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TI brasileira participa do MWC 2018

Com os objetivos de gerar novos negócios e também mapear tendências e inovação em Internet das Coisas (IoT), o Brasil estará presente uma vez mais ao Mobile World Congress (MWC). O maior encontro mundial da indústria móvel começou ontem (25) em Barcelona, na Espanha, e prossegue até a próxima quinta-feira, 1º de março.

Em mais uma ação do Brasil IT+, iniciativa de cooperação desenvolvida pela Softex e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), 17 empresas de software e serviços de tecnologia da informação estarão presentes ao evento pelo quinto ano consecutivo.

“O MWC projetará para o mundo a proposta de valor das soluções móveis desenvolvidas no Brasil e que estão totalmente aderentes às últimas tendências em BI, Big Data e inteligência artificial, pilares da revolução tecnológica d IoT”, destaca Ruben Delgado, presidente da Softex. Ele acompanhará a delegação nacional e também o Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Thiago Camargo.

Os visitantes do estande Brasil IT + encontrarão um portfólio robusto e diversificado integrado por soluções de segurança e criptografia produtos de conteúdo para operadoras e plataformas de mídia digital. O espaço contempla sala de reuniões para encontros formais e um longe para encontros casuais e apresentações rápidas.

Irão compor o pavilhão brasileiro no MWC 2018 BRQ, Bwtech, Certisign, Control Informática, EiTV, EveryTI, Icaro Tech, MT4, MC1, Navita, RocketChat, Senior, Sikur, Tokenlab, Vortigo, W5 e a Wavy, recentemente criada pelo Grupo Movile.

“Projetamos cerca de U$ 30 milhões em negócios para empresas participantes nos próximos 12 meses, o que representa um retorno de 80 vezes sobre o investimento aportado pelos envolvidos nesta ação do Brasil IT+”, conclui o presidente da Softex.

Reuniões de negócios já estão pré-agendadas com players globais que visitarão o estande. A agenda contempla também visitas à Qualcomm e à operadora de telefonia francesa Orange e a apresentação de conteúdos da Oracle, Ericson e Banco do Brasil, além de representantes do MCTIC e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) explicando o Plano Nacional de IoT.

Considerado o principal encontro mundial da indústria de comunicação móvel, o MWC recebeu no ano passado mais de 108 mil visitantes e tem confirmada a participação de 2.300 expositores de 40 países.

Brasil IT+ no Mobile World Congress

Data: 25 de fevereiro a 1 de março
Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 8.1 E11

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Navita obtém economia de R$ 31 milhões com auditoria para os clientes

A Navita, líder em mobilidade e gestão de Telecom, obteve economia de R$ 31 milhões com o serviço de gestão e auditoria, para seus clientes em 2016. Além disso, a empresa resgatou para estas empresas quase R$ 15 milhões com a contestação de valores cobrados indevidamente nas faturas.

A auditoria é um das etapas do processo de gestão de gastos com Telecom (TEM – Telecom Expense Management),que permite um controle das contas, garantindo que a empresa não pague mais que o contratado. Pagamentos indevidos podem representar um percentual alto da fatura. Alguns clientes da Navita chegaram a alcançar redução de 50% na fatura depois de implantando o processo de auditoria e análise de contrato.

Durante o período, a Navita analisou mais de 84 mil linhas, que somaram mais de R$ 300 milhões em contas telefônicas. Do total, foram auditados R$ 215 milhões e uma taxa de sucesso superior a 80% dos processos de contestação.

Além de identificar os erros de cobrança por parte da operadora, a auditoria também fornece subsídios para análises que permitem uma melhor gestão do uso. Por exemplo, identifica linhas que possuem pacote de dados e não o utiliza, linhas sem utilização, necessidade de contratar ou cancelar pacotes etc.

Somente o ano passado, foi identificado mais de R$ 1.20 milhão de gastos com: cobilling (quando se faz ligações de longa distância utilizando uma operadora diferente da definida em contrato); ligações a cobrar; interatividade; multas e compras avulsas. O processo de auditoria foi responsável ainda por identificar quase R$ 4milhões de gastos com pacotes de voz e dados que foram comprados e não utilizados no período.

Despesas essas, que poderiam ser evitadas ou reduzidas com um processo adequado de gestão. Por meio de uma avaliação criteriosa, o gestor poderá traçar ações de conscientização com o público interno ou mesmo rever os contratos atuais para ajustar às reais necessidades da empresa (com a contratação, alteração ou cancelamento de serviços e pacotes).

