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Mulheres no poder: conheça 3 atitudes para ganhar destaque no mercado empresarial

Segundo pesquisa intitulada “Sem atalhos: transformando o discurso em ações efetivas para promover a liderança feminina”, lançada a partir de uma parceria entre LinkedIn e Bain & Company, as mulheres representam apenas 3% dos cargos de presidência das 250 maiores empresas nacionais. Apesar disso, os dados coletados também mostram que elas ainda são mais da metade dos estudantes em universidades – porcentagem que se mantém semelhante entre a população ocupada com nível superior.

Diante deste curioso, contraditório e preocupante cenário, torna-se possível afirmar que Daniela Verdugo, sócia-fundadora e Headhunter na THE Consulting, é uma das exceções à regra. A empresária, que se lançou no meio empreendedor em 2015 e chegou a usar sua própria casa como escritório, lista três dicas essenciais para quem deseja galgar espaços no mercado e nas organizações.

Invista na formação acadêmica

É como dizem por aí: conhecimento nunca é demais. Ainda que os números pareçam desanimadores, vale se dedicar a cursos nas áreas em que se deseja atuar. “Formação acadêmica, especializações e certificações são itens indispensáveis para quem busca pelo desenvolvimento profissional. Quem quer sair na frente, deve ter foco em aprimorar suas habilidades e superar suas fraquezas”, afirma Daniela.

Atualize-se, sempre

Profissionais atentas às tendências do mercado são objeto de desejo para toda e qualquer empresa que possua metas audaciosas de crescimento. “É preciso acompanhar de perto as mudanças e novidades. Deve-se estar antenada em tudo o que acontece, tanto âmbito nacional, quanto internacional. Uma ferramenta interessante, atualmente, são os webinários, que encurtam distâncias transmitindo o mesmo conhecimento de encontros presenciais”, declara a empresária.

Apoie outras mulheres

Indique, contrate e profissionalize mulheres. “Hoje em dia, inclusão e empatia são palavras-chave para empresas que querem se destacar no mercado. É importante oferecer oportunidades de desenvolvimento para boas profissionais, afinal, valorizar seu público interno é tão importante quanto pensar nas necessidades de seu público externo”, ressalta a sócia-fundadora da THE Consulting. “O ideal é que os cargos de liderança na companhia também tenham representatividade em diversidade, uma vez que isso serve como motivação extra para o time de base querer fazer carreira no local”, conclui Daniela.

Portanto, conclui-se que, seguir as dicas apontadas por Dani Verdugo pode ser uma excelente estratégia para aqueles líderes que almejam chegar o mais próximo possível da equidade em suas equipes.

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Liderança em cenário inconstante. Como ter sucesso?

Por Eduardo Henrique, CEO da WAVY Global

É fato que o ser humano gosta de se sentir seguro, confortável e sob controle. Quando se muda o ambiente – por um efeito externo como, por exemplo, a necessidade de isolamento social, ou até mesmo mudanças que envolvem a empresa -, as pessoas são forçadas a saírem das suas zonas de conforto, e isso pode ser um enorme desafio para alguns perfis. Trazendo para o cenário corporativo, essa situação pode ser ainda mais adversa, uma vez que para promover mudanças e garantir a aderência da equipe, é fundamental que nós líderes sejamos claros nos direcionais. Para isso, a comunicação é chave, digo, inclusive que é uma arte, pois é difícil, é preciso investir tempo, diversificar os canais, trazer simplicidade e repetir o discurso principal, quantas vezes for necessário.

Antes de entrar no detalhe do papel da liderança em cenários de crise ou de mudança, vamos voltar um passo e entender o que é preciso para a empresa se preparar para novas situações. Quando falamos de novas circunstâncias, as empresas precisam ter poucos objetivos e que estes estejam muito claros, ou seja, precisam fazer menos coisas, mas com bastante profundidade e foco. As apostas devem diminuir e os planos de longo prazo congelarem em prol do curto prazo. Aqui na Wavy, por exemplo, tínhamos um ano completo de objetivos e metas, porém tivemos de modificar os planos de acordo com a demanda (que no caso, foi as mudanças trazidas pela pandemia. Para isso, elegemos três prioridades, que foram exaustivamente comunicadas todos os dias: 1. cuidar das nossas pessoas; 2. cuidar das finanças (receita, custos e caixa); e 3. cuidar do ecossistema.

Vocês devem ter percebido que cuidar das pessoas veio como primeira prioridade, afinal, empresas são pessoas, e sabemos que os maiores desafios que podemos enfrentar durante períodos de mudanças são nossas próprias ansiedades e a inseguranças. Por isso, é muito importante que os times troquem entre si, pensem sobre o desdobramento das estratégias, e sejam guiados pelas pessoas que compõem a liderança, responsáveis por espalhar a comunicação estratégica pela empresa. Pessoas mais seguras e conscientes da direção, são mais arrojadas e acostumadas à mudança. Assim, entendem as ações da empresa e sentem mais vontade de produzir e contribuir com o negócio.

Dito tudo isso, voltamos ao assunto principal, o papel da liderança. É necessário conduzir com atitudes e não só com ordens, uma vez que as pessoas copiam e se espelham nisso para executar seu trabalho. Uma gestão que não se comunica, não se alinha e não se preocupa com as pessoas, está fadada a ter uma empresa que não cresce.

Assim, ter cuidado para que estas mudanças sejam feitas de forma alinhada garantindo que a comunicação esteja transparente o suficiente, é papel de toda liderança. Afinal, é ela que dá o exemplo de atitude e cuidado entre as pessoas. Um líder precisa genuinamente se importar com o time, e se mostrar disponível para entender não apenas tarefas do cotidiano, como também possíveis problemas que possam estar impactando seu trabalho. Criar conexão é importante e esse vínculo é essencial para que haja uma relação de confiança. É a transparência brutal tanto para feedbacks duros e notícias difíceis, quanto para elogios. Em muitos casos, os líderes precisam ser mentores, professores, conselheiros dos liderados, trabalhando lado a lado, inclusive ensinando como agir e atuar em várias situações. O papel da liderança deve ser sempre o de “ensinar a pescar”.

Sendo assim, o resumo que deixo é que liderar em cenários complexos exige tomadas de decisões difíceis, esforço de comunicação e gestão por parte da gestão da empresa. Confiança, lealdade, união, colaboração e trabalho em equipe são muito importantes para superar quaisquer momentos de instabilidade, e é por isso que, principalmente durante eles, devemos poder contar uns com os outros incondicionalmente, com a máxima transparência. E também que em momentos de mudanças a colaboração é tão importante, e devemos ser ainda mais “um por todos e todos por um” do que “cada um por si”.

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Seja grato. Isso vai transformar como você entrega experiências

Por Tiffany Apczynski, VP de Políticas Públicas e Impacto Social da Zendesk

Este tem sido um ano desafiador para todos, repleto de grandes mudanças em nossas vidas pessoais e profissionais. Com a pandemia, que levou os níveis de ansiedade, insegurança e isolamento a condições extremas, muitos descobriram o benefício simples, mas poderoso, de dizer ‘obrigado’. À medida que avançamos rapidamente para essa nova realidade, a gratidão transformará a forma como conduzimos os negócios.

Em uma pesquisa do Boston Consulting Group com mais de 200.000 profissionais em todo o mundo, ser reconhecido foi listado como a principal prioridade para ser feliz no trabalho, seguido por um bom relacionamento com os colegas. Pequenos momentos, como receber o reconhecimento por um “bom trabalho” dos colegas ou iniciar uma reunião do Zoom anunciando algo bom que a equipe fez, podem fazer uma grande diferença.

