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Unidas anuncia união com Localiza para se tornar referência em mobilidade

As empresas Unidas e Localiza anunciaram nesta quarta-feira (23/09) a intenção de unir suas operações, em um movimento que prevê a criação de uma companhia referência mundial em mobilidade, com maior oferta de aluguel de veículos, gestão de frotas corporativas e carros por assinatura.

A operação, que está condicionada à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), assim como por assembleias de acionistas, dará origem a uma nova empresa que terá como missão garantir mais acesso à mobilidade, segmento que vem evoluindo de maneira constante e acelerada. Se aprovada, a transação ocorrerá por meio da incorporação de ações, com a estrutura composta pelos acionistas de ambas as companhias.

“O mercado de aluguel de carros é altamente competitivo, com mais de 10 mil locadoras, e se renova a cada momento. A união das duas companhias contribuirá para a criação de uma operação mais robusta, garantindo assim mais acesso à mobilidade e acompanhando a evolução e os desafios do segmento”, afirma Luís Fernando Porto, CEO da Unidas.

A nova empresa deverá contar com uma frota consolidada de mais de 468 mil veículos, presença em 404 cidades e atuação na América do Sul, em países como Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai. Em relação aos destaques financeiros, a receita da empresa combinada nos últimos 12 meses foi de R$ 14,3 bilhões e o valor de mercado consolidado, de R$ 48 bilhões.

“Com a empresa combinada teremos ainda mais força para alavancar nosso crescimento de forma competitiva e ampliar a oferta de novas soluções, potencializadas por ganhos em capacidade tecnológica e de inovação, o que garantirá a melhor experiência a partir do uso eficiente e inteligente da frota”, acrescenta Porto.

Em relação à governança, tanto Unidas quanto Localiza têm suas ações negociadas no Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da B3, destinado exclusivamente às companhias que voluntariamente adotam as melhores práticas de governança.

Responsabilidade socioambiental

Segundo o CEO das Unidas, além das sinergias previstas a partir da aprovação do processo de união, a expectativa é de que a soma de esforços seja convertida também em benefícios para a sociedade.

Entre outros projetos, a Unidas é responsável pelo programa “Unidos por um Mundo Melhor”, que promove anualmente com seus colaboradores voluntários ações de incentivo à educação técnica de jovens, com mais de 6,4 mil pessoas assistidas, além de apoio a ONGs que cuidam de crianças e idosos, oferecendo suporte para 14 creches e asilos. O programa também trata das questões ambientais e tem 100% das emissões de carbono da sua frota neutralizadas.

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Fórum LIDE: insegurança jurídica é barreira para competitividade do Brasil, para empresários

novação, fomento para atração de investimentos e fontes de financiamento que ajudem a melhorar a competitividade do Brasil foram alguns temas debatidos durante o 6º FÓRUM DE INFRAESTRUTURA, LOGÍSTICA E MOBILIDADE, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. O evento, realizado na manhã de hoje, no Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo, reuniu autoridades públicas como Clodoaldo Pelissioni, secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto, secretário municipal de Mobilidade e Transportes e Dyolo Oliveira, presidente do BNDES.

Durante o painel de abertura sobre “As consequências do frete tabelado”, Sergio Leite de Andrade, presidente-executivo da Usiminas, apresentou os impactos negativos da nova regulamentação para o país e ao setor do aço. “Tivemos impacto em diversos segmentos da economia, com queda de faturamento, de produção e na confiança dos empresários”, disse. O executivo apresentou também proposições para que a situação seja revertida: “temos de pensar em alternativas de longo prazo, visando à retomada da economia”.

No painel seguinte, sobre “Como fomentar um ambiente favorável para atração de investimentos”, que reuniu Antônio Claret de Oliveira (presidente da INFRAERO), Júlio Fontana Neto (presidente da RUMO) e Mário Povia (diretor-geral da ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários), a instabilidade regulatória e a insegurança jurídica também deram o tom do debate, tendo sido apontadas como dois dos principais fatores que tiram a atratividade de negócios.

