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CONARH 2018 conta com palestras de executivos das maiores empresas do Brasil

De 14 a 16 de agosto acontece a 44ª edição do CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), um dos maiores eventos sobre gestão de pessoas do mundo. Com o tema “Protagonista da Transformação”, o evento tem o objetivo de mostrar que todos são responsáveis por influenciar as pessoas de forma positiva e que para ter um mundo mais justo, diverso e igualitário, é necessário colocar em prática as ações, ser o protagonista da verdade.

Com mais de 30 palestras e painéis o CONARH 2018 já conta com grandes nomes em sua grade. Confira:

“A grande revolução: seja uma marca” – Leo Chaves, cantor, palestrante, presidente fundador do Instituto Hortense e autor do livro “No colo dos Anjos”

Irá dividir experiências relacionadas a carreira profissional e pessoal, quedas, frustrações, dificuldade, obstáculos, tudo o que enfrentou e superou na vida. Com base em seus estudos sobre inteligência emocional e gestão da emoção, também utiliza um pouco de filosofia, modelo educacional escolar e familiar.

“Como desenvolver Líderes Exponenciais” – Gustavo Werneck, CEO da Gerdau

Gustavo é o primeiro CEO que não pertence à família Gerdau em 116 anos. Há 13 anos na companhia, é conhecido por um estilo enérgico e a capacidade de bater metas. Irá compartilhar como o RH foi importante no desenvolvimento do seu potencial e como viveu o programa de sucessão.

“As 5 novas competências para desenvolver carreiras e empresas de sucesso” – Mauricio Benvenutti, Sócio da StarSe e autor do livro “Incansáveis”

As novas tecnologias e como ela está impulsionando a mudança nas pessoas, organizações e sociedade. Estamos mesmo promovendo a mudança ou ela está nos impulsionando a mudar? O que vem pela frente? Como me preparar?

“A startup que reinventou o sistema de saúde no Brasil” – Thomaz Srougi, Fundador do Dr. Consulta

A história dos empreendedores que querem protagonizar uma das maiores ondas de impacto já vistas no mercado de saúde brasileiro. O Dr.Consulta realiza cerca de 55 mil atendimentos por mês, com uma rede de 600 médicos. Criada em 2011, só este ano, em plena crise financeira do país, abriu oito novas unidades, totalizando 20 na capital e na região do ABC.

“A diversidade na perspectiva dos CEO´s” – Cristina Palmaka, CEO da SAP Brasil e Sérgio Rial, Presidente Executivo do Santander Brasil

Moderador: Mílton Jung, Jornalista, âncora do Jornal da CBN e do programa Mundo Corporativo, co-autor do livro “Comunicar para Liderar” e autor de “Jornalismo de Rádio”
Debate sobre como os CEO’s veem a diversidade nas empresas. Seus respectivos programas funcionam? Quais as lições aprendidas? Que mensagem gostariam de passar para os RH’s, para que efetivamente tragam a diversidade de mindset para as organizações?

Os conteúdos serão divididos entre palestras Magnas e Simultâneas, todas ministradas por profissionais renomados do mercado brasileiro e internacional.

As inscrições já estão abertas, e podem ser feitas no site http://www.conarh.com.br, pelo e-mail congressista@conarh.com.br ou pela nossa central de atendimento (11) 3138-3420.

44º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas
Data: 14, 15 e 16 de agosto de 2018
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda

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Estudo da Cognizant apresenta as profissões do futuro

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, apresenta um estudo inédito, no qual aponta as 21 profissões promissoras para os próximos dez anos. De acordo com a pesquisa, alguns empregos serão extintos pela tecnologia, mas outros serão criados, gerando oportunidades em mercados ainda não explorados.

“Com o aumento do uso da tecnologia em todas as áreas, as pessoas estão buscando profissões que envolvam realidade virtual, análise de dados, inteligência artificial e programação. Essa tendência evidencia que a força de trabalho humana ficará responsável por atividades que tenham como objetivo analisar e tomar decisões de risco, que um software, por exemplo, não é capaz de realizar”, afirma Ben Pring, vice-presidente da Cognizant e um dos responsáveis pelo estudo.

No varejo, por exemplo, é notável o quanto estão sendo trabalhadas as tecnologias que garantem uma experiência de consumo diferenciada, que impactam diretamente o consumidor e geram emoções únicas. Já na área da saúde, exames feitos por softwares e raios X, com resultados muito mais rápidos e assertivos, já são possíveis graças à utilização da inteligência artificial para resolver problemas e gerar resultados precisos. O setor financeiro é outro que busca diferentes meios tecnológicos para ganhar produtividade, desburocratizar processos e aumentar a eficiência operacional.

“No futuro, o trabalho continuará sendo fundamental para nossas identidades, nossa natureza, nossos sonhos e nossas realidades, mas não será necessariamente o trabalho que conhecemos ou fazemos agora”, ressalta o executivo.

Os 21 empregos apresentados a seguir são aqueles que se tornarão proeminentes em curto prazo. Ademais, esses empregos criarão novas oportunidades, que proporcionarão trabalho para muitas pessoas em diversos segmentos da economia.

Confira a lista dos 21 empregos do futuro:

Nos próximos cinco anos:

Data Detective

Investigador de dados. O candidato deve ser um assíduo analista de dados e interpretá-los da melhor maneira possível. Além disso, deve ser curioso, analítico e multitarefa.

Bring Your Own IT Facilitator

O profissional vai gerar flexibilidade para os usuários com o uso de aplicativos e infraestrutura, desenvolvidos dentro da empresa ou em ambientes de nuvem.

Ethical Sourcing Manager

Esse profissional vai investigar, acompanhar, negociar e fazer acordos sobre o fornecimento de produtos e serviços, para garantir o alinhamento nos contratos relacionados a questões éticas de um público estratégico.

AI Business Development Manager

Um gerente de desenvolvimento de negócios. O trabalho será próximo a áreas de vendas, marketing e sócios.

Master of Edge Computing

A computação em nuvem está gradualmente abrindo caminho para a próxima grande evolução. A edge computing desencadeia o potencial de dispositivos de hardware conectados e os descentraliza, para se tornar o próprio data center. Nesse modelo, que descentraliza o armazenamento ou o processamento de dados, o profissional atuará de forma abrangente.

Walker/Talker

O profissional será responsável por passar um tempo com os clientes, e sua principal atividade vai ser prestar atenção no que eles dizem.