Mais do que nunca, isso é importante para se conectar com o outro. Quando se sentem melhor consigo mesmas e com os outros, as pessoas ficam mais motivadas para dar o melhor de si.

Essa filosofia inspirou o lançamento do Thank You Machine, uma campanha interativa e social que incentiva pessoas em todo o mundo a criar e compartilhar cartões de gratidão para reconhecer atos de gentileza em um ambiente menos formal. E não surpreendentemente, na Zendesk quase 70% desses cartões foram enviados entre colegas.

Outras empresas também estão trabalhando para promover uma cultura de gratidão. Nosso cliente Squarespace, por exemplo, implementou na maior parte de suas equipes uma rotina de agradecimento durante as reuniões. Uma delas é “Atitude de Gratidão”. Cada pessoa compartilha algo pela qual é pessoalmente grata, ou apenas como está se sentindo, e então passa a tocha e compartilha um agradecimento para a pessoa sentada ao lado, ou em uma call virtual.

Essa filosofia também se estende ao relacionamento com os clientes, e que está diretamente relacionado a bons negócios. Se um agente de suporte ao cliente está infeliz e se sentindo subestimado, por exemplo, será mais difícil ele demonstrar empatia com o cliente. Eles se lembram de como foram tratados em um momento de necessidade, ainda mais se tiveram uma experiência negativa. Por outro lado, demonstrar apreço e empatia por um cliente, especialmente quando ele está vulnerável e precisando de suporte, pode mudar toda a experiência e fundamentalmente mudar como o cliente enxerga sua marca.

Em 2021, um dos desafios igualmente complexos e gratificantes para os líderes será gerenciar a felicidade dos funcionários e dos clientes no mundo em que vivemos hoje. A gratidão não é apenas um cartão que você envia de vez em quando. É uma prática diária e boa para os negócios. Foi um longo ano e agora é a hora de terminá-lo forte, com empatia e apreciação no centro de tudo que fazemos, desde nossa vida pessoal e profissional até tudo que está no meio. Vamos todos criar grandes experiências para o outro e desenhar as mudanças que podem ser alcançadas com um simples “obrigado”.

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Networking: A importância de um bom relacionamento diante da pandemia

Por Mônica Schimenes, CEO da MCM Brand Group

Em um mercado cada vez mais competitivo, ter contatos estratégicos se tornou um diferencial para as corporações e quando falamos disso, devemos estar diretamente ligados ao poder do networking. Além de ajudar no desenvolvimento das empresas como um todo, ele é uma excelente ferramenta de marketing pessoal. Mas, você sabia que a diversidade também é um fator importante nesse processo? Pesquisadores das escolas de negócios do Illinois Institute of Technology, do Rensselaer Polytechnic Institute e da Fordham University apontaram que um networking diverso ajuda o CEO a promover políticas mais inovadoras, melhorar a performance financeira e até influência na área de fusões e aquisições.

Dentre todos esses benefícios, pensando que as pessoas são relacionais e se conectam através de boas histórias e não com números, quando formamos aliados dentro do mercado corporativo, é possível que estabeleçamos bons networkings e bons negócios. Visto que, ao conversarmos com quem se parece com nós, que trabalha no mesmo ramo ou fora dele, os insights se tornam ferramentas importantíssimas para a mudança no portfólio, no pit corporativo e – até mesmo – no funil de vendas.

Existem diversas formas de iniciar esse contato, o segredo é quando conseguimos atrair as pessoas pelo nosso negócio e por nossas trocas e não só por bons pedidos. É importante que os empreendedores tenham a capacidade de oferecer ao outro tudo aquilo que ele também receberá em troca, para isso, é necessário estudar o seu mercado e saber o que está acontecendo com as outras empresas, como elas estão reagindo. Assim, sempre haverá informações relevantes que ajudem o seu cliente e outras corporações. Descubra quem são as pessoas mais influentes do ramo que você está falando, converse com elas e seja capaz de se tornar fonte quando procurarem por você.

Outra forma de ser sempre lembrado é se infiltrando em todas as possibilidades de rede de relacionamentos que existem no mercado. Na minha empresa, por exemplo, escolhemos nos diferenciar como empresas ligadas à diversidade, inclusão e sustentabilidade, então estamos dentro da Rede Mulher Empreendedora, Rede Mulheres do Brasil, programas de mentorias, Integrare, We Connect e diversos outros. Essa é uma forma de encontrar onde nossos cliente estão inseridos e onde podemos nos tornar relevantes.

Lembrando também que hoje, ainda mais em tempos de pandemia, esse contato é muito mais fácil, pois todas as pessoas estão disponíveis por uma mensagem direta, no Facebook ou no Linkedin e por mais que elas possam não responder, elas lerão sua história. Esse contato fica mais fácil por um lado, por agilizar o processo, porém mais difícil porque as pessoas gostam de estar presentes, de saírem para almoçar ou tomar um café juntos. Sentimos falta desse olho no olho, do contato físico, então tentamos transformar isso no virtual.

Uma dica que eu dou é que sejam curiosos, corram atrás e se cerquem do maior número de pessoas influentes que conseguirem, isso dará impulsionamento e fortalecimento para sua marca. Hoje, me orgulho dos meus dois maiores clientes da empresa, que são IBM e BASF, que vieram de networkings que eu me inscrevi e participo nesses 23 anos de corporação.

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Carlos Júlio ensina a melhorar a relação com o tempo em novo livro

Carlos Júlio sempre foi uma pessoa ocupada. Filho de imigrantes portugueses, ele foi criado no boteco e no empório do pai com muitas tarefas a cumprir. Hoje, quem vê o autor, cuja carreira está consolidada e reúne no currículo atribuições como professor, palestrante, executivo, empreendedor, board member, colunista de rádio, coach de presidentes de empresas, além de avô, pai, marido e amigo não imagina como ele consegue se desdobrar entre tantos afazeres. Assim como a maioria das pessoas, Carlos Júlio já se sentiu sufocado com o tempo. Neste livro, que chega às lojas pelo selo Planeta Estratégia, um dos principais palestrantes do país compartilha com o leitor suas estratégias para desenvolver uma boa relação com o tempo e conseguir produzir cada vez mais sem abrir mão da saúde e da alegria de viver.

A obra gira em torno da pergunta que dá título ao livro: O que eu não posso deixar de fazer hoje?, frase que parece simples, mas coloca em foco aquilo que nas matrizes de gestão de tempo costumam chamar de “importante e urgente”. Ao longo das páginas, Júlio apresenta sua metodologia de time management, abordando os elementos foco, disciplina e organização, que possibilitam alcançar a máxima eficácia nos âmbitos profissional e pessoal, além de defender a importância das pausas e ajudar a identificar e se afastar dos “ladrões do tempo”.

Em O que eu não posso deixar de fazer hoje?, Carlos Júlio também explica o conflito entre os tempos Cronos, a exemplo da divindade mitológica, o tempo tirano, e Kairós, o tempo que desejamos, e como é possível lidar com eles. No livro, o autor apresenta ferramentas de gestão de tempo, mostrando qual é a melhor maneira de usar a agenda
e o caderno. O livro vai ajudar os leitores a deixarem de ser escravos do tempo, aprendendo a organizar a rotina e reconciliar o tempo interno com as exigências cotidianas.

