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Chega ao Brasil o maior evento de SaaS da Europa

A SaaStock, principal conferência da América Latina para fundadores, executivos e investidores de SaaS, acontece pela primeira vez no Brasil de 23 a 25 de abril, no Maksoud Plaza em São Paulo. O evento que visa aumentar o conhecimento da área e o networking, trará workshops e painéis interativos com grandes empresas como Paypal, Totvs, LinkedIn, Zendesk, Pipefy e outros.

O evento com mais de 12 horas de conteúdo, contará com de mais de 80 empresas de SaaS, oriundas de 10 países, e uma exposição de 10 empresas e 20 startups que mostrarão seus produtos e serviços focados no mercado. A SaaStock espera receber 300 visitantes por dia entre profissionais de SaaS, CEOs e VCs. Confira a agenda completa https://events.saastock.com/latam19/agenda

Durante o evento acontecerá o Startup Program, que busca as melhores startups da América Latina para fazerem parte do seleto grupo que receberá benefícios, além de workshops práticos e encontro com investidores.

SaaStock

Data: 23 a 25 de abril de 2019
Local: R. São Carlos do Pinhal, 424 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01333-000
Preço: de US$ 300 a US$ 375 https://events.saastock.com/latam19/page/1380572/get-tickets
Horário: das 9:00 as 17:30

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Demanda por cloud híbrida cresce 20% em 2017, aponta Locaweb Corp

A procura por serviços em nuvem híbrida apresentou aumento de 20% em 2017, ante o ano anterior, segundo a Locaweb Corp, unidade de negócios da Locaweb criada para atender o mercado corporativo. A solução mescla os modelos de nuvem pública e privada, extraindo o melhor de ambos e desempenhando funções distintas dentro de uma mesma empresa. Se por um lado as nuvens públicas oferecem mais escalabilidade, as privadas são mais recomendadas para armazenagem de dados críticos. Assim, é possível maximizar as eficiências por meio dessa combinação, conforme as necessidades da companhia.

Além disso, a marca registrou crescimento de organizações de fora do setor de tecnologia buscando o recurso. Isso mostra que outras áreas também enxergam na cloud computing a solução para resolver desafios, como agilidade para expansão de serviços e mitigação de riscos operacionais, como disponibilidade e segurança, entre outros.

A Locaweb Corp também observou aumento na busca por serviços gerenciados, seja na forma de software ou plataforma (SaaS ou PaaS) e até mesmo infraestrutura (IaaS). Essa estratégia de terceirizar os serviços de tecnologia permite que a empresa cresça com foco no negócio, otimizando a alocação de infraestrutura e, principalmente, reduzindo o investimento necessário para manter equipes especializadas e multidisciplinares de TI internamente.

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Thomson Reuters anuncia solução para microempresas que faz integração com o sistema do contador

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia o lançamento do OnBalance, uma plataforma SaaS que tem o objetivo de simplificar a gestão financeira de microempresários do setor de serviços. A plataforma, armazenada na nuvem, permite que o microempresário lance notas fiscais de serviço para mais de 600 municípios, emita boletos registrados e controle o fluxo de caixa, entre outros.

Entre as grandes novidades do OnBalance, é a possibilidade de enviar informações em tempo real ao contador, uma vez que a solução tem integração nativa com as soluções Domínio, da Thomson Reuters, utilizadas por mais de 20 mil escritórios de contabilidade em todo o Brasil, uma exclusividade no segmento. “Nós pensamos em uma solução intuitiva e inteligente que, além de facilitar a gestão e os negócios do contador, pudesse reduzir custos e aumentasse a produtividade da empresa, estabelecendo uma relação de parceria e amplo benefício entre o contador e o microempresário”, comenta Marcondes de Borba, Diretor da Unidade de Negócios de Impostos e Contabilidade para Profissionais da Thomson Reuters.

O OnBalance já está disponível no mercado para os microempresários e, por estar armazenado em nuvem, o acesso é feito por meio de um navegador de internet, que também inclui a utilização a partir de dispositivos móveis.

Saiba mais sobre o OnBalance, da Thomson Reuters, em: www.onbalance.com.br

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Entenda como os serviços financeiros SaaS estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil

Por Patrick Negri

É fato que as empresas brasileiras estão cada vez mais abertas à adoção de soluções de TI no modelo de Software as a Service (SaaS). Uma pesquisa realizada pela Capgemini, consultoria de serviços de tecnologia, revelou que SaaS é o modelo mais utilizado para entregar serviços pela nuvem no Brasil, com 92% das empresas adotando pelo menos uma solução deste tipo.

Um dos setores que mais têm usado esse modelo de negócios é o financeiro. Hoje existem diversos softwares de gestão financeira que entregam suas soluções na nuvem, o que garante para a empresa acesso a um software sempre moderno, facilitando a vida e o dia a dia das empresas que optam por esse tipo de solução.

O mercado de fintechs que oferecem soluções SaaS ainda está engatinhando no Brasil. É comum ver mapeamentos que apontam que o país possui centenas de startups focadas em serviços financeiros. Porém, quando tratamos de empresas que realmente geram receita, esse número cai bastante, uma vez que muitas delas ainda estão no começo de sua operação.

