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Novas ferramentas de análises de dados visam ajudar a fornecer pacotes mais rápidos, um melhor atendimento aos pacientes e muito mais

Por Chris Stetkiewicz

Quando a Microsoft revelou o Azure Synapse Analytics há um ano, a empresa prometeu colocar dados e o poder da análise na ponta dos dedos das pessoas – em qualquer lugar de uma organização – enquanto liberava trabalhadores especializados em tecnologia para se concentrar em tarefas de maior valor do que gerenciar a infraestrutura de dados.

“Começamos com a hipótese de que é muito difícil para muitas organizações usar seus próprios dados e implantar a IA, e não há engenheiros de software suficientes no planeta para atender a necessidade de todas as análises que precisarão ser feitas”, disse John Macintyre, Diretor de Produtos de Azure Synapse e Plataforma de Análises da Microsoft. “Sabíamos que poderíamos tornar isso tremendamente mais simples.”

Com o Azure Synapse, a Microsoft oferece armazenamento de dados e análises ilimitados, conectando e simplificando múltiplas fontes de dados para que qualquer organização possa obter mais benefícios a partir de suas próprias informações.

Na quinta-feira, a Microsoft anunciou que a versão mais recente do Azure Synapse está em disponibilidade geral, e a empresa também revelou uma nova solução de governança de dados, o Azure Purview.

Nesse ano, desde que o Azure Synapse foi anunciado, a Microsoft diz que o número de clientes do Azure executando cargas de trabalho em escala de petabytes – ou o equivalente a 500 bilhões de páginas de texto impresso padrão – aumentou cinco vezes.

Isso inclui a gigante global de entregas FedEx. A empresa está colaborando com a Microsoft para construir o FedEx Surround, uma nova plataforma que usa produtos do ecossistema Azure, incluindo o Azure Synapse, que ajudará seus clientes a digitalizar suas cadeias de suprimentos e usar dados para gerenciar e rastrear o inventário em tempo real.

A FedEx verifica cada um dos 16 milhões de pacotes que fornece todos os dias mais de uma dúzia de vezes antes de chegar aos seus destinos. Isso gera enormes quantidades de inteligência logística útil. Esses dados são combinados com informações sobre tráfego e clima e armazenados no Azure Data Lake, um serviço de armazenamento e análise de dados escalável. Usando o Azure Synapse e o FedEx Surround, a empresa extrairá insights que poderão permitir entregas mais rápidas e eficientes.

“A capacidade de responder aos sinais digitais e ajustar a cadeia de suprimentos em benefício de nossos clientes e seus clientes é um diferencial fundamental para nós. Esse é o valor de próxima geração que queremos trazer aos clientes, e não poderá ser feito sem aproveitarmos o poder dos dados”, disse Sriram Krishnasamy, Vice-presidente Sênior de Programas Estratégicos da FedEx Services.

Nos próximos meses, a empresa planeja implantar o FedEx Surround para apoiar a distribuição de vacinas de COVID-19, o que exigirá uma orquestração cuidadosa para mantê-las preservadas na faixa de temperatura necessária enquanto se deslocar pela rede da empresa.

“Os insights que ganhamos com a análise contínua nos ajudam a otimizar nossa rede. Assim, à medida que a FedEx move remessas críticas de alto valor em todo o mundo, muitas vezes podemos prever se essa entrega será interrompida pelo tempo ou pelo tráfego e remediar essa interrupção, encaminhando a entrega para outro local”, disse Krishnasamy.

Usando dados para atender melhor os pacientes

Ser capaz de prever e planejar mudanças – imediatas e a longo prazo – pode fazer a diferença em praticamente qualquer negócio. Para Wolters Kluwer, provedor global de informações profissionais, software e serviços, os dados desempenham um papel fundamental em suas operações estratégicas, notadamente em sua divisão de saúde.

Por exemplo, a Wolters Kluwer construiu uma plataforma de engajamento do paciente que ajuda os profissionais de saúde a prever quando as condições médicas podem exigir acompanhamento do tratamento ou uma intervenção rápida após os pacientes saírem de um hospital. Além disso, seus sistemas de vigilância clínica extraem dados em tempo real a partir de prontuários eletrônicos de saúde para gerar alertas sobre condições clínicas críticas usando modelos predictivos.

“Nossos clientes estão tentando normalizar e criar sentido a partir de grandes quantidades de dados. Com nossas soluções Health Language, temos a capacidade de limpar e padronizar dados e terminologias médicas para permitir análises em cima disso”, disse Jean-Claude Saghbini, Diretor de Tecnologia da Wolters Kluwer para Saúde.

Antes de adotar o Azure Synapse, a Wolters Kluwer consolidou todos os seus dados de saúde de vários locais no Azure Data Lake, eliminando os “silos de dados” que impediam os funcionários de acessar e trabalhar com múltiplas fontes de dados. O Azure Synapse forneceu as robustas operações de machine learning (MLOps) necessárias para criação de um data lake entre produtos e fontes de dados, bem como pipelines de dados para suportar análises e IA avançada.

“Isso trouxe todos os nossos ativos de dados para um só lugar, para que as pessoas possam usá-los e processá-los, e usar o Azure Synapse para processar todos os dados é um dos grandes facilitadores dessa estratégia”, comentou Saghbini.

