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Canal de denúncias é o novo impulso nas instituições financeiras – Por Cassiano Machado

f716c95c7a93b0dd3cb835751f6b3a31 Diante do cenário atual de denúncias de corrupção e desvios nos mais diversos setores, é cada vez mais evidente a necessidade de ações de controle que venham resguardar a integridade e a segurança das instituições públicas e privadas.

A implantação de um canal de denúncias que receba relatos de desvios de conduta dentro e fora das instituições se torna necessária, reforçando à efetividade das ações de compliance como um todo. É neste contexto que, recentemente, uma portaria veio estabelecer a exigência da implementação do canal de denúncias para instituições financeiras.

A Resolução 4.567, de 27 de abril de 2017, estabelecida pelo Banco Central do Brasil, dispõe sobre a necessidade de instalação de um canal de comunicação disponível para colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores sem a necessidade de identificação para receber relatos a respeito de atos ilícitos relacionados às atividades das organizações financeiras e demais instituições cujo funcionamento é autorizado pelo Banco Central do Brasil.

O canal de denúncias deve viabilizar o registro e reporte à autarquia do Banco Central do Brasil de informações que afetem a reputação dos controladores e detentores de participação qualificada e de membros de órgãos estatutários ou contratuais.

As instituições, por sua vez, devem designar uma equipe especializada para o acolhimento e encaminhamento dos relatos para o devido tratamento às denúncias. Vale lembrar que esta equipe pode ser interna, desde que seja resguardada a segurança e confidencialidade das informações, com total isenção e imparcialidade.

Esta nova resolução ratifica a necessidade de evolução dos programas de ética e compliance nas empresas e instituições de todo o País, que ganham impulso nos últimos anos a partir das revelações de ações antiéticas e atos ilícitos decorrentes da operação Lava-jato.

A obrigatoriedade de um canal efetivo para denúncias proporciona uma oportunidade para que as instituições financeiras reavaliem e atualizem suas práticas neste tema, adotando formatos mais modernos já empregados por empresas de outros segmentos, como, por exemplo, o modelo de operação terceirizada, que agrega confiança e segurança para quem manifesta, além de dar consistência e melhor alocação dos recursos das organizações no tratamento e prevenção das eventuais irregularidades.

A atual crise ética vivenciada no Brasil, a exemplo de outros países que já passaram por situações semelhantes, promove reflexões e mudanças na sociedade, que gradualmente conduzem para um patamar mais consciente e maduro em queo ganho coletivo se sobrepõe ao individual e a conduta ética é valorizada e em todas as instituições, sejam elas financeiras na esfera privada ou pública conquistada no âmbito corporativo.

Se bem implementado, o canal de denúncias será um grande aliado nessa empreitada.

Cassiano Machado é sócio-diretor da ICTS Outsourcing, empresa de serviços relacionados à gestão de riscos e compliance.

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REDBELT vence o Microsoft Enterprise Mobility Award 2017 na América Latina

A REDBELT, empresa que oferece soluções de TI com foco em Segurança da Informação, Computação em Nuvem e Desenvolvimento de Aplicações, é a vencedora do “Microsoft Enterprise Mobility Award 2017 LATAM”, uma das categorias do Microsoft Partner of the Year Awards. O prêmio reconhece a empresa como melhor parceira em soluções Microsoft EMS (Enterprise Mobility + Security) na América Latina e Caribe por demonstrar excelência e inovação na implementação e serviços da tecnologia em seus clientes. “Receber este reconhecimento da Microsoft numa premiação tão disputada nos mostra que estamos no caminho certo. Nosso know-how em segurança é fundamental para aplicar a sinergia de soluções tecnológicas com a eficiência necessária para nossos clientes”, explica Gustavo de Camargo, CEO da REDBELT.

Reconhecida por sua expertise em Segurança da Informação, a REDBELT se destaca frente ao mercado com ofertas que abrangem diversas soluções Microsoft, para atender diferentes áreas das empresas. Com alto conhecimento em Microsoft EMS, provê gerenciamento de acessos, identidade e segurança e tem um time capaz de analisar o ambiente dos clientes e colocar as diversas funcionalidades da plataforma em produção, considerando cada necessidade e cenário atual de negócios.

