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Huawei planeja construir uma das cinco maiores nuvens públicas do mundo

Durante o Huawei Connect 2017, realizado em Xangai entre os dias 05 e 07 de setembro e que reuniu mais de 20.000 líderes e especialistas da indústria de mais de 150 países e regiões para fomentar a digitalização da indústria, a Huawei anunciou seus planos para construir uma das cinco maiores nuvens do mundo.

O tema do evento deste ano ‘Cresça com a Nuvem’, prioriza a implantação prática da estratégia de nuvem da Huawei, revelada pela primeira vez na edição do ano passado. Os tópicos deste tema incluem estratégias para empresas, tecnologia e o ecossistema na era da nuvem.

Huawei Cloud – Uma olhada no ‘DNA de Nuvem’ unicamente estruturado da Huawei

“A nuvem é fundamental para o mundo inteligente”, disse Guo Ping, CEO rotativo da Huawei, no discurso intitulado Cresça com a nuvem: habilitando um mundo inteligente. “A sociedade está experimentando um efeito tangível no desenvolvimento da tecnologia digital. Por isso, bem como pelas economias de escala no investimento, as nuvens de todo o mundo começarão a convergir – tornando-se cada vez mais centralizadas. No futuro, prevemos que haverá cinco grandes nuvens no mundo. A Huawei trabalhará com seus parceiros para construir uma dessas cinco nuvens e nós temos a tecnologia e o conhecimento para isso”.

Em seu discurso, Guo Ping assegurou aos clientes e parceiros que a Huawei realizou investimentos estratégicos no segmento de nuvem pública e fornecerá serviços de longo prazo. A empresa vai construir uma rede de nuvens globais com base em suas próprias nuvens públicas, além das nuvens que a empresa já construiu junto com parceiros.

Além disso, Guo Ping explicou o modelo de negócio da Huawei para a nuvem, enfatizando que a empresa monetizará a tecnologia e os serviços, não os dados. “O DNA de nuvem da Huawei é formado por uma combinação única de tecnologia, segurança, serviços e sucesso compartilhado”, afirmou.

O ‘DNA de nuvem’ da Huawei

Aproveitando os 30 anos de experiência em P&D, a Huawei decidiu investir massivamente em plataformas em nuvem, ao mesmo tempo em que desenvolve novas capacidades em áreas como big data e inteligência artificial para atender a demanda dos clientes por atualizações e inovação dos serviços.

O segundo elemento do DNA de nuvem da Huawei é a segurança. A empresa fornece soluções de segurança de ponta a ponta – de chipsets a serviços – que efetivamente atendem os desafios da segurança da nuvem. As capacidades full-stack da Huawei garantem um nível de segurança que supera qualquer sistema de TI independente.

O terceiro elemento é o serviço. A arquitetura de TI da empresa é extremamente complexa, compreendendo as necessidades e desafios das grandes empresas globais e se posicionando para ajudar governos e grandes empresas na transformação digital.

O sucesso compartilhado é o elemento final do DNA de Nuvem da Huawei. No evento do ano passado, a empresa apresentou sua visão para ajudar a cultivar um ecossistema próspero e diversificado. Na época, Guo proclamou que a Huawei tem seus objetivos fixados em apenas 1% desse ecossistema. Para os 99% restantes, a Huawei trabalhará com seus parceiros para trazer seus produtos para 172 países e regiões, alcançando o sucesso comercial juntos.

Construindo uma rede de nuvens com cobertura global

A Huawei também anunciou o lançamento de seus novos serviços em nuvem Enterprise Intelligence, que a empresa fornecerá juntamente com uma plataforma de soluções gerais para cenários específicos. Essa combinação da Huawei Cloud com a Enterprise Intelligence torna a plataforma mais inteligente e ajudará a criar um maior valor para a indústria com novos avanços em tecnologia.