Em outro exemplo do valor de um gerenciamento de dados otimizado, a Wolters Kluwer foi capaz de customizar seu conteúdo aos dois milhões de médicos que usam sua plataforma de suporte clínico UpToDate todos os dias. Os dados anônimos de pesquisas clínicas da empresa têm sido usados por pesquisadores para identificar tendências locais ou globais de saúde. Por exemplo, um estudo mostrou que um aumento nas pesquisas relacionadas ao COVID-19 no UpToDate poderia sinalizar um aumento nas mortes relacionadas ao COVID por mês no futuro.

Uma solução caseira para catalogar dados

Enquanto os clientes estavam usando o preview do Azure Synapse no último ano, os engenheiros da Microsoft estavam ocupados desenvolvendo um novo serviço de governança de dados para automatizar a descoberta e catalogação de todos os dados, seja a partir de ambientes on-premises, multi-nuvem ou Software como um Serviço (SaaS). O Azure Purview, agora disponível em preview público, inicialmente permitirá que os clientes entendam exatamente quais dados eles têm, gerenciem sua conformidade com as regulamentações de privacidade e obtenham insights valiosos mais rapidamente.

O Azure Purview começou como um esforço interno de vários anos para ajudar nos esforços de transformação digital e conformidade de privacidade dentro da própria Microsoft. Mike Flasko, Diretor de Produtos do Azure Purview, lidera a equipe que trabalha com os principais executivos de dados, privacidade e segurança da companhia para criar produtos de análises e gerenciar os próprios volumes de dados da empresa, e os sistemas complicados que a Microsoft implanta para gerenciá-los.

Como muitas empresas, os engenheiros de dados, cientistas de dados e analistas de negócios da Microsoft precisam processar e entender esses grandes e intrincados fluxos de dados.

“À medida que modernizamos e trabalhamos buscando atender nossas próprias necessidades, aprendemos muito sobre o que é preciso para transformar digitalmente a Microsoft e gerenciar a privacidade de dados”, citou Flasko. “Cada vez mais clientes estavam nos dizendo que precisavam entender onde estavam todos os seus dados, como eles se movem e como poderiam acessá-los. Seus desafios eram semelhantes ao que estávamos experimentando dentro da Microsoft.”

Assim como o Azure Synapse representou a evolução do data warehouse tradicional, o Azure Purview é a próxima geração do catálogo de dados, diz a Microsoft. Ele se baseia nos recursos de pesquisa de dados existentes, adicionando aprimoramentos para cumprir as leis de manipulação de dados e incorporar controles de segurança.

“O Azure Purview foi projetado para ajudar os clientes a maximizar o uso compatível de seus dados”, disse Flasko. “Ele garante que você tenha uma compreensão abrangente de seus dados, como eles se movem e com quem você compartilhou os mesmos, o que é fundamental para o uso e governança eficazes dos dados.”

O serviço inclui três componentes principais:

  • Detecção, classificação e mapeamento de dados: O Azure Purview encontra automaticamente todos os dados de uma organização no local ou na nuvem, e avalia as características e sensibilidade dos dados. A partir de fevereiro, também será possível fazer o mesmo com dados gerenciados por outros provedores de armazenamento.
  • Catálogo de dados: O Azure Purview permite que todos os usuários pesquisem dados confiáveis usando uma experiência simples baseada na Web. Os gráficos visuais permitem que os usuários vejam rapidamente se os dados de interesse são de uma fonte confiável.
  • Governança de dados: O Azure Purview fornece uma visão panorâmica do cenário de dados de uma companhia, permitindo que os executivos de dados governem eficientemente seu uso. Isso permite insights fundamentais, como a distribuição de dados entre os ambientes, sobre como os dados estão se movendo e onde os dados confidenciais são armazenados.

A Microsoft diz que essas melhorias ajudarão a quebrar as barreiras internas que tradicionalmente complicavam e retardavam a governança de dados.

“Queríamos tornar o mais fácil possível para que nossos aplicativos, e os aplicativos de nossos clientes, interagissem entre si. Fizemos isso integrando e automatizando os sistemas de dados e ensinando-os a conversar com o Azure Purview. Isso permite que os engenheiros de dados sejam apenas engenheiros de dados, e os cientistas de dados possam ser apenas cientistas de dados”, finaliza Flasko.

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Microsoft apresenta a edição 2020 do Edu For Change, programa de capacitação técnica para estudantes e profissionais de TI

No dia 12 de novembro, a Microsoft vai lançar a edição 2020 do Edu For Change, programa que visa acelerar a capacitação técnica de estudantes e profissionais de TI no país. Idealizado em 2018, o programa foi criado com o objetivo de oferecer oportunidades de capacitação e empregabilidade, especialmente, para estudantes de ensino superior e técnico pertencentes a grupos minoritários e e/ou em situação de vulnerabilidade social, por meio de parceiros de negócio da companhia. Para comunicar o projeto, a Microsoft irá organizar um evento virtual, que contará com a presença de Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil.

