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Black Friday: sua empresa está preparada?

Falta pouco para uma das datas mais esperadas do varejo, a Black Friday, que nesse ano acontece no dia 29 de novembro. O evento, muito tradicional nos Estados Unidos, está cada vez mais popular no Brasil, desde que chegou por aqui, oficialmente, em 2010. De lá para cá, as vendas cresceram e para 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima que o faturamento supere os 3,67 bilhões de reais, desempenho 5,8% acima do registrado em 2018.

Para aproveitar melhor essa data é preciso preparar o seu negócio e a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, listou algumas dicas que vão garantir uma Black Friday rentável e sem inconvenientes. Confira abaixo:

Prepare o seu servidor

O primeiro passo é ter um planejamento de TI especialmente pensado para a Black Friday, com uma estimava do volume de dados que será trafegado na data. Isso vai garantir a estabilidade dos seus sistemas. Se os softwares de sua empresa estiverem hospedados na nuvem, alinhe com o fornecedor para que a estrutura seja escalável. Ou seja, a capacidade de processamento aumentará no momento de pico. Agora, se servidor está dentro de casa, vale a pena adquirir ou alugar mais máquinas para suportar esse período atípico.

Se esse cuidado não for tomado, a operação estará em risco. Por exemplo, se o site do e-commerce trava, os pedidos não são enviados para o ERP faturar, e sem a nota gerada, o sistema logístico não seguirá o seu fluxo de entrega para o consumidor. Resumindo, uma falha pode ocasionar um efeito cascata.

No varejo físico, se o servidor não é robusto o suficiente, o caixa para de operar e o resultado são vendas perdidas. Se o seu planejamento prevê um alto fluxo de clientes na loja, considere abrir mais um caixa.

Cuide da sua infraestrutura com antecedência

As suas integrações estão funcionando bem? A plataforma de e-commerce está performando direitinho? Seu software de frente de caixa está em perfeito funcionamento? O emissor de nota fiscal está se comunicando bem com o governo? O ERP e as demais soluções estão ok? Chame o seu de time de TI e/ou fornecedor para debaterem juntos sobre esses pontos e considere tudo o que pode dar errado, até as hipóteses mais remotas.

Caso precise abrir mais um caixa, pense no SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos), na impressora fiscal, no TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) e em todas as obrigações fiscais. Também vale considerar a contratação de mais uma licença de software, caso o seu atual não esteja na nuvem, e um suporte diferenciado para esse período.

Porém, as alterações na sua infraestrutura de TI precisam ser feitas com no máximo 15 dias de antecedência. Mudanças em cima da hora podem trazer riscos desnecessários. Na hora da loucura, com muitos acessos ao site ou diversos clientes entrando no seu estabelecimento, o que você menos precisa é ter que lidar com um erro de sistema desconhecido.

Prepare o pós-evento

A Black Friday é dia 29 e na sequência já vem o período do fechamento contábil. Isso significa que o seu time fiscal terá trabalho multiplicado, com a conclusão do mês e o grande volume de notas da data. Verifique se a equipe está pronta para auditar essas operações e conferir se todos os tributos e impostos foram recolhidos adequadamente. Um erro nessa fase, pode significar multa que vai impactar na sua rentabilidade.

Outra área que também terá uma demanda maior é o SAC. Os profissionais precisam estar preparados para atendimentos de pós-venda, entendendo quais foram os produtos mais vendidos e aptos para solucionar diversas solicitações. Aqui um treinamento prévio é uma boa alternativa.

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Sage: Andrea Corrêa Baptista é nova diretora de marketing na América Latina

A Sage, multinacional britânica de software de gestão, anuncia Andrea Corrêa Baptista como nova diretora de Field Marketing para América Latina com base no Brasil. A executiva, que possui mais de 20 anos de experiência profissional, irá liderar o desenvolvimento e implementação dos planos de marketing da empresa. Anteriormente, Andrea atuou em cargos de gestão em multinacionais como Hewlett Packard e Hitachi Data Systems. Ela é formada em marketing pelo Mackenzie, com MBA pela FIA (Fundação Instituto de Administração).

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Devo declarar Bitcoin e outras criptomoedas no Imposto de Renda? Confira 5 dicas de especialistas tributários da Sage

Criadas em 2009, as moedas virtuais se popularizaram nos últimos anos e atraíram a atenção de diversos investidores, economistas e entusiastas em tecnologia. Isso ocorreu principalmente em 2017, quando o Bitcoin, a criptomoeda mais negociada do momento, fechou o ano com alta de 1.387%.

Com o início da temporada de declaração do Imposto de Renda para pessoas físicas, a necessidade de reportar as transações destas moedas vem causando dúvidas em diversos brasileiros. “Devido ao fenômeno das moedas virtuais, temos recebidos muitas questões sobre o assunto em nossa consultoria”, diz o coordenador-técnico editorial da Sage Brasil, Valdir de Oliveira Amorim.

Para esclarecer dúvidas sobre a novidade, a consultoria tributária da multinacional britânica de software de gestão Sage aponta 5 dicas. Confira abaixo:

1)É necessário declarar as criptomoedas – Bitcoin e as altcoins (moedas virtuais alternativas) – no Imposto de Renda?

Sim, todo bem e direito precisa ser declarado caso o contribuinte esteja obrigado à entrega da declaração. É preciso informar qualquer movimentação relacionada ao bem, seja na compra ou na venda. Sendo importante analisar a variação patrimonial para que o impacto no caixa seja informado de maneira correta.

