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2020: o easter egg do mercado de games e mobile

Por Antonio Affonseca, general manager da Liftoff para o Brasil

Se há algo que vamos nos lembrar quando falarmos de 2020 será o distanciamento social ao qual tivemos que nos submeter. E, até por causa desta característica, há outro fator que marcou este ano: a alta dos games para mobile. Nunca antes os jogos de celular foram tão baixados e o faturamento desse setor nunca esteve tão alto quanto neste momento. Um estudo da Techjury.net aponta que 43% do tempo de uso dos smartphones são para essa finalidade. A quarentena influenciou as pessoas a passarem mais tempo se dedicado ao entretenimento online, em substituição a eventos ao ar livre.

Esse mesmo levantamento revela que o mercado de Mobile Games movimentará quase US ﹩80 bilhões em 2020, globalmente. Um dos fatores desse aumento pode ser verificado pelo incremento de 24% nas transações in-app em jogos de 2020, em comparação com 2019. De todos os downloads feitos, jogos representam de 20 a 25%, tanto em Android quanto em iOS.

Na quarentena, as pessoas passaram a usar mais seus celulares, o que levou a um aumento na instalação de aplicativos. O cenário gerou um aumento no número de impressões, o que reduziu o CPM (custo por impressões). Esse valor de CPM abaixo do padrão foi rapidamente explorado pelas empresas. O índice de downloads foi exponencial.

No entanto, a audiência não conhecia muito bem os apps, o que, na contramão desse fluxo, gerou uma proporcional taxa de desinstalação (algo categorizado por nosso setor como baixa retenção). Essa oportunidade nos CPMs também foi muito bem explorada pelo setor de e-commerce, que viu nessa oportunidade um potencial de alavancar suas vendas on-line em substituição às quedas nas vendas das lojas físicas.

Uma das preocupações, em um segundo momento pós-instalação de múltiplos aplicativos, é a retenção do usuário. Após baixar, experimentar e se acostumar a usar um aplicativo X, o usuário acaba desinstalando outros aplicativos da mesma categoria. Esse processo costuma ser classificado em algumas etapas: descoberta, retenção e, por fim, monetização. Esse último estágio varia bastante de formato, conforme o país ou a região. Atualmente, já se nota uma desaceleração nos downloads, talvez devido à flexibilização no isolamento e à ligeira retomada da vida social.

Ao entrar em detalhe sobre o mercado na América Latina, percebe-se que a região possui o menor CPI dentre todas as outras regiões, algo avaliado como positivo, ao mesmo tempo em que possui os menores ROAS (retorno de investimento em publicidade) e retenção, obviamente fatores desfavoráveis. O mercado em si é bem desafiador, o consumidor é exigente e a adesão a opções freemium é bem alta. Em geral, as compras in-app em jogos são baixas e, por causa disso, é mais comum que a monetização seja feita por publicidade. Concluindo, devido a esses desafios, se um jogo emplaca com o usuário latino-americano, será possivelmente bem-sucedido em qualquer outro lugar.

Atualmente, o mercado de marketing para aplicativos conta com modelos de otimização para a monetização dos jogos levando em consideração tanto a receita por publicidade (Ads Revenue) quanto os “eventos” de compras (CPA ou ROAS). Para que isso aconteça, é preciso investir em ações de retenção – fatores responsáveis pelo aumento da exposição à publicidade – que, consequentemente, incrementam receita.

Recentemente, divulgamos nosso relatório anual com foco nesse tema – o “Mobile Gaming Apps Report” – com dados globais sobre esse segmento, inclusive com abas específicas para o consumo brasileiro. Foram analisados 314 milhões de engajamentos de anúncios, mais de 303 milhões de instalações e 6,5 milhões de compras em 697 apps de jogos entre junho de 2019 e maio de 2020.

Para não atribuir essa alta somente à quarentena, outro relatório de relevância para o setor – o “Hyper Casual Gaming in 2020”, da Adjust – mostrou que o crescimento dos downloads começou mesmo antes da declaração da pandemia global. Tais dados só nos levam a crer que, seja em casa ou nas ruas, o mercado de jogos se encontra em plena ascensão mundialmente.

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5G deve gerar US$ 22,5 bilhões em negócios B2B até 2024, aponta Movimento Brasil Digital

A implantação do sistema de conectividade móvel de quinta geração (5G) no Brasil deve gerar cerca de US﹩22,5 bilhões em negócios entre empresas (segmento B2B) até 2024, aponta estudo encomendado pelo Movimento Brasil Digital, união de empresas que buscam construir propostas que tragam tecnologia e inovação para o centro da estratégia do País, ao IDC, fornecedora líder de pesquisa e consultoria de TI global.

O documento mostra que o 5G deve expandir o mercado de novas tecnologias no Brasil –, entre elas destacam-se IoT (internet das coisas), Public Cloud Services, Big Data & Analytics e Security, especialmente a partir de 2022. Para o período 2020-2024, a taxa de crescimento anual composta (CAGR) deverá ser de 179% no período.

