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A busca do Paraná para se tornar uma potência econômica

Foto: Agência de Notícias do Paraaná

Primeiro estado brasileiro a receber dois empreendimentos da rede Hard Rock, o Paraná quer alavancar o crescimento regional e aumentar as relações econômicas para atrair novos empreendimentos, gerar emprego e estabelecer o desenvolvimento sustentável das cidades.

Para abrir tantas portas, o governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, se inspira em países que souberam dar um salto qualitativo em sua economia quando entenderam e investiram em sua principal vocação. Ele cita o caso de Israel com a tecnologia e da Alemanha com a educação.

No caso do Paraná, Ratinho Júnior vê no agronegócio a maior oportunidade para materializar projetos em diferentes frentes. O Paraná, considerado o quinto Estado mais rico do País, se destaca com um dos principais produtores de proteína animal do Brasil e também na produção de grãos.

Na segunda-feira (11/11), o governador se reuniu com integrantes do Conselho Político e Social (COPS), coordenado por Heráclito Fortes, e Conselho de Economia (COE), coordenado por Roberto Macedo, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para discutir as oportunidades de gestão e inovação do Paraná.

O desejo de consolidar o Paraná no fornecimento de alimentos, segundo Ratinho Júnior, passa por alguns gargalos logísticos, especialmente, na criação de condições para escoar a produção e exportar de forma mais eficiente para países, como China e Estados Unidos.

“Estamos organizando o Estado para alcançar esse posto. Já somos o maior produtor de carnes do País. No futuro, o mundo vai precisar cada vez mais de comida e o Paraná pode se destacar nesse cenário, já que ninguém produz em quantidade e em variedade como o nosso Estado”, diz.

Para tanto, há alguns projetos em discussão, como a entrada do Estado no leilão de concessões de aeroportos. Outro deles é a criação da ferrovia bioceânica, que ligará os portos de Paranaguá, no litoral do Estado, ao de Antofagasta, no Chile.

De acordo com o governador, os cálculos mostram que essa ferrovia conseguiria baratear em 40% o custo logístico de exportação para a Ásia, por exemplo.

A iniciativa de criar um banco de projetos para investir R$ 350 milhões em obras foi exaltada por Alfredo Cotait, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado (Facesp). A ideia é viabilizar e agilizar obras de reestruturação de rodovias, ferrovias e investimentos em segurança pública.

“Pensar nesse formato é inédito e pode resolver gargalos históricos. É muito importante enaltecer uma gestão pensada em longo prazo, como esse banco que vai ficar por muitos anos à disposição dos próximos governantes”, diz Cotait.

Durante a sua apresentação, o governador afirmou que também aposta no setor de turismo como uma das principais matrizes econômicas do Paraná, colocando especialmente, Foz do Iguaçu na rota turística internacional, além de promover o trânsito interno de turistas do próprio Estado com a melhoria nas rodovias.

Na opinião de Ratinho Júnior, o desenvolvimento deste setor é a forma mais barata de ampliar a geração de empregos no Paraná. A transformação dessa área passa pelo investimento em infraestrutura, comunicação, qualificação e parcerias com a iniciativa privada.

Ele cita a abertura do Hard Rock Hotel Ilha do Sol, no Norte do Paraná como exemplo de desenvolvimento regional a partir do turismo. O novo empreendimento vai criar 500 novas vagas diretas e 1,2 mil indiretas, a partir da inauguração, entre 2020 e 2021.

O economista Roberto Macedo enalteceu o ritmo de crescimento do Estado e o bom desempenho paranaense, especialmente, no setor agropecuário e industrial.

“Estamos num momento tão insólito no Brasil em que miramos nas mazelas, então nos surpreende ouvir falar de iniciativas que estão funcionando tão bem”, diz.

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Paraná aposta em rede de blockchain para gestão pública desburocratizada

Na última semana, representantes do setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) do Paraná se encontraram em Curitiba para lançamento do programa Paraná Hub Blockchain, promovido pela Celepar. A Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná é uma sociedade de economia mista do governo do Estado do Paraná, e lançou o programa em parceria com a empresa canadense de soluções e inovação ‘Blockchain Research Institute’ (BRI).

O objetivo é criar uma gestão pública desburocratizada, ágil e, acima de tudo, com transparência baseado na tecnologia blockchain para agilizar processos e impedir desvios de recursos públicos. Carl Amorim, executivo da BRI Brasil explicou como o Paraná pode evoluir com o blockchain e se tornar um centro de atenção com a criação de políticas públicas, controle de gastos, orientação estratégica e abertura de novos mercados. “Vamos oferecer as condições para que o Paraná se transforme em um hub de tecnologia blockchain no Brasil, exportando essa expertise e servindo de referência para outros estados da federação”, disse.