Sempre preocupada em ter um time capacitado, a REDBELT é parceira Gold da Microsoft em Enterprise Mobility e constantemente investe em treinamentos para seus funcionários. A REDBELT é também parceira Solution gerenciada Microsoft, com o maior número de P-Sellers no Brasil, incluindo 12 profissionais das áreas de Cloud Computing, Segurança da Informação e Desenvolvimento de Aplicações. Pela excelência no programa de P-Sellers, a empresa também conquistou o prêmio Partner Seller Excellence in Technology, Sales and/or Licensing na América Latina e Caribe. Também possui dois especialistas MVP’s e outros profissionais certificados em diversas soluções da Microsoft. “Continuaremos a capacitar a nossa equipe para manter este alto patamar de qualidade”, afirma Gustavo.

A premiação contou com 2.800 inscrições de 115 países em 2017. Além da vitória em Mobilidade Corporativa e P-Seller, a REDBELT conquistou o prêmio global como Parceiro do Ano 2017 na categoria Cloud for Global Goods e oo prêmio LATAM nessa mesma categoria, pela ação social com a instituição Gerando Falcões, com um curso de programação Microsoft para 30 jovens da comunidade de Poá.

“A inovação e forte experiência que os parceiros da Microsoft continuam oferecendo são demonstrados pelos vencedores dos prêmios deste ano ”, diz o vice-presidente corporativo Ron Huddleston, One Commercial Partner, da Microsoft. “Estamos satisfeitos em reconhecer a REDBELT como ganhadora do Microsoft Enterprise Mobility LATAM 2017”, conclui.

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Defesa cibernética é eleita a grande questão para os próximos anos no Brasil

O cenário mundial de defesa e segurança cibernética demanda constantes investimentos em novas tecnologias, uma vez que os ataques de hackers e os crimes virtuais estão mais sofisticados e ultrapassam cada vez mais rápido as ferramentas de proteção já existentes. Para se ter uma ideia do potencial desse mercado, o Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco 2017 revelou que apenas 56% dos alertas de segurança são investigados e menos de metade dos alertas efetivos são solucionados. A LAAD Defence & Security 2017, mais importante feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece de 4 a 7 de abril no Riocentro, no Rio de Janeiro, reunirá algumas das empresas responsáveis pelas mais modernas soluções e tecnologias utilizadas em defesa e segurança cibernética.

As ameaças digitais também estão na agenda de preocupação das Forças Armadas do País que trabalham para oferecer uma estrutura de alto nível para proteger o Brasil de cyber ataques. Nesse sentido, desde 2009 o Exército Brasileiro está a frente de um projeto que inclui a construção de um Centro de Defesa Cibernética, desenvolvimento de soluções em software e hardware, aquisição de supercomputadores e materiais de investigação digital. O valor do projeto é de cerca de R$ 331 milhões e deverá ser concluído até 2020.

“Para vencer a batalha cibernética há diferentes formas de proteção e uma delas é adotar uma posição preditiva, ou seja, antecipar-se aos possíveis ataques ao invés de apenas tratar depois de existirem”, explica Luiz Rubião, CEO da empresa de engenharia e software Radix, uma das participantes do evento.

“A chave da prevenção está na própria gênese da arquitetura do sistema a ser utilizado. Isso significa que os conceitos de defesa e segurança cibernética devem ser implantados desde o início de um projeto de software ou sistema de rede, usando componentes que possuem uma proteção intrínseca”, explica Rubião, que acrescenta: “assim, a chance de você ser atacado ou os danos que você pode ter depois de atacado são naturalmente menores”.

Outro ponto que necessita de atenção na questão de defesa e segurança cibernética é o risco de ataques a dispositivos conectados à internet utilizando um dos conceitos de tecnologia mais comentados nos últimos anos: a Internet das Coisas (IoT). “Um exemplo de violação de segurança nesse sentido veio a público quando dois hackers invadiram o sistema embarcado de um utilitário esportivo dando comandos na direção do veículo remotamente”, completa o CEO da Radix. Na LAAD Defence & Security 2017, a Radix irá expor serviços e soluções de tecnologia em hardware e software para a área de cybersecurity e também de monitoramento e segurança de grandes áreas e distâncias.

Investigação criminal – Entre as tecnologias que serão apresentadas na LAAD 2017 estão as ferramentas que auxiliam na solução mais rápida de crimes. A israelense Cellebrite irá expor a linha UFED Analytics, UFED Infield e UFED Touch 2, que são novidades em tecnologias para a extração de dados de dispositivos móveis e softwares especiais para análise de informações sob o ponto de vista investigativo. A tecnologia UFED da Cellebrite é utilizada por agências de inteligência do mundo inteiro.

