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Seis dúvidas mais comuns das pequenas e médias empresas a respeito do PIX

Esperar para receber o dinheiro no próximo dia útil ou pagar altas taxas para a utilização de um meio de pagamento – como boletos – sempre foram dores comuns para as empresas de todos os portes. A partir de novembro, porém, será possível fazer recebimentos dentro de apenas dez segundos, em qualquer dia da semana e a qualquer hora. Trata-se do PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos operacionalizado pelo Banco Central.

“O PIX veio para mudar a forma como enxergamos os meios de pagamento. Por meio dele, tanto as pessoas físicas quanto as empresas poderão realizar transações de forma mais segura e inovadora, a custos muito mais baixos do que os meios utilizados até hoje”, afirma Luiz Paulo, diretor-executivo da NTW Contabilidade e Gestão Empresarial.

Luiz Paulo listou às seis principais dúvidas dos pequenos e médios empresários sobre como o PIX pode melhorar os processos e as transações dentro das organizações:

1 – Existem intermediários nesta modalidade de pagamentos?

Não. Pelo PIX, os pagamentos ocorrem diretamente entre pagador e recebedor. Por isso, eles são muito mais vantajosos do que os tradicionais boletos, por exemplo. Os intermediários, além de encarecerem as transações, as tornam mais demoradas. “Vale lembrar que a instantaneidade é uma das principais vantagens do PIX”, afirma Luiz Paulo.

2 – Preciso fazer o cadastro em vários bancos?

Segundo o especialista, o recomendado é cadastrar-se no banco que a empresa mais utiliza. Vale avaliar em qual banco o dinheiro rende mais, e também considerar o aplicativo mais intuitivo e menos burocrático. Luiz Paulo lembra que é possível cadastrar até cinco chaves, sendo dois e-mails, dois números de telefone, CPF e CNPJ. “Caso deseje trocar o banco, é possível fazer a portabilidade”, esclarece ele.

3 – O PIX substituirá a função do cartão de débito?

Esta será uma das suas funções, já que ele permite fazer pagamentos pelo celular por meio de um QR Code. “A partir de novembro, inclusive, empresas poderão usar apenas um código para receber via diferentes meios de pagamento, incluindo o PIX. Além de facilitar o processo, isso revoluciona: o cliente não precisará mais andar com uma carteira cheia de cartões”, avalia. Já o cartão de crédito deve permanecer firme por um bom tempo, já que o PIX não oferece a possibilidade de parcelamento das compras.

4 – Como serão revertidas as transações equivocadas?

Este ainda é um ponto nebuloso. Os bancos ainda verificam como deverão proceder, mas de qualquer forma o PIX requer mais cuidado e atenção na hora de conferir os dados. “Por enquanto, depois de confirmada a transação, o dinheiro só retorna se a pessoa que recebê-lo quiser devolver”, alerta o especialista.

5 – O PIX vai expor as movimentações para a Receita Federal?

Como se trata de um sistema centralizado no Banco Central, ficará cada vez mais fácil para os órgãos reguladores descobrirem as movimentações das pessoas físicas e jurídicas. “Quando a Receita encontra indícios de irregularidade em um CPF, automaticamente o status do documento já muda para pendente ou pendente de regularização. Com o PIX, isso pode ocorrer mais facilmente”, avalia Luiz Paulo.

6 – Existe a possibilidade de o PIX ser utilizado para recolhimento automático de impostos?

Sim, isso pode acontecer no futuro, tanto para as pessoas físicas quanto para as jurídicas, já que o governo conhecerá minuciosamente sua movimentação. Já imaginou nunca mais necessitar fazer a declaração do imposto de renda? Este dia pode estar mais perto do que se imagina.

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Deloitte abre inscrições para empresas participarem da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”

Empresas que faturaram até R$ 500 milhões em 2017 podem participar da 13ª edição do principal levantamento do País sobre pequenas e médias empresas, realizado em parceria de divulgação com a revista EXAME

Estão abertas as inscrições para a 13ª edição do levantamento “As PMEs que Mais Crescem no Brasil”, realizada pela consultoria Deloitte para divulgação na revista Exame. A pesquisa deste ano apontará as organizações que mais expandiram seus negócios ao longo dos últimos três anos completos (2015, 2016 e 2017).

Para participar, as empresas que faturaram entre R$ 5 milhões e R$ 500 milhões em 2017 podem acessar o questionário pela página oficial (onde consta o regulamento do estudo), cadastrar seus dados e responder às perguntas até 6 de julho de 2018.

As empresas com taxas mais elevadas de crescimento no período avaliado se classificam para um ranking a ser divulgado no dia 30 de agosto, em evento realizado em São Paulo, no qual serão homenageadas. A relação será também publicada pela revista Exame.

Para os participantes, independentemente da entrada e posição da empresa no ranking, a organização enviará um relatório completo com os resultados.

13ª edição da pesquisa “As PMEs que Mais Crescem no Brasil” – triênio 2015/ 2016/ 2017

Inscrições: até o dia 6 de julho

Onde realizar a inscrição: www.deloitte.com/PMEs

Dúvidas: pequenasemedias@deloitte.com

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Cloud Computing como acelerador de crescimento das PMEs

Por Luciano Carino, Diretor para o Mercado Empresarial da Embratel

As soluções armazenadas em Nuvem (Cloud) estão trazendo uma nova realidade para o mundo empresarial. As ofertas de Cloud Computing estão mudando a regra do jogo, igualando as condições de competição e possibilitando que médias e pequenas empresas (PMEs) tenham acesso à última palavra em tecnologia, ao contrário de outros tempos nos quais modernas infraestruturas de TI estavam disponíveis apenas para grandes corporações com orçamentos para compra de equipamentos e programas que, na maioria dos casos, eram caros e com vida útil efetiva de menos de dois anos.

Na era digital, com serviços de TI que inclusive já podem ser contratados conforme o uso, o modelo de competição muda e deverá acelerar a potência das PMEs. Até pouco tempo atrás, era inimaginável pensar que uma multinacional e uma pequena empresa pudessem ter acesso à mesma infraestrutura tecnológica. Pesquisas recentes do Gartner mostram que mais da metade das PMEs dos Estados Unidos estão investindo na aquisição de soluções em Cloud. As ofertas Cloud trazem escalabilidade, flexibilidade, agilidade e melhor custo-benefício que precisam para suportar o crescimento de seus negócios.

Crescendo os negócios, a expansão da capacidade de armazenamento é estratégica. Basta contratar uma Nuvem escalável para atender as demandas investindo de forma inteligente em sistemas terceirizados armazenados em Cloud (Nuvem), diferente de antes, quando os pequenos e médios empresários precisavam fazer altos investimentos em infraestrutura própria, com equipamentos físicos (servidores por exemplo), local apropriado para instalação e equipe técnica para suporte e manutenção.

Com o Cloud Computing, os empreendedores podem facilmente comprar, aumentar ou diminuir a capacidade de seus sistemas, assim como contar com o suporte de uma equipe técnica especializada, pronta para atuar na gestão da estrutura e até em situações de falha. A diminuição do risco financeiro também é uma vantagem de sistemas em Nuvem terceirizados, uma vez que o orçamento previamente planejado não é comprometido, pois já há no mercado soluções em Cloud com pagamento conforme o uso. Isso significa que os setores financeiro e de TI conseguem, juntos, visualizar quanto está sendo utilizado da estrutura e, consequentemente, quanto será cobrado. Essa visibilidade do uso de capacidade versus custo é primordial para a organização de uma PME.

