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E-commerce fatura R$2,1 bilhões no período de compras para o Dia dos Pais, aponta Ebit|Nielsen

O comércio eletrônico faturou R$2,1 bilhões no período de compras para o Dia dos Pais, celebrado neste domingo (12). O resultado aponta uma expansão de 8% com relação ao mesmo período do ano passado. O número de pedidos cresceu 22% para 5,11 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$409, queda de 11,5%. As informações são da Ebit|Nielsen, considerando a expectativa de compra dos consumidores no e-commerce de 28 de julho a 11 de agosto.

De acordo com Pedro Guasti, consultor de Negócios Ebit|Nielsen, houve uma mudança no comportamento do consumidor neste ano. “A queda no tíquete médio foi impactada diretamente pela venda de produtos com menor valor agregado como livros, tênis, suplementos, perfume, camisetas e vinho. Isso mostra que os consumidores virtuais ainda estão bastante receosos em comprar produtos caros e contrair dívidas.”, disse.

Qual o movimento do mercado de Bebidas Alcoólicas?

Por conta das comemorações de Dia dos Pais, o mercado online de Bebidas Alcoólicas também vem registrando aquecimento. Além do vinho, que consta na lista do top 10 como opção para presentear, bebidas como vodka (96%)*, uísque (20%)* e cerveja (11%)* apresentaram crescimento entre os dias 01 e 07 de agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado.

*percentual de aumento em comparação ao mesmo período de 2017

De acordo com dados da Nielsen, no mercado off-line- considerando o grande varejo, os feriados como o Final do Ano, Carnaval e Black Friday são highlights de vendas para Bebidas. Contudo, para o Dia dos Pais, Destilados são destaque como ocasião de gift. Em 2017, apenas a semana de comemoração representou para o segmento uma média de vendas em valor 70% acima das demais, com foco principalmente em uísque e gin premium.

Para uísque, houve um incremento de vendas em valor de 20%, em comparação com 2016, enquanto gin cresceu +400% dentro do período. “A ocasião acaba sendo um momento importante para fabricantes de destilados que apostam principalmente em packs com brindes e embalagens diferenciadas”, pontua Thiago Torelli, líder da indústria de Bebidas da Nielsen Brasil.

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Nielsen adquire a vBrand, startup de marketing esportivo acionado por inteligência artificial

Nielsen (NYSE: NLSN) anunciou hoje que adquiriu a vBrand, startup de tecnologia sediada em Israel que desenvolveu uma plataforma acionada por aprendizado de máquina (machine learning) para medir a exposição e o impacto de marcas em programação esportiva. A vBrand e sua tecnologia irão se integrar inteiramente à Nielsen Sports, trazendo maior velocidade e escala de distribuição aos principais produtos esportivos da empresa atualmente, o Sport24 e o Social24. Os termos financeiros da transação não foram divulgados.

A aquisição da tecnologia avançada da vBrand energiza os recursos de medição e as metodologias de patrocínios, já líderes do setor, da Nielsen Sports, considerados entre os mais robustos em esportes. O aprendizado de máquina da vBrand irá acelerar significativamente a velocidade com que as tecnologias de reconhecimento de logo e monitoramento da mídia da Nielsen Sports localizam e calculam as posições das marcas na tela. Especificamente, a tecnologia vBrand pode possibilitar às marcas e detentores de direitos monitorar e rastrear a visibilidade de patrocínios durante horas de um evento e fazer ajustes de sinalização digital e campanhas sociais durante um torneio, fim de semana de competições ou uma temporada.

O marketing esportivo é crescentemente importante para as marcas que querem atingir consumidores em um mercado competitivo e fragmentado. Com os torcedores se sintonizando com confiança para acompanhar os campeonatos, times e atletas favoritos, os dispêndios em patrocínio de esportes e entretenimento globais devem exceder $ 60 bilhões apenas em 2017. As principais soluções de marketing da Nielsen Sports já medem milhões de horas de conteúdo por ano, ajudando a fornecer analítica e percepções a mais de 1.700 dos principais detentores de direitos, marcas, agências e emissoras de rádio e TV.