Já a expectativa para o investimento das empresas fornecedoras de serviço para a implementação da infraestrutura do sistema de conectividade para o 5G deverá ser de USS 2,5 bilhões, no mesmo período, e US﹩3,9 bilhões até 2025. O montante – e o apetite ao risco das empresas – está diretamente relacionada ao leilão de frequências para a rede 5G, que teve o cronograma afetado pela pandemia de COVID-19 e deve ser realizado em 2021.

“O 5G proporcionará a conectividade com excelência, sendo o grande vetor do desenvolvimento tecnológico do Brasil e do mundo na próxima década. O MBD quer ser um agente ativo nas discussões para viabilizar a tecnologia no Brasil, apontando oportunidades e ganhos que o País pode ter em diversos setores, além, claro, da geração de empregos na nova economia”, afirma o diretor executivo Vitor Cavalcanti.

Fonte: IDC

Novo ecossistema: indústria 4.0 no centro

O estudo do IDC mostra que o novo sistema de conectividade também impactará no rearranjo do ecossistema de tecnologia. Se antes a função central era exercida pela operadora, porque era a provedora de todos os elos da cadeia, agora o papel de ligação será feito por quem implanta a tecnologia, tendo o Use Case no centro das atenções, em seus mais variados setores, como utilities, manufatura, saúde, educação ou agronegócio.

Essa mudança de arquitetura, embora possa indicar perda de protagonismo para as operadoras, nem de longe significa uma redução de importância tampouco ostracismo. “Os players terão um grau de interdependência muito grande entre si. Para que as implantações prosperem é importante que não apenas as operadoras, mas todos os demais elos de uma mesma cadeia estejam dispostos a estabelecer esse grupo de alianças”, explica Luciano Sabóia, gerente de Telecomunicações da IDC Brasil, responsável pelo estudo.

“Uma vez que a implantação das novas tecnologias vai para o centro e o senso de ecossistema ganha ainda mais força, a missão do MBD de ajudar na capacitação de pessoas em habilidades digitais torna-se ainda mais urgente.”, completa Cavalcanti.

Exemplos de atividades que poderão ser adotadas em massa com o 5G

Fonte: IDC 2020

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EBITDA, investimentos e lucro líquido em alta marcam o primeiro trimestre da TIM

A TIM fecha os três primeiros meses de 2019 com evolução da base de valor e expansão contínua do EBITDA normalizado(1). O indicador, que cresce há 11 trimestres consecutivos, registra um aumento de 5,3% ano a ano, totalizando R$ 1.497 milhões. Essa evolução reforça o compromisso da operadora em controlar custos e despesas, investir em ofertas de maior valor no segmento móvel e ampliar a cobertura de seus serviços fixos. A margem EBITDA normalizada(1) foi recorde para um primeiro trimestre, atingindo 35,7%, um aumento de 1,2 p.p. na comparação com o mesmo período de 2018.

A receita líquida é de R$ 4.191 milhões, alta de 1,7% ano a ano, com a contribuição de todos os segmentos: serviços móvel e fixo e venda de aparelhos. Os destaques neste trimestre foram o crescimento de 11,4% (A/A) da base pós-paga e a receita de serviço fixo, totalizando R$ 229 milhões, um aumento de 11,6%, estimulado pelo avanço da TIM Live, que cresce 34,9% no 1T19 em comparação ao 1T18. Mesmo em um cenário macroeconômico desafiador, os investimentos no período somam R$ 650 milhões evolução de 6,0% ano a ano.

(1)Os valores indicados como normalizados foram ajustados para efeitos não-recorrentes.

“O foco no segmento de alto valor continua rendendo indicadores positivos, reforçando nossa presença em mercados relevantes, como a ultra banda larga fixa. A TIM encerra seu primeiro trimestre com resultados sólidos em algumas frentes do negócio, mas também enxergando desafios importantes. Assumo a companhia neste cenário, confiante de que temos a capacidade de mudar rapidamente e voltar a liderar os movimentos do setor, impulsionados pelo nosso DNA inovador.”

PIETRO LABRIOLA – CEO da TIM BRASIL

Evolução da base de clientes

A TIM mantém seu foco no crescimento do segmento pós-pago, que no último ano adicionou 2,1 milhões de linhas, totalizando 20,6 milhões de usuários e representando 37,4% da base total. A campanha recente estrelada pelas cantoras Ludmilla e Simone & Simaria destaca os benefícios da oferta Controle, que inclui Instagram, Facebook e WhatsApp ilimitados, além de muita internet para o cliente usar como quiser.

Experiência do cliente

Com o objetivo de oferecer sempre a melhor experiência para o usuário, a TIM segue com a digitalização dos seus serviços e produtos. Os resultados do primeiro trimestre demonstram essa atuação: aumento de 27% nas vendas do segmento pós-pago por canais digitais, alta de 54% do número de usuários únicos do aplicativo de autoatendimento MEU TIM e crescimento de 102% do envio de faturas online. A empresa investe também em um atendimento cada vez mais inclusivo, reconhecido pelo Prêmio Anatel de Acessibilidade em Telecomunicações 2019.