2)Quem deve declarar as moedas virtuais?

Todos os residentes no Brasil que em 2017 receberam rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 e negociaram criptomoedas sujeitas a tributação.

3)De qual maneira se declara as criptomoedas?

No programa disponibilizado pela Receita, o contribuinte deve acessar o quadro “Bens e Direitos”, código 99 (outros bens e direitos), e descrever a data da compra, a quantidade de moedas, a cotação unitária em moeda corrente nacional e o valor total da compra em moeda corrente nacional.

4)Quais alíquotas de imposto são pagas?

O imposto é pago por ocasião da venda das moedas por valor superior a R$ 35 mil. Abaixo desse valor é considerado bem de pequeno valor isento de imposto.

Se o valor da venda for superior, o imposto deve ser pago no último dia do mês seguinte à data da venda. Deve-se apurar o ganho de capital por meio do programa do GCAP2017 (Programa de Apuração dos Ganhos de Capital), sujeito ao IR pelas alíquotas progressivas, de acordo com os tópicos abaixo.

– 15% (quinze por cento) sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais);

– 17,5% (dezessete inteiros e cinco décimos por cento) sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) e não ultrapassar R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais);

– 20% (vinte por cento) sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) e não ultrapassar R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais); e

– 22,5% (vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento) sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais).

(FUND: Arts. 1º da Lei nº 13.259/2016 e Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 3/2016).

5)Doações realizadas por moedas digitais também precisam ser declaradas?

Em São Paulo, doações superiores a 2.500 UFESP devem ser declaradas, pois estão sujeitas ao ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). No ano de 2017, esse valor corresponde a R$ 62.675,00. Já em 2018, a R$ 64.250,00. Como esse tributo é estadual, os valores variam de estado a estado. Para verificar o de onde reside, consulte a Receita Federal.

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Até o Carnaval, burocracia já custou R$10 bilhões para as empresas brasileiras

O Carnaval acabou, para algumas pessoas o ano está apenas começando, e as micro, pequenas e médias empresas brasileiras já gastaram cerca de 3 dias de trabalho dedicado com gestão burocrática, gerando um custo de aproximadamente R$ 10 bilhões em produtividade.

A informação é indicada pelo Termômetro de Produtividade para MPMEs da Sage, multinacional britânica de software de gestão.

No Brasil, as pequenas empresas gastam mais de 20% das horas de trabalho de seus funcionários ao longo do ano exclusivamente com atividades ligadas à área administrativa. O complexo cenário tributário brasileiro desafia empreendedores e profissionais ligados à área de contabilidade para manter a saúde financeira e as empresas em compliance.

De acordo com Jorge Santos Carneiro, presidente da Sage Brasil e América Latina, “esses profissionais precisam ser liberados de afazeres manuais, que podem ser feitos com maior rapidez e eficiência quando digitalizados. E é isso o que a Sage oferece ao mercado: tecnologia e sistemas de gestão que são verdadeiros aliados do dia a dia de trabalho desses profissionais”.

O Termômetro de Produtividade da Sage calcula o custo do tempo alocado pelos donos de pequenos negócios de 11 países, incluindo o Brasil, com afazeres como emissão de notas, pagamentos, recrutamento e RH e contabilidade ao longo do ano. As informações que alimentam o termômetro, disponível no site da Sage http://www.sage.com/company/business-builders/reduce-your-admin-burden, têm como base um estudo econômico global feito pela consultoria Plum para a empresa.

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Sage conquista 5 troféus no International Stevie Awards

A Sage, líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas acaba de conquistar cinco troféus na 14ª edição da premiação International Stevie Awards, nas áreas de Relações Públicas e Comunicação Interna.

Com um troféu de ouro, um de prata e três de bronze, em cinco diferentes categorias, a empresa segue o caminho adotado por Jorge Santos Carneiro, presidente da empresa no Brasil desde 2014, de valorizar as práticas de comunicação a fim de engajar seus colaboradores e comunidades nas áreas onde a companhia atua.

“Receber cinco prêmios no Stevie Awards é muito gratificante e uma amostra de que estamos seguindo o caminho certo. O alto engajamento das nossas pessoas foi essencial para o sucesso das iniciativas. Agradeço imensamente cada um dos colegas da Sage Brasil pelo trabalho e dedicação. Esses prêmios são de todos vocês”, aponta Jorge Santos Carneiro, Presidente da Sage Brasil e América Latina.

A empresa recebeu o Stevie Awards de Ouro na categoria de Comunicação Interna por sua campanha inovadora para transformar o Sage One, emissor e armazenador de nota fiscal eletrônica na nuvem, em um case de sucesso no Brasil.

A Sage ainda ganhou o Stevie Awards de Prata com o case de sucesso da atuação da Sage Foundation no Brasil e 3 troféus Stevie Awards de Bronze com o case do Sage One para lançamento de novo produto, o Clube do Contador para Marketing B2B e Sage Foundation para a categoria Relações com a Comunidade.

O International Stevie Awards existe desde 2003 e, neste ano, teve mais de 3.900 inscrições de empresas e executivos de mais de 60 países. A cerimônia de premiação desta edição ocorrerá no dia 21 de outubro, em Barcelona, Espanha.

Para conferir a lista completa dos vencedores, acesse o site: http://stevieawards.com/iba/public-relations-awards-winners-0.

