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Livro ensina como empreender “Sem dinheiro”

A primeira grande preocupação que costuma surgir à cabeça quando se quer empreender é o quanto se pretende investir. Os cálculos a serem feitos seriam decisivos para a tomada de decisão. Nem sempre o saldo insuficiente pode barrar a vontade de abrir uma empresa. Tanto que o autor Bruno Perin lança neste mês de outubro o livro “Sem dinheiro – como construir uma startup com pouca grana” falando sobre este assunto. Com um estilo direto de escrever e linguagem de redes sociais, típico de sua geração, o escritor não apenas dá dicas sobre como é possível concretizar iniciativas empreendedoras em tempo de crise com a conta próxima de zero, mas também conta como chegou a esses ensinamentos por meio de várias tentativas que fez na vida que deram certo (e outras não), compartilhando todo o conhecimento com os leitores.

O livro – Dividido em sete capítulos, Bruno se preocupou em começar sua obra abordando sobre as lendas e verdades do empreendedorismo que todo mundo deve saber antes de colocar uma ideia em campo. Na sequência, aborda as diferenças entre valor e dinheiro seguido de uma orientação de como encontrar uma ideia que realmente valha a pena. Depois, é mostrado o processo de lapidação que transforma a boa ideia em uma grande oportunidade de negócio, bem como os recursos que devem ser conquistados quando não se tem grana para dar o start inicial. Mas nem tudo são flores: Bruno chama a atenção no sexto capítulo sobre os cuidados indispensáveis que se deve ter na jornada empreendedora e encerra com uma lista de motivos para dar continuidade mesmo com tantas barreiras (financeiras).

Motivações e curso – “A principal motivação que me fez sentar na cadeira e escrever ‘Sem dinheiro’ foi ver uma repetição frequente das pessoas que querem empreender, mas a desculpa da falta de grana empacar a realização dessa vontade. É possível sim. Não existe uma fórmula a ser seguida, mas eu dou uma sugestão de como o leitor pode começar a seguir o seu caminho. Muitas vezes o que falta é esse empurrão e incentivo iniciais”, destaca Bruno. A obra está à venda na internet no site http://www.brunoperin.com/semdinheiro/ com frete grátis e já autografada. Dessa forma, será possível acessar este livro mesmo em cidades onde não há livrarias visto que distribuição é o principal desafio no mercado editorial brasileiro. Junto com o livro também poderá ser adquirido um curso on-line com mais de 10 horas de conteúdo em vídeo, slides, 4 e-books, áudios-aulas e resumos de 27 livros de empreendedorismo recomendados por Perin.

Recomendações – Aos 30 anos, Bruno é investidor em quatro starturps e é um dos nomes mais influentes em empreendedorismo da América Latina segundo o Conselho Latino Americano de Administração. A rede de contatos de Bruno fez com que “Sem dinheiro” fosse recomendado por nomes referências em empreendedorismo no Brasil como Leandro Vieira (CEO do Portal Administradores), Carlos Wizard Martins (Autor do livro “Do zero ao milhão”) e Wagner Siqueira (Presidente do Conselho Federal de Administração). Na contracapa estão também recomendações internacionais do lançamento de Bruno como Chris Guillenbeau (autor de “A startup de 100 dólares), Tim Draper (um dos maiores investidores de startups do mundo) e Tina Seelig (nome de peso na área de ensino empreendedor).

“Sem dinheiro” é o terceiro livro do gaúcho Bruno Perin que atualmente vive no Espírito Santo, se dedica às startups que é investidor e percorre o Brasil fazendo palestras sobre empreendedorismo de alto impacto e causando surpresa nas plateias Brasil afora com seu jeito único e “fora do padrão” que se espera de um palestrando que fala sobre o mundo dos negócios. Sua obra anterior é “A Revolução das Startups”. Também escreveu “Os 15 maiores erros de novos empreendedores” que atingiu o primeiro lugar na Amazon em apenas 12 horas. Colunista em mais de 13 blogs e sites, é o articulista brasileiro com maior presença digital no país. Só nos últimos três anos seus conteúdos escritos tiveram mais de 13 milhões de pageviews.

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Brasil precisa alcançar novo patamar na competitividade global, afirmam líderes empresariais em Fórum em São Paulo

Lideranças empresariais dos setores público e privado participaram, na manhã desta quarta-feira (25/10), da primeira edição do FÓRUM NACIONAL DE COMPETITIVIDADE, novo projeto do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, em parceria com a Whirlpool, dona das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid. Estiveram presentes na abertura do evento, realizado no Hotel Grand Hyatt, em São Paulo, Paulo Uebel, secretário Municipal de Planejamento e Gestão da Prefeitura de São Paulo; João Carlos Brega, presidente da Whirlpool América Latina; Roberto Giannetti da Fonseca, vice-chairman do LIDE; Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil; Nicola Calicchio, presidente da Mckinsey & Company; Gustavo Ene, CEO do LIDE; Decio da Silva, presidente do Conselho de Administração da WEG, e Luiz Fernando Figueiredo, CEO da Mauá Capital.

