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Blackboard lança aplicativo móvel para professores

A Blackboard, líder de tecnologias para educação com foco em ensino, aprendizagem e engajamento do estudante, anunciou hoje a disponibilidade inicial do Blackboard Instructor, um novo aplicativo móvel simples e intuitivo para apoiar os professsores na gestão dos cursos, visualização do conteúdo e interação com estudantes. O anúncio foi realizado durante o BbWorld 2017, o maior evento da Blackboard no mundo, que ocorreu entre 25 e 27 de julho, em Nova Orleans, Louisiana. O evento ocorreu para apoiar instituições a atender as necessidades dos estudantes e discutiu temas relevantes da agenda dos gestores das universidades e empresas, como: inovação, desafios e novas tendências da educação.

O Blackboard Instructor faz parte da próxima geração de aplicativos com interface móvel amigável para os usuários, que ajuda os educadores a aumentar a eficiência, engajamento do estudante e completar atividades críticas dentro e fora da sala de aula. O aplicativo foi pensado nos principais fluxos de trabalho do instrutor, e oferece acesso a ferramentas importantes para os educadores, como a possibilidade do professor checar se os cursos e conteúdos estão com uma interface móvel agradável para o estudante. O Blackboard Instructor também facilita a comunicação fora da sala de aula, permitindo a criação e envio de informações em fóruns de discussões e a organização de web conferências no Blackboard Collaborate, diretamente pelo app.

A mais recente inclusão no portfólio de soluções móveis da Blackboard, o Blackboard Instructor, é focado em atender as necessidades do instrutor e dos educadores ao redor do mundo, e complementa o aplicativo da Blackboard para estudantes, uma solução móvel de próxima geração que ajuda os estudantes na organização, engajamento, e atualizações sobre progresso acadêmico. O Blackboard Instructor está disponível para celulares e tablets e pode ser adquirido pelas lojas dos aplicativos para iOS e Android.

O Blackboard Instructor seguirá modelo contínuo de entrega e atualizações da companhia, e disponibilizará as atualizações assim que desenvolvidas, para oferecer ao usuário uma solução de fácil uso e alto valor. Com essa estratégia de entrega, a Blackboard pode receber feedback e interagir com os usuários para melhorar suas atualizações. Atualmente, a Blackboard está aguardando o primeiro feedback das instituições sobre o andamento do fluxo de trabalho de avaliações, que será a próxima área de foco do Blackboard Instructor.

“Entendemos que os instrutores não têm tempo a perder, e por isso criamos uma solução móvel focada nos principais fluxos de trabalho e nas ferramentas mais importantes do dia a dia”, disse Brook Bock, vice-presidente de soluções móveis da Blackboard. “Não importa se o professor está checando o curso, revisando conteúdo ou se comunicando com estudantes, o Blackboard Instructor dá acesso a ferramentas críticas a qualquer hora e lugar.”

Para entender mais sobre o Blackboard Instructor, visite: http://www.blackboard.com/mobile-learning/blackboard-instructor.aspx.

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Brasilienses criam aplicativo para facilitar e ampliar o mercado de aulas particulares

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Atualmente, são encontradas dificuldades na procura por professores particulares. Quem busca por esse serviço se limita a indicações e a sites com sugestão de profissionais, assim como, há alguns empecilhos do educador em divulgar a oferta desse serviço. Um desses problemas é que o docente de uma determinada instituição não pode dar aulas particulares ao próprio aluno. Pensando nisso, o aplicativo AulaUP foi criado para facilitar o encontro de estudantes e professores que estão próximos, auxiliar na agenda dos mestres parceiros e intermediar o pagamento – que é feito por cartão de crédito diretamente do app.

Em funcionamento no Distrito Federal, o aplicativo – que auxilia a conexão de alunos e educadores de maneira simples, segura e rápida – possibilita que o aluno solicite e tenha aulas de português, matemática, história, geografia, ciências, física, química e biologia em até duas horas. Os professores cadastrados atendem do ensino fundamental ao médio, das 8h às 20h, por um valor pré-estabelecido de R$ 55 hora/aula.