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Boleto registrado: conheça as principais mudanças

Desde o início de julho, boletos bancários com valores superiores a R$ 50 mil passaram a ser, obrigatoriamente, registrados.

O registro dos boletos bancários vai alterar a rotina tanto de consumidores, quanto das empresas, pelo fato do boleto ser uma das principais formas de pagamento dos brasileiros. De acordo com a Febraban, cerca de 3,6 bilhões destes documentos são emitidos anualmente no país.

Um dos principais motivos da popularidade do boleto é a simplicidade de emissão e pagamento. Um exemplo disso é que cerca de 50 milhões de pessoas economicamente ativas o utilizam para realizar compras no e-commerce, mesmo sem possuir contas em banco.

Mas como essa mudança irá atingir as empresas e os consumidores? Especialistas da Sage, além de explicar a diferença entre o boleto registrado e sem registro, apontaram as principais vantagens e desvantagens da medida.

O que muda?

Nos boletos registrados, o banco toma ciência do boleto a partir da geração, isto é, há um código registrado no sistema do cliente e do banco que o identifica. Isso possibilita o acompanhamento detalhado das transações que utilizam esse meio de pagamento, assim como o documento pode servir como título de protesto, no caso de inadimplência.

Os boletos sem registro são passíveis de fraude, pois o banco toma conhecimento do documento após o pagamento, dificultando a associação do valor com o cliente que o emitiu, abrindo margem para fraudes na geração ou adulteração dos códigos de barras por terceiros.

A obrigatoriedade do registro dos boletos seguirá a seguinte progressão.

Fonte: https://portal.febraban.org.br/pagina/3150/1094/pt-br/servicos-novo-plataforma-boletos

Vantagens do boleto registrado:

– Gestão da carteira. É possível saber quem pagou, o que pagou e quando pagou.
Conciliação e relatórios de gestão.

– Maior segurança e entrega eletrônica por meio do DDA – Débito Direto Autorizado.

– Uso dos boletos como lastro em operações de crédito (sujeito a análise de crédito nos bancos).

– Maior comodidade, pois permite o pagamento vencido em qualquer banco pelo DDA ou pela atualização do boleto no site do banco emissor.

Desvantagens:

– Processo gera burocracia para o empresário e custos adicionais.

– Consumidor pode ser protestado automaticamente se não pagar o boleto no prazo.

– O cancelamento do boleto gera cobrança.

– Cerca de 75% dos consumidores preferem pagar através do boleto bancário por causa das baixas taxas, segundo uma pesquisa feita pela E-commerce Brasil em parceria com o Sebrae. Com o aumento dos tributos, pagamento via boleto pode passar a ser menos interessante, tanto para o consumidor, quanto para os comerciantes.

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Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica já está presente em mais de 20 estados brasileiros; entenda os benefícios

Obrigatória em grande parte do país para empresas do varejo e contribuintes, a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), já faz parte da rotina de milhares de empresários brasileiros.

Além de eliminar o uso de papel e desburocratizar a emissão de cupons fiscais, realizando uma comunicação direta com a Secretaria de Fazenda (Sefaz), a NFC-e reduz tarefas do contador e de empresários após a venda. “A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica substitui o Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), facultando o uso de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pelo Fisco”, explica Alexandre Willye, diretor da Unidade de Negócios de Start-up da Sage.

Além disso, a NFC-e possibilita o uso de novas tecnologias móveis – como a emissão por meio de tablets e smartphones – e a integração de plataformas de vendas físicas e virtuais.

Segundo o especialista, existem sistemas informatizados disponíveis no mercado que realizam a emissão das NFC-e, auxiliando os empresários a cumprirem suas obrigações fiscais. O Sage One, fabricado pela Sage, é um deles. Voltada às empresas e escritórios de contabilidade para emissão ilimitada de notas fiscais eletrônicas, a solução já vem com certificado digital incluso. “Basta cadastrar uma vez o regime tributário para trabalhar com processos automatizados de onde e como quiser. É simples de usar e oferece autonomia necessária para o empresário focar no crescimento dos negócios”, afirma Willye.

Principais benefícios da NFC-e:

– Substitui o uso do Emissor de Cupom Fiscal;

– Permite a utilização de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pela SEFAZ;

– Envio imediato das notas após a finalização de cada venda ou em lotes pela internet;

– Possibilidade de uso de novas tecnologias de mobilidade

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Mais de 80% dos colaboradores da multinacional Sage praticam ações voluntárias

De cada dez brasileiros, três já realizaram alguma ação voluntária na vida, segundo pesquisa do Datafolha. Inseridos nessa estatística, estão os mais de mil funcionários da Sage Brasil, que, por meio de um modelo pioneiro de filantropia corporativa, adotaram o costume genuíno de ajudar o próximo.

Presente em 23 países e líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas, a britânica Sage trouxe ao país desde outubro de 2015 a instituição Sage Foundation, com o modelo de filantropia “2 + 2 + 2”.

O modelo que vem transformando a vida dos funcionários da Sage no Brasil e das comunidades por onde a empresa atua, baseia-se em disponibilizar 5 dias úteis por ano para os funcionários praticarem o voluntariado, o que significa 2% do tempo de trabalho, além de disponibilizar 2% de seu caixa e conceder duas licenças de produtos às instituições beneficiadas, organizações não-governamentais e iniciativas sociais. Concluindo, portanto, o “2 + 2 + 2” – tempo, recursos e tecnologia por um futuro sustentável.