O excesso de vagas de emprego no mercado de TI e ausência de profissionais qualificados são fatores que impedem o crescimento de um mercado promissor no Brasil. De acordo com um recente levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), para atingir a meta de dobrar o setor de software e serviços em seis anos, 70 mil profissionais serão demandados ao ano até 2024, porém o país forma apenas 46 mil pessoas com perfil tecnológico por ano.

O lançamento do Edu For Change vem para somar as iniciativas do Microsoft Mais Brasil, um plano abrangente que visa, dentre outros objetivos, incentivar o desenvolvimento e a recuperação econômica do país por meio do aumento da empregabilidade e da qualificação de estudantes e profissionais. “Por meio do Edu For Change, visamos contribuir para o aumento da capacitação técnica no Brasil. A missão da Microsoft é empoderar cada pessoa e cada organização do planeta a conquistar mais e, por meio de projetos como o Edu For Change, conseguimos não apenas ajudar a qualificar estudantes e profissionais de TI, mas também democratizar o acesso ao ensino e a educação” comenta Franklin Luzes, vice-Presidente de Inovação, Transformação e Novos Negócios da Microsoft Brasil

As inscrições para participar do evento de lançamento e conhecer mais sobre as iniciativas do programa Edu For Change poderão ser feitas pelo site: https://www.microsoft.com/pt-br/events-hub/brazil/lancamento-do-programa-edu-for-change/.

Serviço:

Edu For Change
Quando:
 12 de novembro de 2020
Horário: 19h – horário de Brasília
Quanto: gratuito
Formato: virtual
Mais informações: https://www.microsoft.com/pt-br/eduforchange

Fonte: Microsoft

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Microsoft e o BMW Group lançam a plataforma aberta de fabricação

A Microsoft Corp. e o BMW Group anunciaram uma nova iniciativa comunitária para possibilitar uma inovação mais rápida e com mais eficiência em relação ao custo no setor de fabricação. Na fabricação da atualidade, a produção e a lucratividade podem ser prejudicadas por sistemas proprietários complexos que criam silos de dados e tornam a produtividade mais lenta. A Plataforma Aberta de Fabricação (OMP – Open Manufacturing Platform) é projetada para quebrar essas barreiras por meio da criação de uma estrutura de tecnologia aberta e comunidade interindustrial. Espera-se que a iniciativa apoie o desenvolvimento de soluções inteligentes de fábrica que serão compartilhadas por par ticipantes OMP em setores de produção automotiva e mais amplos. A meta é acelerar os futuros desenvolvimentos industriais da IoT, reduzir o prazo de maturação e impulsionar eficiências de produção tratando, ao mesmo tempo, de desafios industriais comuns.

Desenvolvida na plataforma em nuvem para IoT industrial Microsoft Azure, a OMP tem a intenção de proporcionar aos membros da comunidade uma arquitetura de referência com componentes de código aberto baseados em padrões industriais abertos e um modelo aberto de dados. Além de facilitar a colaboração essa abordagem de plataforma é projetada para destravar e padronizar modelos de dados que possibilitam cenários de aprendizado automático (machine learning) e analítica — dados que têm sido tradicionalmente gerenciados em sistemas proprietários. Utilizando casos de uso industrial e código de amostra, os membros da comunidade e outros parceiros terão a capacidade de desenvolver seus próprios serviços e soluções mantendo, ao mesmo tempo, o controle sobre seus dados.

“A Microsoft está unindo forças com o BMW Group a fim de transformar a eficiência de produção digital por toda a indústria”, declarou Scott Guthrie, vice-presidente executivo, Microsoft Cloud + AI Group. “Nosso comprometimento com o desenvolvimento de uma comunidade aberta vai criar novas oportunidades para colaboração por toda a cadeia de valor de fabricação.”

Atualmente com mais de 3.000 máquinas, robôs e sistemas de transporte autônomos conectados à plataforma IoT do BMW Group, que é desenvolvida na nuvem da Microsoft Azure, IoT e capacidades de IA, o BMW Group planeja contribuir com casos de uso inicial relevantes à comunidade OMP. Um exemplo é o uso por parte da empresa de sua plataforma de IoT para a segunda geração de seus sistemas de transporte autônomo na fábrica do BMW Group em Regensburg, Alemanha, um dos 30 locais de montagem e produção do BMW Group em todo o mundo. Esse caso de uso permitiu ao BMW Group simplificar grandemente seus processos de logística por meio de uma coordenação central do sistema de transportes, criando uma eficiência logística ainda maior. No futuro, esse e outros casos de uso — como os feedback loops digitais, gestão digital de cadeia de suprimentos e manu tenção preventiva — serão disponibilizados e, de fato, desenvolvidos ainda mais dentro da comunidade OMP.

“Especializar-se na complexa tarefa de produzir produtos premium individualizados requer soluções de software de TI inovadoras”, declarou Oliver Zipse, membro do conselho administrativo da BMW AG, Production. “A interconexão dos locais de produção e sistemas, bem como a integração segura de parceiros e fornecedores são especialmente importantes. Temos confiado na nuvem desde 2016 e estamos desenvolvendo, de maneira consistente, novas abordagens. Com a Plataforma Aberta de Fabricação como o próximo passo, queremos tornar nossas soluções disponíveis a outras empresas e alavancar, em conjunto, nosso potencial a fim de assegurar nossa sólida posição no mercado no longo prazo”.