Fitness Commitment Counselor

No futuro, esse profissional será imprescindível. A epidemia de obesidade é responsável por 300 mil mortes por ano, em média, nos EUA. Desse modo, o profissional será responsável por motivar a atividade física, melhorar a nutrição e fazer com que o indivíduo adote um estilo de vida mais saudável.

AI-Assisted Healthcare Technician

No futuro, esse profissional terá a função de examinar, diagnosticar, administrar e prescrever tratamentos para pacientes com o auxílio da inteligência artificial e de médicos acessíveis remotamente, em um sistema de hospitais mais eficiente, que cuidará de seus pacientes utilizando a tecnologia como aliada.

Cyber City Analyst

Esse profissional deverá trabalhar com informações que incluam dados dos cidadãos e dos recursos dos municípios.

Genomic Portfolio Director

O profissional vai criar e executar uma estratégia para aumentar o portfólio de produtos que envolvam a ciência da vida.

Man-Machine Teaming Manager

A colaboração entre homem e a máquina será uma realidade. Esse cargo exigirá do profissional a identificação de tarefas, processos, sistemas e experiências que possam ser melhorados com a tecnologia.

Financial Wellness Coach

O profissional terá a função de um coach, e vai orientar sobre questões financeiras, os melhores investimentos e aplicações.

Digital Tailor

Com o avanço crescente do e-commerce, será necessário um profissional que vá até a casa do usuário, pegue suas medidas com um sistema digital e faça os ajustes necessários em suas roupas e sapatos comprados via e-commerce.

Chief Trust Officer

O profissional nessa função trabalhará ao lado de equipes internas de finanças e relações públicas. Vai gerenciar e aumentar a presença pública e privada em toda a esfera financeira, e sempre trabalhar com transparência nas finanças de uma organização.

Quantum Machine Learning Analyst

O profissional atuará na área de machine learning (“aprendizado de máquina”, em inglês), principalmente com a integração com o aspecto quântico.

Nos próximos dez anos:

Virtual Store Sherpa

Os sherpas pertencem a uma etnia que ajuda quem quer escalar montanhas. Indicam o caminho e seguram os equipamentos dos viajantes. No futuro, esses sherpas do consumo vão ajudar os clientes a navegar nas lojas e, com a realidade aumentada, a fazer compras em cenários mais complexos.

Personal Data Broker

Monitorar e comercializar dados pessoais é a grande atividade desse profissional. Além disso, precisará rastrear e consolidar novos dados e auxiliar os clientes a interpretá-los.

Personal Memory Curator

O profissional consultará uma série de públicos específicos, a mídia e fontes históricas para refazer e formular experiências do passado, para reduzir o estresse ou a ansiedade que a perda de memória provoca.

Augmented Reality Journey Builder

O profissional vai projetar, escrever, criar, calibrar, construir e personalizar viagens em realidade aumentada para as pessoas.

Highway Controller

O aumento dos veículos autônomos e de drones levou as cidades a repensar a forma como o espaço rodoviário e aéreo é gerenciado. O profissional será essencial para auxiliar na regulação da estrada e do espaço aéreo no centro da cidade. O candidato ideal deve ser apto para lidar com ferramentas de IA sofisticadas.

Genetic Diversity Officer

O profissional vai facilitar a rentabilidade e a produtividade de uma organização e, ao mesmo tempo, promoverá um ambiente de inclusão.

Acesse o estudo na íntegra por meio do link: goo.gl/34cSxc.

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Ondas de carreiras promissoras geram armadilhas para jovens na escolha da profissão

Letícia Andrade, Coordenadora de RH da Luandre no Rio de Janeiro, onde atua há mais de cinco anos, faz um alerta sobre a moda das “profissões do momento” que podem levar jovens a decisões equivocadas na escolha da carreira. “No Rio de Janeiro, houve um boom de offshores há 6, 7 anos e era comum ver jovens fazendo o curso de tecnólogo em engenharia de segurança no trabalho para poder se colocar nessas empresas. Além da vantagem de um mercado em expansão, o tempo de estudo era menor. O que se viu depois do “Petrolão”, porém, foi o fechamento dessas empresas e uma debandada de estudantes desses cursos, de forma que quem escolheu a formação de olho apenas no mercado sofreu um grande revés”, explica Letícia.

Por conta de exemplos como esse, as especialistas em colocação profissional aconselham fugir das “ondas do momento”. O mesmo vale para as tais profissões tradicionais, caso o fator de desempate seja apenas o tal do “ganhar bem”.

“O melhor salário é dos profissionais que se destacam”, afirma Larissa Gonçalves, Coordenadora de RH da Luandre, em Jundiaí. “Claro que é importante para o jovem se informar sobre as possibilidades do mercado, se há espaço em sua cidade, em seu país, para exercer a carreira escolhida, mas ele nunca deve bater o martelo mirando apenas isso porque há crise para qualquer setor. O mais importante é estar convicto do caminho profissional que se quer trilhar e o que o fará feliz e realizado”, comenta.

Apesar da visão da especialista em carreiras, o Censo da Educação Superior, divulgado todos os anos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) confirma que apenas 10 profissões, de uma imensa gama de opções oferecidas em diversas faculdades pelo país, correspondem a quase metade da procura dos recém-saídos do Ensino Médio, ou seja, carreiras tradicionais como direito, engenharia, medicina, administração e pedagogia são as escolhas de 48,3% de todos os estudantes matriculados em um curso de graduação presencial em 2015.

A situação não é nova, em 1993, uma pesquisa sobre escolha de profissões realizada pela Associação de Escolas Particulares mostrava que os estudantes pré-vestibulares preferiam as profissões tradicionais e o mesmo se deu em 1999, segundo levantamento da USP. Aliás, desde a criação do vestibular, em 1977, estes são os cursos mais procurados no Brasil. Um dos poucos pontos fora da curva foi a procura por cursos de Comunicação Social, como jornalismo, no anos 80 e 90, depois da obrigatoriedade do diploma para essa área.

E por que os jovens brasileiros preferem não arriscar na escolha da carreira que, a princípio, será sua provedora de renda no futuro? De acordo com Letícia Andrade há um pragmatismo notório no jovem em busca do primeiro emprego: “percebemos essa preocupação financeira sim, sem dúvida”.

Mas afinal, o que levar em consideração na definição da carreira?