Desde doação coletiva de sangue até aulas de administração de empresas para entidades carentes, passando por reformas em comunidades e ações com jovens e idosos, a Sage Foundation já apoiou mais de 100 instituições e conquistou mais de 23 mil horas de voluntariado. “O trabalho voluntário que faço em um orfanato é gratificante! Tem um papel importante no resgate de uma forma de ajudar as pessoas. São cidadãos que, lá na frente, reconhecerão a ajuda recebida. Isso não tem preço, tanto para quem pratica quanto para quem recebe”, conta o funcionário Alex Cervino de 34 anos.

Os colaboradores da Sage engajam com uma programação frequente de ações nas regiões de Porto Alegre, Curitiba, Americana (SP), São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, e sempre com histórias emocionantes a serem contadas. Nesta sexta-feira (14), por exemplo, em comemoração ao Dia da Caridade, alguns colaboradores, em parceria com a instituição Habitat for Humanity, reformarão casas na comunidade de Heliópolis, em São Paulo.

“No início, implantar o trabalho voluntário no Brasil foi um desafio. Grande parte dos nossos colaboradores não estava acostumada a realizar atividades de voluntariado e não se sentia confortável em sair do trabalho para realizar qualquer ação fora dali” conta Jorge Santos Carneiro, Presidente da Sage Brasil e América Latina, que afirma que hoje em dia a prática do voluntariado estendeu-se para além do ambiente corporativo. “Muitos colaboradores passaram a atuar nas entidades também durante fins de semana e envolveram suas famílias. Agora, posso afirmar que a prática de voluntariado se tornou um processo endêmico na Sage Brasil”, ressalta Jorge

Promover sustentabilidade social, econômica e oportunidades de empreendedorismo nas comunidades onde atua são princípios que norteiam a atuação da Sage, tanto em nível global quanto nacional.

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eSocial deve impactar as rotinas administrativas e contábeis das empresas a partir de 2018

O eSocial, novo instrumento de unificação da prestação de informações referentes à escrituração digital das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, deve mudar as rotinas administrativas das empresas brasileiras a partir de janeiro de 2018. Com ele, a prestação das informações será eletrônica, substituindo o preenchimento e a entrega de formulários e declarações físicas.

Por meio desta plataforma online, as empresas farão o armazenamento da escrituração digital colocando-as à disposição dos órgãos competentes, como Receita Federal, INSS, Ministérios da Previdência Social e do Trabalho.

No entanto, a adaptação para as novas exigências promete ser trabalhosa para as empresas, em face do volume de dados que terão de ser inseridos no sistema. “As empresas deverão se organizar e se atualizar principalmente no aspecto da legislação, além de ficar atentas ao funcionamento e aos prazos do eSocial, para evitar possíveis falhas no envio das informações”, alerta Sílvio Senne, consultor IOB da Sage.

Quando e quais empresas serão afetadas?

No primeiro mês de 2018, as empresas que faturaram a partir R$ 78 milhões no ano de 2016, transmitirão, via eSocial, as informações referentes às relações de trabalho, previdenciárias e fiscais, tais como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, aviso prévio, escriturações e FGTS.

Ficam de fora, no primeiro momento, informações relativas à segurança do trabalho e saúde, que deverão ser transmitidas a partir de julho de 2018, data em que as empresas que faturaram menos do que aquela quantia (R$ 78 milhões no ano de 2016), como microempresas, empresas de pequeno porte e MEI (Microempreendedor Individual), passarão também a transmitir os dados eletronicamente.

Quais as vantagens do eSocial?

O Governo Federal quer simplificar, informatizar e integrar informações sobre a folha de pagamento e suas obrigações. Atualmente, os dados ficam espalhados em múltiplas plataformas, dificultando o compartilhamento das informações sobre os trabalhadores.

Com o eSocial, será mais fácil assegurar que direitos e obrigações previdenciárias, trabalhistas e fiscais estejam sendo efetivamente cumpridos. O sistema permitirá melhorar a qualidade das informações, assim como reduzirá a burocracia e os custos do envio desses dados. No entanto, a responsabilidade dos profissionais da área administrativa e contábil deve crescer exponencialmente com a obrigatoriedade do eSocial. “O sistema transmitirá informações online em grande quantidade e com alto grau de importância em relação ao cumprimento da legislação vigente”, alerta Senne.

Para saber mais, acesse o Portal eSocial, que oferece conteúdo especializado sobre o programa.

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Para 64% dos pequenos e médios empresários, inteligência artificial será chave em 2017

A maior tendência tecnológica para os pequenos e médios negócios neste ano será o uso da inteligência artificial (IA).

Uma pesquisa realizada pela Sage, líder em sistemas de gestão empresarial e contabilidade, mostra que 64% dos empresários brasileiros enxergam na inteligência artificial como a principal tendência tecnológica. Os brasileiros estão à frente dos demais empresários no mundo (58%).

Além de reduzir erros e encurtar prazos, a inteligência artificial facilita na tomada de decisões a partir de um volume de dados que um profissional humano dificilmente conseguiria abarcar.

Para isso, os programas utilizam a mesma linguagem de sistemas convencionais, mas com uma lógica diferente. Em alguns casos, o sistema inteligente funciona com uma lógica simples – se a pergunta for x, a resposta é y. Em outros casos, como os estudos em redes neurais, a máquina tenta reproduzir a lógica do pensamento humano em que as informações vão sendo transmitidas de uma célula a outra, combinando dados para encontrar uma solução. “Os empresários brasileiros enxergam na inteligência artificial a oportunidade para mudar positivamente a forma como inúmeras tarefas são feitas, otimizando tempo e proporcionando eficiência”, avalia Jorge Santos Carneiro, presidente da Sage Brasil e América Latina.