TIM Live: crescimento contínuo

O serviço de ultra banda larga fixa da TIM se mantém como uma importante frente de negócio da companhia. No trimestre, a TIM Live registra expansão de 34,9% da receita e 18,3% da base, fechando o período com 486 mil clientes. A receita média mensal por usuário (ARPU) tem alta de 12,0% quando comparada a igual período de 2018, chegando a R$ 79,6.

A empresa segue com a evolução da tecnologia FTTH (Fiber To The Home), que encerra o trimestre em 12 cidades. Já a oferta de banda larga residencial por meio da rede móvel (WTTX) foi ativada em 21 novas cidades, fechando o período em 144 localidades.

Cobertura 4G: liderança absoluta

A TIM segue na liderança da cobertura 4G com 3.295 cidades e 93% da população urbana, atingindo 35,6 milhões de usuários. A frequência 700 MHz está habilitada em 1.471 cidades no Brasil, um crescimento de 50,9% em relação a 2018. Já o VoLTE (voz em alta definição) está disponível em 100% dos municípios de São Paulo, alcançando o total de 2.710 cidades no Brasil.

4G TIM no Campo

O pioneirismo e a liderança da TIM em 4G e na expansão do uso da faixa de 700 MHz em todo país permitem que a empresa aposte em novas oportunidades de negócio.

O destaque é o apoio à iniciativa ConectarAGRO para expandir o acesso à internet nas mais diversas regiões agrícolas do Brasil, conectando o campo, seus equipamentos e pessoas. A expectativa é que, até o final do ano, 5 milhões de hectares tenham 4G, contribuindo para o crescimento do agronegócio.

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M-Commerce já responde por mais de 1/3 dos pedidos online, aponta Ebit | Nielsen

As compras efetuadas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil em 2018, aponta a Ebit | Nielsen, referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. No ano passado, em média, 35% dos pedidos (40,3 milhões) e 31,3% do faturamento do setor (R$16,7 bilhões) foram provenientes do m-commerce, como é chamada a venda online realizada via dispositivos móveis. Os dados constam no relatório Webshoppers 39, apresentado ao mercado nesta segunda-feira (25).

O m-commerce é um dos principais responsáveis pelo crescimento nominal de 12% registrado pelo comércio eletrônico no ano passado. O setor faturou R$53,2 bilhões, com 123 milhões de pedidos, 11% a mais do que no ano anterior. O tíquete médio de compras foi de R$434, ligeira alta de 1%, conforme o balanço divulgado em fevereiro pela Ebit | Nielsen. Para 2019, a expectativa é de expansão de 15%, com vendas totais de R$61,2 bilhões. Os pedidos devem ser 12% maiores, 137 milhões, e o tíquete médio em torno de R$447, aumento de 3%.

“O m-commerce vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce. Em 2018, registramos 10 milhões de consumidores que fizeram uma compra online pela primeira vez, incluídos digitalmente a partir da expansão do mercado de smartphones e do acesso à banda larga”, afirma Ana Szasz, head da Ebit | Nielsen.
As categorias responsáveis pela expressiva alta de pedidos no m-commerce são Perfumaria, Cosméticos & Saúde (com 51% de crescimento), Informática (27%), Alimentos & Bebidas (23%), além de Moda & Acessórios (+6%), Esporte & Lazer (+10%) e Casa & Decoração (+16%).

A democratização do e-commerce também pode ser notada pelo avanço para além do Centro-Sul, em especial no Norte (+22%) e, principalmente, no Nordeste (27%). O faturamento foi de R$7 bilhões em 2018, na soma dos estados nordestinos, o que representa 13,2% do total geral.

“Ainda é pouco na comparação com o Sudeste, que concentra quase 60% das compras, mas houve um salto expressivo de 2,3 pontos percentuais em relação a 2017. O Nordeste tem uma demanda reprimida e, por consequência, muito espaço para crescer, especialmente para empresas de logística e operação, já que é a região do Brasil que registra a menor taxa de produtos entregues dentro do prazo (81%), abaixo da média nacional, que é de 86%”, explica.

CATEGORIAS

A categoria campeã em faturamento total em 2018 foi a de Eletrodomésticos, com 19,6% de importância no mercado, seguida de perto por Telefonia & Celulares, com 18,2% (contra 21,2% em 2017). Completam o top 5 Casa & Decoração, Informática e Eletrônicos.

Como o grande destaque do crescimento do mercado em 2018 foi o número absoluto de pedidos, é o ranking das categorias mais pedidas que chama a atenção. Liderando o pódio está a campeã Perfumaria, Cosméticos & Saúde, com 16,4% de participação em pedidos (4,4 pontos percentuais a mais de pedidos em relação à 2017), seguida de Moda & Acessórios, com 13,6%. As duas primeiras, principalmente, ajudam a explicar o crescimento menor no ticket médio de um ano para outro.

Completam o ranking das mais pedidas em 2018 Casa & Decoração, com 11,1%, Eletrodomésticos, com 10,6% (campeã no ranking de faturamento) e Livros, Assinaturas & Apostilas, com 7,5%, outra categoria com um ticket médio não muito alto.