É provável que em cinco anos esse modelo vai estar consolidado por aqui. Há dois anos, o mercado de startups no geral estava inchado, por conta de muitos empreendedores que se aventuraram, e com as fintechs não é diferente. Então, quando o setor passar por essa seleção natural, com muitos negócios sucumbindo as dificuldades, as startups financeiras finalmente irão se estabelecer.

Modelo SaaS proporciona maior eficiência do retorno do CAC

Um estudo recém-lançado pela Brazil SaaS Landscape Research mostrou que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital: 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de seis meses.

Esse período está na média e é interessante. Porém, o ideal seria recuperar o valor em cerca de três ou quatro meses. As startups brasileiras têm focado nesse retorno por conta da necessidade. O ticket médio dessas empresas no Brasil é pequeno. Aqui estamos falando de companhias que em sua maioria têm uma carteira de clientes composta por PMEs – inclusive as fintechs SaaS. No cenário atual existem pouquíssimas startups que miram o mercado de grandes empresas com contratos maiores.

Outro fator que contribui para a eficiência desse modelo de negócio é o fato de que nosso país não joga o jogo do Vale do Silício. Aqui não temos os mesmos investimentos e nem capital infinito para escalar as empresas. Isso obriga os empreendedores a serem mais eficientes. Se analisarmos a pesquisa citada anteriormente, a maioria das startups é bootstraped, ou seja, empresas que operam com capital próprio. Isso acontece porque como elas não dispõem de capital de risco disponível, o empreendimento é obrigado a andar com as próprias pernas e forçada a recuperar o CAC rapidamente.

Hoje, um dos maiores motivos de descontentamento é o atendimento. As instituições financeiras tradicionais estão com dificuldades de atender as pequenas empresas, ao mesmo tempo em que oferecem um serviço de muita qualidade para companhias maiores. Por isso, as PMEs têm optado por soluções automatizadas com custos reduzidos e por um atendimento mais próximo.

FaaS é o futuro do mercado

Para o futuro, é esperado que o conceito de Financial as a Service (FaaS) seja uma realidade em nosso país. O FaaS pode ser interpretado como uma visão completa do ecossistema, onde todas as fintechs se conectam e oferecem os serviços equivalentes aos oferecidos pelas instituições financeiras. Em cerca de cinco a dez anos, quando finalmente o setor alcançar maturidade, teremos um ecossistema completamente conectado, com cada startup do setor oferecendo uma solução especializada em determinado segmento. Este é um caminho lógico para o mercado e todas as partes envolvidas saem ganhando.

Patrick Negri é CEO e cofundador da iugu, startup de automação financeira que oferece serviços completos para pagamentos e recebimentos.

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Arena Solutions recebe investimento estratégico da JMI Equity

A Arena Solutions, plataforma tudo em um baseada na nuvem de desenvolvimento de produtos, que une gestão de ciclo de vida de produtos (PLM — product lifecycle management), gestão de ciclo de vida de aplicações (ALM — application lifecycle management), colaboração na cadeia de suprimento e sistemas de gestão de qualidade (QMS — quality management systems), anunciou hoje que recebeu um investimento da JMI Equity, firma de participações acionárias para crescimento focada em investir em empresas de software proeminentes.

Fundada em 2000, a Arena inventou a PLM baseada na nuvem e, hoje, fornece uma plataforma tudo em um de desenvolvimento de produtos, que une PLM, ALM, colaboração na cadeia de suprimento e QMS, para o projeto e fabricação de produtos eletrônicos complexos. Sua solução cria um fluxo de trabalho colaborativo do desenvolvimento à produção vinculado ao registro do produto, que conecta engenheiros elétricos, engenheiros mecânicos e engenheiros de software, permitindo a eles trabalhar perfeitamente com equipes de desenvolvimento de produtos, qualidade e fabricação. A plataforma da Arena é o system of record para racionalizar esses processos, proporcionando valor aos clientes por ajudá-los a aperfeiçoar a qualidade dos produtos, reduzir custos e acelerar o tempo para comercialização. Com usuários em 125 países, a Arena tem a proximadamente 1.000 clientes hoje, incluindo as empresas Intuit, Citrix Systems, Nutanix, GoPro, Thermo Fisher Scientific e eBay.

“Estamos muito satisfeitos por receber esse investimento da JMI e por ter, agora, acesso a sua expertise e rede do setor, que acreditamos será fundamental para a continuidade de nosso crescimento e nossa expansão”, disse o CEO da Arena, Craig Livingston. “Esse é o momento certo para nossa empresa dar o próximo passo, porque estamos em meio a uma expansão sustentável de clientes e a uma evolução de nossa plataforma líder do setor. Estamos estimulados por poder trabalhar com a equipe da JMI, porque sua perspectiva e paixão por nossos negócios estão bem alinhadas com as nossas”.

A Arena é uma líder em aplicações de SaaS para o mercado de desenvolvimento de produtos, particularmente os mercados verticais de tecnologia, produtos eletrônicos e ciências da vida, em que a crescente convergência de componentes de hardware e de software cria processos complexos de fabricação.

“O software baseado em nuvem continua a revolucionar uma grande variedade de setores e a Arena está na linha de frente desse avanço”, disse o sócio geral da JMI, Brian Hersman. “Seguimos a Arena há algum tempo e estamos impressionados com sua capacidade de inovar e melhorar continuamente seu software de vanguarda. Estamos muito estimulados para começar a trabalhar com Craig e sua equipe para lhes dar assistência, conforme eles continuam a proporcionar um valor excepcional a seus clientes e mercados finais”.