“Essas soluções permitem que examinadores, analistas, investigadores e procuradores possam, simultaneamente, organizar, buscar, mapear, visualizar e gerenciar grandes conjuntos de dados digitais que ajudam na identificação de evidências críticas de forma rápida e eficiente”, afirma o diretor da Cellebrite para América Latina e Caribe, Frederico Bonincontro, que acrescenta: “a expectativa da empresa é crescer na América Latina em 2017, ampliando o escopo de clientes e a oferta de soluções para investigação digital que unificam instantaneamente a investigação criminal com evidências justificáveis”.

Outra empresa confirmada na LAAD Defence & Security 2017 é a Suntech, que atua no mercado brasileiro no segmento de inteligência com soluções de alta tecnologia para as áreas de Defesa e Segurança. De acordo com o diretor comercial da empresa, Lincoln Egydio Lopes, a Suntech lançará no evento o Sistema Federado de Inteligência. “Trata-se de um sistema desenvolvido com uma arquitetura para a gestão da inteligência intra e inter agências de segurança, integrando as distintas esferas do poder público em um único ambiente para captura e compartilhamento de informações de investigação e inteligência”, revela o executivo.

Com foco na área de tecnologias de cybersecurity, transmissão e comunicação para segurança e defesa, a feira conta também com a participação de empresas como a Rafael Advanced Defense Systems, VMI Sistemas de Segurança, Globalstar, Motorola e Secunet Security Networks.

LAAD Defence & Security 2017 – Feira Internacional de Defesa e Segurança

Data: 04 a 07 de abril
Local: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
Horário da Exposição: 04 e 06 de Abril – das 10h às 18h e 07 de Abril – das 10h às 17h
Horário dos Seminários: 04 de Abril – das 14h às 17h / 05 e 06 de Abril – das 10h às 17h

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Educação do Futuro está entre os destaques da Oiweek 2017

Gamificação, ensino à distância, óculos de realidade virtual para alunos de medicina e rede social focada em estudantes são os destaques das startups que prometem revolucionar a educação no Brasil. Elas se apresentam hoje e amanhã durante a 9ª Open Innovation Week, principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, que acontece em São Paulo.

Confira a lista das principais soluções para educação:

Educacross – plataforma de educação para o ensino de matemática e língua portuguesa, dirigida aos alunos do 1º ao 5º ano, por meio do Game-based Learning (o aprendizado baseado em jogos). Os estudantes interagem com jogos em um ambiente digital totalmente lúdico, enquanto um conjunto de algoritmos, técnicas estatísticas e ferramentas analíticas permitem aos professores a avaliação contínua da evolução das competências cognitivas.

Kriativar – startup de educação e tecnologia que tem como missão promover o protagonismo infantil, oferecendo aos pais e às escolas ferramentas para que eles possam desenvolver todo o potencial criativo de crianças e jovens. A empresa desenvolve os próprios produtos, como a plataforma de cocriação Kriativar, e também oferece soluções customizadas para empresas, que unem tecnologia à produção de conteúdo qualificado. Recentemente, a empresa fundiu suas operações com a startup Kitutor, a partir de uma conexão feita na primeira etapa do 100 Open Startups, permitindo chegar ao mercado em escala, além de atender a outras demandas na área de educação e comunicação corporativa.

mLearn – com mais de 3 milhões de usuários, a plataforma oferece mais de 50 cursos certificados, entre línguas, capacitação profissional e gastronomia. Permite estudar a qualquer hora e lugar. Plataforma gamificada, que torna o estudo ainda mais divertido, além de oferecer a possibilidade de estudar off-line e acessar videoaulas e podcasts que facilitam o aprendizado.

MedRoom – desenvolve simuladores para treinamento médico com realidade virtual. Foi recriada uma sala cirúrgica, onde o aluno pode treinar na prática como fazer procedimentos diversos, como drenagem torácica, intubação, entre outros. A empresa vem para revolucionar a maneira como os estudantes aprendem e praticam a clínica médica.

