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10 tendências de analytics para 2019 que devem ser observadas

Por Celso Oliveira, country manager da MicroStrategy

Os líderes da atualidade lidam com diversas questões em paralelo. A tecnologia está evoluindo muito rapidamente. Os clientes esperam mais, a competição está mais acirrada. Como resultado, as organizações estão sendo desafiadas a agregarem ao seu dia a dia capacidades preditivas. E, na medida em que a inteligência artificial, as demandas por crescimento acelerado e as pressões pela tal transformação digital ganham destaque, muitos passam a perceber que a abordagem analítica segmentada utilizada até então não foi construída para durar. Demorar horas para tomar uma decisão não leva a lugar algum. Podemos dizer que, no que diz respeito às tendências de analytics para 2019, esse ano será um ponto de virada para muitas organizações, pois elas já estão percebendo que apenas ser “orientado por dados” não garante sucesso futuro. Não basta priorizar as análises. O foco e os esforços devem ser voltados para resultados de negócios definidos e tangíveis.

Baseado em um compilado de informações provenientes de quem mais sabe de BI, data analytics e transformação digital no mundo, gostaria de compartilhar com vocês 10 tendências de analytics para 2019 e que também devem estar em foco até 2030. Trata-se de questões que os líderes de hoje precisam entender para transformar empresas comuns em empresas inteligentes e, assim, perceber as oportunidades que estão por vir:

#1 Dados orientados a resultado e não somente para visualizações

#2 Revelar as potencialidades da inteligência artificial e da análise aumentada para uma tomada de decisão mais preditiva, ética e transparente

#3 Análise “self-evident” através do HyperIntelligence superará as análises “self-service” em 2019. Chegamos a um ponto em que alguns cliques ainda é muito para quem busca os insights de maneira rápida. A tendência é a do zero clique e do Smart Discovery e das respostas chegando até quem precisa delas

#4 A incorporação de inteligência nas aplicações permitirá aos usuários corporativos concentrar-se em novas ideias e inovar muito mais rapidamente do que antes

#5 Análises avançadas para a produção em escala. Ao usar os dados de forma ampla, os verdadeiros líderes estão trazendo capacidades preditivas e até mesmo ações prescritivas recomendadas para a produção em escala

#6 Aumentar ainda mais a colaboração. O objetivo, quando se trata de descobertas de dados, não deve ser somente analítico ou para apresentar consistentemente um único ponto de vista, mas sim trabalhar de maneira colaborativa para levar a insights e ações que melhorem os resultados finais da organização

#7 Difundir ainda mais mobilidade é um ponto crucial para o sucesso das organizações. Para abraçar a mobilidade empresarial, as corporações devem identificar seus objetivos e necessidades, bem como as ferramentas para apoiá-las nesse sentido

#8 As estratégias de Inteligência Artificial tornam-se uma necessidade, especialmente para os dados e análises mais relevantes aos negócios. Uma solução completa de gerenciamento de dados, que englobe qualidade dos dados, governança, segurança e metadados, é mais do que mandatória nesse momento

#9 Os líderes devem tomar as melhores decisões hoje e traçar os melhores passos para garantir o sucesso no futuro

#10 A evolução do analytics irá acelerar cada vez mais. Até 2025, mais de um quarto de todos os dados criados serão em tempo real, com 95% deles gerados por aplicações de IoT

Em suma, essas tendências de analytics para 2019 mostram que para crescer e prosperar nesta era, na qual a ruptura digital está cada vez mais acelerada, é preciso ter dados acessíveis, insights acionáveis, inovação contínua e novos modelos de negócios. Tudo isso requer gerenciamento e segurança de dados de ponta a ponta e uma plataforma corporativa.

O futuro pertence às empresas que antecipam desafios regulatórios, tecnológicos, de mercado e competitivos em constante evolução e os transformam em oportunidade e lucro. Também pertence às empresas que são capazes de conectar-se a qualquer dado e distribuir relatórios para milhares de pessoas, bem como àquelas que vão além da inteligência de negócios para fornecer insights para todos os departamentos, dispositivos ou pessoa por meio de experiências em tempo real, naturais e de clique zero. Ou seja, o futuro pertence a quem realmente adere ao cenário de empresa inteligente.