Ainda de acordo com o levantamento, a maioria dos brasileiros (66%) enxerga os benefícios do uso da inteligência artificial e dos bots na organização da vida profissional e dos negócios. No mundo, essa média cai para 47%, demonstrando maior receio por parte dos empresários quando o assunto é a inclusão das novas tecnologias na rotina de trabalho.

Os chamados Chatbots, ou simplesmente Bots, estão cada vez mais presentes no dia a dia das empresas. Por meio desses robôs, é possível realizar determinadas funções sem a necessidade de baixar ou instalar um aplicativo. Isso porque os bots funcionam como assistentes específicos para cada situação, “traduzindo” a conversação em linguagem natural entre um usuário e um aplicativo. Conversando com ele, os empresários podem, por exemplo, emitir uma nota fiscal de forma rápida e simples. Por meio de um bate-papo, o usuário informa os dados solicitados e o assistente virtual é capaz de interpretar as informações e, em seguida, gerar a nota.

A pesquisa foi realizada em 19 países, com 5.500 empreendedores. No Brasil, foram ouvidos cerca de 530 empresários, a maioria entre 30 e 44 anos.

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Seis tecnologias que vão revolucionar as PMEs

Chatbots, inteligência coletiva e blockchains parecem ser termos quase incompatíveis a um pequeno negócio? Para quem está hoje dentro do mercado de software na nuvem, é importante entendê-los e tentar trazer seus conceitos para o dia a dia.

Se você é empreendedor, não pode deixar de conhecer as tendências em tecnologia que prometem mudar a forma de conduzir os negócios – e a sua empresa – em 2017. “Qualquer tamanho de negócio terá de ligar o radar para as novidades em tecnologia, mesmo que sua empresa não seja exatamente da área, já que a transformação está acontecendo de maneira intensa”, afirma Klaus Michael Vogelberg, Chief Technology Officer da Sage.

Os empresários devem ficar atentos às oportunidades que as inovações tecnológicas podem trazer para seu negócio, permanecendo competitivos e oferecendo serviços de alto nível.

E essas tendências terão papel fundamental nos próximos anos para as PMEs, pois elas podem ter alto impacto tanto na produtividade, ao simplificar a gestão quanto na competitividade das empresas, oferecendo novas oportunidades e modelos de negócio.

Conheça as tendências que vão revolucionar os negócios em 2017:

1. Chatbots

Interfaces autônomas como chatbots ou agentes digitais vão se tornar cada vez mais comuns em diferentes dispositivos para que os empresários façam a gestão de seus negócios. Essas interfaces vão mudar de forma significativa como humanos e computadores trabalham e se relacionam entre si. Enquanto no passado as pessoas usavam o teclado ou o mouse para interagirem com seus computadores, gradualmente começarão a conversar com os sistemas por gestos, como movimento das mãos, cabeça ou olhos. A experiência do usuário se tornará não apenas mais conveniente, mas também mais divertida – os sistemas trabalharão de maneira autônoma e terão capacidade de autoaprendizagem. Em alguns casos, o software poderá agir sem a participação do usuário, ou perguntar mesmo sobre algo uma única vez e utilizar essa informação para atividades futuras.

Em junho de 2016, a Sage lançou globalmente o seu primeiro chatbot de contabilidade, o Pegg. Voltado a pequenas e médias empresas, o sistema atua como um assistente inteligente que permite aos usuários acompanharem despesas e gerenciarem as finanças, utilizando aplicativos de mensagens como Facebook Messenger e Slack. No Brasil, o chatbot é capaz de emitir notas fiscais de serviço por meio de um bate-papo com o assistente virtual. Para isso, basta que o usuário cadastre qual o serviço prestado e em nome de quem deve ser feita a emissão da nota. O bot já será capaz de interpretar os dados e gerar a nota, ocultando complexidades da contabilidade e permitindo que os empresários administrem as finanças a partir de conversas e realizando o processo de forma tão simples quanto escrever uma mensagem. Ao digitalizar uma informação de forma instantânea, o incômodo do arquivamento de recibos e despesas acaba, assim como a necessidade de papel e de registro de dados.

2. Inteligência Artificial

A inteligência artificial e coletiva é outra tendência a que os empreendedores devem estar atentos. Com o aumento do volume de dados gerado por diferentes dispositivos e a análise de dados se tornando cada vez mais acessível, as empresas precisam encontrar maneiras de extrair conhecimento da riqueza atual do Big Data.

A Sage aconselha que as PMEs trabalhem conjuntamente. Se pequenos e médios empreendedores juntarem forças e dividirem, por exemplo, o computer power e os dados com outras companhias de forma estruturada e sistemática, elas podem se beneficiar dessa colaboração recebendo uma maior e melhor base de informações e uma inteligência de dados superior. Similar a mecanismos de crowdsourcing, essa rica base de dados possibilitaria às empresas entenderem melhor o comportamento dos consumidores, suas necessidades, o que oferecer a eles e em quais áreas investir.