O diretor de serviços da Navita, Maurício Yamamura, reforça a importância da auditoria para permitir uma análise estratégica da telefonia da empresa.

“No dia a dia corporativo muitas despesas acabam somando valores altos no budget das empresas pela ausência de uma análise aprofundada e acompanhamento das reais necessidades das equipes. A gestão eficiente possibilita ao gestor tomar decisões mais estratégicas. Mais do que reduzir custos, visa trazer visibilidade para os gastos com telefonia e, por que não dizer também, ganho financeiro ao otimizar os contratos e realizar contratações mais acertadas”, explica Maurício Yamamura.

Para auxiliar as empresas a implantarem um processo de auditoria eficiente, a Navita elaborou um guia especial sobre auditoria e contestação com 12 recomendações para identificar os principais vilões da fatura e reduzir custos com telefonia. O material está disponível para download gratuito no site da empresa.

A Navita é uma empresa brasileira especialista em soluções para gerenciamento de dispositivos móveis (MDM) e gestão de custos de telecom (TEM). Com clientes em vários países, é parceira de fabricantes de smartphones e tablets, além das principais operadoras, no Brasil, Europa e América Latina. A Navita é considerada Cool Vendor pelo Gartner, líder e mais inovadora em EMM pela Frost & Sullivan em 2014 e 2015. Como parceira da Telefônica, é apontada no quadrante mágico do Gartner para Managed Mobility Services.

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Brasil participará da Mobile World Congress 2017

A Softex, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) através do Brasil IT+, leva uma delegação de 16 empresas para participar do Mobile World Congress (MWC) 2017, o encontro mundial da indústria de mobilidade, que acontecerá de 27 de fevereiro a 02 de março em Barcelona – Espanha.

Há anos o evento reúne a comunidade global de líderes e as maiores empresas do segmento de tecnologia e telecomunicações. A expectativa dos organizadores é receber mais de 100 mil visitantes e mais de 2.200 organizações. Os executivos levam desses quatro dias de feira internacional as últimas tendências, avanços tecnológicos e as melhores práticas inovadoras necessárias para construir as futuras estratégias de TI.

A delegação do Brasil será representada pelas empresas: BWTECH, EiTV, Icaro Tech, Navita, Reddrummer, Sikur, Tokenlab, Vortigo, W5 Soluções, BRQ, Every TI, FH Cosultoria, Muxi, NEKIT, Senior e Stefanini.

Com um diversificado portfólio voltado para as necessidades e desafios de negócios em variadas indústrias e geografias, juntas as empresas ofertarão consultoria em TI, soluções empresariais móveis, desenvolvimento de apps, segurança e criptografia, sistema de controle de acesso, sistema de suporte a operações (OSS), gestão de dispositivos móveis (MDM) , gestão de custos de telecom (TEM), soluções para pagamentos, plataforma para mídia digital, análise e visualização dinâmica de dados, dashboards cognitivos e, é claro, não poderia faltar, internet das coisas (IOT).

Ruben Delgado, Presidente da Softex, estará presente no evento e comenta: “Devido às mudanças que estão ocorrendo ao redor do mundo, a participação Brasileira no Mobile World Congress deste ano é estratégica, cada dia mais os países estão se posicionando no que se refere a tecnologia de comunicação e o Brasil não fica de fora. A participação além de estratégica é obrigatória pois é uma vitrine de apresentação da nossa tecnologia para o mundo na maior feira do segmento, onde todos os países estarão presentes e nós estaremos lá.”

O Brasil também será representado pelo ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que fará a abertura oficial do estande do Brasil, no dia 27 de fevereiro às 18h.

Gilberto Kassab comenta que participar do GSMA Mobile World Congress, principal evento de tecnologia móvel do mundo, é muito importante para o ministro responsável pelas políticas públicas e as diretrizes de telecomunicações, inovações e tecnologia, pois esse “mundo” vai muito além do celular, e tem ganho importância, força e proporção cada vez maiores na vida das pessoas. “Estamos atentos aos avanços tecnológicos ao ponto de estarmos elaborando um Plano Nacional de Internet das Coisas (IoT), o qual, aproveitaremos a MWC, para apresentar alguns pontos já definidos desta regulamentação e discuti-los, inclusive com um foco social. No evento aproveitaremos para prestigiar o espaço da Softex, que neste cenário de conectividade, é essencial para o crescimento das empresas brasileiras de software e serviços de TI nos mercados nacional e internacional, especialmente por ser num setor tão competitivo e importante para o desenvolvimento econômico e social do país” completa o ministro.

