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Philips anuncia mudanças na gestão e lançamentos de produtos na América Latina

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) continua consolidando sua posição na América Latina como empresa voltada para a tecnologia de saúde criando um impacto no setor de cuidados da saúde. Durante esta primeira metade do ano, a empresa deu continuidade ao seu processo de transformação como empresa na área da tecnologia da saúde, ou HealthTech, acompanhando as pessoas em sua trajetória de saúde desde a prevenção, a vida saudável, o diagnóstico, o tratamento e os cuidados em casa.

“A América Latina está passando por mudanças socioeconômicas importantes que estão impactando o setor de cuidados da saúde, onde se espera que os gastos com assistência médica aumentem 2,4% ao ano até 2020. Levando-se isso em consideração, continuamos nos dedicando fortemente a melhorar a saúde das pessoas por meio de inovações de impacto, ao nos convertermos em parceiros estratégicos dos prestadores de serviços de saúde e dos protagonistas do setor na região”, disse David Reveco Sotomayor, CEO da Philips na América Latina.

Como parte desta estratégia, a Philips anuncia a nomeação de:

Fabia Tetteroo-Bueno, como líder Regional Personal Health, Royal Philips na América Latina, concentrando-se nas inovações que melhoram o cuidado pessoal e em casa. Tetteroo-Bueno tem uma vasta experiência na organização com posições de liderança, sendo a mais recente como diretora do Mercado de Sistemas de Saúde, Marca e Comunicações. Antes disso, atuou como gerente-geral das Filipinas para a Philips, construindo uma ampla trajetória multinacional em mercados com grandes oportunidades de crescimento.

Mark Stoffels, como líder Regional Health Systems, Royal Philips na América Latina, que continuará incentivando o acesso e o uso de tecnologias e soluções de ponta em hospitais e clínicas dos sistemas de saúde da região. Nos últimos cinco anos, Stoffels atuou como diretor-geral da Royal Philips no México. Antes disso, trabalhou no desenvolvimento de estratégias de mercado e negócios na América Latina, ocupando vários cargos com diferentes experiências e cargos de liderança em diversas unidades de negócio para os mercados da Índia, China, Rússia e América Latina.

César López Moreno, como líder Regional da Unidade de Sleep and Respiratory Care, Royal Philips na América Latina. Possui 20 anos de experiência na área comercial em diferentes mercados. López Moreno está há mais de 11 anos na Philips, desempenhando funções estratégicas de marketing e vendas, principalmente no mercado da Península Ibérica (Espanha, Portugal, Andorra e Gibraltar). Em 2016, chegou à América Latina como Gerente de Marketing e negócios para a linha de SRC da Philips.

Durante este ano, e com vistas para o futuro, a Philips procura continuar maximizando o uso da tecnologia nos segmentos de Health Systems, Personal Health e SRC, que abrangem áreas essenciais do setor da saúde, incluindo cuidados para mães e recém-nascidos, cuidados respiratórios, cardiologia e oncologia. Globalmente, como parte de sua estratégia de crescimento, a empresa continua expandindo seu portfólio por meio de aquisições. Durante o segundo trimestre de 2017, a Philips adquiriu a Spectranetics e a CardioProlific, duas empresas norte-americanas, para reforçar sua liderança em soluções de terapia guiada por imagens. Também acrescentou à lista de aquisições a empresa Health & Parenting Ltd., líder no desenvolvimento de soluções móveis relacionadas à saúde, à família e aos futuros pais.

Entre as principais iniciativas que contribuíram, na primeira metade do ano, para o avanço da estratégia da Philips na América Latina, incluem-se:

Tecnologias para hospitais e clínicas – Tasy. Solução desenvolvida na América Latina que digitaliza os prontuários médicos e os processos administrativos em hospitais e clínicas, continua sua expansão global com a implantação no México, Europa e Oriente Médio. Recentemente, a solução foi adotada pela importante rede de clínicas e hospitais do México, o Sistema de Saúde CHRISTUS MUGUERZA. A solução Tasy permitiu obter um aumento de até 50% na rentabilidade e uma redução de 20% nos custos operacionais.

Equipamentos médicos de última geração – Azurion. A plataforma inovadora de terapia guiada foi lançada mundialmente e já está entrando no mercado latino-americano. O software permite otimizar a realização de procedimentos minimamente invasivos, oferecendo uma nova opção de tratamento para pacientes que não podem suportar uma cirurgia aberta, reduzindo também os tempos de recuperação.

Para atender à demanda por esse tipo de tecnologia na América Latina, a Philips também inaugurou no Brasil, no início do ano, uma nova fábrica de equipamentos médicos em Varginha, onde produz equipamentos de raios-x, ressonância magnética, tomografia e ultrassom.