As nuvens públicas e as nuvens privadas da Huawei possuem uma arquitetura unificada, fornecendo uma experiência consistente. As empresas podem implantar seus serviços em plataformas de nuvens públicas ou privadas de forma eficiente e com liberdade, suportando prontamente a migração e a expansão de serviços. Para evitar a dependência de um único fornecedor, a Huawei oferece soluções de nuvem híbridas que permitem a integração com plataformas em nuvem pública de terceiros.

Cloud Pública no Brasil

No Brasil, a Huawei e a Vivo oferecem serviços que fazem parte da parceria global entre as duas empresas para impulsionar a migração de clientes de serviços tradicionais de TI para a nuvem: Open Cloud e Cloud Server no Brasil, Chile e México. O Open Cloud é um serviço de nuvem pública baseado na tecnologia OpenStack — plataforma de código aberto para hospedagem e gerenciamento de serviços de nuvem —, que é hospedado em data centers da Telefonica no Brasil, Chile e México. A solução oferece uma ampla gama de serviços que vão desde computação, armazenamento, redes e bancos de dados para serviços analíticos, segurança e desenvolvimento de aplicações mais avançadas.

Já o Cloud Server, disponível também no Brasil, Chile e México, foi implementado na plataforma da Huawei e possibilita a implantação de um servidor de nuvem de forma rápida e fácil, sem conhecimento técnico, permitindo que as empresas se concentrem na gestão dos negócios, atendendo as necessidades básicas do segmento de pequenas e médias empresas. De acordo com os indicadores do Global Connectivity Index (GCI), da Huawei, o Brasil tem mercados de computação em nuvem e de análise de dados atraentes e o ritmo da migração para a nuvem está crescendo rapidamente. Diversas indústrias estão aumentando a demanda por nuvem e o potencial do mercado brasileiro será altamente explorado nos próximos anos.

Além disso, recentemente a Huawei participou de mais uma parceria com a Vivo, fornecendo infraestrutura física (servidores e armazenamento) para suportar uma nova feature do Vivo Cloud Plus, plataforma de infraestrutura de data center e computação em nuvem da Vivo. A plataforma utiliza a infraestrutura do data center da Telefônica localizado em Barueri, região metropolitana de São Paulo, e funciona no modelo “data center as a service”.

Plataforma + Ecossistema: Focando na aplicação prática

A fim de expor suas capacidades de TIC aos parceiros de desenvolvimento, a Huawei também lançará a sua nova nuvem de desenvolvimento de software, a DevCloud 2.0. Como uma nova plataforma de Pesquisa & Desenvolvimento em nuvem que integra os 30 anos de experiência da Huawei em P&D, a DevCloud 2.0 irá expor mais de 3.000 das capacidades de TIC da Huawei por meio de APIs públicos e abrirá as portas para 20 OpenLabs de todo o mundo para os desenvolvedores. O objetivo final é tornar o desenvolvimento de software simples e eficiente, ajudando os desenvolvedores parceiros a inovarem e monetizarem os novos serviços.

Para mais informações, acesse http://www.huawei.com/en/events/huaweiconnect2017/.

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Huawei participa da CeBIT 2017 com 100 parceiras para promover a transformação digital

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Na CeBIT 2017, de 20 a 24 de março de 2017, a Huawei se associa a 100 parceiras para expor estratégias e soluções da tecnologia da informação e das comunicações (TIC), sob o tema “Liderando a nova TIC, o caminho para a transformação digital” (“Leading New ICT, The Road to Digital Transformation”). Em um estande de mais de 3.500 metros quadrados, localizado em C30 do Salão 2 do Centro de Exposições de Hannover, a Huawei está demonstrando a TIC e soluções inovadoras nas áreas de exposição de negócios, tecnologia e do ecossistema e está compartilhando melhores práticas e metodologias de transformação digital, para ajudar os clientes e parceiras globais a pro mover seus negócios digitais.

A estratégia e os objetivos da Huawei Enterprise Business Group estão alinhados com o tema “d!conomy — sem limites” (“d!conomy — no limits”) da CeBIT 2017, fornecendo aos tomadores de decisões orientação sobre administração econômica e pública, sociedade digital e transformação digital.