O sócio geral da JMI, sr. Hersman, e a diretora Suken Vakil passarão a ser membros do Conselho de Administração da Arena.

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Conheça quatro startups que apostam no modelo SaaS e suas soluções inovadoras

Lançado recentemente, o estudo Brazil SaaS Landscape Research, uma iniciativa conjunta entre a SaaSholic, Rock Content, Signal Hill e Redpoint eVentures, revela que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital. Segundo a pesquisa, hoje 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de 6 meses. Para efeito de comparação, em países que o ecossistema de SaaS é maduro, como nos EUA, é preciso 1 ano para obter o retorno do CAC. Além disso, as startups do Brasil são financeiramente saudáveis: 67% delas têm uma relação de LTV (Lifetime Value) /CAC superior a 3.

Para ficar de olho nesse mercado, conheça quatro empresas SaaS que já estão consolidadas no mercado:

Samba Tech – plataforma de vídeos online

Eleita pela FastCompany como uma das companhias mais inovadoras da América Latina em 2014, a Samba Tech ajuda centenas de empresas a se comunicarem melhor com sua audiência por meio de vídeos online. Suas soluções de Educação a Distância, Comunicação Corporativa, Transmissão ao Vivo e TV na Internet, cuidam de ponta a ponta, desde o momento que o vídeo sai da câmera até ele ser distribuído para qualquer aparelho conectado à internet. Por meio da tecnologia de streaming, a empresa leva o conteúdo de seus clientes a milhares de pessoas, tornando mais democrático o acesso a uma mensagem de qualidade.

Iugu – plataforma de automação financeira

A iugu surgiu depois de seus criadores, Patrick Negri e Marcelo Paez, perceberem as dificuldades para gerar cobranças num serviço de assinatura (SaaS). Em 2014, a empresa apostou nesse segmento e foi na contramão do mercado de pagamentos online tradicional, que mira o varejo online como o principal mercado em potencial. Neste ano, projeta um volume transacionado de mais de meio bilhão de reais.

Cobli – sistema de gestão de frotas

SaaS de gestão de frotas, a Cobli proporciona um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas. Com um bilhão de quilômetros monitorados, a Cobli está presente em 27 estados brasileiros, conta com centenas de clientes e carros monitorados, gerando uma economia de 30% em quilômetros rodados e 25% em tempo.

FullFace – solução de biometria fácil

Startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile. A tecnologia desenvolvida pelos engenheiros da FullFace garante 99% de precisão no reconhecimento biométrico individual a partir de 1024 pontos da face em menos de um segundo. A startup tem investimentos próprios e atende clientes como GOL Linhas Aéreas Inteligentes, Cubo, Serasa Experian, Itaú e Motorola.

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Evento reúne líderes do mercado de assinaturas e SaaS do Brasil

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Para mostrar aos empreendedores novos caminhos para alcançar o sucesso e escalar negócios com mais velocidade, a primeira edição do Superlógica Xperience reunirá mais de 40 referências nacionais e internacionais dos mercados de assinaturas e SaaS (software as a service) para discutir boas práticas e o modelo de negócio. O evento acontece nos dias 10 e 11 de agosto, em Campinas.

Entre os speakers internacionais estão Lincoln Murphy, uma das maiores autoridades em customer success do mundo; Alexia Ohannessian, diretora de marketing internacional do Trello; Peter Schlecht, fundador e presidente da The SaaS Co.; Sean Sheppard, especialista em aceleração de startups e fundador da GrowthX; e Carl Schmidt, cofundador e CTO da Unbounce.

O time de palestrantes brasileiros inclui Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech; os fundadores da Resultados Digitais, André Siqueira e Guilherme Lopes; o CEO e CMO da Rock Content, Edmar Ferreira e Diego Gomes; Alessio Alionço, fundador e CEO do Pipefy; o ex-Stripe e fundador da NetMovies, Daniel Topel; o CEO da Superlógica, Carlos Cêra; os investidores Patrick Arippol, da DGF Investimentos, Pierre Schurmann, da Bossa Nova Ventures, e Joaquim Lima da Riverwood Capital; além de dezenas de outros grandes nomes.

As apresentações acontecem em dois dias de imersão e serão divididas em duas trilhas, separadas por temas como gestão, precificação, customer success, growth hacking, métricas, tendências, investimento, marketing, vendas, inovação, pagamentos, cultura & pessoas, desenvolvimento de negócios e outros.

O evento ainda conta com uma feira de negócios com mais de 20 empresas do setor onde os participantes terão oportunidade de realizar parcerias. A programação completa está no site do evento.

“Os participantes terão a oportunidade de expandir o networking com mais de mil pessoas, entre fundadores, CEOs, diretores e investidores do mercado de assinaturas e SaaS. Será um excelente espaço para fazer negócios e trocar experiências com empreendedores que já tiveram sucesso em seus mercados”, afirma Carlos Eduardo Moura, Chief Growth Officer da Superlógica e idealizador do Superlógica Xperience.

Para mais informações, palestras e inscrições, acesse o site do evento: http://xperience.superlogica.com/.

