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Mercado brasileiro de PCs cresce 5% em vendas no segundo trimestre, revela estudo da IDC Brasil

Pelo segundo trimestre consecutivo o mercado de PCs mostrou crescimento no Brasil. De acordo com o estudo IDC Brazil PCs Tracker Q2, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, entre os meses de abril e junho de 2017 foram vendidos 1,243 milhão de máquinas, ou seja, 5% a mais do que no mesmo período de 2016, quando o mercado chegou à marca de 1,182 milhão de computadores comercializados. A receita do segundo trimestre de 2017 foi de R$ 2,7 bilhões, queda de 6,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, e aumento de 14% em relação aos três primeiros meses deste ano.

Do total de computadores vendidos no segundo trimestre de 2017, 396 mil são desktops – 10% a menos do que no mesmo período de 2016, quando foram vendidas 438 mil máquinas -, e 847 mil notebooks – 14% a mais na comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando foram vendidos 744 mil equipamentos.

“O crescimento no primeiro semestre de 2017 mostra que o mercado ainda tem fôlego para fechar um bom ano. A liberação do dinheiro do FGTS contribuiu para o aumento nas vendas. Além disso, os fabricantes passaram a oferecer computadores com preços mais acessíveis, em torno de mil reais, o que alavancou o mercado”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil. Segundo ele, este movimento trouxe de volta uma parcela da população que não tinha condições de compra e outra que precisava renovar as máquinas.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, o mercado voltado ao consumidor final continua na liderança das vendas, com 68% de participação. O varejo vendeu 843 mil equipamentos, o que representa crescimento de 6% ante 795 mil de abril a junho de 2016. O mercado corporativo também mostrou números positivos. No segundo trimestre de 2017, 400 mil máquinas foram destinadas ao segmento, alta de 3% em relação ao segundo semestre de 2016, quando foram 387 mil. Quanto ao tíquete médio dos computadores no segundo trimestre de 2017 foi de R$ 2.177, contra os R$ 2.445 de 2016, recuo de 11%. Já na comparação com os três primeiros meses de 2017, houve aumento de 2% na média de preços.

Para 2017, a IDC Brasil prevê crescimento de 1,2% na comparação com o ano de 2016. “Acreditamos que o mercado chegue a 4,55 milhões de unidades vendidas, sendo 1,6 milhão de desktops e 2,9 milhões de notebook. A receita deve ficar na casa dos R$ 10,3 bilhões”, finaliza o analista da IDC Brasil.

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Gartner: remessas mundiais de PCs diminuíram 4,3% no segundo trimestre de 2017

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que as remessas globais de PCs totalizaram 61,1 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, uma queda de 4,3% em relação ao segundo trimestre de 2016. A indústria de computadores está no meio de uma recessão de cinco anos e esse é o 11º trimestre consecutivo de declínio. As remessas do segundo trimestre deste ano foram as menores em volume desde 2007.

“Os preços mais elevados dos PCs devido à escassez de componentes para DRAM (um tipo de memória RAM), unidades de estado sólido (dispositivos para armazenamento não volátil de dados digitais) e telas LCD tiveram um impacto negativo acentuado na demanda por desktops no segundo trimestre de 2017”, diz Mikako Kitagawa, Analista do Gartner. “A abordagem em relação aos maiores custos de componentes variou de fornecedor para fornecedor. Alguns decidiram absorver o aumento dos preços das peças sem elevar o preço final de seus dispositivos, enquanto outros transferiram os custos para o valor para o usuário final.”

No entanto, no segmento de negócios, os fornecedores não aumentaram o preço tão rapidamente, especialmente em grandes empresas em que o valor normalmente é fixado com base em contrato, que muitas vezes é mantido durante o trimestre ou mesmo durante o ano”, afirma Mikako. “No mercado de consumo, a elevação de preços tem um impacto maior à medida que os hábitos de compra são mais sensíveis aos aumentos. Muitos consumidores estão dispostos a adiar suas aquisições até que a pressão sobre os preços diminua.”

A HP Inc. recuperou sua posição frente à Lenovo no mercado mundial de PCs no segundo trimestre de 2017 (tabela 1). A empresa alcançou cinco trimestres consecutivos de crescimento ano a ano. As remessas cresceram na maior parte das regiões, especialmente no mercado norte-americano, no qual o aumento das remessas excedeu a média regional.

As remessas globais da Lenovo diminuíram 8,4% de abril a junho de 2017 após dois trimestres de crescimento. A empresa registrou queda de remessa ano a ano em todas as regiões-chave. Mikako diz que os resultados do trimestre poderiam refletir a mudança estratégica da Lenovo de ganhos por compartilhamento de unidades para proteção de margem. O equilíbrio estratégico entre ganho de participação e rentabilidade é um desafio para todos os fornecedores de PCs.

A Dell alcançou cinco trimestres consecutivos de crescimento anual de remessas, com aumento de 1,4% no segundo trimestre de 2017. A empresa colocou alta prioridade em PCs como negócio estratégico. Entre os três principais fornecedores, a Dell é o único que pode suprir as necessidades integradas de TI para as empresas da Dell Technologies.