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A visão 360º deve ir muito além do cliente

Por Cynthia Bianco

Tenho percebido que as empresas têm investido recursos e esforços para obter a tal visão 360º do cliente, porém elas não têm dedicado a mesma energia para ter uma visão 360º de seu próprio negócio. Obviamente conhecer quem é seu público é mandatório, mas engana-se quem pensa que isso é o suficiente. Pelo contrário, voltar-se para os clientes e para o seu desempenho, isoladamente, e não para o da empresa como um todo, pode ser desastroso. Estou falando daquele famoso olhar associado ao self-service, que traz informações separadas, parciais, que estão longe de representar uma visão única da verdade.

Muitas empresas continuam cometendo o mesmo erro do passado, ou seja, utilizar ferramentas de analytics não integradas ao ambiente corporativo, criando desta forma silos de informações. Ter uma visão individual e dar autonomia ao usuário é importante, tanto quanto conhecer quem é seu público. Mas é preciso também contar com uma estrutura capaz de conectar essas pontas em âmbito corporativo; que seja retroalimentável e que permita que as informações estratégicas sejam acessadas de qualquer lugar, inclusive através de dispositivos móveis. Objetivos dificilmente alcançados sem a governança.

Aliás, a governança é um grande desafio. Com tanta fonte de informação, quem garante que determinado dado é verdadeiro? Sem falar que para cada departamento uma informação pode ter um significado diferente: para o comercial, a venda é o que foi vendido para o cliente; para finanças, é o que ele já pagou; para o departamento de logística, é o que deve ser entregue. O conceito de governança e de ter uma visão única dos dados é fundamental.

E é exatamente o que estamos perdendo. Como agora, com o self service analytics, todo mundo pode criar suas próprias visões, os dados originais acabam sendo alterados, seja por pontos de vista discrepantes ou por filtragens, que muitas vezes caem no esquecimento. Fora isso, outro erro comum é achar que, pelo fato da origem ser a mesma, todos os dados que de lá vieram, foram validados e são totalmente confiáveis. Esse é o maior perigo, pois o executivo pode pegar um dashboard com dados não validados e entendê-los como verdadeiros, tomando uma decisão errada. É preciso educar as pessoas para ter dados governados e/ou dashboards certificados.

Em suma, engana-se quem pensa que conhecer bem as diferentes partes do negócio isoladamente é garantia de sucesso. A visão 360% com governança nada mais do que você pensar na empresa como um todo e não nos departamentos. Fora isso, saber de onde vieram os dados e ter certeza de que há alguém que possa se responsabilizar por eles é muito importante. A governança não existe para travar processos. Bem utilizado, o analytics pode ser fundamental na jornada de transformação digital das empresas, mapeando os caminhos e trazendo mais insights, permitindo que as empresas sejam competitivas num mundo que muda de hora em hora.

Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa pioneira na área de BI, analytics e em aliar a mobilidade, realidade aumentada e linguagem natural com plataformas analíticas.

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Avon desenvolve projeto de Big Data & Analytics que melhora a utilização de dados em vendas online

Entender o movimento do cliente dentro do seu portal B2B de vendas online. Esse era um dos principais objetivos da Avon, companhia com 60 anos de atuação no Brasil que fatura, em média, 150 mil pedidos por dia, ao desenvolver um projeto de Big Data & Analytics, que se beneficia de dados extraídos do mundo online e os cruza com a base histórica da plataforma analítica da MicroStrategy. A iniciativa trouxe à companhia, líder mundial no mercado de beleza e uma das maiores empresas de venda direta do mundo, a capacidade de responder quase instantaneamente várias perguntas de negócios capazes de influenciar tomadas de decisão e personificar ofertas para as suas clientes, isso tudo analisando o comportamento de compra de milhões de usuários.

