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Peixe Urbano dá dicas para se preparar para a Black Friday

Uma das épocas mais importantes para o varejo nacional, a Black Friday deste ano cai em 29 de novembro e promete um faturamento acima de R$ 3 bilhões para o e-commerce. O aumento das vendas previsto para o setor é de 18% em comparação com 2018, quando os números atingiram a cifra de R$ 2,6 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e da consultoria Ebit/Nielsen.

A previsão é otimista, porém, para ter sucesso nas vendas, é preciso levar alguns pontos em consideração. De acordo com a pesquisa “New Shopping Experiences”, feita pelas consultorias Provokers e Float/Quantas, em julho de 2019, a pedido do Google, conveniência e qualidade do atendimento, por exemplo, devem ter tanta relevância quanto o quesito preço. No entanto, se preparar com antecedência é uma das maneiras mais eficazes para conseguir se destacar, em meio ao turbilhão de lojas, comércios e serviços anunciando abatimentos nos valores. Por isso, a equipe do Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, fez uma listinha para ajudar seu e-commerce a se planejar para a Black Friday.

Foco na experiência do usuário

No e-commerce, a plataforma de compras é a porta de entrada para os consumidores. Por isso, ela precisa ser quase intuitiva, ou seja, com um visual simples e prático para facilitar a vida do cliente. Quanto mais passos para finalizar a compra, mais chances para ele abandonar o carrinho. Outros dois pontos importantes a serem destacados são: ser mobile friendly, já que as vendas por celular aumentam cada vez mais; e ter um servidor de qualidade para garantir o atendimento durante o período maior de usuários.

Crie facilidades

Ainda de acordo com o levantamento do Google, as condições de pagamento e parcelamento foram um fator decisivo para 41% dos consumidores no ano passado. Então, as chances são maiores para aqueles que têm na boa experiência de compra um diferencial.

Frete gratuito

De acordo com 70% das pessoas que responderam à pesquisa encomendada pelo Google, o maior motivo para a desistência de uma compra online é o valor do frete. Uma maneira de atrair novos clientes é oferecer o frete grátis para primeira compra. Mas, claro, é preciso avaliar se vale mesmo a pena arcar com os custos do envio.

Tenha um planejamento

É interessante analisar quais são os produtos e serviços mais vendidos, criando uma estratégia forte para a Black Friday. É importante definir se serão oferecidos mais descontos, por quanto tempo, se haverá ações de incentivo como cashback ou vale-presente, investimento em marketing, etc.

Online e offline

Uma situação inédita é esperada para a edição deste ano: o número de consumidores online e em lojas físicas deve se igualar. Porém, o aumento pelas buscas offline não significa que o e-commerce deve ser deixado de lado, muito pelo contrário. Investir em uma comunicação e venda multicanal pela internet pode expandir as possibilidades de atingir o público-alvo, criando facilidades para atrair clientes para estabelecimentos como restaurantes, por exemplo.

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Peixe Urbano e Groupon anunciam fusão

As duas maiores plataformas de ofertas locais do Brasil, Peixe Urbano e Groupon Brasil, anunciam hoje a fusão de suas operações. Com a fusão, quem ganha é o usuário, que vai contar com a união dos esforços das equipes em busca dos melhores parceiros e ofertas. As operações não serão modificadas e ambas as plataformas continuarão ativas e vendendo seu inventário de ofertas. O objetivo é que, gradualmente, os usuários das duas marcas tenham o mesmo cardápio de ofertas.

“É uma soma de fortalezas. Juntamos a liderança do Groupon Brasil na cobertura do mercado de Beleza e Viagens Locais à expertise do Peixe Urbano em Gastronomia e Entretenimento. Ao fim das contas, quem se beneficia é usuário, que vai ter o melhor dos dois mundos”, afirma Félix Lulion, CEO do Groupon Brasil.

“Outra vantagem é que a tecnologia do aplicativo móvel do Peixe Urbano, com a funcionalidade “Use Agora”, também estará disponível para a base de usuários do Groupon Brasil. Para se ter uma ideia, a modalidade “Use Agora”, na qual o usuário pode comprar e usar de imediato o voucher, corresponde a 90% das ofertas de restaurantes de toda plataforma Peixe Urbano”, explica Alex Tabor, cofundador e CEO do Peixe Urbano.