Nos EUA, as remessas de PCs totalizaram 14 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, um declínio de 5,7% em relação ao mesmo período de 2016 (tabela 2). O mercado norte-americano diminuiu devido à fraca demanda no consumo de PCs. O segmento de negócios mostrou um crescimento consistente, enquanto os primeiros indicadores sugerem que as despesas no setor público estavam no caminho certo com a normal sazonalidade, já que o segundo trimestre geralmente é a pior temporada de compras dos equipamentos. No entanto, o mercado de educação estava sob pressão de uma forte demanda do Chromebook.

O segmento de Chromebook vem crescendo muito mais rápido do que o mercado geral de PCs. O Gartner não inclui as remessas desse equipamento no número geral, mas ele está afetando razoavelmente o mercado de computadores. As remessas mundiais do Chromebook cresceram 38% em 2016, enquanto o mercado geral de PCs diminuiu 6%.

“O Chromebook não é uma substituição ao PC desde já, mas poderia ser potencialmente transformado em uma troca se algumas poucas condições forem atendidas”, diz Mikako. “Por exemplo, a infraestrutura de conectividade geral precisa melhorar, a conectividade de dados móveis precisa se tornar mais acessível e é necessário ter mais capacidade off-line.”

As remessas de PCs na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África) totalizaram 17 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, um declínio de 3,5% ano a ano (tabela 3). Houve resultados variados entre os diversos países. A incerteza em torno das eleições no Reino Unido indicou que algumas empresas britânicas atrasaram as compras, especialmente no setor público. Na França, a confiança dos consumidores aumentou mais do que o esperado depois que Emmanuel Macron foi eleito presidente. No entanto, os gastos com PCs permanecem tímidos. As remessas de computadores aumentaram na Alemanha à medida que as empresas investem em novo hardware com base no Windows 10 e o mercado russo continuou a mostrar melhorias impulsionadas pela estabilização econômica.

Na Ásia/Pacífico, as vendas de PCs superaram 21,5 milhões de unidades no segundo trimestre de 2017, 5,1% abaixo do mesmo período do ano passado. O mercado de computadores nessa região foi afetado principalmente pela dinâmica do mercado na Índia e na China. Na Índia, a demanda reprimida após a desmonetização esfriou depois do primeiro trimestre, juntamente com a ausência de um amplo contrato de compra em comparação com o ano anterior e preços mais elevados dos computadores, o que provocou um fraco crescimento do mercado. A China foi fortemente impactada pelo aumento dos preços dos PCs devido à falta de componentes.

Esses resultados são preliminares. As estatísticas finais estarão disponíveis em breve para clientes do programa Gartner’s PC Quarterly Statistics Worldwide by Region. O relatório oferece uma visão abrangente e oportuna do mercado mundial de PCs, permitindo que o planejamento de produtos, a distribuição, o marketing e as vendas das organizações se mantenham a par das questões-chave e suas implicações futuras em todo o mundo.

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Mercado brasileiro de PCs volta a crescer depois de cinco anos, revela estudo da IDC Brasil

Após cinco anos de resultados negativos, o mercado brasileiro de PCs voltou a crescer no primeiro trimestre de 2017. Entre os meses de janeiro e março, foram vendidos 1.1 milhão de máquinas, ou seja, 5% a mais que no mesmo período de 2016. Do total, 405 mil unidades foram desktops e 701 mil notebooks. Os produtos destinados ao consumidor representam 65% do mercado total. Já o segmento corporativo foi responsável pela compra de 35% dos computadores, o que representa 340 mil aparelhos. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q1, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“O crescimento é modesto, mas demostra que o mercado brasileiro está se estabilizando. A melhora aconteceu devido ao fim da oscilação do dólar, às promoções realizadas pelos varejistas para incentivar a compra e ao aumento da confiança do setor corporativo para investir”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, o ticket médio no período foi de R$ 2.141, 22% a menos do que nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2016, quando o mercado trabalhava com o dólar mais alto e tinha média de preço de R$ 2.750. “O consumidor brasileiro é muito sensível a preço e a queda de mais de R$ 600 nos computadores foi um ponto decisivo para que o mercado voltasse a crescer”, completa Hagge.

Para 2017, a IDC Brasil prevê a manutenção no mercado de PCs com 4,5 milhões de unidades vendidas, sendo 1,6 milhão de desktops e 2,9 milhões de notebook, leve crescimento de 1,2% na comparação com o ano de 2016, e receita de R$ 9,6 bilhões. “Em um mercado maduro como o de PCs, um crescimento, mesmo que pequeno, é muito importante, ainda mais porque existe uma forte competição com tablets e, principalmente, com celulares” finaliza o analista da IDC Brasil.