Para o vice-chairman do LIDE, Roberto Giannetti da Fonseca, o evento acontece em um momento extremamente oportuno para o Brasil. Ele destacou que “o crescimento do País dessa vez virá pela competitividade. O Brasil precisa se tornar um parceiro global”.

Paulo Uebel, secretário Municipal de Planejamento e Gestão da Prefeitura de São Paulo, enfatizou que “precisamos reduzir os gastos públicos, que são o principal gargalo para os investimentos no Brasil. Enquanto não fizermos isso, com uma reflexão madura, baseada em dados e evidências, infelizmente não vamos ter um País mais competitivo. Esse evento hoje é fundamental e um trabalho que permitirá uma discussão sólida, e tenho certeza que as conclusões serão muito importantes para nós”.

Em sua apresentação, Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, reforçou que a posição do Brasil em relação a competitividade global, por uma série de motivos, vem caindo, ficando à frente apenas da Venezuela e Mongólia. “O momento que vivemos também cria oportunidades e o uso da tecnologia é um caminho possível para reposicionar o País. Precisamos olhar para recursos tecnológicos, como a Inteligência Artificial, para que o Brasil alcance uma posição de competitividade. Ela parece futurista, mas já está presente e vai mudar a forma como pensamos em educação e o mercado de trabalho”.

O FÓRUM NACIONAL DE COMPETITIVIDADE tem patrocínio da BRAGA NASCIMENTO E ZÍLIO ADVOGADOS ASSOCIADOS, D’OR CONSULTORIA, MICROSOFT e SOUZA CRUZ. O apoio é da SORANA / AUDI, AWS INTEL. São fornecedores oficiais GRUPO CDI, PR NEWSWIRE e RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, SAÚDE A QUALQUER HORA e TRÊS CORAÇÕES. O jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, revista LIDE e TV LIDE e PR NEWSWIRE são mídia partners.

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CCP lança primeiro e-commerce brasileiro dedicado exclusivamente a lojistas de shopping centers

A CCP (Cyrela Commercial Properties), uma das empresas líderes do Brasil no segmento de imóveis comerciais, vai lançar em novembro o “ON Stores”, e-commerce projetado especialmente para os lojistas dos seis complexos de compras e lazer administrados pela companhia nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás.

Primeiro marketplace do gênero na indústria brasileira de shoppings, o “ON Stores” permitirá a varejistas, de diferentes segmentos, usar um canal exclusivo de vendas online, com relevante tráfego, estrutura simplificada e um diferencial de operação: todos os itens adquiridos pela internet deverão ser retirados pelo cliente na respectiva loja física.

Segundo o diretor-presidente da CCP, Pedro Daltro, o objetivo é ampliar conveniência aos clientes e gerar mais oportunidades aos lojistas. Daltro estima que o “ON Stores” opere inicialmente com uma base de 50% do total de locatários dos shoppings da CCP. “Pela funcionalidade, benefícios e potencial, o ON Stores deve gerar aumento inicial de 5% sobre as vendas totais “, calcula.

Operando no conceito omnichannel, o e-commerce da CCP poderá ser acessado em desktops ou dispositivos móveis. Terá como vantagem competitiva estar integrado a uma tecnologia derivada do ON, projeto lançado em janeiro para atuar nos shoppings da rede como concierge digital. Em oito meses, a plataforma superou três milhões de visualizações e meio milhão de usuários ativos.

Se para os clientes a proposta é ampliar conveniência, para os lojistas o foco é oferecer vantagens como vendas adicionais devido à retirada dos produtos nas lojas físicas; baixo investimento; custo de operação inferior à média de outros marketplaces; maior relevância na internet; e novo canal de venda para divulgação e diversificação de público e portfólio.

Todos os shoppings da rede (Grand Plaza Shopping, Shopping Cerrado, Shopping Cidade São Paulo, Shopping D, Shopping Metropolitano Barra e Tietê Plaza Shopping) terão a própria loja virtual, integrada ao ON e customizada conforme mix de lojas e de produtos.

O modelo da CCP não existe no Brasil. Nos Estados Unidos, onde o e-commerce está mais avançado, marketplaces similares atraem clientes, mas os redirecionam às lojas virtuais dos varejistas. “No ON Stores, o usuário permanece no mesmo ambiente digital até finalizar a compra, sendo que o lojista, no painel de controle online, acompanha toda a movimentação, incluindo vendas, pagamentos, estoque e outras informações gerenciais”, explica Daltro.

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ClickSoftware é destaque do Gartner pela sexta vez consecutiva

A ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções de gerenciamento de serviços em campo, anuncia que foi posicionada entre os Líderes do Quadrante Mágico do Gartner 2017 em Gestão de Serviços em Campo. Este é o sexto ano consecutivo que a ClickSoftware é destacada como líder, com base nos critérios do Gartner, o que representa um desempenho sem precedentes no setor.

A posição de liderança da ClickSoftware reflete a alta classificação obtida no que diz respeito aos quesitos integralidade de visão, capacidades de execução e atendimento às necessidades do mercado incorporando tecnologias emergentes em seus produtos.