FRETE GRÁTIS

A porcentagem de lojas que utilizaram frete grátis como estratégia apresentou leve variação durante o ano de 2018. Ao analisar os dez maiores players do mercado, esse aumento acontece em dois momentos: no segundo e no quarto trimestre do ano devido à greve dos caminhoneiros e período de Natal (que inclui Black Friday), respectivamente.

CROSS BORDER TRADE

As compras realizadas por brasileiros em e-commerces internacionais totalizaram US$ 2,1 bilhões em 2018, queda de 22,2%. Considerando a alta acumulada do dólar no ano, convertendo para o valor médio em reais, a queda foi um pouco menor, 10,9%. O número de pedidos caiu 6%, de 73,8 milhões para 69,4 milhões, e o tíquete médio baixou 17,2%, de US$36,79 para US$30,48. Entretanto, o número de consumidores que efetuaram pelo menos 1 compra cross border trade cresceu 3%, comparando com o ano anterior, para 23,1 milhões.

De acordo com Ana Szasz, o cenário de queda está ligado ao preço do dólar e o consequente aumento de preços. Em 2017, a cotação média do dólar no Brasil foi de R$3,19, já em 2018 saltou para R$3,65 (média), uma alta de 14,4%. “Vale pontuar também que, em agosto do ano passado, os Correios passaram a taxar os consumidores por compras internacionais com um valor fixo de R$15”, explica a head da Ebit | Nielsen.

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Smartphone será meio mais utilizado para compras do fim de ano, aponta pesquisa Salesforce

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em plataformas CRM, realizou uma extensa pesquisa para prever como será o comportamento dos consumidores no período entre a Black Friday e o Réveillon. De acordo com o levantamento, os smartphones vão dominar o comércio eletrônico no período, sendo utilizados mais do que qualquer outro dispositivo para realizar pedidos em lojas virtuais. Além disso, a receita proveniente das compras de fim de ano deve crescer 13% em relação a 2017, sendo que 35% desse faturamento deve ser gerado por recomendações via inteligência artificial (IA) – um aumento de 25% em relação à mesma época do ano passado.

Para chegar aos resultados, a Salesforce combinou 6.000 entrevistas em seis países (relatório Shopper-First Retailing) com os insights gerados pelas atividades de 500 milhões de consumidores em 53 países, além de bilhões de transações realizadas via Commerce Cloud.

As principais previsões da Salesforce para o comércio eletrônico no fim de ano:

– Pela primeira vez no período, as compras realizadas por smartphones (46%) devem ultrapassar as feitas por computadores (44%) e tablets (9%).

– As plataformas móveis serão responsáveis pelo número recorde de 68% do tráfego de comércio eletrônico neste período, crescimento de 19% ano a ano.

– O tráfego em plataformas móveis vai atingir seu pico na véspera do Natal, com 72% dos acessos e 54% dos pedidos feitos pelo smartphone.

– A entrega grátis é a grande tendência da temporada: 72% de todos os pedidos vão ser entregues sem custo, número pouco maior do que o observado em 2017.

“As tecnologias móveis são, sem dúvida, a principal força inovadora no varejo desde o surgimento do comércio eletrônico”, diz Rick Kenney, líder de Insights de Consumidores da Salesforce. “Este é o ano do smartphone: a maioria dos pedidos e acessos será feito dessa plataforma. Nesta temporada, o número de acessos via telefone vai ser maior do que o total de acessos a lojas virtuais, de todas as plataformas juntas, ao longo de toda a temporada de festas de fim de ano de 2015. Até mesmo aqueles que preferem as lojas físicas usam tecnologias móveis: 83% dos consumidores entre 18 e 44 anos usam seus telefones enquanto estão nas lojas”, complementa.

– O Instagram vai gerar 51% mais tráfego para sites de comércio do que em 2017, enquanto o Facebook vai observar uma redução de 7%. O tráfego via mídias sociais vai ultrapassar 5% durante as festas de fim de ano, um aumento de 17% em relação aos números do ano passado.

– Sites de saúde e beleza são os principais destinos dos consumidores impulsionados pelo Instagram.

– As recomendações feitas por Inteligência Artificial responderão por 35% de toda a receita do e-commerce no período, um crescimento de 25% em relação à temporada de 2017.

“Quase dois terços dos consumidores acreditam que as lojas não os conhecem de verdade. Incorporando IA às experiências de compra, as lojas conseguem entender melhor o que as pessoas precisam, personalizam as recomendações e aumentam a receita”, diz Kenney.

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Mundipagg amplia pacote de soluções digitais para aumentar conversão de vendas recorrentes e em dispositivos móveis

A plataforma de pagamentos Mundipagg está ampliando seu pacote de soluções para ajudar a aumentar o volume de vendas de seus clientes no ambiente online, principalmente por meio de dispositivos móveis. A empresa agora passa a oferecer os seguintes serviços: Apple Pay, Credit Card Updater e Zero Dollar Auth, sendo os dois últimos soluções de renovação automática de cartões e validação de cartões sem efetuar cobranças, respectivamente. Desta forma, o processo de compra fica mais simples, direto e transparente para o consumidor.