Plataforma e Ecossistema, duas forças motrizes no caminho para a transformação digital

Os negócios empresariais da Huawei se baseiam em um profundo entendimento da transformação digital do setor. Na exposição, a empresa apresentou sua estratégia “Plataforma + Ecossistema”.

O presidente da Huawei Enterprise Business Group, Yan Lida, disse: “O posicionamento empresarial da Huawei se foca em ser a melhor parceira no esforço para capacitar a sociedade digital, o desenvolvimento social inteligente e a transformação digital do setor. Propomos a estratégia ‘plataforma + ecossistema’, que se baseia em grandes investimentos em novas tecnologias, tais como computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT — Internet of Things), Big Data, banda larga móvel e SDN, para criar uma plataforma de infraestrutura de TIC aberta, flexível, segura e ágil. Ao desenvolver um ecossistema ganha-ganha e ao colaborar amplamente com as parceiras, estamos ajudando os clientes e alcançar o sucesso na transformação digital”.

No discurso programático das Conferências Globais dos CEOs na CeBIT, a presidente do Departamento de Marketing e Vendas de Soluções da Huawei Enterprise Business Group, Diana Yuan, disse: “Nossa ‘Plataforma’ enfatiza a sinergia nuvem-conexão-dispositivo (cloud-pipe-device), enquanto nosso ‘Ecossistema’ é centrado no cliente e se foca na criação de um ambiente mutuamente benéfico para o desenvolvimento sustentável. A Huawei implementa a estratégia ‘Plataforma + Ecossistema’ e trabalha de perto com seus clientes e parceiras, para ajudá-los a abraçar a era digital, por alavancar as experiências e recursos sólidos e valiosos obtidos de nossa transformação digital”.

Na CeBIT 2017, a Huawei está lançando o Programa OpenLab (laboratório aberto) Global, para promover a implementação da estratégia “Plataforma + Ecossistema”. Esse programa vai reunir importantes parceiras empresariais com o objetivo de desenvolver recursos para criar soluções específicas para o setor, fornecendo os elementos fundamentais de um ecossistema de TIC que potencializa o futuro da sociedade inteligente. A Huawei planeja estabelecer outros 15 OpenLabs nos próximos três anos, com um investimento total de US$ 200 milhões. Até o final de 2019, haverá um total de 20 OpenLabs no mundo.

“Negócios”, “Tecnologia” e “Ecossistema”: demonstrando a nova infraestrutura de TIC com 100 parceiras

As áreas de exposição de “Negócios”, “Tecnologia” e “Ecossistema” da Huawei na CeBIT 2017 exibem os produtos inovadores, soluções e histórias de sucesso da TIC.

A área de exposição de “Negócios” demonstra as soluções da Huawei que habilitam a transformação digital de clientes e destaca histórias de sucesso em sete setores: cidade inteligente, finanças, manufatura, energia elétrica, transporte, mídia e ISP. A área de exposição de “Tecnologia” demonstra a nova infraestrutura de TIC da Huawei baseada na sinergia “nuvem-conexão-dispositivo. A infraestrutura integra sete tecnologias essenciais: IoT (com segurança), nuvem aberta, infraestrutura de data center, redes totalmente baseadas em nuvem (com segurança), comunicações por nuvem, wireless empresarial e serviços. O estande inteiro mostra os resultados da cooperação da Huawei com as 100 parceiras, incluindo grandes empresas como SAP, Accenture, Infosys, T-Systems, KUKA, Hexagon, Thales, Alstom e Siemens, para co nstruírem juntas um ecossistema sustentável.

Anúncios conjuntos de grandes parcerias e compartilhamento de métodos e práticas de transformação digital.