“Os desafios para aprimorar as experiências dos clientes nunca foram tão grandes para os prestadores de serviços, e a ClickSoftware continua a desenvolver soluções de serviços em campo que maximizam a eficiência e eficácia dos profissionais deste segmento”, ressalta Paul Whitelam, VP de Marketing de Produtos da ClickSoftware. “Não poderíamos estar mais entusiasmados em termos sido reconhecidos pelo Gartner pelo nosso compromisso de atender às necessidades dos consumidores mais exigentes, impulsionando profundamente a otimização do agendamento de serviços, por meio de ferramentas móveis extensíveis e inovação conduzida por inteligência artificial e análises preditivas”, completa o executivo.

A ClickSoftware está comprometida em ser a empresa de gerenciamento de serviços em campo mais inovadora do mercado, oferecendo soluções e experiências que aceleram o retorno do investimento dos clientes.

Para ter acesso ao relatório completo do quadrante mágico do Gartner para a Gestão de Serviço em Campo de 2017, clique aqui.

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Startups brasileiras disputam investimento de R$ 1 milhão para superar o “Vale da Morte”

A expressão deixa clara a tensão do momento: para as startups, o “Vale da Morte” se refere ao gap de apoio e financiamento que ocorre, geralmente, entre o aporte feito por investidores-anjo – em média, R$ 100 mil – e o aporte feito por fundos de investimento em empresas em estágio inicial – em média, R$ 3 milhões. De acordo com levantamento da Fundação Dom Cabral, uma em cada quatro startup fecha com menos de um ano de funcionamento; metade encerra a operação com menos de quatro anos.

Para ajudar essas pequenas potências a superar o momento crítico, a Finep criou o programa Finep Startup, que vai investir até R$ 25 milhão em 25 empresas na primeira rodada. A primeira disputa acontece entre os dias 17 e 19 de outubro, no escritório da Finep no Itaim Bibi, em São Paulo. As 75 startups finalistas terão 15 minutos para apresentar suas propostas a uma banca composta por especialistas em inovação, investidores do mercado e outros agentes do ecossistema empreendedor.

A seleção será feita com base em três quesitos: mercado e estratégia; inovação e diferenciais; e empreendedor e equipe. O objetivo é alavancar o crescimento e estimular os empreendedores nesta fase final de desenvolvimento do produto para colocá-lo no mercado. O resultado final, com as 25 empresas escolhidas, será divulgado no dia 19 de novembro.

As startups classificadas para a fase final atuam, principalmente, com os temas Internet das Coisas (14 empresas), Educação (14), Fintech (11) e Agritech (10). Entre os estados que concentram o maior número de candidatas na lista estão São Paulo (21 empresas), Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (10) e Minas Gerais (9).

Finep Startup

Lançado no fim de junho, o programa prevê investimento de R$ 400 milhões em quatro anos, via participação no capital das startups. Além do recursos financeiro, as empresas poderão aproveitar o conhecimento dos especialistas da Finep e a rede de contatos da agência governamental, responsável pela consolidação do investimento de risco no Brasil.

A Finep, no entanto, não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Por isso, o edital tem um mecanismo para estimular o empreendedor a buscar investimento privado: as startups que apresentarem cartas de investidores-anjo vão ganhar pontos extra na seleção. O modelo, inédito no Brasil, foi inspirado em programas de países como os Estados Unidos.

A segunda rodada de submissão de propostas será aberta em janeiro de 2018.

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Brasil no caminho da indústria 4.0 – Por César Gaitan

Assim como em outros momentos da história, o mundo vive atualmente um período disruptivo de transformação por conta da Indústria 4.0. Se no passado o impacto se deu por meio da transição dos métodos de produção artesanal para a fabricação mecanizada, hoje a revolução quebra paradigmas e vai além dos conceitos estabelecidos ao longo de décadas.

Considerada a quarta revolução industrial, a teoria surgiu em 2012 na Alemanha e rapidamente se espalhou por países da Europa, Ásia e América do Norte. Muito mais do que a conexão entre equipamentos e troca contínua de dados, esse conceito integra as principais inovações tecnológicas no campo da automação – aplicadas aos processos de manufatura. Com isso, abre caminhos para uma nova forma de gerir uma planta industrial de forma holística, autônoma e com maior interação entre as cadeias de valor, consumidor e produtos.

No Brasil, é importante ressaltar que a Indústria 4.0 vive um período ainda embrionário. Particularmente, em termos gerais, acredito que o país está caminhando neste sentido quando se comparado com outras nações.

Considero o apoio do setor público, seja por meio de incentivos fiscais ou linhas de financiamento, ponto fundamental para a implantação desse conceito no Brasil. Foi dessa forma que a Indústria 4.0 se consolidou na Europa e América do Norte. Os governos perceberam que, em um mundo globalizado, seria de extrema importância modernizar e otimizar processos, ampliar capacidade de produção, inovação e competitividade de suas indústrias. E assim foi feito. Hoje vemos países, menores economicamente que o Brasil, caminhando em um ritmo mais acelerado nesse processo.

As empresas brasileiras precisam buscar a incorporação e o desenvolvimento dessas tecnologias e coloca-las em prática com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores.