Jovens podem se frustrar ao definirem suas carreiras baseadas em movimentos de mercado não tão consolidados e vislumbrando apenas retornos financeiros. Larissa enfatiza que a escolha não deve ser baseada apenas nestes dois pontos, e que esta é uma decisão que depende principalmente de outros fatores fundamentais. “Analisar o mercado e o quanto cada profissão remunera não deve ser negligenciado, mas estes são fatores que estão longe de ser determinantes para escolha de uma carreira. Avaliar o que o jovem gostaria de ser, de fazer, e a atividade que ele sente que tem maior aptidão para exercer é primordial”, afirma.

O que também pode ajudar os jovens é saber que uma decisão neste momento não é necessariamente definitiva e nem coloca tudo a perder. O amadurecimento profissional faz com que descubram novos caminhos. Não é difícil encontrar quem iniciou sua vida profissional em um função e, em determinado momento, mudou o curso de sua carreira para se sentir mais realizado.

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Freelas: Conheça as profissões em alta para o fim do ano e prepare-se

O final do ano está chegando e um levantamento realizado pelo Freelancer.com, maior plataforma do mundo de freelancer e crowdsourcing do mercado em número de usuários e trabalhos publicados, aponta quais são os profissionais mais procurados durante esta época. Cargos como programador, designer e desenvolvedor de conteúdo são uma grande aposta para aqueles que buscam vagas freelancers para garantir uma renda extra nesse período.

Confira abaixo as categorias profissionais com o maior número de contratações para esta época do ano:

– Programador
– Design gráfico
– Tradutor
– Website Design
– MySQL
– Editor de vídeo
– Desenvolvedor de banners
– Photoshop
– Produtor de conteúdo

Segundo Sebastián Siseles, diretor internacional do Freelancer.com, a demanda por esses profissionais se deve à procura das empresas por peças de final de ano, como cartões – digitais e físicos -, brindes, entre outras coisas.

Confira algumas dicas para garantir os melhores projetos nesta ou em qualquer época do ano:

– Escolha a sua área de competência corretamente, um único nicho e que lhe agregue valor.

– Tente posicionar-se fortemente na sua área e não se expandir para todos os segmentos.

– Imponha seus próprios padrões pessoais de trabalho, esforçando-se para estar sempre à frente e superar seus concorrentes.

– Evite as ofertas que soem muito promissoras ou boas demais para serem verdade. Não tenha medo de dizer “não” para projetos questionáveis.

– Não se candidate para tudo. Seja seletivo. Como um profissional independente, sinta-se livre para escolher os seus clientes.

– Faça valer o seu trabalho: familiarize-se com preços ou custos correntes para evitar que você seja enganado ou induzido a trabalhar por baixo custo.

– Mantenha-se atualizado, fazendo cursos dentro da área de sua competência.

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Seis profissões que estão superando a crise

Page Personnel lista posições com grandes chances de recolocação no mercado
Resultados de curto prazo, eficiência e dupla função ainda são a tônica de atuação dos executivos no mercado de trabalho brasileiro. A Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup, acaba de realizar levantamento sobre os profissionais que ainda conseguem, em pouco tempo, uma oportunidade de trabalho no mercado. A consultoria identificou seis cargos onde a demanda segue em alta, apesar do momento econômico do País.

“O candidato a uma vaga precisa compreender o contexto macroeconômico que impacta os negócios da companhia e se colocar à disposição para ajudar neste momento de crise. Os profissionais híbridos, que conseguem desempenhar duas funções, com orientação aos resultados, de curto e médio prazo, ainda estão valorizados pelas empresas”, analisa Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Confira abaixo as seis posições listadas pela Page Personnel por área, cargo, setor de atuação e motivos pela procura por esses cargos:

Marketing e Vendas

1 – Analista de Marketing Digital

Áreas de atuação: empresa de tecnologia, bens de consumo e varejo.

Percentual de aumento: 50%

O que faz: Responsável pela estratégia, controle e operação de todo o canal digital da companhia.

Motivo: A necessidade das empresas em acompanhar a evolução da comunicação digital, a mudança do perfil do consumidor, a importância da internet e a influência das mídias sociais na decisão de compra, faz com que as empresas passem e se preocupar cada vez mais com suas estratégias digitais.

Remuneração: R$ 3.500 a R$ 7.000

2 – Analista de Planejamento de Vendas

Áreas de atuação: empresas de bens de consumo, serviços e varejo

Percentual de aumento: 30%

O que faz: Responsável por analisar resultados e indicadores, além de auxiliar na estratégia das áreas de vendas.

Motivos para o aumento: Devido ao momento da economia e as dificuldades em manter o volume de vendas, as empresas têm buscado profissionais que possam auxiliar a área comercial com informações relacionadas a inteligência de mercado e do negócio, gerando ideias para novas oportunidades.

Remuneração: R$ 4.000 a R$ 7.800

Finanças

3 – Analista de Sales Finance (vendas financeiras)

Áreas de atuação: financeira em indústria, bens de consumo, comércio

Percentual de aumento: 15%

O que faz: Tem como principal responsabilidade o processo orçamentário, o acompanhamento dos resultados de áreas específicas do negócio – principalmente Vendas.

Motivos para o aumento: Não está fácil vender e as empresas precisam trabalhar “mais com menos”. Com isso, esse profissional tem a oportunidade de trazer uma visão de performance financeira para uma área tipicamente direcionada a resultados e impulsos humanos. Com isso, ele auxilia a área na tomada de decisões estratégicas incluindo preço, margem, volume, descontos, rentabilidade dos produtos e vendedores.

Remuneração: R$ 4.500 a R$ 7.000

Tributário

4 – Analista de Planejamento Tributário

Áreas de atuação: fiscal ou jurídica

Percentual de aumento: 10%

O que faz: Responsável por auxiliar a desenhar novas estratégias e políticas tributárias no funcionamento da empresa.

Motivos para o aumento: Segue como uma área de alta demanda devido à complexidade de nossa legislação tributária. Esse profissional era até alguns anos o responsável por apurar perdas e custos para empresa. Atualmente, é visto como alguém que pode determinar a rentabilidade de uma área ou da corporação. Sua atuação auxilia a determinar preço dos produtos e serviços, montante de imposto a ser pago ao governo, e até mesmo no processo de decisão de abertura de novas plantas para empresa

Remuneração: R$ 5.000 a R$ 8.000

Tecnologia

5 – Desenvolvedor fullstack (conhecimento em Python/Ruby/PHP/Javascript)

Áreas de atuação: consultorias, startup, e-commerce

O que faz: Desenvolvimento de sistemas no front e backend

Percentual de aumento: 30%

Motivos do aumento: A procura crescente por profissionais desse perfil no mercado, deve-se o interesse das empresas em ter cada vez mais profissionais mais completos e que consigam ter a visão do desenvolvimento da plataforma como um todo.