“Inovações em logística e mobilidade” foi o tema debatido por Leonardo Vianna (presidente da CCR), Paul Malicki (CEO da Flapper) e Paulo Resende (professor da Fundação Dom Cabral), para quem o desafio do país é desenvolver soluções inovadoras para a redução de custos operacionais.

No último painel, dedicado às “fontes de financiamento e seguro de risco cambial” para o setor, Antonio Silveira (vice-presidente de Infraestrutura do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina) enfatizou as questões dos recursos privados e trouxe exemplos internacionais, citando o Chile. Dyogo Oliveira (presidente do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) apresentou a perspectiva de aumento de 13,3% ao ano, em média, nos investimentos em logística entre 2018 e 2021 e finalizou o painel afirmando acreditar que, até 2025, “nós teremos condições de gerar recursos, capacidade e competência para o desenvolvimento da nossa infraestrutura”.

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Crown World Mobility adquire companhia inglesa de tecnologia de realocações e mobilidade baseada em nuvem

A Crown World Mobility anuncia a aquisição da TIME Relocation, empresa inglesa de tecnologia baseada em nuvem que atua na segmento de realocação e mobilidade. Com a iniciativa, a Crown World Mobility incorporará a plataforma da companhia, que é líder de mercado, à sua rede de serviços globais, agregando assim benefícios significativos a toda a sua cadeia de valor.

“A tecnologia sempre esteve na vanguarda de nossa indústria”, diz Curt Smith, Vice-presidente do Grupo Crown World Mobility. “A recente aquisição nos permite expandir nossas ofertas de serviços para os atuais e novos clientes, assim como atender uma crescente demanda por realocações dos tipos Lump Sun ( bonificação única que cobre os custos totais do processo, administrada pelo próprio empregado) e Flexível.

Nos últimos anos, as políticas de Lump Sum cresceram em popularidade e espera-se que aumentem devido às mudanças de preferências dos consumidores. A plataforma de tecnologia TIME foi especificamente desenvolvida para abordar esses tipos de movimentos e aprimorar o processo de realocação como um todo.

Ao abraçar novas e modernas formas de trabalho, a Crown World Mobility possibilita aos consumidores que estes se posicionem no controle direto de suas realocações; o sistema os liga às suas novas posições e os orienta em cada etapa do processo. A rede global da Crown por sua vez apoiará essas movimentações, assegurando a consistência das abordagens e fornecendo suporte em tempo real, quando necessário.

“Nós estamos orgulhos por estarmos sempre onde nossos clientes precisam e em atendermos às suas crescentes necessidades”, diz Smith. “Isso nos permite melhorar nossa proposição de valor, alavancando nossa expertise tecnológica”, complementa.

Grant Chapman, ex-diretor da TIME Relocation vai se juntar à Crown World Mobility para liderar o lançamento global do serviço e supervisionar o seu desenvolvimento futuro.

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Cabify e Easy anunciam recebimento de aporte de US$ 160 milhões

A Maxi Mobility Inc, holding da Cabify e da Easy, anuncia aporte de mais de meio bilhão de Reais (US$ 160 milhões) para expandir as operações em seus atuais mercados. O grupo opera plataformas de mobilidade como serviço (MaaS) de alta qualidade para empresas e usuários particulares em mais de 130 cidades e 14 países na América Latina e Península Ibérica.

Nesta nova rodada de investimento, os investidores da Maxi Mobility incluem a Rakuten Capital, TheVentureCity, Endeavor Catalyst, GAT Investments, Liil Ventures, WTI, além de investidores locais da Espanha e da América Latina.

“Estamos entusiasmados com o novo grupo de investidores e por continuar a fortalecer nosso relacionamento com a Rakuten Capital. Nós temos uma visão compartilhada de transformar a mobilidade nas cidades e melhorar a qualidade de vida de seus cidadãos”, diz Juan de Antonio, CEO da Maxi Mobility.