É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil. E é nisso que a Festo tem trabalhado. Com o know-how de ser a líder mundial em automação industrial, nossa empresa vem propagando esse conceito por meio de seus projetos e também a partir de iniciativas voltadas ao desenvolvimento do profissional que atuará nessa nova revolução da indústria.

Como um exemplo do compromisso da Festo com essa nova revolução, lançamos mundialmente o Motion Terminal VTEM, um produto revolucionário que marca essa nova fase da automação industrial. A solução substitui mais de 50 componentes individuais, desde modificações básicas das funções da válvula de controle direcional até o comportamento proporcional de diferentes perfis de movimento e digitaliza a tecnologia pneumática já consagrada na indústria.

Trata-se de um novo método de integração de funções que simplifica toda a cadeia de valor, já que apenas um hardware é necessário, fato que abre novas perspectivas para os fabricantes de máquinas e clientes finais.

Além do foco em inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, a Festo, por meio da unidade de negócio Didactic, oferece às instituições de ensino e empresas, centros de treinamento e qualificação em automação industrial, nas principais áreas do conhecimento como: mecânica, fluidos, eletricidade, eletrônica, controladores lógicos programáveis e redes de comunicação, automação da manufatura, automação de processos contínuos, sistemas modulares de produção, robótica industrial e móvel e Indústria 4.0. Foi a maneira que encontramos de introduzir os conhecimentos dessa nova era aos profissionais que atuam no mercado.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga a implementação de maneira simples desse novo conceito tecnológico. E nesse cenário a Festo está inteiramente engajada. Há quase 50 anos atuando no País, nossa empresa acredita no Brasil e continuará investindo em projetos e programas que ampliem cada vez mais a competividade da nona maior economia do mundo.

César Gaitan é Diretor Presidente da Festo Brasil.

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Cinco maneiras criativas de descobrir se você teve uma boa ideia

Você estava em seus afazeres diários quando de repente teve uma boa ideia.

Essa é aquela que você acredita que vai mudar tudo, que irá te deixar milionário.

Investidores vão fazer fila para colocar o dinheiro deles em sua ideia, você vai comprar uma casa numa ilha paradisíaca e sair na capa da Forbes, tudo graças a essa sua maravilhosa ideia.

Mas como você sabe que é uma boa ideia?

“Sexto sentido”, “algo está me dizendo que sim”, “tenho certeza”, podem não ser respostas boas o suficiente para tornar isso uma verdade.

A Harvard Business Review – uma revista de negócios mantida pela Escola de Negócios de Harvard – fez uma pesquisa com proprietários de pequenas empresas e startups.

Através da pesquisa, ela encontrou cinco maneiras que essas pessoas classificaram como a melhor forma de descobrir se sua ideia de um novo negócio é realmente boa, ou não passa de uma “pira errada”.

1 – Pergunte para colegas, mentores ou conselheiros

Você, provavelmente, tem, em seu círculo social, alguém em quem você confia que tenha um bom julgamento, seja essa pessoa um colega de trabalho ou alguém que você vê como um mentor.

Procure essa pessoa e peça pelo seu feedback honesto.

Você pode, inclusive, procurar agências, como o Sebrae, que possuem serviço de consultoria por um preço bastante acessível, com ótimos profissionais.

2 – Amigos e família

É sempre bom consultar profissionais, mas não esqueça da opinião de seus amigos e família.

Dependendo da ideia, seu grupo de amigos pode atuar como beta testers, sendo uma forma bastante barata de se fazer uma prova de conceito.

Mesmo que seus amigos e família possam não entender muito do mundo corporativo, são pessoas que se importam com você. Portanto, você deveria levar a opinião (e o feedback) deles em conta.

3 – Faça uma pesquisa de mercado através do crowdsource

Crowdsource são pessoas que se unem para resolver problemas em conjunto, criar novos produtos, testarem sites, criarem conteúdo, encontrarem soluções e muito mais.

Apesar do nome difícil, é algo que existe há muito tempo (cooperativas são um exemplo de crowdsource).

Sites gratuitos de anúncios – Craigslist, Mercado Livre, Toda Oferta, etc., podem ser utilizados para reunir pessoas interessadas em testar gratuitamente um produto.

Vai abrir uma sorveteria que vende sorvetes artesanais? Ofereça amostras e peça o feedback das pessoas!

Você terá custos, com certeza, mas os custos serão bem menores do que investir numa ideia através do puro “achismo” e quebrar depois.

4 – Grassroots, ou “raiz de grama”

Você pega um tufo de grama, planta em um solo adequado, com nutrientes e incidência de luz solar, rega esse tufo, e, em questão de semanas, essa grama espalhou-se por uma área muito maior.

No mundo dos negócios, isso também funciona.

Bata de porta em porta em sua comunidade, peça para pessoas (se for uma ideia B2C) ou para empresas (se for uma ideia B2B), qual a opinião delas sobre sua ideia, de preferência dando a elas insumos para que sua ideia seja testada.

Vai abrir um restaurante?