A nova operação também fortalece o mercado de O2O (online-to-offline) do país, um mercado que conecta os 100 milhões de internautas brasileiros ao comércio de serviços locais, o que movimenta mais de $1 trilhão por ano. “O cenário já é positivo e, ainda assim, esperamos superá-lo em pelo menos 20%, não só pela fusão, mas também pela expansão que registramos a partir da estratégia de negócio que adotamos no último ano”, projeta Tabor.

O processo foi capitaneado pelo fundo de investimento latino-americano Mountain Nazca que, em fevereiro, adquiriu a operação do Groupon América Latina – que compreende os negócios no Chile, Argentina, Peru, México, Colômbia e Brasil – e que agora fará a fusão entre Peixe Urbano e Groupon Brasil.

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Como engajar usuários com notificações por push? – Por Marcelo Zeferino

Os smartphones, além de otimizarem a comunicação e o acesso à informação, representam uma plataforma com particularidades, que demandam produtos digitais e estratégias de marketing próprios. Um desses produtos é o aplicativo e entre seus artifícios de marketing está o envio de notificações por push.

O push é uma ferramenta sensível de engajamento, dada sua natureza mais intrusiva, se comparado a outros canais. Ele salta na tela do celular entre outras notificações, como mensagens pessoais e interações nas redes sociais. Nem sempre é bem-sucedido no objetivo de capturar a atenção do usuário, podendo inclusive gerar efeito contrário como a desativação do push ou desinstalação do aplicativo.

No entanto, é uma ferramenta eficiente quando utilizada estrategicamente, priorizando fatores como relevância de conteúdo e mensagens personalizadas. O push certo na hora certa, além de engajar o cliente na compra de um produto ou serviço, melhora a percepção da marca entre os usuários. E para se comunicar com uma base de clientes diversa, com diferentes perfis e comportamentos de consumo, a melhor aposta é a segmentação.

No Peixe Urbano, acompanhamos a evolução das ferramentas disponíveis no mercado para desenvolver ações com push. Nossa estratégia de envio é cada vez mais personalizada, mesclando automações de acordo com o perfil do usuário e análise de comportamentos, feita pela equipe de Marketing. Atualmente, utilizamos o Localytics para desenhar o que chamamos de “régua de disparo”, que define as categorias (por exemplo, restaurantes) e subcategorias (restaurantes japoneses, churrascarias, pizzarias etc.) divulgadas em cada dia da semana. O usuário recebe mensagens de acordo com a sua navegação no aplicativo nos 7 dias anteriores: se ele visitou ofertas de uma das subcategorias do dia, vai receber um push específico da mesma; caso contrário, receberá uma mensagem genérica da categoria. Além disso, são feitos outros envios mais pontuais, como o push de geolocalização (disparo de ofertas na região onde o usuário se encontra) e aviso de abandono de carrinho.

Para verificar a eficácia dessas ações, realizamos testes A/B com grupos de controle, avaliando índices como taxa de abertura, aumento na conversão, desativação do push e desinstalação do app. O objetivo é analisar a relevância de cada campanha, segmentando a base e separando grupos de usuários para receber mensagens diferentes ou não receber a notificação. Assim, cruzamos as métricas para avaliar o desempenho do push, observando também o comportamento de quem não o recebeu. Muitas vezes o envio parece gerar uma boa conversão, mas notamos com os grupos de controle que em alguns casos essas vendas já aconteceriam.

Os testes A/B geram parâmetros como dias da semana mais adequados para disparo, categorias que performam melhor em determinadas regiões, comportamento do usuário de iOS e Android, entre outros. Com isso, tomamos decisões estratégicas para alcançar maior relevância e reduzir o impacto negativo das desinstalações.

Desde 2015, o mercado vem observando mais atentamente o potencial do push para melhorar métricas como engajamento e retenção de usuários no app. As apostas estão se concentrando nos envios personalizados, tendência que já aparece no Brasil, já que as ferramentas com essa função estão começando a entrar no país. No caso do Peixe Urbano, o push focado no comportamento do usuário tornou as campanhas mais assertivas. Um dos resultados mais expressivos foi verificado na taxa de abertura, que chegou a dobrar com as mensagens personalizadas..

É preciso ter em vista que essa é apenas uma das ferramentas disponíveis para mobile, ou seja, o envio de push deve integrar um conjunto de ações de engajamento. Para não inundar o usuário com notificações, nem saturar a ferramenta, o mercado lá fora está constantemente olhando para outros recursos, tendência que buscamos acompanhar no Peixe Urbano.