A OMP é a próxima evolução da parceria tecnológica duradoura e do comprometimento mútuo à inovação e à criação de oportunidades para sucesso coletivo em toda a indústria por parte do BMW Group e da Microsoft. Por meio da OMP, os membros da comunidade terão maiores oportunidades de destravar o potencial de seus dados, permitindo-lhes desenvolver e integrar soluções industriais mais rapidamente e com segurança bem como, por sua vez, beneficiar-se da contribuição e do aprendizado de outras organizações.

A OMP será projetada para tratar de desafios industriais comuns, como a conectividade à máquina e integração de sistemas nas instalações. Isso vai facilitar a reutilização de soluções de software entre as OEMs, fornecedores e outros parceiros, reduzindo significativamente os custos de implementação. Por exemplo, um padrão de robótica baseado em ROS para sistemas de transporte autônomos para produção e logística será contribuído para a OMP a fim de que qualquer um possa utilizá-lo. A OMP será compatível com a arquitetura de referência da Indústria 4.0, alavancando o padrão de interoperabilidade industrial OPC UA.

“São notícias realmente muito boas para o setor de fabricação”, declarou Stefan Hoppe, presidente e CEO da OPC Foundation. “O uso de padrões abertos da indústria internacional como OPC UA na comunidade OMP permite aos fabricantes, desenvolvedores de máquinas e fornecedores integrar seus sistemas e equipamentos existentes de maneira eficiente e segura. Por muito tempo, as empresas promoveram ecossistemas proprietários e fechados — o comprometimento da OMP ao desenvolvimento aberto moldará a fabricação do futuro.”

A plataforma subjacente continuará a evoluir com o tempo, junto com os requisitos de fabricação, a fim de incorporar novas inovações incluindo áreas de analítica, inteligência artificial e feedback loops digitais.

A comunidade OMP mais ampla está sendo formada agora, com recrutamento de parceiros adicionais em andamento. Espera-se que o Comitê Consultivo da OMP esteja em operação com um conjunto inicial de quatro a seis parceiros em vigor e um mínimo de 15 casos de uso implementados em ambientes de produção seletos até o final de 2019. Os dois parceiros iniciais, a Microsoft e o BMW Group, encorajam outros fabricantes e fornecedores, incluindo empresas de fora do setor automotivo, a unirem-se à comunidade.

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ADAM Robô se prepara para representar o Brasil na final da Imagine Cup 2018

Por Beatriz Fontes //

Começa a contagem regressiva para a final mundial da Imagine Cup 2018! Se nós já estamos ansiosos, imagine a equipe do ADAM Robô, vencedora do primeiro lugar da etapa latino-americana e única representante do Brasil na competição. E representar a camisa canarinho na Copa da Imaginação é muita responsabilidade: em 2015, trouxemos a taça para casa com o projeto Clothes for me. Mesmo assim, Gustavo Leonato e Juliano Santos, as mentes por trás do robô amigo da visão, estão confiantes.

A confiança não veio em excesso. Mesmo faltando menos de um mês para o evento, a dupla está fazendo os últimos ajustes no robô que vai para Seattle com eles identificar problemas visuais, como miopia e astigmatismo, mais rápido e mais barato do quem em processos tradicionais. “Nos antecipamos muito, essa versão estava prevista para 2019. A gente fez um esforço extra para [ficar pronto para] a Imagine Cup, mas sabemos que podemos sempre apresentar algo melhor”, explica Juliano. Também vai ser preciso quebrar a barreira linguística, e eles estão treinando o inglês para valer.

Mas, mesmo com a Imagine Cup no horizonte, o ADAM robô e seus criadores não param! Além de continuar trabalhando normalmente, a equipe formada no Paraná está bastante empenhada em ações para sua missão: evitar a cegueira no mundo. No último dia 12, começaram uma campanha de engajamento para que as pessoas mandem vídeos de apoio à causa. “A prefeitura de Curitiba também está engajada em passar para a população essa preocupação”, afirmou Juliano.

Na semana anterior, o amigo da visão participou das Olimpíadas do Conhecimento. Gustavo contou que “foram nove dias com o ADAM. Muitas crianças passaram por lá, quase 50 mil visitantes”. Não muito antes, fizeram outra ação em Curitiba: no atendimento a 144 crianças, encontraram um índice de problemas visuais de 45%. Agora, elas já estão passando pelos tratamentos e os óculos estão sendo produzidos.

Haja força de vontade para fazer tudo isso! E, ao explicar de onde vem tanta motivação para tocar esse projeto, por enquanto, sem grande apoio, Juliano conta: “quando fazemos um teste, descobrimos muitas histórias que nos emocionam, principalmente casos de crianças. Às vezes, um mau desenvolvimento na escola, outros problemas… E a gente consegue mudar a trajetória de vida da pessoa. É o que nos motiva a trabalhar todo dia.”

E é para mudar essas trajetórias que Gustavo e Juliano têm o desejo de tornar o ADAM mais conhecido no Brasil. O robô surgiu para combater e evitar a cegueira no planeta e, agora que ele existe, falta levá-lo mundo afora.