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Banco IBM anuncia nova oferta de financiamento para soluções de SaaS

O Banco IBM S.A., braço financeiro da IBM Global Financing, apresenta ao mercado sua nova oferta de financiamento de soluções de SaaS (Software como Serviço). Por meio dela, as empresas terão acesso a uma opção de parcelamento em até 12 vezes para aquisições de SaaS no valor de R$ 15.000,00 – sujeito à análise e aprovação de crédito do cliente.

O benefício direto ao cliente é relevante, pois os preços de licenças de software comercializados em dólar são repassados para a moeda local e o cliente paga parcelas fixas em reais. Além disso, ao parcelar a aquisição de SaaS as empresas conseguem congelar o valor da aquisição, não ficando suscetíveis às variações mensais de preços em razão de oscilações cambiais.

Com a possibilidade de financiamento oferecido pelo Banco IBM, os parceiros podem aumentar a retenção de clientes com contrato de SaaS de longo prazo, além de acelerar o fluxo de caixa e reduzir custos administrativos. A cobrança mensal do cliente é transferida para o Banco IBM e o mesmo assume o risco de crédito.

A oferta, disponível para empresas de todo território nacional e limitada ao valor máximo de R$ 1.5 milhão, pode ser acessada por meio do IBM Rapid FinancingTM, ferramenta desenhada para facilitar e agilizar o processo de financiamento, disponível nos distribuidores autorizados TechData (antiga AVNET) e Ingram Micro.

Segundo uma pesquisa do Gartner publicada em novembro de 2015, o mercado de SaaS dobrará até 2019, mas muitas empresas ainda não sabem como irão pagar pelos investimentos iniciais exigidos, por isso, o Banco IBM espera dar suporte à aquisição de tecnologia de seus clientes com um produto que atenda as necessidades imediatas do mercado. “Tornou-se um padrão no setor de tecnologia a aquisição de Software como Serviço. Isso pode representar um desafio para as organizações que têm restrições orçamentárias para migrar para este modelo ou iniciativas estratégicas que competem por financiamento, por isso a nova oferta é tão representativa para o mercado como um todo”, explica Felippe Melo, presidente do Banco IBM.

Em 2016, o lucro líquido do Banco IBM registrou um crescimento de 61%, comparado a 2015, trazendo um salto no patrimônio líquido da instituição de 15%. Mesmo financiando apenas projetos de tecnologia da informação, o Banco IBM ocupa hoje o 3º lugar no ranking brasileiro de instituições que fomentam o arrendamento mercantil, atrás apenas do Bradesco Leasing S.A e Santander Leasing S.A., segundo a Associação Brasileira das Empresas de Leasing (Abel)

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Tree Solution e Softpar fazem acordo para oferecer software como serviço para a área financeira

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A Tree Solution (especializada em Soluções de Softwares, Serviços e Consultoria de Negócios para Instituições Financeiras do mercado nacional e internacional) acaba de anunciar uma parceria estratégica com a Softpar –empresa que atua no desenvolvimento de software para o mercado financeiro há quase 40 anos com soluções inovadoras em tecnologia.

“Nossa linha de soluções complementa o portfólio da Softpar e, agora, passamos a oferecer ao mercado soluções na nuvem na modalidade de serviços”, afirma Odilon Costa, CEO & Presidente da Tree Solution.

Entre os destaques da Softpar está o $Finance SaaS, uma suíte de aplicativos que possui pacotes de ferramentas com diversas funcionalidades para integrar o front, middle e back office de instituições financeiras.

A Softpar também conta com soluções especificas para todos os segmentos que atende: Bancos Comerciais e Múltiplos, Financeiras, Agências de Fomento, Cooperativas e Instituições de pagamento. Sempre pensando em todas as demandas operacionais de cada organização e desenvolvendo soluções inovadoras, como a COOP+DIGITAL para atender à alta demanda de Cooperativas por sistemas com excelente custo-benefício e recursos mobile.

Desenvolvido com tecnologia de alto padrão de programação, ao usar o $Finance SaaS o cliente paga somente o que utilizar, reduzindo custos com infraestrutura e mantendo a total segurança dos dados. Os módulos $Finance possibilitam interface com qualquer sistema, podendo ser utilizado em conjunto ou de forma independente, de acordo com a necessidade do cliente.

Todo o desenvolvimento dos sistemas da Softpar foi baseado em tecnologia Web, com módulos inovadores e flexíveis, voltados ao gerenciamento de serviços para a otimização dos negócios. A Softpar conta também com o Softpar Labs, uma área específica para pesquisa, desenvolvimento e aplicação de tecnologias próprias, para melhor atender seu público alvo.

“Buscamos excelência em nosso atendimento e desenvolvimento. Somos especialistas no ramo financeiro, buscando sempre estarmos atualizados com as necessidades do mercado e tecnologias de ponta”, explica Horácio Tucunduva, Diretor Comercial da Softpar.

A Tree Solution é uma empresa brasileira de tecnologia, especializada em Soluções de Softwares, Serviços e Consultoria de Negócios para Instituições Financeiras do mercado nacional e internacional. Com o compromisso de alinhar tecnologia às estratégias de negócios e tornar seus clientes mais competitivos. A Tree oferece soluções inteligentes, integradas e escaláveis que proporcionam maior eficiência operacional, flexibilidade e segurança da informação.