Beenoculus – há 15 anos trabalha em soluções tecnológicas para serem usadas como linguagem no processo de ensino-aprendizado, para que a tecnologia possa efetivamente auxiliar no desenvolvimento das habilidades sócio emocionais dos alunos. Durante a Open Innovation Week 2017, a Beenoculus apresenta ao mercado um inovador dispositivo de realidade virtual, chamado BEEyond, que consiste num óculos de realidade virtual All-In-On, com telas de resolução1K em cada olho, sistema operacional Android e CPU com processador Qualcomm embarcados que, segundo a empresa, permite experiências premium em realidade virtual. A Beenoculus também mostra os novos recursos de sua plataforma de distribuição de conteúdos VR 360º que está conquistando grandes empresas de diversos setores.

Descola – escola de inovação online, com grandes experiências de aprendizagem para temas como Storytelling, Design Thinking, Empreendedorismo etc. Os cursos são criados a quatro mãos com os professores, pensando em toda a jornada do aluno para um curso online. Todo ciclo de aprendizagem passa por base teórica, exercícios, ferramentas, práticas e reflexão conceitual. Os cursos contam com fotografia, edição e produção de alta qualidade. Os cursos são divididos em capítulos curtos, de até 7 minutos, para atrair a atenção dos alunos, possuem linguagem informal e estão cheios de exemplos e inserções de materiais da internet. Hoje são 32 cursos, mais de 16.000 alunos.

Apta – ambiente de aprendizado gamificado que promove formação inovadora em áreas técnicas e profissionais, através de cursos online, proporcionando maior engajamento dos aprendizes através da ludicidade, com consequente redução das altas taxas de evasão típicas do EAD tradicional e imersão em experiências práticas através de missões em problemas reais.

O evento acontece nesta terça e quarta-feira (21 e 22 de fevereiro), das 8h às 19h, no Centro de Convenções Rebouças, em SP. A Oiweek reúne no mesmo ambiente empreendedores, executivos e pesquisadores da comunidade científica, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Veja a agenda completa no site: www.oiweek.com.br/2017

9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00

Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

# Conheça o Movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.org.br/

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Cinco diferenciais de um chatbot avançado

A Plusoft, desenvolvedora brasileira de soluções multicanais para o relacionamento com clientes, elaborou uma lista com as cinco características que são consideradas os grandes diferenciais de um chatbot avançado, ferramenta de inteligência artificial que tem ganhado cada vez mais espaço entre os canais de comunicação instantânea, principalmente redes sociais e portais das maiores empresas do mundo.

Para oferecer interações de maior qualidade com os usuários, a companhia indica os caminhos para que os assistentes virtuais entreguem diálogos humanizados, com grande variedade de assuntos e atendimento personalizado. Veja, a seguir, o que propõem cada um deles.

1 – Repertório vasto

A gestão da base de conhecimento de um bot (abreviatura de robot) é um dos principais segredos dessa solução de ponta, indo muito além da configuração de palavras-chave e conjuntos de regras que obedecem a um fluxo de navegação bem definido. O primeiro passo para garantir um repertório vasto contempla a possibilidade de coletar e armazenar informações.

“É como se fosse um funcionário novo que entra em uma companhia. Você vai ensinando aos poucos e passando as informações sobre os processos da organização. O chatbot aprende com cada nova interação e tem a vantagem de que nunca irá se esquecer ou se cansar”, explica Marildo Matta, diretor de inteligência artificial da Virtual Interactions, empresa do grupo Plusoft.

A segunda fase para ter um amplo banco de dados é a organização desse conhecimento, com a estruturação do conteúdo em um formato adaptado para o chat virtual. “O recomendável é que a programação seja retroalimentada semanalmente”, diz o executivo.

2 – Linguagem natural

Muitas conversas envolvendo chatbots que existem nas redes sociais e centrais de atendimento se parecem mais com uma busca na Internet que oferece respostas automáticas do que com uma troca de mensagens natural. Isso porque muitas tecnologias não têm um mecanismo de processamento de linguagem que reconhece a intenção do usuário. Assim, o diálogo acaba ficando limitado.

“Um assistente virtual avançado deve detectar inicialmente a forma de comunicação do usuário, mesmo que seja uma interação informal, por meio de abreviações e símbolos. Isso é feito por meio da combinação de algoritmos de inteligência artificial que, associados à base de conhecimento da solução, conseguem responder dúvidas e oferecer informações de maneira humanizada, como em uma conversa entre duas pessoas”, informa Matta.