De acordo com Raquel D’Anello, diretora de TI da Avon, evitar que o “carrinho” seja abandonado nas vendas online, entender o movimento no site, bem como identificar os motivos que levam os clientes a desistirem de uma compra, é um dos principais desafios das empresas, independentemente de sua área de atuação. Em se tratando da Avon, especialmente após a inserção de tags em todo o portal de vendas B2B, essa necessidade ficou ainda mais evidente, pois se tornou possível acompanhar todos os movimentos da revendedora no site e saber o que ela fazia e em que momento, gerando um grande volume de informações. Além disso, o BI já permitia acessar o histórico baseado em pedidos e faturamentos anteriores, além de dados das redes sociais.

“Diante desse cenário, nossa questão era: o que fazer com esse monte de informação? Começaram a chover perguntas sobre o comportamento e nós, meio sem saber o que fazer, chegamos para a MicroStrategy e falamos: ‘o nosso BI tradicional não funciona mais. O que tem no mercado? Ouvimos falar do big data, o que podemos fazer com isso?’ E aí veio a ideia de fazermos um piloto e começar a trabalhar essas informações”, explica Raquel.

Com baixos investimentos, curto prazo e recursos escassos, mas com muita vontade de fazer acontecer, como a própria executiva ressalta, o projeto começou a ser concebido. O piloto foi feito usando uma máquina relativamente simples e de baixo custo e toda essa infraestrutura foi levada para a nuvem. O investimento para viabilizar esse pontapé inicial, já incluindo os custos da mão de obra e da consultoria, totalizou cerca de 50 mil dólares, valor bastante inferior ao que se costuma investir em projetos de Big Data & Analytics. Um recurso da equipe de TI e um profissional do time de consultoria da MicroStrategy foram os responsáveis pela execução. As primeiras tentativas não surtiram efeito e foi somente após o envolvimento da área de negócios da Avon, chamada de Digital, que o projeto começou a decolar. “Queríamos descobrir e desmistificar esse tal de big data. Batemos na porta do Digital e questionamos o que o presidente perguntava e eles não conseguiam responder ou, então, saber o que levava três meses para ser respondido. Recebemos de volta umas quatro perguntas e, com base nelas, conseguimos entender quais eram os dados do nosso sistema transacional, do B2B e das mídias sociais que precisavam ser levados para esse sistema. E assim fizemos”, diz Raquel.

Os resultados obtidos com esse projeto de Big Data & Analytics foram vários e ajudaram a impulsionar as vendas online da Avon. A capacidade de personalizar ofertas digitais com base no comportamento específico da revendedora no site foi um avanço significativo. Hoje, a área de Digital da Avon olha o histórico de compras, cruza com as informações da navegação e faz análises que geram insights em tempo real. Com o apoio do big data, também é possível corrigir rotas e erros nas campanhas a qualquer momento, o que cria uma capacidade maior para planejar os próximos passos.

Outro ponto importante é que a Avon tem um portfólio de mais de três mil produtos ativos e as campanhas mudam de 15 em 15 dias, o que impossibilitava, por exemplo, a capacidade de traçar estimativas. Com as informações geradas a partir do Big Data, é possível fazer uma antecipação do forecasting, enquanto o próximo ciclo está em planejamento. Fora isso, o projeto também possibilitou algumas análises preditivas, como, por exemplo, saber qual das revendedoras pode não completar o carrinho. É possível ver quem entrou, não comprou e fazer uma ativação via call center, whatsapp ou SMS, enquanto a pessoa ainda estiver em seu momento de compra.

“Também conseguimos revisar o limite de crédito online, o que antes era um dos vilões, pois a pessoa começava a fazer um pedido, mas em seguida passava a remover do carrinho alguns itens, porque seu limite de crédito havia estourado, por exemplo, e isso a levava a desistir da compra. Já pudemos perceber que isso aumentou a satisfação da mulher e fez com que ficasse mais tempo no site. E quanto mais tempo ela fica, maior probabilidade de venda nós temos. Sem falar que, entendendo o comportamento, também posso tomar ações que chamam a atenção da mulher”, enfatiza Raquel.