Remuneração: R$ 8.000 a R$ 12.000

6 – Analista de Processos

Áreas de atuação: consultorias, empresas de médio/grande porte

O que faz: Levanta processos de diversas atividades e áreas da empresa, com o objetivo de encontrar possibilidades de melhorias através da tecnologia (por redução de custo, aumento de eficiência, automatização, entre outros).

Percentual de aumento: 20%

Motivos para o aumento: A procura crescente por profissionais desse perfil no mercado explica-se pela intenção da empresa reduzir custos e a tecnologia pode auxilia-los nisso. Pode ser automatizando, parte de atendimento de call center, ou projetos de melhoria de sistemas que impacta diretamente a área que a utiliza, entre outros.

Remuneração: R$ 6.000 a R$ 8.000

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Millennials devem aliar engajamento dentro das empresas e construção do conhecimento Novo! – Por Alexandre Slivnik

Os jovens da geração Y vêm transformando os processos, deixando as relações mais horizontais, fazendo com que as empresas fiquem mais dinâmicas e mostrando que unir paixão e trabalho é a melhor maneira de aliar a realização pessoal com a profissional.

Essa “molecada” que é conhecida como “Millennials” resolve tudo na velocidade de um clique e possuem uma percepção de realidade distinta das anteriores, porque cresceram com a sensação de que as distâncias são menores. E acredite, são! Eles desenvolveram suas habilidades de relacionamento pessoal com base nos relacionamentos virtuais. E, na internet, agilidade e proximidade são palavras de ordem.

Grande parte desta geração encara o trabalho como uma experiência que favoreça a troca de conhecimento, porque eles precisam sentir que podem compartilhar também opiniões, ideias e dúvidas com os chefes e os colegas. Somente nesta atmosfera livre que a motivação e o engajamento se propagam. Os Millennials têm de sentir que são importantes para o crescimento e o desenvolvimento de uma organização, precisam perceber que a sua bagagem está em plena expansão.

Mas ampliar conhecimento apenas não basta. É preciso buscá-lo. Logico que a vivencia que se dá no dia a dia do trabalho é fundamental para a formação de uma carreira sólida, mas investir em cursos e formações extras, voltadas ao mundo corporativo, torna-se valioso!

Aqueles que querem ir além da média, ganharão uma experiência significativa tanto no âmbito pessoal, uma vez que terá contato com outros executivos aumentando assim a sua rede de network e também profissional, porque contará inúmeras vantagens frente aos demais colegas que não investiram. Afinal, ter formações extras podem ser um diferencial para quem quer ter destaque. Vejo os profissionais mais jovens (principalmente os da geração Y) como os mais interessados em formação que tenha curto prazo, afinal, sabemos que eles têm uma necessidade natural de crescimento rápido.

Na busca pelo conhecimento, há duas fases que são mais necessárias. A primeira é após cinco anos da primeira formação (graduação), pois é geralmente onde o profissional já tem o contato da prática da teoria aprendida na universidade. O segundo, vem com 15 a 20 anos de experiência, pois é quando, normalmente, o profissional, está buscando o topo da sua carreira.

Para uma carreira executiva, o ideal é que o profissional busque cursos mais rápidos, de uma semana, principalmente no exterior. Para empresas, é muito mais valioso ter três cursos práticos de uma semana em países diferentes.

Quando o profissional quer buscar a área acadêmica, os cursos de extensão (MBA, Pós-Graduação, Mestrado e etc), e que demandam um estudo mais aprofundado, são mais indicados.

Vale lembrar que a maioria dos entrevistadores, ou o departamento de RH que analisam currículo, dão muito valor para esses cursos de férias que têm, normalmente, uma carga horária pequena (8 ou 16 horas). Mas dependendo da área de atuação, pode ser extremamente estratégico para o futuro profissional, por serem mais práticos e objetivos. Já os treinamentos de uma semana, com uma carga horária maior, podem ser considerados de extensão, em que o profissional poderá focar em uma especialidade.

Esses cursos são mais indicados e valorizados para uma carreira executiva e pelo mercado de trabalho (não sendo área acadêmica). Recomendo fortemente que o profissional vá atrás de reciclagem e aprimoramento. A quantidade de dias importa menos do que o envolvimento no processo, sendo assim, minha principal dica é procurar algo que realmente queira fazer e se envolver. Pois o curso dará um norte dos estudos individuais que deverão ser contínuos e eternos.

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Michael Page aponta as profissões que estarão em alta em 2016

As posições que tendem absorver novas atribuições e funções dentro das organizações, expandindo o escopo de trabalho, aliado à consolidação das ações de otimização de custos e eficiência, movimentarão o mercado de trabalho em 2016. É o que aponta pesquisa realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gestão, parte do PageGroup. A consultoria indica, a partir de análises de mercado, as posições que estarão em alta a partir do próximo ano.

“Diante das incertezas macroeconômicas, as empresas estão priorizando profissionais que possuem larga experiência e, de fato, consigam agregar valor e eficiência ao negócio. O executivo que entender este momento e se colocar à disposição para absorver uma nova função ou dar apoio em mais de uma área, pode se destacar facilmente dentro da companhia”, afirma o Henrique Bessa, diretor da Michael Page.

Confira abaixo as onze posições listadas, quais são suas atribuições, e o cenário das respectivas áreas que impulsionarão as contratações em 2016:

1) Gerente/Coordenador de Infraestrutura

O que faz: É responsável por toda a gestão de infraestrutura de TI – telecomunicações, suporte (service desk) e data center.
Perfil: Formação em sistemas/ciência da informação e pós-graduação na área é um diferencial
Por que estará em alta em 2016: Infraestrutura de TI afeta diretamente a eficiência operacional da empresa, além de trazer reduções de custos. Eficiência e custos são dois dos principais objetivos das empresas no próximo ano.

Salário: Entre R$ 12 mil e R$ 16 mil

2) Gerente/Coordenador de Plataformas Mobile e Web

O que faz: Lidera equipe de desenvolvedores de aplicativos, ferramentas web, visa aproximar o usuário da marca/empresa.
Perfil: Para web, conhecimento no desenvolvimento em Java, Groovy, DevOps, entre outras tecnologias. Para mobile, conhecimentos IOS e Android, principalmente.