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IDC: mercado brasileiro de PCs tem o pior trimestre de 2016

O mercado brasileiro de PCs voltou a apresentar queda e chegou ao pior trimestre de 2016. Entre os meses de julho e setembro, foram vendidos 1.047 milhão de máquinas, ou seja, 35% a menos que no mesmo período de 2015 e 11% menos em relação ao segundo trimestre de 2016. Do total, 373 mil unidades foram desktops e 674 mil notebooks, com quedas de 39% e 32%, respectivamente, em relação ao terceiro trimestre de 2015. Os dados fazem parte do estudo IDC Brazil PCs Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“O mercado brasileiro de PCs está canibalizado. É cada vez mais comum o consumidor preferir um celular com configuração robusta e boa qualidade de navegação a um computador. Prevíamos um terceiro trimestre mais aquecido, com o varejo abastecendo os estoques para as datas especiais como Back Friday e Natal, mas esse movimento não aconteceu. Os canais tinham estoque e acabaram postergando as compras”, diz Pedro Hagge, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Do total de computadores vendidos no terceiro trimestre de 2016, 366 mil foram para o mercado corporativo e 681 mil para o consumidor final, com quedas de 26% e 38%, respectivamente, em relação ao terceiro ao mesmo período de 2015. “As empresas privadas estão adiando investimentos e a compra de computadores e o setor público está travado, devido às eleições, troca de governos, gestões endividadas e outros problemas políticos e econômicos. Não há expectativas de melhoras para os próximos meses”, completa o analista da IDC.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, os computadores ficaram R$ 105 mais baratos no terceiro trimestre. “O ticket médio no período foi de R$ 2.334, ou seja, 4% a menos do que nos meses de julho, agosto e setembro de 2015, quando o mercado trabalhava com o dólar mais alto”, finaliza Hagge.

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Gartner: remessas mundiais de dispositivos diminuirão pelo segundo ano consecutivo

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que as vendas mundiais combinadas de dispositivos (PCs, tablets, ultraportáteis e telefones móveis) devem diminuir 3% em 2016. Esse será o segundo ano consecutivo de declínio, uma vez que o mercado global de dispositivos caiu 0,75% em 2015.

“O mercado global de dispositivos não dá sinais de que voltará ao crescimento de um dígito em breve”, afirma Ranjit Atwal, Diretor de Pesquisas do Gartner. A evolução deve permanecer estável durante os próximos cinco anos. Todos os segmentos deverão declinar em 2016, exceto os de ultraportáteis premium e telefones móveis utilitários (nível de entrada), que deverão mostrar um dígito de crescimento neste ano. “Os ultraportáteis premium devem começar a se beneficiar do desempenho coletivo e da integração da mais recente plataforma Intel CPU e Windows 10”, explica Atwal.

Tabela 1 – Remessa mundial de dispositivos por tipo – 2015-2018 (milhões de unidades)

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Observação: A categoria Ultraportátil (Premium) inclui dispositivos com produtos como o Windows 10 Intel x86 da Microsoft e MacBook Air da Apple. A categoria Ultraportátil (Básico e Utilitário) inclui dispositivos como iPad, iPad mini, Samsung Galaxy Tab S2, Amazon Fire HD, Lenovo Yoga Tab 3, Acer Iconia One
Fonte: Gartner (Outubro de 2016)

O mercado de PCs deve cair em 2016 e os preços de computadores no Reino Unido devem aumentar menos do que 10% em 2017

O mercado de PCs deve apresentar um declínio de 8% em 2016, uma vez que a base instalada está diminuindo e as extensões do ciclo de substituição são interrompidas. “O efeito de depreciação da moeda no mercado está caindo. O segundo trimestre de 2016 foi o primeiro menos impactado pela depreciação da moeda desde o segundo trimestre de 2015 ”, afirma Atwal. Regiões como a Europa Ocidental, onde o euro se desvalorizou significativamente em 2015 e os preços de PCs aumentaram, finalmente mostraram uma evolução estável do mercado (-0,9%) no segundo trimestre de 2016, após quatro trimestres consecutivos de declínio.

Se esse cenário prevalecer, as vendas de PCs deverão cair em 2016. No entanto, o mercado de PCs na Europa Ocidental continua a ser difícil após a votação sobre o Brexit. “Fornecedores de dispositivos estão atenuando a desvalorização da libra de duas formas: primeiro, eles se beneficiam da probabilidade de uma queda de um dígito nos custos de componentes de PCs em 2016. Em segundo lugar, eles vão retirar funcionalidades de seus PCs para manterem os preços baixos. Com essas mudanças, o Gartner espera que os preços de PCs no Reino Unido aumentem menos de 10% em 2017”, explica o executivo.

Para que o mercado de PCs permaneça em um ritmo estável de evolução em 2017, os gastos das empresas precisam prosperar. “O estoque de PCs com Windows 8 deveria ter sido esgotado e grandes companhias em mercados desenvolvidos estão agora buscando mudar para o Windows 10 até 2018. Além disso, um hardware mais acessível e um conteúdo de realidade virtual cada vez mais disponível (como jogos, histórias e outras formas de entretenimentos) permitirão que os compradores de PCs (consumidores) façam atualizações para experimentar ofertas imersivas”, acrescenta Atwal.