A facilidade de implementação e gestão da Nuvem também é um diferencial para as pequenas e médias empresas. As plataformas possuem interface intuitiva e permitem que todos os colaboradores, independente da cultura tecnológica de cada um, acessem os ambientes em Cloud com agilidade e sem a necessidade de treinamentos frequentes. Esse é um dos motivos pelos quais as organizações que já investiram na tecnologia registram um aumento de produtividade que, em curto prazo, compensa o investimento inicial na aquisição das soluções.

Outro benefício das estruturas em Nuvem para PMEs é a atualização constante, feita por fornecedores altamente capacitados e preparados para essa atividade, permitindo que os empreendedores se dediquem à gestão de seus negócios e não mais ao controle de equipamentos e sistemas. A terceirização dos ambientes de TI libera os gestores para que invistam o tempo em outras questões estratégicas, como planejamento de vendas ou desenvolvimento de novos produtos, deixando a TI para especialistas no assunto.

A segurança dos dados armazenados em Nuvem também evoluiu, tranquilizando as empresas mais céticas quanto ao uso da tecnologia. Estudos recentes mostram que Data Centers externos são mais seguros e modernos do que os servidores locais. A terceirização dos ambientes também garante que os dados estarão seguros em caso de possíveis falhas e danos em hardware ou software locais. Isso acontece porque as informações são replicadas em diferentes servidores, de modo que, se o equipamento principal apresenta erro, o cliente continua acessando normalmente e com segurança os seus dados no Data Center secundário. Esse nível de segurança da informação não é possível quando há apenas estruturas físicas armazenando os dados das empresas, especialmente para evitar o ataque de hackers ou controlar o acesso da aplicação e criptografia de informações.

Um exemplo prático da necessidade de pequenas e médias empresas atuarem com Nuvem é também uma lição aprendida com os ataques de 11 de setembro. O que aconteceu com diversas PMEs alocadas nas torres gêmeas comprovam que o uso de Nuvem teria mudado os seus destinos. Muitas empresas que atuavam ali tinham site backup localizados na outra torre ou nas proximidades, em áreas afetadas pelos ataques. Essas organizações perderam os dois sites e toda sua informação. Isso afetou não só a atuação de inúmeros clientes que dependiam desses dados, como a continuidade do negócio de muitas dessas PMEs. Mais da metade das pequenas e médias empresas afetadas fecharam as portas porque perderam todos os seus dados e não conseguiram se reconstruir. Caso tivessem um segundo Data Center para recuperação dos dados totalmente separado fisicamente do Data Center primário, os negócios poderiam ter prosperado.

O Brasil vive um verdadeiro ‘boom’ na criação de empresas. De janeiro a outubro de 2017 foram registradas de mais 1,9 milhão de novas companhias. Além de grande parte delas serem PMEs, as pesquisas indicam que empreender faz parte das intenções de dois em cada três jovens brasileiros para os próximos anos. A tecnologia é um grande alicerce para que esses planos se tornem realidade e para que pequenas e médias empresas se transformem em expoentes econômicos.

Sem dúvida, as aplicações Cloud já estão mudando a dinâmica do mercado e a transformação em pequenas e médias empresas será enorme, pois mudará a forma como as PMEs vivenciam TI, oferecendo a escalabilidade, segurança e flexibilidade que esses empreendimentos precisam. Empresas que desejam ampliar seus negócios nos próximos anos não podem ficar aquém no quesito tecnologia. A tendência é que as empresas que mais investirem em inovações como a Computação em Nuvem serão as que apresentarão os melhores resultados do mercado.

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A importância do Planejamento Tributário para micro e pequenas empresas

Diversos sinais, como o aquecimento da economia e as mudanças na política, indicam que 2018 será um bom ano para micro e pequenas empresas. No entanto, para aproveitar essas oportunidades e vencer todos os obstáculos, é preciso estar preparado. Um levantamento do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) revelou que 95% das empresas no Brasil pagam mais impostos do que deveriam, por isso uma análise nas contas e um planejamento tributário são essenciais para fazer o negócio decolar.

Heber Dionizio, Contador da Contabilizei, escritório responsável pela contabilidade de mais de 5 mil empresas em todo o Brasil, defende um bom planejamento como chave para o crescimento em 2018. “O empresário tem que usar os aprendizados da crise dos últimos anos para se planejar melhor. Reduzir custos e melhorar a eficiência é obrigação daqui para frente.” alerta. Confira algumas dicas que a Contabilizei preparou para ajudar os empreendedores a se prepararem para 2018:

Encontre o regime tributário ideal.

No Simples Nacional, por exemplo, vários impostos são reduzidos ou até isentos, como a tributação de 20% sobre a folha de pagamento para a maioria dos anexos. Além disso, o custo da contabilidade para este regime costuma ser mais barato, uma vez que os impostos são simplificados e emitidos em uma única guia, a DAS.

Em outros casos, o enquadramento no Lucro Presumido ou no Lucro Real pode trazer mais vantagens, como aponta a contadora da Contabilizei Adrielle Freitas: “No setor da medicina, onde o ISS pode ser fixado, o Lucro Presumido acaba sendo uma melhor opção frente aos outros regimes. Já o Lucro Real é indicado para empresas que têm prejuízos contábeis frequentes, pois neste caso elas não pagam IR, o que costuma deixar o imposto mais vantajoso”.

Reduza os impostos – sem descumprir a lei!

Existem alguns detalhes que muitas vezes o empresário desconhece. As empresas do Simples Nacional, por exemplo, são isentas da retenção de impostos na fonte pagadora. Na prática, quando você vende um serviço (com algumas exceções) para outra empresa ela deve descontar do seu pagamento os valores referentes aos tributos federais como IRPJ, CSLL, PIS e COFINS. Mas, se a sua empresa for do Simples Nacional você já paga esses tributos na sua DAS e, de acordo com a lei, está isento desta retenção.

Preveja o futuro!

Evite que o imposto seja aplicado na sua empresa antes mesmo de ele nascer. Um bom exemplo é por meio do CEPOM – Cadastro de Prestadores de Outros Municípios. Normalmente, você já paga o ISS no seu município mas, quando emite uma nota fiscal referente a um serviço prestado em outra cidade, precisa pagar o ISS para esta outra cidade também. “É uma bitributação que muita gente paga e nem sabe que poderia evitar, realizando este cadastro. A dica é entender as cidades onde você fará negócios e se adiantar. Até porque o imposto que incide sem o CEPOM costuma ser de 5% do valor total da nota.” conta Heber.

Organize pagamentos, ganhe fôlego.

Muitas vezes adiantar um pagamento gera desconto, mas este desconto nem sempre ajuda mais do que ter dinheiro no caixa para outras dívidas. É importante saber organizar o fluxo e definir corretamente as prioridades.

