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Olimpio Pereira é novo country manager da Qlik Brasil

A Qlik, empresa líder da indústria de Analytics e Business Intelligence, anuncia seu novo country manager para o Brasil, Olimpio Pereira, que atuará sob o comando de Eduardo Kfouri, vice-presidente da Qlik na América Latina. O executivo, que tem mais de 30 anos de experiência na indústria de tecnologia, assume a posição para dar continuidade ao crescimento sustentável da empresa, contribuir para a alfabetização de dados e suportar os clientes no processo de transformação digital liderando através dos dados.

Pós-graduado em Análise de Sistemas pela FASP – Faculdades Associadas de São Paulo, e em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, Olimpio já ocupou vários cargos de liderança no Brasil, tendo trabalhado em empresas como Oracle, Forté Software e BMC Software.

“Estou muito entusiasmado com a oportunidade de gerar valor para o cliente no mercado de análise de dados com a Qlik. Além de seguir com os avanços já alcançados, estou seguro de que somos o ponto focal para a transformação digital na era da Economia Analítica. É preciso apenas um insight, em apenas uma área da empresa, para acionar a mudança, melhorar um processo de vendas, fechar uma lacuna da cadeia de suprimentos, ou mesmo remover uma barreira do processo de entrega. Agora imagine quando multiplicamos isso por todas as pessoas em todas as linhas de negócios, fazendo suas próprias descobertas diárias. Isto chamamos de democratização de dados”, destaca.

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Webinars gratuitos da Qlik falam sobre Transformação Digital orientada a dados

Em tempos de Economia Analítica, os insights orientados por dados lideram a jornada em direção ao futuro. As organizações que obterão sucesso serão aquelas que utilizam os dados como um ativo estratégico para tomar melhores decisões em todas as áreas de operações.

A Qlik apresenta, em parceria com o Gartner e clientes da empresa de segmentos como Varejo, Serviços, Financeiro e Saúde, uma série de webinars gratuitos sobre as oportunidades de transformação orientada por dados. Entre os temas abordados, estão as novas maneiras para obter valor a partir dos dados e as estratégias inovadoras para lidar com alto volume de informação.

A jornada da Transformação Digital de cada organização é única e baseada em metas, objetivos e tendências do setor. É por isso que destacamos quatro sessões específicas que mostram como as empresas utilizam os dados e análises para respaldar sua jornada transformadora.

Os participantes podem selecionar a sessão de webinar ideal de acordo com o seu interesse ou com segmento de sua companhia. As sessões incluem uma combinação de conteúdo ao vivo e sob demanda em serviços financeiros, saúde e varejo. Existe também uma sessão mais abrangente, caso sua organização não se enquadre nesses setores.

Confira a programação completa:

Data/Horário Título Palestrante
25 de Julho – 14h00 (horário do Brasil) Como a análise de dados está promovendo a transformação digital » Valerie Logan – Research Director – Gartner
David Bolton – VP Industry Solutions – Qlik
25 de Julho – 15h00 (horário do Brasil) Transformações digitais orientadas a dados: aproveitando insights valiosos » Mike Muglia – Center of Excellence – Business Process Improvement – FP&A BI – Verizon
Kelsey Fautsch – Senior Product Manager for Compliance & Customer Experience Measurement Platform – Deloitte
Neil Martin – Head of Toolkit Product Development – WebHelp
Niall Gallacher – Global Market Development – Qlik
[Webinar sob demanda] Tendências de BI 2018 » Dan Sommer – Senior Director – Market Intelligence Lead – Qlik
[Webinar sob demanda] Obtendo pleno valor dos negócios com seus dados em 2018 » David Bolton – VP of Industry Solutions – Qlik
Chris Mabardy – Sr Director of Product Marketing – Qlik

Série de Webinars Qlik
Data: 25 de julho de 2018
Horário: 14h e 15h
Inscrições: Os interessados devem se inscrever por meio deste link.

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Inteligência Artificial e Business Intelligence: Para onde vai a IA e como podemos trabalhar com ela no futuro do BI?

Por Michael Anthony, Senior UX / UI Designer da Qlik

Enquanto as máquinas estão cada vez mais inteligentes, rápidas e criativas, nossa fascinação contínua pelo assunto ajuda a romper as fronteiras tecnológicas. Em 1996, o computador Deep Blue da IBM foi notícia quando ganhou do campeão mundial de xadrez Gary Kasparov. Apesar de ser muito impressionante o fato de que uma máquina pudesse aprender a jogar xadrez, o maior interesse não era esse.

Assim como nos mais recentes programas de jogos, o objetivo real é construir máquinas cada vez mais inteligentes, capazes de aprender, adaptar e pensar por si mesmas. Esse é o avanço da inteligência artificial (IA).