Remessa de smartphones continuará diminuindo em 2016

O total de remessas de smartphones deve decair 1,6% em 2016. O segmento continua crescendo, embora mais lentamente do que em anos anteriores, e deve chegar a 1,5 bilhões de unidades em 2016. “Isso não é surpresa. O mercado de smartphones está amadurecendo e atingindo uma saturação global com telefones que são cada vez mais capazes e permanecem bons o suficiente por mais tempo”, explica Roberta Cozza, Diretora de Pesquisas do Gartner.

Em 2016, o mercado de Android vai continuar a ser amparado por fornecedores chineses que oferecem dispositivos premium mais acessíveis. Apesar da disponibilidade do iPhone 7, o Gartner espera um desempenho anual mais fraco da Apple em 2016, uma vez que os volumes devem se estabilizar após um 2015 muito forte. Como resultado, o Gartner espera um aumento total no mercado de smartphones de apenas 4,5%, com uma diminuição de 1,1% no segmento de smartphones premium em 2016.

“Esperamos que o mercado de smartphones premium volte a crescer 3,5% em 2017, com ciclos de reposição mais fortes entrando em vigor e com a expectativa de um novo iPhone no próximo ano, que se espera oferecer novo design e funcionalidades atraentes o suficiente para convencer os compradores a trocarem de aparelho”, completa Roberta.

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Gartner: líderes da indústria de PCs devem reformular seus negócios ou deixar o mercado até 2020

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que os fornecedores líderes de PC devem enfrentar uma difícil escolha e decidir entre reformular seus negócios ou deixar o mercado de PCs até 2020. Caso decidam continuar, as empresas devem determinar rapidamente quais mudanças precisam realizar ou quais são as alternativas para se adaptarem ao mercado atual, sobrecarregado de PCs.

“O modelo de negócios de PCs que tradicionalmente conhecemos está enfraquecido. Os cinco maiores fornecedores de computadores portáteis conquistaram 11% do mercado nos últimos cinco anos, de 65% em 2011 para 76% no primeiro semestre de 2016. Isso, porém, ocorreu às custas de uma receita rentável. Não significa que o mercado de PCs acabou, mas a base instalada de computadores diminuirá nos próximos cinco anos, com uma erosão contínua de receita e lucro dos fornecedores”, explica Tracy Tsai, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Base instalada de PCs em todo o mundo, 2015-2019 (unidades)

Tipo de Aparelho 2015 2016 2017 2018 2019

PCs (Computador de mesa, Notebook e Ultraportátil Premium)

1.485.276 1.442.329 1.400.050 1.362.622 1.333.450
Fonte: Gartner (Setembro de 2016)

“A forma tradicional de conquistar market share por meio de preços competitivos para estimular a demanda simplesmente não funcionará para o mercado de computadores nos próximos cinco anos. Os atuais fabricantes precisam se ajustar às novas realidades que estão moldando o consumo, como o fato de que os usuários estão estendendo a vida útil dos computadores até o fim, os aplicativos de negócios e o armazenamento estão sendo transferidos para a Nuvem e o desempenho dos PCs deixa de ser tão importante. Além disso, preço e especificações não são mais os principais fatores para um usuário fazer o upgrade de seu computador — agora, ter uma experiência nova e melhor é o único verdadeiro diferencial”, afirma a executiva.

O Gartner aponta quatro estratégias alternativas que os fornecedores de PCs podem utilizar para se adaptarem ao mercado do futuro, com base na cultura corporativa e ativos, operações comerciais e inovação da tecnologia e na reformulação completa do negócio.

Alternativa 1: Produtos e Modelo de Negócios Atuais

Essa alternativa possui a abordagem mais conservadora, com o fornecedor gerindo a operação de um negócio e comercializando um computador atual. Isso requer altos volumes para gerar um fluxo de caixa suficiente para cobrir o custo do negócio, portanto, em um mercado em declínio, a consolidação dos fornecedores é inevitável. O propósito aqui é proteger e manter o negócio de computadores funcionando, mas os riscos são altos, principalmente pelo fato de a Intel e a Microsoft estarem sempre focadas em avançar.

“Os fornecedores de PCs precisam agilizar as operações, deixar de focar em conquistar participação de mercado e aumentar a proporção de vendas de produtos intermediários e sofisticados para melhorar os resultados operacionais e a sustentabilidade do negócio em longo prazo”, afirma Tsai. “Outro fator-chave que precisa ser alterado é o esquema de compensação de vendas. As empresas precisam de incentivos para gerenciar suas equipes de vendas internas e vendas por canais, migrando o foco do volume e market share para as margens e lucratividade. Os fornecedores também precisam deixar de enfocar no que o distribuidor e o revendedor querem para se concentrar nas necessidades dos usuários.”

Alternativa 2: Produtos atuais e novos modelos de negócios

Essa alternativa sugere que os fornecedores de computadores formem um novo grupo que possa experimentar novos modelos de negócios e receitas para PCs, como tratar o computador como um serviço. Nesse cenário, o modelo de negócio é ágil, permite assumir riscos e aceitar falhas. As empresas podem, por exemplo, fazer parcerias com uma editora de conteúdo educacional digital. Os computadores 2 em 1 do fornecedor são oferecidos com conteúdo digital por meio de uma assinatura, enquanto o PC é gratuito para os usuários e subsidiado pela editora.