“A Copa do Mundo já acabou, mas a da Imaginação está rolando e a final é logo mais. A gente quer que as pessoas se engajem conosco para que possamos levar saúde visual para o mundo”, conclui Gustavo.

A etapa final da competição acontecerá entre os dias 23 e 25 de julho e você poderá acompanhar ao vivo no dia 25 pelo site da Imagine Cup, a partir das 13h (horário de Brasília).

No alto, da direita para a esquerda, os integrantes da equipe do ADAM Robô ao vencer a etapa latino-americana da Imagine Cup 2018.

Fonte: Blog Microsoft Brasil

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Microsoft traz ao CIAB 2018 soluções de Inteligência Artificial para o mercado financeiro

A Microsoft trouxe para o CIAB FEBRABAN 2018 soluções que reforçam o compromisso assumido pela empresa para democratizar a Inteligência Artificial (IA). No maior congresso de tecnologia da informação para o mercado financeiro no Brasil, que acontece entre os dias 12 e 14 de junho, em São Paulo, a Microsoft e seus parceiros apresentam uma série de soluções feitas sob medida para bancos, fintechs e outras instituições financeiras.

Trabalhando em cima do tema-chave Inteligência Exponencial, a empresa vai discutir a Transformação Digital no mercado financeiro durante a sua participação na feira, unindo diferentes inovações tecnológicas com potencial para promover mudanças no setor. Esses esforços são apresentados na forma quatro pilares que, somados, contemplam os principais desafios e oportunidades do segmento: Análise de Risco, Experiência Omnichannel, Banco como Serviço e Produtividade do Bancário. Adicionalmente, temas importantes como Blockchain e cibersegurança orbitam todas essas discussões, que são complementadas por demonstrações, experiências e casos de sucesso.

Focada no uso de Big Data para a prospecção de clientes e geração de insights, a Neoway traz ao evento novidades para o setor. A principal delas, chamada de Risk & Compliance, lançada em março deste ano, é um conjunto de ferramentas capazes de utilizar os quase 38 milhões de CNPJs no banco de dados da empresa para disponibilizar uma análise de risco completa para instituições financeiras. O serviço parte de uma demanda do próprio mercado, que tem uma necessidade cada vez maior de adotar e promover boas práticas, ao mesmo tempo em que toma decisões de negócio mais assertivas.

Por meio de um sistema que roda na solução de nuvem Azure e se integra ao Dynamics 365 e ao Power BI, a solução da Neoway permite aos bancos não só verificar a empresa que pode ser seu cliente em potencial, mas também sua rede de fornecedores e parceiros, além de ocorrências de mídia negativa na web – antecipando futuros problemas. Essas pesquisas abrangem desde processos judiciais e tributos não pagos até o envolvimento de sócios com casos de lavagem de dinheiro ou outras atividades ilegais, sendo possível ainda filtrar os resultados para obter um nível de detalhe ainda maior. Bots junto a Inteligência Artificial garantem a coleta de informações em bancos de dados públicos, enquanto recursos de aprendizado de máquina estão sendo utilizados para retroalimentar o sistema, refinar esse conteúdo e, futuramente, dar origem a uma nova função que realiza a análise de riscos de forma preditiva.

Disposta a estimular a produtividade bancária e a eficiência operacional dos seus clientes, a Simply ataca um dos mais processos mais trabalhosos dentro dos bancos: a análise de documentos. Hoje, boa parte dessa tarefa é feita de forma manual, reduzindo a velocidade de aprovações de novas contas, concessões de empréstimos e emissões de cartões, por exemplo. Graças ao uso de uma rede neural baseada em Inteligência Artificial e aprendizado de máquina, a fintech mineira consegue realizar de forma automática boa parte desse trabalho, com o sistema lendo os dados capturados e cruzando essas informações com outras bases de dados. Mesmo quando essas atividades não podem ser completamente automatizadas, como no caso da validação de assinaturas, o sistema oferece ao profissional ferramentas que concedem mais agilidade à tarefa. A colaboração nesses processos fica garantida com o Microsoft 365, enquanto o Power BI exibe relatórios detalhados da operação.

A Temenos, por sua vez, abraça o conceito de Transformação Digital nos bancos por meio de um core bancário 100% digital, tropicalizado e integrado ao Azure, a nuvem da Microsoft. A oferta de Banco como Serviço (BaaS) da empresa abrange as mais diversas linhas de negócios, tal como, Retail, Corporate, Wealth, Tesouraria e Fundos, do back office à interface com o cliente final, para garantir a cobertura de todas as necessidades do setor. Além desse pacote completo de soluções, que atende operações de back office, front office e canais, as novidades da companhia para o CIAB 2018 incluem recursos avançados de analytics integrado ao Core Bancário e uma nova ferramenta de detecção de fraudes financeiras desenvolvida junto à Microsoft e está disponível no Microsoft AppSource – ambos baseados em tecnologias de aprendizado de máquina.