Os primeiros computadores eram programados manualmente por humanos para fazer trabalhos específicos e bastante simples. Uma calculadora, por exemplo, foi programada sobre como calcular números e foi o que aconteceu. Mas à medida em que adicionamos camadas de complexidade com maiores demandas, os computadores se tornaram tão complexos que não é mais possível que o homem programe todos os aspectos de alguns programas.

Ao invés disso, os humanos passaram a desenvolver partes de programas responsáveis por construir outras partes dos próprios programas, encontrando a lógica mais otimizada por meio de tentativa e erro. Como as máquinas programam partes de si mesmas, um humano tentando explicar exatamente como um programa
está fazendo o que está fazendo é algo praticamente inexplicável.

Assim, à medida que as máquinas estão ficando mais inteligentes, elas recebem também trabalhos mais complicados – como empregos que antigamente
eram estritamente de domínio humano, por exemplo. Os computadores estão aprendendo a dirigir veículos, ler resultados de exames médicos e fazer
recomendações de tratamento, escrever artigos de notícias e, claro, fabricar produtos. Uma das vantagens de uma máquina sobre um humano é que, para algumas
dessas tarefas, uma máquina é (ou será) melhor no trabalho do que uma pessoa. Outro benefício é, com certeza, o fato de que os computadores não adoecem, não
precisam dormir e podem fazer o trabalho de vários funcionários de uma só vez.

A boa notícia é que, para algumas profissões, a substituição do computador levará mais tempo para chegar do que para outras. Embora os
operadores de elevadores humanos sejam quase inexistentes agora, outros trabalhos são mais complicados e difíceis de substituir por uma máquina. A IA programada
para realizar uma tarefa específica é chamada de IA fraca ou IA restrita – é uma máquina focada em uma tarefa única e isso é tudo o que ela tem capacidade
de fazer. Por exemplo, o programa que executa o elevador é ótimo em fazer isso, mas só pode fazer isso. Um programa que pode dirigir um carro provavelmente
também não pode jogar xadrez, etc.

Para o campo de BI, deveria ser óbvio que, com o tempo, os computadores se tornarão muito melhores na análise de dados do que os humanos.
É o tipo de campo que parece perfeito para IA – montanhas virtuais de dados à disposição de programas de IA para aprender, analisar e encontrar os melhores
algoritmos mais confiáveis para fazer recomendações.

Já usamos software de BI por sua capacidade de classificar grandes conjuntos de dados na velocidade da luz. O próximo passo é que as máquinas
realmente analisem os dados e não apenas recuperem as informações quando solicitadas.

Então o que nós vamos fazer? Em geral, é sempre benéfico se concentrar em seus pontos fortes. Um ponto forte que temos é a nossa capacidade
de resolver problemas em um estilo interdisciplinar, algo que a inteligência artificial estreita não faz tão bem. Somos naturalmente flexíveis para fazer
diferentes tipos de trabalho e pensar de maneiras criativas.

Ao invés de tentar vencer as máquinas em seu próprio jogo, o movimento mais inteligente é fundir nossas forças com os pontos fortes da IA.
Uma parceria, em vez de um cenário “nós contra eles” no melhor estilo O Exterminador do Futuro – quando as máquinas, comandadas por uma força chamada
Skynet, se rebelaram. As máquinas trarão sua velocidade e poder de processamento à mesa, à medida que usamos nossa criatividade e pensamento não
linear, pois juntos procuramos resolver os problemas de negócios de amanhã.

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Ontário investe em novo laboratório de P&D em Ottawa

Província gera empregos ao investir no setor de tecnologia da informação

Ontário acaba de firmar uma parceria com a Qlik, empresa de software de visualização de dados e inteligência de negócios, para investir em tecnologia e aumentar seus negócios, gerando mais de 100 novos postos de trabalho.

A Qlik abrirá, em Ottawa, um laboratório focado no desenvolvimento de softwares para computação em nuvem, análise e inteligência de negócios. A nova instalação, que receberá US$ 1,5 milhão do Eastern Ontario Development Fund, será o primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento da empresa no Canadá. No total, o investimento deve atingir mais de US$ 22 milhões e tem será concluído até dezembro de 2019.

De acordo com Mike Potter, vice-presidente Sênior de Engenharia Global da Qlik, a empresa escolheu a província em razão de sua relevância internacional. “Estamos satisfeitos com a parceria com o governo de Ontário neste projeto. Com a sua proximidade com o mercado dos EUA, mão de obra qualificada, qualidade de vida e incentivos governamentais, Ottawa é o local perfeito. Estamos confiantes de que a nossa presença e compromisso com Ottawa irão desempenhar um papel importante na oportunidade que a Qlik tem para evoluir e continuar a revolucionar o mercado de software empresarial”, afirma.