SOBRE O AUTOR

Carlos Júlio já foi definido como “um polvo” pela quantidade de atividades que exerce. Um dos palestrantes mais requisitados do país, é cofundador da Digital House Brasil, sócio do Locomotiva Instituto de Pesquisa e conselheiro profissional independente em empresas como Camil Alimentos, Aramis, IBMEC, GSA Alimentos, Grupo TV1 e MIT Sloan Management Review Brasil, além de coach profissional de vários presidentes de empresas e facilitador certificado do YPO Brasil, o braço brasileiro da Young Presidents’ Organization. Foi CEO de empresas como Digital House Brasil, Tecnisa, HSM e Polaroid do Brasil e leciona no IBMEC, FGV e FIA-USP. É um especialista em multiplicar o tempo.

FICHA TÉCNICA

Título: O que eu não posso deixar de fazer hoje?

Autor: Carlos Júlio

Páginas: 192

Preço: R﹩ 44,90

Planeta Estratégia

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Robert Half aponta 10 habilidades comportamentais em alta em 2020

Para garantir a empregabilidade, os profissionais do futuro devem combinar familiaridade com as inovações tecnológicas, habilidades comportamentais e capacidade analítica. Isso porque a transformação digital e os avanços da tecnologia em todas as áreas e indústrias têm aumentado a competitividade das empresas, a disputa por vagas de trabalho e a exigência do aprendizado contínuo.

De acordo, com levantamento da Robert Half, a tendência é de que, até 2022, as habilidades mais demandadas na contratação de profissionais sejam: visão de negócio (opinião de 51% dos líderes), pensamento estratégico (48%), liderança (48%) e capacidade de adaptação (42%).

“Em função desta disputa, é fundamental que os profissionais cuidem não apenas da capacitação técnica, mas também desenvolvam as habilidades comportamentais, participando proativamente de grupos de trabalho, buscando agregar mais valor para a função que executam, para a área, negócios e para a empresa como um todo”, aponta Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half.

Com base no Guia Salarial 2020, a Robert Half destaca as 10 habilidades comportamentais mais desejadas pelas empresas:

1) Boa comunicação:

O que é: a habilidade de se comunicar bem é a chave para profissionais trabalharem de forma integrada ao negócio. É essencial que eles possam traduzir questões técnicas de suas áreas para diferentes públicos, desde o corpo operacional até o CEO da empresa, além do público externo. Comunicação eficiente também é uma das bases para ser um bom gestor.

2) Bom relacionamento interpessoal

O que é: essa é uma habilidade essencial, já que o profissional precisa transitar por várias áreas. Para que haja uma interação entre os departamentos, os colaboradores de diferentes setores precisam se relacionar bem. Equipes sintonizadas nos objetivos organizacionais se relacionam harmoniosamente para atingir bons resultados nas suas áreas e na companhia, como um todo.

3) Dinamismo

O que é: colaboradores dinâmicos têm a capacidade de raciocínio rápido e conseguem fazer mais tarefas de forma mais rápida e ágil do que os demais. Isso potencializa sua produtividade e os seus resultados. Esta capacidade de administrar várias demandas simultaneamente é um grande diferencial competitivo, ainda mais numa era onde tudo acontece de forma veloz e as empresas precisam conquistar maior eficiência operacional e aprender a fazer mais com menos.

4) Domínio do idioma inglês

O que é: parece um assunto repetitivo, mas a maioria dos profissionais ainda não dominam uma segunda língua. Falar inglês é essencial, pois as empresas estão cada vez mais conectadas globalmente e o profissional que souber falar ou entender outro idioma, além de expandir seu conhecimento, poderá melhorar seu cargo ou salário.

5) Flexibilidade

O que é: bons profissionais sabem que as circunstâncias mudam rapidamente e é preciso ter capacidade para se adaptar na mesma velocidade. É importante não ter medo de mudar de rumo e também aprender como tirar vantagem de uma situação que parece perdida.

6) Hands on (mão na massa)

O que é: esse é o profissional que bota a mão na massa, faz junto e se aprofunda nas atividades. Sua mente é aberta para absorver novos conhecimentos. Ser produtivo e participar da execução dos trabalhos é a melhor forma para potencializar suas entregas para benefício de toda a equipe.

7) Orientado a resultados

O que é: é a capacidade que um profissional tem para focar na concretização dos objetivos da empresa e, assim, garantir que os resultados sejam alcançados conforme o esperado. Também possibilita impulsionar o crescimento de outros profissionais da equipe, pois o conhecimento partilhado contribui com os resultados a serem alcançados pela toda a organização.

8) Perfil multidisciplinar

O que é: é um profissional híbrido que aplica conhecimentos de outras áreas no setor em que é especialista, mesmo que não seja necessariamente sua formação. Ele tem uma visão sistêmica do negócio e busca conhecimento por conta própria, em cursos livres, especializações, palestras e workshops, por exemplo.

9) Senso de dono

O que é: hoje as empresas buscam profissionais que abracem os projetos com responsabilidade e a motivação de um empreendedor. É preciso ter postura ativa para apresentar soluções que possam viabilizar ou facilitar o exercício da atividade e, principalmente, expandir os negócios junto com a empresa.

10) Visão de negócio

O que é: ter uma consciência clara da direção para onde a empresa está indo é essencial para ser bem-sucedido. A visão clara do futuro vem junto com a habilidade de tomar as medidas necessárias para chegar lá. É necessário ver além do negócio, mas esse é um exercício complexo e envolvente. Esses profissionais combinam uma forte determinação com o desejo de crescer.

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Fofocas, palavrões e discussões políticas são algumas das situações que mais incomodam os profissionais no escritório, revela estudo

O ambiente de trabalho mudou muito. Há dez anos, as empresas promoviam “casual fridays”, ou seja, permitiram que, às sextas, os funcionários vestissem jeans e outras roupas menos formais. Hoje, em muitas empresas, o time pode se vestir como quiser – em qualquer dia da semana. Essa mudança faz parte da estratégia das empresas para atrair os millennials e a geração Z, que atualmente constituem cerca de 40% da força de trabalho.

Mas essa mudança não é apenas estética, é também interna – é o que revela a Workplace Boundaries Report de 2019, pesquisa realizada em julho deste ano pela plataforma de ensino online Udemy com mais de 1.000 profissionais americanos com 18 anos ou mais. Por causa das redes sociais e dos escritórios abertos, os profissionais da atualidade se sentem pressionados a compartilhar mais das suas vidas com os seus colegas – mas nem todo mundo parece gostar da informalidade dos tempos atuais.

Algumas das situações que atualmente mais incomodam os profissionais no ambiente de trabalho, segundo o estudo, são muitas fofocas, palavrões e discussões políticas. Os números são os seguintes: mais de 45% dos profissionais acham que os colegas de trabalho fofocam demais no escritório; mais de 30% se sentem incomodados quando os colegas falam muitos palavrões; e quase 40% acham desconfortável falar de política no trabalho (ainda mais em tempos tão polarizados).

A pesquisa também mostra dados interessantes sobre a comunicação entre os colegas de trabalho. Por exemplo, mais de 40% dos entrevistados afirma já ter testemunhado bullying no escritório e mais de 35% acha os colegas informais demais em conversas ou mensagens de trabalho. Outra parte do estudo trata exclusivamente dos gerentes – e revela que quase 60% deles se sentem pressionados a trabalhar durante o horário de almoço.

O estudo conclui que é preciso esclarecer o que é um comportamento adequado no ambiente de trabalho – e que o que é adequado num escritório pode não ser no outro. Para isso, o diálogo sobre o assunto nas empresas deve ser incentivado pelas pessoas que ocupam cargos de liderança. Assim, os colaboradores tendem a ficar mais felizes e produtivos – e o turnover tende a cair.