O crescimento de vendas por mobile tem sido expressivo e acelerado, considerando que em 2015 a participação dos dispositivos móveis foi de 12% e, em 2016, de 21,5%. De acordo com o mais recente relatório E-Commerce Radar, 31% das compras no ambiente online são feitas por meio de dispositivos móveis. Por outro lado, a taxa de conversão do mobile ainda é muito baixa, deixando clara a necessidade de novas soluções digitais para aumentar as vendas.

“A Mundipagg é uma empresa que tem a tecnologia como principal vetor de mudança da experiência de compra. A ideia é disponibilizarmos soluções digitais completas para que o consumidor possa usar o meio de pagamento que lhe convém e, com isso, gerar mais vendas para os lojistas via mobile”, diz João Barcellos, CEO da Mundipagg.

O Apple Pay permite, por exemplo, que os consumidores possam fazer compras rápidas sem a presença do cartão físico, adicionando previamente os dados do cartão de crédito no Iphone ou qualquer dispositivo Mac. Segundo levantamento recente da Apple, sua carteira digital tem potencial para atingir 1,2 milhão de pessoas no país, a tornando bastante atrativa para impulsionar negócios mobile.

No ambiente online, quando a data de validade de um cartão expira, compras recorrentes atreladas a ele são bloqueadas até o consumidor inserir os dados do novo cartão. Isso é muito comum, por exemplo, em e-commerces e aplicativos de assinaturas ou com sistema de compras com um clique. Com o Credit Card Updater, o cartão vencido será substituído automaticamente pelo cartão novo. Além da praticidade para o consumidor, que não precisará atualizar os dados manualmente, a Mundipagg prevê maior conversão de vendas para seus clientes.

Já com o Zero Dollar Auth, a Mundipagg deixará de efetuar a transação de validação de cartão com cobrança. Na forma antiga – ainda utilizada por boa parte do mercado – o consumidor recebia, durante a validação, uma notificação de cobrança simbólica, posteriormente estornada. Esse fluxo, algumas vezes, gerava confusão e insegurança com a compra. Com a nova funcionalidade, a validação é feita sem a necessidade de transacionar nenhum valor, trazendo mais confiança ao processo.

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Ericsson e Vivo testam tecnologia 5G em rede 4,5G/LTE-A comercial

A Ericsson (NASDAQ: ERIC) e a Vivo anunciam hoje a realização de testes de campo com a tecnologia Massive MIMO, uma das etapas mais relevantes na evolução rumo ao 5G, ativada na rede 4,5G/LTE-A atualmente implementada pela operadora em São Paulo.

O Massive MIMO permite que as operadoras expandam sua capacidade de rede para oferecer uma melhor experiência para os consumidores, bem como para conectar mais dispositivos por antena. Essa característica garante que, em horários de pico, mais consumidores possam utilizar a internet e assistir vídeos ao mesmo tempo, sem prejuízo à experiência de navegação.

O teste é realizado em dois cenários com a antena ativa Ericsson AIR 6468, com recursos 64T64R Massive MIMO, instalada em um bairro de alta densidade populacional. No primeiro momento, o sinal é apontado a um edifício comercial para avaliar a desempenho da cobertura vertical em ambiente indoor. Em seguida, a cobertura horizontal é testada por múltiplos usuários, que obtêm ganho de performance devido à individualização dos feixes emitidos (beamforming) pela antena.

Para o diretor de Planejamento e redes da Vivo, Atila Branco, o tráfego de dados está em ascensão e aumentará exponencialmente com o avanço dos serviços de vídeo 4K, Realidade Virtual e Realidade Aumentada. “Estamos preparando e testando novas tecnologias para garantir que nossas redes tenham a capacidade e velocidade que oferecerão aos nossos clientes a melhor experiência em dados móveis no Brasil”, explica

Rogério Loripe, vice-presidente comercial da Ericsson no Brasil, comenta que “o Massive MIMO é uma das etapas mais relevantes para o 5G, mas enquanto a quinta geração não chega, os usuários podem se beneficiar de um desempenho superior mesmo na rede 4,5G/LTE-A. Este teste é um passo importante na parceria estratégica que temos com a Vivo na evolução da rede atual rumo ao 5G”.

O Massive MIMO é uma das principais tecnologias utilizadas para expansão de capacidade de rede, tendo sido implantado pela operadora de telecomunicações MTS e pela Ericsson durante o torneio global de futebol sediado na Rússia. Bastante superior ao atual MIMO4x4 disponível na rede, as medições da rede realizadas durante a competição esportiva em estádios e zonas de concentração de torcedores, em sete cidades-sede, mostraram que a velocidade média de download de dados e a eficiência espectral dobraram enquanto a capacidade da rede aumentou mais de quatro vezes.

O aumento da capacidade de rede é necessário para suportar o rápido crescimento dos dados trafegados pelas redes de telecomunicações. De acordo com o mais recente Mobility Report da Ericsson, o tráfego de vídeo atualmente representa mais da metade do tráfego móvel e deve aumentar ainda mais com a adoção de aplicativos de vídeo como Realidade Aumentada, Realidade Virtual e vídeo em 360º.