A Softex prevê gerar USD 30 milhões de dólares em negócios em 12 meses, para o Brasil em mais de 100 reuniões de negócios que ocorrerão no evento, muitas delas já agendadas com players globais que visitarão o estande do Brasil.

Brasil no Mobile World Congress

Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 8.1 – estande E33

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Perigos e vantagens do uso do celular pessoal em âmbito corporativo

Dados da Forrester Research, empresa americana de pesquisa de mercado em tecnologia, apontam uma tendência na utilização de dispositivos móveis pessoais nas empresas. Isso porque, ao adotar o uso do telefone pessoal, a companhia tem a oportunidade de reduzir os custos com investimento em aparelhos e os funcionários têm a simplicidade de usar um único dispositivo, gerando informações centralizadas.

Em contrapartida, surgem também os riscos e a vulnerabilidade dessa prática. O uso do telefone pessoal nas atividades corporativas demanda riscos de segurança às empresas, com vazamentos de dados, perda de controle de gastos, integridade do hardware, além de diversas implicações jurídicas.

Esse cenário abriu um nicho de mercado para aplicativos e mecanismos de segurança com grande potencial, principalmente na América Latina. Somente em 2015, as empresas investiram globalmente cerca de US$ 6,6 bilhões em gerenciamento de dispositivos móveis (MDM), segundo a Forrester Research. No Brasil, em 2015, a Navita empresa líder desse mercado no país, registrou 200 mil dispositivos móveis (smatphones e tablets) controlados por ferramentas de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM) e aumento de 40% na produtividade.

Para dispositivos enquadrados como BYOD (Bring Your Own Device) verifica-se redução de custo para as empresas, por não necessitar adquirir aparelhos, entretanto é importante implementar um programa que contemple segurança, políticas, processos e governança para que a economia gerada não converta em prejuízo por vazamento de informações corporativas importantes. A Navita recomenda que as empresas assumam o controle da situação, evitando riscos, principalmente trabalhistas, e ampliando os benefícios do programa.

As principais soluções para garantir a segurança de dados em dispositivos móveis estão: a criptografia de hardware e software, conteneirização do ambiente pessoal e corporativo, permitindo apartar as políticas de segurança aplicadas e conteúdos, além do transporte seguro de pacotes e documentos trafegados e rastreabilidade das informações.

Fabio Nunes, diretor de produtos e inovação na Navita, afirma “em geral as empresas tem dificuldades de monitorar e confirmar o tempo de trabalho com telefone pessoal por funcionários, especialmente no caso de demissões. Um funcionário pode dizer que estava trabalhando 24h pela empresa em seu próprio telefone e a mesma terá dificuldades para se justificar. Outro ponto é com relação às informações da empresa. Quando este funcionário sair de sua companhia, o que fazer com os dados (e-mails, planilhas, arquivos, entre outros) que ficaram armazenados no seu equipamento pessoal? Para resolver o primeiro ponto é importante ter um instrumento jurídico assinado entre a empresa e seu funcionário isentando a empresa de certas responsabilidades. Para o segundo, é necessária alguma tecnologia e existem ferramentas específicas para isso”.

Além destas ações para garantir a segurança no uso do celular pessoal em âmbito corporativo, a Navitadisponibilizou em seu site um Guia de Boas Práticas para gestão de telecom com informações e sugestões exclusivas que podem ser utilizadas pelos gestores de todos os tipos de empresa.

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E-mail corporativo: 4 fatores importantes que garantem a segurança de informações confidenciais

Um dos temas mais discutidos no mundo dos negócios é a maneira correta de se usar o e-mail corporativo através de um dispositivo móvel. Diversas informações importantes e confidencias acabam sendo vazadas, trazendo um enorme prejuízo para as empresas.

Pensando nisso, a Navita – empresa líder em mobilidade e telecom – apresenta 4 frentes principais que podem ser aplicadas por diferentes tipos de companhias para evitar complicações posteriores aos vazamentos de informações.

Monitoramento de e-mails corporativos

Com o monitoramento dos e-mails, conseguimos ter o controle da informação e a rastreabilidade, que permitirá identificar possíveis vazamentos. Também é importante classificar perfis de utilização do e-mail corporativo, restringindo algumas ações por grupo de usuários conforme o grau de elegibilidade para liberação de envio e download de conteúdos no dispositivo móvel.