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Micro e pequenas empresas fecham 2017 no azul após 3 anos de quedas seguidas no faturamento

Depois de três anos seguidos no vermelho, as micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo conseguiram encerrar 2017 com resultado positivo ao registrar aumento de 5,1% no faturamento real (já descontada a inflação) sobre 2016. A receita total das MPEs em 2017 foi de R$ 635,9 bilhões, o que representa R$ 30,9 bilhões a mais do que no acumulado do ano anterior. Os dados são da pesquisa Indicadores, realizada pelo Sebrae-SP.

Ao considerar apenas dezembro de 2017, as MPEs paulistas apresentaram variação de +0,4% na receita em relação ao mesmo mês do ano anterior. Apesar de ser uma alta relativamente pequena, foi o décimo mês consecutivo de crescimento real no faturamento, quando comparado com igual período do ano anterior.

“São dez meses ininterruptos de crescimento do faturamento dos pequenos negócios, um claro sinal que a retomada da economia está mais consistente, puxada pela queda da inflação, redução da taxa de juros, reformas estruturais e retomada o poder de compra das famílias”, explica o presidente do Sebrae-SP, Paulo Skaf. “Agora é acelerar as reformas e crescer”.

Em 2017, o faturamento das MPEs foi puxado pelo comércio e pelos serviços, que registraram aumento de 5,6% e 6,4% na receita real, respectivamente, ante o acumulado de 2016. As MPEs da indústria, porém, chegaram ao fim do ano passado com variação de -0,7% no faturamento. Este setor foi o último a apontar recuperação no seu desempenho, ocorrida principalmente no segundo semestre.

Por regiões, o melhor desempenho foi das MPEs do município de São Paulo, com aumento de 7% no faturamento em 2017 no confronto com 2016. Em seguida, aparecem os pequenos negócios do interior, com crescimento de 5,1% da receita. Na região metropolitana de São Paulo, a elevação no indicador de evolução da receita foi de 5%. Já as MPEs do Grande ABC apresentaram retração de 7,7% no faturamento acumulado de 2017 ante 2016.

“A explicação para as MPEs do Grande ABC destoarem negativamente está no fato de a região concentrar empresas da indústria, cuja recuperação demorou mais do que a de outros setores. Especificamente para as MPEs da região do ABC, a retomada começou apenas em outubro; é possível que nos próximos meses já apareçam resultados melhores”, afirma o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.

Em 2017, houve redução de 0,9% no pessoal ocupado nas MPEs do Estado na comparação com o ano anterior. Contudo, o rendimento dos empregados nessas empresas subiu 4,4% e a folha de salários aumentou 1,5% no mesmo período.

Microempreendedor Individual

O Microempreendedor Individual (MEI) também encerrou 2017 com ganhos: o faturamento da categoria cresceu 3,7% sobre 2016. A receita total em 2017 foi de R$ 47,7 bilhões. O desempenho dos MEIs de serviços foi o melhor entre os setores: alta de 3,9% na mesma comparação. O comércio apresentou crescimento de 3,6% e a indústria teve expansão de 3,2% no faturamento real.

Quando analisado apenas o resultado de dezembro, houve crescimento de 15,7% ante dezembro do ano anterior. Foi o sexto mês consecutivo de alta do indicador de evolução da receita, na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Os MEIs da região metropolitana de São Paulo viram sua receita aumentar 3,3% no ano passado em relação a 2016. Já os do interior registraram um desempenho ainda mais animador: evolução de 4,2% no faturamento.

Expectativas

Para os próximos seis meses, 46% dos donos de MPEs de São Paulo projetaram, em janeiro, manutenção na receita do negócio (eram 47% em janeiro de 2017) e outros 34% acreditam em aumento ante 35% de um ano antes. Assim, a avaliação quanto à evolução do faturamento das MPEs mostra uma certa estabilidade nas expectativas.

Em relação à economia, 44% esperam manutenção do panorama atual ante 42% de um ano atrás. Já 34% falam em melhora, parcela menor do que os 40% que pensavam assim em janeiro de 2017. Os números mostram empresários mais cautelosos quanto à atividade econômica.

Entre os MEIs, em janeiro, 46% têm perspectiva de melhora no faturamento, ante 48% um ano antes. Para 39% haverá estabilidade (35% em janeiro de 2017). Sobre a economia, 42% falam em estabilidade, praticamente igual aos 41% de um ano atrás, e 46% acreditam em melhora, assim como em janeiro de 2017.

A pesquisa

A pesquisa Indicadores Sebrae-SP foi realizada com apoio da Fundação Seade. Foram entrevistados 1,7 mil proprietários de MPEs e 1 mil MEIs do Estado de São Paulo durante o mês de referência. No levantamento, as MPEs são definidas como empresas de comércio e serviços com até 49 empregados e empresas da indústria de transformação com até 99 empregados, com faturamento bruto anual até R$ 3,6 milhões. Os MEIs são definidos como os empreendedores registrados sob essa figura jurídica, conforme atividades permitidas pela Lei 128/2008. Os dados reais apresentados foram deflacionados pelo INPC-IBGE.

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Fintech recebe aprovação de linha de crédito para ofertar R$ 250 milhões a PMEs

Lançada no mercado em novembro do ano passado, a fintech brasileira TrustHub, uma plataforma de soluções financeiras, acaba de receber a aprovação de uma linha de crédito de R$ 250 milhões da gestora e administradora de fundos SRM. Esta linha de crédito será ofertada a PMEs por meio da antecipação de recebíveis pela plataforma, em um procedimento inovador que analisa o perfil e deposita o valor na conta do empresário em menos de duas horas, de maneira 100% digital e online.

“Esse grande investimento torna o nosso serviço ainda mais eficiente e ágil e, consequentemente, facilita a vida do pequeno e médio empreendedor que busca alternativas para investir no próprio negócio”, afirma Alexandre Góes, diretor de meios de pagamento da fintech. “No momento de recuperação vivido pelo país, a facilidade na obtenção de crédito em até duas horas – longe da burocracia dos bancos e até de outras fintechs que necessitam encontrar um investidor que queira adquirir este crédito – é fundamental para as PMEs”, acrescenta.

Com pouco mais de dois meses de atuação, a TrustHub já antecipou R$ 10 milhões, com uma média de 45 operações por dia. Além disso, a empresa planeja antecipar R$ 5 milhões por dia já no início deste ano, ampliar suas operações para Peru e Chile e oferecer novos produtos, como pagamentos digitais, empréstimos entre outros serviços.

“Encontramos uma grande demanda por crédito e praticidade, de empreendedores que não têm condições de esperar meses para a aprovação de um banco tradicional ou fintechs que hoje atuam no mercado brasileiro. Com um serviço extremamente ágil e prático, temos ampliado, dia após dia, a nossa carteira de clientes e o valor de crédito ofertado”, finaliza Góes.

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Sua PME teve lucro? Pois invista… na empresa

Por Gabriela Szprinc

Não existe caminho fácil para fazer sua empresa crescer. Aliás, não existe caminho fácil para nada. Assim é na vida e também no mundo das PMEs. Acredite: muitas vezes, o vislumbre do lucro inédito após meses e meses de trabalho duro pode transformar sua aventura como empreendedor no começo do fim.