Marcelo Zeferino, Gerente de Produto Mobile no Peixe Urbano

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CEO do Peixe Urbano dá dicas para empreender com êxito

Por Alex Tabor

Desde 2010, o país não via um número tão grande de novos empreendedores como neste ano. De acordo com uma pesquisa do Serasa Experian, em janeiro de 2017 foram abertos 194.199 empreendimentos, número que representa um crescimento de 16,6% em relação a janeiro de 2016. O chamado empreendedorismo de necessidade vem crescendo cada vez mais em decorrência do alto índice de desemprego no Brasil, que leva as pessoas a se aventurarem no mundo dos negócios em busca de uma nova fonte de renda. Pensando nesse cenário, levantei alguns pontos para ajudar o empreendedor no primeiro momento de seu negócio.

Beneficie-se da crise

A crise econômica é ruim, mas também pode gerar oportunidades. Uma redução na renda do brasileiro fez cair o seu consumo, puxando para baixo o faturamento das empresas. Essa retração tirou pessoas e empresas de suas zonas de conforto, aumentando a receptividade a novos produtos e serviços, especialmente os que promovem eficiência. Se você conseguir entregar isso, vai se beneficiar da crise.

Defina o seu mercado de uma forma que lhe permita ser a empresa dominante em pouco tempo

Uma empresa líder de mercado tem um prêmio de valor muito alto, comparado às outras empresas do mesmo segmento. Sua ambição pode ser grande, mas precisa andar em passos não tão longos. Um bom exemplo disso é o Facebook. Myspace e Orkut já eram muito grandes quando o Facebook foi lançado. Mark Zuckerberg decidiu usar a rede social dominante da Universidade Harvard, nos EUA. Depois, ele ampliou o negócio para atender um grupo de universidades da Costa Leste dos EUA chamado Ivy League, do qual Harvard faz parte. Uma vez dominante nesse grupo, o Facebook foi aberto a todas as universidades dos EUA e, em seguida, para todos os usuários no país. Uma vez dominante nos EUA, Zuckerberg começou a focar em outros países, até eventualmente se tornar a rede social dominante do mundo.

Desafios de abrir uma empresa

Todo mundo reclama da burocracia e do custo de abrir um negócio. De fato é complexo, demorado e caro, mas é possível encontrar uma atividade mais fácil de executar que as demais. Empresa de serviços geralmente é um exemplo, com tributação mais simples e reduzida, e menor necessidade de licenças e alvarás. Em muitos casos, dá para iniciar como Microempreendedor Individual (MEI), que é mais acessível e descomplicado, comparado a outras formas.

Muito maior e mais importante é o desafio de achar um ótimo sócio. Precisa ser alguém em quem você tem total confiança e que tem habilidades e pontos fortes muito complementares aos seus. Há tanto para se fazer na fase inicial de uma empresa que não cabe a um sócio questionar os detalhes das atividades do outro, o que pode acontecer quando ambos têm o mesmo perfil.

Entenda o seu mercado

A crise fez com que os brasileiros consumissem de forma mais consciente, especialmente os itens não essenciais. A instabilidade econômica e política do Brasil provavelmente durará ainda um tempo, mas o mercado de tecnologia tem caminhado de forma independente, mostrando importantes taxas de crescimento mesmo durante esse período conturbado. Todas as vezes que as crises surgem, há também oportunidades de negócio. Com a alta do dólar, a importação torna-se uma opção mais cara, então há mais oportunidades para negócios nacionais. Mas, antes de tomar qualquer decisão, entenda bem o seu mercado.

Pense em soluções que, de fato, resolvam algum problema

Foque os seus esforços em soluções que possam resolver problemas relevantes do cotidiano das pessoas. Nem sempre um negócio disruptivo, com uma tecnologia mirabolante, vai fazer sentido para as pessoas. Pesquise, inove de forma simples e procure um gap de uma necessidade real no mercado.

Controle a saúde financeira da empresa

Defina um plano anual, com todos os custos para manter o negócio saudável, e foque na execução para que cada passo seja dado com a maior cautela possível. Seja transparente nas informações compartilhadas com os demais líderes, para que a empresa se desenvolva de forma saudável e com objetivos alinhados. Quando se está montando um negócio em um novo mercado, o controle do fluxo de caixa deve ser preciso, pois é ele que vai gerar as informações essenciais para um crescimento responsável. Evite entrar em contratos de longo prazo e com altas multas de encerramento antecipado. Serviços como Amazon AWS (computação em nuvem) permitem a você escalar os seus custos junto com o crescimento da operação, sem investimento inicial e sem compromissos de longo prazo. Uma vez que o produto e a operação estão mais maduros, com receitas mais previsíveis, você pode entrar em contratos de longo prazo para reduzir os custos.