Que tal fazer uma pesquisa boca a boca na área de atuação de seu restaurante, perguntando o que as pessoas prezam quando vão a um restaurante, o que elas gostariam de ver de diferente?

5 – Seja seu próprio rato de laboratório

Algumas ideias pedem por um voluntário para usar o produto ou testar o serviço.

E quem melhor do que você mesmo para ver se sua ideia funciona?

Claro que esse método não vai funcionar para tudo.

Mas, se você puder começar pequeno e testar por conta própria sua ideia, você vai economizar tempo e dinheiro que gastaria envolvendo grupos de terceiros nessa tarefa.

Uma das entrevistadas para a revista Harvard Business Review sobre novos negócios foi Annalisa Berns, que trabalha como investigadora particular de pets perdidos.

Na entrevista ela contou que muitos achavam absurda a ideia, mas que, atuando por conta em casos de animais perdidos e percebendo que tinha condições de fazer um bom trabalho (e principalmente que o mercado tinha espaço para esse tipo de atividade), decidiu investir e hoje tem um negócio de sucesso.

Da mesma forma que Annalisa, se você tem condições de testar sua ideia por conta – por mais insana que essa ideia possa parecer – faça já!

Essas são cinco maneiras de testar uma nova ideia, utilizadas por empreendedores de sucesso do mundo todo.

Por que não tentar com a sua ideia? Talvez, dessa forma, aquela casa isolada em uma ilha paradisíaca pode chegar mais rápido do que você imagina!

Por Siro Canabarro, CMO da Gumga.

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Softex reassume a gestão das operações do Start-Up Brasil

Criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC em novembro de 2012, o Start-Up Brasil agrega um conjunto de atores em favor de iniciativas empresariais de base tecnológica. O programa tem como objetivo apoiar soluções inovadoras em software, hardware e serviços de tecnologia da informação (TI) ou de serviços que se utilizem das TICs como parte da solução inovadora.

A nova fase do programa, lançada em Agosto deste ano, dispõe de R$ 9,7 milhões para apoiar 50 projetos de empresas nascentes de base tecnológica (startups) com até R$ 200 mil em bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os recursos são do orçamento do MCTIC.

O programa é uma das principais iniciativas para impulsionar a economia brasileira e tem como base cinco pilares: desenvolvimento econômico e social, posicionamento internacional, inovação e empreendedorismo, produção científica, tecnológica e de inovação e competitividade.

“A Softex pretende nos próximos dois anos, em parcerias com a Secretaria de Política de Informática – SEPIN e outros atores do ecossistema, conduzir as operações do Start-Up Brasil a um espaço colaborativo para que todos os players do ecossistema nacional possam contribuir na evolução do programa e no mapeamento dos reais desafios do empreendedorismo nacional. O que marcará esta nova gestão será a interface com os demais programas de Governo Federal focados na competitividade nacional, nos quais a Softex atua diretamente, bem como a interação com ações regionais executadas pela Rede Softex por meio do seus 23 agentes regionais e parceiros estratégicos”, comenta o Vice-Presidente Executivo da Softex, Diônes Lima.

A Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – Softex trabalha desde 1996 com a missão de ampliar a inovação e a competitividade do setor brasileiro de software e serviços de tecnologia da informação, promovendo o desenvolvimento do país.

Ao reassumir a gestão operacional do Start-Up Brasil, a Softex agrega a oferta de programas complementares em diversas áreas, com destaque para inovação, inteligência e internacionalização de empresas de TICs.

O Start-Up Brasil está com inscrições abertas até 04 de outubro

Serão selecionados até 50 projetos de empresas nascentes de base tecnológica. Desde o lançamento, a iniciativa do governo federal já apoiou 183 startups com R$ 34,7 milhões em investimentos. As 50 startups selecionadas deverão se associar às aceleradoras qualificadas pelo Programa.

O Start-Up Brasil já executou dois ciclos de aceleração, de 2013 a 2015, quando apoiou 183 startups, distribuídas por quatro turmas e oriundas de 17 estados e 13 países. Até o momento, o MCTIC aportou R$ 34,7 milhões a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) de startups de tecnologia da informação (TI). A iniciativa alavancou aproximadamente R$ 103 milhões em investimentos privados e gerou mais de 1.200 empregos diretos.

Ao todo, 2.855 propostas se submeteram ao Programa. O apoio contemplou startups de diversos segmentos da economia, como educação, saúde, agronegócio, biotecnologia, varejo e logística. O Start-Up Brasil promoveu integração entre empreendedores de todo o território nacional, com destaque à presença de empresas e aceleradoras das regiões Norte e Nordeste, que, a partir do segundo ciclo, ganharam espaço no ecossistema empreendedor.

As startups também participam de uma série de eventos e atividades de capacitação e de aproximação com grandes companhias nacionais e internacionais, bem como com investidores; além de programas de acesso a mercado e compras públicas. Durante todo este processo as empresas são acompanhadas pelas aceleradoras e também pelos gestores do programa Start-Up Brasil.

