pode ver o que funciona e o que não funciona na sua estratégia de marketing. Algumas métricas importantes para analisar seus dados incluem:

Taxa de conversão: sua taxa de conversão média pode ajudar a determinar se novas campanhas ou produtos são bem-sucedidos ou não. Se você tentar uma nova página de produto e ver uma taxa de conversão mais alta, saberá que a página do produto está convertendo melhor que a versão anterior.

Taxa de conversão do setor: quando você vê como a taxa de conversão da sua organização se compara à sua média do setor, pode determinar se suas campanhas são tão bem-sucedidas quanto deveriam.

Taxa de repetição do cliente: quantas vezes um cliente médio faz uma compra com você? Isso pode ajudar a determinar seu funil de vendas e repetir a estratégia de segmentação de clientes.

Valor médio do pedido: se o valor médio do pedido for menor que o custo de alguns de seus produtos premium, você poderá ver mais receita promovendo mais produtos de baixo custo. Tente experimentar diferentes métodos de venda (por exemplo, BOGO, bundles).

Montante gasto no local antes da compra: refere-se ao ciclo de compra. Se o cliente médio visitar as páginas do seu produto três vezes antes de fazer uma compra, elas talvez precisem ser mais convincentes na primeira visita. Você precisa testar os ajustes de conversão da página do produto para tentar convencê-los a fazer uma compra mais cedo.

Com algumas soluções de big data, você pode comparar seus resultados com os padrões do setor, como a taxa de conversão do setor. Use seus próprios dados combinados com uma mistura de dados de outras fontes para tomar decisões mais precisas.

Continue construindo com dados demográficos e comportamentos

Conhecer o básico sobre o seu cliente médio ajuda você a formar personas, criar novas campanhas e criar produtos melhores. Em um processo conhecido como mineração de dados, analise seus dados em busca de padrões de gênero, idade, localização e interesses para detalhar sua resposta à pergunta “Quem é meu cliente médio?”

Combine esses padrões com suas métricas e outros comportamentos comuns dos clientes. Por exemplo, se você sabe que sua base de clientes distorce adultos de 30 a 45 anos que fazem uma compra média de US $ 100 em seu site e acessam o atendimento ao cliente usando o telefone, você pode passar mais tempo testando o acompanhamento de chamadas e avaliando se é necessário ter mais suporte por telefone para os clientes.

Dados combinados fornecerão a maior quantidade de informações disponíveis. Isso ajuda todos os departamentos a tomar decisões melhores, incluindo a avaliação do desempenho dos funcionários, o rastreamento de tendências e a previsão do fluxo de caixa.

Integração de Campanha

O gerenciamento de big data tem tudo a ver com combinar os dados que você tem no sistema mais robusto disponível para que seus funcionários tenham as informações de que precisam.

À medida que você cria uma imagem de quem é seu cliente médio, é possível integrar outros dados para segmentar melhor os padrões de comportamento dos que têm maior probabilidade de fazer uma compra com você. Por exemplo, você pode usar a análise de mídia social para extrair mais dados relevantes para a segmentação comportamental: ela ajuda a ver como e onde seus clientes estão interagindo com sua marca nas mídias sociais. Isso ajudará na alocação de ativos quando chegar a hora de decidir os orçamentos de publicidade ou o gerenciamento do tempo dos funcionários. Também ajudará você a ver quais esforços existentes estão se transformando em conversões.

Se você usa o acompanhamento de pixels do Facebook, você pode ver quais porcentagens de vendas vêm ou se originam do Facebook. Se um cliente clica em um anúncio sobre seu novo conjunto de produtos e não preenche o formulário de lead, mas acompanha mais tarde para preencher uma oferta de conteúdo gratuito, o pixel fornece dados sobre todas as ações anteriores do cliente antes de preencher o formulário de geração de leads .

Dados melhores e integrados permitem que você veja se todos os seus esforços de marketing valem a pena. Por exemplo, se sua empresa estiver criando white papers trimestrais, mas os dados mostrarem que os white papers representam apenas 2% de sua origem total de leads, você poderá experimentar diferentes facetas dos white papers (por exemplo, o comprimento, o tópico, ou cópia da página de destino) ou considere cortá-los de seu plano de marketing e refocar esses recursos em algo que gere uma porcentagem maior de leads.