Por que estará em alta em 2016: Hoje existe uma tendência na maioria dos setores da economia (incluindo financeiro, varejo, bens consumo, entre outros) da migração do ponto de venda e do relacionamento com clientes para plataformas on-line e de e-commerce.
Salário: Entre R$ 9 mil e R$ 11 mil

3) Gerente Tributário

O que faz: Garante que a sua empresa está em dia com as obrigações fiscais, dá suporte as áreas internas em consultoria tributária e mantém foco no estudo de incentivos, regimes especiais e novas legislações com o objetivo de reduzir a carga tributária e aumentar a eficiência do negócio.

Perfil: Formação em Contábeis ou Direito, com especializações em direito tributário e bom domínio do inglês. Passagem por consultorias big 4(four) é um diferencial.

Por que estará em alta em 2016: Com o atual governo mirando aumentar a arrecadação dos impostos, somado as frequentes alterações na legislação brasileira e novos projetos em fase de implementação (ex: e-Social), a expectativa da Michael Page é que esta área continue em alta no radar das empresas.

Salário: Entre R$ 12 mil e R$ 17 mil

4) Controller

O que faz: Acompanha toda a operação da empresa sob o ponto de vista financeiro, cria relatórios e indicadores, além de liderar os relatórios dos números para a matriz e/ou acionistas

Perfil: Graduado em Ciências Contábeis, Administração de Empresas ou Economia (para estas duas últimas formações, é fundamental desenvolver base contábil técnica ao longo da carreira)

Por que estará em alta em 2016: O cenário incerto da economia brasileira demandará maior precisão de informações e fará com que as matrizes (ou acionistas) fiquem mais próximas às operações em nosso país. Como consequência, o Controller será mais exigido e exposto a estes controladores, com relação à indicadores e relatórios gerenciais completos e detalhados.

Salário: Entre R$ 16 mil e R$ 21 mil

5) Gerente de Tesouraria (com foco em operações estruturadas)

O que faz: Responsável em fazer a gestão e controle da estrutura de capital das empresas. Possui ampla bagagem de relacionamento bancário de médio/longo prazo, e de projeção e controle do fluxo de caixa das organizações.

Perfil: Graduado Ciências Contábeis, Administração de Empresas, Economia ou Engenharia, normalmente com MBA em Finanças Corporativas e/ou Investments.

Por que estará em alta em 2016: É um profissional que poderá baratear o “custo de captação” das empresas, melhorar o nível de relacionamento bancário, trazer operações mais engenhosas sob ponto de vista contábil financeiro, com grande foco em queda de alavancagem. Com o novo cenário de câmbio poderá proteger a organização de exposições indevidas, além de poder facilitar ou melhorar negócios em âmbito internacional.

Salário: Entre R$ 16 mil e R$ 25 mil

6) Head do Departamento Jurídico

O que faz: É o responsável por toda e qualquer demanda jurídica da empresa. Atua tanto no consultivo como na gestão do contencioso, em todas as frentes. O consultivo é basicamente interno, enquanto o contencioso é terceirizado para os escritórios. Essa terceirização deve ser gerida de perto, com acompanhamento dos processos e orientação ao traçar as estratégias a serem seguidas, já que o jurídico interno é quem melhor pode traduzir para o escritório que lhe atende a realidade da empresa. Será responsável também pelo orçamento da área e gestão de equipe.

Perfil: Generalista, com foco em Consultivo. Inglês indispensável. Habilidade em gerir escritórios. Facilidade em relacionamento com as outras áreas de negócio. Saber como transitar entre as áreas da empresa é hoje algo considerado essencial para este profissional. Perfil de liderança para exercer uma boa gestão de sua equipe.

Por que estará em alta em 2016: No cenário atual, considerando o momento de recessão em que o Brasil está passando, as empresas têm tomado uma postura de corte de custos e consequente redução de pessoal. Com isso, profissionais em cargos executivos com alto custo, além de profissionais muito especializados, tem sido substituídos, dando espaço para profissionais com menos experiência de mercado, portanto com menor custo, e mais generalistas, concentrando todas as demandas em um único profissional. As demandas de maior especificidade, acabam sendo terceirizadas ainda mais nesta conjuntura.

Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

7) Gerente de Contencioso de Volume

O que faz: É responsável por liderar operações que lidam com um alto volume de processos. Faz a gestão da contingência processual, analisando e administrando os riscos de cada carteira, traça estratégias para melhor rentabilidade e também faz a gestão das equipes que atuam nestas células.

Perfil: Mais do que a habilidade técnica, este profissional terá que ter um perfil híbrido, pois deve conciliar a questão técnica com a habilidade administrativo-financeira de gerir um alto volume de processos. Deve ser um bom desenvolvedor de estratégia para aumentar rentabilidade, ter foco em resultados com grande eficiência e com isso garantir a manutenção dos clientes.

Por que estará em alta em 2016: Com a atual conjuntura político-econômica, aumenta-se o volume de processos de uma maneira geral. O foco está na área cível, ações de recuperação de créditos e indenizatórias; também a área trabalhista será bastante demanda, em vista do alto volume de demissões/rescisões que ocorreram neste último ano.

Salário: Entre R$ 9 mil e R$ 14 mil

8) Advogado Sênior/Gerente na área de M&A

O que faz: Normalmente compõe a área jurídico-consultiva da empresa ou escritório. É responsável pela elaboração desde ao atos societários mais simples aos mais complexos, que compõem as operações de M&A.
Perfil: Habilidade técnica e experiência em execução de fusões. Inglês indispensável, já que muitas das operações envolvem investidores estrangeiros.

Por que estará em alta em 2016: Com a atual conjuntura político-econômica e a alta do dólar, a tendência é de que investidores estrangeiros façam aquisições de empresas nacionais que estão desvalorizadas. Assim, a expectativa do profissional desta área deve ser positiva tendo em vista o alto volume de M&A esperado no pipeline dos próximos meses.
Salário: Entre R$ 11 mil e R$ 17 mil

9) Gerente de Inteligência de Mercado

O que faz: Gerencia as atividades relacionadas à inteligência de mercado, envolvendo análise de dados sobre concorrência, consumidores, tendências e cenários, com o objetivo de definir políticas e processos e subsidiar informações as áreas de Marketing, Comunicação e Comercial na busca por oportunidades de crescimento e inovação.

Perfil: Profissionais é bastante analítico e com raciocínio lógico diferenciado, sempre atualizado em relação a tendências, inovações e práticas do mercado.