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Startup mobLee recebe investimento da Bzplan

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A gestora de fundos de investimento Bzplan anuncia aporte de R$ 3 milhões na mobLee, desenvolvedora de uma plataforma de software as a service (software como serviço) que tem como objetivo diminuir a lacuna existente entre o marketing digital e o mercado de eventos corporativos.

A plataforma da mobLee permite que organizadores de eventos se comuniquem com os participantes, entreguem mais valor aos patrocinadores e potencializem as oportunidades de networking. A empresa, fundada em 2011 e com sede em Florianópolis (SC), tem como premissa centralizar todas as informações de eventos que antes eram distribuídas de maneira manual, como por meio de flyers e catálogos, em aplicativos para dispositivos móveis. A startup tem na carteira clientes como a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), Endeavor Brasil, BM&FBovespa e Sebrae.

Com 16 funcionários, a mobLee registrou um crescimento de 121% no número de eventos que utilizou sua plataforma em 2016. Para o CEO, André Rodrigues, o aporte permitirá que a empresa invista no crescimento do time, na área de Customer Success e em processos de marketing e vendas. “O aporte vem no momento ideal de maturidade da empresa e do produto, já estávamos sentindo há algum tempo que estava na hora de acelerar. Só chegamos até aqui graças ao foco em produto, pesquisa e desenvolvimento. Então, não poderíamos deixar de fortalecer também as áreas de design e engenharia, para agregar mais valor aos clientes atuais e potenciais negócios”, explica Rodrigues.

De acordo com Marcelo Wolowski, sócio da Bzplan, um dos motivos que levou a gestora a investir na mobLee é o fato de a startup estar caminhando para tornar-se também uma geradora de oportunidades no marketing offline. “Nós enxergamos que o mercado dos investimentos no marketing offline vem decrescendo porque não é possível saber qual é o seu retorno real. A mobLee pretende mensurar esses investimentos e o retorno de cada um deles”.

Ser uma gestora de empreendedores para empreendedores é um dos grandes diferenciais da Bzplan em relação aos demais fundos de venture capital do Brasil. Sua equipe de sócios e profissionais conta experiência comprovada em criar, crescer e vender negócios de tecnologia. Para ela, além do potencial do negócio, o que garantiu o aporte na mobLee foi a sinergia entre os empreendedores e os investidores.

A Bzplan tem sede em Florianópolis (SC) e foi criada em 2002 a partir da experiência de seus sócios na gestão de pequenos empreendimentos inovadores e na captação de recursos financeiros – ao todo, já avaliou mais de mil projetos. No ano passado, ganhou destaque com a operação de saída de uma das empresas em que investiu: a Axado, startup líder nacional em gestão de fretes, foi vendida ao Mercado Livre por R$ 26 milhões, o que rendeu um retorno de 426% ao fundo.

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T-Systems e Roambee unem forças para liderar os mercados de logística inteligente e monitoramento de ativos

A T-Systems, provedora alemã de soluções e serviços de TI, e a Roambee, empresa de IoT sediada no Vale do Silício, acabam de anunciar uma parceria global para a oferta de soluções de visibilidade em tempo real para os mercados de bens de consumo e ativos das Américas, África, Ásia e Europa. Juntas, as duas empresas vão utilizar o modelo de negócios “on-demand” para entregar uma solução fim-a-fim que possibilitará visibilidade, rastreamento e monitoramento de produtos embarcados e ativos em trânsito ou em campo.

Para isso, a Roambee vai prover aplicativos oferecidos no modelo de software como serviço (SaaS), que incluem sensores portáteis sem fio e software baseado em nuvem, relatórios robustos e análise preditiva. A solução será oferecida a partir de uma plataforma altamente escalável da T-Systems, oferecendo acesso a uma infraestrutura global de data centers altamente seguros e soluções em nuvem de seu ecossistema de parceiros.

Como parte do acordo, a Deutsche Telekom Strategic Investments aportou US$ 3,1 milhões na Roambee.

“As soluções da Roambee trazem mais valor para nosso ecossistema global de parceiros em internet das coisas. Isso combinado com a nossa estrutura multi-cloud e experiência em integração de sistemas, vai nos permitir transformar empresas em todo o mundo com aplicações IoT”, afirma Anette Bronder, diretora da Divisão Digital da T-Systems.

Paul Warrenfelt, vice-presidente sênior de vendas e gerenciamento de serviços da T-Systems para as Américas, disse estar “animado com a tremenda gama de produtos, serviços e tecnologias que estamos trazendo juntos para o mercado e que vão ajudar nossos clientes e ampliar sua eficiência para atingir excelência operacional”.

“Com mais de 100 clientes ao redor do mundo, a Roambee está vivendo um momento de crescimento acelerado no mercado de IoT. Com a T-Systems como nosso parceiro estratégico, seremos capazes de ampliar o atendimento a nossos clientes e conquistar novos. Agora não temos que nos preocupar em construir nossa própria estrutura global de serviços, que é necessária para manter a qualidade e a riqueza de experiência de nossos clientes”, afirma Sanjay Sharma, CEO e fundador da Roambee.

Solução

A solução da Roambee é formada por equipamentos equipados com sensores portáteis sem fio, chamados “Bees” e uma plataforma de software baseado em nuvem. Os Bees e o software coletam grandes volumes de dados dos sistemas de gestão (ERPs), dos sensores e externos para entregar análise preditiva que amplia a eficiência operacional, reforça o engajamento dos clientes, reduz riscos e garante métricas para o cálculo de retorno sobre o investimento (ROI).