Alternativa 3: Novos produtos com o modelo de negócios atual

A terceira alternativa é mais conservadora para explorar a oferta de novos produtos e novas oportunidades de mercado, como tornar os PCs mais inteligentes em termos de detecção, fala, emoção e toque, expandir novos produtos para as casas conectadas ou desenvolver dispositivos específicos para mercados verticais. É uma forma gradual de os fornecedores de PCs criarem novos produtos com base em seus modelos de negócios atuais.

Alternativa 4: Novos produtos com um novo modelo de negócios

A alternativa 4 é a forma mais agressiva de mudança em termos de operações de negócios e inovação de produtos. Nesse cenário, os fornecedores de PCs podem estabelecer uma nova unidade de negócios para gerir suas atividades de um modo diferente e explorar novas soluções de tecnologia, criando uma linha de produtos inteiramente nova. Isso incluiria trabalhar com parceiros de novos canais e fornecedores de software independentes, além de fazer parcerias com startups. Os recursos e modelos de receita podem ser completamente diferentes da estrutura existente de um fornecedor.

Um exemplo são os “robôs-assistentes pessoais”. Um computador pode servir como um “mordomo de avisos” em casa, uma combinação de um robô que conversa e um assistente pessoal virtual ativado por voz, com receita proveniente dos desenvolvedores, materiais de terceiros e prestadores de serviços, como aqueles do varejo, saúde, educação, vídeo ou música.

“Os fornecedores de computadores líderes de mercado precisam pensar sobre os resultados dos negócios com base nas quatro alternativas discutidas aqui. Algumas empresas talvez precisem de um negócio totalmente novo e de uma estratégia de produtos para reverter sua situação. Os fornecedores precisam identificar suas principais competências, avaliar seus recursos internos e adotar um ou mais modelos de negócios alternativos e de inovação de produtos para permanecer ou sair do mercado de PCs”, conclui Tsai.

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Acabar com a Lei do Bem é condenar o país ao atraso e o grande prejudicado será o consumidor

Nota do Presidente da Abinee, Humberto Barbato

Dia após dia, temos sido surpreendidos por diferentes tentativas do governo em cada vez mais onerar a produção, tendo como justificativa alimentar sua sanha por arrecadação, embora pouco faça para controlar o seus gastos correntes de forma efetiva.

Com a publicação da MP 690 elimina os efeitos do Programa de Inclusão Digital contido na Lei do Bem, que isenta de PIS/Cofins as vendas no varejo ao consumidor de tablets, computadores e smartphones, o governo opta pela volta da informalidade na economia, com a diminuição de empregos formais e da arrecadação de outros impostos na cadeia.

Além disso, o grande prejudicado será o consumidor, para quem a isenção do PIS/Cofins é totalmente repassada, através da redução dos preços dos produtos. A indústria, por sua vez, continuou recolhendo o tributo.

Como é de conhecimento público, a Lei do Bem foi uma medida determinante para reduzir o mercado cinza de equipamentos de informática. Um ano antes da implementação da medida, o panorama do mercado de computadores pessoais era alarmante. Em 2004, os montadores ilegais abocanhavam 73% das vendas no país. A partir da Lei do Bem, verificou-se uma acentuada diminuição na participação dos computadores comercializados no mercado cinza, que hoje é inferior a 20%.

Além do combate ao mercado informal, a Lei do Bem também tem sido essencial para o programa de inclusão digital do governo, que, embora bem sucedido até aqui, ainda tem muito a avançar, principalmente, considerando todas as oportunidades que surgem no horizonte próximo, com a internet das coisas, onde a tecnologia estará cada vez mais presente na vida de toda a sociedade.

Os números são incontestes e não deixam dúvidas de que os brasileiros estão cada vez mais conectados. Segundo a Anatel, o Brasil encerrou 2014 com 280 milhões de linhas ativas em telefonia móvel. O número de computadores em uso triplicou em sete anos. Era de 50 milhões de aparelhos em 2008, devendo atingir 152 milhões no final de 2015.

Os efeitos desta política pública para todo o conjunto da economia são inestimáveis e devem ser considerados pelo Congresso Nacional ao apreciar a MP 690, corrigindo a proposta apresentada pelo governo, pois acabar com um importante estímulo como a Lei do Bem é condenar o país ao atraso e impedir o seu desenvolvimento no médio e longo prazo.

Fonte: Abinee

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Positivo anuncia novos PCs all-in-one com mais performance, menor consumo de energia e o novo Windows 10

776582_1http://www.positivoinformatica.com.br/categoria/para-voce/computadores.