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Kaspersky Lab alerta: 65% dos usuários de Android no Brasil perdem seus dispositivos

As férias acabaram e milhões de pessoas fizeram viagens nacionais ou até mesmo internacionais. Durante esse período, muitos aproveitaram a oportunidade para registrar lembranças preciosas desse tempo longe de casa. Na verdade, segundo a pesquisa com consumidores da Kaspersky Lab, mais de 25% dos brasileiros disseram que as fotos e os vídeos de suas viagens são os dados mais importantes contidos em seus celulares.

De acordo com as estatísticas da Kaspersky Lab*, o recurso antirroubo incluído no Kaspersky Internet Security for Android é executado em média 1,5 vez a cada minuto, e são registrados em média 23.000 dispositivos Android perdidos ou roubados por mês no mundo. As fotos de viagens são classificadas pelos usuários como os dados mais importantes armazenados em seus dispositivos, superando todos os outros, e a Kaspersky Lab tem recomendado que eles cuidem bem de suas lembranças de férias, protegendo corretamente os dispositivos em que foram registradas e armazenadas durante todo o período. Caso contrário, suas fotos podem entrar para as estatísticas de perdas e roubos.

Um outro estudo** da Kaspersky Lab mostrou que, no geral, 4% das pessoas em todo o mundo já tiveram um dispositivo perdido ou roubado. No Brasil, por exemplo, mais da metade (65%) dos casos envolveu dispositivos Android, seguidos de laptops (19%) e iPhones da Apple (20%). Um grande problema para os consumidores é que a substituição de um dispositivo perdido ou roubado pode chegar, em média, até R$ 3 mil.

Com a disponibilidade de ferramentas antirroubo simples e eficazes, agora os consumidores podem ativar o alarme do dispositivo, caso ele seja perdido; podem bloquear e localizar o dispositivo remotamente ou até tirar um retrato oculto do criminoso, se o dispositivo for roubado. Apesar dos riscos e da disponibilidade dessas opções de segurança, a pesquisa da Kaspersky Lab mostra que apenas 21% dos usuários brasileiros tiram proveito dos recursos antirroubo para proteger seus dispositivos.

Dmitry Aleshin, vice-presidente de marketing de produtos da Kaspersky Lab, afirmou: “Esses números indicam a dimensão dos casos de perda de dispositivos; e os 23.000 se referem apenas aos dispositivos Android com o recurso antirroubo da Kaspersky Lab ativado no mundo! Nesta época do ano, é importante considerar a proteção dos dispositivos. A proteção antirroubo é muito simples de usar e acessar; por isso, recomendamos que todos os usuários protejam seus dispositivos para ter segurança e tranquilidade durante suas férias e qualquer outro período”.

O recurso antirroubo da Kaspersky Lab, incluído no Kaspersky Internet Security for Android, evita que os dados do usuário sejam acessados caso o dispositivo seja perdido ou roubado. Por exemplo, se o usuário perder o dispositivo, ele poderá bloqueá-lo e localizá-lo dispositivo remotamente. Também é possível ativar o alarme do dispositivo, mesmo que o som esteja em modo silencioso.

*Números calculados com base no número de comandos antirroubo enviados pelos usuários do Kaspersky Internet Security for Android de 13 de junho a 12 de julho de 2018.
**O estudo foi realizado online pela Kaspersky Lab e B2B International em janeiro de 2018. 17.418 de 31 países participaram da pesquisa. Os dados foram ponderados para serem representativos e consistentes em escala global. Os dados globais excluem resultados da China.

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51% dos internautas fizeram compras por aplicativos no último ano, revela estudo da CNDL/SPC Brasil

Onipresentes no dia a dia de muitos brasileiros, os smartphones facilitam a vida de diversas maneiras, inclusive para fazer compras. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que nos últimos 12 meses, mais da metade (51%) dos internautas fizeram alguma compra por meio de aplicativos – o percentual é ainda maior entre a população mais jovem (60%).

Os tipos de produtos que os internautas mais compraram via aplicativos durante esse período foram os eletrônicos e itens de informática (44%), contratação de serviços de transporte particular (39%), vestuário (36%), ingressos para atividades de lazer (25%), comidas por delivery (24%) e produtos de beleza ou perfumes (23%).

Para esses entrevistados, a facilidade de acesso, uma vez que a compra pode ser realizada pelo próprio smartphone é o que mais leva as pessoas a comprarem via app (52%). Outras razões são a praticidade e rapidez (49%), disponibilidade de melhores ofertas (37%) e a facilidade de organização que os aplicativos oferecem (26%).