Por que estará em alta: Devido crescimento ínfimo de PIB 2014/2015 e estímulos cada vez maiores por novos hábitos de consumo, as empresas tem demandado cada vez mais por profissionais sêniores e com um papel mais próximo à finanças criando e valorizando a área de Business Intelligence, avaliando não só as mudanças dos hábitos dos consumidores mas sim os impactos financeiros que estas informações obtidas na hora certa podem gerar nas empresas. Áreas como inteligência de mercado e customer insight são áreas que devem crescer em 2016.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

10) – Gerente de Marketing Digital

O que faz: Realiza gestão da estratégia digital, atua com prospecção de leads e vendas, faz análise de mercados e tendências além do suporte consultivo gerencial, identifica as novas oportunidades de produtos, serviços, informações e soluções através do digital.
Perfil: Profissionais com conhecimento em usabilidade e experiência do usuário e compra de mídia online, conseguem garantir mais e melhores acessos ao site e assim, melhorar a taxa de conversão e vendas dos sites. Ter cursos técnicos e atuações com passagens sólidas nas empresas ajudam a tornar esse profissional um destaque nesse mercado.

Por que estará em alta: Em um momento onde o digital ganha bastante espaço no mercado, o profissional de marketing com conhecimento em online se destaca por conhecer os processos e ferramentas para esse tipo de público.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 14 mil

11) Gerente de Logística

O que faz: Controla, organiza e garante a integridade do estoque, faz a gestão de toda a equipe operacional, contrata serviço de manutenção e operação, além de transporte in bound e out bound, podendo se envolver com questões ligadas às atividades aduaneiras.
Perfil: Ideal um Engenheiro de Produção com Pós Graduação em Logística.

Por que estará em alta: Em momento de reestruturações nas empresas, a área de Logística ganha destaque por ter um grande custo concentrado nela. Ter o profissional correto liderando esse departamento, traz para empresas novas avaliações de fretes, armazenagens, estudos de terceirização onde conseguem diminuir os custos e garantir a qualidade em todos os elos da cadeia logística. O profissional que tem experiência estratégica e tática em logística, e possui certificações em melhoria contínua, se destacam no mercado.
Salário: Entre R$ 10 mil e R$ 15 mil

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Profissionais de TI com foco em soluções capazes de gerar resultados financeiros estão em alta

Guia Salarial 2016 da Robert Half destaca a tendência do crescimento de oportunidades para os profissionais de Big Data
O ano de 2016 será desafiador para os executivos de tecnologia da informação, que se sentirão pressionados pelas empresas a propor iniciativas que afetem de forma positiva os resultados financeiros do negócio. A boa notícia é que, paralelamente à essa responsabilidade, cresce a valorização deste profissional como parte da estratégia das companhias.

De acordo com a edição 2016 do Guia Salarial da Robert Half, o novo cenário implica a saída de cena de profissionais introvertidos para dar espaço àqueles que tenham facilidade de circulação entre as áreas, entendendo os problemas da empresa de maneira ampla e, consequentemente, trazendo melhorias para os resultados finais. “Dentro deste contexto, segue valorizado o analista de negócios, capaz de se comunicar na linguagem do usuário e de TI, sendo o elo entre as linhas de negócio e os desenvolvedores”, explica Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half.

A expectativa é de que, nos próximos anos, cresça o número de oportunidades aos profissionais especializados em Big Data. “Grande parte das empresas está dando os primeiros passos na estruturação de uma estratégia eficaz que seja capaz de lidar com a enormidade de dados disponíveis e questões relacionadas à segurança dessas informações”, ressalta Saad.

O processo de formalização de mão de obra continua, assim como vinha acontecendo em 2015. As empresas estão internalizando profissionais ou trabalhando somente com terceirizados ou temporários que operam no regime CLT, de forma a atender a legislação para esta condição.

Quanto à remuneração em tecnologia, a maior valorização apontada pelo Guia Salarial da Robert Half é para o cargo de gerente de sistemas em empresas de grande porte. A previsão é de incremento de 8,3% para 2016 e variação entre R$ 14 mil e R$ 25 mil.

Panorama da área de Tecnologia

• Onde estão as oportunidades – empresas de médio porte

• Cargos mais demandados – gerente de tecnologia, analista de infraestrutura, analista de negócios e consultor funcional ERP

• Perfil valorizado – inglês fluente, perfil mais interativo, bom relacionamento interpessoal, certificações em linguagens de programação, bacharelado em Ciências da Computação ou Tecnologia

• Maior valorização salarial (de 2015 para 2016) – para o cargo de Gerente de Sistemas, com previsão de incremento salarial de 8,3% para 2016 e variação entre R$ 14 mil e R$ 25 mil, em empresas de grande porte.

Há vagas – Os especialistas da Robert Half ressaltam que sempre vão existir oportunidades no mercado de trabalho. Em cenários positivos as companhias se expandem. Em momentos mais difíceis, as empresas passam por reestruturações. Dessa forma, os profissionais devem focar os esforços em se qualificar para a vaga pretendida, com o objetivo de se destacar entre os candidatos que a almejam. Lembrando que o inglês fluente ainda é uma grande deficiência no mercado.

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Os 8 cargos que estão surpreendendo na crise

A Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup, acaba de realizar levantamento sobre os trabalhadores que estão conseguindo se recolocar rapidamente no mercado de trabalho. A consultoria identificou oito cargos onde há demanda por profissionais, apesar do momento de instabilidade e de aumento de desemprego.

“Diante do cenário desafiador, as empresas estão procurando profissionais que possam trazer resultados mais efetivos e imediatos aos seus negócios. A relação de especialistas que identificamos mostra realmente isso, seja pela busca de redução de custos ou melhoria nas operações. Os profissionais que têm um perfil nessa linha podem ter uma oportunidade para um novo desafio, algo que pode ser extremamente positivo em sua carreira”, analisa Ricardo Ribas, gerente-executivo da Page Personnel.

Confira abaixo as oito profissões listadas pela Page Personnel por área, cargo, setor de atuação e motivos pela procura por esses cargos:
Marketing

1 – Executivo de Vendas – Marketing de Perfomance e Mídia Digital

O que faz: profissional de prospecção e relacionamento com as principais agências de publicidade e relacionamento com empresas de todos os portes e setores. Venda consultiva de ações de publicidade e marketing aliadas a alta tecnologia, com foco em resultados assertivos e mensuração concreta de resultados.