Otimize o seu tempo

No início, a empresa não vai ter pessoas o suficiente para fazer tudo o que precisa ser feito. Terceirize e automatize tudo o que puder e, se possível, deixe a vida social para depois. É preciso ser eficiente e focado para conseguir tocar as atividades da operação da empresa, e ainda ter tempo para fazer entrevistas e contratações que eventualmente vão permitir um retorno ao equilíbrio da vida profissional com a vida pessoal.

Alex Tabor é CEO e cofundador do Peixe Urbano, maior plataforma de e-commerce local do Brasil

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O2O: o futuro para os negócios? – Por Alex Tabor

O conceito chinês do O2O (online to offline) nada mais é do que a oferta de produtos ou serviços que o consumidor usa no mundo físico, mas que são comprados pela internet. Esse é um termo relativamente novo, mas que está crescendo rapidamente. De acordo com dados da Associação Brasileira de O2O, as empresas desse setor cresceram mais de 30% em 2016 em relação a 2015. Na China, o aumento chegou a 200% três anos atrás, o que mostra que o modelo de negócios está em grande ascensão e tem um enorme potencial.

Os aplicativos de serviços O2O, além de facilitar pagamentos, têm o objetivo de gerar uma experiência cada vez mais completa para os clientes, com foco em conveniência e rapidez. Quem imaginaria há alguns anos que seria possível chamar um táxi pelo celular ou comprar uma oferta de restaurante na hora do almoço e utilizá-la imediatamente, além de pagar a conta pelo próprio aplicativo? Hoje, estamos cada vez mais conectados e isso já se tornou realidade. Os smartphones viraram itens indispensáveis no nosso dia a dia e quem investe pesado em tecnologia tem um terreno fértil de negócios para explorar.

No Brasil, o Peixe Urbano foi uma das primeiras empresas a apostar nesse conceito quando, em 2010, lançou um serviço que divulgava pela internet uma oferta do mundo offline por dia. Em 2014, mudou seu modelo de negócios de compras coletivas para uma Plataforma de Ofertas Locais, aumentando o número de ofertas disponíveis para milhares, unindo ainda mais o mundo online ao offline. Outra ferramenta que a empresa adotou para disseminar o conceito O2O foi a geolocalização, que permite que a plataforma identifique a localização do usuário por meio do GPS do smartphone e o conecte com as empresas parceiras mais próximas. Atualmente, as compras realizadas via aplicativo representam mais de 50% dos cupons que são utilizados no mesmo dia.

As empresas que já adotaram essa tendência certamente saíram na frente. Para as que ainda pretendem trazer o O2O para o seu negócio, é necessário que possuam um aplicativo que suporte todas as suas demandas, para que os seus usuários tenham uma ótima experiência e para que o aplicativo seja lembrado, acima de tudo, como uma ferramenta útil para o dia a dia. Se o aplicativo não for robusto e não possuir boa interface e funcionalidade, os usuários irão baixá-lo e imediatamente deletá-lo, para dar espaço ao próximo app e não ocupar o armazenamento de seus smartphones. Pode soar clichê, mas em tempos efêmeros e dinâmicos, a primeira impressão é a que fica…

Alex Tabor, CEO e cofundador do Peixe Urbano, maior plataforma de e-commerce local do Brasil

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Peixe Urbano adere ao Movimento Compre&Confie para proteger consumidores de fraudes

Idealizado a partir da parceria com lojas dos mais variados setores como varejo online, empresas de telecomunicação, aéreas e financeiras, o Movimento Compre&Confie foi criado para garantir a segurança das compras trazendo vantagens tanto para o consumidor quanto para os lojistas. Este mês, o Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas do Brasil, aderiu ao Movimento para aumentar a confiança e oferecer uma ótima experiência a seus consumidores.

“Acreditamos que participar do Movimento Compre&Confie trará mais confiança para quem faz transações na internet, criando uma transparência ainda maior, entre empresa e usuário, no que diz respeito às fraudes no comércio eletrônico. Como player de destaque neste segmento, nada mais coerente do que participar desse movimento e reforçar nossos esforços já existentes hoje na plataforma do Peixe Urbano”, diz Adalberto Da Pieve, CMO do Peixe Urbano.

