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Randstad recrutará profissionais de tecnologia na Campus Party

A Randstad, líder global de soluções em recursos humanos, terá um espaço dedicado no evento para relacionamento com candidatos interessados e possível recrutamento desses profissionais de tecnologia presentes na Campus Party, um dos maiores eventos de experiências tecnológicas do mundo, que acontecerá em São Paulo entre os dias 12 e 17 de fevereiro. A ação será realizada durante os dias 13 a 16 de fevereiro, no espaço Campus Jobs.

Os campuseiros que se interessarem por uma posição na área poderão conversar com os recrutadores da Randstad na mesa especial da empresa no evento, onde já acontecerão as primeiras etapas das seleções. Se aprovado na primeira fase, o candidato poderá ser entrevistado pela empresa contratante já na Campus Party ou encaminhado para outra etapa após o evento.

“O mercado de tecnologia está muito aquecido e temos escassez de talento para algumas posições. Nada melhor do que procurar pelos melhores profissionais em um evento focado no setor. Vamos unir o útil ao agradável para os campuseiros”, diz Juliano Gonçalves, diretor da Randstad Technologies, área da empresa completamente voltada para recrutamento e seleção de posições de tecnologia.

Além da mesa de recrutamento, a Randstad ministrará duas palestras. A primeira, no dia 14, abordará a evolução do mercado para entrevistas com robôs. Já a segunda, no dia 15, falará sobre o futuro dos talentos no mercado de tecnologia.

Campus Party
Quando: De 12 a 17 de fevereiro
Onde: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme
Mesa de recrutamento da Randstad: entre os dias 13 e 16, no Campus Jobs

Palestra “Get Ready: Seu próximo entrevistador pode ser um Robô!”.
Quando: 14/02, das 18h45 às 19h30.
Palestrante: Rafael Pereira, alquimista digital da Randstad.

Palestra “O futuro dos talentos no mercado de tecnologia”
Quando: 15/02, das 18h45 às 19h30.
Palestrante: Fernanda Cristina Prado, consultora da Randstad Technologies.

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Resoluções de ano novo: como fazer um bom plano de carreira para 2019

Erro comum, profissionais não planejam o futuro e se tornam passivos em suas carreiras; Veja quatro passos para definir seus objetivos para o próximo ano

Um novo ano se aproxima e, com ele, surgem dúvidas e questionamentos sobre nossa vida, como o que desejamos manter e o que queremos mudar nos próximos meses – inclusive profissionalmente.

Passo essencial, o plano de carreira é o guia da vida profissional e torna muito mais simples fazer escolhas boas e conscientes ao longo da carreira. Porém, muitas pessoas deixam seu futuro nas mãos do gestor ou do RH da empresa. “Esse é um erro muito comum e os profissionais acabam à deriva. Na verdade, a única pessoa responsável pela sua carreira é você mesmo”, orienta Ricardo Fazanaro, gerente de carreira da Randstad.

Papel e caneta na mão? Então confira os quatro passos listados pelo executivo para definir seu planejamento e comece 2019 com o pé direito na profissão.

1. Defina seu propósito de carreira

Esta etapa é fundamental, mas muitas pessoas acabam pulando. O propósito da carreira ajudará a guiar seus passos e aplicar filtros durante toda a sua trajetória, avaliando eventuais oportunidades com olhar crítico de quem você é como profissional. Seu propósito pode ser apenas pessoal, como virar gerente, ou social, como contribuir para a melhoria da sociedade.

2. Elenque os cargos pelos quais quer passar

Qual é o cargo máximo que você quer chegar? Quer empreender? Quais são os feitos que você deseja alcançar na sua trajetória? Essas perguntas são importantes para que você tenha um alvo, uma meta a perseguir. Definido o objetivo máximo, liste quais são os cargos, projetos e etapas intermediárias, com seus respectivos períodos. Ex.: quero ser diretor em 4 anos.

3. Saiba qual será sua estratégia

Uma vez que você já sabe quais são as etapas que precisará percorrer, é momento de traçar sua estratégia. Avalie quais são os cursos, idiomas e habilidades que você precisará alcançar em cada momento de sua carreira. A partir do prazo definido, você também definirá a intensidade e urgência de cada um desses itens.