“O jeito de trabalhar e de se relacionar no trabalho mudou drasticamente, não restam dúvidas. Atualmente, quatro gerações compõem a força de trabalho e cada uma delas pode ter uma visão diferente do que é apropriado e do que não é. As empresas devem ter consciência dessas diferenças e fazer de tudo para que as pessoas se sintam à vontade no ambiente de trabalho”, diz Sergio Agudo, diretor de negócios da Udemy para a América Latina. “Para isso, é preciso que os gerentes e as suas equipes façam reuniões regulares sobre o tema.”

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Estudo da IBM: líderes latino-americanos que valorizam a confiança nos dados estão posicionados para superar seus pares

A vigésima edição do estudo da IBM “Build Your Trust Advantage”, divulgado semestralmente, entrevistou cerca de 13,5 mil executivos globalmente para examinar como as empresas chegam a liderança de mercado, enfatizando a confiança na utilização e no intercâmbio de dados.

A pesquisa, conduzida pelo IBM Institute for Business Value (IBV) em cooperação com a Oxford Economics, entrevistou executivos C-level responsáveis por marcas líderes em 98 países e 20 indústrias em todo o mundo, incluindo a América Latina. O estudo mostrou que a liderança de mercado é alcançada com mais frequência quando uma organização estabelece um alto nível de confiança nos dados de seus clientes, em seus processos de negócios e com o ecossistema de parceiros.

Por meio de pesquisas quantitativas e qualitativas, ficou claro que havia um conjunto de líderes que se destacaram por entender que a transparência e a reciprocidade são ingredientes primordiais para ganhar a confiança do cliente, assim como gerar crescimento. Esses líderes aproveitam os dados para gerar confiança nos consumidores, criar uma cultura de tomada de decisão com base em dados, e frequentemente compartilham dados com parceiros do ecossistema sem abrir mão da vantagem competitiva. Também foi descoberto que esse grupo supera seus pares em inovação e gerenciamento de mudanças, assim como em crescimento de receita e lucratividade, oferecendo resultados 165% mais altos.

Esses líderes têm um profundo conhecimento de que construir confiança nos relacionamentos com os clientes é um imperativo estratégico e trabalham fortemente para conquistá-los e mantê-los. De fato:

• 82% dos líderes acreditam firmemente que os dados ajudam a criar uma vantagem
estratégica para fortalecer o nível de confiança do consumidor, bem como seus resultados.

• Os líderes também superam seus pares em 22% na capacidade de respeitar a privacidade dos dados dos clientes como uma vantagem competitiva central.

Isso é extremamente importante no momento em que os consumidores relatam mais preocupações do que nunca sobre a vontade de compartilhar informações pessoais. Um estudo relacionado da IBM sobre privacidade de dados constatou que 81% dos consumidores globais dizem que, no ano passado, se preocuparam mais com a forma como as empresas usam seus dados.

Felizmente, o mesmo estudo constatou que também há uma maior disposição de compartilhar informações com companhias que têm transparência em relação à utilização dos dados: 81% disseram que apoiam ativamente empresas que são transparentes sobre como usam seus dados e evitam fazer negócios com organizações que não o fazem. Como resultado, as companhias que conquistaram a confiança do cliente têm mais probabilidade de reter os dados que possuem. “As organizações líderes que colocam sua confiança no centro da maneira como usam os dados com seus clientes estão criando enormes oportunidades para obter maior sucesso”, disse Mark Foster, vice-presidente sênior de IBM Global Business Services.” As empresas de hoje precisam ser capazes de ganhar a confiança de seus clientes enquanto confiam nos dados de seus próprios processos e ecossistemas, ou eles rapidamente ficarão para trás de seus pares”.

Embora o estudo esteja concentrado na necessidade de transparência em como as empresas lidam com os dados dos clientes, também destaca a importância de confiar nos dados encontrados em uma organização. Foi descoberto que os líderes se esforçam para garantir que os dados dentro das suas próprias paredes sejam precisos e limpos, para que possam tirar proveito deles para tomar decisões mais bem informadas, como desenvolver novos modelos de negócios e entrar em mercados novos ou emergentes.

• Oito em cada dez líderes dizem que eles e seus colegas dependem muito de dados para melhorar a qualidade e a velocidade das decisões que tomam.

• 70% já usam os dados extensivamente para desenvolver novos modelos de negócios (112% a mais que seus pares), enquanto 66% já usam os dados para tomar decisões informadas ao entrar em novos mercados.

• Na América Latina, 14% dos entrevistados estão obtendo os maiores retornos com o uso dos seus dados e superam seus pares em crescimento de receita e lucratividade.

O estudo também revelou uma ênfase na importância da criação de ecossistemas confiáveis. Os dados que simplesmente permanecem dentro da organização têm mais probabilidade de se desviar do que de aumentar seu valor. As organizações líderes estão liberando seus dados e eliminando o risco de trocas de dados em um ecossistema compartilhado, permitindo que circulem amplamente, sem sacrificar a responsabilidade de garantir licenças e protegê-las. Esse comportamento continuará a crescer ao longo do tempo:

• 56% dos líderes já estão adquirindo e compartilhando dados amplamente com sua rede de parceiros e 85% esperam que suas redes de parceiros se expandam nos próximos anos.

• Os líderes esperam que a evolução das plataformas de negócios digitais exija uma nova abordagem para o compartilhamento de dados.

• 62% dos líderes já estão integrando novos modos de monetização em suas estratégias de dados.

Acesse os resultados completos do estudo aqui: http://ibm.co/c-suite-study

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Feedback também dá lucro

Por Francisco S. Homem de Mello

Um estudo da Gallup conecta a existência de feedback com o desenvolvimento dos colaboradores. Foi apontado que 44% dos millenials que possuem uma reunião frequente com seus líderes, dizem ter engajamento. Já de acordo com o Panorama de RH no Brasil de 2018, 78% das pessoas entrevistadas acreditam que o Feedback ajuda no desenvolvimento profissional.

Assim, uma prática de feedbacks saudável que permeie sua organização parece ser um fator importante em direção ao sucesso da organização. Feedbacks são componentes essenciais de qualquer cultura de alta-performance (alguém já imaginou o Neymar recebendo feedbacks anuais do seu técnico?). Feedback gera engajamento. Engajamento dá lucro. Além do engajamento, feedbacks contínuos também ajudam a reforçar a cultura da empresa, quando calcados nos seus valores e metas, e a desenvolver profissionais mais conscientes e completos. Em um evento da Falconi Consultores de Resultado, Carlos Brito, CEO da AB InBev, falou sobre a importância do feedback na sua carreira:

“Quando me perguntam o que foi importante na minha carreira, sempre respondo que foram feedbacks duros e construtivos. Sempre tive chefes genuinamente interessados no meu sucesso e que, portanto, davam feedbacks duros e construtivos, sem pena, quando necessário. Nunca destrutivos. Honestos, dizendo aquilo que eu tinha de ouvir, e não o que eu queria ouvir. Isso nunca acaba.

O feedback é uma das atividades mais importantes de uma cultura de alta performance e, ao mesmo tempo, uma das tarefas não-naturais que precisamos aprender na vida corporativa. Técnicos profissionais de todos os esportes dão um parecer continuamente. Atletas recebem feedback constantemente, e aplicam ao seu trabalho. Por que, então, no ambiente corporativo seria diferente? Enumero aqui alguns tipos de feedbacks que as empresas deveriam adotar em sua prática de gestão.