“Os dados da pesquisa não deixam dúvidas quanto ao futuro do e-commerce. Ele passará cada vez mais pelos aplicativos em dispositivos móveis, utilizados não apenas para comunicar-se durante o processo de compra, mas também para adquirir produtos e serviços, pesquisar e comparar preços”, analisa o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Para 44% dos que compram por aplicativo, tela pequena é obstáculo; 67% também são adeptos de aplicativos financeiros

Mas na hora de comprar via app, nem tudo é visto de forma positiva. Indagados sobre os principais obstáculos para esse tipo de compra, 44% acham que a tela pequena acaba atrapalhando a experiência de consumo e 35% ainda não confiam na segurança oferecida pelos aplicativos. Há ainda 17% de entrevistados que consideram os aplicativos difíceis de serem usados e 16% que nem sempre estão conectados ao Wi-Fi ou possuem plano de dados.

“O mobile é uma tendência irreversível no mercado de consumo. Desta maneira, é preciso que os varejistas desenvolvam experiências que cativem os consumidores facilitem o engajamento. Este é um momento de mudanças intensas, em que os varejistas precisarão estar atentos para avaliar sua presença na internet, ampliando canais de relacionamento e facilitando o acesso dos clientes”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa descobriu que dentre os consumidores que usam aplicativos para compras, a maioria também é adepta de aplicativos para tarefas financeiras (67), principalmente os de operações bancárias (47%), comparação de preços (25%) e organização das finanças pessoais (19%).

44% dos usuários de WhatsApp já usaram o aplicativo para se comunicar com lojas; 79% acham importante que loja ofereça recurso aos clientes

Concebido inicialmente para troca de mensagens pessoais, o WhatsApp vem se tornando também uma plataforma para negócios. De acordo com o levantamento, 44% dos entrevistados já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com uma loja ou vendedor no processo de compras, sendo que na maioria das vezes (73%) sempre houve um retorno por parte do estabelecimento comercial. Os que nunca tiveram a experiência de utilizar o WhatsApp para interagir com lojistas somam 56% dos seus usuários.

As interações mais comuns entre consumidor e loja foram na consulta sobre preços após recebimento de uma oferta (14%), concretizar uma compra por meio do aplicativo (12%), agendar um serviço (12%), consultar sobre um produto que ficou interessado (11%) ou realizar uma reclamação (10%).

Os tipos de produtos e serviços mais adquiridos via WhatsApp são manutenção e consertos de produtos diversos (31%), compra de roupas, calçados e acessórios (29%) e aquisição de remédios ou suplementos vitamínicos (26%).

Dentre os internautas que costumam fazer compras ou agendamento de serviços via WhatsApp, 42% consideram o processo fácil e rápido e 39% destacam a conveniência de poder comprar mesmo sem sair de casa. Há ainda 30% de entrevistados que veem vantagem em receber fotos e vídeos dos produtos que estão interessados. “As empresas já começam a perceber que não podem mais abrir mão de uma ferramenta de conexão instantânea entre a marca e o consumidor. A praticidade e o imediatismo proporcionados pelo aplicativo fazem com que os consumidores vejam com bons olhos a adoção da ferramenta como forma de relacionar-se com empresas. Isso significa que cada vez mais o consumidor será atraído pelas marcas que forem verdadeiramente responsivas no ambiente digital”, afirma Pellizzaro Junior.

Outra constatação do estudo é que o WhatsApp já é o canal favorito dos internautas para se comunicar com as lojas: 27% preferem esse tipo de contato. A opção aparece à frente do telefone, citado por 25% dos entrevistados. No geral, 79% dos entrevistados que já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com vendedores consideram importante que os estabelecimentos comerciais ou prestadores de serviços ofereçam ao cliente essa opção. Apenas 7% são contrários a essa necessidade e 13% demonstram indiferença.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%.

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TIM será a primeira operadora brasileira a utilizar comercialmente o WhatsApp para interagir com o cliente

A partir de agora, a TIM está preparada para interagir com seu cliente através do WhatsApp, um canal que já está integrado à vida digital dos consumidores. A companhia é a primeira operadora brasileira a fechar contrato comercial para utilização do WhatsApp Business, que permite a comunicação entre empresas e clientes de maneira simples e fácil, incorporada aos hábitos cotidianos. A empresa vem realizando testes com um grupo de clientes que hoje já recebem suas faturas via WhatsApp e, a partir de agora, poderá ampliar essa iniciativa para outros usuários ou utilizar o canal para comunicação objetiva e pessoal com seu cliente.

A utilização do WhatsApp Business faz parte da estratégia de transformação digital da TIM para promover a melhoria continua da experiência do cliente. No segundo trimestre, o número de usuários da operadora que buscou atendimento pelo aplicativo MEU TIM e pelo website aumentou 62% em relação ao mesmo período de 2017. Em paralelo, as interações no call center caíram 6%. Até 2020, a empresa prevê que o número de interações digitais ultrapasse a marca de 80% dos contatos feitos nos canais de relacionamento.

“A TIM está totalmente focada na melhoria da customer experience através da transformação digital e essa adesão ao WhatsApp Business é, sem dúvida, um passo importante nessa jornada. A ideia é sempre oferecer mais conveniência ao usuário, simplificar seu contato com a empresa e dar autonomia para que possa gerir seus serviços sem ter que ligar para o atendimento telefônico. Além de reforçar a satisfação do consumidor, tendo mais possibilidades de atender as suas demandas com agilidade ou até mesmo nos antecipar a elas”, explica Pietro Labriola, COO da TIM Brasil.