Com o Compre&Confie, as lojas aumentam a taxa de transações aprovadas, já que o aplicativo barra apenas as compras indicadas como fraudes pelo próprio consumidor. Outra vantagem do app é o menor tempo de resposta de análise antifraude, já que a notificação é imediata. Uma plataforma de benefício mútuo.

“O Movimento Compre&Confie nasceu do objetivo de criar, cada vez mais, transparência no processo da compra e estamos muito felizes com a parceria do Peixe Urbano nessa empreitada”, afirma Pedro Chiamulera, idealizador da iniciativa e CEO da ClearSale. “Com a união das empresas e o movimento em prol da segurança, estamos caminhando juntos para um mercado mais confiável”, conclui Chiamulera.

O executivo ressalta ainda que, fazendo parte do Movimento, as empresas reforçam sua imagem de segurança por meio do selo do Movimento Compre&Confie em seus sites.

Desde o lançamento do aplicativo, já foram realizados 15 mil downloads e 100% das fraudes confirmadas foram evitadas pelo usuário por meio do Compre&Confie.

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Como fazer o seu consumidor feliz? – Por Monise Tonoli

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Já ouviu falar de customer happiness? O conceito vem crescendo e chamando bastante atenção internacionalmente e consiste basicamente em gerar a melhor experiência para o usuário, em todas as etapas da compra, para que ele saia feliz e satisfeito.

As estatísticas recentes sugerem que consumidores que têm uma jornada com poucos atritos em todos os processos da compra e da experiência são muito mais propensos a ser leais ao produto e à marca. Por exemplo, um estudo da Foresee no ano passado identificou que compradores que tiveram uma boa experiência mobile têm 64% mais chance de fechar a transação nesse canal. Outro estudo, da MaritzCX, mostra que as empresas americanas que já estão maduras no quesito Experiência do Usuário têm, em média, 3 vezes mais chances de incrementar o resultado financeiro e reter o consumidor quando comparadas às empresas que não se preocupam com isso.

As empresas precisam começar a olhar este conceito não apenas como um benefício para o cliente. Preocupar-se com a experiência do usuário não deve ser encarado como mais uma área de custos, mas uma área com benefícios reais para os negócios. Um cliente satisfeito irá falar bem de seu produto ou de sua empresa para o círculo de contatos dele, virando, assim, um advogado da marca.

Para as empresas começarem a investir no conceito de customer happiness, a dica é:

Ter clara qual é a promessa da empresa para o consumidor e cumpri-la;

Ouvir, ouvir e ouvir o consumidor. Em todos os canais que ele quiser falar. Entender, por meio dele se a empresa está cumprindo a sua promessa e onde estão os atritos. Constantemente;

Fazer com que toda a equipe conheça e esteja engajada com esta promessa e com a felicidade do usuário.

A partir dessa ótica, a empresa vai conhecer melhor o seu usuário, saber suas necessidades e o que precisa ser feito para ele ser feliz em todas as etapas da compra, engaja-lo e fidelizá-lo, gerando assim uma recorrência de sua procura pelo seu produto ou serviço.

Monise Tonoli, customer experience do Peixe Urbano

Segue foto caso precise:

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Consumidor muda e as empresas também – Por Alex Tabor

O modo de consumir, em todos os setores, passou por profundas transformações ao longo da última década. E continua mudando. Cabe às empresas a capacidade de entender, ouvir e se adaptar a esse movimento para, assim, alcançar um objetivo que é crucial para a sustentabilidade do negócio: oferecer a melhor experiência de consumo para os seus clientes.

Minha empresa, desde a sua fundação, em 2011, passou por diversas fases. Começamos como uma empresa de compras coletivas e, em 2014, após o desgaste do mercado, por conta de diversas empresas que surfaram na mesma onda, fizemos a transição do nosso modelo de negócios para uma empresa de e-commerce local. Antes era necessária uma quantidade mínima de pessoas para ativar uma oferta, hoje o usuário da plataforma pode, por exemplo, comprar o cupom de um restaurante diretamente pelo aplicativo, no smartphone, que mostra por meio de geolocalização as melhores opções ao seu redor e utilizá-lo imediatamente.

