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FAPESP e IBM divulgam resultado de chamada para pesquisas na área de computação cognitiva

A FAPESP e a IBM anunciaram o resultado da primeira chamada conjunta de propostas para o desenvolvimento de pesquisas na área de computação cognitiva, realizada na esfera do acordo de cooperação firmado em 2016 pelas duas instituições.

A partir de um comitê formado por representantes da Fundação e da companhia, foi conduzida a avaliação e seleção de projetos apresentados. Foram aprovadas oito propostas, que receberão até R$ 200 mil para aquisição de equipamentos, financiamento de bolsas de estudos e suporte para participação em eventos científicos. A duração dos projetos selecionados será de até dois anos.

Os projetos aprovados vão desenvolver pesquisas com foco em temas específicos da área de computação cognitiva, como novos modelos de aprendizado de máquina, robótica cognitiva, lógica probabilística e ontologia computacional.

O acordo prevê o apoio ao desenvolvimento de pesquisas colaborativas entre pesquisadores da IBM e de instituições de ensino superior e de pesquisa do Estado de São Paulo, com perspectivas de investimentos de até US$ 500 mil compartilhados entre a FAPESP e a multinacional.

Os projetos serão desenvolvidos por pesquisadores da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp, do Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC) da UFABC, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, da Escola Politécnica (Poli) da USP, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, e do Centro Universitário da FEI, campus de São Bernardo do Campo.

Para o diretor científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz, a parceria com a IBM é uma oportunidade para aumentar a pesquisa colaborativa em uma área de extrema relevância. “A parceria com a IBM permite à FAPESP oferecer a pesquisadores em São Paulo a oportunidade de colaborar com pesquisadores da empresa e receberem financiamento em propostas de pesquisa avançada em computação cognitiva, um dos temas mais importantes da atualidade. A visão estratégica da IBM para a pesquisa colaborativa coincide muito com a da FAPESP e, com seu centro de pesquisas em São Paulo, traz contribuição definitiva para o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado”, afirma.

De acordo com o pesquisador sênior do laboratório da IBM Research no Brasil, Claudio Pinhanez, “o suporte à pesquisa científica e tecnológica em computação cognitiva no Brasil proporcionado pela parceria entre IBM e FAPESP é muito importante para a formação de uma geração de cientistas e profissionais plenamente capacitada a enfrentar a transformação que acontecerá nos próximos 20 anos graças a essas tecnologias”.

Lançada em julho de 2016, a primeira chamada dessa parceria teve como foco projetos de pesquisas em algoritmos e teoria de sistemas cognitivos, com o propósito de avançar a ciência e a tecnologia em áreas como inteligência artificial, visão computacional e processamento de linguagem natural.

O objetivo é criar a tecnologia a ser usada no futuro em sistemas computacionais capazes de processar e integrar diferentes tipos de dados, envolvendo aprendizado de máquina em grande escala, capacidade de raciocínio e reconhecimento de padrões complexos.

A relação dos projetos aprovados está disponível em www.fapesp.br/10836. Nos próximos meses deverá ser divulgada uma nova chamada de propostas para incentivo a pesquisas como essas.

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Pesquisa da Intel revela o papel do computador na vida das mães brasileiras

Uma pesquisa realizada pela Intel no Brasil levantou dados sobre o papel do computador e demais itens de computação na vida da mulher brasileira em diversos estados de sua vida. Os dados demonstram a capacidade dos computadores assumirem um papel crítico na vida das mães durante a criação dos filhos e o manejo da dinâmica familiar.
O estudo qualitativo acompanhou o dia-a-dia de famílias brasileiras em São Paulo e Recife para traçar um perfil de como essas famílias se relacionam com a tecnologia. Foram acompanhadas famílias em vários estágios da vida: sem filhos, com filhos pequenos, com filhos adolescentes e com filhos adultos. Os dados demonstraram que as mães consideram o computador um item fundamental em todas as etapas do desenvolvimento familiar, funcionando hora como ferramenta de suporte à renda familiar, hora como elo de comunicação entre a família.

Figura 1 – Papel do computador na vida das mães nos diferentes estágios da vida familiar

Acesso a computadores e Internet é fundamental

“A família brasileira já está plenamente inserida na vida digital. Mesmo nas casas onde ainda não temos um computador, o acesso à internet em LAN Houses, telecentros, empregos ou casas de amigos e familiares já transformou o computador em uma ferramenta indispensável para auxiliar as mães durante a vida.” afirma Maô Guimarães, Gerente de Pesquisa da Intel. “Entretanto, o papel do computador muda radicalmente durante a vida dessa família, fazendo o papel de ferramenta de trabalho, de lazer, e principalmente de educação dos filhos.”

Para as mães, o computador funciona como uma central de informação sobre a criação dos filhos, ferramenta para troca de experiências e conhecimento com outras mães na família ou no círculo de amigos, e também como ferramenta de educação e socialização dos filhos pequenos. Os filhos adolescentes tornam-se o foco da preocupação das mães, que acreditam que ter um computador disponível no lar dará aos pais maior controle sobre o que os filhos fazem na Internet. O computador também funciona como uma ferramenta de lazer simples, de fácil acesso e barato, realizando hoje um papel que em décadas passadas cabia à TV.