1. AUTÊNTICO: acredite no feedback que você está dando, e nos efeitos que ele vai trazer um impacto positivo para a pessoa, o time, e a empresa. Nunca use para manipular os sentimentos da pessoa, ou para algum truque político;

2. BEM-INTENCIONADO: a motivação de um feedback é a melhoria do recipiente do feedback, e não o contrário. Se sua motivação não for genuinamente um impacto positivo na vida do seu colega, não o faça;

3. IMPESSOAL (NA MEDIDA CERTA): feedbacks devem ter como foco comportamentos, e não pessoas. Quem pode melhorar é a forma de apresentar resultados do Paulinho do financeiro, e não o Paulinho do financeiro. Quando o foco está no comportamento, as pessoas se sentem menos atacadas, e tem uma tendência muito menor a entrarem em um comportamento de negação, ou de defensiva;

4. NO FÓRUM CERTO: elogios devem ser feitos em público. Explique o porquê do comportamento do funcionário estar sendo elogiado e, assim, poderá economizar dezenas de outros feedbacks, pois todos que ouvirem o elogio entenderão o impacto positivo do comportamento e tentarão replicá-los. Feedbacks de melhoria, por outro lado, devem ser quase sempre feitos em particular, para que o recipiente não se sinta exposto aos seus colegas em um momento de potencial fragilidade;

5. PERSONALIZADO: adapte a entrega do feedback ao estilo do receptor. Certas pessoas são mais sensíveis a críticas, enquanto outras tem pele mais grossa. Para cada uma, a forma de dar feedback deve ser diferente;

6. DIRETO AO PONTO: deixe clara qual é a sua mensagem tendo, ao mesmo tempo, consideração pelos sentimentos do seu colega. Uma mensagem muito obtusa pode deixar o receptor confuso quanto ao teor da conversa.

7. EM CONJUNTO: principalmente em feedbacks construtivos, além de expor claramente o que aconteceu de errado é de construir os próximos passos com a pessoa. Como deveria ter sido e possíveis correções que ela pode fazer são fundamentais de serem expostas para fazer deste momento o mais eficiente possível.

Francisco Homem de Mello, fundador da Qulture.Rocks

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Consultora dá 5 dicas de “dresscode” para empresas e funcionários durante o verão

O verão chegou e com ele os recordes de calor. Visando o bem-estar das equipes, algumas empresas resolvem flexibilizar seu “dresscode”, liberando peças mais leves e frescas tanto para os escritórios quanto para o maior conforto dos trabalhadores no descolamento ao trabalho.

Mesmo assim regras básicas devem ser seguidas, segundo a consultora de Imagem e Estilo, Lais Machado. A profissional que já tem mais de 1 mil horas de atendimento, preparou algumas dicas para a empresas dispostas a fazer essa mudança e para os funcionários na hora de aproveitá-la.

5 dicas para as empresas:

– Estabeleça uma comunicação clara, que especifique para quais cargos a flexibilização se aplica.

– Certifique-se de que todos estão sendo impactados pela informação.

– Uma boa saída é usar os gestores como multiplicadores do tema caso a empresa não tenha intranet, e-mails marketing ou murais.

– Informe a data de início e de termino da mudança, e se ela se aplica a todos os dias da semana ou somente às sextas-feiras.

– É importante estar claro e especificado quais são as mudanças abertas, ilustrando a comunicação com figuras ou fotos.

5 dicas para o colaborador:

– Lembre-se que, independente da flexibilização, o colaborador continua no ambiente corporativo, portanto, qualquer tipo de excesso deve ser evitado.

– Esteja atento e se restrinja a usar o que a empresa a vestir liberou.

– Os homens devem evitar camisetas regata, chinelos e bermudas de água.

– Existem outras saídas para refrescar o corpo no verão como utilizar tecidos naturais como o linho e o algodão, além de peças mais leves como camisas de manga curta e bermudas sociais mais curtas.

– Mulheres precisam estar atentas ao comprimento das saias, aos decotes nas costas e a exposição do corpo em exagero. O ambiente corporativo ainda pede algumas limitações. Deixe aquele vestido do final de semana para sábado, domingo e outros dias de folga. O ideal é ter no seu guarda-roupas os vestidos e saias de trabalho e as mesmas peças só que voltadas aos dias de descanso. Para o ambiente corporativo, opte por linho, crepe, jersey e outros tecidos mais nobres. Deixe a viscose e a visco lycra para as peças mais casuais de lazer.

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Quer ser um campeão? Esteja pronto!

Esteja sempre pronto! Essa foi a lição dada para vencer, apresentada pelo lutador de Kickboxing Ariel Machado, um dos melhores do mundo na modalidade, em um encontro com profissionais da empresa de tecnologia 4Results.

O atleta participou de um almoço com os colaboradores da empresa, no Hard Rock Cafe Curitiba, para incentivar a equipe que tem vários desafios de entregas de projetos importantes entre o final de 2018 e o início de 2019.

Ariel Machado mostrou, em palestra, que passou por inúmeras dificuldades até brilhar mundialmente nas artes marciais em grandes disputas do MMA e Glory. Ele disse que começou a prosperar a partir do momento que fez algo como um plano de negócios para a própria carreira e listou o que importa para alcançar o sucesso:

– Saiba quem você é
– Decida o que quer
– Trabalhe duro
– Mantenha-se motivado
– Qualifique-se
– Esteja pronto
– Supere seu medo
– Vença!

Por coincidência, o campeão de lutas também é da área de Tecnologia da Informação. Tem graduação de nível superior em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Ariel Machado foi convidado para o evento com o objetivo de mostrar que foco e determinação são essenciais para quem quer vencer no mundo corporativo.

Cristiane Werner, CEO da 4Results, que convidou o lutador para a palestra, ressaltou a importância desse tipo de preparação da equipe da empresa para seguir a trilha vencedora que garantiu, em 2018, um crescimento de mais de 25% em faturamento e novas contratações. Ela usou o exemplo do especialista em TI que venceu no mundo das lutas para motivar a equipe a superar novos desafios. “Conquistamos a confiança de grandes clientes e vamos passar de um ano para outro com a responsabilidade de entregar projetos complexos com o máximo de eficiência e acerto”, destacou a empresária.

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Pesquisa da IBM revela qual o perfil das empresas que serão mais disruptivas nos próximos anos

Pesquisa realizada pela divisão de Consultoria de Negócios da IBM revela que as grandes companhias já estabelecidas no mercado, as chamadas Incumbentes, têm maior capacidade de serem disruptivas em seus mercados nos próximos anos.O levantamento feito pelo IBM Global C-suite Study, feito com executivos C-level em todo o mundo, inclusive do Brasil, aponta que 72% dos entrevistados acreditam queas empresas tradicionais e consolidadas serão líderes em ruptura, inovação e competitividade.

A informação adquirida ao longo de décadas de conhecimento específico de setor se tornou o ativo mais importante e é o principal fator que leva a essa conclusão. Segundo o estudo, tecnologias como Cloud, Inteligência Artificial, Blockchain e Internet das Coisas propiciarão às grandes empresas as ferramentas necessárias para acessar e utilizar com eficácia esses dados.

Reinvenção Digital

O Global C-suite Study também identificou três estágios de Reinvenção Digitalnas empresas, classificados como Reinventores, Praticantes e Aspirantes, com base no foco na experiência do cliente, implantação de tecnologias digitais, estratégia competitiva e agilidade na organização.