“Essa é uma aquisição estimulante, que demonstra nossa contínua ambição e compromisso com nossos clientes na área de esportes”, disse o presidente da Nielsen Entertainment, Howard Appelbaum. “A integração da tecnologia da vBrand ao atual processo da Nielsen Sports de avaliação de patrocínios irá expandir ainda mais a escala de programação e eventos que ela cobre em todo o mundo. E irá também fornecer informações sobre a exposição em tempo hábil, habilitando os clientes a tomar decisões mais inteligentes e mais rapidamente sobre investimentos em patrocínios. Os dados e medidas da Nielsen Sports da exposição das marcas são considerados moedas no mercado global dos esportes. Estamos muito satisfeitos por poder fortalecer isso ain da mais com essa aquisição”.

“A aquisição da vBrand pela Nielsen é uma grande oportunidade para continuar nossa jornada e levar nossa oferta para o próximo nível”, disse o CEO da vBrand, Yael Dor. “Estamos confiantes de que nossa tecnologia de vanguarda, combinada com a plataforma da Nielsen, irá ampliar sua posição de liderança no mercado, ao fornecer aos profissionais de marketing esportivo transparência e clareza sobre investimentos em patrocínio”.

“Estamos muito estimulados por nos tornamos parte da Nielsen e por capacitar seus negócios de analítica de esportes com nossa tecnologia única de analítica de vídeo e aprendizagem profunda”, acrescentou o cofundador e CTO da vBrand, Tamir Rubinsky.

A aquisição da Nielsen é a última etapa importante no relacionamento já bem estabelecido entre as duas empresas, porque a vBrand, sediada em Tel Aviv, é uma graduada da Nielsen Innovate — incubadora de tecnologia em estágio inicial da Nielsen, licenciada pela Innovation Authority de Israel (anteriormente conhecida como Office of the Chief Scientist of Israel).

“Usando um método um pouco diferente de muitas incubadoras, a Nielsen Innovate funciona como mentora e orienta as empresas que apoia, além de fornecer um investimento com o objetivo de ajudar startups em estágio inicial a se tornarem empresas globais bem-sucedidas e escaláveis”, disse o CEO da Nielsen Innovate, Dov Yarkoni.

Desde sua fundação em 2013, a Nielsen Innovate financiou 18 novas empresas, muitas das quais já fizeram o projeto-piloto ou venderam suas soluções a alguns dos maiores clientes da Nielsen nos EUA, Europa e China.

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6 tendências de varejo na América Latina

As tendências mais importantes do varejo na América Latina vão desde as estratégias de shopper, passando pela fidelização dos clientes, o e-commerce e a variedade de formatos, até chegar aos produtos, que hoje são apreciados pelo consumidor. A Nielsen compilou as tendências mais importantes do universo varejista na região latino-americana em uma análise completa, agrupando as mais relevantes em seis blocos.

1.Shopper Marketing – São todas as estratégias para mercados de nicho e de segmentação. O mais importante neste ponto é entender o shopper e compreender que todos são diferentes. Hoje em dia, é fundamental considerar a geração a qual pertencem os shoppers para definir as diferentes estratégias.A geração com maior crescimento é a dos Boomers (50-64 anos), mas, sem dúvida alguma, são os Millennials (Geração Y) que detém o maior poder econômico e que ditam as regras em termos de consumo global.

Baby Boomers – a geração de hoje – Os conhecidos como Baby Boomers possuem hoje o consumo de 40% de PGC (produto de grande consumo), sendo eles os principais responsáveis pelas compras do lar. Atualmente, eles representam a parcela da população que conta com o maior poder aquisitivo no mundo. Ao contrário dos Millennials (Geração Y), para os Boomers a qualidade vs. o preço é o principal driver de compra e seus hábitos se concentram em produtos especializados.