O conceito chinês do O2O (online to offline) e a mobilidade na vida dos brasileiros vem crescendo cada vez mais. O desktop foi deixado de lado e, hoje, o uso de dispositivos móveis em todo país é muito maior. De acordo com pesquisa da Kantar TNS, o jogo virou e o uso de celulares saltou de 14% em 2012 para 62% em 2016, um aumento de 4,5 vezes e as vendas de aparelhos devem voltar a crescer em 2017, com expectativa 3,5% até o fim de 2017, segundo a IDC. O O2O oferece uma experiência na qual o usuário compra um produto ou oferta online e consome a mesma no offline, ou seja, no varejo físico. É um setor que vem crescendo cada vez mais e tem um potencial muito grande a ser explorado.

O processo de mudanças é iminente e constante, portanto temos que estar preparados para atender os Millenials, Geração Z e o que vier pela frente…

Alex Tabor, CEO e fundador do Peixe Urbano

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Peixe Urbano tem 60% das vendas feitas por dispositivos móveis nas principais capitais

O Peixe Urbano, a maior plataforma de ofertas locais do Brasil, já registra desde setembro de 2015 mais de 50% de participação de vendas feitas pelo celular (Aplicativos e Site Móvel) e em 2016 alcançou novo recorde: 67% de vendas feitas por esse canal. De acordo com pesquisa realizada pelo IBGE, pela primeira vez foi registrada queda (2,4%) no uso do computador em todas as regiões do país, em relação à 2014. Ainda segundo o instituto, 92% dos acessos à internet se faz hoje via dispositivos móveis e os indicadores de vendas nas capitais indicam que o Peixe Urbano está seguindo o mesmo caminho

Entre as capitais que mais utilizam dispositivos móveis em todo Brasil, está Vitória, que lidera o ranking, com 60% em vendas, seguido do Rio de Janeiro, com 54%, São Paulo e Brasília com 52% e, em quinto lugar, Fortaleza e Recife com 49% de participação. Salvador e Belo Horizonte, ambas com 45%, aparecem em seguida e a média de todas as capitais ultrapassa 55%.

“Os números são indicativos do aumento da relevância do m-commerce, que desde 2015 já é percebido na empresa. O desafio é entender individualmente o comportamento de interação do usuário com a plataforma e, dessa forma, trazer para ele conteúdos com relevância.”, afirma Marcelo Zeferino, gerente de produto mobile do Peixe Urbano. “A estratégia permeia uma série de ações, que vão desde a inclusão de parceiros de grande valia para o usuário – shows, cinema, lazer e gastronomia – até a segmentação de ofertas via push, combinando geolozalicação e interesses do cliente”, completa.

No primeiro semestre de 2016, o número de vendas por notificações via push foi quatro vezes maior que no mesmo período do ano passado. Em junho, 53% das vendas pelo smartphone vieram de pushes, que se tornou mais uma fonte de estímulos de vendas da empresa e em setembro, pela 1ª vez na história da empresa. Outro destaque é a compra e a utilização de cupons no mesmo dia, que já atinge mais de 50% em ofertas locais.

“O registro que alcançamos em 2016 com a maior parte dos cupons sendo utilizados no mesmo dia da compra, está totalmente alinhado ao objetivo da empresa. Já é possível identificar que o usuário busca as oportunidades no momento que deseja utilizar aquela oferta, compra e usa na mesma hora. Em 2017 vamos continuar investindo na melhoria contínua da experiência do usuários, principalmente, no que se refere a usabilidade”, finaliza Zeferino.

A expectativa da plataforma para 2017 é melhorar ainda mais a experiência mobile do usuário. O Peixe Urbano vai investir em tecnologias para aumentar as formas de pagamento para que o cliente consiga completar suas compras de forma mais fácil e com mais opções.

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Peixe Urbano fatura prêmio de melhor E-commerce Local no Prêmio ReclameAqui

O Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, conquista pela quarta vez o Prêmio Época ReclameAqui, concedido às melhores empresas para o consumidor. Passaram pela avaliação do ReclameAqui e pelos critérios do Regulamento do Prêmio mais de 120 mil empresas cadastradas no site. A etapa final contou com a participação de 600 empresas, que elegeram suas preferidas em 85 categorias.

Eleita pela quarta vez a melhor empresa para o consumidor na categoria “E-Commerce Local”, o Peixe Urbano conta com 100% de reclamações atendidas e índice de resolução superior aos 87% no site ReclameAqui durante os últimos 6 meses. Esse resultado confere à empresa a avaliação de “Ótima” junto ao maior site brasileiro de relacionamento entre as empresas e seus clientes.