“O rápido crescimento e consolidação da Maxi Mobility demonstra o enorme potencial do grupo. Estamos muito satisfeitos em continuar a apoiar a visão, inovação e liderança na disrupção da mobilidade”, comenta Oskar Mielczarek de la Miel, Managing Partner da Rakuten Capital. “A equipe da Maxi Mobility, sob a liderança de Juan Antonio, não só se destaca por sua força e tenacidade, mas também pelos fortes valores éticos que demonstram no trabalho diário.”

“A Maxi Mobility fez um excelente trabalho para equilibrar o grande crescimento com uma disciplina financeira incomparável neste setor, conforme demonstrado pelos resultados alcançados em 2017”, explica Laura González-Estérani, CEO e fundadora da TheVentureCity.

“Este é o resultado do foco em fazer melhorias operacionais, fortalecer suas marcas focando no clientes e construir uma equipe muito sólida”.

O aporte de mais de R$ 500 milhões (US$ 160 milhões) nas marcas da Max Mobility será utilizado para acelerar o crescimento e consolidar sua posição de liderança na indústria de mobilidade como serviço (MaaS) no mercado latino-americano e ibérico. O montante também impulsionará o desenvolvimento tecnológico, incluindo soluções inovadoras de mobilidade, bem como o serviço para clientes e motoristas parceiros.

As empresas da Maxi Mobility estão presentes em 14 países da América Central, do Sul e da Península Ibérica. Elas geram cerca de 2 mil empregos diretos e possibilitam que centenas de milhares de motoristas parceiros tenham oportunidades de renda como profissionais autônomos.

“A Maxi Mobility nasceu com o objetivo de transformar a mobilidade ao melhorar a qualidade de vida e promover o crescimento econômico nos países em que atuamos. Estamos orgulhosos do progresso alcançado ao apostar em equipes locais, pagando os tributos públicos devidos em cada país e trabalhando lado a lado com os governos para a criação de regulamentações inclusivas e justas para todos os envolvidos no setor da mobilidade como serviço. Por meio da Cabify, Easy e outras marcas, continuaremos trabalhando rumo à nossa visão, que logo se tornará realidade”, conclui Juan de Antonio.

A Cabify encerrou 2017 com um crescimento global superior a 500% em receita bruta e solicitações de corridas, triplicou sua base instalada e aumentou o número de viagens em seis vezes em comparação a 2016. Já a Easy, desde que se juntou ao Grupo Maxi Mobility, em abril de 2017, viu sua demanda crescer mais de 60%.

Novo Country Manager no Brasil e vagas abertas

A Cabify anuncia Fernando Matias como novo Country Manager Brasil. Anteriormente, o executivo era CEO da Easy no Brasil. Já Daniel Bedoya, que ocupou o cargo desde o início da operação brasileira, assume como novo COO (Chief Operating Officer) Global da Cabify.

A Cabify também está com dezenas vagas abertas no Brasil para áreas como operações, marketing e vendas. Recentemente a empresa reestruturou e realocou diversos profissionais no Brasil para suportar o crescimento planejado, e está ativamente buscando talento para preencher as dezenas de vagas abertas no Brasil. “À medida que o negócio se expande, os nossos profissionais e o perfil das vagas evoluem. Estamos buscando aqueles que compartilhem de nossa visão e comprometimento com a transformação da mobilidade urbana, com alta capacidade de realização e experiência relevante nas funções que temos em aberto.” reforça Fernando Matias, novo Country Manager Brasil da Cabify.

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Como proteger a rede da empresa sem interferir na mobilidade dos colaboradores?

Por Bill Hogan, vice-presidente da Fortinet

Os profissionais de segurança de TI de grandes empresas em todas as indústrias enfrentam a tarefa diária de ter que proteger uma superfície de ataque em expansão. Os pontos vulneráveis de entrada costumavam estar dentro dos muros da organização, onde firewalls e ferramentas de segurança on-line podiam protegê-los, mas as redes agora se tornaram um ambiente sem fronteiras, em constante evolução, graças ao uso de nuvem, a Internet das coisas (IoT) e uma força de trabalho cada vez mais móvel.