Millennials (Geração Y) – a geração do futuro – Estima-se que no ano de 2018, representarão a metade do consumo global e espera-se que em 2025 já sejam 75% da força mundial. É a geração que hoje tem a maior representatividade na população e está mudando as regras do jogo e das estratégias de mercado, movendo-as para uma era mais moderna, digital e dinâmica. É importante ter em mente que a melhor idade para gerar maior conexão e fidelidade com uma marca é entre os 18 e 34 anos.

2. Fidelização do Shopper – Os programas de fidelidade se institucionalizaram com o decorrer do tempo, convertendo-se hoje em um aspecto que, definitivamente, é crucial no momento de ganhar um shopper. 82% dos shoppers asseguram que, provavelmente, escolheriam um varejista que lhes oferecesse um programa de fidelidade. Entretanto, quando falamos da América Latina, apenas 46% dos varejistas oferecem algum programa deste para seus clientes. A maioria trabalha com a troca de pontos por dinheiro ou alguns optam por oferecer um diferencial com valor agregado, como cupons de descontos, evento, entre outros.

Apesar disso, fidelizar os clientes não é uma tarefa fácil, ainda que alguns se digam “clientes fiéis”, o que na verdade não são. Muitos mudam constantemente de varejista ao encontrarem uma melhor oferta de preços (42%), outros buscam produtos com melhor qualidade (28%), melhor serviço (18%), melhor sortimento (7%) e melhores características (3%).

3. Mix de Formatos – Na América Latina, o mix de formatos se evidencia em todos os países da região. Porém, as estruturas mudam e há pontos fortes e diferenciais interessantes, mas todos influenciados pela conveniência e comodidade.

· Canal Tradicional (lojas)

Equador, República Dominicana e Peru são atualmente os países com maior concentração de canais tradicionais e onde o desenvolvimento do varejo não aconteceu tão rapidamente.

· Moderno (supermercados)

O canal moderno teve seu desenvolvimento mais forte no Chile, Brasil, México, Argentina e Colômbia, onde os supermercados ganharam um importante espaço. Nesses países, o consumidor busca por comodidade e conveniência, o que também fortaleceu os supermercados pequenos.

· Drogarias

As drogarias, ou farmácias, seguem sendo um canal com grande importância em países como Venezuela, Porto Rico e Chile. Localidades estas onde grandes players se instalaram, melhorando a frequência de compra, ticket médio e “share of wallet” (parcela do bolso).

E graças a este mix de formatos que hoje o shopper tem mais opções na América Latina, aumentando as visitas aos supermercados (30%), hipermercados (27%), lojas de descontos/ clubes de compra (15%), conveniência (14%) e online (8%).

“Neste sentido, nascem negócios paralelos à atividade principal como agências de viagens, seguros, giros, telefonia celular, cartões de créditos, centros comerciais etc.” comenta Jonatas Rosa, Executivo de Retail Services do Brasil.

4. E-commerce – O comércio eletrônico cresce mundialmente a uma taxa de 23%. Aproximadamente, 1.000mm de consumidores globais estão dispostos a fazerem suas compras em supermercados online.

O mercado que mais acendeu no e-commerce, no último ano, foi a Ásia – Pacífico, seguida pela América Latina, que cresce a taxas de 21,5%, sendo o Brasil o país que mais impulsiona o crescimento, seguido pelo México.

9% dos compradores globais usam cupons virtuais e baixam os aplicativos dos varejistas para receberem informações e/ou promoções. Na América Latina, a média é de 10%, mas com possibilidades de crescer até 64%, de acordo com o Estudo Global de e-commerce da Nielsen.

5. Marcas Próprias

O desenvolvimento das marcas próprias nos países desenvolvidos é bastante alto e está focado, essencialmente, em um portfólio amplo de produtos e diversas faixas de preços.