Sei que isso soa um tanto negativo, mas é a pura verdade. Por mais dor no coração que esse mantra possa lhe provocar, “no começo, todo lucro precisa ser reinvestido na própria empresa”. E por várias razões, que tentarei listar a seguir.

O grande problema enfrentado por todos que têm um negócio próprio é que, no começo de qualquer empreitada, é muito difícil atingir o ponto de equilíbrio. Ou seja, o lucro demora a aparecer. Pois é exatamente durante essa etapa de expectativa (que pode durar até mesmo alguns anos) que o empreendedor precisa se convencer da necessidade de não se deixar levar pelo “direito” de tornar o primeiro e aguardado lucro em objeto de suas despesas pessoais. Você não deve guardar todo esse dinheiro no banco, mas aplicar uma boa porcentagem dele em sua própria empresa.

De acordo com recente pesquisa da MindMiners, feita sob encomenda do PayPal Brasil, a maioria dos entrevistados que pretendem empreender o fará porque quer ter mais liberdade e autonomia. São palavras poderosas, com certeza, mas que embutem algumas armadilhas. Só quem já se aventurou no mercado e abriu negócio próprio sabe que a liberdade, muitas vezes, é um mito. E a tal autonomia também está demorando um pouco para aparecer. Faz parte do processo. Afinal, no pain no gain.

Por isso, listei algumas dicas que podem fazer sua empresa navegar com mais segurança no começo da jornada – e que lhe deixarão mais ciente das reais necessidades de um empreendimento. Anote-as e siga-as para fazer seu lucro render bons frutos.

É lucro de verdade ou só aumento sazonal no fluxo de caixa?
Antes de mais nada, tenha certeza de que o que você tem em mãos é mesmo lucro e não resultado de um bom momento de mercado pelo qual a empresa está passando – cuja natureza é afeita a altos e baixos. Jamais confunda lucro com uma alteração positiva fugaz de seu fluxo de caixa. Uma dica que considero saudável é abrir uma conta no banco apenas para depositar seu lucro. Pode parecer uma burocracia tola, mas, psicologicamente, faz sentido. Isso porque, quando esse dinheiro fica na conta da própria empresa ou vai para sua conta pessoal, a tendência natural é que ele “desapareça” sem que possa ser usado de forma inteligente e eficaz. Um famoso samba de Paulinho da Viola ensina: “Dinheiro na mão é vendaval…”.

Reúna o suficiente para pagar as dívidas de sua PME
Ou, pelo menos, para tirar da frente aquelas cujos juros são mais altos. OK, não era exatamente isso que você imaginava fazer com o lucro tão desejado e que foi se acumulando na conta corrente. É compreensível… Mas pode apostar: não ter dívidas (ou ter apenas débitos saudáveis, que não comprometem o dia a dia de sua empresa) é o primeiro passo para que o reinvestimento do lucro gere mais e melhores resultados. Fica mais fácil navegar pelas águas agitadas do mercado se você não tiver âncoras te prendendo ao fundo.

Lembre-se de seu capital de giro, ele é seu melhor amigo
Como dissemos lá em cima, você não deve guardar todo o dinheiro proveniente do lucro de sua PME, mas uma porcentagem precisa, sim, retornar à conta bancária em que descansa o seu capital de giro – e ela deve contar com um gestor que conheça muito bem o mundo das aplicações financeiras rentáveis e, ao mesmo tempo, com alta liquidez. Para empresas novas, que sofrem mais com a sazonalidade, costuma-se dizer que vale a pena guardar certo capital de giro pelo menos até que seus proprietários compreendam o mercado e conheçam seus altos e baixos.

Que porcentagem do lucro deve ser guardada?
Aí quem manda é o tipo de negócio que você tem em mãos. Se ele depende de maquinário sempre renovado ou com alto grau de manutenção, tente guardar, pelo menos, entre 10% e 15% do lucro mensal. Mas, se sua PME faz revenda pura e simples de produtos via e-commerce, por exemplo, pode pensar em aumentar esse índice para até 50%. Mas, claro, tudo dependerá das necessidades imediatas de sua empresa.

Empresa moderna gera mais lucro e conquista mais clientes
Jamais perca tempo quando o assunto for modernização, principalmente quanto às suas necessidades de logística. No mundo atual, em que multiplicam-se os players de mercado, ter uma logística confiável e rápida pode fazer todo o sentido na hora de conquistar clientela. Assim como é preciso investir, sempre que possível, na melhoria de seu maquinário, para produzir mais e melhor em menos tempo. E também em um SAC que trabalhe de forma pró-ativa, antecipando gargalos de entrega de produtos e as carências dos consumidores. Neste caso específico, vale, sim, a pena investir na terceirização, com um profissional 100% dedicado e dando muita atenção às redes sociais – aliás, as redes sociais são um destino fundamental para reinvestir o lucro da sua empresa. Empresa atenta a Facebook, Instagram, Twitter, Google+ etc. tem mais chances de ampliar o faturamento. Entretanto, se você ainda não tem caixa para investir em funcionários, garanta uma organização no seu dia a dia que lhe permita equilibrar todos os pratos e garantir a satisfação de seus clientes.

Até onde devo investir em marketing?
Até onde for possível! Para um negócio que está em crescimento – ou que chegou a um limite em seu tamanho atual e precisa expandir -, reinvestir na marca é, sem sombra de dúvida, um passo fundamental. Mas esse investimento depende dos outros a que já me referi – é a velha história do “carro na frente dos bois”. Não caia na tentação de investir em MKT antes de ter certeza sobre sua capacidade real de entregar o que vende e de atender à demanda que certamente virá. Se sua base instalada estiver em dia, então direcione parte do lucro para marketing (inclusive marketing digital). Trata-se da maneira mais correta de trabalhar, pois você estará crescendo com investimentos próprios e atingindo novos públicos de forma saudável, sem colocar em risco a reputação de sua PME.

A palavra de ordem para qualquer pessoa que queira, mesmo, empreender – em qualquer setor – é planejamento. Dá trabalho, gera ansiedade e precisa de atenção total em regime 24/7. Mas quem foi que lhe disse que a independência financeira seria um caminho fácil?

Gabriela Szprinc é Head de Pequenas e Médias Empresas (SMBs) do PayPal Brasil

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VTEX anuncia compra da Xtech Commerce por 14 milhões

A VTEX, a principal multinacional latino americana de cloud commerce, destaque no Quadrante Mágico da Gartner, anuncia durante o VPS 2017, evento global do ecossistema Vtex que reúne cerca de 1 mil pessoas no Brasil, a compra da startup Xtech Commerce, plataforma de e-commerce para PME’s, por R$ 14 milhões. O objetivo da aquisição é unificar, junto com a Loja Integrada, a divisão de Small and Medium Business da VTEX em uma atuação global. A partir de agora, Alfredo Soares passa a ser Co-Head Global SMB da companhia ao lado do também sócio, Breno Nogueira.

“Nossa empresa atende 30% das companhias mais valiosas do mundo, mas entende que a cauda longa é fundamental para o ecossistema de lojas virtuais. Nosso principal objetivo com a união é criar a melhor solução do mundo para pequenos e médios lojistas e a Xtech possui tanto o time e a cultura que buscamos”, ressalta Mariano Gomide Faria, fundador e Co-CEO da Vtex.