O diretor-presidente da Celepar, Allan Costa, ressaltou a importância dessa parceria na desburocratização e inovação no serviço público. “Somos pioneiros no Brasil nessa iniciativa, quebrando paradigmas, colocando todos os órgãos do governo para conversar, e transformando a maneira de entregar serviços ao cidadão”, destacou.

Allan Costa enalteceu ainda “vamos levar a Celepar a um novo patamar, respeitando a história da tecnologia da informação, mas sendo protagonista no papel de inovação para que o Paraná se torne o estado mais inovador do país”.

Recentemente a Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI e startups, também anunciou a criação da Rede Maringaense de Blockchain que visa estimular a aquisição de conhecimento, pesquisa e desenvolvimento da região. De acordo com Luis Marcos Campos, presidente da entidade, “a ideia é escalar o faturamento do setor por meio da aquisição de conhecimento, pesquisa e desenvolvimento locais. Maringá tem grande tradição cooperativista, e a blockchain tem tudo a ver com cooperativismo e inclusão. É exatamente sobre esta visão que o sistema nasceu e guarda grande potencial de gerar riqueza e bem-estar social”, explica.

Guilherme Furlaneto, V.P. de Qualidade, Diretor Adjunto da Câmara de negócios financeiros (Fintech) da Software by Maringá e especialista em blockchain pela Oxford University, esteve presente no evento e participou de um painel sobre Blockchain.

De acordo com Fulaneto, a SbM está focada em trazer novas tecnologias de produção de software para empresas de TIC da região e auxiliar no desenvolvimento de um ecossistema regional especializado. “Maringá acaba de anunciar a criação de uma infraestrutura blockchain local, a criação de uma rede maringaense de blockchain com participantes das mais diferentes esferas. Com isso, queremos potencializar negócios de blockchain em nível nacional, em especial para as empresas voltadas ao agronegócio, contando com empresas especializadas em agrotech (tecnologia de agricultura). O objetivo é criar soluções para rastreabilidade de produtos agropecuários, em conjunto com a CELEPAR e a iniciativa blockchain do estado do Paraná para fomento a políticas públicas”, explica. Além de agrotech, está no radar da entidade aplicações de blockchain para construção civil (construtech), saúde (healthtech) e para o setor público.

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Deputado aciona justiça para questionar licitação na Celepar

O deputado estadual Márcio Pacheco questiona, na justiça do Paraná, uma contratação milionária feita,no final de 2018, pela Celepar – Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicações do Paraná.

Trata-se do pregão eletrônico 44/2018 para contratar empresa de tecnologia para controle e fiscalização de tráfego, de trânsito, velocidade de veículos e análise de dados coletados em diversos pontos do Estado do Paraná. A vencedora foi a Velsis Tecnologia por um valor anual de 50 milhões de reais por ano, podendo o contrato se estender a cinco anos, rendendo 250 milhões de reais para a parte vencedora.

Para o deputado, estranha o fato de a licitação ter sido feita de maneira muito rápida, com a participação de apenas três empresas e com um edital que não deixaria claro, para pesquisas via internet pelos interessados, por exemplo, o objeto da contratação. A concorrência também não teria sido amplamente divulgada, impedindo a participação de mais empresas.

De acordo com pedido na ação, o Edital seria nulo porque a descrição de seu objeto não traduz o serviço, de fato, licitado. E as especificações, tratam, exclusivamente, de controle de tráfego, de velocidade de veículos, de placas de carro, etc. Mas nada disso constaria na descrição do objeto.

Uma das primeiras medidas de Ratinho Junior, governador eleito do Paraná, foi rever todos os contratos firmados nos últimos meses de mandato do governo anterior. Resta saber que destino a nova administração vai dar a esse contrato milionário acertado pela Celepar no final de 2018. A conferir.

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Sistema Fiep lança MBA com diplomação internacional em Indústria 4.0

Aulas começam em junho e o curso terá um módulo na Alemanha

As inovações tecnológicas digitais implantadas nos processos industriais e nas linhas de produção deram origem ao termo Indústria 4.0, que faz alusão a uma quarta revolução industrial, momento em que os sistemas em nuvem, de inteligência artificial e outras plataformas virtuais, são utilizadas para tornar os processos mais eficientes, autônomos e conectados a toda a cadeia de valor. Entretanto, mesmo com o espaço produtivo sendo ocupado cada vez mais por inovações, é necessário um aperfeiçoamento também dos profissionais e das lideranças capazes de criar valor efetivo e sustentável, em meio a tantas alternativas digitais para melhorar a produtividade das empresas.