3. Blockchain

Criado para organizar transações de bens digitais entre as duas partes de uma forma totalmente inovadora, os empreendedores também devem analisar cuidadosamente se a nova tecnologia de blockchain pode impactar os atuais modelos de negócio e como isso se daria. Particularmente, todos os negócios que trabalham como intermediários entre duas partes – como advogados, imobiliárias ou corretores financeiros – podem ser afetados por essa nova abordagem. Inclusive os contadores também podem ser impactados na forma como farão negócios no futuro, já que a blockchain pode eliminar uma parte significativa da carga de trabalho – como o controle e agendamento de transações, transferência de dinheiro ou pagamento de faturas – executado atualmente por profissionais destas áreas.

Ao invés de serem utilizados intermediários como bancos, autoridades estatais ou plataformas de negócio, as blockchains permitem que as pessoas transfiram esses ativos de uma forma direta e segura, o que representa uma forma totalmente nova de organizar transações de ativos digitais entre as duas partes. Um registro descentralizado e compartilhado, essencialmente um banco de dados de ativos divididos entre vários participantes, aliado a algoritmos cripto-econômicos, servem de base tecnológica para uma blockchain.

Todos os participantes de uma blockchain (os chamados nodes) têm acesso ao registro compartilhado, que contém um inventário com todos os ativos digitais relevantes. Todas as partes dessa rede possuem suas próprias cópias idênticas do registro. Quaisquer mudanças feitas são aplicadas em todas as cópias em questão de minutos, ou até mesmo segundos. Desta forma, o sistema é transparente e dá segurança aos participantes sem a necessidade de que qualquer outra autoridade legitime a operação.

4. Uso do dinheiro

A forma pela qual as pessoas utilizam o dinheiro e transferem seus pagamentos de uma conta para outra mudou de forma notória: hoje os aplicativos possibilitam que usuários realizem pagamentos de forma fácil e que façam compras por dispositivos móveis ou websites. Por outro lado, sistemas de contabilidade são pouco amigáveis aos usuários e menos integrados. Por exemplo, é comum que as empresas não tenham a possibilidade de realizar pagamentos de faturas ou controlar facilmente suas transações financeiras entre parceiros, fornecedores ou os respectivos bancos com apenas um clique.

Em 2017, novas soluções permitirão que as empresas estabeleçam pagamentos de ponta a ponta, com seus fornecedores e clientes. Isso possibilitará que os canais de pagamentos se tornem onipresentes, imediatos e disponíveis a qualquer momento, e serão totalmente integrados aos sistemas de contabilidade. Todas as partes, como plataformas de comércio eletrônico, bancos, fintechs ou parceiros, serão beneficiados pelos padrões de programação (API), que poderão ser usados para criar novos serviços e que possibilitarão processos integrados e totalmente automáticos de pagamentos e transações financeiras.

5. Infraestrutura

Em 2017, mais empresas – pequenas e médias – irão substituir seus software locais e autônomos por soluções integradas e em nuvem, que operam em plataformas, como a Salesforce.com. Tal plataforma oferece a seus usuários acesso a inúmeros aplicativos de negócios e serviços integrados. Além disso, as companhias também se beneficiarão com o uso de aplicativos para dispositivos móveis de plataformas como a operada pela Apple Mobility Partner Program.

O grande benefício dessas plataformas é que oferecem, até para as menores empresas, acesso a soluções inovadoras de software de gestão, o que seria financeiramente inviável menos de uma década atrás. As plataformas em nuvem estão democratizando a forma pela qual algumas empresas conseguem acesso a aplicativos de última geração e tecnologias inteligentes e escaláveis, já que permitem que empreendedores descubram novas formas de trabalhar por meio de uma boa infraestrutura capaz de receber qualquer tipo de informação de seus parceiros ou da Internet das Coisas (IoT), analisá-la e então criar algo novo e produtivo.

6. Internet das Coisas (Internet of Things – IoT)

A grande quantidade de dados originária de todos os tipos de sensores incorporados em máquinas, carros, celulares, roupas ou até mesmo humanos (como, por exemplo, para monitoramento médico), resultará em um verdadeiro tesouro de dados, consequentemente criando variados novos serviços.

O fluxo de dados para desenvolver o negócio de cada PME pode ser pensado da seguinte forma:

• A mecânica vai desenvolver novos serviços, como manutenção preventiva para todos os tipos de infraestrutura técnica;

• Companhias de logística irão aprimorar suas frotas de caminhão utilizando dados de trânsito de diferentes fontes, incluindo dados de cidades inteligentes, semáforos, ruas e outros veículos;

• Serviços de portaria irão desenvolver todos os tipos de vigilância com a concretização de novas tecnologias de casas inteligentes;

• Empresas de varejo e donos de lojas poderão se conectar a dispositivos de casas inteligentes, como geladeiras ou outros eletrodomésticos, para abastecer seus clientes automaticamente com bens e serviços;

• Serviços de atendimento médico móvel irão inovar no trabalho de assistência por meio de todos os tipos de novos dispositivos, a fim de aprimorar seu apoio a pessoas idosas que moram sozinhas.

As ferramentas estão disponíveis e são financeiramente acessíveis para empresas de todos os portes. Até o final do ano, muitas outras vão surgir. Aproveitando o potencial que essas tecnologias trazem, seus resultados serão mais efetivos e estarão mais protegidos, assim como o de seus clientes e parceiros.