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Como a tecnologia do blockchain ajuda a barrar corrupção

Por Guto Schiavon

Operação Lava Jato, delações premiadas e investigações da Polícia Federal são algumas das frases mais repetidas pelo Brasil nos últimos meses. É de conhecimento de todos que a corrupção assola o país e, a cada dia, novos escândalos nos surpreendem, deixando a situação política e econômica cada vez mais instável.

Infelizmente, não é só o Brasil que sofre com esse problema. Segundo levantamento da ONG Transparency Internacional, mais de seis bilhões de pessoas vivem em países afetados por esse grave problema. Porém, países extremamente corruptos, como Malásia e Honduras, estão querendo recuperar suas economias por meio da ajuda de um novo tipo de tecnologia: o bitcoin.

Você deve estar se perguntando – “qual é a relação entre bitcoin e corrupção? As moedas virtuais são mais transparentes? ” Esse texto fala exatamente sobre isso e acho essencial esclarecer algumas dúvidas.

Primeiramente, o bitcoin é uma moeda digital protegida por uma criptografia especial, sendo chamada também de criptomoeda. É importante destacar que as transações de bitcoins são realizadas por meio da tecnologia do blockchain, que é uma base de dados com cópias idênticas que são distribuídas e controladas por computadores diversos, que são as partes envolvidas nas transações.

Assim, pode-se afirmar que o bitcoin é uma moeda cujo uso é independente de bancos ou outras instituições financeiras. Nesse caso, a tecnologia do blockchain é utilizada para gravar todas as operações realizadas, desde a primeira, garantindo que elas são rastreáveis, não duplicadas ou fraudulentas.

Para facilitar o entendimento, deve-se lembrar que uma transação financeira deve ter duas informações principais: a quantidade de dinheiro e quem deverá recebê-lo. No bitcoin essas informações são enviadas na transação, de forma pseudoanônima, e quando a transferência é realizada, esse registro vai para um banco de dados gigante, transparente e imutável. Ou seja, o blockchain nada mais é do que um histórico encadeado de todas as transações feitas com o bitcoin, desde a primeira, realizada em 2009. Por isso, afirma-se que as transações da moeda digital são extremamente seguras.

Hoje, quando você paga seus impostos, não há como garantir para qual área do governo ele vai. Além disso, existe um grande risco desse dinheiro ir para o bolso de algum parlamentar. Com uma economia baseada em bitcoin, seria possível rastrear todo o destino do dinheiro, desde quando ele sair do seu bolso, até o destino final. Com isso, conseguiríamos diminuir de forma gigantesca a corrupção, visto que qualquer bitcoin fora do endereço de destino seria facilmente identificado e denunciado pela população.

Para finalizar, é possível perceber que o bitcoin é uma moeda transparente e pode se tornar uma alternativa surpreendente para o combate à corrupção. Infelizmente essa situação nos leva a pensar na seguinte pergunta: o que falta para o Brasil adotar o bitcoin e utilizar a tecnologia blockchain? É o que todos nós queremos saber.

Guto Schiavon é COO da FOXBIT, a maior corretora de bitcoins da América Latina.

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GoPro apresenta HERO6 Black

A GoPro, Inc. (NASDAQ: GPRO) apresenta a HERO6 Black, sua câmera mais poderosa e conveniente até agora. Alimentada pelo processador criado especialmente para ela, o GP1, a HERO6 alcança um novo patamar de performance incluindo os incríveis vídeos de 4K60 e 1080p240 e a melhor performance de estabilização de imagem. A GoPro também apresenta a Fusion, sua nova câmera 5.2K esférica à prova d’água. Além disso tudo, a marca apresenta novos mounts e acessórios e novos modos de voo automáticos do drone Karma.

Nicholas Woodman, fundador e CEO da GoPro, apresentou a HERO6 e Fusion para um grupo internacional na Academia Californiana de Ciências em São Francisco, Califórnia.

Assista a apresentação aqui.

“A HERO6 é um novo patamar em qualidade de imagem, estabilização de vídeo e o fato de ser três vezes mais rápida no QuikStories a torna uma extensão de storytelling poderosa de seu smartphone”, afirma. “Nunca foi tão fácil viver e depois compartilhar usando uma GoPro”.

HERO6 BLACK – R$2.499,00

Com as resoluções incríveis 4K60 e 1080p240 entregues em um design resistente, à prova d’água, para se levar a qualquer lugar, a HERO6 Black e o GoPro App transformam suas aventuras automaticamente em vídeos cinematográficos com o QuikStory, prontos para serem compartilhados. A HERO6 também melhorou muito o alcance dinâmico e a performance com pouca luz e adicionou a capacidade de zoom digital.

Alimentada pelo processador projetado pela GoPro, GP1
Vídeos em 4K60 e 1080p240
Compatível com QuikStories e GoPro App
A mais avançada estabilização de imagem de todas as câmeras HERO
Novo Zoom Touch
3x mais velocidade de download com Wi-Fi de 5GHz
À prova d’água até 10m
Compatível com Karma, mounts e acessórios da GoPro
Alcance dinâmico e performance em luz baixa melhorados
Modo de fotografia RAW e HDR
Controle de voz em 10 idiomas
GPS, Acelerômetro e Giroscópio
WiFi + Bluetooth

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Thomson Reuters anuncia solução para microempresas que faz integração com o sistema do contador

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia o lançamento do OnBalance, uma plataforma SaaS que tem o objetivo de simplificar a gestão financeira de microempresários do setor de serviços. A plataforma, armazenada na nuvem, permite que o microempresário lance notas fiscais de serviço para mais de 600 municípios, emita boletos registrados e controle o fluxo de caixa, entre outros.