Uma parceria sólida entre Adobe e Microsoft também permite aos bancos trabalhar e aprimorar toda a experiência dos seus clientes, ajudando a estreitar o relacionamento de ambos desde o primeiro contato. Unindo na nuvem do Azure as forças de ferramentas como Adobe Campaign e Sign com serviços da Microsoft como Dynamics 365 e Power BI, é possível ter uma visão 360º do cliente em todas as plataformas, gerando, nutrindo e gerenciando leads em tempo real. Com isso, é possível transformar produtos para que eles se adequem a oportunidades e necessidades, empoderar colaboradores para endereçar demandas personalizadas e, por fim, interagir com os clientes para que eles se tornem mais engajados. A palavra-chave, aqui, é retenção, um dos maiores desafios do mercado financeiro.

Enquanto isso, a Redbelt, consultoria especializada em segurança cibernética, participa do estande da Microsoft no CIAB 2018 com a solução de gestão de vulnerabilidade e incidentes RIS (Risk Information Security). Anteriormente, o sistema estava disponível apenas por meio da plataforma da empresa, mas agora ganha mais possibilidades de uso na forma de um módulo integrado ao Office 365. Tendo como base informações captadas pelas ferramentas da Microsoft, o produto da Redbelt dá aos bancos a possibilidade de detectar e remediar possíveis tentativas de invasão, além de funcionalidades para resolver problemas de autoclassificação de dados – garantindo a integridade e segurança da informação e ajudando na obtenção da conformidade com o GDPR, nova regulamentação europeia para proteção de dados.

Reforçando a sua posição de habilitadora no setor, a Microsoft também traz ao evento as novidades do Azure Blockchain Workbench, uma ferramenta que dá às empresas os recursos certos para acelerar a criação de iniciativas baseadas em Blockchain. Como a Microsoft trabalha a tecnologia de forma agnóstica, disponibilizando as principais soluções do mercado em sua nuvem, o novo recurso simplifica o desenvolvimento e a experimentação com a tecnologia ao oferecer redes e infraestruturas predefinidas. Assim, o Workbench permite conectar o Blockchain mais facilmente aos seus negócios, aproveitando todas as vantagens de uma plataforma aberta, confiável e disponível globalmente.

Palestras

Ao longo do CIAB FEBRABAN 2018, os executivos da Microsoft também vão participar de palestras abordando os mais variados assuntos relacionados ao uso da tecnologia pelo mercado financeiro. Confira a agenda:

Inteligência Artificial e Machine Learning com Microsoft Azure: Garagem Fintech Lounge, 12 de junho às 14h40. Com Rober Torres, Azure Data Solution Architect na Microsoft Brasil.

Serviços Cognitivos no Microsoft Azure: Garagem Fintech Lounge, 13 de junho às 14h. Com Rodrigo Benin, Executivo de Contas Sênior na Microsoft Brasil.

Cloud – Uma História Brasileira: Auditório F3, 13 de junho às 16h20. Com Roberto Prado, Diretor de Nuvem da Microsoft Brasil e Marcelo Maylinch, Head of IT Infrastructure no Banco Votorantim. Mediação: Ronei Maranssati, Gerente de Divisão de TI Unidade Estratégica no Banco do Brasil.

Plataformas colaborativas de Blockchain: Auditório F2, 14 de junho às 14h. Com Marcelo Eisele, Digital Advisor Finance & Blockchain na Microsoft Brasil, Carlos Rischioto, Líder de Blockchain na IBM Brasil, e Luiz Jeronymo, Diretor de Soluções para Clientes na R3. Mediação: Regio Martins, Superintendente de Produtos na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão).

Fonte: Microsoft Brasil

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Microsoft + GitHub = Empoderando os desenvolvedores – Por Satya Nadella

Hoje, anunciamos um acordo para adquirir o GitHub, principal plataforma de desenvolvimento de software do mundo. Quero compartilhar o que essa aquisição significará para o nosso setor e os desenvolvedores.

A era da nuvem inteligente e da fronteira inteligente paira sobre nós. A computação está se incorporando ao mundo, e cada parte de nossa vida e trabalho diários, cada aspecto de nossa sociedade e da economia estão sendo transformados pela tecnologia digital.

Os desenvolvedores são os criadores dessa nova era, escrevendo o código do mundo. E o GitHub é a casa deles.

Como todos os setores – desde a medicina até a agricultura de precisão, da educação ao banco personalizado – estão sendo impactados pela tecnologia, a comunidade de desenvolvedores só crescerá em número e importância. Fluxos de trabalho de desenvolvedores impulsionarão e influenciarão processos e funções de negócios em toda a organização – do marketing, vendas e serviços a TI e RH. E a criação de valor e o crescimento em todos os setores serão cada vez mais determinados pelas escolhas feitas pelos desenvolvedores.

Em suma, os desenvolvedores estarão no centro da solução dos desafios mais urgentes do mundo. No entanto, o poder real surge quando todos os desenvolvedores podem criar juntos, colaborar, compartilhar códigos e aproveitar o trabalho uns dos outros. Em todas as esferas da vida, vemos o poder das comunidades, e isso é verdade para programadores e desenvolvimento de software.

É por isso que estamos tão animados com o anúncio de hoje. Mais de 28 milhões de desenvolvedores já colaboram no GitHub e abrigam mais de 85 milhões de repositórios de código usados por pessoas em quase todos os países. Das maiores corporações às menores startups, o GitHub é o lugar para os desenvolvedores aprenderem, compartilharem e trabalharem juntos para criar software.