Iniciativas que fortalecem a comunidade médica para melhorar a assistência médica – Conexão Saúde. A iniciativa seguiu sua trajetória na região, abrangendo do México à Argentina. Por meio dessa iniciativa, a Philips procura unir atores essenciais do setor médico, a fim de encontrar soluções inovadoras para melhorar a saúde materno-infantil na região.
Nesse contexto, a Philips também revelou o M.A.M.I (Móvel de Atendimento Materno Infantil) na Argentina, uma iniciativa que oferecerá às mulheres ultrassonografias obstétricas gratuitas e palestras educacionais sobre a importância e sobre os métodos de amamentação.

Conscientização sobre doenças crônicas. As doenças não transmissíveis agora constituem a maior parte da carga total de doenças nos países da América Latina e do Caribe. Doenças como a apneia do sono são subdiagnosticadas, razão pela qual a Philips procura conscientizar a população sobre os sintomas, além de proporcionar ferramentas para um diagnóstico preciso e um curso de tratamento adequado. Por exemplo, a empresa está habilitando o cuidado em casa por meio de soluções portáteis conectadas, permitindo que as pessoas continuem seu curso de tratamento fora do hospital.

Saúde pessoal e vida saudável Medidas preventivas por meio da adoção de hábitos saudáveis são essenciais para reduzir a incidência de doenças. Com isto em mente, a Philips continua introduzindo nos mercados da região soluções que permitem que as pessoas vivam de forma mais saudável. Uma ampla gama de aparelhos eletrodomésticos que permitem preparar receitas saudáveis e exclusivas, como os liquidificadores Viva e Duravita, o AirFryer e o Pasta Maker. A empresa também trabalha para oferecer à mãe e ao bebê os melhores produtos inovadores que garantam a saúde com sua linha Philips Avent. Além disso, este ano a Philips está apresentando sua linha de escovas de dente Sonicare, estimulando a adoção de uma melhor saúde oral.

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Pesquisa da Philips aponta tecnologia como condutora de transformação dos sistemas de saúde na América Latina

O cuidado com a saúde é um dos principais desafios dos países da América Latina e, segundo o Future Health Index (FHI), estudo feito pela Philips para avaliar o status da preparação dos mercados para o cuidado da saúde, a solução dos problemas passa pela adoção e integração de tecnologias conectadas de saúde. A pesquisa destaca ainda que os países emergentes lideram a adoção dessas tecnologias, no entanto, o baixo preparo e qualificação posicionam o Brasil no penúltimo lugar entre os 13 países pesquisados em nível mundial. “ É encorajador ver que muitos países apresentam forte disposição para adotar tecnologias digitais conectadas, o que acabará por conduzir as transformações na área da saúde. O FHI fornece informações valiosas para os pacientes, profissionais de saúde e legisladores sobre onde a atenção precisa estar focada no aumento dos níveis de acesso, integração e adoção de tecnologias da saúde para melhorar os resultados de saúde e a experiência do paciente”, diz Frans van Houten, CEO da Royal Philips.

De acordo com este estudo, a tecnologia continua sendo uma questão geracional, tanto para pacientes, como para médicos. Mais da metade (57%) dos pacientes de 18 a 34 anos relataram ter um dispositivo de monitoramento da saúde, sendo que somente 25% deles tem conhecimento sobre aparelhos de saúde conectados, versus somente 14% daqueles de 55 anos ou mais. No Brasil, o custo de dispositivos de saúde conectados é considerado uma barreira entre os pacientes (45%) e profissionais de saúde (56%), assim como a burocracia do sistema de saúde para 42% dos pacientes e 39% dos profissionais de saúde.

Além disso, a pesquisa revela que apesar da proliferação de dados, o compartilhamento de dados ainda é um desafio a ser superado. Apesar dos progressos em relação aos registros médicos universais em alguns mercados, a grande maioria dos pacientes (74%) relata ter de repetir a mesma informação para vários profissionais de saúde, e a maioria (60%) também teve de repetir os mesmos exames. Enquanto isso, apesar de mais da metade (60%) dos pacientes possuir ou utilizar um dispositivo conectado para monitorar vários indicadores de saúde, apenas um terço dos pacientes (33%) já compartilhou essa informação com o seu médico.

“A América Latina também foi afetada pela quarta revolução industrial, a qual surge do crescimento do Big Data. Apenas nos dois últimos anos, foi gerado 90% de todos os dados da atualidade em nível mundial. Isto tem importantes implicações para o setor da saúde”, comentou Henk de Jong, CEO da Philips América Latina. “Contudo, nosso foco consiste em integrar soluções através de todo o cuidado continuo da saúde para proporcionar melhor acesso e cuidados aos pacientes, reduzir os custos de saúde, e facilitar o cuidado personalizado”, completa.