Com a fusão da Xtech com a Loja Integrada, a divisão de SMB da VTEX passa a contar com mais de 26 mil lojas ativas, que juntas transacionam aproximadamente um bilhão de reais por ano.

O objetivo da fusão é, além da consolidação da VTEX no mercado nacional, ampliar a oferta da solução omnichannel para pequenas e médias empresas na América Latina e, na sequência, nos mercados norte-americano e europeu. Atualmente, a VTEX já atende marcas como Walmart, Disney, Boticário, Coca-Cola e Avon, além de ter outras 2 mil lojas espalhadas em 27 países.

“Nos sentimos muito honrado de sermos adquirido por um dos maiores players globais neste segmento, pois comprova o trabalho de qualidade que estamos fazendo junto com nosso time nos últimos três anos. Passamos por muitas dificuldades, e me orgulho em dizer que mesmo sem ajuda financeira de investidores, conseguimos revolucionar o mercado de lojas virtuais PME’S, e ser uma das poucas empresas bem sucedida do setor de tecnologia que não recebeu capital. Agora o desafio é unificar a oferta para esse tipo de empresa em escala global.”, afirma Alfredo Soares, Co-Head Global SMB da companhia e ex CEO da Xtech Commerce.

A Xtech Commerce cresceu 200% em 2017 e atualmente conta com mais de 45 mil lojas criadas, que juntas são responsáveis por um faturamento anual acima de R$ 200 milhões. A marca começou suas operações criando 35 lojas e hoje já passa de 160 e-commerces sendo abertos diariamente pela plataforma. A meta da empresa para o próximo ano é manter o crescimento acelerado, investir em produto e iniciar o processo de internacionalização.

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Tecnologia em prol da eficiência financeira das pequenas empresas

Para 2018, o governo espera um crescimento de mais de 3% do PIB brasileiro, mas para que tal expectativa de retomada da economia se cumpra são necessárias medidas eficazes para garantir o aquecimento da economia, que viu neste ano a concessão de crédito retrair cerca de 4,5% nos seis primeiros meses do ano.

Neste contexto, as pequenas e médias empresas (PMEs) –apesar de representarem uma fatia significativa do mercado – sofrem ainda mais, já que enfrentam uma falta da oferta de crédito adequado às suas especificidades.

Identificando essa deficiência no mercado de crédito, a WorkCapital oferece adiantamento de recebíveis para o segmento, um tipo específico de crédito referente ao desconto antecipado de duplicatas geradas. Uma oportunidade para que a pequena empresa tenha acesso ao capital necessário para lidar com o vencimento de suas contas e continuar investindo no negócio.

Para oferecer taxas de juros individualizadas adequadas ao nível de competitividade das PMEs, a WorkCapital incorporou o uso da inteligência artificial para realizar uma análise de risco mais sofisticada que estipula taxas de juros inferiores às praticadas pelos bancos. Tudo isso de maneira automatizada, disponibilizando o dinheiro em poucos minutos.

Tecnologia de ponta como essa já é uma realidade no dia-a-dia dos pequenos negócios, trazendo benefícios para a administração do fluxo de caixa e contribuindo para a evolução dessas empresas.

Confira aqui mais informações: Work.Capital

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Como as ferramentas digitais podem ajudar os pequenos negócios a vender mais

O especialista em marketing online Rodrigo Lourenço, diretor da iZettle, explica como o empreendedor pode utilizar a internet de maneira simples para aumentar a clientela

Já imaginou se todos pudessem encontrar o seu negócio no Google Maps? E se os clientes contratassem os seus serviços via WhatsApp? Apesar de muito disseminadas, as ferramentas digitais ainda são um mistério para a maioria dos pequenos empreendedores, que ainda não tem ideia de como a internet pode ser aliada na conquista de clientes. De fato, a dificuldade de formar clientela foi apontada como o principal desafio dos pequenos negócios, em pesquisa de âmbito nacional encomendada no 1º semestre de 2017 pela iZettle – fintech sueca com atuação no Brasil e em mais 11 países na área de serviços financeiros e soluções de pagamento.

O Diretor de Aquisição e Engajamento da empresa, Rodrigo Lourenço, com 18 anos de experiência em marketing online, dá dicas de como utilizar a internet para vender mais.

1) Faça a sua empresa aparecer no Google Maps

Nem todos sabem, mas o Google oferece uma ferramenta gratuita que disponibiliza as informações das empresas na página de pesquisa e no aplicativo de mapas. “Especialmente se você possui uma loja física, é primordial que cadastre o seu negócio no Google local”, aconselha Lourenço.

A ferramenta localizada no endereço www.google.com.br/meunegocio ainda permite que o empreendedor encontre novos clientes por meio de anúncios no Google ou em sua rede de parceiros. Dentro do Google Meu Negócio existe uma forma rápida e prática de começar a anunciar sem muito conhecimento técnico. Basta seguir o passo a passo online

2) Dê um up no seu WhatsApp

Muitas pessoas ficam conectadas quase o dia todo no WhatsApp e as empresas têm aproveitado essa realidade para receber mensagens de clientes, como as pizzarias que aceitam pedidos via aplicativo. “É prático atender e aceitar pedidos pelo WhatsApp. Para que este canal funcione, contudo, é importante definir horário de atendimento e ter um telefone exclusivo”, orienta o especialista.

Ainda é preciso ter em mente que os clientes esperam agilidade na resposta do seu negócio, com o risco de não quererem mais o serviço e não o indicarem mais a conhecidos caso a demora seja grande. “Ninguém gosta de ser ignorado quando envia uma mensagem para contratar um serviço”, analisa Lourenço. Portanto, é preciso avaliar se vale a pena o tempo investido pelo empreendedor.

3) Mantenha atualizada e organizada a página no Facebook

Hoje em dia é cada vez mais comum criar páginas no Facebook para negócios, organizações, produtos, artistas, causas, entre outros. Entretanto, não basta apenas criar uma página para a sua empresa. “É preciso que o empreendedor esteja preparado para atualizá-la, responder mensagens e comentários e, eventualmente, ouvir críticas e encarar isso como sugestões para melhorar seu negócio”, diz o especialista.

Vale lembrar que, para obter um bom nível de engajamento na sua página, o compartilhamento dos posts é essencial. “O poder do boca a boca na internet é tão forte quanto fora dela. O compartilhamento do seu conteúdo ajuda a atingir potenciais novos clientes com o endosso dos consumidores satisfeitos atuais”, analisa.

Assim como o Google, o Facebook ainda permite a criação de anúncios para um público pré-definido. O investimento pode começar pequeno. A partir de R$50 já é possível anunciar. O próprio conteúdo da sua página pode servir de material para a publicidade, mas dedique tempo para escolher muito bem o público-alvo. Por exemplo, se você vende apenas presencialmente, é interessante selecionar um raio de publicação ao redor do seu endereço físico. Se você vende roupas para mulheres, pode selecionar exibir seus anúncios apenas para este público. Muitas opções de público-alvo estão disponíveis como: interesses e afinidades, cidades, estados, estado civil e até se essas pessoas curtem páginas de um concorrente.