Compartilhamento de arquivo

Impedir que o arquivo seja compartilhado, garante que a informação não seja roubada. É possível proteger os dados com diversas camadas de segurança e autenticação, assim como podemos impor restrições com o intuito de evitar que informações possam ser compartilhadas ou acessadas.

Credenciais em dispositivos móveis

Um dos maiores riscos é o roubo de credenciais (senhas). Dispositivos possuem muitas informações como: tolken, bancos online, acesos à sistemas corporativos entre outros dados. Uma saída interessante é não misturar o pessoal e o corporativo, utilizando a conteinerização dividindo o smartphone em área pessoal e profissional ou ampliando a camada de segurança que contemple também as credenciais.

Wipe remoto

O Wipe é a limpeza do dispositivo, que foi perdido ou até mesmo roubado, retornando as configurações de fábrica. Com isso, as informações confidenciais existentes no e-mail são apagadas e não se corre o risco de serem vazadas ou utilizadas para fins não desejados. Essa prática pode ser utilizada também para funcionários que foram desligados da empresa e utilizavam seu dispositivo.

“Atualmente muitas empresas acabam perdendo informações preciosas porque não possuem um sistema que restrinja o uso delas em dispositivos móveis. Esse é um tipo de dor de cabeça para as companhias que em muitas vezes pode ser evitado”, afirma Fábio Pacheco, especialista em soluções para dispositivos móveis da Navita.

Para implementação destas frentes se utiliza ferramentas de MDM (Mobile Device Management), disponíveis no mercado. A Navita possui sua própria ferramenta o Navita MDM e também faz a gestão dos dispositivos móveis por outros softwares.

Além dessas práticas para garantir a segurança em e-mail corporativo, a Navitadisponibilizou em seu site um Guia de Boas Práticas para gestão de telecom com informações e sugestões exclusivas que podem ser utilizadas pelos gestores de todos os tipos de empresa.

Para mais informações, acesse: www.navita.com.br

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Planilha de inventário promete auxiliar as empresas a melhorar a gestão e reduzir gastos

O Controle de Inventário pode se tornar um grande vilão para muitas empresas que tem dificuldades na gestão de seus ativos tecnológicos ou até mesmo desconhecem ferramentas que podem apoiá-los. Identificando essa necessidade na maior parte de seus clientes, a Navita criou uma Planilha de inventário, um recurso para apoiar os gestores de telecom no controle de cada um dos dispositivos móveis com relação à consistência de informações referentes a dados, custos e usuários.

O Inventário é a informação base para o Navita TEM (Telecom Expense Management), uma das principais soluções da companhia, que busca garantir uma maior eficiência no controle e redução de custos dos ativos de telecom de uma empresa. Trata-se de uma planilha bastante simples com 3 abas de cadastro – Usuários, Centro de Custo e Dispositivos – que contém uma coluna denominada Controle. Após o preenchimento, a ferramenta automaticamente vai mapear e identificar os erros encontrados.

Sem as informações corretas dos dispositivos, linhas e SIMCards de cada usuário, centro de custo que pertence e qual é o dispositivo correspondente, a empresa não consegue obter informações precisas como a quantidade de aparelhos, quais os modelos e fabricantes que trabalham e também quem são os responsáveis por estes equipamentos e gastos. Ao contrário do que se imagina não se trata apenas de um layout mais funcional para cadastro de informações, o grande diferencial desta planilha está na entrega dos resultados que apoiam a empresa no controle desses dispositivos apontando as principais inconsistências.

Para o Diretor de Serviços da Navita, Maurício Yamamura, a utilização dessa ferramenta é fundamental para que as empresas eliminem os frequentes problemas de gestão de telefonia. “O grande benefício da planilha é ter visibilidade de todo o parque de dispositivos e responsáveis, para então alocar corretamente os gastos vindos das linhas atreladas e custos de aparelhos” explica Maurício.

As informações necessárias para garantir o controle e uma boa gestão de Telecom foram mapeadas e inseridas nesta Planilha de Inventário. Baseado no conhecimento da Navita no mercado de TEM é possível saber quem está utilizando determinada linha, ter uma análise do perfil e, consequentemente um rateio de qualidade.

Saiba mais sobre redução de custos com telefonia no Guia de Boas Práticas e baixe a Planilha de Inventário no site da Navita.

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Dispositivo Móvel: Compra, Locação, Leasing ou Comodato. Qual a melhor opção?