A marca própria representa, em nível global, 16,5% das vendas, de acordo com o Reporte Global Nielsen. Com 45%, a Suíça lidera o ranking de produtos de marca própria. Na América Latina, a líder em vendas é a Colômbia, com 15%, embora se tenha constatado crescimento em todos os países medidos pela Nielsen neste reporte (Argentina, Chile, Brasil, México, Venezuela, Peru).

A diferença, talvez, seja a percepção que os consumidores têm sobre a qualidade das marcas próprias na América Latina. De qualquer forma, a economia continua a ser o principal fator na escolha de uma marca própria, especialmente quando as famílias buscam reduzir seus custos (44% tem esta preferência).

81% dos consumidores preferem que a localização das marcas próprias seja ao lado das marcas comerciais, para assim encontrá-las mais facilmente. Um fator chave, de acordo com os resultados do Estudo Global da Nielsen sobre este tema, revela que os consumidores comprariam mais dessas marcas se houvesse maior variedade na oferta (71%) e 34% consideram que há uma excelente relação entre preço e qualidade.

6. Saudáveis – 51% dos entrevistados no Estudo Nielsen sobre Saúde e Bem-Estar consideram que estão acima do peso e 70% dos mesmos estão realizando algum tipo de dieta ou exercício físico para diminuí-lo. Esta é uma das razões pela qual a cesta de Saudáveis, ou Alimentos e Bebidas que têm benefícios funcionais ou representam um consumo mais light, cresce cada dia mais regionalmente.

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Venda de tablets cresce 118% e smartphones aumenta quase 50% no primeiro semestre

A Nielsen, (www.br.nielsen.com), provedora global de informações e insights sobre o que o consumidor assiste e compra, acaba de divulgar o balanço de sua área de Telecom. De acordo com o estudo, os aparelhos de smartphones apresentaram um crescimento de 47% nas vendas nos primeiros seis meses de 2014, fazendo com que esse segmento represente 60% das vendas da categoria. Um dos principais fatores que impulsionaram o aumento das vendas foi a retração de 5% do valor dos aparelhos.

O smartphone, considerado sinônimo de modernidade, apresenta um crescimento constante, ao contrário de outros aparelhos. Durante o primeiro semestre do ano, o volume de vendas de celulares apresentou um declínio de 58%.

“A categoria de smartphones se destaca no mercado por causa da alta praticidade e comodidade que oferece. Os aparelhos são considerados uma ferramenta de extrema importância para a mobilidade e contribuem para a realização de tarefas de forma cada vez mais ágil. Entre os principais diferenciais, destacam-se a possibilidade de acessar a internet, sistemas de bancos e redes sociais”, afirma o diretor de Digital, da Nielsen, Thiago Moreira.

Tablets – Outra categoria que apresentou crescimento foi a de tablets. Os aparelhos, cada vez mais procurados apresentaram um índice de vendas 118% superior ao período anterior. Enquanto isso, os mini modens 3G tiveram uma queda de 49% nas vendas.
Já o sistema Android se mantém em alta. O uso alcançou uma margem na casa dos 92%. O período também registrou uma pequena redução para IOS e Windows Phone.

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Pesquisa levanta dados do comportamento mobile no Brasil

Compras pelo celular, momentos de uso do aparelho, aplicativos, navegação. Tudo isso foi explorado na mais recente pesquisa lançada pela Mobile Marketing Association, encomendada a Nielsen. O objetivo da pesquisa é o mais claro possível: entender cada vez mais o real comportamento e os principais hábitos do consumidor na esfera móvel – em detalhes. “São esses detalhes que darão ao anunciante uma condição estratégica muito mais favorável na hora de incrementar suas campanhas”, diz Fabiano Destri Lobo, Diretor da MMA para América Latina. “Em que momento seu consumidor está navegando pelo celular? O que ele busca quando acessa seu aparelho? Quais os aplicativos que mais usa e quando usa? Respondendo a essas perguntas, vamos munir as marcas com informações para que elas tomem decisõ es objetivas”, afirma.

