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Rakuten EXPO 2017 traz para São Paulo co-fundador do aplicativo Waze

Realizado nessa quinta-feira (5), das 9h às 20h, no World Trade Center Golden Hall, em São Paulo, a Rakuten EXPO 2017 traz ao Brasil o israelense Uri Levine, co-fundador do aplicativo Waze. Levine abordará o tema empreendedorismo e como criar um modelo de negócios de sucesso, contando detalhes sobre a sua própria trajetória, da criação à venda do app por mais de US$ 1 bilhão. Além de Levine, outros 50 palestrantes nacionais e internacionais palestram no evento, promovido pela Rakuten Digital Commerce, empresa de soluções para e-commerce vinculada ao maior ecossistema de internet no mundo. Os ingressos podem ser adquiridos no site (expo.rakuten.com.br).

Ricardo Sangion, Head América Latina do Pinterest, vai contar um pouco da história da companhia que, recentemente, atingiu a marca de 200 milhões de usuários no mundo, ultrapassando o Snapchat. Sangion abordará a transição da descoberta do offline para o digital, mostrando como varejistas podem se valer do Pinterest para impactar tanto as vendas na loja virtual quanto na física.

Outro convidado é Rodrigo Pimentel, ex-capitão do BOPE e roteirista do filme Tropa de Elite. A história do capitão Nascimento, no primeiro filme da série, foi inspirada em sua trajetória. Na Rakuten Expo, Pimentel faz a palestra “Construindo Tropas de Elite”, na qual dá dicas de como alcançar alta performance e superar desafios.

O evento traz ainda palestras focadas diretamente no dia a dia do lojista virtual. O presidente da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), Maurício Salvador, vai falar sobre o futuro da logística no e-commerce, historicamente um dos maiores desafios do setor. “Este é o ponto onde aperta o sapato do lojista. E é também o lugar em que os e-commerces mais lucrativos estão ganhando o jogo. Vamos falar de todas as inovações em logística que já são realidade ao redor do mundo e que precisam ser incorporadas o quanto antes pelos lojistas brasileiros”, explicou.

Os painéis foram cuidadosamente pensados para abordar todos os temas relevantes para o e-commerce. Um dos assuntos do momento, a Inteligência Artificial, estará presente em uma palestra com o diretor de produto da Clearsale, Gilmar Hansen, e os famosos chatbots entram em foco em um painel, com os CEOs da TopperMinds – FabrízzioTopper -, da Nama – Rodrigo Scotti – e da Contate Agora – Cristiano Furquim -, além da co-fundadora da Neomode, Fabiola Paes. O tão falado (e tão pouco colocado em prática) omnichannel também será debatido sob vários pontos de vistas. As melhores práticas em meios de pagamento, segurança online, marketing, vendas, aquisição e retenção de clientes também serão expostas durante o evento.

Como nos anos anteriores, o palco da Rakuten EXPO será em 360°, com dezenas de palestras simultâneas divididas em quatro verticais: Estratégia & Negócios, Marketing & Vendas, Tecnologia e Operações. Entre os demais destaques dos executivos participantes estão Daniel Funis (Farfetch), Luciana Batista (Bain&Company) e Rodrigo Tavares (Expedia). Além do espaço de aprendizado, os participantes poderão trocar experiências com os palestrantes e debater sobre as oportunidades e os desafios do ambiente online.

Rakuten EXPO 2017

Quando? 05 de outubro

Que horas? 9h

Onde? WTC Golden Hall. Av. das Nações Unidas, 12551, Cidade Monções, São Paulo

Ingressos: expo.rakuten.com.br

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Geração Y gosta mais de comprar no e-commerce que geração Z, revela pesquisa

A preferência das pessoas por comprar pela internet já é uma realidade entre todas as gerações. Até mesmo entre os babyboomers, geração nascida logo após a Segunda Guerra Mundial, a inclinação pela compra online atinge 84% das pessoas. No entanto, ao contrário do que se poderia pensar, não são os jovens de 20 anos ou menos os campeões na escolha pelo e-commerce.

A porcentagem de consumidores nascidos depois de 1995, a chamada geração Z, que se declararam estar mais propensos a usar o e-commerce para comprar produtos ou contratar serviços ainda é esmagadora (87%), contra 13% que preferem comprar em lojas físicas. Mas os millennials, da geração Y, gostam mais ainda da modalidade: 95% das pessoas que têm entre 27 e 37 anos priorizam a compra pela web em detrimento das lojas físicas. Esta geração ainda se destaca na compra via mobile (40%, enquanto a média foi de 29%) e na busca pelo menor preço. Para 84% das pessoas nesta faixa etária, o custo é o fator que mais influencia na compra.

Os números são de uma pesquisa da Rakuten Digital Commerce com 472 consumidores das 4 gerações. Entre os consumidores da geração X, nascidos entre 1960 e 1979, o índice de preferência por comprar online é igual ao dos millennials mais jovens, a chamada geração Z: 87%. A geração X se destaca também como a que mais planeja antes de fazer comprar (91%), 4 pontos percentuais a mais que a média geral.