Integração de Vendas

Como o marketing é o principal responsável e se concentra em seus próprios esforços, ele pode não ver para onde um lead vai quando é coletado para a empresa. É por isso que os dados de clientes de vários departamentos e fontes devem ser integrados em uma única estratégia de gerenciamento de big data.

Além disso, o aproveitamento de fontes de dados de terceiros pode ajudar as empresas a prever quais produtos os clientes de uma indústria específica preferirão. Isso pode ajudar a moldar a estratégia de marketing e vendas e o alcance. Ao usar a plataforma certa para coletar todos os dados externos e internos em um único local, você pode ver de qual origem um cliente é originado (por exemplo, mídias sociais), além de seu ciclo e local de vendas médios. Uma fonte centralizada de seus dados é benéfica para todos os departamentos.

Por exemplo, se o departamento de marketing digital perceber que o ciclo médio de vendas de um cliente é de 12 semanas, mas suas campanhas normalmente são executadas por seis semanas, é necessário analisar as campanhas para capturar mais leads dentro do ciclo normal de vendas.

A integração de dados em uma plataforma ajuda você a fazer previsões melhores, de acordo com Doug Camplejohn em um artigo para o CIOReview. Ao analisar vários dados simultaneamente, você pode prever as vendas, a taxa de retorno do cliente e várias outras métricas que podem influenciar as metas de vendas e marketing.

Definição de metas

Conhecer os principais pontos de dados ajuda muito na definição de metas. Com o exemplo de campanha de 12 semanas, o departamento de marketing digital sabe que precisa de metas trimestrais que correspondam ao seu ciclo de vendas médio.

A análise preditiva é outra ferramenta para big data que ajuda as equipes a definir metas mais eficazes. Observar uma combinação de dados internos e externos permite determinar quaisquer valores discrepantes. Se você tivesse um trimestre que não fosse tão bem quanto o previsto, por exemplo, mas historicamente isso é incomum, é possível definir metas mais claras com base nos dados históricos e se concentrar no que fez com que o trimestre fosse do jeito que aconteceu.

Observar as tendências de desempenho anteriores pode criar expectativas mais claras, o que torna as metas mais alcançáveis. Se as três campanhas de marketing tiverem um início forte e, em seguida, os leads entrados caírem 25% após duas semanas, você poderá comparar esse desempenho histórico com o desempenho atual da campanha para ver se atingiu a marca.

Melhor uso de dados é tudo sobre alavancar o caminho certo para tomar decisões mais informadas. As ferramentas de gerenciamento de big data podem ajudar as empresas a organizar seus próprios dados e usar dados de terceiros para ajudar a prever comportamentos e aprender padrões de compra. Usando todo o conhecimento disponível, as organizações podem tomar decisões melhores tanto para o marketing quanto para a estratégia geral do produto.

Sobre a autora:

Kelsey Jones trabalha com marketing digital desde 2007 e jornalismo desde 2004, ganhando proficiência em mídias sociais, SEO, marketing de conteúdo, relações públicas e web design.

Source/Fonte: https://www.salesforce.com/products/marketing-cloud/best-practices/big-data-management/

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Salesforce disponibiliza ferramenta gratuita de diagnóstico de digitalização

A Salesforce, líder mundial em CRM, e a consultoria em inteligência de mercado IDC disponibilizaram uma ferramenta de autoanálise gratuita e online que permite aos líderes corporativos verificarem o avanço na digitalização dos negócios em suas empresas, comparando seus resultados aos índices médios observados no Brasil.

Para analisar o nível de digitalização dos negócios da sua empresa gratuitamente nesta ferramenta acesse o link http://salesforce.idclatinsurvey.com.

A comparação com os índices atingidos pelas demais empresas é possível graças a uma pesquisa feita pela IDC a pedido da Salesforce, o iDX Business Digitalization, em que foram entrevistados executivos de 100 empresas com mais de 500 funcionários no Brasil. Esse benchmark tem o objetivo de medir o avanço na transformação digital que as empresas estão aplicando aos recursos que usam para interagir com seus clientes, ou seja, nas áreas de vendas, marketing e atendimento a clientes.

Resultados da pesquisa sobre Digitalização
Em uma escala que varia de 0 a 100 pontos, o índice geral de digitalização dos negócios atingiu 67,5. No que diz respeito aos pilares que compuseram o estudo, Mobilidade chegou a 80, seguido por Velocidade e Produtividade (77), Inteligência (56,5) e Conectividade e Integração (41,5).