O AulaUP é uma oportunidade de empreendimento para os professores porque, além de ser prático na divulgação do serviço, oferece ao professor a vantagem na opção das “aulas agendadas”, assim, o educador poderá escolher o valor de sua hora aula, que continuará sendo paga pelo cartão de crédito por meio do app. “Nosso sonho é melhorar a educação por meio da valorização desse profissional”, reforça um dos idealizadores do aplicativo, Pedro Werlang, que junto com outros dois empreendedores do ramo educacional e tecnologia, Thiago Almeida e Herivelton Mendes criaram o aplicativo.

A ideia da startup de intermediar o serviço de aulas particulares, nasceu em Brasília, foi criada visando uma maneira de facilitar e ampliar o mercado de aulas particulares. “Nossa Intenção é valorizar a carreira docente, oferecendo ao professor a possibilidade de empreender no ramo educacional com facilidade, sem burocracia e sem necessidade de aporte financeiro”, afirma Thiago.

Cadastro

Para ser um professor parceiro do AulaUP é necessário o cadastro via web, em seguida, a apresentação do RG, CPF, currículo e o “nada consta” criminal. Após isso, haverá uma verificação de aprendizagem, onde será testado o conhecimento de cada professor sobre a disciplina que vai lecionar. Feita a validação dos documentos, o educador é ativado na plataforma. É importante frisar que os parceiros do app não são contratados e não são obrigados a cumprir carga horária, sendo assim, ficam online apenas quando estiverem disponíveis para dar aulas.

O aplicativo conta com a “avaliação 360”, ou seja, as notas dos perfis são condicionadas às experiências positivas proporcionadas tanto aos alunos quanto aos professores. Se um educador for avaliado e ficar abaixo de 4,5 estrelas, será convocado para uma reciclagem onde terá um acompanhamento mais próximo com a equipe de especialistas da startup.

O download do AulaUP é gratuito e funciona em smartphones e tablets com o sistema Android e iOS. Em cinco passos é possível pedir a primeira aula: baixe o aplicativo, preencha a ficha de cadastro, escolha a matéria, insira o número do cartão de crédito e solicite o professor disponível. Para oferecer mais segurança, a central de monitoramento acompanha online quantidade de professores e alunos que estão usando o aplicativo, inclusive, a localização da aula.

Expansão

O serviço de agendamento de aulas será ativado no dia sete de novembro, o que facilitará na rotina dos encontros semanais. Em breve, o aplicativo será expandido para São Paulo e contará, além das matérias já oferecidas, com aulas de idiomas, música, esportes e artes, entre outras.

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Fundação Santillana apresenta estudo sobre usos da tecnologia e transformações na educação

A Fundação Santillana, a Editora Moderna e o SmartLab promoveram na manhã desta quinta-feira, 20, o Seminário A Tecnologia e as transformações da educação, na sede do Google, em São Paulo. Com o apoio da Unesco no Brasil, Google For Education e Avalia Educacional, o evento reuniu diretores, gestores e professores de escolas particulares e públicas para conhecer experiências de incorporação de novas tecnologias nos processos de ensino e debater as transformações na aprendizagem.

Na ocasião, César Nunes, pesquisador do GEPEM, da Faculdade de Educação da Unicamp, apresentaram os resultados de um estudo encabeçado pelo especialista Francesc Pedró, diretor da área de políticas setoriais – TIC em Educação – da Unesco. Inédito no Brasil, o documento analisa diferentes formas em que a tecnologia está contribuindo para a transformação da educação, com ênfase particular na América Latina, os fatores por trás do sucesso, além de recomendações para os gestores políticos, administradores e professores. O evento contou com a participação de estudantes, professores e coordenadores de instituições que apresentaram iniciativas em que tecnologias participam de transformações positivas no cotidiano escolar.