4) Dê atenção também para o seu site

Muitos podem pensar que, com a popularização das redes sociais como Facebook e Twitter, os sites tornaram-se obsoletos e pouco acessados por possíveis clientes. Contudo, de acordo com Rodrigo Lourenço, a existência destes canais confere maior credibilidade ao negócio. “Quando um cliente encontra informações online sobre um produto ou marca, isso aumenta a confiança dele a respeito da empresa. Ter informações completas, verdadeiras e bem organizadas ajuda a convencer que seu negócio é seguro, sério e profissional”, aconselha o especialista da iZettle.

De acordo com Lourenço, é fundamental que o seu negócio tenha ao menos uma página simples própria na internet com fotos e descrição de seus produtos e serviços. “As pessoas gostam de saber mais sobre o que vão comprar ou contratar antes de fechar o negócio”, analisa. Mantenha todas as formas de contato disponíveis. Se você foi encontrado, nada melhor do que ser contatado e fechar uma nova venda na hora!

5) Diversifique canais e mantenha contato

Para o especialista em marketing e estratégia digital da iZettle, Rodrigo Lourenço, o segredo para utilizar a internet na conquista de novos clientes é diversificar os canais do seu negócio no ambiente virtual. “É importante pensar sempre em estar presente onde seus potenciais clientes estão. Além de encontrar novas pessoas, manter contato com quem já é fiel é primordial para fechar novos negócios a partir das indicações”, aconselha Lourenço.

De acordo com o especialista, a estratégia é utilizar a página no Facebook, WhatsApp, site e outros canais para avisar os clientes de promoções e produtos que eles possam gostar. “É preciso conhecer o perfil dos seus clientes e recomendar produtos relevantes. Afinal, um cliente fiel dificilmente parte para a concorrência e a competição com outros empresários é difícil”, conclui.

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Fintech conecta PMEs a investidores e facilita a maneira de conseguir empréstimos

No Brasil, os empréstimos para pequenas e médias empresas sempre foi um processo difícil e burocrático. Por outro lado, para quem busca investir, existem poucas opções e a maioria é pouco rentável a curto e médio prazo, como CDB ou Tesouro Direto. Como alternativa aos bancos convencionais, surgiram as fintechs, que inovaram o jeito de oferecer empréstimos.

Um exemplo é Nexoos – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – e que consegue oferecer os financiamentos a uma taxa de juros mais baixa, com menos burocracia que os bancos tradicionais. Com dois anos de operação, a startup já financiou mais de R$ 22 milhões em operações de crédito, no modelo peer-to-peer lending (P2P) – empréstimo coletivo –, no qual é pioneira no país.

“Neste modelo, pessoas comuns podem emprestar dinheiro a empresas, na forma de investimentos. Para as empresas, o processo tem menos burocracia e as taxas de juros são bem menores que as vigentes nos bancos tradicionais, podendo ser até 70% menor”, explica Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

Como funciona para a empresa

Empresas com faturamento mínimo anual de R$ 250 mil podem solicitar empréstimos à Nexoos. A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais.

Quando aprovada, a empresa é apresentada aos investidores cadastrados na plataforma, durante a Rodada de Investimentos que dura algumas horas, até que o valor solicitado seja arrecadado por meio dos aportes dos investidores e a empresa recebe o valor total do empréstimo em até 7 dias.

Como funciona para o investidor

O investidor se cadastra na plataforma e investe um valor mínimo de R$ 6 mil na primeira Rodada – que pode ser aplicado em até 3 empresas de sua escolha. O investidor na Nexoos tem total liberdade de escolha, desde decidir quando irá entrar na Rodada de Investimentos até optar por qual ou quais PMEs quer investir. Cada investidor pode emprestar até 5% do valor solicitado pela empresa. É uma aposta na empresa, ainda que ele não adquira parte da companhia ou tenha participação nos lucros.

Ainda de acordo com Gomes, o diferencial da plataforma se deve à qualidade das empresas, criteriosamente selecionadas e à transparência nas informações apresentadas aos investidores. “Nossa taxa de inadimplência é relativamente baixa, cerca de 3,5%. Neste modelo o investidor tem liberdade e sabe exatamente aonde está investindo”, finaliza.

A expectativa da startup é fechar o ano de 2017 com mais de R$ 30 milhões financiados para mais de 300 empresas.

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Fintech oferece crédito a PMEs em até duas horas e sem burocracia

Em uma época de crise econômica, antecipar os recebíveis pode ser uma ótima solução para as pequenas e médias empresas que pretendem honrar compromissos como o pagamento do 13º salário e, ao mesmo tempo, fechar o ano no azul. E é, justamente, com esse objetivo que a TrustHub chega ao mercado no início de novembro, para oferecer crédito a PMEs em até duas horas, de maneira completamente digital e sem a burocracia dos bancos.

Sob a chancela da SRM – multinacional gestora e administradora de fundos de investimento com 20 escritórios espalhados por Brasil, Chile e Peru – a fintech aposta na tecnologia e no know-how de sua provedora para conquistar o mercado brasileiro. “A TrustHub conta com o mesmo sistema operacional da SRM, que oferta antecipação de recebíveis a clientes de médio e grande porte, com um volume de 10 mil transações diárias e mais de R$ 6 bilhões movimentados anualmente. A diferença, porém, é que oferece esse serviço digitalmente às pequenas e médias empresas”, pontua Alexandre Góes, Diretor de Meios de Pagamentos da TrustHub.

O executivo explica que o know-how de uma marca tão respeitada no setor financeiro como a SRM faz toda a diferença e que, aliado a modernos softwares de análise comportamental, garante que o serviço seja seguro, ágil e bem estruturado. “Nós operamos de maneira muito simples e eficiente: após um rápido cadastro, o cliente passa a ter uma conta de pagamento digital em nossa plataforma e logo pode solicitar a antecipação de recebíveis com o envio de duplicatas. Não há burocracia em nenhum momento do processo, outro problema enfrentado por muitos que tentam liberar crédito em bancos”, comenta.

Com os serviços da TrustHub, uma fábrica de roupas, por exemplo, que fez uma venda de R$ 50 mil com pagamentos parcelados em dez vezes, pode receber a quantia imediatamente ao fornecer a nota fiscal. “Ao antecipar o que receberiam a prazo, as empresas evitam dívidas e pagam apenas uma taxa de desconto por operação. A praticidade e o baixo risco, certamente, tornam esse serviço muito atrativo para o empresariado”, detalha Góes.

Antecipação de recebíveis no contexto econômico do país

Mesmo perante um cenário geral de contenção de crédito, a modalidade de antecipação de recebíveis por meio de desconto de duplicatas vem crescendo no Brasil: segundo dados do Banco Central, o volume movimentado pelo serviço em maio de 2017 foi de R$ 16,7 bilhões – 61,7% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado.

“Estamos em um momento crucial da economia, no qual o crédito é fundamental para que o Brasil possa retomar o ciclo de crescimento. Com a antecipação de recebíveis, os micro, pequenos e médios empreendedores podem conseguir crédito imediato, sem riscos, para investir em máquinas, estrutura e nas pessoas”, acrescenta o executivo. “Na contramão dos bancos, que deixaram de oferecer crédito, a TrustHub surge para garantir que as PMEs tenham o capital de giro necessário para investir no próprio negócio e, assim, colaborar com o desenvolvimento do país”, finaliza.