Beneficiando uma grande gama de segmentos, a solução permite, por exemplo, o monitoramento em tempo real da temperatura e o status de localização de medicamentos sensíveis durante seu transporte, isso com o uso de dados e alertas em tempo real, que permitem ações imediatas em caso de necessidade.

Melhorar o monitoramento de ativos em campo requer alto nível de confiança no sistema de monitoração, nos relatórios e na conformidade regulatória. A tecnologia Roambee entrega tudo isso, tornando simples para os negócios ampliar sua eficiência, implementar o gerenciamento de risco e transformar dados em valor mensurável.

A T-Systems vai operar o serviço a partir de seu data center na Alemanha, atendendo a regulamentação de privacidade de dados. Os clientes receberão alertas em tempo real, relatórios, históricos e análises de dados que atenderão aos mais altos padrões de segurança de dados.

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André Faria é novo CEO da Bluesoft

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A Bluesoft, fornecedora de sistemas de gestão para redes de varejistas, atacadistas e distribuidores, nomeou André Faria Gomes como novo CEO da empresa. Ao longo de mais de 10 anos na Bluesoft, André passou por todas as áreas da empresa e atuou como diretor de operações, e diretor de tecnologia.

Nessa nova fase, o executivo tem a missão de consolidar a posição de destaque da empresa na indústria de sistemas de gestão, promovendo o contínuo crescimento da Bluesoft através da formação de canais, inteligência de marketing e inovação tecnológica.

André foi responsável por trazer parcerias estratégicas para a Bluesoft como a Amazon Web Services que provê toda a infraestrutura de computação em nuvem e a Tableau que suporta as aplicações de Business Intelligence que a Bluesoft fornece a seus clientes. Ambas as empresas líderes em seus setores de atuação.

Formado em sistemas de informação, André está completando esse ano seu MBA Executivo pela Instituição Estadunidense Pittsburgh University, o executivo espera potencializar e expandir a atuação da Bluesoft no mercado brasileiro.

Luiz Faias, fundador da Bluesoft, que foi CEO até então, já com mais de 30 anos de experiência no segmento varejista, permanecerá atuando na Bluesoft como Presidente do Conselho Administrativo.

A Bluesoft foi pioneira em oferta de sistemas de gestão para redes varejistas em Nuvem no Modelo SaaS (Software como Serviço), e vem trabalhando nesse modelo desde 2002. Em conjunto as redes atendidas pela Bluesoft já faturam mais de 7 bilhões de reais por ano através das soluções fornecidas pela empresa.

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Gartner alerta para áreas de Segurança em Nuvem que as empresas devem focar

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta as empresas para a segurança de aplicações armazenadas em ambientes Cloud (em Nuvem). Enquanto muitos profissionais de tecnologia ainda estão desenhando suas estratégias de Cloud, hesitando em adotar ou definindo seus fornecedores, os funcionários das organizações já estão amplamente utilizando centenas de aplicações Cloud, em especial Software como Serviço (do inglês, Software as a Service – SaaS). Esse tema será amplamente debatido na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 2 e 3 de agosto no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

Segundo o Gartner, a computação em Nuvem cria muitos desafios para todas as empresas. Geralmente, nenhuma política corporativa de Cloud ou projeto de segurança é abrangente o suficiente. Do ponto de vista da Segurança e da Gestão de Riscos, a ambiguidade é especialmente difícil de lidar. Um dos principais dilemas com relação à introdução de políticas de computação em Nuvem é que ninguém consegue realmente definir o que ela é. “Enquanto os CISOs (do inglês, Chief Information Security Officers) veem a Nuvem como um estilo de computação, outras partes da empresa enxergam apenas como ‘coisas acessadas pela Internet’”, afirma Jay Heiser, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

Independentemente de como os grupos definem a computação em Nuvem, os analistas do Gartner indicam que é essencial ter uma estratégia bem definida, assim como políticas para o seu uso. As empresas devem focar em três áreas principais de segurança na Nuvem: multilocação, virtualização e software como serviço.

A multilocação proporciona flexibilidade limitada nos serviços para empresas dividem espaço com outros clientes. Com os dados fora do controle físico da companhia, a segurança acaba se tornando um problema. De fato, 38% das organizações que não planejam utilizar a Nuvem Pública apontaram a segurança e a privacidade como os principais motivos de risco. No entanto, as empresas podem estar usando a segurança e a privacidade como “desculpa”, tanto pelo medo de abdicar do controle sobre os dados quanto pela grande mudança no status quo do modo como estão acostumadas a trabalhar. “Não há correlação entre falha de segurança e o grau de multilocação. Às vezes, tornar-se híbrida pode ser a melhor forma para que algumas empresas ganhem confiança no modelo de Nuvem Pública”, explica Heiser.

A virtualização requer uma gestão de vulnerabilidade e processos de comparação distintos para o ambiente de Nuvem. As empresas podem usar ferramentas diferentes para gerenciar máquinas virtuais, uma vez que sua natureza complexa, dinâmica e distribuída não permite a indicação física de segurança como as “luzes piscantes” dos modelos tradicionais.