3 – Atendimento personalizado

A evolução do chatbot tradicional para uma tecnologia mais avançada relaciona-se diretamente à customização das respostas no lugar da padronização dos diálogos. Por meio da integração dos bots com os sistemas das empresas e a análise do perfil de cada usuário, é possível personalizar o conteúdo das respostas, que passam a considerar variáveis como sexo, idade e histórico de compras e diálogos anteriores de quem está interagindo com a ferramenta.

4 – Transações complexas

Contratar um serviço personalizado com muitos detalhes ou realizar uma venda completa sem envolver um agente humano são transações que podem ser realizadas por meio de um assistente virtual avançado. Os chatbots tradicionais baseados em regras conseguem alterar uma data de vencimento ou cancelar uma compra, mas não possuem capacidade para operações mais complexas. “A ferramenta avançada ainda tem como vantagem em relação ao atendimento humano estar disponível 24h por dia em qualquer dia da semana”, lembra o especialista do grupo Plusoft.

5 – Transferência para um agente humano

Um assistente virtual tem que fornecer as informações de forma precisa e rápida. No entanto, caso o chatbot não consiga solucionar a demanda do usuário, a tecnologia deve ser capaz de realizar a transferência do bate-papo com todo o histórico para o atendimento humano por telefone ou mesmo por chat. “O procedimento pode ser feito automaticamente utilizando técnicas de inteligência artificial para detectar um sentimento negativo, repetições de perguntas e avaliações ruins”, completa Matta.

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Volvo Cars lança serviço de concierge nos Estados Unidos

Volvo S90 exterior with a range of concierge services

Serviços serão parte integrante da plataforma móvel Volvo On Call

A Volvo anunciou a implantação de um programa piloto de Concierge na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, com foco nos proprietários do utilitário esporte XC90 e do novo sedã de luxo S90. O conjunto de serviços visa facilitar a vida dos clientes e, nesse sentido, a fabricante sueca se aprofundou na pesquisa dos consumidores para satisfazer necessidades até agora não atendidas. O programa piloto está previsto para começar neste mês e vai contar com 300 proprietários de modelos Volvo.

“Imagine ir trabalhar de carro e, ao final do dia, encontrá-lo no estacionamento limpo e abastecido para voltar para casa. Esse é o tipo de serviço que vamos oferecer aos nossos clientes. A nossa pesquisa mostra que as pessoas gastam horas, toda semana, correndo atrás dessas pequenas tarefas, e queremos devolver esse tempo aos proprietários de veículos Volvo para eles possam fazer algo mais importante”, afirma Björn Annwall, vice-presidente sênior da Global Consumer Experience, do Grupo Volvo Car.

A pesquisa da Volvo aponta que mais de 70% dos clientes querem mais facilidade para abastecer o carro, enquanto 56% desejam que seus veículos sejam retirados e levados para serviços de manutenção de rotina, e 49% gostariam de ter seus automóveis levados até outro local, quando assim quisessem.

“A nossa abordagem é simples: procuramos facilitar a vida ao colocar em ação a mais nova tecnologia de conectividade por meio de um aplicativo para smartphone de fácil manuseio. Estamos ativando uma abordagem aberta e ágil para esse fim e agradecemos a colaboração de parceiros que oferecem serviços novos e inovadores. Isso é somente o começo”, afirma Anders Tylman-Mikiewicz, vice-presidente de Serviços de Conectividade para Clientes, do Grupo Volvo Car.

Os proprietários de carros da Volvo que participarem do programa piloto poderão utilizar o app para identificar e solicitar os serviços de concierge disponíveis nas imediações. Os pedidos são enviados até um prestador de serviços autorizado que vai reabastecer o veículo, realizar a manutenção de rotina programada ou qualquer outro serviço adicional.

O app oferece uma chave digital, para uso de uma só vez, que vale pela localização e data, e que é enviada até o prestador de serviço autorizado. Quando os serviços forem concluídos, o carro é bloqueado com o fim da validade da chave digital. O carro também pode ser devolvido até onde o cliente havia deixado estacionado ou até um local totalmente novo, de acordo com seu pedido.

A rede de laboratórios de inovação digital da Volvo Cars na Califórnia, em Xangai (China) e em Gotemburgo (Suécia) trabalha com foco na compreensão das necessidades da base crescente de clientes da empresa, num esforço para aumentar ainda mais a gama de serviços oferecidos. Devido à natureza flexível da plataforma Volvo On Call, novos serviços poderão ser rapidamente adicionados, oferecendo um maior número de serviços e, assim, economizando o tempo desses clientes.