Atualmente, há mais de 275 milhões de pacientes internados sendo monitorados com equipamentos da Philips por ano. Cerca de bilhões de pessoas em mercados emergentes têm acesso às soluções de imagens de diagnóstico da Philips e a empresa administra 18 peta bytes de dados de imagens para fornecedores da saúde.

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Pesquisa da Philips revela: maioria dos pacientes e profissionais da saúde acredita na adoção de tecnologias conectadas para tratamentos

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHI) divulga os resultados da primeira edição do Future Health Index (FHI), um extenso estudo que revela a forma como os países estão posicionados para atender a longo prazo os desafios da saúde mundial, por meio de integração e de tecnologias conectadas de saúde. O Brasil recebeu uma pontuação global de 50,6 de um total possível de 100, com destaque para o crescente interesse e confiança em soluções tecnológicas; a necessidade de um esforço combinado com o intuito de aumentar o acesso a serviços de assistência médica; e uma maior educação no que diz respeito aos benefícios da adoção de tecnologias conectadas para cuidados com a saúde.

Evidências comprovadas:

– Apesar do uso e conhecimentos limitados de tecnologias conectadas para cuidados com a saúde, a melhora na área de saúde, no Brasil, é algo de extrema importância.

– Poucos pacientes e profissionais de saúde acreditam que o sistema de saúde atende às necessidades dos pacientes, o que pode aumentar as preocupações com a saúde em geral. Pacientes e profissionais de saúde entendem que é preciso aumentar o acesso em todas as áreas da saúde para melhorar a saúde pública.

– Embora os pacientes e os profissionais da área da saúde não pensem na saúde do Brasil de forma integrada, ambos conseguem notar o valor que tal integração poderia trazer para o sistema de saúde.

A fim de melhorar a qualidade, o acesso e a capacidade financeira para adquirir os cuidados necessários com a saúde, os sistemas de assistência médica em todo o mundo estão se focando menos em modelos hospitalares convencionais e mais em novos modelos integrados e coordenados por todas as fases do ciclo da Saúde – hábitos para uma vida saudável, prevenção, diagnóstico, tratamento e atendimento domiciliar.

Analisando as percepções, comportamentos e atitudes dos pacientes e profissionais de saúde, o Future Health Index está focado em três fatores importantes e necessários para se desenvolver um sistema mais integrado de assistência médica: o acesso aos cuidados de saúde; a integração do atual sistema de saúde; e a adoção de dispositivos e sistemas de tecnologia de saúde que estejam conectados.

Ao passo em que os dados ilustram a crescente oportunidade para a tecnologia digital conduzindo a transformação da saúde, o Future Health Index também revela níveis de prontidão em todos os mercados pesquisados, além de também revelar oportunidades de melhoria para incentivar uma adoção de práticas de cuidado com a saúde de forma mais ampla e a nível mundial.

Mais de três quartos (76%) dos profissionais de saúde, em mercados desenvolvidos, concordam que seus pacientes têm acesso aos tratamentos necessários para condições médicas atuais e futuras. Nos mercados emergentes, essa relação cai para pouco mais da metade (58%). No Brasil, essa estatística ficou abaixo de 25%. Em geral, mercados emergentes como a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos parecem estar liderando o caminho na adoção de dispositivos conectados, sendo que os players em economias emergentes esperam que dispositivos conectados possam ser utilizados para gerir a saúde no futuro.

O estudo, que será atualizado anualmente, foi realizado em parceria com uma empresa de pesquisa de mercado global independente. Mais de 2.600 profissionais de saúde e 25 mil pacientes participaram foram ouvidos em 13 países – Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Japão, Holanda, Singapura, África do Sul, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e EUA.

Atribuindo a cada país pesquisado uma pontuação média que poderia chegar a 100, o relatório FHI mostra a percepção de cada mercado sobre os benefícios da integração entre os sistemas de saúde e o interesse pela adoção dessas tecnologias. Os Emirados Árabes Unidos alcançaram a pontuação mais alta (65,3 pontos) entre os países participantes, sendo que a Holanda e a China também ficaram bem colocados, com pontuações de 58,9 e 58,1. Por outro lado, Alemanha, Brasil e Japão receberam as pontuações mais baixas, com 54,5, 50,6 e 49,0 – respectivamente.