Quando os filhos estão adultos, o computador torna-se uma das principais ferramentas de contatos entre a mãe e os filhos, em especial quando estes estão estudando/trabalhando em outra cidade. O computador se transforma no centro da vida social e também do lazer de muitas mães, ajudando a diminuir a sensação de solidão e abandono familiar. Neste estágio, as mães estão retomando sonhos antigos e veem no computador uma ferramenta poderosa de realização pessoal. “Neste estágio, a mãe considera cumprida a sua missão de educar e preparar os filhos, e ela finalmente pode usar o seu computador em benefício próprio: buscando novos e velhos amigos nas redes sociais, descobrindo novos caminhos para a vida e sentindo-se muito mais conectada e informada sobre o mundo” complementa Maô.

Computador como ferramenta de educação para toda a família

As mães fazem a associação entre o computador, a educação e o emprego em todas as etapas da vida. O acesso à internet e à ferramentas de computação possui um papel que vai muito além da educação apenas dos filhos: é uma fonte de informação, emprego e estudo também para as próprias mulheres. As mulheres com filhos pequenos ou adolescentes entendem que o computador é uma ferramenta indispensável para a educação dos filhos, tanto como ajuda nos trabalhos escolares como ferramenta para pesquisas e busca do conhecimento por conta própria, sob a orientação dos pais.

Se durante a criação dos filhos a mãe está disposta a realizar sacrifícios em prol da educação da nova geração, a mulher sem filhos ou com filhos adultos ainda vê o computador como item essencial para a sua própria educação, preparação profissional e eventual fonte de renda adicional.

Realização pessoal das mulheres

Educação, trabalho, cultura e autonomia pessoal são os valores que as mulheres esperam conseguir quando adquirem um computador para a família. O dispositivo é altamente reconhecido como um meio para que a mulher alcance a realização pessoal e profissional, melhorando a autoestima, e transformando-se em uma fonte de felicidade e realização.

computadores são fontes de felicidade e realização para as mulheres
“Com a posse de um computador, muitas mães esperam ter maior acesso à educação, às oportunidades de trabalho, ao lazer e aos serviços e facilidades que a sociedade oferece. Muitas mulheres acreditam que a compra de um computador é como uma transição para um novo patamar de vida, agora mais inseridas e participativas socialmente”, afirma Maô Guimarães.

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Governador do Paraná sanciona Lei de Inovação

O governador Beto Richa sancionou nesta segunda-feira (24/09) a Lei de Inovação no Paraná, que cria benefícios e estabelece mecanismos de cooperação entre setor público, setor privado e academia para o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico. A Assembleia Legislativa aprovou o texto na semana passada por unanimidade.

O Paraná era o único Estado das regiões Sul e Sudeste que ainda não tinha aprovado uma lei de inovação – aguardada pela comunidade empresarial e científica porque oferece segurança jurídica e define a política de propriedade intelectual.

A Lei de Inovação é moderna e contém avanços significativos em relação ao texto proposto em 2010 pelo governo estadual. “Esta lei mostra o compromisso da nossa gestão com a inovação e a modernidade, bases de um Paraná forte e avançado. É uma importante medida para tornar o Estado mais produtivo e contribui para gerar riquezas e empregos”, disse o governador.

Richa destacou que o governo, por meio da Fundação Araucária, concederá bolsas para que estudantes de mestrado e doutorado desenvolvam seus projetos e pesquisas dentro de empresas paranaenses. Serão investidos R$ 2,9 milhões neste programa. Leia mais…

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Marilda Packer fala sobre os 20 anos do CITS

O Centro Internacional de Tecnologia de Software chega a 20 anos de história com forte contribuição para o desenvolvimento da economia do Brasil e em especial do Paraná. Em uma entrevista ao programa de tv Valor Agregado, a diretora do CITS Marilda Packer fala sobre os avanços em pesquisa e desenvolvimento apresentados pela instituição.

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Supermercadista mantém otimismo na economia

Os supermercadistas do Estado de São Paulo continuam otimistas e confiantes em relação aos rumos da economia brasileira. É o que apontou a Pesquisa de Confiança dos Supermercados, da Associação Paulista de Supermercados – PCS/APAS realizada em março. Segundo o levantamento, 42% dos empresários ouvidos estão confiantes com o ambiente econômico atual e futuro.

O percentual de otimistas se manteve estável em relação ao levantamento realizado em fevereiro. Trata-se do segundo melhor desempenho registrado desde que a pesquisa foi iniciada, em junho do ano passado. Em primeiro lugar ainda está o resultado de janeiro, quando o índice de confiança chegou a 45%. Já em relação aos pessimistas houve queda de 43% em fevereiro para 20% em março.

Expectativas – A confiança se mantém em relação ao futuro. O otimismo chega a 32,9% entre os supermercadistas consultados quando a referência é o momento atual. Já na expectativa futura, o índice chega a 50,4%.

Quando a análise considera o pessimismo, o resultado mostra queda expressiva: houve redução de 46% para 25,5% de pessimistas em relação à economia brasileira no presente. Apenas 13,9% estão pessimistas em relação ao futuro.

A retomada da atividade econômica é um dos motivos do bom humor do varejista de São Paulo: 48% dos entrevistados apontaram que estão otimistas com relação desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) no presente, enquanto em fevereiro este percentual era de 32%, e 70% estão otimistas com relação ao PIB no futuro, contra 41% no mês passado.

A taxa de juros é outro ponto que chama a atenção no levantamento feito pela APAS: 52% dos entrevistados estão otimistas com relação ao processo de queda da selic. No mês passado o índice era de 18%.

“A conjunção de fatores atrelados ao comportamento da taxa de juros e da economia em geral que impacta diretamente no desempenho das vendas nos supermercados tende a ditar a confiança do setor supermercadista ao longo de 2012”, analisa o presidente da APAS João Galassi.

Fonte: Apas

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