Quem decide sobre a digitalização nas empresas?
Constatou-se no levantamento que 11% dos executivos de negócios possuem poder de influência ou decisão sobre o processo de transformação digital. Quanto aos executivos de TI, 79,8% influenciam a transição e 20,2% são responsáveis por decidir o futuro da companhia neste sentido.

Uso mobile de CRM
Segundo o estudo, apenas 30% das empresas têm o CRM disponível em equipamentos móveis, ao passo que 96% contam com o e-mail corporativo acessível a partir de smartphones e tablets.

Investimento em Tecnologia é prioridade
Quando se trata de Velocidade e Produtividade, Tecnologia é a área prioritária para investimento em digitalização de processos nos próximos 12 meses, seguida de Operação, Compras, Marketing e Atendimento. Os setores de Manufatura e Comércio, no entanto, concentrarão esforços no departamento de Vendas.

No ritmo da concorrência
A pesquisa mostra que 58% das empresas afirmam estar no mesmo ritmo de seus concorrentes e que só 15% delas se percebem à frente nesta transformação. O benchmark pode ser uma ferramenta essencial para que as organizações tenham a visão clara de onde precisam melhorar – 47% das companhias já identificaram a necessidade de se digitalizar e 30% dizem ter uma evolução mais estruturada.

Integração ainda não é prioridade
O pilar com pontuação mais baixa no benchmark foi Conectividade e Integração, que apesar de ser extremamente importante não é prioritário para as organizações, o que impede a implementação de soluções que tragam ganhos de produtividade e escalabilidade para as empresas, que estão postergando ações nesse sentido.

Cloud é unanimidade
Já com relação a Cloud, a maturidade é bem maior e apenas 8% das empresas não a têm em seus planos. Entre os tomadores de decisão entrevistados, 31% pretendem investir na modernização de processos nos próximos 12 meses, 31% em até 24 meses, 19% em mais de 24 meses e apenas 8% não têm investimentos planejados.

Baixe e leia a pesquisa completa iDX Business Digitalization.

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Estudo revela prioridades de digitalização dos negócios no Brasil

A Salesforce, líder mundial em CRM, e a consultoria em inteligência de mercado IDC acabam de divulgar os resultados do iDX Business Digitalization, um Benchmark de Digitalização dos Negócios no Brasil que entrevistou executivos de 100 empresas com mais de 500 funcionários. O intuito do levantamento é medir o avanço na transformação digital que as empresas estão aplicando aos recursos que usam para interagir com seus clientes, ou seja, nas áreas de vendas, marketing e atendimento a clientes. Em uma escala que varia de 0 a 100 pontos, o índice geral de digitalização dos negócios atingiu 67,5. No que diz respeito aos pilares que compuseram o estudo, Mobilidade chegou a 80, seguido por Velocidade e Produtividade (77), Inteligência (56,5) e Conectividade e Integração (41,5).

A Mobilidade está entre os elementos mais importantes usados pelas empresas para a transformação da força de trabalho no Brasil. O estudo aponta que o smartphone é o dispositivo preferencial das companhias, ainda que mais de 61% usem tablets. As empresas entrevistadas afirmam custear o plano de dados dos funcionários para celulares (88%) e para aparelhos maiores, como tablets e notebooks (86%). “Estamos na ‘Era do Cliente’, por isso o relacionamento com esse público deve ser mais consultivo e engajador em todos os pontos de contato. Pelo que o estudo constatou, a mobilidade tem trazido ganhos expressivos na agilidade e produtividade dos colaboradores, mas é hora de gerar mais valor ao cliente ao se integrar melhor o CRM a outras aplicações de negócio”, diz Daniel Hoe, diretor de Marketing da Salesforce para a América Latina. Segundo o estudo, apenas 30% das empresas têm o CRM disponível em equipamentos móveis, ao passo que 96% contam com o e-mail corporativo acessível a partir de smartphones e tablets.

Quando se trata de Velocidade e Produtividade, Tecnologia se mostrou a área prioritária para investimento em digitalização de processos nos próximos 12 meses, seguida de Operação, Compras, Marketing e Atendimento. Os setores de manufatura e comércio deverão concentrar os esforços no departamento de Vendas neste período. A pesquisa mostra que 58% das empresas afirmam estar no mesmo ritmo de seus concorrentes e só 15% delas se percebem à frente na transformação. “O benchmark pode ser uma ferramenta essencial para que as organizações tenham a visão clara de onde precisam melhorar. Estamos otimistas, porque 47% delas já identificaram a necessidade de se digitalizar e 30% dizem ter uma evolução mais estruturada”, afirma Luciano Ramos, gerente de pesquisa e consultoria da IDC.