No topo da lista, os Reinventores (27%) estão à frente na inovação e também são superiores em crescimento de receita e lucratividade nos últimos três anos. Suas estratégias de TI e negócios estão muito alinhadas. No entanto, o principal fator que posiciona este grupo à frente dos outros estágios é a eficácia na utilização de dados para identificar necessidades de clientes indefinidas e não atendidas.

Os Praticantes (37%) ainda não desenvolveram as capacidades correspondentes às suas ambições, mas planejam lançar um novo modelo de negócios nos próximos anos. Já para as organizações Aspirantes (36%), o maior desafio é obter a visão, estratégia e as capacidades de execução adequadas, principalmente em relação a funcionários e parceiros.

Adoção de Plataformas

Os Reinventores também estão atualmente liderando a adoção de modelos de plataforma de negócios, seguidos de perto pelos Praticantes. Entretanto, o primeiro grupo se destaca em todos os elementos avaliados pelo, incluindo a escolha deuma abordagem colaborativa, a capitalização de dados e o compromisso com a inovação.

O estudo constatou que cerca de 57% das empresas com uma estratégia de disrupção são arquitetos ou proprietários de um modelo de plataforma de negócios. Criando interações diretas entre consumidores e produtores, além de reunir muitos dados ao longo do caminho, essas organizações estão dominando seus segmentos de mercado e entrando em novos com facilidade.

Aproximadamente 28% dos entrevistados afirmaram que estão realocando parte de seu capital para criar plataformas, movimentação que deve se requerer um investimento estimado em US$ 1,2 trilhão nos próximos anos, um aumento de 174% em relação aos cerca de US$ 420 bilhões já investidos. O estudo aponta que os setores realizando os maiores investimentos em plataformas são: produtos industriais (+25%), eletrônicos (+22%) automobilístico (+20%) e varejo (+17%).

A importância da cultura

Em todas as suas edições, o Global C-suite Study questiona os executivos a respeito de quais serão os fatores de maior impacto nos próximos anos para os negócios. O estudo de 2018 constatou que fatores de mercado (69%), incluindo concorrência e mudanças nas preferências dos clientes, retornaram à posição de liderança, seguidos por tecnologia (63%) e people skills(61%), comprovando o aumento do valor dos ativos intangíveis, como o talento e as ideias.

Neste cenário, os Reinventores são mais eficazes que seus pares na construção de culturas em torno do feedback ativo, empoderamento, co-criação e compartilhamento de conhecimento. Aproximadamente 70% deste grupo respondeu que solicita ativamente a participação de funcionários para desenvolver novos projetos,promove a colaboração e o compartilhamento de conhecimento, investe nas habilidades dos colaboradores e apresenta uma rede adequada de parceiros, fornecedores e distribuidores.

IBM Global C-suite Study

O IBM Global C-suite Study foi realizado por meio de entrevistas com 12.854 executivos de 112 países, incluindo o Brasil, de posições como Chief Executive Officer (CEO), Chief Financial Officer (CFO), Chief Human Resources Officer (CHRO), Chief Information Officer (CIO), Chief Marketing Officer (CMO) e Chief Operations Officer (COO), abrangendo 20 setores da indústria.

As respostas foram analisadas utilizando o IBM Watson Natural Language Classifier, que verifica o contexto, temas e prioridades dos entrevistados.

A versão completa do IBM Global C-suite Study está disponível no link.

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Algar Telecom lança Wi-Fi inteligente para o mercado corporativo

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do Grupo Algar, lança essa semana o SmartFi Pro, gestão inteligente da rede Wi-Fi que permite conhecer os usuários da rede, usufruindo da mais moderna tecnologia de conexão sem fio com a máxima proteção dos dados. O SmartFi Pro é o primeiro produto desenvolvido pelo Brain – Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) fundado pela Algar Telecom – e será o novo item do portfólio da empresa.

Essa solução permite maior domínio sobre as informações dos usuários que acessam a rede, coletando apenas dados públicos disponibilizados nas mídias sociais, ou seja, garantindo a privacidade e a segurança da pessoa física que frequenta o estabelecimento. Ao acessar a rede do SmartFi Pro, o usuário final concorda em fornecer essas informações, as quais são compiladas e transformadas em uma base geral, possibilitando que os dados sejam usados de maneira inteligente. Com isso, a solução deixa de ser apenas uma infraestrutura de redes e se torna uma ferramenta efetiva de marketing.

Com o SmartFi Pro, empresas de todos os portes podem ter acesso ao histórico das pessoas logadas em suas redes, gerenciando as informações dos usuários e armazenando dados, que resguardam o estabelecimento caso ocorra algum cyber crime, de acordo com o Marco Civil da Internet. Este é um aspecto importante, especialmente para pequenas e médias empresas, que passam a gerenciar a utilização da rede de forma mais assertiva. Tudo isso com o suporte da Algar Telecom 24h por dia, durante todos os dias da semana.

“Queremos proporcionar ao mercado ofertas cada vez mais assertivas e inovadoras, e o SmartFi Pro é um exemplo disso. Esse lançamento, além de impactar positivamente nos resultados de negócios dos nossos clientes com a rentabilização do Wi-Fi, ajuda a melhorar a experiência de seus consumidores, que cada vez mais demandam por produtos e serviços personalizados”, reforça Márcio Estefan, diretor vice-presidente de Negócios da Algar Telecom.

A ferramenta foi desenvolvida em parceria com a plataforma de rede e conectividade da Cisco, que garante infraestrutura de alta qualidade de Wi-Fi para o usuário final. Já a plataforma de gerenciamento e enriquecimento de dados é em parceria com Zoox Smart Data e permite não só a administração dos acessos, como também a possibilidade de usar o sistema em prol de um conhecimento mais aprofundado do usuário e da comunicação mais assertiva com ele, podendo incluir até a realização de pesquisas em tempo real.

Dessa forma, as empresas podem desenvolver estratégias com base no perfil e comportamento de utilização de rede de seus clientes com uma ferramenta prática e intuitiva, com as informações mais relevantes para os negócios.

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CEO da Stefanini destaca a importância da diversidade para transformar ambientes corporativos

A Diversidade é um tema que tem sido debatido com frequência em várias frentes, no entanto, está longe de ter sua amplitude inserida devidamente no meio corporativo. Para ampliar esse debate, a CEO da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará presente no Programa Estratégico da Amcham Porto Alegre (RS), que acontece dia 17 de setembro. Na ocasião, Monica Herrero, CEO da companhia, debaterá sobre o tema Cultura e Diversidade no universo corporativo. Entre os tópicos a serem debatidos, estão ‘Diversidade como estratégia organizacional’, ‘Ambientes diversos e inovação’ e ‘Cultura voltada ao fomento da diversidade’.

O Programa voltado para as lideranças femininas consiste em cinco módulos de aprendizagem direcionados para médias e altas gerências. Cada módulo terá 4 horas e abordará um aspecto essencial na formação de lideranças.

O cenário atual está direcionado para o alcance da equidade de gênero em todas as esferas e torna-se fundamental trabalhar questões de fomento e desenvolvimento de mulheres executivas, pensando em um ambiente organizacional mais diverso e atuando com o objetivo de propiciar um espaço de troca e inspiração para as executivas gaúchas.

Com o intuito de multiplicar conhecimentos e auxiliar na missão de transformar o ambiente de negócios, Monica Herrero levará para o evento a experiência da Stefanini, que apoia a diversidade como um todo. “Sabemos que este desafio é grande, mas temos que abrir a discussão e criar mecanismos reais com processos efetivos para que a diversidade permeie as corporações, por meio de um movimento natural e contínuo, seja para mais espaços para a mulher no mercado de trabalho e de pessoas de todos os gêneros”, enfatiza Monica Herrero.