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Positivo inicia a produção de notebooks e tablets na África

Com o grupo argentino BGH como sócio, a companhia continua seu processo de internacionalização com o início da fabricação própria nesta semana em Ruanda, na capital Kigali. A operação começa com 750 mil equipamentos vendidos para entrega nos próximos cinco anos para o governo ruandês

A Positivo BGH, joint venture da Positivo com o grupo argentino BGH, inaugura fábrica em Kigali, em Ruanda, marcando a entrada da companhia no continente africano. Os primeiros equipamentos educacionais que saem das linhas de produção fazem parte do acordo firmado com o Ministério da Educação de Ruanda para contratação de um volume mínimo de 750 mil dispositivos, com cronograma de entregas distribuído ao longo de cinco anos para atender aos alunos de ensinos fundamental e médio. A operação é iniciada oito meses após a assinatura do acordo, em uma área de 7,5 mil m² e com capacidade produtiva nominal de 60 mil PCs e tablets por mês.

“Enxergamos a África como um mercado muito interessante para ofertarmos tecnologia de qualidade a preços acessíveis, com já fazemos no Brasil, Argentina e Uruguai, principalmente porque os produtos vão competir de forma justa no mercado local por serem feitos em Ruanda. Somamos 26 anos de atuação com experiências fantásticas nos segmento de tecnologia educacional e estamos confiantes no sucesso dessa iniciativa do governo ruandês”, diz Hélio Bruck Rotenberg, presidente da Positivo no Brasil.
O incentivo ao desenvolvimento social e à educação são prioridades para o governo local, com engajamento do setor privado. O treinamento dos colaboradores começou em junho, com cerca de 90% da mão de obra de ruandeses. “Nossa ideia é a transferência de conhecimento para a população, integrando-a nesta e em outras unidades que poderão ser construídas em um futuro próximo na África. Nossa prioridade é atender ao cronograma de governo, mas estamos nos preparando para alcançar consumidores finais por meio de vendas diretas e do varejo.Também buscaremos ofertar mais dispositivos em Ruanda, como smartphones, e avaliamos ingressar em outros países africanos que estão atraindo consistente investimento estrangeiro”, complementa Hélio.

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Gartner: remessas mundiais de dispositivos devem crescer 1,5% em 2015

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia que as remessas mundiais de dispositivos (PCs, tablets, ultramóveis e celulares) devem atingir 2,5 bilhões de unidades em 2015, um aumento de 1,5% em relação a 2014. A expectativa fica abaixo da previsão do trimestre anterior, que apontava 2,8% de crescimento. Os gastos dos usuários finais com dispositivos totalizarão US$ 606 bilhões em 2015, demonstrando, pela primeira vez desde 2010, um declínio de 5,7% em dólares americanos. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Nossa previsão sobre o crescimento das remessas em unidades para todos os tipos de dispositivos em 2015 caiu 1,3% em relação à estimativa do último trimestre. Isso ocorreu em parte como consequência da contínua desaceleração nas compras de PCs, particularmente na Europa Ocidental, na Rússia e no Japão, principalmente devido aos aumentos de preços resultantes da desvalorização da moeda local em relação ao dólar”, diz Ranjit Atwal, Diretor de Pesquisas do Gartner.

O único mercado que continua a crescer é o de telefones celulares, no qual, em contraste, os preços continuam a cair. Os mercados emergentes estão impulsionando as vendas de smartphones para cima, com a China na liderança. O fim da migração do Windows XP afetou negativamente o mercado de PCs no âmbito global durante a primeira metade de 2015.
Espera-se que o mercado mundial de remessas de PCs totalize 300 milhões de unidades em 2015, um declínio de 4,5% em relação ao mesmo período do ano passado. “Não esperamos que ele se recupere antes de 2016. O lançamento do Windows 10 no dia 29 de julho contribuirá para desacelerar a demanda corporativa de PCs móveis e ultramóveis premiuns em 2015. Entretanto, conforme fornecedores e compradores se ajustam aos novos preços, o Windows 10 pode impulsionar as substituições durante 2016”, diz o Diretor de Pesquisas do Gartner.

O segmento ultramóvel (tablets e celulares clamshell) também deve diminuir. Estima-se que as remessas desses produtos totalizem 214 milhões de unidades em 2015, um declínio de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Tablets serão responsáveis por 207 milhões de unidades, uma redução de 5,9% em relação a 2014. “O mercado de tablets sofre por ter menos novos compradores, pelos ciclos de vida estendidos e pela pouca inovação para incentivar as compras. Ao mesmo tempo, o valor de um smartwatch para o usuário comum ainda não é atraente o suficiente, e o impacto dos wearables em compras de tablets permanece irrelevante”, afirma Roberta Cozza, Diretora de Pesquisas do Gartner. Como resultado, o Gartner acredita que a média de vida útil do tablet aumente para três anos até 2016. “Também esperamos que o mercado de tablets atinja uma penetração em cerca de 50% dos domicílios em mercados maduros até 2016, o que já está próximo”, acrescenta a Diretora de Pesquisas do Gartner.

A taxa de crescimento do mercado de telefonia móvel deve desacelerar 3,3% em 2015. “As vendas globais foram afetadas por um desempenho mais fraco da China. Temos assistido a cada vez menos compradores de primeira ocasião no país. Provedores chineses terão de ganhar os compradores de substituição e melhorar o apelo de suas ofertas de serviços especiais para atrair as atualizações, se quiserem manter ou aumentar sua parcela de mercado. Os fornecedores que procuram intensificar seu desempenho no mercado global de smartphones serão desafiados a melhorar rapidamente sua expansão em mercados emergentes fora da China, onde ainda se observa uma fatia considerável de celulares convencionais e uma oportunidade para o crescimento de dois dígitos em smartphones”, afirma Annette Zimmermann, Diretora de Pesquisas do Gartner.

