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5 dicas para o décimo terceiro salário render

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Com o fim do ano chegando, muitas pessoas não veem a hora de receber o tão aguardado décimo terceiro salário e ter dinheiro extra para as compras de Natal, viagens, pagar contas atrasadas ou até realizar um investimento. Mas, qual é a melhor estratégia para planejar o orçamento financeiro nessa época do ano?

Para sanar essa dúvida, a especialista em educação financeira e consultora da empresa GC-5 Soluções Corporativas, Márcia Tolotti, elaborou algumas dicas que vão ajudar a administrar o décimo terceiro, pagando as contas e ainda sobrando um extra para aproveitar as festas! Confira:

1. Gaste uma parte com o que quiser

Você trabalhou duro o ano todo e seria ótimo gastar o 13° para realizar alguns sonhos, certo? Mas, calma, é possível comprar supérfluos sem gastar todo o dinheiro extra. Separe 20% do seu 13° para aquele item da vitrine que há tempos vem sendo desejado, porém, não enlouqueça! 20% é o máximo do salário que deve ser gasto com esses presentes.

2. Pague contas atrasadas

Tem dívidas? Aproveite o dinheiro extra do fim do ano para sair do sufoco e pagar suas contas atrasadas ou ainda antecipar o pagamento de contas como IPVA e IPTU para garantir descontos. Isso mesmo, evite perder dinheiro em juros! A especialista recomenda que, no máximo, 40% do 13º seja utilizado para quitar dívidas.

3. Compre os presentes de Natal à vista

Essa dica é ainda mais importante para quem está endividado. Se essa é a sua situação, nem pense em parcelar qualquer presente, isso pode ser uma armadilha! Márcia Tolotti explica que o ideal é fazer uma lista dos “presenteáveis” e utilizar somente 15% do décimo terceiro para esta finalidade. Use a imaginação, economize e comemore sem dívidas!

4. Guarde dinheiro para as contas do início do ano

As festas mal acabam e o início do ano já chega cheio de novas contas a serem pagas, como IPVA e IPTU. Comece com o pé direito, sem dívidas e sem dor de cabeça, reservando 15% do seu décimo terceiro para pagar essas contas.

5. Comece sua poupança

Poupar pode se tornar um hábito, o importante é dar o 1º passo. E que tal utilizar parte do 13° para isso? 10% do seu dinheiro extra já é uma ótima forma de começar sua poupança. Aproveite a virada de ano e comece a construir sua liberdade financeira!

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Brasil teria um ganho na economia de quase R$ 500 bilhões em 2025 com uso de ferramentas digitais para serviços financeiros

Dois bilhões de pessoas e 200 milhões de empresas em economias emergentes não têm acesso à poupança e ao crédito – e, mesmo aqueles com acesso, podem pagar caro por uma gama limitada de produtos. Este cenário, segundo novo estudo da consultoria McKinsey, pode ser revertido frente ao crescimento das tecnologias digitais voltadas aos serviços financeiros, que provocariam maior inclusão financeira, diminuição do custo das operações e consequente ganho de produtividade em toda economia.

A McKinsey estima que a digitalização dos serviços financeiros poderia aumentar em US$ 2,1 trilhões o volume de empréstimos concedidos a empresas e pessoas físicas nos países emergentes (Brasil, China, Etiópia, India, México, Nigéria e Paquistão) em 2025. As instituições financeiras, por sua vez, também seriam beneficiadas com uma economia de US$ 400 bilhões por ano em custos diretos.

No caso do Brasil, especificamente, a McKinsey calcula um ganho de US$ 152 bilhões (aproximadamente R$ 495 bilhões) na economia do país com as transações digitais no setor financeiro em 2025. Este montante estaria dividido em ganhos de produtividade, aumento em investimentos e em postos de trabalho. Somando os 7 países em desenvolvimento analisados pela McKinsey, o potencial de incremento na economia seria de US$ 3,7 trilhões.

A origem das estimativas de ganhos projetadas pela McKinsey para os países emergentes contemplam, além das aplicações digitais de serviços financeiros por parte dos bancos e das corretoras, os novos negócios resultantes de empresas baseadas no universo virtual: as fintechs.

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Para onde vai o seu dinheiro?

Por Dora Ramos*

Fim do mês é sempre um período complicado. As contas vão chegando, o dinheiro, sumindo e o desespero, batendo. Com o orçamento que não fecha, logo nos fazemos uma pergunta: para onde foi o dinheiro? Essa questão pode ser facilmente respondida pelos gastos mensais não elencados, extras ou até mesmo supérfluos, que não colocamos na ponta do lápis na hora do planejamento.

Aquele cafezinho no trabalho ou brinquedinho para seu cachorro ajuda muito a comprometer e até a provocar verdadeiros estragos em nosso orçamento. Quando contabilizadas, essas despesas acabam somando valores expressivos durante todo o ano sem que percebamos. Na compra de um carro, por exemplo, é muito comum as pessoas fazerem contas com base apenas nas parcelas e no seguro, e se esquecerem de impostos, combustível, lavagem, estacionamento, revisão, mecânico, entre outros. Certamente, esses compromissos inadiáveis são responsáveis por quase meio carro zero quilômetro a cada ano.