Para apresentar esses dados, foi criada uma série de dashboards e relatórios ad hocs para algumas das áreas, como de Marketing e Digital, que preferem receber as informações nesse formato para fazer suas próprias análises. O ambiente continua em pleno funcionamento e agora o próximo passo é crescer. À medida que perguntas mais complexas vão chegando, é preciso, por exemplo, plugar mais dados transacionais e aumentar a quantidade de tags no portal B2B.

“Hoje nada nos impede de chegar mais longe com Big Data & Analytics. É apenas uma questão de foco. Porque vimos que dá pra ser robusto e flexível com segurança e baixo custo. A nuvem funciona e é segura – o que, aliás, era um dos meus receios – e, muitas vezes, é até melhor do que a infraestrutura interna, que tem burocracia e recursos limitados. Ter a informação certa, na hora correta, é sinônimo de sucesso. Quem trabalha em TI sabe disso e quem trabalha na área de negócios sabe disso duas vezes mais”, finaliza.

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Eficiente, mas não eficaz: Pontos importantes para alcançar resultados com business intelligence na área financeira

Por Cynthia Bianco

Obviamente não tem cabimento e seria até “chover no molhado” introduzir a importância do analytics, da cultura analítica e do business intelligence na área financeira e também para as pessoas que estão à sua frente. Desde 2017, algumas previsões já mostravam que esses departamentos, que são o coração das corporações, passariam a ser totalmente dependentes das soluções de analytics para entregar insights acessíveis, em tempo real. E essa é umas das tendências que se mantém em 2018.

Seja como o dono do projeto ou o seu patrocinador, a responsabilidade pelo seu sucesso sempre recairá de alguma forma sobre o CFO ou diretor financeiro. Veja alguns fatores decisivos que CFOs devem considerar para assegurar projetos de business intelligence na área financeira bem-sucedidos e rentáveis:

#1 É preciso ter os dados

A importância de ter metas já é clara. Mas, um segundo ponto é ter a certeza de que os dados que vão preencher esses propósitos estejam disponíveis. Muitas vezes, por mais do que se saiba o que deve ser feito, no meio do caminho aparecem dados sujos, espalhados por vários lugares, o que aumenta a complexidade do projeto ao seu final.

#2 Escolher os dados que promovem mudança

O projeto de business intlelligence na área financeira deve trabalhar de fato com dados capazes de promover mudanças de curso. É preciso pensar o que é necessário para a tomada decisão naquele mês e não somente oferecer informações do que já aconteceu. Muita gente olha o BI só como passado.

#3 Quick wins

Sempre digo que um projeto não precisa ser perfeito, mas além de retorno em curto prazo, baixo custo é a palavra de ordem. Lembre-se que se a implementação for rápida e não custar muito caro será mais fácil de refazer, se necessário.

#4 BI é um ser vivo

O que dá certo hoje, pode não dar certo amanhã. Tudo é mutante. Os clientes mudam, o mercado muda, os dados mudam.

#5 Disseminar a cultura analítica

A cabeça das pessoas faz toda a diferença e é sim papel do CFO tentar disseminar a importância de uma cultura analítica e orientada a dados dentro de uma organização. Será isso que ajudará a mensurar lá na frente se esse projeto de business intelligence na área financeira está sendo eficiente. Ter adesão e trazer resultados rápidos, são pontos super importantes nesse sentido.

#6 Nada disso terá sentido sem a governança

Não adianta só se ter a garantia de que o dado de origem está limpo, mas sim de que os dados que estão sendo apresentados, sejam em formato ppt ou em um sistema, estejam coerentes com a linha de negócios das empresas. Tempo é dinheiro e não faz sentido perder muito tempo analisando um dado que foi transformado.

Em suma, tenho acompanhado de perto como o uso de ferramentas analíticas (principalmente para acessos a dados em real time) tem mudado não só a cultura das empresas, como a dinâmica do mercado. Acho que os projetos de bussiness intelligence na área financeira não é diferente, por isso, vale a pena olhar para os pontos que mencionei acima e pensar como o analytics pode ser eficaz e trazer retornos para um CFO, que passa a ser mais ágil, a cultivar melhores tomadas de decisão, alcançar melhores resultados ao trabalho, conquistar mais credibilidade junto a todos e ganhar um impulso nos seus negócios e na sua carreia.