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Fiesp promove IV Seminário de Micro e Pequena Indústria

O uso da tecnologia para aumentar a performance e o alcance das empresas está cada vez mais presente no nosso dia a dia. A velocidade dessas informações só aumenta, e um dos principais desafios na era digital é uma nova abordagem na mudança da estratégia, estrutura, cultura e processos de uma empresa, utilizando o alcance e o poder da internet.

Para isso, o Departamento de Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), realizará no dia 24 de outubro, na entidade, o IV Seminário da Micro e Pequena Indústria – Digitalize Indústria: O futuro digital nos negócios.

O objetivo é contribuir para o desenvolvimento das empresas, promovendo debates e palestras sobre o ambiente de negócios e a transformação digital e seus impactos nas micro e pequenas indústrias. Também discutirá a inovação no setor, a colaboração e engajamento das pessoas.

Terá painéis e palestras com informações importantes para empreendedores em busca um novo caminho colaborativo para as indústrias. Ainda serão debatidos “Indústria Digital – Uma Jornada a ser Trilhada; “A Revolução Digital no seu Negócio”; “A Competitividade e o Ambiente dos Negócios no Cenário Digital”; “Conhecendo as tecnologias disponíveis para iniciar o processo de implementação”, dentre outros assuntos. Confira toda programação abaixo.

O evento é uma comemoração ao mês da micro e pequena indústria e poderão participar empresários, dirigentes, gestores de micro e pequenas indústrias, que poderão trazer suas equipes para promoverem a transformação digital em seus negócios.

Programação:

8h45 – Abertura

9h30 – Contextualização: Tendências e Cenário Digital para os Próximos Anos

Palestrante: Diretor do Facebook Brasil

10h45 – PAINEL 1: Indústria Digital – Uma Jornada a ser Trilhada

Palestra: Repensando seu Modelo de Negócio
Palestra: Entendendo o Processo e Desenhando seus Objetivos
Palestra: Conhecendo as Tecnologias Disponíveis para iniciar o processo de implementação
Mediador: Guto Grieco, Especialista da ESPM

10h45 – Palestra: Repensando seu Modelo de Negócio: Como Manter-se competitivo em um cenário em constante evolução tecnológica?

Palestrante: Yuri Lazaro de Oliveira Cunha, Consultor Organizacional especialista em Estratégia, Gestão de Processos, Gestão da Mudança e Gestão de Projetos com mais de 10 anos de experiência em projetos de alta complexidade.

11h15 – Palestra: Entendendo o Processo e Desenhando seus Objetivos

Palestrante: Especialista da Fundação Dom Cabral

11h35 – Palestra: Conhecendo as Tecnologias Disponíveis para iniciar o processo de implementação

Palestrante: Gustavo de Martini, TOTVS

12h30 – Almoço Livre

14h- Painel 2: “A Revolução Digital no seu Negócio”

Mediador: Guto Grieco, Especialista da ESPM

Palestra: A interação dos clientes com as máquinas

Palestra: Inteligência Artificial: Já realidade nos negócios

14h50 – Palestra: As necessidades dos Clientes Consumidores

Palestrante: Adriana Knackfuss, Vice-Presidente de Transformação Digital da Coca Cola Company

15h10 – Palestra: A Nova geração e a Liderança

Palestrante: Cassio Dreyfuss, Vice Presidente do Gartner Research

16h15 – Palestra de Encerramento: “A Competitividade e o Ambiente dos Negócios no Cenário Digital”

Palestrante: Francisco Bezerra, Estrategista de Tecnologia Microsoft do Brasil

17h30 – Encerramento

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Thomson Reuters anuncia solução para microempresas que faz integração com o sistema do contador

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia o lançamento do OnBalance, uma plataforma SaaS que tem o objetivo de simplificar a gestão financeira de microempresários do setor de serviços. A plataforma, armazenada na nuvem, permite que o microempresário lance notas fiscais de serviço para mais de 600 municípios, emita boletos registrados e controle o fluxo de caixa, entre outros.

Entre as grandes novidades do OnBalance, é a possibilidade de enviar informações em tempo real ao contador, uma vez que a solução tem integração nativa com as soluções Domínio, da Thomson Reuters, utilizadas por mais de 20 mil escritórios de contabilidade em todo o Brasil, uma exclusividade no segmento. “Nós pensamos em uma solução intuitiva e inteligente que, além de facilitar a gestão e os negócios do contador, pudesse reduzir custos e aumentasse a produtividade da empresa, estabelecendo uma relação de parceria e amplo benefício entre o contador e o microempresário”, comenta Marcondes de Borba, Diretor da Unidade de Negócios de Impostos e Contabilidade para Profissionais da Thomson Reuters.

O OnBalance já está disponível no mercado para os microempresários e, por estar armazenado em nuvem, o acesso é feito por meio de um navegador de internet, que também inclui a utilização a partir de dispositivos móveis.

Saiba mais sobre o OnBalance, da Thomson Reuters, em: www.onbalance.com.br

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Como a governança corporativa pode estruturar uma PME?

As pequenas e médias empresas são um nicho importante no mercado brasileiro. De acordo com dados recentes do SEBRAE, elas representam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, o que demonstra a força do empreendedorismo no país. Muitas dessas empresas são de origem familiar, ou seja, possuem membros da mesma família na administração dos negócios. Segundo informações da Pesquisa de Empresas Familiares no Brasil, da PricewatehouseCoopers (PwC), divulgada no fim do ano passado, as empresas familiares representam 80% das 19 milhões de companhias do país. Os números expressivos chamam a atenção e levantam um questionamento: como uma empresa de pequeno ou médio porte se estrutura para competir num mercado tão acirrado?

Para Eduardo Valério, diretor-presidente da GoNext Family Business, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa na empresa familiar, ter um modelo de gestão empresarial é importante para qualquer empresa, independentemente do tamanho. Porém, no caso das PMEs, a boa governança tende a ser um passo ainda mais importante para a estruturação do negócio. E se engana quem acha que esse serviço está aquém das possibilidades de pequenos empresários. “Percebemos que esse grupo é um dos que mais têm buscado o trabalho de governança corporativa, que é totalmente personalizado e adaptável à realidade de cada um. Na GoNext, cerca de 70% dos projetos atendidos são de pequenas e médias empresas. Estimamos que, de dois a quatro anos depois da implantação da governança, essas empresas apresentaram crescimento médio anual de 15%, solidificando sua posição no mercado”, afirma Valério.

Entre os benefícios trazidos pela governança corporativa aos pequenos empresários estão a estruturação de um plano de negócios claro e objetivo, que irá direcionar as metas da empresa, bem como as ações que seus dirigentes devem praticar para atingí-las; o estabelecimento de valores na gestão; a definição dos papeis, direitos e deveres de cada um que atua na empresa; além de estabelecer métricas de monitoramento e avaliação, que possibilitam um controle maior da geração de lucro e da administração do fluxo de caixa. Isso tudo, segundo Valério, permite que a PME torne-se estruturada e ganhe competitividade, sem cair em erros comuns.

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Crédito: Risco ou oportunidade?