“Para nós, vencer o prêmio pela quarta vez como a melhor empresa para nossos usuários na categoria “E-commerce Local” nos dá muito orgulho, pois a satisfação de nossos clientes é uma das nossas principais missões e esse esforço é fruto de muito trabalho e de uma grande preocupação do Peixe Urbano ao longo de todos esses anos”, diz Ana Paula Cohen, Gerente de Relacionamento do Peixe Urbano.

Criado em 2011, o ReclameAqui conta com mais 15 milhões de usuários e mais de 120 mil empresas cadastradas e se tornou referência na avaliação do atendimento ao consumidor do Brasil. Diariamente, mais de 600 mil pessoas acessam o site do ReclameAqui para pesquisar a reputação de empresas e de serviços públicos, criando um grande ecossistema de avaliação dos atendimentos aos consumidores nos mais diversos setores da economia.

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Empreendedores dão dicas para controle financeiro de PMEs

Ter controle sobre os números e as finanças é o primeiro passo para conseguir manter a saúde financeira da empresa, assim há mais tranquilidade para pensar em investimentos e novos projetos para alavancar o negócio. Listamos 4 dicas que explicam como os empreendedores se planejam para deixar as contas em dia e evitar situações inesperadas:

Ser transparente

Alex Tabor, CEO e cofundador do Peixe Urbano, relembra o começo da empresa, em uma pequena sala em Botafogo/RJ, e afirma que primeiro de tudo é importante ter sempre pé no chão, transparência nas informações compartilhadas com os demais líderes, para que haja um desenvolvimento mais saudável da empresa e objetivos alinhados. “Quando se está montando uma empresa nova, em um mercado totalmente novo, o controle do fluxo de caixa deve ser preciso, pois é ele que vai gerar as informações essenciais para um crescimento responsável.”, completa.

Analisar todos os dados e resultados

Um dos principais erros que os empreendedores podem cometer na hora de organizar e controlar suas finanças é analisar apenas os resultados econômicos (receitas, despesas, custos, margens) e não avaliar o balanço patrimonial (origem e aplicações dos recursos e obrigações) e principalmente os resultados financeiros (prazos de pagamentos, recebimentos, estoques, etc), explica o CFO da MadeiraMadeira, Marcelo Scandian. “É preciso ficar atento aos prazos de suas operações onde seu dinheiro fica alocado, como os de recebimentos, pagamentos, estoques e outros ativos, pois se os prazos das entradas de recursos financeiros e dos retornos dos investimentos (recebimentos, estoques, ativos) forem superiores aos prazos de saídas (pagamentos de qualquer natureza), sempre que você aumentar suas receitas irá precisar de recursos próprios para cobrir o delta (variação) deste fluxo”, completa.

Reduzir custos fixos

De acordo com Tomas O’Farrell, CEO da Workana, o ideal é reduzir os custos fixos, tanto de estrutura quanto operacional, e usar serviços da internet sempre que for possível (Google Apps, Skype, e até contar com mão-de-obra freelancer, por exemplo). Além disso, também é importante controlar o caixa bem de perto, o que pode ser feito tendo um xls ou algo centralizado com os balancetes de todas as contas.

Considerar o risco Cambial

Quando uma empresa tem atuação no Brasil e em outros países, é muito importante ter um certo controle cambial em mãos. Ao trabalhar nesse cenário, é comum depender de microcentavos e correr o risco do câmbio lesar operações diárias e afetar as empresas. Para o CEO da EasyPost, Olegas Orlovas, é importante trabalhar com tabelas negativas, operando com o câmbio sempre mais alto que o padrão para quando houver uma alta, ser possível operar de forma neutra, e quando o câmbio cair, continuar a operação com um pouco de lucro por ter operado em baixa. ”O importante é não ser pego de surpresa e ajustar seus gastos para cobrir isso no dia a dia”, explica.

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Oito dicas para apresentar sua ideia a investidores

Ao iniciar um negócio próprio, uma das principais preocupações dos empreendedores é a de conseguir investimentos para fazer o seu modelo de negócio decolar. Desenvolver um pitch conciso e que consiga convencer de que sua ideia vale a pena é essencial para conquistar um investidor.

Diante disso, oito empreendedores de sucesso levantaram dicas que podem auxiliar outros profissionais na apresentação de seus modelos de negócio.