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Lenovo inaugura novo Centro de Soluções Corporativas nos Estados Unidos

A Lenovo, maior fabricante de PCs do mundo, anuncia a inauguração do seu Centro Soluções Corporativas na América do Norte, um espaço recém-criado com o qual os clientes terão acesso a um portfólio completo de produtos, inovações e serviços corporativos da companhia.

Localizado no campus do Research Triangle Park da Lenovo e projetado em parceria com a The Brand Experience, uma premiada empresa de design experimental, o novo Centro Soluções Corporativas é um espaço dedicado de 1.022 metros quadrados, com equipamentos em exibição para demonstração e interação com os clientes. O centro disponibilizará diversos tipos de apresentações (incluindo encontros voltados à discussão de soluções gerais e demonstrações temáticas focadas em dificuldades e desafios específicos) destinadas a proporcionar aos clientes um ponto único e consolidado de acesso onde poderão discutir, testar e experimentar as mais avançadas inovações corporativas da Lenovo.

“A inauguração do Centro Soluções Corporativas do Research Triangle Park representa um investimento milionário em nosso negócio corporativo e confirma o compromisso da Lenovo de tornar-se a empresa número um no mercado global de servidores”, afirmou Jay Parker, vice-presidente sênior do Grupo de Negócios Corporativos (Enterprise Business Group). “A combinação de nosso centro de HPC (High Performance Computing) de inovação em Stuttgart, Alemanha; com nossos planos a curto prazo direcionados aos Centro Soluções Corporativas em Stuggart e Pequim; e a inauguração deste centro nos permite melhor atender e nos conectarmos com clientes de todo o mundo, proporcionando-lhes uma experiência em primeira mão usando tecnologia corporativa do futuro.”

O Centro Soluções Corporativas do Research Triangle Park, desenvolvido em colaboração com grandes parceiros do setor, irá explorar o conhecimento e as habilidades específicas da Intel, da Samsung Semiconductor, da QLogic e da Emerson, entre outras empresas, ampliando ainda mais os recursos e oferecendo aos clientes soluções holísticas capazes de melhor suprir cada uma das suas necessidades comerciais. Além disso, os visitantes terão a oportunidade de se engajar com engenheiros e especialistas em produtos da empresa, bem como acessar uma ampla variedade de sistemas, opções e tecnologias de infraestrutura de data center, tendo uma compreensão mais profunda do hardware, software e serviços disponíveis.

“A melhor forma de compreender os benefícios revolucionários das nossas tecnologias de data center é vê-las em ação”, explica C.J. Bruno, vice-presidente e gerente geral da Intel nas Américas. “Com o Centro de Soluções Corporativas da Lenovo, os clientes obtêm maior exposição graças ao exclusivo valor combinado das soluções empresariais da Lenovo e das últimas novidades em processadores Intel® Xeon®, das unidade de estado sólido (SSD) Intel e das tecnologias Intel Ethernet.”

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Positivo Informática registra vendas de mais de 3 milhões de PCs e tablets em 2013

A Positivo Informática anuncia hoje os dados preliminares e não auditados de volume e receitas referentes ao quarto trimestre (4T13) e ao exercício de 2013. As comparações referem-se ao quarto trimestre de 2012 (4T12) e ao ano de 2012.

As vendas do 4T13 totalizaram 802,8 mil computadores e tablets, crescimento de 19,1%. O desempenho do período possibilitou a realização da maior receita trimestral da história da companhia e a superação da marca de 3 milhões de PCs e tablets vendidos no ano, expansão de 27,6% em relação a 2012. Destacaram-se as vendas de tablets, que registraram crescimento de 96,6% no 4T13, com volume de 134,1 mil. No ano, foram vendidos 507,9 mil tablets. No segmento de PCs, foram comercializadas 668,6 mil unidades no 4T13 e 2,6 milhões no ano.

No mercado de varejo, as vendas registraram 485,0 mil equipamentos no 4T13, sendo 425,1 mil PCs e 59,9 mil tablets. Em 2013, as vendas no varejo atingiram 1,809 milhão de unidades, um volume estável em relação a 2012, somando 1,673 milhão de PCs e 136,6 mil tablets. A comercialização de celulares totalizou 97,9 mil unidades, crescimento de 87,3% no 4T13. No ano de 2013, foram vendidos 266,8 mil aparelhos, expansão de 410,2%, sendo representados por 191,3 mil feature phones e 75,5 mil smartphones.
O volume de vendas para governo no 4T13 foi de 245,8 mil equipamentos, crescimento de 106,3%, composto por 187,1 mil PCs, aumento de 112,1%, e 58,7 mil tablets, crescimento de 89,9%. Em 2013, as vendas alcançaram 1,030 milhão de equipamentos, crescimento de 127,1%. Para 2014, a companhia abre o ano com uma carteira de entregas de cerca de 50 mil tablets no Brasil e mais de 600 mil PCs, dos quais 350 mil no Brasil e 250 mil na Argentina.