Por Daniel Orlean

Se você é empreendedor ou gestor de uma empresa, certamente já passou por aqueles momentos preocupantes em que se questiona se os recursos em caixa serão suficientes para honrar os compromissos empresariais. Por outro lado, também já deve ter imaginado como seria se tivesse mais capital para investir, expandir o negócio e aproveitar oportunidades do mercado.

Em ambos os casos, a busca por crédito por ser uma boa solução. Porém, é comum que alguns empresários ainda vejam o empréstimo como algo negativo e não como uma solução que irá permitir um período de mais tranquilidade para a empresa ou que vá ajudar a alavancá-la em oportunidades de crescimento.

Essa decisão depende de diversos fatores e os principais que devemos analisar com atenção é o momento que a empresa está, e qual será o destino do uso do capital. Por isso, acho que vale uma reflexão importante. Em que situações devemos pedir um empréstimo?

Um dos casos em que se pode pedir crédito é para o capital de giro da empresa. Pegar empréstimo para esse fim é positivo quando o custo de financiar o prazo de pagamento para o cliente é compensado pela margem que aquele negócio traz, bem como pelo valor que o prospect terá para a empresa no médio e longo prazo. Outra razão é manter o estoque de matéria-prima ou de mercadorias que terão saída em um prazo esperado e que permitirão o pagamento das parcelas do empréstimo tomado.

Muitas vezes, para reduzir os custos de operação da empresa é necessário aplicar um capital adiantado, que na maioria dos casos não está disponível para a empresa. Se o grau de segurança que você tem com relação a aproveitar oportunidades como, por exemplo, aumentar eficiência de máquinas, equipamentos, tecnologias e infraestrutura da organização, procurar por um empréstimo pode ser uma solução viável.

Outra possibilidade é trocar dívidas contraídas no passado a juros mais altos ou em produtos menos adequados às necessidades de sua empresa, por linhas de crédito mais apropriadas com o momento da companhia, seja por sua finalidade ou por suas características.

Por fim, acho importante ressaltar que é comum que alguns empresários façam empréstimos sem levar em consideração as atividades e o porte de suas empresas. Nesse caso, tenho a obrigação de dar um alerta – não cometa o mesmo erro! Antes de assinar qualquer empréstimo, pesquise as condições oferecidas e veja se os valores dos juros estão dentro daquilo que você pode arcar no futuro. Boa sorte e bons negócios!

Daniel Orlean é CMO e Sócio-fundador da BizCapital, fintech que tem como principal objetivo desburocratizar e tornar mais eficiente o processo de concessão de crédito para o micro e pequeno empreendedor.

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Mastercard e Facebook promovem capacitação de empreendedores com caminhão itinerante

A Mastercard e o Facebook, com apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) realizam, entre os dias 20 e 30 de setembro de 2017, uma ação como um caminhão itinerante, o Centro de Inovação Mastercard, para oferecer orientações aos comerciantes locais sobre ferramentas estratégicas que ajudam a profissionalizar e impulsionar os negócios das pequenas e médias empresas. As primeiras datas da agenda serão em São Paulo e o evento acontece na Vila Mariana, Vila Madalena e Itaim Bibi.

Durante os dez dias, os empreendedores terão à disposição conteúdo Mastercard orientado ao aumento da aceitação de pagamentos eletrônicos, importância da adoção de cartões empresariais para o controle de despesas; bem como a utilização do Facebook para elaboração e gerenciamento de anúncios, uso do Instagram e Facebook Messenger para interação com os respectivos públicos, além de como impulsionar as vendas físicas e online por meio da rede social e gerar conteúdo relevante para a empresa.

Hoje, os pequenos e médios empreendedores compõem nada menos que 27% do PIB brasileiro e 52% dos empregos com carteira assinada em todo o país, de acordo com o Sebrae. A parceria com o Facebook acontece porque a plataforma é a ponte para esses negócios se inserirem em uma economia mobile e buscarem prosperar. A plataforma é fácil de usar e ajuda pequenas empresas a se tornarem grandes e negócios locais a se tornarem globais. Só no Brasil, 83% das pessoas estão conectadas com pelo menos um pequeno ou médio negócio na plataforma. Em todo o mundo, mais de 96 milhões de pessoas estão conectadas com alguma PME do Brasil.

Ainda, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMI) têm cumprido importante papel no mercado de trabalho, tendo gerado um saldo de 1844 vagas em julho de 2017.

Cada seção de treinamento dentro do caminhão terá duração de 1h30 e receberá uma turma de até 10 pessoas. A Mastercard e o Facebook têm capacidade de receber até cinco turmas por dia. Ao fim de cada seção, cada participante receberá um certificado. As seções são realizadas diariamente às 9:00, 11:00, 14:00, 16:00, 18:00. Para participar, basta inscrever-se no link https://www.eiseverywhere.com/ereg/newreg.php?eventid=281729

Agenda do Centro de Inovação Mastercard

20 a 22/09 – Vila Mariana: Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 83 – próximo ao Metrô Ana Rosa;

23 a 27/09 – Vila Madalena:Rua Harmonia, altura do número 126;

28 a 30/09 – Itaim Bibi: Rua Joaquim Floriano, 254 – estacionamento do New Dog.

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Ramo Sistemas participa do SAP Forum Brasil 2017 com modelo de negócio diferenciado para o SAP Business One

A Ramo Sistemas, empresa nacional focada em soluções para pequenos e médios negócios e parceira exclusiva da SAP na venda do ERP SAP Business One, reforça, durante o SAP Forum Brasil 2017, que ocorrerá nos dias 12 e 13 de setembro de 2017, no Transamérica Expo Center – São Paulo – SP, a estratégia de venda do SAP Business One on Demand na nuvem. O grande diferencial é rodar na nuvem gerenciada da Ramo, trazendo vantagens para o cliente, seja na estabilidade e escalabilidade do ambiente, bem como na segurança de dados contra invasões.

No estande da Ramo Sistemas será apresentado às ofertas do SAP Business One on Demand e financiamento das soluções com escala no investimento. “A adoção do SAP Business One por meio de financiamento facilita a aquisição da solução pelas pequenas e médias com escala no investimento”, afirma Décio Krakauer, presidente da Ramo Sistemas.

Destaque também para o SAP Business One by HANA no modelo de cloud computing com a Amazon Web Services (AWS). O cliente Cloud Ramo terá a sua disposição todas as funcionalidades da solução SAP Business One aliada a capacidade de infraestrutura da nuvem AWS e o processamento de dados de computação em memória. “A arquitetura modular do SAP Business One by HANA na nuvem torna a implementação rápida e econômica”, conclui Krakauer.

Para sustentar o crescimento e expandir nacionalmente, a Ramo ampliou sua base de atuação no mercado brasileiro com a inauguração de 12 Unidades de Negócio que auxiliam a consultoria, vendas e suporte com abrangência nacional.

Além dos novos modelos de negócios, Décio Krakauer ministrará a palestra “SAP Business One como Centro da Transformação Digital da sua empresa”. O ano de 2017 está sendo desafiador e dentro desse cenário é preciso criar opções inovadoras e gestão eficiente para que as pequenas e médias empresas cresçam e superem os desafios”, lembra o executivo.

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