Mais de um terço das empresas listadas na Fortune 500 escolheram a Huawei como sua parceira de transformação digital e mais de 40% dessas empresas estão entre as 10 maiores do mundo. Na CeBIT 2017, a Huawei e suas principais parceiras do setor vão anunciar soluções conjuntas e compartilhar histórias de sucesso, como:

– Na arena da cidade inteligente (smart city), a Huawei e a Veolia estão implementando juntas uma solução de administração de águas pluviais e enchentes (Storm Water and Flood Management Solution), baseada em NB-IoT, para estabelecer cientificamente medidas de emergência. Além disso, a Huawei e a Frequentis estão desenvolvendo em conjunto um ecossistema aberto para soluções de segurança pública, para tornar as cidades mais seguras. A Huawei e a Honeywell estão lançando juntas uma solução de prédio inteligente que possibilita a administração inteligente de prédios e reduz o consumo de energia.

– No setor financeiro, a Accenture vai compartilhar uma solução de Big Data financeira, baseada na plataforma de Big Data da Huawei. A Huawei e a Infosys estão lançando conjuntamente a solução Finacle@Kunlun, para ajudar os bancos a reconstruir suas infraestruturas de TI e aplicações de camada superior.

– No setor de energia, a Huawei está trabalhando com a SAP para lançar uma solução de infraestrutura de medição avançada (AMI — Advanced Metering Infrastructure). Com esforços conjuntos com a State Grid Tianjin Electric Power Company, a Huawei está apresentando uma solução de rede elétrica dedicada wireless para ajudar as companhias de eletricidade a implementar a distribuição automática de energia e a medição inteligente.

– No setor de transporte, a Huawei e a Indra, provedora de soluções de tecnologia para o setor de transporte, estão assinando um memorando de entendimento de cooperação global, para desenvolverem conjuntamente soluções completas de TIC para transportes.

– No setor de mídia, a Huawei e a Sony estão implementando juntas uma solução de IP matrix Serial Digital Interface (SDI), para desenvolver veículos de transmissão e sistemas de vídeo móvel para emissoras de rádio e televisão globais.

– Na área de nuvem pública, os clientes que estão usando a Open Telekom Cloud (nuvem aberta da Telekom) desenvolvida conjuntamente pela Huawei e pela Deutsche Telekom irão compartilhar as últimas aplicações da solução — a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (CERN — European Organization for Nuclear Research) vai compartilhar sua experiência com a aplicação da Open Telekom Cloud no projeto Helix Nebulae Science Cloud. A SLV, fabricante do sistema de iluminação alemã, está anunciando que irá empregar uma plataforma de IoT baseada na Open Telekom Cloud e lançar projetos para a casa inteligente.

No futuro, a Huawei irá continuar a desenvolver um ecossistema sustentável e investir em alianças setoriais e comerciais, na comunidade de fonte aberta e em plataformas para desenvolvedores.

Para mais informações sobre a Huawei na CeBIT 2017 visite http://e.huawei.com/topic/cebit2017-en/index.html

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Nuvem pública ou privada: para qual eu devo ir? – Por Bruno Faustino

A chave para o planejamento de uma migração para nuvem bem-sucedida é garantir que os requisitos de negócios direcionem o plano de migração. Serviços de nuvem públicas e privadas têm decepcionado algumas organizações simplesmente porque as escolhas de tecnologia foram colocadas à frente das exigências do negócio.

Mas você está realmente recebendo todo o benefício econômico que a nuvem é capaz de promover? Talvez não!

De certo, se você está na nuvem, então provavelmente já está colhendo os ganhos imediatos de tempo mais rápido na implantação, acesso self-service para os desenvolvedores e a capacidade de ampliar suas soluções quando a demanda cresce. Estes são os valores fundamentais dos ambientes na nuvem.

Analisando o modelo econômico das nuvens, é possível reduzir os custos significativamente, mas você realmente está tirando o máximo do novo modelo econômico? De acordo com ferramentas de otimização de custos como Cloudyn, solução SaaS (Software as a Service) para monitoração e otimização dos ambientes de nuvens públicas, privadas e híbridas, cerca de 70% dos clientes não estão. Com isto chegamos à conclusão que antes de iniciar a jornada para nuvem, é necessário ter um bom alinhamento com a estratégia de negócio da sua empresa.