Entre os pilares que basearam a pesquisa, Inteligência obteve o terceiro maior índice. O estudo destaca a presença da Inteligência Artificial (IA) nas áreas de Vendas, Atendimento ao Cliente e Marketing. Quando se analisa a performance de cada segmento, o comércio é o que sai na frente. Entretanto, ainda há uma desconexão entre a informação gerada por meio de ferramentas analíticas e o acesso a partir de qualquer dispositivo, já que apenas 58,3% contam com este tipo de solução que traz a informação até o tomador de decisão, esteja ele com um smartphone em campo ou um computador no escritório. A Salesforce está engajada em promover uma conscientização sobre IA, desenvolvendo soluções como Einstein Vision para reconhecimento de imagens em redes sociais, realizando encontros como World Tour e Dreamforce, além de disponibilizar a plataforma gratuita de treinamento online Trailhead para disseminar o assunto.

O pilar com pontuação mais baixa no benchmark realizado pela IDC e a Salesforce foi Conectividade e Integração. “A importância da integração dos processos de marketing, vendas, equipes de atendimento ou de campo, está bastante clara dentro das organizações. Mas a baixa prioridade dada ao tema é responsável pela não implementação de soluções que tragam ganhos de produtividade e escalabilidade para as empresas, que estão postergando ações nesse sentido”, explica Luciano Ramos, da IDC.

Recurso para aumento de produtividade e alcance, a automação de processos não é usada de maneira integral nas empresas para as áreas de marketing, vendas e equipes de campo. Tal automação viabiliza uma escalabilidade de atendimento que, se contratada adequadamente, permitiria a essas organizações atender de forma ágil e econômica tanto os crescimentos quanto as retrações de mercado. Já com relação a Cloud, a maturidade é bem maior e apenas 8% das empresas não a têm em seus planos. Entre os tomadores de decisão entrevistados, 31% pretendem investir na modernização de processos nos próximos 12 meses, 31% em até 24 meses, 19% em mais de 24 meses e 8% não têm investimentos planejados.

Metodologia – O benchmark se baseia em uma pesquisa inédita com 100 empresas com mais de 500 funcionários, dos mais diversos segmentos de atuação, feita por meio de entrevistas conduzidas pela IDC. Também foram utilizadas informações existentes da IDC Brasil e da IDC global, além de informações de mercado sobre o tema para suportar e construir a base qualitativa do projeto. O estudo considerou ainda organizações com diferentes faturamentos para chegar nos índices apresentados ao final do trabalho. Constatou-se que 11% dos executivos de negócios possuem poder de influência ou decisão sobre o processo de transformação digital. Quanto aos executivos de TI, 79,8% influenciam a transição e 20,2% são responsáveis por decidir o futuro da companhia neste sentido.

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IBM e Salesforce intensificam parceria estratégica

A IBM e a Salesforce, líder global em CRM, acabam de anunciar a expansão de sua parceria estratégica. Os serviços do IBM Cloud e Watson serão integrados ao Salesforce Quip e Service Cloud Einstein para que as empresas se conectem aos clientes, colaborem mais e obtenham melhores insights.

A expansão abriu caminho para a Salesforce selecionar a IBM como principal provedora de serviços de nuvem, e à IBM, por sua vez, escolher a Salesforce como principal plataforma de engajamento com clientes para vendas e atendimento.

“O sucesso dos nossos clientes é o principal objetivo da Salesforce e estimula medidas como a aliança estratégica com a IBM”, diz Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “A combinação do IBM Cloud e do Watson com o Salesforce Einstein e Quip vai entregar ainda mais inovação para conectar empresas a seus clientes de novas maneiras, com suporte das tecnologias de nuvem e de inteligência artificial”.

Como parte da expansão da parceria, a IBM vai desenvolver os novos aplicativos IBM Watson Quip Live para integrar as duas soluções. Os apps serão interativos e personalizados e estarão ligados a todos os documentos do Quip, para aumentar a eficiência das equipes de vendas ao longo de todo o ciclo de oportunidades. Com a plataforma de criação e edição de documentos do Quip, é possível compilar todo o conteúdo relevante de um projeto em um único documento, eliminando a necessidade de trabalhar em várias janelas e aplicativos ao mesmo tempo.