Por isso, o Sistema Fiep, por meio das Faculdades da Indústria, lança um MBA focado em indústria 4.0. Abrangendo tanto a parte da engenharia como a da gestão da indústria, o MBA em Liderança para Transformação Digital e Indústria 4.0 está com inscrições abertas e terá um módulo internacional em parceria com a SIBE (School of International Business and Entrepreneurship) da Stenbeis University Berlin, na Alemanha. O módulo garante a dupla diplomação e os custos com passagens, hospedagem, parte da alimentação e ainda tour por empresas referência em indústria 4.0 da região de Baden-Württemberg já estão inclusos no valor do MBA.

De acordo com o Gerente de Operações do Sistema Fiep, Fabricio Luz Lopes, por ter o foco principal na gestão da indústria 4.0, o MBA se diferencia por preparar lideranças industriais efetivas frente aos desafios da nova economia. “O movimento da indústria 4.0 não é algo que a indústria consegue fazer sozinha. É preciso conhecer as necessidades e estabelecer parcerias com startups, por exemplo. Por isso, o MBA vai preparar as pessoas para liderarem o movimento de transformação digital dentro de seus ambientes de trabalho, criando a capacidade de tomar decisões e até mesmo reconhecer quem são as pessoas que elas precisam contratar para sair do mundo offline e ir para o mundo digital”, detalha.

Segundo ele, os módulos do MBA foram planejados a partir de uma pesquisa e aproximação com as indústrias e com especialistas do tema para estabelecer os principais desafios e prioridades com relação às temáticas que envolvem a indústria 4.0.

As matrículas estão abertas e as inscrições podem ser realizadas pelo link http://www.faculdadesdaindustria.org.br/pos-graduacao/.

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Dynatrace é contratada pela Celepar para ampliar eficiência e qualidade na experiência do cliente

 Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil

Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia que foi contratada para fornecer sua solução de DPM (Digital Performance Monitoring) para a Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná). A implementação da ferramenta permitirá que a empresa paranaense aumente a eficiência e a qualidade da experiência dos clientes, agilize a detecção de problemas e melhore sua performance digital, além de promover uma melhor prestação de serviços para a população do Estado.

“Por sermos uma companhia pública, toda aquisição deve passar por um processo de licitação. Por meio de provas de conceito realizadas com diversas soluções do mercado, verificamos que a ferramenta da Dynatrace era uma das principais que poderiam atender nossas demandas, extremamente ágil na realização de diagnósticos, com configuração intuitiva e facilidade na comunicação e trabalho entre todas as equipes envolvidas no ciclo de vida de uma aplicação. Além disso, a administração e a otimização dos recursos que possibilitam a melhora na eficiência operacional da organização foram características que se destacaram”, afirma Vanessa Ferreira, Analista de TI da Celepar e responsável pelo projeto de aquisição e implementação.

Na licitação foram adquiridas licenças para monitoramento de aplicações Java e da experiência do usuário final, além de instâncias Web Server PHP. “Estamos em processo de implantação. A ferramenta nos ajudou na detecção de erros e falhas de programação, mostrando de maneira rápida e exata onde estava o problema. Além disso, auxiliou na análise de códigos, fornecendo indicadores de desempenho das aplicações, monitoramento e consumo de recursos dos servidores, o que ajuda no gerenciamento e dimensionamento do ambiente. Os benefícios almejados após o final de todo o processo de implantação são a redução do número de incidentes, o aumento da produtividade e rapidez para disponibilizar aplicações para a produção”, ressalta a Analista.

Consciente de que as aplicações e os serviços estão cada vez mais complexos em virtude da constante evolução da tecnologia, a Dynatrace busca simplificar o processo de monitoramento com uma solução fácil de usar, intuitiva e que fornece insights operacionais completos e prontos para utilização. Por meio do monitoramento de performance oferecido pela empresa, é possível identificar rapidamente a causa do problema com apenas uma notificação, sem o incômodo de receber centenas de alertas com os sintomas do problema. A ferramenta automatizada da companhia é analítica, unificada, redimensionável, de implementação flexível e capaz de identificar a causa raiz baseada na inteligência artificial.

A tecnologia da Dynatrace é de fácil utilização, flexível e possui dashboards intuitivos, o que permite acompanhar os acontecimentos em cada camada de transação, identificar as causas que geram demora nas respostas, localizar exceções que podem atrapalhar o funcionamento e monitorar de ponta a ponta o desempenho de toda a aplicação.

“Nossa solução simplifica a análise da performance de ambientes complexos em Nuvem. Estudos de mercado apontam que o monitoramento digital de aplicações é uma prática extremamente importante, mas apenas 30% das empresas mundiais investem nessa solução. Vivemos em uma época em que a lentidão ou falha em um serviço na web pode trazer sérias consequências para uma organização”, afirma Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil.