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Sage firma parceria global com a Apple e oferece solução em tempo real para PMEs

A Sage, multinacional líder de mercado para sistemas de pagamento, contabilidade e folha de pagamento, acaba de firmar parceria global com a Apple. A partir de agora, empreendedores poderão utilizar uma série de soluções de mobilidade da Sage diretamente em seus dispositivos móveis, como iPad, iPhone e Apple Watch, para aprimorarem a gestão dos negócios. O primeiro produto disponível no sistema iOS (para América do Norte e Reino Unido) é o Sage Live, que chega ao Brasil nos próximos meses.

A interface da Apple se destaca pela simplicidade, potência e design, enquanto a Sage tem sua marca reconhecida pela expertise em contabilidade e tecnologia inteligente para pequenas e médias empresas (PMEs). O recém-lançado Sage Live para iOS vai promover avanços na gestão dos negócios em tempo real e aprimorar a eficiência de toda a cadeia de abastecimento. Disponibilizado para venda na Apple Store, o Sage Live vai proporcionar aos empresários todos os benefícios da tecnologia móvel.

“Mobilidade e tecnologia em nuvem estão revolucionando a forma como os empreendedores trabalham, permitindo a tomada de decisões em tempo real, reduzindo custos e democratizando o acesso a ferramentas de gestão de negócios. O iOS é a plataforma móvel líder entre os empresários, por isso, o Sage Live passa a ser disponibilizado nesse sistema, como uma solução simplificada para serviços de contabilidade e pagamentos em PMEs”, afirma Alan Laing, vice-presidente global de Parcerias e Alianças Estratégicas da Sage.

“Vemos o futuro nas plataformas móveis, por isso estamos muito animados nesta parceria com a Apple, que vai ajudar a levar nossas soluções de contabilidade a um número cada vez maior de empreendedores, auxiliando no crescimento, sucesso e competitividade de seus negócios. Em um período marcado por rápidas mudanças e inovações digitais, nosso objetivo é fornecer tecnologias inteligentes para reinventar e simplificar a contabilidade das empresas”, finaliza Laing.

Milhares de PMEs utilizam atualmente dispositivos móveis na administração de seus negócios. Agora, por meio do Sage Live, os empresários poderão ter acesso em tempo real às suas informações contábeis nos sistemas da Sage, além de dados de clientes disponíveis no Salesforce.

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Microsoft amplia parceria global com a multinacional inglesa Sage

Sage, multinacional líder no mercado global de softwares de gestão para pequenas e médias empresas, acaba de anunciar uma parceria com a Microsoft para o desenvolvimento de novos softwares. O acordo inclui novas soluções da Sage que utilizem as plataformas da Microsoft e maior integração entre os portfólios de produtos das duas empresas. De acordo com o anúncio, a Sage irá criar a nova geração de ferramentas nas áreas contábeis e de escrituração com base nas soluções de ponta em nuvem da Microsoft.

Empresas de pequeno porte representam 99% dos negócios do mundo e são responsáveis por dois terços dos novos empregos gerados no Reino Unido e Estados Unidos desde 2009. Por meio dessa parceria, a Sage será capaz de ajudar milhares de PMEs ao redor do mundo, garantindo acesso desses empreendimentos a todos os recursos e tecnologia que as duas companhias têm a oferecer.

O anúncio realizado na última segunda-feira (14) amplia uma parceria que já dura duas décadas entre a Sage e a Microsoft e que, a partir de agora, inclui soluções locais, em nuvem e híbridas em nível global. “Ao longo dos últimos anos, Sage e Microsoft construíram uma relação frutífera em nível local. Com o novo acordo passamos a considerar um cenário maior e imaginando o que é possível fazer pelas PMEs do mundo todo se as duas trabalharem de forma mais integrada e próxima em escala global”, diz o vice-presidente executivo de parcerias e alianças estratégicas globais da Sage, Alan Laing.

Com a ampliação da parceria entre as duas empresas, alguns dos melhores desenvolvedores de softwares do mundo irão trabalhar juntos para desenvolver novas soluções para ajudar PMEs de todo o globo a desenvolverem seus negócios. “A Sage acredita que a tecnologia é uma aliada importante na gestão de PMEs, garantindo tranquilidade e liberdade para que os pequenos empresários se dediquem ao desenvolvimento dos seus empreendimentos. É ótimo poder compartilhar essa visão com a Microsoft”, afirma o presidente da Sage no Brasil, Jorge Santos Carneiro.

“É uma grande satisfação ampliar nossa pareceria com a Sage. A partir das novas soluções que serão desenvolvidas, a Sage poderá ajudar ainda mais os contadores a aumentarem sua produtividade”, diz a gerente-geral da Microsoft Office Division, Julia White.

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Salesforce e Sage anunciam parceria estratégica global

A Sage [LON:SGE] e a Salesforce [NYSE:CRM] anunciaram hoje que criaram uma parceria estratégia, juntando as soluções de contabilidade e folha de pagamento para pequenas empresas número 1 do mundo com a solução de CRM e plataforma de nuvem corporativa número 1 do mundo. Com essa parceria, a Sage construiu uma nova solução chamada Sage Life na plataforma Salesforce1, a solução de plataforma como serviço (PaaS) corporativa número 1 do mundo, a qual permite à pequenas empresas operar completamente na nuvem.

Atualmente, o pequeno negócio típico tem entre quarto e oito sistemas de software para gerir a empresa1, criando complexidade e dificultando sua capacidade de obter uma visão única das informações dos consumidores, funcionários e fornecedores. Otimizado para os dispositivos móveis e as mídias sociais, o Sage Life irá permitir ás pequenas empresas conectar os dados de seus consumidores, contabilidade e folha de pagamento, e dados financeiros, em um sistema, acessível de qualquer dispositivo em qualquer lugar.