Entre as grandes novidades do OnBalance, é a possibilidade de enviar informações em tempo real ao contador, uma vez que a solução tem integração nativa com as soluções Domínio, da Thomson Reuters, utilizadas por mais de 20 mil escritórios de contabilidade em todo o Brasil, uma exclusividade no segmento. “Nós pensamos em uma solução intuitiva e inteligente que, além de facilitar a gestão e os negócios do contador, pudesse reduzir custos e aumentasse a produtividade da empresa, estabelecendo uma relação de parceria e amplo benefício entre o contador e o microempresário”, comenta Marcondes de Borba, Diretor da Unidade de Negócios de Impostos e Contabilidade para Profissionais da Thomson Reuters.

O OnBalance já está disponível no mercado para os microempresários e, por estar armazenado em nuvem, o acesso é feito por meio de um navegador de internet, que também inclui a utilização a partir de dispositivos móveis.

Saiba mais sobre o OnBalance, da Thomson Reuters, em: www.onbalance.com.br

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Varejo físico e online precisam andar de mãos dadas

Por Luis Pelizon

Os varejistas convencionais brasileiros já entenderam que não há escapatória: modernizar seu modelo de negócio e acompanhar a revolução tecnológica para atender seu cliente de uma maneira omnichannel é um pré-requisito para que a operação seja bem-sucedida.

Muito falado na teoria e pouco colocado em prática no Brasil, o conceito de omnichannel rege que o consumidor seja entendido de maneira igual ecomplementar em todos os canais. Diferente da multicanalidade, que é o simples fato de a empresa vender em vários canais, o omnichannel se caracteriza pela padronização da comunicação e sintonia entre todas as formas de atendimento: central telefônica, e-mail, site no desktop, site no mobile e loja física.

As varejistas que conseguiram estabelecer um atendimento igualmente satisfatório em todos os canais disponíveis já perceberam o quanto isso faz diferença no processo de fidelização do cliente. É essencial que as empresas armazenem e unifiquem seus dados de vendas e de atendimentos anteriores para mostrar ao consumidor que sua empresa sabe quem ele é.

Acredito que estes sejam alguns dos indicadores de como é essencial o varejo físico se apropriar das melhores práticas do varejo online e vice-versa. Nesta parceria de contribuição recíproca, o e-commerce acaba sendo o lado com maior potencial para agregar inovação. O controle holístico de dados favorecido pelo ambiente virtual propicia uma luz a um dos grandes desafios do varejo, que é justamente esta compreensão do comportamento de compra de cada cliente.

Basta notar o que acontece quando um varejista físico expande sua operação para o e-commerce. Em menos de um ano, a ausência de restrição geográfica faz com que a loja virtual se torne uma das dez lojas mais bem-sucedidas de toda a rede. Sempre haverá uma parcela da clientela do e-commerce resultante de uma migração de consumidores da loja física, mas o maior porcentual será sempre de novos clientes. Pense nesse fator somado ao baixo investimento inicial exigido por um endereço virtual e ao significativo reforço da sua marca gerado pela exposição online.

No entanto, concordo também que algumas características do varejo físico são incomparáveis. Nada substitui o relacionamento interpessoal entre cliente evendedor e o vínculo criado entre os dois durante a jornada de compra. Ou mesmo o hábito de atrelar a compra a um passeio prazeroso: sair de casa com a família para “dar uma volta” no shopping ou visitar uma nova loja no centro da cidade.

Este tipo de hábito está enraizado para boa parte do público e não há nada de errado com isso. A palavra de ordem para quem atua no varejo físico e também no online é complementaridade. Sua empresa precisa estar bem posicionada em todos os canais.

O e-commerce tem uma maior possibilidade de mensurar resultados através de big data. O chamado Business Intelligence pode (e deve) influenciar as estratégias de negócios das empresas. No entanto, no mundo físico, também já existem métodos disponíveis para monitorar o caminho que o cliente faz dentro da loja com capacidade até de identificar detalhes da experiência, como, por exemplo, se ele tirou determinada peça de roupa da arara e não comprou.

Embora existam casos de empresas que surgiram no meio online e expandiram para o offline, os altos custosenvolvendo sedes físicas (aluguel de um ponto comercial, reformas e manutenção da estrutura) fazem com que o e-commerce seja formado, predominantemente, por marcas que surgiram no mundo físico eexpandiram para o digital.

Neste caso, contar com a expertise de uma empresa especialista no setor é essencial.O ideal é procurar uma solução completa, que fornecerá a plataforma para rodar a loja virtual, irá personalizá-la de acordo com as necessidades da marca e torná-la escalável, além de oferecer segurança e suporte para que a operação seja bem-sucedida. As maiores empresas fornecedoras de tecnologia para e-commerces dispõem ainda deconsultoria para melhorar a performance de vendas, soluções em logística e meios de pagamento.