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Brasil é maior alvo de ataques visando bloqueio a serviços digitais na América Latina

Na América Latina, o Brasil é o país que sofre o maior número de ataques DDoS (54%). Dirigem-se também ao Brasil os ataques de negação de serviço mais intensos, seguindo-se Argentina, Chile, Equador, Colômbia e México. Esses dados foram recolhidos pela Arbor Networks na pesquisa para seu 12º Relatório Anual sobre Segurança da Infraestrutura Global de Redes, o WISR (sigla em inglês de Worldwide Infrastructure Security Report).

A Arbor Networks é uma das patrocinadoras do LACNIC 27, organizado pelo Registro de Endereçamento da Internet da América Latina e o Caribe (LACNIC), em conjunto com o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) e com o CGI.br (Comitê Gestor de Internet no Brasil). O evento reunirá a comunidade latino-americana de Internet no Bourbon Cataratas Convention & Spa Resort, em Foz do Iguaçu de hoje até o dia 26. A palestra de Julio Arruda, Solution Architect da Arbor Networks, com o título “Arbor WISR XII: The Stakes Have Changed” (12º Relatório WISR da Arbor: o jogo mudou), se realizará no dia 24, das 16:30 às17h no salão Bourbom.

Ataques mais frequentes, de maior volume e de maior complexidade

De acordo com o relatório da Arbor, os ataques DDoS se tornam em todo o mundo – e a América Latina não é exceção – mais frequentes, e, também, mais intensos, utilizando-se de maciços volumes de solicitações de acesso para bloquear, como em uma via de trânsito engarrafada, as solicitações legítimas.

Julio Arruda comenta que, em 2016, os ataques volumétricos mais expressivos se realizaram tendo como “armas” as redes zumbi, ou botnets, formadas por dispositivos IoT, como, por exemplo, câmeras de vigilância: “embora o primeiro grande ataque utilizando dispositivos IoT tenha sido identificado em 2013, em 2016 assistimos à sua disseminação, devido principalmente a dois fatores: em primeiro lugar, a utilização cada vez mais ampla desses dispositivos por empresas em residências; depois, por características inerentes a esses aparelhos que facilitam seu ‘recrutamento’ para as redes zumbi”.

A complexidade dos ataques também vem aumentando, com a utilização simultânea de diversos vetores para atacar diferentes pontos da infraestrutura da organização visada, o que torna mais difícil a defesa contra eles.

Baixe o resumo do 12º Relatório WISR em: http://br.arbornetworks.com/visibilidad-de-redes/

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Setor de Tecnologia da Informação do Paraná cresce na crise e gera mais empregos

Foto: Arquivo ANPr

Foto: Arquivo ANPr

O setor de Tecnologia da Informação (TI) vem crescendo e gerando mais empregos mesmo na crise. Enquanto muitos setores cortaram vagas e reduziram operações, a área de Tecnologia da Informação conseguiu aumentar as contratações em 2016. O setor fechou o ano passado com saldo positivo de 1,2 mil empregos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Um dos principais polos do setor no País, o Paraná conta com um parque de 7,8 mil empresas e seis Arranjos Produtivos Locais (APLS), localizados nas regiões de Curitiba, Londrina, Maringá, Campos Gerais, Sudoeste e Oeste. O setor emprega cerca de 18 mil pessoas.

Um dos motivos para explicar o resultado está, justamente, na crise. “A recessão tem obrigado as empresas a buscar formas de reduzir custos, aumentar eficiência e racionalizar processos, o que impulsiona os negócios das empresas de TI”, diz o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia de Informação (Assespro) no Paraná, Adriano Krzyuy.

Do saldo de vagas gerado no ano passado, Curitiba respondeu por 735 novos empregos, seguida por Londrina, com 164, Maringá (112), Pato Branco (78) e Apucarana (44). Entre as atividades de destaque no ano passado estiveram as de consultoria em Tecnologia da Informação e desenvolvimento de e licenciamento de programas de computador. “O setor de TI apresenta uma resiliência maior à crise, já que a modernização é algo inevitável. As empresas precisam também reduzir custos e aumentar a produtividade, o que vem gerando demanda para esse tipo de atividade”, diz.

INOVAÇÃO – De acordo com Krzyuy, a velocidade de inovação do mercado de TI gera demanda por profissionais qualificados, ampliando as contratações com salários maiores também. O salário médio na área de TI no Paraná é de R$ 3.348,11, 37,3% maior que a média do Estado (R$ 2.438,35), de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

APOIO – De acordo com o coordenador de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evandro Razzoto, o Paraná vem criando um ambiente propício para o desenvolvimento do setor, com a criação, no ano passado, de uma política de governança para a área.

O objetivo é elaborar um plano de longo prazo, com a participação do governo estadual, empresas, instituições de apoio e universidades. “Há muito potencial para TI no Estado. O nosso foco é fazer do Paraná referência no setor”, afirma.

“O plano é transformar o Paraná no próximo polo de TI da América Latina até 2035. Até lá esperamos que o setor tenha uma participação significativa no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado”, diz o presidente da Assespro.