A disputa entre as gerações Y e Z continua em outros quesitos. Se por um lado a geração Z é a que mais usa apenas apps para finalizar a compra (75%, enquanto a média foi de 65%), a geração Y é a campeã nas compras de produtos de saúde e beleza, entretenimento e casa & decoração. Por outro lado, os millennials da geração Y também ostentam um recorde não tão positivo: a compra por impulso, declarada por 32% das pessoas que responderam a pesquisa.

E não pense que os mais velhos ficaram de fora. São eles os que mais compram produtos ou serviços relacionados à viagem e turismo pela internet. Já quando o assunto é segurança, também são os que mais se preocupam; apenas 4% disseram não analisar atentamente todos os aspectos de segurança da loja virtual antes de fazer a compra.

Os hábitos de consumo dos brasileiros no e-commerce e as melhores práticas para vender online serão debatidos durante a Rakuten EXPO 2017, um dos maiores eventos do calendário nacional de e-commerce e que acontece no próximo dia 5 de outubro, a partir das 9h, no World Trade Center Golden Hall, em São Paulo. A feira é promovida pela Rakuten Digital Commerce, empresa de soluções para e-commerce vinculada ao maior ecossistema de internet no mundo. Em sua 6ª edição, a Rakuten EXPO espera reunir cerca de 3 mil participantes. Os ingressos podem ser adquiridos no site do evento (expo.rakuten.com.br).

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As 3 principais dificuldades das lojas virtuais quando o assunto é Direito Digital

Mesmo frente ao cenário econômico desafiador no país, o comércio eletrônico continua apresentando bons índices. Apenas no primeiro semestre de 2016, as vendas pela Internet já apresentavam faturamento de R$ 19,6 bilhões, alta de 5,2% na comparação com o mesmo período no ano passado, segundo dados da E-bit.

Atentas a este movimento, cada vez mais empreendedores estão procurando levar seus negócios para o ambiente virtual e, muitas vezes, acabam esbarrando em uma série de questões legais, que têm diferenças com o varejo offline e causam diversas dúvidas.

Em uma das primeiras palestras da Rakuten Expo, um dos eventos de e-commerce mais aguardados do ano, o advogado especialista em startups Flavio Picchi tratou das questões do Direito Digital no e-commerce. Entre os três dos principais gargalos do e-commerce nacional que foram abordados por Picchi, estão:

1) Dificuldade com logística

Tida como a questão crucial do e-commerce, a logística ainda é o calcanhar de Aquiles de muitas lojas virtuais, principalmente as que têm menos recursos disponíveis. No 1º semestre do ano, os atrasos afetaram 7,7% de todos os produtos comprados no e-commerce nacional, segundo números do e-bit.

Contratar uma empresa transportadora, uma fornecedora de plataforma como a Rakuten ou ainda fechar um contrato com os Correios para dividir a responsabilidade da entrega dos produtos pode ser importante para garantir a satisfação do seu cliente. “Este tipo de parceria dá ao lojista ganho de eficiência, precaução contra imprevistos, mais poder de negociação e maior abrangência territorial”, diz o advogado.

2) Aplicação exagerada do Código de Defesa do Consumidor

Em sua experiência como advogado no e-commerce, Picchi observou que há uma tendência de as decisões pesarem sempre a favor do cliente, independentemente do ocorrido, uma espécie de ‘inversão do ônus da prova’. Na maioria dos casos, basta o cliente alegar algo contra o empreendedor virtual, cabendo ao lojista se virar para provar que não tem culpa.

“Uma coisa é que isso aconteça com uma gigante do e-commerce, que tem um faturamento bilionário e até destina uma parte da receita para indenizar clientes. Uma outra situação completamente diferente é que isso seja aplicado a um pequeno comerciante regional, que hoje corresponde à grande maioria das lojas virtuais do país”, comenta Picchi.

Para se precaver dessa situação, o advogado orienta que o empreendedor seja cauteloso na hora de redigir as políticas e os termos de devolução de seu e-commerce, deixando muito claros os direitos e deveres dos consumidores. Importante também deixar pronto um aparato de logística para resolver imediatamente eventuais problemas.

“A prioridade nesses casos é zelar pela reputação. Um exemplo é a primeira devolução gratuita. A praxe, mais do que a lei, nos diz que vale a pena fazê-la, independente de onde mora o consumidor. Um cliente insatisfeito pode causar estragos à imagem da marca”, diz.

3) Complexidade tributária

Em vigor desde janeiro, o novo regime de alíquotas do ICMS complicou a vida dos empreendedores virtuais. Desde então, o lojista tem que recolher o tributo do seu estado (alíquota de saída) e também pagar o imposto sobre o serviço do estado do consumidor (alíquota de entrada).

Por conta dessa mudança, as lojas têm gastado mais com contabilidade e levado mais tempo para gerar estoque, resultando em um processo de entrega mais moroso. A complexidade exigida tem levado algumas empresas a operar na informalidade, uma decisão perigosa do ponto de vista jurídico. “Não tem como fugir, por mais que gere mais encargos, vale a pena contratar serviços de contabilidade e ficar dentro da lei”, aconselha Flavio Picchi.

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