“A escolha da IBM para fornecer serviços de nuvem à Salesforce demonstra a capacidade do IBM Cloud de ajudar as empresas a transformarem seus modelos de negócios”, diz Ginni Rometty, presidente e CEO da IBM. “A expansão da parceria pretende combinar as forças do Watson e do Einstein para ajudar empresas a tomarem decisões mais inteligentes”.

Com a primeira integração entre IBM e Service Cloud, as empresas vão contar com os recursos do IBM Watson e do Service Cloud Einstein, que vão entregar recomendações orientadas por Inteligência Artificial (IA) para determinar as próximas ações. Com a análise preditiva orientada por IA, é possível criar interações personalizadas e acionadas por clientes com base na última ligação ou mensagem, ajudando a construir conexões mais sólidas.

O anúncio fortalece a parceria divulgada anteriormente pela IBM e pela Salesforce, com o objetivo de oferecer soluções integradas e IA para dar suporte a decisões mais rápidas e inteligentes. Com mais de quatro mil clientes em comum, a parceria já ajudou muitas empresas a implementar as novas soluções do Watson para intensificar a conexão com seus clientes. A Autodesk é um exemplo delas.

“A aliança entre a Salesforce e a IBM não podia ser melhor”, diz Rachael Cotton, gerente sênior de engajamento de serviços automatizados da Autodesk. “A Salesforce armazena enormes volumes de dados de clientes de empresas como a Autodesk, e muitos deles não são usados para nada. Ao combinar a IA do IBM Watson e IBM Cloud com os insights da Salesforce, a Autodesk pôde compreender melhor seus clientes e transformar a experiência entregue a eles”

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Como a nuvem impactará a geração de emprego e movimentará a economia global

Por Mauricio Prado, presidente da Salesforce Brasil

A tecnologia na nuvem cada vez mais se consolida como um importante e indispensável catalisador da capacidade de inovação e transformação digital. Projeções indicam que, conforme os anos avancem, a cloud computing vai impactar ainda mais a economia, gerando empregos e aumentando os ganhos de empresas de todos os setores.

O estudo Salesforce Economy realizado pela IDC e patrocinado pela Salesforce reforça essa percepção. Prevê-se que entre 2016 e 2022 a Salesforce e seu ecossistema de clientes e parceiros estimularão a criação de 3,3 milhões de novos empregos e injetarão mais de US$ 859 bilhões em novas receitas de negócios em todo o mundo.

O cliente no centro de tudo e a nuvem ao seu redor

O cenário positivo projetado pela pesquisa é resultado do aumento da capacidade de inovação em TI proporcionado pela nuvem, tecnologia que embasa todos os nossos serviços. É a partir dela que as empresas conseguem inovar mais e desenvolver projetos de maneira mais acelerada e com menores custos operacionais.

Para chegar a esse resultado, é preciso conhecer muito bem o consumidor utilizando como base o uso de ferramentas como o Big Data e a Inteligência Artificial – fundamentais para traçar os perfis do seu público. Com a combinação dessas duas tecnologias, é possível ler traços em comum entre as pessoas, identificar temas de interesse e até perceber o lapso de tempo da interação de cada uma. A partir dessas informações também é possível antecipar-se aos desejos do público, prever tendências e direcionar as estratégias das empresas de uma maneira muito mais assertiva.

Cenário positivo para o Brasil

A pesquisa também analisou o impacto dos serviços da Salesforce em alguns países isoladamente e, pela primeira vez, o Brasil entrou nessa lista. A projeção prevê que a Salesforce e seu ecossistema contribuam com a geração de US$ 27 bilhões em receitas apoiadas inclusive pela criação de 195 mil empregos diretos em apenas seis anos. Só em 2018, serão mais de 37 mil novos empregos diretos no País.

Tem sido um deleite comprovar como ajudamos organizações a alcançar padrões de relacionamento diferenciados com seus clientes e a desenvolver novos caminhos de carreira e negócios para aumentar o crescimento, apesar dos desafios macroeconômicos. Acredito que parte dessa grande motivação vem de compartilharmos uma plataforma de aprendizado online e gratuita para que qualquer internauta possa desenvolver soft skills assim como aprender a utilizar nossas soluções e responder às demandas de negócios, algo que faz parte da rotina de desenvolvedores, administradores da plataforma e dos próprios usuários. A superação dos desafios da Era do Cliente é recompensada pelas enormes oportunidades de ampliar os negócios para empresas e instituições de todos os portes e setores.