Programação completa:

Módulo 1 | Cenário Global
Panorama atual do mercado de trabalho | Transformação organizacional | Diversidade e performance financeira

Módulo 2 | Liderança Contemporânea
Autoconhecimento | Protagonizando a transformação | Gestão de equipes de alto desempenho
Novas práticas de gestão

Módulo 3 | Cultura e Diversidade
Estratégia organizacional | Ambientes diversos e inovação | Cultura voltada ao fomento
da diversidade

Módulo 4 | Negociação e Networking
Executivas e negociação – como incentivar | Atitude e postura para negociar
A importância do networking para crescimento profissional

Módulo 5 | Carreira
Como equilibrar vida pessoal com a profissional | Destacando-se em um ambiente
masculino | A importância de estabelecer metas profissionais

ANOTE EM SUA AGENDA:
Módulo 3: Cultura e Diversidade
Dia: 17 de setembro, segunda-feira
Horário: 14h às 18h
Local: Amcham Business Center
Endereço: Rua Dom Pedro II, 861, 8º andar – Porto Alegre, RS

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Fluke anuncia novo Gerente Nacional de Vendas

Comprometida com o objetivo de fortalecer a sua posição de liderança no mercado de teste e medição e aprimorar o desenvolvimento e adoção de suas inovadoras ferramentas, a Fluke nomeia Rodrigo Cunha para a Gerência Nacional de Vendas. Com quase 20 anos de experiência na área industrial, o executivo é graduado em Engenharia Elétrica pela Mauá e pós-graduado em Administração de Empresas com ênfase em finanças pela FGV. Nos últimos cinco anos, Cunha passou por duas empresas do Grupo Fortive, sendo quatro anos na Fluke e um ano na Tektronix. Sua experiência anterior inclui organizações renomadas como Ericsson, AON Warranty e Apex Tools.

Cunha possui sólida experiência e assume a posição com a intenção de alavancar ainda mais a área de vendas da companhia. Para alcançar seus objetivos e metas de crescimento, o executivo planeja estreitar ainda mais o relacionamento com a rede de distribuidores, impulsionando o desenvolvimento técnico de seus especialistas e aumentando a geração de demanda dentro dos canais de vendas. “Estar próximo do distribuidor e do usuário de nossas soluções nos aproxima de suas necessidades, deixando-nos ainda mais atentos para atender de maneira estratégica e assertiva cada região e segmento de mercado”, enfatiza Cunha.

No Brasil, a Fluke conta com uma equipe de 70 distribuidores, mais de 2000 produtos comercializados e 200 pontos de venda. A companhia pertence ao Grupo Fortive, conglomerado independente, de capital aberto, que reúne um grupo de empresas líderes em seus mercados que representam um faturamento global da ordem de US$ 6.2 bilhões.

De acordo com o novo Gerente Nacional de Vendas, “a Fluke passa por uma reestruturação e se alinha cada vez mais às principais tendências de mercado. Deixamos de focar no produto e passamos a enfatizar soluções, embutidas em conceitos macro como indústria 4.0, eficiência energética, manutenção preditiva, entre outros”. Para Cunha, um desafio adicional será buscar este crescimento contínuo em um cenário de incertezas políticas e econômicas, especialmente em relação à variação do dólar. Os setores de Oil&Gas, energia, datacenter, mineração, siderurgia e automotivo, seguem como prioritários.

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Já passou o tempo das reuniões sem fim

Por Sílvio Celestino, Alliance Coaching

Um dos maiores problemas para manter a agenda em ordem é a quantidade de reuniões que têm horário para começar, mas não acabam nunca. Isso é motivo de muita perda de energia, estresse e sensação de impotência diante do acúmulo de problemas. Principalmente quando o responsável pelo prolongamento da reunião é o chefe.

Eu já participei de reuniões nas quais as pessoas davam voltas para esclarecer o que estava ocorrendo. Não eram claras sobre o que precisavam. Pior, em alguns casos, somente ofendiam os demais participantes. Alguns jogavam a culpa de seus fracassos em todos e nunca assumiam os próprios erros e responsabilidades. Outros se recusavam a oferecer ajuda, só críticas. E, o que é pior, depois de horas de duração era comum ver que a reunião terminava com a marcação de outra para decidir o que deveria ter sido decidido.

Esse tipo de comportamento destrói a agenda e a energia de todos, o que é exasperante.

A causa disso é que os participantes de reuniões, inclusive os gestores, assumem que podem falar qualquer coisa, de qualquer jeito e para qualquer um.

A solução passa necessariamente pela estruturação rigorosa das reuniões. Não me refiro somente à pauta, que deveria ser um item básico, mas ao estabelecimento do que pode ser falado na reunião e de qual estrutura deve ser seguida.

O gestor mais famoso nesse rigor foi Allan Mulally, que foi CEO da Ford e da Boeing Commercial Airplanes. Toda semana, às terças-feiras, às 7 horas, havia a reunião de revisão do plano de negócios. Os executivos eram obrigados a participar, e a máxima concessão era que entrassem na reunião via conference call. Não podiam enviar representantes. Celulares deveriam permanecer desligados. Na reunião cada um, por sua vez, tinha de começar dizendo qual era seu nome, qual cargo ocupava, em qual ponto do business plan se encontrava. E dizer se a situação estava em código vermelho, amarelo ou verde. Representando problemas, ou se estava tudo bem.

Na eventualidade de precisar de ajuda o executivo tinha de ser específico em seu pedido. Os demais somente poderiam oferecer ajuda. Nada de críticas, ou opiniões.

Não preciso dizer o quanto muitos executivos não se adaptavam a essa estrutura. Ninguém gosta de ver sua fala em uma camisa de força. Mas o fato é que ele foi um dos executivos mais bem-sucedidos de seu tempo. E as empresas que ele administrou deram a volta por cima ante situações muito difíceis, que envolviam desde concorrência acirrada a embates duríssimos com sindicatos.

Portanto, idealmente falando, antes de cada reunião o organizador deveria especificar uma estrutura que todos deveriam seguir ao falar.

Isso exige boa vontade, treino e muitos ajustes ao longo do tempo. Mas os resultados podem ser a diferença entre a ruína e o sucesso da companhia.

É fato que somos frutos de uma cultura, mas também é certo que somos agentes de sua transformação. Como podemos ser precisos no horário de término das reuniões sem rigor nas falas e na exigência para que os envolvidos apresentem informações relevantes para a tomada de decisão? Não podemos!

As pessoas terão maior produtividade, mais energia, menos estresse e mais tempo para focar os resultados se as reuniões forem mais produtivas, relevantes e decisivas.

Vamos em frente!

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7 segredos para o sucesso da transformação digital em PMEs

Por Paul Whitelam

A transformação digital é uma iniciativa crucial para muitas PMEs (pequenas e médias empresas) em suas estratégias de negócios. Com as tecnologias emergindo em um ritmo acelerado e os modelos de negócios evoluindo continuamente, novas fontes de receita e oportunidades para empresas anteriormente tecnofóbicas estão se tornando uma realidade.

Segundo um estudo da Oxford Economics, 89% das pequenas e médias empresas consideram que a transformação digital é vital para a sua sobrevivência e 54% acreditam que as mudanças tecnológicas já são uma prioridade em suas agendas.

No Brasil, as organizações brasileiras estão atentas à importância deste movimento. De acordo com uma pesquisa encomendada pela SAP, 56% das empresas pretendem aumentar a sua receita em até 10% como resultado direto da transformação digital. O relatório revelou ainda que as ferramentas que estão sendo mais consideradas no mercado brasileiro são Big data e analytics (63%), plataformas de segurança (59%), mobile (51%), cloud computing (50%), e loT (45%).