Rotineiramente, a Navita – líder em gestão de mobilidade e Telecom – recebe questionamentos de clientes sobre a melhor opção para aquisição de dispositivos móveis, sejam eles smatphones ou tablets.

O Diretor Financeiro da empresa, Vitor Nardini de Lima, explica que, por se envolver diretamente nos processos e conhecer as demandas dos clientes e ter know-how técnico para avaliar esse quadro, dá dicas de como adquirir os equipamentos e suas variações positivas e negativas (os famosos prós e contras):

A compra de equipamentos é uma opção quando o adquirente possui uma boa saúde financeira e está disposto a alocar o seu capital de giro em ativos de longa realização. Este é o caso de investimentos em ativos fixos, ou intangíveis.

Na aquisição com recursos próprios não há a incidência de juros. Porém, a empresa deixa de remunerar o seu capital no mercado financeiro ou mesmo no giro de suas operações.

A despesa dedutível, no ponto de vista de tributação do lucro real, fica alongada e corresponde a 1/60 do valor do bem mensalmente. Sendo assim, a empresa antecipa a tributação do imposto de renda e contribuição social sobre o lucro. Por se tratar de um bem para uso e consumo, normalmente não ligado à produção, os impostos incidentes na compra do ativo fixo/intangível não darão direito a crédito.

Diferentemente da aquisição, a empresa que pretende locar ou arrendar seus dispositivos tem a vantagem de reconhecer integralmente o valor da parcela paga como “leasing” ou “aluguel” na apuração do seu lucro real. Operações de locação não tomam ou diminuem limites das linhas de crédito para aquelas empresas dependentes de captação de recursos no mercado financeiro. Desta forma, as linhas de créditos ficarão reservadas para aquelas operações que financiam a sua necessidade de capital de giro.

A locação é uma modalidade que sofre tributação somente do PIS e da COFINS, sendo isenta de ISS e ICMS. Uma opção de leasing se torna mais atrativa quando a taxa cobrada para o bem arrendado é inferior que a remuneração percebida nas aplicações financeiras da empresa.

Há, ainda, operações de leasing operacional, onde a empresa arrendadora efetua a recompra dos aparelhos após o término no contrato. Nestas situações, algumas instituições praticam taxas negativas. Isso, porque o arrendatário não está adquirindo o bem. Ele estará sim financiando, ou alugando, o seu uso por um determinado período de tempo, não incidindo juros sobre a parcela residual futura do bem.

Quanto ao regime de comodato, trata-se de uma opção para os casos onde um equipamento é cedido, e cobrado, juntamente de um serviço ou um bem de consumo de varejo. Do ponto de vista de crédito e financiamento de capital de giro a operação de comodato oferece vantagens similares ao leasing ou aluguel.

O lado negativo da operação é a somatória dos custos da amortização do equipamento aos demais custos da prestação do serviço. A prestação do serviço possuirá um preço maior e sobre ela incidem o ISS, o PIS e COFINS. Os custos precisam ser pagos por receitas e estas receitas sofrerão maior tributação que um leasing ou locação.

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Brasil IT+ apresenta amplo portfolio de soluções no Gartner Symposium/ITxpo 2014

Com um pavilhão integrado por 18 empresas, o Brasil terá uma participação de destaque em seu 11° ano consecutivo como patrocinador do Gartner Symposium/ITXPO, o maior e mais importante encontro anual de chief information officers (CIOs) e de líderes da indústria de TI dos Estados Unidos. O evento será realizado de 5 a 9 de outubro em Orlando, Flórida, e deverá receber mais de 9.000 visitantes entre formadores de opinião, analistas, consultores, executivos com poder decisório em grandes e médias companhias norte-americanas, incluindo 2.700 chief executive officers (CIOs) e mais de 290 fornecedores.

A iniciativa integra o programa de internacionalização competitiva de software e serviços de TI gerenciado pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Seu objetivo é fomentar novas oportunidades de negócios no mercado internacional e fortalecer a imagem de competência da indústria nacional de software e serviços de TI, identificada no exterior pela marca Brasil IT+.

Irão compor o pavilhão brasileiro Brasil IT+ no Gartner Symposium/ITXPO as empresas Actminds, Apdata, Aurus, BRQ, Grupo HDI, Icaro, Ilegra, MC1, Mercado Eletrônico, Milldesk, Navita, Siena Idea, Sikur, Softexpert, STA Holding, Stefanini, Tokenlab e TOTVS. Elas levarão para a mostra um portfolio robusto contemplando desde aplicações de segurança, mobilidade e big data, até Business Process Management (BPM), Enterprise Resource Planning (ERP), e-Procurement, help desk e service desk, até soluções baseadas em nuvem, desenvolvidas sob demanda e serviços de consultoria.