As vendas corporativas totalizaram 71,9 mil PCs e tablets, crescimento de 114,9%. No período, a companhia acelerou suas vendas diretas para grandes empresas e manteve uma performance destacada em sua plataforma de vendas indiretas. No ano, as vendas no segmento registraram 234,9 mil equipamentos, crescimento de 61,6% em relação a 2012.
A receita bruta foi de R$ 843,1 milhões no 4T13, novo recorde trimestral, representando crescimento de 16,7% em relação ao 4T12. Em 2013, a receita bruta atingiu R$ 2,8 bilhões, crescimento anual de 21,2%. Acompanhando o comportamento da receita bruta, a receita líquida apresentou crescimento de 17,9% no 4T13, totalizando R$ 769,1 milhões. Em 2013, atingiu R$ 2,6 bilhões, aumento de 22,1%.

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Positivo Informática amplia liderança em PCs

A Positivo Informática anuncia os dados de participação na venda de PCs no primeiro trimestre de 2013 (1T13), com ampliação de market share em todos os segmentos de atuação, segundo informações da consultoria IDC. Reforçando sua liderança absoluta no país há mais de oito anos, a companhia atingiu 15,1% de market share no mercado total, aumento de 3,1 pontos percentuais (p.p.) na comparação com o primeiro trimestre de 2012 (1T12). A liderança foi garantida tanto em notebooks como em desktops, com participações de 18,4% e 11,0%, respectivamente.

“Estamos especialmente satisfeitos por termos registrado ganhos de participação com forte expansão da receita em todos os segmentos nos quais atuamos durante o primeiro trimestre. Além da performance positiva em computadores, estamos trabalhando fortemente nos mercados de celulares e tablets para consolidarmos a nossa posição, assim como em outros segmentos nos quais estamos inseridos, como distribuição de jogos e publicidade, o que reforça as nossas expectativas de realização de um ano superior em resultados para a companhia”, destaca Hélio Bruck Rotenberg, presidente da Positivo Informática.

No mercado de varejo, a Positivo Informática manteve-se na liderança, com participação de 22,6%, crescimento de 2,7 p.p. na comparação com o 1T12. O maior ganho de market share neste segmento foi com a venda de notebooks, chegando a ocupar 21,3% do mercado, aumento de participação de 6,4 p.p. na mesma comparação, enquanto em desktops o market share registrado foi de 27,3%. No período, o desempenho no mercado de governo e educação garantiu à companhia o primeiro lugar, com market share de 49,0%, crescimento de 26,3 p.p. na comparação com o 1T12. No corporativo, apresentou participação de 3,6%, aumento de 1,1 p.p. em relação ao mesmo período de 2012.

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Brasil comercializa aproximadamente 4 milhões de computadores no primeiro trimestre deste ano, revela estudo da IDC

O mercado brasileiro de PCs continua aquecido. Apenas no primeiro trimestre de 2012 foram vendidos aproximadamente 4 milhões de computadores no país, segundo dados do estudo Brazil Quarterly PC Tracker, realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos para as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. O número é 4% maior do que o apresentado no mesmo período de 2011, quando foram comercializados 3,6 milhões de equipamentos.

“Nosso país se consolidou na terceira posição do ranking mundial em termos de consumo e concentra quase 50% do total de vendas de computadores na América Latina. A expectativa é de que neste ano o mercado brasileiro cresça 13% em relação ao ano de 2011, quando atingimos a marca de 15,4 milhões de computadores”, conta Camila Santos, analista senior do mercado de computadores da IDC Brasil.

Do total de máquinas vendidas no primeiro trimestre de 2012, 54% são notebooks e netbooks e 46% são desktops. Ainda de acordo com o estudo da IDC, 67% foram destinadas ao segmento doméstico, 27% para segmento corporativo e 6% para Governo e educação. “Como observado em outros trimestres, os desktops vêm sofrendo quedas, porém ainda têm bastante representatividade no mercado corporativo, que possui uma grande base instalada de PCs. Já os portáteis continuam crescendo e concentraram grande volume nesse primeiro trimestre”, completa a analista da IDC Brasil.

O primeiro trimestre de 2012 demonstrou recuo de 9% em vendas quando comparado ao trimestre anterior. Tal movimento foi ocasionado, principalmente por conta das flutuações das taxas do dólar, que levaram grandes empresas ao conservadorismo; dos impactos causados pela diminuição de fornecimento de HDDs; e do período do ano ser tradicionalmente mais fraco em vendas. Porém, a previsão é de que até o meio do segundo semestre essa cadeia esteja totalmente recuperada.
Em relação aos ultrabooks, a IDC acredita que ainda se trata de um mercado imaturo, mas que em médio ou longo prazo pode vir a ganhar participação se os preços aplicados forem ao encontro da disposição de compra e necessidade dos usuários finais.
Acompanhe a IDC no Twitter: http://twitter.com/idcbrasil

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