Conheça o mercado que você busca atuar

De acordo com Rafael Heringer, co-fundador do Jurídico Correspondentes, marketplace para contratação de correspondentes jurídicos, o principal é estudar e conhecer bem o mercado que você irá atuar, para demonstrar o potencial de crescimento de sua startup aos investidores. Dado o tamanho do mercado, o problema que você resolve e como você vai resolvê-lo tem que estar na ponta da língua.

Teste seu produto ou serviço

Segundo Allan Costa, um dos principais palestrantes, empreendedores seriais e investidores-anjo do País, é essencial que os empreendedores desenvolvam o MVP (Produto Mínimo Viável) do negócio antes de realizar o pitch. O processo é fundamental na avaliação da viabilidade da startup, pois os possíveis investidores conseguem verificar o nível de adesão dos clientes em relação à solução proposta. “Quanto mais feedbacks satisfatórios, e de preferência entusiasmados, de seus consumidores durante o período de testes do produto ou serviço, maior será o interesse dos investidores e, consequentemente, mais favorável ficará a negociação do aporte para o empreendedor”, complementa.

Resolva o problema do dia a dia

Para Francisco Forbes, CEO da SEED, para atrair investidores a grande ‘sacada’ é criar um modelo de negócio focado na resolução de problemas, que existem aos montes em nosso dia a dia. Essa é a “grande ideia” que vai atrair investidores para uma empresa. Ser empreendedor não significa montar empresas divertidas. Empreendedorismo é um estado de espirito que pode se expressar mesmo dentro de grande empresas, política, família e vida. Esse sentimento pode ser aplicado em tudo; basta ter uma dose de curiosidade e vontade de resolver problemas. Muito pensam que para empreender o primeiro passo é uma grande ideia diferente, mas montar um negócio tem pouco ou nada a ver com uma atividade criativa artística, é na resolução dos problemas que estão as grande ideias, não na criação de modelos totalmente desruptivos que no extremo podem chegar a ser alienados ou distantes de nossa realidade.

Seja simplista na sua explicação, mas memorável

Para Adriana Barbosa, diretora-geral e fundadora da payleven Brasil, empresa pioneira em solução para pagamentos móveis, é necessário ter foco e conteúdo em cada frase que você diz. É indicado pensar em apresentar, de forma simples, o que é o seu projeto, como você identificou – e testou – que existe demanda, como ele se diferencia de outras soluções e por que é um modelo de negócio a ser investido.

Seja transparente

Antes de mais nada o empreendedor deve lembrar que a ideia para o investidor não vale nada, mas sim a dor que ela resolverá no mercado de atuação e time que fará desta ideia uma empresa rentável e diferenciada. Vale também destacar que a transparência deve ser total, pedir conselhos, mostrar aonde precisa de ajuda, o que acredita para o médio / longo prazo etc. Aqui tem uma frase que ilustra bem isso, “se você pedir dinheiro, recebe conselhos, agora se você procurar conselhos, receberá dinheiro”. Por ultimo, não desistir fácil na procura por investidores mesmo neste mercado adverso e checar se vai ser um bom casamento. Para Lucas Melo, co-fundador do MeSeems, Uma dica interessante aqui é imaginar que o potencial investidor te ligará domingo a noite, se você sentir que será um prazer atendê-lo, indica ser um bom candidato.

Ressalte seus diferenciais frente aos concorrentes

O maior desafio ao apresentar seu projeto à investidores é, de acordo com Rodolpho Gurgel, CEO da Bidu Corretora, conseguir se diferenciar não apenas dos concorrentes diretos do próprio mercado, mas também de outros negócios que o potencial investidor esteja avaliando. Nessa hora, é essencial incluir no discurso informações de mercado mais amplas, destacando tamanho e crescimento de mercado e, consequentemente, valor de seu negócio.

Tenha em mente que a conversa com investidores não é um paredão de fuzilamento

Para Tomas O’Farrell, co-fundador da Workana, marketplace para contratação de freelancers com atuação em toda a América Latina, é importante lembrar que investidores também são consultores, e que podem oferecer informações relevantes para o andamento de seu projeto. Dessa forma, leve perguntas que promovam o diálogo com os profissionais. O resultado final será muito melhor.

Forme um time com capacidades complementares

Para Alex Tabor, co-fundador e CEO do Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, é importante montar um corpo de sócios estratégicos com competências complementares e alinhados com os maiores desafios da empresa. A equipe precisa transmitir confiança e engajamento. Segundo Tabor, “para muitos investidores, a equipe fundadora é mais importante do que o modelo de negócio em si, já que por ela é possível mostrar a capacidade de execução do projeto”.

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