Os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) oferecem um nível cada vez maior de segurança, com inúmeras funcionalidades de controle. No entanto, as aplicações de SaaS estão, no geral, sob o comando dos usuários finais, oferecendo uma transparência mínima e sem possibilidades de personalização para as demandas das empresas. Para aumentar a complexidade, muitas empresas chegam a ter 1.000 aplicativos SaaS em uso.

Priorize suas escolhas de SaaS

Os profissionais de segurança (CISOs) precisam definir suas prioridades e definir o tempo e os melhores recursos para lidar com o contexto de risco no uso de SaaS. Dessa forma, é necessário dividir os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) em três níveis:

Nível 1: Realisticamente, cerca de 80% do mercado está centrado em 100 serviços de Cloud. Os principais fornecedores têm opções comprovadas, mas as organizações precisam se debruçar sobre o tema e verificar se realmente elas estão fora de risco para usar as soluções de forma segura.

Nível 2: Estas empresas, tipicamente grandes marcas que estão experimentando Cloud Services, não tinham oferecido antes como ofertas principais por mais de cinco anos. Geralmente com uma estratégia vertical de oferta de aplicativos, eles bloquearam avaialçies de terceiros. É neles que os CISOs devem focar suas avaliações e seus recursos.

Nível 3: Os milhares de aplicativos de computação em Nuvem classificados como nível 3 são praticamente irrelevantes, segundo Heiser. Não se pode assumir que um pequeno provedor de serviço em Nuvem (CSP) seja seguro ou financeiramente estável. Apesar de ser um risco aceitável, estes aplicativos devem ser utilizados com cuidado.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559
Site: Gartner.com/br/security.

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Gartner: serviços mundiais de Nuvem Pública devem atingir US$ 204 bilhões em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que o mercado mundial de serviços de Nuvem Pública deve atingir US$ 204 bilhões em 2016, um crescimento de 16,5% em relação a 2015, quando registrou US$ 175 bilhões. O maior crescimento virá dos serviços de infraestrutura de sistemas em Nuvem (Infraestrutura como um Serviço (IaaS), que deve crescer 38,4% em 2016. A propaganda em Nuvem, o maior segmento do mercado mundial de serviços, deve registrar um crescimento de 13,6%, alcançando US$ 90,3 bilhões.

“Os serviços de Nuvem Pública continuam apresentando elevadas taxas de crescimento em todos os mercados e o Gartner espera que isso continue até 2017. Este forte crescimento continua se refletindo na mudança do legado dos serviços de TI para serviços baseados em Nuvem, devido à tendência de crescimento de empresas que buscam uma estratégia digital de negócios”, afirma Sid Nag, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O segmento de IaaS continuará com crescimento acelerado em 2016, prevendo alcançar US$ 22,4 bilhões de dólares. “O IaaS continuará sendo um segmento de forte crescimento enquanto as empresas deixarem os centros de dados pagos e migrarem suas necessidades de infraestrutura para a Nuvem pública. Alguns líderes de mercado têm obtido vantagens significativas neste segmento, então fornecedores devem criar mecanismos de diferenciação para terem sucesso”, diz o analista do Gartner.

Os Serviços de aplicativos em Nuvem (SaaS) devem registrar um crescimento de 20,3% em 2016, alcançando US$ 37,7 bilhões. Como fornecedores de software mudaram seus modelos de negócio de software locais licenciados para ofertas baseadas em Nuvem pública, esta tendência continuará. Além disso, a entrada de alguns dos maiores fornecedores de software para a Nuvem Pública em 2015 impulsionará o crescimento do mercado SaaS.

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Joinville recebe evento gratuito para desenvolvedores

Connect Dev acontece no dia 26 de maio com palestras de especialistas em TI

A Meus Pedidos, empresa de desenvolvimento de software para gestão de vendas para indústrias e representantes comerciais, realiza, na próxima terça-feira, dia 26 de maio, o Connect Dev, evento voltado para o aprimoramento profissional de programadores. A iniciativa faz parte do projeto Connect, que tem como objetivo oferecer conhecimento e crescimento para profissionais criativos, como desenvolvedores, designers e marketeiros.

A primeira edição do Connect trará três palestras para profissionais de tecnologia: Tiago Brandes, CEO da Meus Pedidos, abordará a importância da iniciativa pessoal para quem deseja crescer e evoluir na sua área, aproveitando todas as oportunidades dentro e fora da sala de aula. Já Elton Minetto, CEO da CodeRockr, explicará quais são os doze passos fundamentais para a criação e produção de um projeto de sucesso na área de Software as a Service (SaaS). Por fim, Caio Andrade, desenvolvedor na Meus Pedidos e fundador da Comunidade de Artesanato de Software de Joinville, mostrará porque programadores e outros profissionais de tecnologia estão no centro do desenvolvimento de sistemas e sites e como a criatividade é tão essencial no setor quanto o conhecimento técnico.

“A Meus Pedidos acredita que a evolução contínua está diretamente associada ao desenvolvimento de colaboradores de alta performance e que é nosso papel, como organização, auxiliar no aprimoramento de profissionais de criação e tecnologia na comunidade em que atuamos”, explica Paulo Bischof, gerente de desenvolvimento da empresa.