Os avanços tecnológicos, combinados com uma onda de funcionários digitalmente inteligentes inundando o local de trabalho, levaram mais pessoas a trabalhar de suas casas ou outros locais fora do escritório. Além disso, trabalhar em uma variedade cada vez mais diversificada de dispositivos. E, embora possa ser uma surpresa, esse aumento na força de trabalho móvel tornou-se comum mesmo nas indústrias mais altamente regulamentadas.

De acordo com um estudo recente, 65% das organizações permitem a conexão de dispositivos pessoais às redes corporativas. Na América Latina e no Caribe, estima-se que o número de empregos móveis foi de 740.000 em 2016, com outros 980 mil empregos indiretamente suportados por tecnologias móveis.

Em todos os setores, as empresas estão adotando os esquemas de trabalho móvel devido aos seus vários benefícios de redução de custos, aumento da produtividade e eficiência dos funcionários e maior retenção de colaboradores. Mas estes esquemas também envolvem riscos ao permitir que dispositivos e aplicativos não gerenciados pelas organizações, acessem suas redes corporativas e seus recursos digitais.

A segurança da rede continua sendo uma prioridade. 95% dos CIOs relatam sua preocupação com os e-mails armazenados em dispositivos pessoais e 94% deles se preocupam com informações corporativas armazenadas em aplicativos móveis. O objetivo das empresas é encontrar um equilíbrio entre o benefício do BYOD e BYOA e a mitigação dos fatores de risco à cibersegurança.

Problemas de segurança em ambientes móveis

Para se beneficiar das capacidades do trabalho móvel sem comprometer a segurança da rede ou perder a visibilidade do uso de dados classificados, as organizações devem considerar três aspectos principais:

Shadow IT

Políticas rigorosas sobre aplicativos e serviços que os funcionários estão autorizados a usar em seus dispositivos podem fazer com que os funcionários contornem este protocolo de segurança para adquirir soluções que os ajudarão a tornar seu trabalho mais eficiente. Isso pode ser um grande risco à segurança, já que as equipes de TI não conseguem proteger dados em aplicativos que não conhecem, e nem podem garantir que esses aplicativos serão atualizados com as correções mais recentes. E se esses dados forem violados, é improvável que as equipes de TI percebam isso e consigam implementar protocolos adequados de resposta a incidentes.

Vazamento de dados

O vazamento de dados se refere ao fluxo não autorizado de dados corporativos do datacenter seguro para um dispositivo ou local não autorizado. Isso geralmente ocorre quando os funcionários transferem arquivos entre dispositivos corporativos e pessoais ou quando funcionários não relacionados têm acesso a dados privilegiados. Com o uso cada vez mais comum de ambientes na nuvem e de aplicativos SaaS, e o número maior de dispositivos de usuários conectados, as equipes de TI geralmente perdem visibilidade do uso e fluxo dos dados.

Segurança de aplicativos

Com a mobilidade laboral, surge um número cada vez maior de aplicativos, independentemente de estarem sendo usados nos negócios ou não. Em média, as organizações têm 216 aplicativos executados em sua organização, sem falar nos aplicativos pessoais armazenados nos dispositivos dos funcionários. Quando esses dispositivos de usuários e aplicativos se conectam à rede, é necessária uma segurança forte para o aplicativo. Isto é válido principalmente para aplicativos na nuvem, onde pode ser difícil para as equipes de TI aplicar as políticas de segurança padrão de suas organizações.

Em resumo

Para aproveitar ao máximo os benefícios da força de trabalho móvel que faz uso de seus dispositivos pessoais, as organizações precisam implementar controles de segurança adicionais que protejam e monitorem os dados sem serem muito rigorosos, pois isso pode inibir a mobilidade. As equipes de TI devem adotar uma abordagem em camadas para a segurança, fornecendo visibilidade do fluxo dos dados em toda a rede. Especificamente, este protocolo de segurança deve oferecer segurança de aplicativos, segurança de dispositivos de usuários, segmentação de rede e segurança dos ambientes na nuvem, além de defesas no perímetro da rede padrão. Tudo isso em um quadro de segurança integrado e abrangente, poderoso e automatizado para poder responder às ameaças atuais e futuras.

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