Atualmente as universidades estaduais mantêm núcleos de inovação e incubadoras que hospedam empresas novas. Na Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica (Intuel) da Universidade de Londrina, 60% das 13 empresas incubadas atualmente são da área de TI. São empresas desenvolvendo projetos para setores como agronegócio, varejo e gestão, de acordo com a Tatiana Fiuza, gerente da Intuel. Nesse ecossistema, em que há cooperação mútua, as empresas têm apoio nas áreas de planejamento, gestão, marketing e técnica e financeira.

“Há uma tendência forte de surgimento de empresas de TI voltada para a chamada internet das coisas (em que objetos usados no dia a dia podem se comunicar com a internet) e planejamento de dados, como Big Datas. Existe um grande potencial de desenvolvimento de novas companhias nesses segmentos”, diz.

Outro projeto da Intuel, em parceria com a Telefônica e o Sebrae, atua na pré-aceleração de empresas. Hoje são quatro empresas nesse estágio, com atuação nas áreas educacional, de realidade vistual, marketing digital e futebol. O objetivo para 2017 é lançar um edital para apoiar mais dez empresas nesse formato.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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Setor de TI do Paraná conquista Bancada Digital na Assembleia Legislativa

Em uma iniciativa, do deputado estadual Guto Silva, a Assembleia Legislativa do Paraná cria uma Frente Parlamentar de Tecnologia da Informação e Comunicações. A Bancada Digital veio de demanda do setor, representado por Arranjos Produtivos Locais de TI e da Assespro-Paraná, que representa as empresas de tecnologia. Também conta com apoio de importantes entidades empresariais, secretarias e empresas e órgãos governamentais e academia. Veja os detalhes na reportagem do programa Valor Agregado.

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Com planejamento até 2035, setor de tecnologia do Paraná quer liderar negócios na América Latina

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O Comitê de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicações do Paraná começa a desenhar o futuro do setor no estado com um planejamento estratégico até 2035. Reunidos na sede do Sebrae Paraná, em Curitiba, representantes de empresas, do poder público e da academia já definiram a visão do grupo para as próximas décadas: ser o principal polo de negócios de TIC na América Latina.

Também foram definidos objetivos estratégicos para garantir o sucesso das ações do setor em áreas como infraestrutura, educação, capital humano, capacitação, pesquisa desenvolvimento e inovação, incubadoras e parques tecnológicos, integração entre academia e mercado, propriedade intelectual, políticas, legislação, empreendedorismo, ambiente de negócios, competitividade empresarial e internacionalização. Em uma nova reunião, em setembro, vão ser definidas ações para abordar cada um desses pontos.

Para a Assespro-Paraná, que participou do processo de criação do Comitê de Governança de TIC, a visão ousada, estabelecida logo de início, confirma a importância do trabalho que passa a ser realizado. “Cria uma missão muito grande para o nosso estado. Há uma grande sinergia entre empresas produtoras de soluções tecnológicas, o mercado consumidor, as instituições de ensino e parceiros do setor e entidades públicas, destaca o presidente Sandro Molés da Silva.

Criado por decreto estadual, neste ano, o Comitê Gestor tem o objetivo de proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia. É presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

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Thiago Ayres, do PMI-PR: recuperação do Brasil é projeto desafiador para empresas

O Valor Agregado entrevistou Thiago Ayres, presidente do PMI-PR para falar de um projetos mais desafiadores para nosso país: a recuperação da economia e das empresas brasileiras.

Vale a pena conferir!

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Entidades empresariais do Paraná se unem contra projeto de deputado que exige correspondência registrada para consumidores inadimplentes

Um Projeto de Lei no Paraná prevê a obrigatoriedade de envio de correspondência registrada a devedores que estejam inadimplentes. A proposta do deputado Luís Cláudio Romanelli causou polêmica em todo o estado e foi tema de debate em uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa. Entidades empresariais de várias cidades se uniram para combater a proposta, que aumenta o prejuízo de quem vende sem receber e ainda deve dificultar a encarecer a concessão de crédito a consumidores.

Veja mais detalhes na reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Arranjos Produtivos Locais respondem por 660 mil empregos no Sul

Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) situados no Sul são responsáveis por mais de 660 mil empregos, em 2015. Ao todo são quase 37 mil empreendimentos na Região envolvidos em APLs. Essas vagas são distribuídas em 83 arranjos de 508 municípios e abrangem 30 setores da economia brasileira, como confecções, móveis, tecnologia da informação e agroindústria. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Os estados de Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS) são os que mais possuem APLs. Em SC, mais de 277 mil pessoas trabalham nas 12 mil empresas organizadas em arranjos. Já no RS, são 17 mil empreendimentos que empregam 242 mil pessoas. No Brasil, atualmente existem 677 APLs, em 2.175 municípios. As atividades desenvolvidas representam 59 setores da economia nacional, os principais são confecções, agricultura, móveis e turismo.