É um destino para a Microsoft também. Somos a organização mais ativa do GitHub, com mais de 2 milhões de commits ou atualizações feitas em projetos.

A Microsoft tem sido uma empresa focada no desenvolvedor desde o primeiro produto que criamos até as plataformas e ferramentas que oferecemos hoje. Construir tecnologia para que outros possam construir tecnologia é fundamental para a nossa missão de capacitar cada pessoa e cada organização no planeta a conseguir mais.

A Microsoft também está comprometida com o empoderamento de comunidades, de profissionais do mundo todo, de profissionais de TI e até jogadores. Acreditamos no poder das comunidades para alcançar muito mais do que seus membros podem fazer por conta própria. É nossa capacidade de trabalhar em conjunto que ajuda nossos sonhos a tornarem-se realidade, e nos dedicamos a cultivar e expandir comunidades para fazer exatamente isso.

E a Microsoft entrou com tudo em código aberto. Estamos em uma jornada e, hoje, somos ativos nesse ecossistema, contribuímos em projetos, e algumas de nossas ferramentas e estruturas de desenvolvedor mais vibrantes são de código aberto. Quando se trata de nosso compromisso com o código aberto, julgue-nos pelas ações no passado recente, hoje e no futuro.

Dado tudo isso, junto com o GitHub, vemos três oportunidades claras à frente.

Primeiro, capacitaremos os desenvolvedores em todos os estágios do ciclo de vida de desenvolvimento – desde a composição de ideias até a colaboração e a implantação na nuvem. A partir de agora, o GitHub continuará sendo uma plataforma aberta, à qual qualquer desenvolvedor pode se conectar e ampliar. Os desenvolvedores continuarão a poder usar as linguagens de programação, ferramentas e sistemas operacionais de sua escolha para seus projetos – e ainda poderão implementar seu código em qualquer nuvem e qualquer dispositivo.

Segundo, aceleraremos o uso do GitHub pelos desenvolvedores corporativos, com nossos canais de vendas diretas e parceiros e acesso à infraestrutura e serviços de nuvem globais da Microsoft.

Por fim, levaremos as ferramentas e os serviços de desenvolvedor da Microsoft a novos públicos.

Mais importante ainda, reconhecemos a responsabilidade que assumimos com este acordo. Estamos empenhados em sermos administradores da comunidade GitHub, que manterá seu caráter desenvolvedor, operará de forma independente e continuará sendo uma plataforma aberta. Sempre ouviremos o feedback dos desenvolvedores e investiremos em fundamentos e novos recursos.

Quando a aquisição for concluída ainda neste ano, o GitHub será liderado pelo CEO Nat Friedman, um veterano de software livre e fundador da Xamarin, que continuará a se reportar ao vice-presidente executivo do Grupo de Nuvem e IA da Microsoft, Scott Guthrie; o CEO e cofundador da GitHub, Chris Wanstrath, será um membro técnico da Microsoft, também subordinado a Scott. Você pode ver como Chris, Nat e eu visualizamos a oportunidade à frente nesta apresentação pública.

Juntos, continuaremos a promover o GitHub como uma plataforma amada pelos desenvolvedores e confiável pelas organizações.

Satya Nadella, CEO da Microsoft

Fonte: Microsoft Brasil

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T-Systems e microsoft anunciam parceria para cloud pública

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, e a Microsoft acabam de anunciar uma parceria estratégica para a oferta de serviços em nuvem pública com foco em quatro pilares: aplicativos SAP; serviços gerenciados para Microsoft Azure e Microsoft 365; soluções digitais baseadas em inteligência artificial (IA); e realidade aumentada em conjunto com Internet das Coisas (IoT).

Em um primeiro passo, as duas companhias vão intensificar sua cooperação no campo da Internet das Coisas, anunciaram o CEO da T-Systems, Adel Al-Saleh, e o vice-presidente executivo da Microsoft, Jean-Philippe Courtois, durante a Hannover Messe, na última segunda-feira (07/05).

“Um dos blocos centrais do recente realinhamento da T-Systems é nossa estratégia ‘Public Cloud First’. Estou mais do que satisfeito em poder combinar as ofertas em nuvem da Microsoft com nossos serviços e produtos”, afirma Al-Saleh.

“Na Microsoft, oferecemos uma infraestrutura de nuvem com escala global combinada com o poder de dados inteligentes e IA de nossa plataforma Microsoft Azure Cloud. Ela será combinada com a excelência das ofertas da T-Systems em operação de negócios que atendem as demandas dos clientes”, diz Courtois.

IoT como serviço, da plataforma às soluções fim a fim

A primeira área de colaboração entre as duas empresas será IoT: utilizando a Azure como nuvem preferencial, a T-Systems desenvolveu e vai operar a “Cloud of Things – built on Azure”. A solução oferece serviços IoT pré-configurados, como monitoramento remoto para logística, soluções de pós-vendas para o setor automotivo e soluções de rastreamento e monitoramento.