Outra paixão do brasileiro, os animais de estimação também devem ter os gastos calculados no orçamento, pois assim não se tornarão um peso em nosso bolso. Alimentação, banho temporário e atendimento veterinário estão cada vez mais caros e, embora sejam rotineiros, quase nunca entram nas contas mensais. Outro vilão da saúde financeira, sobretudo das mulheres, são os cuidados pessoais, como cabeleireiros, manicures e cosméticos.

Mas não são só carros, animais de estimação e cuidados com a beleza que “desviam” boa parte de nossos rendimentos mensais. Hábitos como o cafezinho do pré-expediente, o salgado da tarde ou mesmo a cervejinha do happy hour são menosprezados nas finanças pessoais, mas estão entre os principais gastos não controlados. Dificilmente o Vale-refeição é suficiente para cobrir essas despesas e, de R$ 5 em R$ 5, mais de um salário é destinado a isso todos os anos.

Para que não haja um susto no final do mês, é importante que se liste todas as despesas, desde o lanchinho da tarde até o conserto do carro. Fazer anotações semanalmente é uma boa alternativa para ser ter um relatório completo, que permite a mensuração do que poderia ter sido poupado e do que será corrigido nos próximos meses.
Esses pequenos gastos podem sair do controle e ser tão representativos quando uma prestação. Por isso, saber para onde cada parte do dinheiro vai é muito importante para a saúde financeira de qualquer pessoa. Evitar gastos supérfluos pode ser o ponto principal para a conquista de um sonho ou mesmo para que não se fique endividado. Por isso, fique atento, mantenha os gastos sob controle e não exagere nas despesas extras.

* Dora Ramos é especialista em Finanças Pessoas e Contabilidade, e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial

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Orçamento doméstico: 8 dicas para alcançar o equilíbrio financeiro em família

Wilson Muller, consultor do programa Vida Investe, da Fundação CESP, faz recomendações para melhorar a gestão dos gastos e o planejamento em conjunto

O consultor do Vida Investe, iniciativa da Fundação CESP (maior fundo de pensão patrocinado por empresas privadas do Brasil), Wilson Muller, preparou oito dicas para ajudar as famílias a alcançar o sucesso financeiro. O tema também será abordado em palestra promovida pelo programa, na próxima quarta-feira, 16 de abril, em Campinas (SP). Confira as recomendações do especialista:

1. Conversar sobre dinheiro
“É muito comum as pessoas não manterem o hábito de conversar sobre dinheiro e esse tabu precisa ser quebrado. É necessário que todos saibam como está o orçamento da família e se há dificuldades financeiras ou não. Se não há diálogo regular sobre o tema, fica mais difícil também planejar o futuro”, explica o consultor do Vida Investe.

2. Discutir grandes gastos
Wilson diz que não é aconselhável que um dos integrantes da família tome uma decisão que envolva grandes gastos, sem antes discuti-la com os demais e saber qual é o impacto da nova despesa no orçamento. “As decisões ganham qualidade quando são debatidas por duas ou mais pessoas”.

3. Controlar os gastos
Saber como e para onde o dinheiro vai todos os meses também é fundamental para alcançar o sucesso financeiro. “É por meio do controle do orçamento doméstico que a família tem a real dimensão de qual é a situação financeira, se é superavitária ou deficitária. Assim, fica mais fácil se organizar para liquidar eventuais dívidas e poupar”.

4. Planejar
O ideal, segundo o consultor do Vida Investe, é que a família converse para definir metas e objetivos conjuntos de curto, médio e longo prazo e traçar planejamentos, evitando, sempre que possível, financiar. “Quem pode pagar uma parcela maior para fazer uma viagem daqui a um ano, também pode poupar o mesmo valor para pagá-la à vista e fugir dos juros”.

5. Montar uma poupança
Manter o mesmo padrão de vida após a aposentadoria é um desafio, sobretudo, com o aumento das despesas relacionadas à saúde. “É importante que a família se programe para não ter surpresas no futuro. Planos de previdência e bens que geram renda, como imóveis, são algumas opções que podem ajudar a incrementar a renda”.

6. Ter poucas dívidas
Muitas vezes, as condições para financiar compras parecem atraentes, mas, afirma Wilson, o parcelamento nem sempre é a melhor opção no longo prazo. “O cálculo de juros não é uma conta simples e quase sempre a família acaba se perdendo. O ideal é manter apenas as dívidas essenciais, como o financiamento imobiliário, por exemplo”.

7. Prover educação financeira
De acordo com Wilson, mais do que oferecer uma educação acadêmica de qualidade, os pais devem ensinar os filhos a lidar com o dinheiro e a economizar desde cedo, para que eles não enfrentem problemas quando adultos. “Se a criança não souber lidar com dinheiro, ela pode ser um profissional com uma ótima formação, um excelente emprego, mas vai estar sempre endividado”, afirma.

8. Saber viver com menos do que ganha
“Uma família equilibrada é aquela que consegue se organizar para não comprometer toda a receita com os gastos do mês, mas que consegue poupar entre 15 e 20%, para que lá na frente, quando chegar a fase das aposentarias, o padrão de vida anterior seja mantido”

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