Setor: multinacionais de tecnologia para segmento de Publicidade e Marketing Digital

Motivo: Utilização massiva da tecnologia na divulgação de informações, produtos e serviços. Além da busca incessante por mensuração de resultados precisos e taxa de assertividade no impacto do público-alvo. Mercado em alta e carente de profissionais com experiência na área.
Remuneração: R$ 5.000 a R$ 8.000

2 – Analista de Marketing Digital

O que faz: responsável por todo o desenvolvimento, execução e mensuração de toda a estratégia online. Isso inclui website, e-commerce, redes sociais, além de todas as plataformas online. Esse profissional tem bastante contato com agências de publicidade e conhecimento de ferramentas como Google adwords, Google analytis, SEO, SEM, CRM, entre outros.

Setor: Empresas de qualquer segmento que tenham uma estratégia online.


Motivo: As pessoas estão cada vez mais antenadas ao mundo online. Por esse motivo, as empresas têm percebido que, para estarem mais próximas de seus públicos-alvo, precisam investir na área digital.
Remuneração: Salário: R$4.000 a R$6.000

Finanças

3 – Analista de Planejamento Financeiro Sênior


O que faz: responsável pela elaboração e acompanhamento do orçamento na empresa. Também consolida os resultados de cada área para o balanço final da empresa. Esse profissional também pode atuar como Business Partner financeiro em áreas específicas como vendas / marketing / RH em empresas de maior porte. É importante lembrar que as melhores oportunidades para esses profissionais exigem alta capacidade de comunicação e inglês altamente avançado.

Setor: Principais empresas que estão contratando esse profissional são do segmento de bens de consumo.
Motivo: Empresas estão concertando os erros de contratações feitas com pouca assertividade nos anos anteriores; como o resultado do trabalho desse profissional pode ser medido a médio e longo prazo, alguns dos erros cometidos tiveram reflexos nos resultados de 2014/15 – motivando a substituição dos mesmos. Esse profissional tem a capacidade de ser um “coringa” para áreas de planejamento e controladoria; além de contato direto com áreas de custos, vendas, relações com investidores e planejamento estratégico. Com isso, é um bom investimento em tempos de crise.
Remuneração: R$ 6.000 a R$ 9.000

TI

4 – Coordenador de IT *generalista

O que faz: profissional responsável pela área de TI envolvendo gestão dos profissionais, gestão de projetos, melhorias da estrutura e também se envolve na operação, quando necessário.
Setor: Empresas nacionais e multinacionais de grande, médio ou pequeno porte.
Motivo: Substituição de volume de analistas por um coordenador capaz de coordenar e “colocar a mão na massa”.
Remuneração: R$8.000 a R$10.000

Engenharia & Manufatura

5 – Técnico de Manutenção

O que faz: profissional que atua com manutenção preventiva e corretiva de equipamentos e máquinas.
Setor: Industrial.
Motivo: Garantia de manter a funcionalidade de máquinas e equipamentos para mitigar altos investimentos na compra de novos.
Remuneração: R$3.500 a R$7.000

Logística

6 – Especialista de Compras

O que faz: profissional atua na área de compras de materiais diretos/ indiretos ou contratação de serviços.
Setor: Indústria/ Varejo/ Serviços
Motivo: profissional já era bastante requisitado pelo mercado, no entanto houve um aumento ainda maior por ser uma área com foco em otimização.
Remuneração: R$6.000 a R$10.000

Secretariado

7 – Secretária Jr

O que faz: gestão de agenda, organização de reuniões, traduções, reserva de salas, contato com clientes, logística de viagem e assessoria particular.
Motivo: Com o intuito de diminuir custos, as empresas estão enxugando o pool de secretárias e substituindo as secretárias sêniores, que acompanham o mesmo executivo por anos, por secretárias recém-formadas e juniores. Apesar de não terem a mesma maturidade profissional, as secretárias juniores são capazes de desempenhar as funções básicas do secretariado.
Remuneração: R$3.000 a R$4.000

Vendas

8 – Coordenador/Supervisor de Vendas – B2C

O que faz: coordenação de equipe de vendas para médias contas do varejo

Setor: Industrias de bens de consumo
Motivo: Devido ao cenário econômico atual, a indústria de bens de consumo está modificando o perfil do profissional da área de vendas. As empresas estão substituindo o famoso “tirador de pedido” por perfis mais estratégicos, com visão de negócio e com bastante pré-disposição a fazer negociações de maneira mais estratégica, consultiva e criativa.
Remuneração: R$4.000 a R$6.000

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Profissão promissora, analista de negócios é essencial para empresa ganhar competitividade

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Profissional que está sendo absorvido em grande escala em um mercado empresarial ávido por empreendedores organizacionais, o analista de negócios não é um trabalhador tradicional e, tão pouco, fácil de achar. Mas ele atua em uma área promissora e em franca expansão no país e no mundo. Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Catho, esse profissional é procurado por 42% das companhias. “Elas o procuram porque ele possui não só a visão técnica do negócio, mas se relaciona com os setores estratégico e operacional da empresa, auxiliando-os a entender seus problemas e a encontrar soluções que mais agreguem valor. Para isso, utiliza conceitos e técnicas reconhecidos globalmente”, destaca Fabrício Laguna, coordenador do Capítulo São Paulo do International Institute of Business Analysis (IIBA), uma associação sem fins lucrativos que tem como missão desenvolver e manter padrões para a prática de análise de negócios e a certificação de profissionais.

Trocando em miúdos, o analista de negócio é responsável por desvendar as verdadeiras necessidades da organização, não simplesmente seus desejos explícitos. Trabalha como facilitador da comunicação entre as várias unidades organizacionais. É comum que assuma um papel central na tradução das necessidades das unidades de negócio em funcionalidades desenvolvidas pelas áreas de TI. “Ele atua como um consultor interno, responsável por investigar os sistemas de negócios e seus processos, propondo melhorias e soluções”, argumenta Laguna, o primeiro brasileiro a receber o certificado do IIBA. Além dele, apenas outros 11 profissionais em todo o país têm o certificado.

Em um mercado em crise, como o atual, o analista de negócios é de fundamental importância. Sua atuação pode ajudar a organização a investir nas iniciativas mais adequadas para redução de custos, aumento de produtividade e melhoria da qualidade do resultado entregue ao cliente. Por isso também é um profissional que tem se tornado mais bem remunerado no mercado de trabalho.
Valorização reflete-se nos salários – O IIBA SP apresenta uma pesquisa que identifica as médias salariais dos analistas de negócios que atuam em 13 Estados e no Distrito Federal. A participação no levantamento foi maior em São Paulo, que teve o primeiro capítulo do IIBA no Brasil, seguido pelo Rio de Janeiro (Capítulo Rio de Janeiro), Rio Grande do Sul (Capítulo Porto Alegre), Minas Gerais (Capítulo Belo Horizonte) e Pernambuco (Capítulo Recife).