Cynthia Bianco é presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa pioneira na área de BI, analytics e em aliar a mobilidade, realidade aumentada e linguagem natural com plataformas analíticas.

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MicroStrategy incorpora inteligência artificial a sua plataforma analítica

A MicroStrategy® Incorporated (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas analíticas e software de mobilidade, anunciou o lançamento da MicroStrategy 10.8. A mais nova versão de sua plataforma analítica MicroStrategy 10™, que está disponível também no Amazon Web Services (AWS), incorpora inteligência artificial, o que permite análises mais avançadas e preditivas. O sistema estatístico open source R, embora já estivesse integrado à plataforma e fosse utilizado por grande parte dos clientes da MicroStrategy, passa agora a ser empacotado e instalado juntamente com a solução analítica, facilitando o processo de aprendizagem de máquina (machine learning).

“Unindo uma série de variáveis, inseridas dentro de um contexto maior, esse tipo de sistema permite que o algoritmo seja modificado sem nenhum tipo de intervenção humana, de acordo com os dados que são recebidos. O principal diferencial é a capacidade de aprenderem sozinhos, modificarem padrões conforme novos comportamentos são identificados e adquirir um conhecimento em cima da base de dados. Desta forma, com a incorporação do source R e da inteligência artificial, o usuário consegue, por exemplo, identificar tendências, fraudes, desvios, entre outros indicadores importantes para os negócios, com muito mais rapidez e assertividade”, ressalta Tiago Sanchez, diretor de pré-vendas América Latina da MicroStrategy .

A nova plataforma MicroStrategy 10.8 também chega ao mercado com diversos aprimoramentos em suas funções de Data Discovery, novos padrões e design mais responsivo, visando maiores usabilidade e acessibilidade. A inovadora paleta de cores, desenvolvida com base em pesquisas baseadas no mundo natural, dá aos usuários mais opções para definir as cores dos dashboards, além de torná-los visualmente muito mais atrativos, sem muitos esforços. Essa paleta está disponível tanto no MicroStrategy Web como no MicroStrategy Desktop.

Outro ponto importante da nova versão e que faz total diferença diante do advento do Big Data e da crescente necessidade das empresas de acessarem inúmeras e diferentes fontes de dados, é a nova galeria de conectores personalizados. A plataforma MicroStrategy já disponibilizava APIs para a criação desses conectores. A diferença é que com a MicroStrategy 10.8, além dessa possibilidade, o usuário pode acessar o banco público de conectores de dados – criados anteriormente por outros desenvolvedores – na Comunidade MicroStrategy, fazer download, atualizar e usá-los como julgar oportuno. Atualmente, estão disponíveis diversas amostras, como para OneDrive®, Box, Weibo®, MuleSoft® e ElasticSearch®, todos facilmente acessíveis aqui.

O MicroStrategy Mobile também traz importantes aprimoramentos no que tange maior segurança, desempenho e emparelhamento tanto com sistemas operacionais Android™, como iOS®. Além disso, o Usher plataforma de segurança móvel traz como novidade o Usher Analytics™. Esses dashboards pré-formatados permitem visualizar informações de aplicações corporativas de IoT, destacando indicadores chaves. Com ele é possível criar visualizações personalizadas e responder a perguntas de negócios sobre acesso e presença de usuários.

“O lançamento da MicroStrategy 10.8 é um marco importante e vem ao encontro da nossa missão de estar em constante evolução e ao mesmo tempo manter o comprometimento com o sucesso das aplicações de nossos clientes. Novas tecnologias e funcionalidades estão sendo sempre incorporadas em nossa plataforma. A exemplo do que fizemos com a mobilidade, BI na nuvem, análises de grandes volumes de dados, Big Data, Data Discovery e self-service BI, estamos fazendo com learning machine e IOT. A ideia é que nossos clientes tirem o máximo proveito das oportunidades de negócios facilmente detectáveis com o apoio de uma plataforma corporativa unificada”, finaliza Sanchez.

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