Comunicação individual e certeira

Lançar campanhas que envolvam os dispositivos móveis já faz parte da realidade da maioria das marcas, já que os números de penetração dos smartphones e do acesso à internet pelo celular cresceram exponencialmente nos últimos anos. “Mesmo sabendo que se comunicar com o consumidor pelo canal mobile é fundamental, as marcas ainda traçam caminhos desconhecidos e é este o momento de captar o máximo possível de informação”, afirma Fabiano. “Cada marca deve conhecer o seu público específico dentro dessa população explorada na pesquisa da MMA, para traçar formatos de engajamento certeiros, já que o celular é o objeto mais individual que existe”.

Momentos

Seguindo a premissa e o próprio slogan da MMA: “Every moment is mobile” (todo momento é móvel), a pesquisa buscou informações sobre os momentos em que os consumidores utilizam mais seus celulares.
55% utilizam em momentos de espera: médico, trânsito ou cinema. 47%, antes de dormir. 36% logo após acordar. E ainda, 24% usam o aparelho enquanto assistem à TV, 21% quando estão no banheiro, 19% enquanto trabalham, 19% na faculdade e 16% durante as refeições.
“Realmente, todo momento é móvel. Estar no mobile é estar presente em todos os momentos do seu consumidor, ou seja, imprescindível”, reafirma Fabiano.

Usabilidade em Números

O smartphone é a principal forma de acesso à internet para 25% dos usuários.

Navegador ou aplicativo? Entre outras informações sobre essa comparação, a pesquisa revela que 40% consomem notícias por meio de navegador, 10% consomem por aplicativo e 24%, por ambos. 40% jogam games por aplicativos, 11% jogam no navegador e 13%, por ambos
35% entram em redes sociais por aplicativos, 19% entram por navegador e 31%, por ambos.

Facebook sai na frente como a principal ferramenta mobile de relacionamento, tendo 94% dos usuários. Whatsapp vem em segundo lugar, com 53% e Instagram com 36%. Ainda aparecem empatados o Skype e o Twitter com 35%.

Onde estou? Localização é a segunda ferramenta mais utilizada pelos usuários: 50%. A primeira são as notícias, com 54%. Música aparece em terceiro com 38%.

Comportamento em números

24% dos usuários de smartphones usam o aparelho quando veem TV. Compras pelo smartphone já se tornaram hábito: entre setembro e outubro, 13% dos donos de smartphone compraram pelo aparelho. Destes, 26% adquiram roupas ou calçados. 27% compraram ingressos.
37% admitiram que já deixaram de comprar em uma loja física após consultar o preço pelo smartphone – 22% visitaram uma loja física por influência de uma propaganda vista no aparelho

Essa e outras pesquisas realizadas pela MMA ganham versões estendidas compartilhadas com seus mais de 700 membros em todo o mundo. “Nosso programa de educação com as palestras em empresas também levanta resultados de pesquisas locais e globais. Mas no fim das contas, o que precisamos, além desses números, são lideranças engajadas no mobile. Já não tem mais volta para as empresas e marcas. Todos precisam ter presença móvel, ou não farão parte do dia a dia de seus clientes”, finaliza.

Sobre a Mobile Marketing Association

A Mobile Marketing Association (MMA) é a Associação global que tem como objetivo fomentar o crescimento do Marketing Mobile no mundo e suas tecnologias. A MMA quer derrubar os obstáculos para o desenvolvimento desse mercado, estabelecer orientações e melhores práticas para mídias mobile, educando o mercado para o uso dos canais móveis. Os mais de 700 membros representam mais de 40 países ao redor do mundo. O escritório central da MMA está localizado nos EUA e suas unidades regionais incluem América do Norte, Europa, América Latina e Ásia. www.mmaglobal.com

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