Conferência

Em razão da importância dos APLs para a geração de emprego e renda em todas as Regiões do Brasil, o Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP-APL), coordenado pelo MDIC, realiza a 7ª Conferência Brasileiras de Arranjos Produtivos Locais nos dias 9 e 10 de dezembro, em Brasília. A conferência tem como principal objetivo discutir políticas públicas para o setor e estimular o desenvolvimento regional. O evento conta com uma extensa programação com palestras, oficinas e trocas de experiências entre iniciativas de todo o país. A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas no site do evento.

APLs

Empresas que estão localizadas em um mesmo território e que são do mesmo setor ou fazem parte da mesma cadeia produtiva podem se reunir em Arranjos Produtivos Locais para aumentar a competitividade e melhorar o desenvolvimento produtivo local. “A estratégia de êxito dos APL vincula modernas estruturas de Governança para a competitividade, que permitem a articulação de produtores no contato das cadeias produtivas e de seu entorno e destes com a instituições públicas e privadas de tecnologia. Além disso, essas estruturas proporcionam o fomento e a qualidade da atividade industrial e um poder de promoção do desenvolvimento regional, por meio da criação de riqueza e não apenas por meio de medidas compensatórias. A Conferência dos APLs constitui um marco único, que une o Governo Federal, os Estados da Federação e o setor produtivo, de forma a aliar essas duas perspectivas: a competitividade e o desenvolvimento regional e nacional.” explica o secretário do Desenvolvimento da Produção do MDIC, Carlos Gadelha.

Os agentes econômicos que fazem parte de arranjos produtivos locais muitas vezes compartilham maquinário para conseguirem aumentar a produção, realizam capacitações e treinamento em conjunto, além de outras atividades que geram ganho para todas as empresas.

SERVIÇO:

7ª Conferência Brasileira de APLs

Dias: 9 e 10 de dezembro

Local: Centro de Eventos Brasil 21

SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A – Brasília-DF

Inscrições: www.conferenciabrasileiraapl.com

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Edson Campagnolo: Presidente da Fiep fala sobre futuro da indústria, comando do Sebrae Paraná e eleições

Nível de otimismo dos empresários da indústria é o mais baixo em quase vinte anos de pesquisa no Paraná. Em uma entrevista ao programa de tv Valor Agregado, Edson Campagnolo, presidente da Fiep, comenta resultado , fala sobre futuro da indústria no estado, presidência do Conselho do Sebrae Paraná e corrida eleitoral da Fiep em 2015.

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Lata de ar de cidades turísticas faz sucesso no Brasil e chama atenção de estrangeiros

O empresário Alessandro Catenaci ganhou a atenção da mídia brasileira e também do exterior com um souvenir que sai do comum e se transforma em bom exemplo de sucesso em economia criativa. Ele criou latas de ar de cidades turísticas do Brasil. A ideia veio de uma viagem ao exterior e ganhou força com um projeto do Sebrae do Paraná e a chegada da Copa do Mundo no Brasil. Em poucos meses, mais de 15 mil latas de ar já foram comercializadas.

Saiba mais sobre o projeto em uma entrevista especial do programa de tv Valor Agregado.

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Gemalto inaugura fábrica na região de Curitiba

Gemalto, a líder mundial em segurança digital, anunciou a abertura de uma nova fábrica com tecnologia de ponta em Pinhais, Paraná, voltada a produtos de tecnologia de segurança digital, incluindo cartões com chip no padrão EMV e cartões SIM (SIM cards).

A unidade estabelece um novo parâmetro para as práticas de produção sustentável e aumenta imediatamente a capacidade de produção, atendendo à crescente demanda do mercado por produtos de tecnologia de segurança digital, produzidos em um ambiente altamente seguro.

“A inauguração da nova fábrica faz parte do plano de diversificação e expansão permanente da Gemalto para promover a capacidade produtiva do país, atender às crescentes oportunidades de mercado e preservar o ecossistema circundante e meio ambiente global”, afirma José Luiz Pellegrini, diretor de operações da Gemalto Brasil.

O executivo informa ainda: “Além da contratação de mão de obra e do fomento da economia local, que beneficia toda a região, a fábrica estabelece Pinhais e o Paraná como um centro de tecnologia, o que, certamente, atrairá outras empresas, centros de ensino e instalações de treinamento.”

A fábrica foi meticulosamente projetada para atender às boas práticas de sustentabilidade e economia ambiental, ao mesmo tempo em que cumpre os requisitos rigorosos para a fabricação industrial segura de alta tecnologia.