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Salesforce e Google formam nova parceria estratégica

A Salesforce e o Google, ambos líderes do setor nativo na nuvem, acabam de anunciar uma parceria estratégica para possibilitar experiências inteligentes e colaborativas para clientes.

Como parte do acordo, a Salesforce designou o Google Cloud como o provedor preferencial de nuvem pública para suportar a base de clientes global em rápida expansão da empresa. A Salesforce planeja usar o Google Cloud Platform para os seus principais serviços, como parte da expansão internacional da infraestrutura da empresa.

“Nossa parceria com o Google representa o melhor dos dois mundos”, disse Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “Nunca houve uma maneira tão fácil para as empresas executarem todos os seus negócios na nuvem – desde aplicativos de produtividade, e-mail e análises, até aplicativos de vendas, serviços e marketing, essa parceria ajudará a tornar nossos clientes mais inteligentes e produtivos”.

Além disso, as empresas oferecerão novas integrações que conectem o Salesforce, plataforma CRM líder no mundo, com o G Suite, a produtividade transformadora do Google e os seus serviços de colaboração em equipe, permitindo que os clientes façam emergir a poderosa inteligência de clientes a partir de uma perfeita ligação entre Salesforce Lightning, Quip, Gmail, Hangouts Meet, Google Calendar, Drive, Docs e Sheets. Para permitir que os mais de 150 mil clientes da Salesforce atinjam rápida e facilmente os ganhos de produtividade que se tornaram possíveis ao reunir essas soluções, os clientes qualificados da Salesforce que ainda não conheçam os crescentes serviços de produtividade e colaboração do Google poderão usar o G Suite sem qualquer custo por até um ano (são aplicáveis restrições, veja aqui).

“Esta parceria é natural; juntos, o Salesforce CRM e o G Suite permitirão que as equipes funcionem de forma mais produtiva. Nossa oferta sem qualquer custo por até um ano permite que os clientes qualificados da Salesforce experimentem o impacto transformador do G Suite. Também estamos amimados para que a Salesforce anuncie que seus serviços principais serão executados em nossa Nuvem e que as Nuvens de Vendas e Marketing da Salesforce (Salesforce Sales Cloud e Salesforce Marketing Cloud) estarão aprimorando os insights do Google Analytics 360, que também foi construído no Google Cloud”, disse Diane Greene, CEO do Google Cloud. “Esta será uma grande vitória para nossos clientes e parceiros”.

As empresas também integrarão completamente o Salesforce com o Google Analytics, conectando perfeitamente, pela primeira vez, dados de vendas, marketing e publicidade entre o Salesforce Sales Cloud, o Salesforce Marketing Cloud e o Google Analytics 360. Os clientes poderão obter novos insights sobre os clientes para que possam oferecer a experiência mais relevante – seja falando com uma pessoa de vendas, abrindo um e-mail, visitando um site, clicando em um anúncio ou pesquisando no Google.

Além disso, como parte do acordo, o Google continuará a usar o Salesforce como seu provedor preferencial de CRM para se engajar com seus clientes em nuvem de maneiras novas e significativas, enquanto o Salesforce continuará usando o G Suite como seu provedor preferencial de e-mail e produtividade.

“Google e Salesforce estão se unindo para enfrentarem um dos maiores desafios que nossos clientes enfrentam – conectar os insights em seu CRM aos ricos dados de suas análises”, disse Sridhar Ramaswamy, VP Sênior de Publicidade e Comércio do Google. “Pela primeira vez, nossos clientes irão se conectar perfeitamente com o que acontece nas vendas, marketing e publicidade, e realizarão ações em todas as nossas plataformas de anúncios e no Salesforce”.

Como parte da parceria estratégica global, as empresas entregarão inicialmente as seguintes integrações:

Conectar o Salesforce com o G Suite: será possível emergir a inteligência do cliente de forma perfeita entre o G Suite, que já está sendo usado por mais de 3,5 milhões de empresas em todo o mundo, e o Salesforce Lightning e o Quip, que estão redefinindo o CRM para as empresas Fortune 500.

