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Cresce o uso de ferramentas que permitem transações bancárias em redes sociais

Antenada ao comportamento da geração Millennial, que passa cerca de 2,5 horas por dia em aplicativos de mensagens e redes sociais, bancos e empresas de soluções financeiras estão ampliando a oferta de ferramentas para realização de serviços bancários de qualquer plataforma social ou de mensagens, sem ter que abrir o aplicativo do banco.

Agora, o usuário pode fazer transferência de dinheiro pelo celular sem precisar sair do aplicativo que estiver utilizando, como WhatsApp e Facebook, por exemplo. O formato é de um teclado seguro integrado com o aplicativo móvel ou a carteira eletrônica de um banco. Além das transferências, com o recurso é possível acessar uma variedade de serviços financeiros, como consulta de saldos, pagamentos, depósitos, programação de saques e localização de caixas eletrônicos.

Uma das pioneiras deste setor é a multinacional brasileira Valid. Em 2017, em parceria com a start-up israelense Paykey, a companhia desenhou para o Banco Davivienda, banco privado da Colômbia com mais de mais de 6,6 milhões de clientes, uma solução que permite ao usuário gerenciar seu dinheiro facilmente pelo smartphone sem ter uma conta bancária ou cartão de débito. O app oferece ainda a possibilidade de realizar transações bancárias via Facebook Messenger – os valores das operações são creditados diretamente nas contas dos beneficiados – e a transferência para colombianos que estejam no exterior.

De acordo com Pierre Lassus, VP de Software & Serviços da Valid, a solução Valid Social Banking foi pensada exatamente para trazer mais uma inovação para os bancos, migrando as transações bancárias para as redes sociais. “Nosso objetivo é oferecer aos bancos uma solução rápida, fácil e segura para essa exigente da geração Millennial”, explica Pierre.

O potencial para utilização da nova função é significativo. O número de transações bancárias realizadas por aparelhos móveis no Brasil ultrapassou a quantidade de operações feitas em computador. O dado, revelado em pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, aponta ainda que o país superou a marca de um smartphone por habitante e hoje conta com 220 milhões de celulares inteligentes ativos. “O mercado financeiro representa um dos principais mercados consumidores de tecnologia da informação, movido por agilidade, segurança e transparência”, pontua o executivo.

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Accenture seleciona startups para o programa UP Innovation Lab

Entre os dias 25 e 29 de agosto, as 20 startups finalistas farão apresentações para grandes empresas do mercado brasileiro

A Accenture realiza, entre os dias 25 e 29 de agosto, a etapa de seleção do Up Innovation Lab, programa de fomento de startups desenvolvido com a finalidade de aprimorar a competitividade da economia local por meio da inovação. Ao todo, serão 20 startups do Brasil e de outros países, relacionadas aos mercados Financeiro, Bens de Consumo e Varejo, que farão apresentações para grandes empresas que atuam no mercado brasileiro – como Ambev, Santander, Itaú, Banco do Brasil, BRF, Natura, GPA, Unilever e outros.

As startups finalistas são:

Arquivei.com.br, Bynd, Cuponeria, Dito Brasil, Guiando, Luckro, Medicinia, Memed, Menupontocom, Moneyclip, NanoRep, NEXXTO, OriginalMY, PagoSim, PinPeople, Remedio Certo, Renda Fixa, Skore, Supermercado Now, Paykey

O que dizem as startups

Para Edilson Osorio Junior, CEO da OriginalMy, “a conexão que o UP Innovation Lab proporciona entre o mercado e as startups é muito importante, além de atender o que o mercado local precisava. As startups formam um dos maiores polos de inovação e soluções para problemas reais, e seu número tende a crescer nos próximos anos”.

Antonio Rossini, CEO da NEXXTO, complementa dizendo que “com o avanço exponencial das tecnologias da informação e a criação de novos paradigmas disruptivos, torna-se fundamental que grandes empresas tenham a possibilidade de experimentar e incorporar estas novidades como parte de seus recursos para transformar seus processos, atividades, valores e modelos de negócio”.
O CEO do Renda Fixa, Francis Wagner, reforça a importância das startups para o desenvolvimento da economia local. “O ecossistema de startups no Brasil está crescendo muito, seguindo uma tendência global. Acreditamos que o papel que as startups exercem é essencial para o crescimento salutar do mercado”.

Segundo Marco Zolet, CEO do Supermercado Now, “o UP Innovation Lab é uma iniciativa inovadora e se difere de outras já existentes na medida em que encurta a distância entre as startups e os grandes players do mercado, potencializando discussões, troca de experiências e a geração de negócios”.

E, por fim, Fernando Ohara, CEO do PagoSim, explica que “por oferecermos uma abordagem disruptiva e contrária à lógica do mercado de cobrança de dívidas, estamos muito empolgados com a oportunidade de apresentar nossa solução a alguns dos maiores credores do Brasil e interagir com pessoas influentes no segmento”.

Como funciona o UP Innovation Lab

Inspirado no Fintech Innovation Lab – referência em Nova York, Londres, Hong Kong e Dublin desde 2010 – e sem fins lucrativos, o Up Innovation Lab é direcionado às startups que já possuem produtos validados no mercado e que buscam a oportunidade de apresentá-los às maiores empresas do País.

Com duração de cinco meses, o programa permitirá às startups selecionadas interagir com os principais executivos das maiores empresas do País; realizar provas de conceito; obter conhecimento a partir da experiência dos executivos da Accenture; e, ainda, participar de painéis de discussão e workshops para o desenvolvimento e testes de soluções. Segundo Guilherme Horn, Diretor Executivo de Inovação da Accenture, “é uma oportunidade fantástica para as startups mais maduras darem um passo importante no sentido de escalar seus negócios”.

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