Mais de 1,5 bilhão de pessoas em mais de 180 países usam o WhatsApp para manter contato com amigos e familiares a qualquer hora e em qualquer lugar. Os consumidores querem se conectar com as empresas da mesma forma que conversam com esses grupos e, por isso, surgiu o WhatsApp Business, disponível no Brasil desde janeiro deste ano. É uma forma das companhias gerenciarem melhor as conversas com seus clientes e fornecer informações úteis, com mensagens rápidas, simples e convenientes.

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Clientes BB já podem enviar recursos para o exterior via mobile

Clientes pessoa física do Banco do Brasil já podem enviar recursos para o exterior via App BB. A solução permite o envio de até quatro remessas em um período de 30 dias, cada uma de valor até USD 3 mil ou o equivalente em outras moedas. O recurso permite remessas via Swift e convênio Western Union – sendo que neste último o envio é permitido somente em dólar dos EUA com a finalidade de manutenção de residentes e de estudantes.

A novidade traz uma série de vantagens para o cliente como agilidade no envio de remessa para o exterior, transação com fluxo simples, débito direto na conta corrente e atendimento totalmente digital. O serviço já estava disponível para os clientes na internet desde 2015, e agora, migra também para o App.

O produto vem complementar as soluções de câmbio para mobile do BB. Em fevereiro deste ano, o BB disponibilizou a compra de dólar pelo App, dois meses depois expandiu o serviço, ofertando também a compra do Euro, de forma pioneira entre os Bancos.

“O BB tem trabalhado constantemente para oferecer aos clientes as melhores soluções em negócios internacionais. Nosso objetivo é continuar inovando para proporcionar a melhor experiência e facilidades para o cliente BB”, avalia Thompson Cesar, gerente geral da Unidade de Comércio Exterior do Banco do Brasil.

As transferências financeiras para o exterior impactam nos limites diários e mensais de transferências por meio dos canais de autoatendimento, que podem ser personalizados pelo cliente.

Como funciona

Para emissão e recebimento de ordens de pagamento do exterior pelo celular, após acessar a área logada no App, basta acessar a opção Câmbio no menu e depois Ordens de Pagamento.

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Mobilidade e a revolução das insurtechs

Por Henrique Mazieiro

Nos últimos 30 anos, o mundo vem passando por uma grande revolução tecnológica. Prova disso é o advento da mobilidade, que através de dispositivos como os smartphones, notebooks e tablets, permite que agora estejamos conectados o tempo todo. Hoje, utilizando essas ferramentas, conseguimos acessar notícias em tempo real, trabalhar e resolver burocracias em poucos clicks.

Porém, alguns anos atrás todas essas facilidades eram bem limitadas. Quem nunca precisou salvar documentos naquele disquete de 3,5 polegadas ou esperou horas para se conectar na internet discada? Em apenas 20 anos evoluímos desse cenário lento e instável para a era da alta velocidade.

Agora, estamos vivendo uma transformação em que tudo que anteriormente precisava ser instalado para funcionar, está migrando para a nuvem. E esse avanço cada vez maior da tecnologia está mudando a forma como realizamos praticamente tudo: compras, fotos, pesquisas, pagamentos.

Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada em 2016 revelou que dobrou o número de acessos à internet sem o uso de computadores. Isso porque muitas pessoas que até pouco tempo não tinham acesso às redes, hoje estão conectadas através dos smartphones. Se pensarmos que o Brasil tem atualmente 220 milhões de celulares inteligentes ativos e 209 milhões de habitantes, temos mais de um celular por pessoa. Ou seja, o futuro com certeza será 100% móvel.

E foi refletindo e acompanhando todas essas mudanças que o mercado de seguros vem desenvolvendo novas soluções que buscam atender as necessidades desses novos clientes digitais. As insurtechs, inclusive, chegam justamente para suprir antigas ineficiências do setor com o uso da tecnologia. Aqui na Planetun, por exemplo, criamos produtos que levam mais agilidade e praticidade aos consumidores, melhorando a sua experiência. Como é o caso dos aplicativos web, que trazem uma série de vantagens, e não precisam ser instalados no celular, ocupando espaço da memória. Todo o processo é feito através de tokens (e-mail, SMS e chats), ou seja, estamos falando de mais autonomia, comodidade e segurança.

Com todos os benefícios e avanço da mobilidade, o mercado segurador, assim como todos os demais setores, também vem se adaptando a essa nova era digital. O uso das novas tecnologias não somente traz vantagens para os usuários finais, como também inova processos antigos, aumentando os ganhos e reduzindo os custos.

Portanto, acredito que esse cenário será o padrão de agora para o futuro. De um lado, o mercado implementando tecnologia em seus processos e, de outro, os consumidores ganhando com a mobilidade, já que resolver um problema que antes era tão burocrático, como contratar um seguro, agora pode ser feito na palma da mão.

Henrique Mazieiro é diretor executivo e sócio fundador da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

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