De acordo com o Diretor da Fundação Santillana no Brasil, André Lázaro, “o estudo é uma relevante contribuição para desmistificar os usos das tecnologias na educação e demonstrar como projetos pedagógicos estruturados incorporam as tecnologias com efetivos ganhos na aprendizagem dos estudantes”. A publicação A Tecnologia e as transformações da educaçãoestá disponível para download gratuito no link: http://fundacaosantillana.com.br/acoes-publicacoes.html

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Professor também precisa saber usar tecnologias

Por Pavlos Dias*

O blended learning, conhecido no Brasil como ensino semipresencial ou híbrido, não é uma novidade. Usado há quase 20 anos, o termo foi ouvido pela primeira vez foi no mundo corporativo para definir um tipo de curso que permitia a trabalhadores continuarem seus estudos sem prejudicar a rotina. Com a popularização no Ensino Superior, por trazer a mesma flexibilidade para a educação – de profissionais que podem continuar estudando, ou de estudantes que podem trabalhar –, o semipresencial está presente em diversas instituições de ensino brasileiras.

Misturar o EaD com encontros presenciais trouxe uma nova experiência para estudantes, principalmente no que se refere à qualidade da educação. E é comprovado: o semipresencial traz resultados mais efetivos que o tradicional. Um estudo conduzido pela Atilim University, em 2015, na Turquia, com um grupo de 110 estudantes mostrou isso. Os estudantes realizaram as aulas de Introdução a Computação no presencial e online e disseram ter aprendido mais no EAD, por causa do compartilhamento de informações nos fóruns, vídeos e imagens que apoiavam os exercícios facilitavam a retenção do conteúdo. Diferente do presencial, em que o professor expõe o conteúdo, fomenta uma discussão (em que nem todos precisam participar) e os alunos vão para casa pesquisar e fazer seus trabalhos, no EAD, o estudante acessa o material em qualquer hora e lugar, e do mesmo modo, inicia seus trabalhos e projetos; além de ter mais interação com o educador. No entanto, por melhor que seja o curso a distância, ainda é preciso vencer os preconceitos sobre a qualidade dos cursos, conteúdos e docentes.

Cada vez mais as instituições brasileiras oferecem cursos na modalidade para atender um gap da sociedade – de pessoas que moram longe das universidades, trabalham em horário comercial, têm família, e dispõem de horários alternativos para se dedicar aos estudos. Além disso, as instituições conseguem centralizar o ensino no estudante, promover debates no ambiente online, e os alunos podem seguir o próprio ritmo de estudos. Diferente do presencial, onde as aulas acontecem no horário marcado e a aprendizagem é mensurada pelo desempenho do grupo e não do indivíduo, o EAD permite acompanhar de perto o desenvolvimento do aluno. Mas, para que os resultados aconteçam, o professor/tutor precisa ter familiaridade com novas tecnologias para estar mais próximo do estudante.

O Ensino a Distância traz um debate amplo sobre a necessidade contínua de qualificação do corpo docente. Quando se fala em adoção de Tecnologias da Informação para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o treinamento de professores precisa ser visto como uma necessidade tão comum quanto a especialização dele na sua área de atuação. Afinal, eles serão a vitrine do investimento da instituição no ambiente virtual de aprendizagem, e, se souberem usar bem a tecnologia, os alunos também serão motivados a fazer o mesmo. Gerando, assim, resultados reais de aprendizagem.

Não tem como fugir de tecnologia quando se fala em EaD – seja 100% online ou híbrido. E, embora as instituições de ensino tenham um papel fundamental em oferecer capacitação, o corpo docente também pode tomar algumas iniciativas para investir na própria aprendizagem sem depender 100% da instituição de ensino. Alguns exemplos são os cursos online, formação de grupos de estudos com colegas mais ‘heavy users’, e leituras sobre como integrar as TICs com as novas metodologias ativas de aprendizagem.

Por fim, é preciso ressaltar que o docente tem um papel fundamental na educação a distância, e não é só de mediar discussões e compartilhar conteúdos, mas de enxergar o estudante como um indivíduo que tem dúvidas, certezas e incertezas. Por isso, o seu papel não será substituído pela máquina, pelo contrário. Da mesma forma que quadro negro e o livro complementaram o seu papel em sala de aula, a tecnologia fará o mesmo. E, ela precisa ser enxergada como um meio de trazer qualidade à educação, que é a ponte para a conquista de objetivos profissionais e pessoais dos alunos.

Pavlos Dias é Gerente Nacional da Blackboard Brasil

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