Para as PMEs, a transformação digital é vista principalmente como uma transformação na maneira de se fazer negócios, pois não se trata apenas de tecnologia, mas também de pessoas, o que inclui funcionários, clientes e partes interessadas.

Infelizmente, acredita-se que até 70% das iniciativas de transformação digital provavelmente falharão, de acordo com estudo do IDC, em função de erros decorrentes, por exemplo, da falta de uma definição clara da estratégia digital, colaboração insuficiente entre as partes interessadas e recursos limitados de pessoal qualificado.

70% de insucesso é uma taxa espantosamente alta, por isso, para evitar que a transformação digital do seu negócio torne-se mais uma estatística, é importante entender que não se trata apenas de tecnologia – embora essa peça seja uma grande parte. Também é essencial engajar todos os envolvidos e planejar o ritmo das mudanças, incluindo a consideração sobre eventuais interrupções e ajustes futuros.

Existem diversas maneiras de implementar estrategicamente um processo de gerenciamento de mudanças e, também, há muitas formas disto dar errado, portanto, aqui estão alguns passos simples para o sucesso da transformação digital em um negócio:

1. Estabeleça expectativas iniciais claras – Liderar uma grande transformação tecnológica significa cultivar entusiasmo e otimismo entre sua equipe, por isso, esperar que dê tudo certo não é suficiente. Estabeleça metas claras e expectativas realistas. Converse sobre os piores cenários, obstáculos prováveis e improváveis e riscos potenciais, a fim de desenvolver um plano que possa contemplar qualquer interrupção e ajudar a prevenir um desastre.

2. Conecte pessoas e confirme planos por meio de buy-in antecipado – O andamento será diferente para cada nível da organização, por isso estabeleça marcos significativos e tenha um escopo claro de trabalho para ajudar a gerenciar as expectativas de como serão as mudanças em sua empresa. Facilitar o gerenciamento de mudanças requer o desenvolvimento de uma narrativa clara de “por quês”, capaz de explicar os papéis e responsabilidades de todos os envolvidos, ao mesmo tempo em que se pré-define a propriedade nos vários estágios ao longo do caminho, para garantir que tudo corra bem. Ao comunicar-se proativamente em todas as etapas do processo, você permitirá que a equipe acostume-se à ideia e se sinta à vontade para fornecer informações, tornando o processo de transformação digital inclusivo e aberto.

3. Execute um piloto – Crie um programa piloto no estágio preliminar para resolver qualquer possível problema inicial. Quaisquer dificuldades encontradas serão melhor gerenciadas no início do que quando encontradas em um estágio posterior. Ao garantir que todos os membros de sua equipe saibam o que está acontecendo e trabalhem lado a lado durante o piloto, você pode gerar um plano mais eficiente e abrangente, que fornecerá uma oferta melhor e maiores chances de sucesso.

4. Permaneça ágil – Planeje uma entrega modular e em etapas que acomode o trabalho não planejado. Habilite a flexibilidade em sua agenda para permitir alterações nas prioridades, se necessário, sem precisar reiniciar o processo.

5. Treine para resolver qualquer imprevisto – Treine, desde o início, sua equipe para que esteja ambientada às tecnologias implementadas na transformação digital de sua empresa e planeje mais treinamentos à medida que novas inovações sejam introduzidas. Quando possível, o treinamento em novos sistemas deve começar bem antes de entrar em operação, isso é essencial para garantir que os funcionários sintam-se confortáveis com a tecnologia, tornando a mudança final definitiva o mais simples possível. Realize treinamentos periódicos após o lançamento para garantir que todos estejam utilizando o sistema da maneira pretendida, à medida que novos processos ou políticas sejam adicionados e à medida que novos funcionários ou contratados ingressem na organização. A implementação inicial e os programas de treinamento podem precisar ser revisados e atualizados para incluir melhorias, identificadas por meio de uso em larga escala ou padrões de uso não capturados nos planos originais.

6. Forneça ferramentas de apoio contínuas – Mesmo com todo o tempo e recursos investidos em treinamento, os funcionários provavelmente voltarão aos velhos hábitos e precisarão de apoio contínuo para mudar a maneira como operam. Certifique-se de que todo grupo de usuários tenha suporte regular para manter a nova metodologia de trabalho.

7. Olhe além da linha de chegada – A gestão da mudança é um esforço de longo prazo, que necessita de um acompanhamento regular das principais partes interessadas após a conclusão do projeto, demonstrando assim o compromisso contínuo com a mudança da transformação digital, e a importância de suas opiniões.

A transformação digital em qualquer empresa pode se tornar mais complicada quando há o envolvimento de muitas pessoas – especialmente quando a mudança é de toda a organização. Priorizar e planejar o gerenciamento de mudanças logo no início dará a você as ferramentas para resolver os problemas à medida que forem surgindo, antecipando-os e neutralizando-os antes do prazo.

Paul Whitelam, Vice-presidente sênior de marketing global da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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O círculo vicioso da baixa produtividade

Por Rubens F. Passos

Dentre os conhecidos fatores da baixa competitividade de nossa economia, um dos mais graves é a produtividade dos trabalhadores, conforme acaba de ratificar pesquisa da Fundação Getúlio Vargas: num ranking de 68 nações, ficamos na desconfortável 50ª posição, atrás da Argentina e até mesmo da esfacelada Venezuela.

Nesse contexto, é preciso ficar muito clara a relação de causa-efeito entre o problema e a precariedade da Educação Básica e do acesso ao Ensino Superior de excelência. Por isso, é preocupante o resultado de novo estudo do Banco Mundial (BIRD), o qual mostra que jovens de 15 a 25 anos de lares afetados por quedas nos rendimentos têm 2,3% mais chances de abandonar os estudos. Dentre os de 18 anos, o índice sobe para 4,5%. Segundo o relatório, o número de famílias brasileiras que tiveram cortes no orçamento passou de 20%, em 2013, para 30%, em 2014.

Ou seja, a recessão afetou negativamente o nosso já combalido sistema de ensino, podendo agravar ainda mais a produtividade dos trabalhadores. Afinal, a boa formação escolar, desde a Educação Infantil, é cada vez mais determinante, à medida que a tecnologia avança e os processos produtivos tornam-se paulatinamente mais sofisticados, menos mecânicos e manuais.

A persistente baixa produtividade dos recursos humanos continuará afetando a competitividade e limitando o potencial de crescimento do PIB, o que reduz a capacidade de investimento do Estado na educação. É um círculo vicioso! O País paga um preço alto por ter abdicado de construir um sistema de ensino eficaz, ao contrário de algumas nações que fizeram da sala de aula o grande trampolim de seu desenvolvimento.

O resultado dessa perniciosa equação também torna o Brasil mais suscetível às oscilações da economia internacional e às instabilidades internas. Temos um permanente caldo de cultura propício à proliferação de crises, que, de fato, têm sido intermitentes, inviabilizando um ciclo duradouro de crescimento sustentado. Por mais que seja repetitivo a cada eleição, o ensino precisa ser enfatizado na campanha eleitoral deste ano. Entrarão para a história os políticos que, por meio da redenção da escola, promoverem o grande salto de competitividade de nosso país.

Rubens F. Passos, economista pela FAAP e MBA pela Duke University (EUA), é Senior VP Latam da Acco Brands e diretor do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo (Sindigraf-SP).

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