– Salesforce Lightning para Gmail
– Salesforce Lightning for Google Sheets
– Quip Live Apps para Google Drive e Google Calendar
– Salesforce para Hangouts Meet

Conectar as soluções de vendas e marketing líderes mundiais do Salesforce com o Google Analytics 360 Suite. O poder combinado do Google Analytics 360, Salesforce Sales Cloud e Marketing Cloud fornecerá os insights que os profissionais de marketing necessitam para gerar um engajamento mais inteligente, desde a conscientização até a conversão e a retenção.

– Salesforce Marketing Cloud e Google Analytics 360
– Salesforce Sales Cloud e Google Analytics 360

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Salesforce lança ferramenta para criação de apps com Inteligência Artificial

A Salesforce, líder global em CRM, acaba de anunciar o myEinstein, conjunto de plataforma de serviços avançados para aprendizagem automática que permite aos administradores e desenvolvedores de todos os níveis criarem aplicativos de IA (inteligência artificial) apenas com cliques, sem usar códigos. Agora, todos os Trailblazers (centenas de milhões de pessoas que usam Salesforce para inovar, transformar suas empresas e progredir em suas carreiras) têm as ferramentas ideais para oferecer experiências mais inteligentes e personalizadas aos usuários.

Todo processo e fluxo de trabalho corporativo em uma empresa tem o objetivo de ser mais inteligente e eficiente. Os funcionários precisam de mais insights do futuro e menos tarefas repetitivas. Contudo, os custos de infraestrutura, a falta de experiência e os recursos necessários para otimizar fluxos de trabalho com a inteligência artificial podem ser impeditivos. Com o myEinstein, os funcionários que estão de fato gerenciando e conduzindo processos corporativos criam e personalizam aplicativos de IA que respondem às suas necessidades específicas.

“A Salesforce reinventou a IA; com o Salesforce Einstein, ela deixou os laboratórios e chegou às mãos de usuários corporativos, que usam a solução para gerar mais de 475 milhões de previsões por dia”, diz John Ball, diretor geral e vice-presidente sênior do Salesforce Einstein. “Hoje, estamos democratizando ainda mais a IA ao possibilitar que administradores e desenvolvedores adicionem mais inteligência a cada processo e interação com clientes com o myEinstein. Nenhuma outra empresa oferece aos clientes os aplicativos para CRM e a capacidade de criar e personalizar seus próprios aplicativos com simples cliques.”

O myEinstein automatiza o processo de criação do modelo e de pontuação dos dados e personaliza modelos preditivos. Além disso, bots podem ser incorporados diretamente e com facilidade aos fluxos de trabalho. Os modelos e bots aprendem automaticamente e se aprimoram à medida que são usados, entregando recomendações e previsões precisas, personalizadas e pertinentes para o negócio.

Fazem parte do myEinstein os serviços Einstein Prediction Builder, que possibilita a criação automática de modelos de IA personalizados capazes de prever resultados de qualquer área ou objeto da Salesforce; e os Einstein Bots, que podem ser treinados para melhorar os fluxos de trabalho do atendimento ao cliente por meio da automação de tarefas, como responder a perguntas e obter informações.

Com o myEinstein, todos os desenvolvedores têm acesso à IA

O aumento da demanda por aplicativos inteligentes faz com que os desenvolvedores tenham que criá-los em uma velocidade cada vez maior. Estão integrados ao myEinstein o Einstein Language e o Einstein Vision, um conjunto poderoso de APIs lançado em junho de 2017 para capacitar desenvolvedores de todos os níveis a criarem aplicativos de CRM potencializados por IA. Com o Einstein Language for Intent, os desenvolvedores treinam um modelo que classifica a intenção oculta das consultas de um cliente a fim de encaminhar tarefas, escalar casos e personalizar campanhas de marketing de forma automática. Com o Einstein Language for Sentiment, os desenvolvedores classificam o tom de qualquer texto como positivo, negativo ou neutro, para que as empresas compreendam rapidamente a atitude dos clientes e, então, ajam de acordo. Os desenvolvedores também podem usar a visão de computação do Einstein Vision for Image Classification, que traz os recursos de pesquisa visual, detecção de marca e identificação de produtos aos aplicativos de CRM; e o Einstein Vision for Object Detection, que permite aos desenvolvedores treinar modelos para reconhecer vários objetos individuais dentro de uma única imagem, bem como a localização, tamanho e quantidade desses objetos.