O Sage Life é totalmente customizável, baseado na nuvem e pode ser usado em qualquer dispositivo móvel, de smartphones a smart watches, e de tablets a desktops. Com seu centro de controle de dispositivos móveis, os empregados têm acesso a dados em tempo real, e podem reagir como uma equipe. Tendo o networking social como seu núcleo, o Sage Life permite interconexões contínuas entre colegas, consumidores, parceiros, fornecedores e outros stakeholders.

“Junto com a Salesforce, a Sage está moldando o futuro dos pequenos negócios. Os softwares para pequenos negócios não têm mais que representar diferentes sistemas ou camadas de complexidade – eles serão simples, colaborativos e irão operar em tempo real. Com o Sage Life, nós estamos oferecendo inovação baseada em nuvem e em mídias sociais e dispositivos móveis, gerada por contabilidade em tempo real. Agora, gerir um pequeno negócio pode ser tão fácil como atualizar seu status do Facebook”, afirma Stephen Kelly, CEO da Sage.

“Eu estou entusiasmado em relação à oportunidade que essa parceria cria para nossos consumidores”, diz Marc Benioff, presidente e CEO da Salesforce. “Juntas, a Sage e a Salesforce estão permitindo às empresas de crescimento rápido gerir seus negócios na plataforma de nuvem corporativa número 1 do mundo”.

A plataforma Salesforce1, a Plataforma como Serviço número 1 do mundo para empresas, fornece as capacidades que as empresas e os desenvolvedores precisam para construir grandes aplicativos que são instantaneamente conectados por mídias sociais e dispositivos móveis. Nossos clientes construíram mais de 4 milhões de aplicativos na plataforma Salesforce1. Mais de 2 milhões de desenvolvedores estão criando aplicativos na plataforma Salesforce1, e o Salesforce AppExchange hospeda 2.700 aplicativos corporativos que se integram com a Salesforce. Aplicativos do AppExchange foram instalados mais de 3 milhões de vezes em todo o mundo.

A Sage está empenhada em apoiar as pequenas empresas em todo o mundo, bem como as comunidades que ela serve. Como parte da parceria, a Sage, uma empresa já líder em filantropia empresarial, também se juntou ao Pledge 1%, um movimento filantrópico baseado no modelo 1-1-1 da Salesforce.

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As dicas das startups para aumentar os negócios em 2015

O Grupo Sage, líder em softwares para PMEs, realizou na última semana uma palestra online sobre empreendedorismo e estratégias de venda para 2015. Talita Lombardi, empresária, fundadora do blog Startup Stars e com atuação na implementação de dez startups, destacou dicas importantes para ajudar as empresas a conseguir mais negócios em 2015. Confira cinco destaques do webinário “Voe mais alto em 2015: estratégias para transformar seu negócio em uma máquina de vendas”, da Sage, junto ao Sage One — software para emissão fiscal — e ao Sage Gestão Empresarial — solução para gestão empresarial das PMEs:

1. Faça parcerias estratégicas
Para Talita Lombardi, estabelecer parcerias com empresas de renome é uma forma de trazer credibilidade para a marca. “As empresas são muito grandes para pensar em todos os pequenos detalhes. Trazer ideias que fujam do tradicional é essencial”, afirma Talita. Ela destacou o Qranio, startup brasileira desenvolvedora de jogos de perguntas e respostas, que desenvolveu jogos sob medida para grandes empresas e clubes como Flamengo e Cruzeiro. “Quem vai dizer se você é bom ou não é o seu portfólio”, diz a empreendedora.

2. Seja visto para ser lembrado
Os brasileiros costumam gostar do que está na mídia. “E necessário atrair a curiosidade da imprensa e gerar mídia para dizer para as pessoas o que você tem a dizer”, destaca Talita Lombardi.

3. Criatividade e inovação são as chaves do negócio
Clientes e consumidores gostam de ser surpreendidos e se encantar com marcas criativas. A especialista destaca que isso envolve também o uso criativo das redes sociais. Ela recorda campanha realizada em 2012 pelo Peixe Urbano, que reuniu mil pessoas na Praia da Aleluia, em Salvador, para compor um mosaico humano em forma de peixe, em troca de descontos nos ingressos para o Festival de Verão.

4. Treine uma boa equipe
A equipe das empresas deve ser sempre muito bem treinada sobre o produto e atendimento ao cliente. “O líder deve ser um exemplo”, diz Talita. Para ela, é importante também ter uma meta definida em conjunto com o seu time e campanhas de incentivos aos vendedores.

5. Organize-se
É essencial planejar de forma detalhada o orçamento. “O planejamento de marketing deve estar alinhado com a equipe de vendas”, diz a empreendedora. Segundo ela, uma dica simples, mas que muitas vezes é deixada de lado é o acompanhamento semanal de resultados.

Talita Lombardi é formada em administração de empresas, com MBA em marketing digital pela FGV-RJ. Possui 15 anos de experiência profissional e atua desde 2011 junto a empresas de tecnologia, especializando-se em startups. Desde então, atuou diretamente na orientação ou implantação de dez startups, dentre elas Peixe Urbano, SaferTaxi e PedidosJá. A paraibana mantém o blog Startup Stars e ministra palestras e cursos sobre vendas e empreendedorismo em todo o Brasil (http://www.startupsstars.com/).

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