Incentivo à inovação

O Eastern Ontario Development Fund ajuda a gerar empregos e diversificar a economia, incentivando as empresas regionais a buscar inovação e novos mercados. O fundo foi o modelo para o bem-sucedido Southwestern Ontario Development Fund. Desde 2013, estes dois fundos criaram e mantiveram mais de 32.100 empregos e atraíram cerca de US$ 1,58 bilhão em investimentos.

Nos últimos cinco anos, Ontário investiu cerca de US$ 400 milhões de reais, baseando-se na inovação para catalisar o crescimento empresarial de seu mercado. Os fundos cobrem até 15% dos custos dos projetos de empresas de diferentes segmentos, como manufatura avançada, processamento de alimentos, ciências da vida, tecnologia da informação e comunicação, turismo e indústrias culturais.

“Estamos muito felizes que a Qlik esteja trazendo a sua primeira instalação de Pesquisa e Desenvolvimento no Canadá para Ottawa. Empresas como a Qlik estão aumentando a nossa economia baseada no conhecimento, gerando bons empregos e buscando inovações que irão ajudá-las a manter-se competitivas na economia global”, finaliza Brad Duguid, Ministro do Desenvolvimento Econômico e Crescimento de Ontário.

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A inteligência competitiva como diferencial estratégico – Por Guilherme Tavares

Entender o mercado é fundamental para uma tomada de decisões eficiente e favorece o fortalecimento das empresas em cenários de instabilidade. Diante de fatores como o dinamismo dos negócios contemporâneo, a instabilidade dos ciclos econômicos e a própria necessidade de se antecipar às movimentações do mercado, companhias dos mais diversos segmentos tem, cada vez mais, concentrado esforços no desenvolvimento de estratégias focadas em Inteligência Competitiva.

Em linhas gerais, podemos definir Inteligência Competitiva como o processo de análise das tendências e movimentações do mercado, tendo em vista uma tomada de decisões mais assertiva em uma determinada organização.

Além desta análise mercadológica que envolve estudos da concorrência e do ambiente econômico em geral, a Inteligência Competitiva (IC) engloba também a verificação do comportamento dos clientes da base de uma empresa, seja para expandir esta base ou para melhorar os processos de pós-venda.

Segundo estudos desenvolvidos na Universidade Federal de São Carlos, é possível identificar o uso da IC no Brasil em indústrias como as de energia, telecomunicações, bancária, farmacêutica e do varejo – embora não fique restrita a estas áreas. Tais segmentos utilizam a Inteligência Competitiva, sobretudo, para acompanhar o desenvolvimento e as tendências de maturação tecnológica do mercado.

Mediante um bom uso da Inteligência Competitiva ainda é possível, por exemplo, obter ganhos relacionados a uma diminuição no ciclo de vendas, conversão de um número maior de targets e, consequentemente, maior êxito quanto ao alcance de metas de crescimento.

Sendo implementada no país desde os anos 90 em organizações de grande e pequeno porte, a Inteligência Competitiva tem assumido um papel importante no fortalecimento do ambiente de negócios brasileiro atual. Neste sentido, a ferramenta deve ser vista como uma aliada das empresas, pois suas potencialidades podem contribuir para a retomada do crescimento econômico nacional, trazendo assim, benefícios para a população como um todo.

Guilherme Tavares é Gerente de Marketing e Inteligência Competitiva da Toccato, distribuidora dos produtos Qlik no Brasil e única com o título Elite Master Reseller.

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Keyrus recebe o título de Latin America Solution Provider of the Year 2015 pela plataforma Qlik

O Grupo Keyrus, multinacional francesa presente em 15 países, focado em soluções digitais recebe o título da Qlik de ‘Latin America Solution Provider of the Year 2016´. A empresa que coleciona prêmios foi contemplada com a premiação no evento Qonnections 2016, realizada em Orlando, na Flórida.

O Qonnections (um evento de Business Intelligence global que reúne consumidores e parceiros e apresenta os produtos mais inovadores do mercado) tem como objetivo compartilhar histórias de sucesso, ideias e expandir o conhecimento entre profissionais do setor de BI. O evento acontece durante quatro dias e conta com participações ilustres como a do capitão Scott Kelly (astronauta e aviador naval dos Estados Unidos, veterano de quatro missões espaciais), entre outros.

O título de ‘Melhor Solution Provider’ recompensa o parceiro que demonstra tanto o melhor desempenho comercial, quanto uma forte capacidade de inovar em torno de soluções da plataforma.

“Estamos recebendo mais uma vez uma premiação [empresa vem recebendo à anos consecutivos] o que confirma a eficácia e a dinâmica constante da parceria. Este prêmio reconhece a Keyrus por sua expertise e capacidade única de inovar. Através do nosso centro de inovação e desenvolvimento, além de seus colaboradores, que são especialistas Qlik”, destaca o diretor de vendas da Keyrus Brasil, William Nakasone.

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