Ela oferece os mais avançados e eficientes sistemas de energia para controle atmosférico garantindo temperatura, umidade, segurança, proteção contra incêndio e sistemas de proteção ambiental precisos, incluindo um sistema de redução de efluentes que recolhe, processa e purifica adequadamente todos os resíduos gerados nas instalações desta fábrica.

A arquitetura da fábrica foi projetada permitindo a integração com o ecossistema. O asfalto, por exemplo, não foi utilizado nas áreas limítrofes a fim de preservar a permeabilidade do terreno e das áreas verdes, e árvores frutíferas foram, inclusive, integradas ao projeto da paisagem nativa.

Com um mercado em contínuo crescimento, a nova fábrica da Gemalto no Brasil baseia-se na bem-sucedida fábrica de soluções bancárias da empresa localizada em Barueri, São Paulo, e amplia seu escopo de fabricação de produtos em toda a região.

Oliver Piou, CEO da Gemalto, esteve no Brasil para participar da inauguração, demonstrando o compromisso da empresa com o desenvolvimento de negócios locais e com o crescimento regional.

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Parque Tecnológico Virtual do Paraná agora é real

Está criado oficialmente o Parque Tecnológico Virtual do Paraná. O decreto de criação, de número 7959, foi assinado pelo governador Beto Richa na última sexta-feira e nesta quarta-feira (24/04), no evento que foi denominado Ateliê Projeto do Parque Tecnológico Virtual do Paraná, toda a estrutura do modelo operacional foi apresentada, com a presença de representantes de todos os setores envolvidos e de todas as sete regiões do Estado onde seus polos serão instalados.
O PTV passa a existir de fato com a adesão das primeiras empresas, das universidades estaduais e setores do governo envolvidos com o desenvolvimento tecnológico e de inovação do Estado.
“É importante ressaltarmos a importância da constituição conjunta desse dispositivo. Esse instrumento poderá contribuir para mudar o perfil de desenvolvimento das diversas regiões do Estado, com a participação das empresas locais, que agregam cada vez mais valor ao todo” – comenta Júlio C. Felix, diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), empresa vinculada à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, que é responsável pela implantação do Parque.
O Parque Tecnológico Virtual é um modelo de plataforma na qual os agentes interagem em um ambiente comum de gestão e inteligência competitiva. Podem participar instituições de pesquisa, parques, universidades, centros de promoção de empreendedorismo, incubadoras de qualquer município do Paraná. O parque pretende atrair e trabalhar no desenvolvimento e na fixação de empresas de base tecnológica, também de todo território paranaense.
As empresas que aderirem à plataforma se beneficiam do uso de serviços tecnológicos credenciados e são acompanhadas de perto por um parque tecnológico, uma incubadora ou um núcleo de inovação, denominadas instituições âncora. LEIA REPORTAGEM COMPLETA.

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Renault inaugura nova fábrica e conclui mais uma etapa de seu plano de crescimento no Brasil

A inauguração da nova fábrica de veículos da Renault representa mais um importante passo na evolução da marca no mercado e reafirma o seu compromisso com o Par aná e com o Brasil. Nos últimos três anos, a Renault cresceu bem acima do mercado brasileiro e este resultado é fruto de uma estratégia baseada em três pilares: renovação e ampliação da gama de produtos; expansão da rede de concessionárias e aumento da capacidade produtiva. Trabalhando em três turnos desde maio de 2011, esta inauguração é fundamental para que a Renault atinja suas metas de produção e vendas e continue a crescer nos próximos anos.

A conclusão desse projeto, que resulta de investimentos de R$ 500 milhões e fazem parte de um plano total de R$ 1,5 bilhão para o período 2010-2015, representa o compromisso assumido pelo presidente mundial do Grupo Renault, Carlos Ghosn, em outubro de 2011, de ampliar a capacidade de produção do Complexo Ayrton Senna e gerar novos empregos. Este projeto faz parte do Programa Paraná Competitivo, uma iniciativa do governo do Estado do Paraná para incentivar os investimentos no setor produtivo da região.

A finalização da obra eleva a capacidade produtiva da Renault – do qual fazem parte as fábricas de automóveis, de comerciais leves e de motores – de 280.000 para 380.000 veículos por ano. A fábrica de automóveis, responsável pela produção dos modelos Duster, Sandero e Logan, aumenta a capacidade de produção de 220.000 para 320.000 unidades anuais. A fábrica de comerciais leves mantém sua capacidade em 60 mil veículos por ano.

A conquista de novos patamares de produção vem acompanhada também da geração de novos empregos. Desde 2011 foram abertos 1.200 novos postos de trabalho, que conta hoje com 6.500 colaboradores. Este número deverá continuar crescendo este ano, na medida em que o ritmo da produção aumentar para atender as demandas do mercado. Vale lembrar que o parque de fornecedores da Renault no Paraná também gera outros 25.000 empregos indiretos.