As inscrições podem ser feitas em https://www.sympla.com.br/connect-dev__34189

Sobre o Connect Dev

O Connect Dev será realizado dia 26 de maio, das 19h15 às 21h30, na Mitra Diocesana, localizada na Rua Jaguaruna, 147, Centro – Joinville-SC. Mais informações pelo telefone (47) 3432-3755 e na página do evento no Facebook. Entrada franca. Vagas limitadas. Apoio: Católica – SC. Parceiros: Unisociesc, Udesc e Univille.

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Diferenças entre os modelo de contratação tradicional e "As a Service"

Por Dagoberto Salles Neto*

Segundo a IDC, empresa líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências para os mercados de Tecnologia da Informação (TI) e Telecomunicações, o investimento em Tecnologia da Informação na América Latina será de US$ 139 bilhões em 2014, com um crescimento de 8,4% em relação a 2013.

Outra tendência percebida pelo instituto é que os serviços de TI devem aumentar 11% neste ano e fazem parte das categorias de crescimento mais rápido, ao lado de smartphones (34%), tablets (18%), armazenamento (11%) e software embutido (10%). Entre os modelos de serviços adotados no mercado está o “As a Service”, ou “pagamento pelo uso de serviços”, que tem sido um conceito amplamente empregado pelas corporações e está presente no cotidiano do consumidor, nas contas de celular, água ou luz, em que se paga pelo que é utilizado.

O modelo tradicional, por sua vez, oferece a compra de uma solução completa, com um preço de instalação acrescido de um contrato anual de suporte e manutenção. A desvantagem desse modelo é que o retorno do investimento só é percebido a médio e longo prazo, uma vez que a adoção da tecnologia e os benefícios são mensurados após um certo período da implementação.

Já a contratação “As a Service” tem como principal vantagem possibilitar a adição de novos serviços durante o desenvolvimento do projeto, conforme a necessidade do cliente, para atender às suas demandas e necessidades.

Normalmente, no modelo tradicional há um investimento inicial alto que afeta o Capex (Capital Expenditure) da empresa (o ativo). Em contrapartida, no formato “As a Service”, o investimento é diluído pelo período da contratação e o valor pago só será alterado se houver aumento da demanda. E, nesse caso, não há impacto no Capex, somente no Opex (Operational Expenditure).

Para grandes volumes, em projetos de implementação no formato “BIG BANG”, é mais conveniente o formato tradicional Capex pois, dessa forma, o benefício é percebido pelo volume. Já para as expansões, o modelo “As a Service” pode ser aplicado de forma mais vantajosa, gerando um contrato híbrido.

* Dagoberto Salles Neto é diretor de Soluções de Infraestrutura da multinacional de tecnologia Capgemini.

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Por que investir numa infraestrutura de TI como serviço?

Por Adriano Filadoro

Há alguns anos, um dos maiores investimentos secundários das empresas – fossem elas do setor de indústria, comércio ou serviço – era o parque tecnológico para manter um departamento de TI minimamente estruturado. Hoje em dia, esse cenário está tão alterado que, além de o departamento de TI ser um órgão vital dentro de qualquer organismo, passou a ser gerido por empresas altamente especializadas.

TI é coisa séria. Tanto que de processos bem azeitados saem toda parte contábil e fiscal de uma empresa, todos os processos de RH, de projetos, vendas e marketing. Isso para mencionar apenas uma fração do quanto pessoas e sistemas dependem da tecnologia para existir em pé de igualdade e competitividade com o mercado.

Na linha das terceirizações, além do SaaS (software como serviço) ser umas das principais categorias da cloud computing, também temos a PaaS (plataforma como serviço) e a IaaS (infraestrutura como serviço). Esta última vem ganhando investimentos cada vez mais vultosos porque oferece a possibilidade de o cliente utilizar uma infraestrutura oferecida por um terceiro – no caso, um prestador de serviços – e contar com todo tipo de hardware, servidores, computadores, armazenamento de dados na nuvem, componentes de rede e sistemas operacionais sem precisar comprar tudo isso.

A ideia é pagar pelo que se usa, sempre com a certeza de jamais ser surpreendido por um aumento repentino de demandas – o que, antigamente, só apontaria dois caminhos a seguir: 1) assumir o novo desafio e rapidamente promover um upgrade na infraestrutura, ainda que isso exigisse investir uma soma que não se tinha no momento; 2) recuar diante da proposta e perder oportunidades. Hoje, como tudo de que se necessita é possível contratar por demanda, ‘sob encomenda’, integrar todas as unidades remotas de uma mesma empresa, capacitando os tomadores de decisões a se inter-relacionar em tempo real, estruturando ações coordenadas, resulta num modelo avançado de gestão.

Além de canalizar mais investimentos no operacional, ganhando flexibilidade, o foco da empresa tende a aumentar, haja vista que toda a responsabilidade de fazer o departamento de TI funcionar em tempo integral estará sob a gestão de uma empresa especializada. Quando o tema é armazenamento seguro de dados, a IaaS permite construir um Data Center virtual para ser acessado através da rede a qualquer momento. Com capacidade de armazenamento de acordo com a necessidade do cliente, conta também com backup, integração no domínio do cliente, firewall, conexões de internet e muito mais. Com tantas vantagens, ninguém questiona mais os benefícios de investir em infraestrutura como serviço. A questão principal é colocar no papel tudo o que se investe em manutenção e gestão, avaliando os ganhos da terceirização.

Adriano Filadoro é diretor de tecnologia da Online Data Center (www.onlinedc.com.br)

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