“Recebemos este ano o reforço de duas companhias de peso em nosso pavilhão, a TOTVS e o Mercado Eletrônico. Além disso, cinco das empresas que compõem a delegação brasileira já estão presentes nos relatórios do Gartner, gerando um círculo virtuoso entre a organização, o analista e o cliente final. Outro ponto de destaque é que 11 já mantêm escritórios próprios nos Estados Unidos”, ressalta Fernando Cariello, consultor da Softex responsável pela participação do país no evento.

Considerado um mercado-alvo estratégico, os Estados Unidos vivem um momento de aumento em investimentos em TI superior à projeção de crescimento econômico. “É um mercado verdadeiramente global. A origem do fornecedor realmente não importa. Os clientes estão procurando a solução, sendo ela um produto ou serviço que reflita as melhores práticas da indústria, siga as normas exigidas e possa ser integrado ao processo de negócio da organização”, complementa Cariello.

“A TOTVS enxerga o mercado americano como uma nova oportunidade de crescimento alinhada à estratégia da empresa de se consolidar como uma companhia global. É também um mercado enorme e entendemos que, ao mesmo tempo em que aprendemos com ele, temos oportunidade de levar um conhecimento único em soluções verticalizadas e nossa plataforma de colaboração. Com isso em mente, buscamos construir uma rede de parceiros que conheçam o mercado americano e estejam interessados em construir conosco um portfolio inovador focado para esse mercado. O GartnerITxpo, além de destacar as principais tendências do mercado de tecnologia, possibilita a exposição de nossas soluções integradoras a um grupo de pessoas e empresas que valorizam e demandam inovação”, analisa Marcelo Eduardo Sant’ana, diretor de Mercado Internacional da TOTVS.

Participando do GartnerITxpo pela primeira vez, a Mercado Eletrônico, empresa líder em fornecimento de soluções e serviços para as áreas de Compras e Suprimentos, também aposta no potencial do mercado norte-americano. “O e-Procurement do Mercado Eletrônico movimenta mais de R$ 60 bilhões todo ano e contamos com cerca de um milhão de fornecedores em nossa base”, afirma Nei Tremarin, chief marketing officer (CMO) da companhia. “Estes números, somados à nossa experiência e atuação global, nos permitem fazer parte do Quadrante Mágico do Gartner de Strategic Sourcing Application Suites. Detacar-se nesse estudo e estar entre as brasileiras presentes no GartnerITxpo 2014 reforçam nosso posicionamento de liderança na área de compras”, acrescenta Tremarin.

Cesar Bertini, CEO da MC1, líder na América Latina no fornecimento de soluções para negócios e processos por meio da mobilidade, acredita que “fazer parte deste encontro é uma grande oportunidade de estreitar o nosso relacionamento com os nossos atuais clientes e com os analistas que já conhecem o nosso trabalho, pois já fomos citados em um relatório. Esta presença nos permite aproximar de prospects e formadores de opinião, abrindo perspectivas de negócios, como já ocorreu no passado”.

O consultor da Softex lembra que as empresas brasileiras presentes ao GartnerITxpo 2014 já atendem clientes globais com as mais variadas necessidades em TI e se sobressaem em relação a outros players do setor por seu diferenciado capital tecnológico, tais como profissionais alinhados com a cultura ocidental, localização geográfica e fuso horário favorável.

Tendo como tema “Conduzindo o Negócio Digital” (Driving Digital Business) e como keynote speakers Satya Nadella, chief executive officer (CEO) da Microsoft, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, Inc. e cientista chefe da Fusion-IO, esta edição do Gartner Symposium/ITxpo 2014 deverá receber 9000 expositores e ser visitada por 2.700 chief information officers (CIOs).

“Desde a nossa primeira participação no Gartner Symposium/ITxpo, em 2004, o evento se firmou como um dos mais importantes de nossa grade internacional. Podemos afirmar que a percepção do mercado norte-americano sobre a tecnologia “made in Brazil” mudou muito. Esse encontro não só permite apresentar ao mercado norte-americano nosso capital tecnológico, mas é também uma oportunidade para contatarmos formadores de opinião com poder de influência em decisões de compra e organizações com as mais variadas necessidades em TI”, avalia Gláucia Chiliatto, gerente internacional da Softex.

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