Sendo assim, sua organização deve criar um documento que eu chamo de CDG (do inglês Cloud Decision Guide). Para montá-lo é necessário entender corretamente o seu negócio e cada caixa de decisão será um requisito que você deverá responder para chegar à conclusão sobre qual é o melhor modelo para determinado workload que você deseja migrar.

A partir de perguntas que envolvem compliance e segurança, SLA, se existe equipe interna com conhecimento, se precisa controlar a infraestrutura, entre outras questões, é possível utilizar o CDG para avaliar se a sua nuvem precisa ser privada ou pública e se é necessário adotar serviços gerenciados. O modelo garante uma transição mais segura para o alcance do projeto desejado de migração para a nuvem, o que, consequentemente, apoiará as necessidades de negócios da empresa de acordo com a sua demanda, sem fazer deste processo um passo inconsistente.

Bruno Faustino, diretor de tecnologia e novos negócios da SONDA, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Gartner: mercado global de serviços em nuvem pública crescerá 17% em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que o mercado mundial de serviços em Nuvem pública deverá alcançar US$ 208,6 bilhões em 2016, um aumento de 17,2% em comparação com os US$ 178 bilhões gastos em 2015. O maior crescimento virá dos serviços de infraestrutura de sistemas em Nuvem (Infraestrutura como Serviço – IaaS), que devem aumentar 42,8% em 2016. Os serviços de aplicações em Cloud (Software como Serviço – SaaS), um dos maiores segmentos no mercado global de serviços em Nuvem, crescerão 21,7% em 2016, totalizando US$ 38,9 bilhões.

“O crescimento da adoção da Nuvem pública tem como base o fato de que as organizações estão economizando 14% de seus orçamentos como resultado dessa utilização, de acordo com a pesquisa de adoção de Nuvens de 2015 do Gartner. Entretanto, a aspiração de usar serviços em Nuvem supera a adoção real. Não há dúvidas de que essa grande vontade exista, mas ainda existem desafios para as empresas conforme elas seguem nesse caminho. Mesmo com a alta taxa de crescimento previsto, um grande número de organizações ainda não tem um plano atual para utilizar esses serviços”, explica Sid Nag, Diretor de Pesquisas do Gartner.

A modernização da TI é atualmente o principal condutor da adoção da Nuvem pública, seguido pela economia de custos, inovação, agilidade e outros benefícios. O foco na modernização da TI indica um uso mais sofisticado e estratégico dos serviços em Nuvem pública, que estão sendo adotados não somente para reconhecer os benefícios táticos de economia de custos e inovação, mas também para estabelecer um ambiente de TI mais moderno que pode servir como fundação estratégica para futuras aplicações e processos de negócios digitais.

As preocupações com segurança e privacidade continuam a ser os principais inibidores para a adoção da Nuvem pública, apesar dos sólidos registros de histórico e da maior transparência dos mais importantes provedores de Nuvem.

“A posição do Gartner referente à segurança em Cloud tem sido clara: os serviços em Nuvem pública oferecidos pelos principais provedores são seguros. O verdadeiro desafio da segurança é utilizar esses serviços de uma melhor forma. É preciso mais educação para ajudar as organizações a superarem o mito associado às preocupações com segurança. Esse deve ser o principal foco dos provedores junto aos seus clientes para alavancarem os benefícios dos serviços em Nuvem pública”, afirma Ed Anderson, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Grande parte das organizações já utiliza uma combinação de serviços em Nuvem de diferentes provedores. Enquanto a adoção da Nuvem pública aumenta, é esperado que o uso dos serviços em Nuvem privada e dos hospedados em Nuvem privada também cresça, pelo menos em 2017. O aumento da contratação de variados provedores de Nuvem pública e o crescimento de diversos tipos de serviços em Nuvem privada criarão um ambiente de múltiplas Nuvens na maioria das empresas e impulsionará a necessidade de coordenar o uso de Nuvens com cenários híbridos.