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Apex-Brasil reúne empresas e startups de olho na inovação automotiva

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realiza em São Paulo, na manhã do dia 26 de outubro, o Corporate Venture Automotivo, que reunirá startups, empresas e investidores para fomentar a inovação no setor e debater soluções em mobilidade.

Entre os participantes estão empresas do porte de Bosch, Mercedes, Yamaha e Qualcomm. Grandes companhias que já atuam no ecossistema de inovação brasileiro e apostam em startups para encontrar soluções inovadoras em diversas áreas de transporte e mobilidade, como telemática e veículos autônomos, por exemplo.

Haverá também discussões sobre o futuro das indústrias automotiva e de mobilidade. O evento ainda guarda espaço para apresentações de quatro startups (Nexer, Truckpad, Automobi e Virtual PIXYS) em busca de investimento e deve abrigar um anúncio envolvendo uma montadora e startups. O Corporate Venture Automotivo acontece no Expo Center Norte, Pavilhão Vermelho.

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Só as empresas ágeis irão sobreviver – Por Claudia Vásquez

A economia compartilhada não é um conceito que está longe ou atado ao futuro. É uma realidade que já está em curso. Para as companhias, isso se traduz em grandes inovações e em uma forma de gerenciamento cada vez mais ágil. Todos os empresários precisam ter um olho no que estão fazendo as startups e o outro no que está sendo criado nos centros acadêmicos, mas também precisam trazer ideias criativas e inovadoras à mesa. Aqui é, precisamente, onde “agilidade” se converte em uma palavra fundamental. A agilidade permite que diversos membros de uma mesma comunidade se reúnam de lugares distintos do mundo para compartilhar suas perspectivas e ações em tempo real, podendo, assim, inovar de uma maneira muito mais rápida e eficaz.

A rapidez se converteu em um requisito. As companhias que tiverem uma aproximação apenas tímida da Economia do Aplicativos estão destinadas a fracassar. A agilidade é a única que pode responder, por parte das companhias, às demandas dessa nova geração que procura serviços novos e personalizados.

Os usuários já não esperam nem 6 segundos para que um aplicativo rode seu conteúdo, tampouco querem perder tempo ao telefone até que alguém resolva atendê-los em seus bancos. Os millenials já não temem a mudança e estão cada vez mais ávidos por tecnologia. O que temem, na verdade, é perder tempo com burocracia ou com outras atividades que não lhes traga nenhum prazer. É por isso que as companhias que querem prosperar nessa nova era têm de aprender como se transformar de maneira rápida para melhorar constantemente a experiência que oferecem a seus clientes.

Além disso, os millenials estão cada vez mais dispostos a alugar do que a comprar produtos ou serviços, por duas razões básicas: o aluguel mensal é mais barato e pode ser interrompido a qualquer momento quando o produto/serviço deixar de ser usado. E é aqui que as empresas devem seguir essa lógica e maximizar o aluguel de serviços na nuvem, por exemplo – são escaláveis, seguros e mais econômicos. Os prestadores de gestão de serviços têm feito com que esses serviços estejam disponíveis para companhias de médio porte também. Todos saem ganhando.

Os negócios estão usando a Gestão Ágil, o DevOps e diversas metodologias de entrega como uma forma de encurtar o time-to-market daqueles produtos que são totalmente influenciados pela retroalimentação de seus clientes. Ainda que seja um fenômeno recente na América Latina, está se tornando cada vez mais importante porque as companhias da região têm facilidade para se adaptarem de maneira rápida a novas realidades – e também, é claro, pelas notórias habilidades de comunicação dos latinos

Estou segura de que a Economia dos Aplicativos tem um papel social importante, já que permite às empresas chegarem a consumidores aos quais antes não tinham acesso. A nuvem, a mobilidade e as redes sociais são os principais motores desta Economia dos Aplicativos.

É obrigação das companhias entender que os consumidores têm agora mais opções e, além de tudo, se consultam entre si – mesmo além das fronteiras geográficas – e que, dessa maneira, somente sobreviverão as marcas que realmente entendam e respeitem suas necessidades.

Claudia Vásquez, presidente da CA Technologies na América Latina

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