Todas as fases do processo produtivo foram contempladas pelos investimentos, tais como estamparia, carroceria, pintura, montagem, logística, bem como grande parte da infraestrutura interna do Complexo, como estacionamentos, restaurantes, ambulatório, entre outras áreas de suporte.

A área de Estamparia, onde se inicia o processo de fabricação, ganhou uma linha de cortes totalmente nova, com capacidade para 180 mil peças por mês. Sua função é cortar as bobinas de aço em chapas adequadas ao uso nas prensas. Sua inauguração aconteceu em meados de 2012.

Na área de Carroceria, área onde são unidas as peças estampadas que formam as carrocerias dos veículos, foram instalados 64 novos robôs e 295 pinças de solda, além de outros equipamentos. Entre eles, um dispositivo giratório de troca de ferramentas, cuja tecnologia permite a montagem das laterais de modelos diferentes no mesmo módulo de trabalho. Com isso, a nova linha pode operar com duas plataformas de veículos e quatro modelos diferentes.

O processo de Pintura é totalmente novo. A área ganhou 42 novos robôs, dos quais 24 destinados à aplicação de tintas e vernizes e outros 18 para aplicação da massa de vedação e antirruído nas carrocerias. Além disso, foi instalado mais um tanque de desengraxe das carrocerias e aumentado o de banho anticorrosão de 250 m³ para 280 m³.

A área destinada à Montagem, que representa a fase final do processo de produção, foi aumentada em 75%, ou seja, passou de 16.000 m² para 28.000 m², tornando-se, inclusive, uma das mais rápidas entre as unidades do Grupo Renault. Totalmente novo, o sistema de transporte aéreo de carrocerias conta agora com mais de 1 km de extensão. Foi instalado ainda um novo sistema de casamento do conjunto composto pelo motor, caixa de velocidades, escapamento, tanque de combustível e suspensão dianteira e traseira com a carroceria, gerando mais desempenho. A área ganhou também uma moderna linha de montagem de rodas com capacidade de 330 unidades /hora.

Para garantir a estocagem, controle e movimentação peças e componentes que abastecem as linhas de produção, foi necessária a construção de um Centro de Preparação Logística (CPL) totalmente novo. Com área de 35.000 m² e 12 metros de altura – equivalente a um prédio de 4 andares – o centro recebe peças e componentes de mais de 140 fornecedores, em um movimento médio diário de 200 caminhões e 25 contêineres.

As operações de movimentação de cargas dentro do Centro são realizadas por modernas empilhadeiras com câmeras de vídeo que permitem a visualização das prateleiras superiores e ainda realizam o gerenciamento da entrada e saída de peças enviando informações através de um sistema wi-fi. Com o controle automatizado das prateleiras é possível otimizar as operações de alimentação das linhas.

O projeto de expansão da capacidade de produção foi um verdadeiro desafio tecnológico. Construir “uma nova fábrica dentro da fábrica”, exigiu um trabalho de engenharia de alto nível e contou com a participação de mais de 120 empresas do Paraná e de outras regiões do Brasil, envolvendo cerca de 1.500 pessoas. Trata-se, portanto, de um projeto brasileiro, ousado e corajoso, jamais realizado em nenhuma outra fábrica da Renault no mundo e que contou com o que existe de melhor do know-how da Aliança Renault-Nissan.

“A conclusão dessa obra reafirma nosso compromisso de continuar investindo no Paraná e no Brasil, e também de oferecer produtos sempre renovados e concebidos ao estilo e ao gosto do consumidor brasileiro”, destaca Olivier Murguet, Presidente da Renault do Brasil.

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Governador do Paraná sanciona Lei de Inovação

O governador Beto Richa sancionou nesta segunda-feira (24/09) a Lei de Inovação no Paraná, que cria benefícios e estabelece mecanismos de cooperação entre setor público, setor privado e academia para o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico. A Assembleia Legislativa aprovou o texto na semana passada por unanimidade.

O Paraná era o único Estado das regiões Sul e Sudeste que ainda não tinha aprovado uma lei de inovação – aguardada pela comunidade empresarial e científica porque oferece segurança jurídica e define a política de propriedade intelectual.

A Lei de Inovação é moderna e contém avanços significativos em relação ao texto proposto em 2010 pelo governo estadual. “Esta lei mostra o compromisso da nossa gestão com a inovação e a modernidade, bases de um Paraná forte e avançado. É uma importante medida para tornar o Estado mais produtivo e contribui para gerar riquezas e empregos”, disse o governador.

Richa destacou que o governo, por meio da Fundação Araucária, concederá bolsas para que estudantes de mestrado e doutorado desenvolvam seus projetos e pesquisas dentro de empresas paranaenses. Serão investidos R$ 2,9 milhões neste programa. Leia mais…

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