Embora os cenários de Nuvens híbridas devam dominar, há muitos desafios que impedem trabalhar com suas implementações. As organizações que não estão planejando usar Nuvens híbridas indicam uma série de preocupações, incluindo desafios de integração e incompatibilidade com aplicações, além da falta de ferramentas de gerenciamento, de Interfaces de Programas de Aplicativos (APIs) em comum e de suporte do fornecedor.

“É evidente que, no caso de Nuvem híbrida, essas preocupações também revelam algumas das principais oportunidades para os provedores de serviços. Sabemos que as iniciativas em Nuvem pública continuarão a crescer e que os de Nuvem privada de diversos tipos serão mais amplamente utilizados. Portanto, os provedores devem focar nos principais desafios para atender com sucesso à crescente demanda por soluções de Nuvens híbridas”, completa Anderson.

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Gartner: CIOs devem entender os impactos da migração dos Data Centers para Infraestrutura como Serviço (IaaS) em Nuvem Pública

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, estima os principais desafios e recomendações para os CIOs quanto à migração de plataformas de Data Center para a Nuvem. Embora a Nuvem Pública possa ser usada para a maioria das atividades virtuais, as organizações podem ter condições comerciais ou técnicas que tornam desaconselhável a migração de dados de Data Center para ambientes Cloud, com arquivos salvos na Nuvem. Essas e outras informações serão apresentadas durante a Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2016, que acontecerá nos dias 4 e 5 de abril, em São Paulo (Segunda e Terça-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

Para o Gartner, CIOs e líderes empresariais podem cair na armadilha de acreditar que a Infraestrutura como Serviço (IaaS) em Nuvem Pública será sempre melhor e mais barata que a manutenção dos seus próprios Data Centers. Consequentemente, eles podem considerar migrar as cargas de trabalho existentes dos seus Data Centers para a IaaS em Nuvem, quando, na verdade, ganham pouco benefício ao fazer isso. Embora a IaaS em Nuvem entregue significativamente mais funcionalidade que uma estrutura interna de TI, especialmente quando combinada com uma Plataforma como um Serviço (PaaS) integrada, o investimento em soluções de alta qualidade pode não ser economicamente vantajoso para as empresas que preferem reduzir despesas de TI e que não se beneficiarão das soluções mais ricas em recursos.

O Gartner recomenda que CIOs que consideram a migração de cargas de trabalho existentes em modelos orientados para a eficiência e a segurança para a Nuvem Pública IaaS devem ser céticos quanto aos benefícios da migração para a Nuvem IaaS se o negócio for relativamente estático e com pouca necessidade de agilidade de TI. A infraestrutura e os aplicativos raramente mudam, novos aplicativos raramente são inseridos no Data Center ou o domínio existente de um modelo que funciona de forma eficiente e estável e a empresa de TI precisa se concentrar em um segundo modelo orientado para a agilidade e para outros projetos totalmente novos.

É preciso também avaliar cuidadosamente os desafios da implementação: se a empresa possui muitos usuários em localizações com conectividade de Rede de Longa Distância (Wide Area Network – WAN) fraca para provedores de Nuvem IaaS, se a empresa está em locais geográficos onde os requisitos não estão bem servidos pelos principais provedores de Nuvem IaaS, ou se um número significativo de aplicativos tem requisitos de localização que criariam complexidades de integração.

Além disso, é necessário discutir as prioridades de TI e da empresa no Conselho Administrativo, com o reconhecimento de que os projetos de migração do Data Center são disjuntivos, e que pode haver benefício limitado se não houver uma transformação significativa de TI. Além disso, outra recomendação do Gartner é colocar cargas de trabalho individuais conforme o uso em uma Nuvem Pública de IaaS, mesmo em pequena escala, quando há obrigação técnica ou é benéfico para a empresa.

Conferência Gartner Infraestrutura, Operações de TI e Data Center

Data: 4 e 5 de Abril de 2016 (Segunda e Terça-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559

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