“O FHI revelou uma série de áreas significativas nas quais os sistemas de saúde devem investir caso queiram obter sucesso a longo prazo na prestação de serviços de assistência médica”, disse Frans van Houten, CEO da Royal Philips. “No entanto, é encorajador ver que muitos países apresentam uma disposição relativamente forte para adotar tecnologias digitais conectadas, o que acabará por conduzir essas transformações. O FHI fornece informações valiosas para os pacientes, profissionais de saúde e legisladores – nos mercados desenvolvidos e emergentes – sobre onde a atenção precisa estar focada no aumento dos níveis de acesso, integração e adoção de tecnologias da saúde para melhorar os resultados de saúde e a experiência do paciente também a longo prazo respectivamente”, completa.

Outros dados do estudo mostram que:

Os dados estão se proliferando, mas o compartilhamento de dados continua a ser um desafio. Apesar dos progressos em relação aos registros médicos universais em alguns mercados, a grande maioria dos pacientes (74%) relata ter de repetir a mesma informação para vários profissionais de saúde, e a maioria (60%) também teve de repetir os mesmos exames. Enquanto isso, apesar de mais da metade (60%) dos pacientes possuir ou utilizar um dispositivo conectado para monitorar vários indicadores de saúde, apenas um terço dos pacientes (33%) já compartilhou essa informação com o seu médico.

Essas médias foram ainda menores no Brasil, comparando-se com os resultados nos 13 países pesquisados, sugerindo que o país está atrás de outros mercados emergentes. Muitos pacientes dizem que é difícil (60%) obter seus dados de saúde quando precisam, e a maioria (88%) diz que tiveram de dizer repetidamente as mesmas informações para vários médicos ou profissionais de saúde.

A tecnologia é uma questão geracional, tanto para médicos quanto para pacientes. Em todos os países pesquisados, os pacientes e médicos mais jovens também são mais propensos a usar e compartilhar informações a partir de dispositivos conectados, comparados aos seus pares mais velhos. Mais da metade (57%) dos pacientes com idades entre 18-34 relatam possuir pelo menos um dispositivo de vigilância de saúde e um quarto dos mesmos (25%) sentem que estão bem informados sobre dispositivos de cuidados com a saúde conectados, versus 14% das pessoas com 55 anos ou mais.

No Brasil, o custo de dispositivos de saúde conectados é considerado uma barreira entre os pacientes (45%) e profissionais de saúde (56%), assim como a burocracia do sistema de saúde para 42% dos pacientes e 39% dos profissionais de saúde.

Pacientes e médicos estão divididos em relação à capacidade dos pacientes em monitorar sua própria saúde. A grande maioria dos pacientes pesquisados (69%) sentem que têm o conhecimento necessário para gerir a sua própria saúde de forma eficaz. No entanto, menos da metade dos profissionais (40%) concorda com isso. Diferentes percepções também existem em termos de quem é responsável pela prevenção de problemas de saúde. Como o aumento da idade do paciente, eles são mais propensos a acreditar que são os guardiões da sua própria saúde – 79% dos entrevistados, com 55 anos ou mais, concordam que são totalmente responsáveis pela prevenção de sua saúde em comparação com pacientes mais jovens (66% daqueles entre 18-34).

No Brasil, apenas um terço dos pacientes (34%) estão bem informados sobre as tecnologias conectadas de cuidados com a saúde, em comparação com 58% dos profissionais de saúde. Por outro lado, a maioria dos pacientes (79%) e dos profissionais de saúde (84%) acreditam que as tecnologias conectadas de cuidados com a saúde sejam algo importante para a melhoria da saúde da população.

A integração e o compartilhamento de dados devem ser um objetivo claro. A maioria considerável dos pacientes e dos profissionais de saúde (69% e 85%, respectivamente) acreditam que os sistemas integrados de saúde e as tecnologias conectadas podem melhorar a qualidade dos cuidados aos doentes, e a maioria dos médicos (88%) concorda que a integração pode ter um impacto positivo direto sobre a gestão de saúde da população.

Áreas específicas de melhoria foram apontadas pelo estudo e devem ser abordadas para aumentar a adoção de tecnologias de forma mais ampla e em nível mundial.

· Em todos os países a burocracia é vista como um grande obstáculo. Mais da metade (54%) dos profissionais de saúde e 43% dos pacientes indicam que a burocracia do sistema de saúde é um dos principais obstáculos a fim de coordenar o compartilhamento de dados e a integração dos sistemas de saúde.

· Preocupações com custos, formação e segurança de dados são alguns dos pontos citados por entrevistados em todos os países pesquisados. Mais da metade dos profissionais de saúde e pacientes (52% e 51%, respectivamente) acreditam que os dispositivos de cuidado com a saúde conectados aumentariam os custos de saúde em geral, com preocupações sobre os recursos necessários para as necessidades associadas, tais como treinamento e segurança de dados.

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Para ler o Future Health Index completo, além dos dados de mercados locais, por favor, acesse: www.futurehealthindex.com

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