Luis Pelizon é Diretor Comercial da Rakuten Digital Commerce

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Professor da FGV analisa o papel da Inteligência Artificial no mercado de trabalho

A discussão sobre Inteligência Artificial (I.A.) voltou após o Facebook encerrar seu projeto que criou uma linguagem própria que não pode ser compreendida por humanos. Com isso volta à pergunta: devemos temer o cenário que o cinema costuma relatar com a aniquilação da humanidade pelos robôs? Para o coordenador acadêmico do MBA em Marketing Digital e do Post-MBA em Digital Business da FGV, André Miceli, isso não deve acontecer, mas teremos problemas.

De acordo com o professor da FGV, o problema é como a população vai lidar com a Inteligência Artificial. Miceli alerta para o fato de que robôs diminuíram de tamanho, tiveram sua capacidade de aprendizado ampliada nos últimos anos, deixaram de ser usados apenas para atividades físicas e passaram para as intelectuais.

“Esse movimento trará grande impacto para as economias e deverá impulsionar a automação. Muitos profissionais serão substituídos por máquinas. Essa automação está a poucos passos de ganhar uma escala que vai mexer com todos nós”, afirma o especialista.

André Miceli, no entanto, diz que a medicina pode ser uma das beneficiadas. “Muito provavelmente será possível checar uma radiografia ou exame de sangue logo após a coleta, e relacionar todos os testes com desdobramentos de doenças, até mesmo prevendo o que vai acontecer com o paciente no futuro”, acredita.

O professor da FGV, porém, salienta que o processo de transformação acelerada da automação também vai mudar a estrutura organizacional das empresas e desconstruir a relação milenar que temos com o trabalho. Miceli cita o exemplo dos critérios usados pelos agentes “tomadores de decisões”. “Que tipo de decisão que a máquina vai tomar? Ela pode criar formas excludentes de tratamento, como a diminuição de mulheres em cargos específicos ou elaborar relatórios com discursos hegemônicos sobre determinado tema”, expõe Andre Miceli.

Por fim, o especialista afirma que será necessário pensarmos em alternativas econômicas, pelo simples fato de que não haverá emprego para todos nesse novo cenário que se aproxima. “Precisaremos nos adaptar a um mundo novo e estar dispostos a abraçar as inovações tecnológicas, uma vez que quem não estiver liderando a mudança, poderá ser atropelado por ela”, avalia o professor da FGV.

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T-Systems suporta operações do maior supermercado online da Alemanha

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, é a responsável pelo suporte ao serviço de atendimento ao consumidor do site REWE.de, maior supermercado online da Alemanha. Para oferecer o serviço, a REWE Digital, unidade de digitalização da rede varejista, utiliza a solução da Salesforce hospedada em nuvem em um dos data centers da Deutsche Telekom.

A REWE Digital está no centro da transformação digital do grupo REWE, uma das maiores redes varejistas da Alemanha. Com o processo, os clientes da rede agora podem comprar alimentos que podem ser entregues em suas casas ou retirados nas lojas mais próximas, frescos e na temperatura certa.

Os complexos processos exigidos pelo sistema são gerenciados pela REWE via Salesforce em nuvem. Se um cliente faz um pedido para ser entregue às 14h, mas depois percebe que não estará em casa antes das 14h30, a correção no pedido precisa ser feita na cadeia logística imediatamente. Todo o processo, que inclui comunicação com o cliente – via telefone, e-mail ou app – e todo o workflow de entrega, roda em tempo real em uma única plataforma.

“A eficiência do processo e a flexibilidade construída nas várias funções do sistema cria uma base firme para garantir altos níveis de satisfação do consumidor em longo prazo”, afirma Robert Zores, diretor geral e CTO da REWE Digital. Com apenas três anos, a unidade conta com 500 funcionários em sua sede, em Colônia, e outros 1.800 divididos por seus seis centros logísticos.

Nuvem escalável

O serviço em nuvem da plataforma Salesforce é extremamente escalável, dando suporte ao crescimento dinâmico da REWE Digital. A solução em nuvem é fácil de integrar a sistemas já existentes por meio de interfaces padronizadas. Com isso, os clientes da loja online podem enviar seus pedidos por diversos canais, tais como apps, e-mail ou site.

O processamento destes pedidos em tempo real é um dos requisitos de uma boa oferta de serviço online. Com o novo sistema, os funcionários da REWE podem se concentrar em oferecer o melhor serviço aos seus clientes, sabendo que o processamento será feito automaticamente.

“Estamos muito felizes pela oportunidade de suportar uma empresa líder no setor de vendas de alimentos em seu processo de digitalização. Eles não estão se beneficiando apenas de nosso conhecimento em cloud, mas também de altos padrões de segurança e proteção de dados, que para nós são uma prioridade desde o desenvolvimento da solução até sua entrega”, diz Anette Bronder, diretora da divisão digital da T-Systems.

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