Segundo a pesquisa, efetuada em 2014, o rendimento do profissional que trabalha com análise de negócios chega a R$ 30.000,00 para um profissional sênior. O estudo também apresentou a média salarial para analistas em diferentes estados. São Paulo e o Distrito Federal apresentam rendimentos acima da média nacional.

Segundo Fabrício Laguna, do IIBA São Paulo, é muito importante que o analista de negócios compreenda sua área em diferentes aspectos:

Estratégico – definir direção, política, objetivos e macroprocessos de negócio;

Operacional – analisar e especificar a implementação do modelo de negócio por meio de requisitos, regras, processos e sistemas de informação;

De acordo com Laguna, conhecendo os aspectos fundamentais do negócio, o analista está em uma posição privilegiada para conectar as soluções operacionais aos objetivos estratégicos. É válido salientar que a análise de negócio nem sempre necessitará envolver a tecnologia da informação na definição de uma solução de um problema de negócio. Ainda assim esse profissional pode recorrer aos recursos de TI para implementar soluções visando melhor atender as necessidades da empresa.

Laguna afirma que a análise de negócio ocorre durante todo o ciclo de vida de uma solução de negócio. “Na concepção de um negócio são definidas as necessidades e escolhida a melhor forma de atender a essas necessidades. Durante o desenvolvimento da solução, a análise de negócios possibilita a comunicação clara e o entendimento mútuo dos requisitos. E após a solução implantada, é possível validar o alcance das metas esperadas desde o início”, explica.

Conferência na capital paulista em maio – Algumas das principais organizações do país estarão reunidas no dia 15 de maio, no Auditório da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), para compartilhar suas experiências na 5ª Conferência de Análise de Negócios, promovida pelo IIBA SP. “Ela tem importante participação no mercado nacional. Muitas empresas que vêm ao evento mudam sua forma de atuar. A maior parte dos conferencistas vem em busca de integrar suas áreas de tecnologia aos negócios”, justifica Laguna. O evento, que será realizado das 8h30 às 18h00, tem o apoio da Poli e da Fundação Vanzolini.

Serviço:
5ª Conferência de Análise de Negócios do IIBA – SP
Quando: 15/05/2015
Horário: 08:30 h – 18:00 horas
Local: Auditório Romeu Landi da Escola Politécnica na Universidade de São Paulo (USP)
Endereço: Avenida Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 380
Edifício Eng. Mário Covas Júnior – 1º andar

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Veja quais profissões devem ser valorizadas em 2015

Muito já se fala das tendências para 2015 e, para quem está em um período de definição profissional ou de desejo de mudança uma questão que fica é, quais as áreas que oferecem melhores oportunidades no mercado de trabalho para buscar desafios diferentes.

A dúvida é comum e a resposta é complexa, tendo que avaliar em um cenário de longo prazo, contudo, algumas tendências do mercado de trabalho devem ser levadas em conta.

Veja algumas áreas profissionais que devem ser ainda mais valorizadas nos próximos meses:

Gerência Financeira – A necessidade das empresas reduzirem seus custos e aumentarem a rentabilidade é praticamente obrigatório, o que faz com que seja crescente a procura de profissionais com capacidade de gerenciamento financeiro, para um posicionamento estratégico.

Controladoria– Em período de crise ter dados e saber utilizar é fundamental assim se valoriza o papel do controller que é quem garante a qualidade das informações e sua adequada utilização, alinhando a área técnica e a estratégia do negócio.

Advocacia Empresarial – Ramos específicos da advocacia como a trabalhista e tributária devem se valorizar, sendo que há a necessidade de uma melhor estratégia perante impostos e evitar problemas relacionados com funcionários, principalmente em caso de demissões.

Empreendedorismo – Períodos de dificuldades são marcados pelo aumento de pessoas que buscam buscar novos negócios, por diversas questões, como demissões e aumento da pressão, assim, áreas que auxiliam esses novos empreendedores como coach ou consultorias devem crescer.

Marketing Digital – Uma área ainda pouco explorada e que cada vez mais demonstra ter fundamental importância para as empresas, seja em relação a sites e otimização de Google como à redes sociais. Os consumidores utilizam mais que nunca a rede para adquirir produtos e serviços e esses profissionais são essenciais.

Contabilidade e Consultorias relacionadas – A complexidade tributária e trabalhista do país, em conjunto com a falta de mão de obra qualificada tem como reflexo o crescimento da procura por contadores e contabilistas, garantindo cada vez mais vagas e bons salários, o país necessita de profissionais responsáveis por administrar impostos e taxas.

Recursos Humanos – A escassez de profissionais qualificados em diversas áreas de atuação faz com que o profissional de recursos humanos que pense de forma mais estratégica se torne primordial, buscando alternativas no mercado de trabalho e opções de qualificações para os contratados.

Tecnologia da Informação – Já esteve mais em alta, chegando a serem em alguns casos supervalorizados, mesmo assim os profissionais de TI estarão valorizados devido aos investimentos constantes das empresas com o objetivo de melhorar a produtividade dos funcionários.

Ricardo M. Barbosa – diretor executivo da Innovia Training & Consulting, professor de programas de pós-graduação em conceituadas instituições de ensino, Consultor em Gestão de Projetos há 15 anos e já atuou como executivo em grandes empresas como Ernst & Young Consulting; Wurth do Brasil; Unibanco; Daimler Chrysler.

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Catho aponta áreas que pagam os melhores salários

Nesta semana em que é lembrado o Dia do Trabalho, 1 de maio, a Catho preparou pesquisa sobre cargos e salários do mercado de trabalho brasileiro. O levantamento aponta um TOP 5 das áreas que melhor remuneram seus profissionais. Engenharia está no topo, seguida por Administração.

A pesquisa também apresenta as maiores variações salariais do último ano. A área comercial e de TI estão no topo do TOP 10. Segundo o head de estratégia e pesquisa da Catho, Luís Testa, estas são áreas que têm apresentado grande demanda nos últimos anos. “A área Comercial, que ocupa as duas primeiras posições do ranking, teve um aquecimento especial em função dos eventos que o Brasil vai sediar neste e nos próximos anos. Já TI, que está em terceiro, tem muita relação com a alta demanda por profissionais qualificados”, observa.

Pesquisa Salarial

A Catho, site de empregos líder no país, divulga a cada três meses uma atualização da Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho. Este recorte faz parte da 46ª edição que contou com mais de 233 mil respondentes em 2.154 cidades brasileiras.

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