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Começa o Dreamforce, maior evento de software do mundo

Os mais de 171 mil participantes assistirão apresentações de influenciadores de peso como Michelle Obama, Ashton Kutcher e Natalie Portman, além de CEOs de gigantes como IBM, YouTube e Adidas

Começou hoje a edição 2017 do Dreamforce, conferência anual da Salesforce – e maior evento de software do mundo – que aborda temas como Tecnologia, Negócios, Marketing, Networking e Inovação. O evento acontece até quinta-feira, 9 de novembro, em São Francisco, na Califórnia (EUA), com participação de mais de 171.000 pessoas, além de outras 10 milhões que acompanharão as atividades online.

Entre as mais de 2.700 programações do evento, o DF terá apresentações de executivos e influenciadores de peso como Michelle Obama (ex-primeira dama americana), Ashton Kutcher (ator e empreendedor), Ginni Rometty (CEO da IBM), Kasper Rorsted (CEO da Adidas), Susan Wojcicki (CEO do YouTube), Bozoma Saint John (Chief Brand Officer do Uber), Natalie Portman (atriz e ativista dos Direitos Humanos), Nicholas Davis (Líder de Sociedade e Inovação do Fórum Econômico Mundial) e Sylvia Acevedo (primeira latina a trabalhar na NASA), entre muitos outros.

Paralelo ao evento, acontece o Dreamfest, festival de música exclusivo para participantes do Dreamforce, onde já passaram grandes nomes como U2, Foo Fighters, Bruno Mars, Metallica, Stevie Wonder, entre outros renomados artistas. Este ano, o festival conta com shows de Alicia Keys e Lenny Kravitz.

No campo social, o tema escolhido nesta edição é a igualdade de acesso à educação e de oportunidades para todos.

Confira as apresentações online: https://www.salesforce.com/dreamforce/

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Embraer adota Salesforce para enriquecer a experiência do cliente

A Salesforce (NYSE: CRM), líder global em CRM, acaba de anunciar que a Embraer, gigante do setor aeronáutico com mais de 1.800 clientes globais e 5.600 aviões em operação atualmente, implementou o Salesforce para transformar sua conexão com os clientes e entregar experiências mais personalizadas e relevantes.

Há muito tempo a Embraer vinha usando processos manuais e sistemas desatualizados para gerenciar os negócios nos mercados da aviação comercial, militar e executiva. Consequentemente, ela não tinha uma visão total dos seus clientes, nem a capacidade de estabelecer relacionamentos mais personalizados e inteligentes. A companhia procurou a Salesforce para transformar esses relacionamentos e implementou o Sales Cloud, Service Cloud, Marketing Cloud, Community Cloud, Analytics e a Salesforce Platform. Com as soluções, a Embraer passou a centralizar as informações de cada um de seus aviões comerciais que, antes, se encontravam distribuídas em 80 bancos de dados diferentes.

Com uma visão unificada de toda a sua frota, agora a Embraer consegue compreender rapidamente a situação de cada aeronave e antecipar as potenciais necessidades das companhias aéreas. Assim, ela oferece uma interação mais proativa, desde o momento da prospecção inicial, passando pela compra da aeronave e chegando aos serviços de manutenção ao longo de todo o ciclo de vida dela.

A Embraer também usa Salesforce para dar autonomia a seus clientes: com a Community Cloud, eles acessam um catálogo de mais de 600 produtos e serviços, como Wi-Fi complementar, disposição de assentos e design interior. Assim, personalizam as aeronaves e atendem melhor seus passageiros.

“Nossa principal missão é prever o imprevisível, pois nossos clientes certamente não gostam de surpresas nem de interrupções operacionais”, diz Johann Bordais, presidente e CEO de Serviços e Suporte da Embraer. “A Salesforce nos oferece uma plataforma moderna e escalável, além de nos ajudar a alcançar uma compreensão profunda de nossos clientes para que possamos encantá-los de novas maneiras”.

“O setor de fabricação de aviões é um dos grandes propulsores do comércio e transporte globais. É essencial que os fabricantes invistam em tecnologias inovadoras para entregar melhores experiências às companhias aéreas e seus passageiros”, diz Cindy Bolt, vice-presidente sênior da Salesforce para Indústria, Manufatura e Bens de Consumo. “A Embraer entende a necessidade de adaptar-se e adotar as inovações tecnológicas para interagir com os clientes de maneira mais inteligente. Estamos muito felizes em fazer parte da jornada de transformação digital da empresa”.

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