4. Avalie a importância do equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Quando não fazemos essa avaliação, podemos ser pegos de surpresa ou nos arrepender tarde demais. Reflita sobre suas metas pessoais e o estilo de vida que deseja ter. Assim, conseguirá encontrar o meio termo ideal entre vida profissional e pessoal, além de definir quais são os sacrifícios que está disposto a fazer em cada momento da carreira.

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Startups querem profissionais versáteis e ágeis, afirma Randstad

As startups, como são conhecidas as novas empresas com potencial de inovação, têm tomado cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Com o DNA jovem e inovador, esse modelo de negócio ganhou a atenção dos profissionais e viram suas vagas se tornarem disputadas. No entanto, não é todo mundo que se adequa ao modo de trabalho.

De acordo com Frederico Costa, gerente da Randstad Technologies, o perfil de colaborador desse tipo de empresa é mais dinâmico e pouco convencional. “Por estar em fase de desenvolvimento e crescimento, as startups buscam por pessoas multifuncionais. Isso quer dizer que o profissional dificilmente desenvolverá somente uma tarefa. Na verdade, a tendência é que ele transite por diversos setores da empresa”, explica.

Por isso, os jovens sentem-se mais atraídos pelas startups – e a recíproca é verdadeira, já que um profissional com mais experiência de mercado já desenvolveu uma forma de trabalhar e adaptar-se à nova mentalidade pode ser difícil. “É necessário que o candidato tenha resiliência para trabalhar em um cenário de mudanças contínuas e equipes enxutas”, comenta o especialista.

Em consonância, os processos seletivos também são diferenciados: a agilidade é essencial. Enquanto uma empresa tradicional realiza um recrutamento dentro de um período médio de três semanas, as startups completam o processo em apenas uma, considerando da primeira lista à contratação.

Quando o assunto é posição de liderança nas startups, Costa explica que, na maioria dos casos, a cúpula das startups é formada por pessoas de confiança dos fundadores. “Precisa ser alguém que faça o fundador sentir-se confortável em entregar a responsabilidade de um pedacinho do seu próprio negócio”, observa. O especialista ainda dá a dica de ouro: “Networking é a palavra-chave. Faça contato com pessoas do setor e esteja sempre trocando informações. A maior parte dos cargos altos de startups são preenchidos por conhecidos e indicações”.

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75% dos brasileiros ainda não têm flexibilidade no trabalho, mostra pesquisa da Randstad

O Brasil ainda não se adaptou às novas formas de trabalho. É o que aponta pesquisa da Randstad, líder global em soluções de recursos humanos, em que 75% dos brasileiros afirmaram ainda trabalhar no formato tradicional: no escritório e no horário comercial.

De acordo com o estudo realizado em 33 países, os mais desenvolvidos parecem mais avançados no que diz respeito à adoção de formatos flexíveis: na Suécia, apenas 51% dos entrevistados afirmaram trabalhar segundo o modo convencional, o menor percentual dentro deste cenário, enquanto a Índia registra o maior índice, com 85% dos profissionais atuando dentro da sede da empresa e em período comercial.

Por outro lado, para quem torce pela mudança nos padrões de trabalho, a notícia é boa: 69% dos indianos acreditam que a maneira de trabalhar está mudando no país; no Brasil, esse percentual é de 45%.

“O país está passando por um processo de reformulação das relações de trabalho. As empresas estão adotando gradativamente políticas de home office, horário flexível, trabalho remoto e outras opções que desconstroem o modelo tradicional da década de 80”, explica Jorge Vazquez, presidente da Randstad no Brasil.

Motivação

Para 90% dos brasileiros, o trabalho flexível permite melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal e para 86% deles, isso aumenta a produtividade, criatividade e satisfação. Mas nem tudo é positivo: 38% dos entrevistados sentem que essa flexibilidade também causa grande pressão na vida pessoal, já que nunca conseguem se desconectar completamente do trabalho.

Ainda assim, 76% dos brasileiros preferem trabalhar de casa ou de outros lugares que não o escritório, mas apenas 58% afirmam que as empresas fornecem recursos e equipamentos suficientes para que isso seja viável. Esse pode ser um dos motivos pelos quais 57% dos profissionais afirmaram preferir trabalhar no escritório.

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