A arquitetura aberta e modular é baseada nos serviços IoT Microsoft Azure, garantindo adaptação eficiente e extensão flexível da plataforma. Todas as funcionalidades necessárias para a construção de uma solução IoT, com gerenciamento de equipamentos e usuários, gerenciamento de eventos, simulações, analytics e dashboards configuráveis estão disponíveis diretamente e podem ser customizados de acordo com as necessidades dos clientes. A arquitetura aberta permite também serviços adicionais e integração entre máquinas e equipamentos, permitindo que as empresas usuárias construam soluções fim a fim completas.

A Microsoft Azure permite aos seus usuários atingir escala global, com as 50 regiões da Azure – mais do que qualquer outro provedor. A Microsoft continua priorizando a expansão geográfica da Azure, respondendo à demanda de algumas das maiores companhias do mundo por desempenho e disponibilidade, atendimento a regras locais e preferências dos clientes sobre a localização de seus dados.

Ao mesmo tempo, os serviços em nuvem vêm se tornando mais importantes para soluções de negócios com foco em grande volume de clientes. Muitas empresas têm movido suas aplicações para a nuvem para tirar vantagem da rápida escalabilidade, eficiência e custos mais baixos. A T-Systems suporta seus clientes com serviços gerenciados de infraestrutura, plataformas e aplicações a partir da nuvem, permitindo que eles se concentrem em seus negócios.

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Startup brasileira participa de programa de incentivos da Microsoft

A startup Greengow Technology agora conta com o apoio do BizSpark, programa criado pela Microsoft para apoiar startups através da oferta gratuita de produtos e serviços. A parceria inclui a tecnologia da Microsoft Translator, que está inserida no algoritmo de tradução “push-to-talk” do aplicativo Greengow que permite usuários falar em tempo real em até 10 idiomas diferentes.

A plataforma foi recentemente lançada na versão beta no Brasil, e é o único aplicativo que foi projetado nativamente para ser um tradutor de chamadas de voz em tempo real. “Usando a plataforma não é necessário comprar nenhum acessório para funcionar e funciona em qualquer modelo de smartphone, tanto para plataforma iOS ou Android. É possível se comunicar com uma pessoa do seu lado, ou localizada a milhares de quilômetros de distância, bastando estar conectado à internet.”, diz Carlos Tanaka, CEO da companhia.

Estabelecimentos comerciais podem disponibilizar o número Greengow para seus clientes de qualquer lugar do mundo se comunicarem, sem mais a barreira do idioma e sem custo de ligação. “Hotéis, restaurantes, parques, clubes, lojas podem agora oferecer o número Greengow para seus clientes, e dessa forma, aumentar suas vendas ou mesmo, melhorar a qualidade de atendimento permitindo a comunicação em uma mesma chamada em idiomas diferentes. Todas as informações destes estabelecimentos ficam disponíveis para consulta dos usuários Greengow.” explica Tanaka.

“Nós estamos realmente orgulhosos em apoiar o Greengow via BizSpark e também animados sobre o impacto que este extraordinário aplicativo pode trazer para cidadãos de todo o mundo, ajudando a construir pontes através do uso de novas conexões da Microsoft Translator que antes não eram possíveis”, diz Alessandro Jannuzzi, diretor de inovação e novas tecnologias da Microsoft Brasil.

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ESET, Microsoft e agências de segurança destroem malware que afetava milhões de sistemas

Investigadores de segurança da ESET, líder em detecção proativa de ameaças, com ajuda da Microsoft e agências de segurança, como FBI, Interpol e Europol, desmantelaram uma importante operação de botnet conhecida como Gamarue, que já infectou milhões de vítimas desde 2011.

O dia 29 de novembro de 2017 foi o começo de um trabalho coordenado que possibilitou que agências policiais de todo o mundo pudessem deter e interromper a atividade maliciosa desta família de malwares, responsáveis por infectar mais de 1,1 milhões de sistemas por mês. Na América Latina, Peru e México estão entre os cinco países com maior quantidade de detecções.

Os investigadores da ESET e da Microsoft compartilharam análises técnicas, informações estatísticas e domínios de servidores de Comando e Controle (C&C) para ajudar a interromper a atividade maliciosa do grupo. A ESET contribuiu para a ação com o conhecimento que adquiriu ao longo dos anos sobre o Gamarue, obtido por meio do monitoramento contínuo e pelo impacto do malware nos últimos tempos.

O Gamarue foi criado por criminosos cibernéticos em setembro de 2011 e vendido em fóruns clandestinos da Deep Web como um kit de cibercrime. O objetivo do Gamarue era roubar credenciais, e ainda, baixar e instalar um malware adicional no sistema dos usuários.

Esse tipo de malware é um botnet e permite que o atacante crie e utilize complementos personalizados nos equipamentos das vítimas. Dentro dessas características de ameaça, o cibercriminoso também consegue roubar o conteúdo inserido em formulários na web ou ter o acesso remoto ao sistema para controla-lo à distância.

Sua popularidade deu lugar a uma série de botnets Gamarue independentes. A ESET descobriu que suas amostras foram distribuídas em todo o mundo através de redes sociais, mensagens instantâneas, dispositivos USB, spam e exploitkits.

Os investigadores da ESET e da Microsoft coletaram informações utilizando o serviço ESET Threat Intelligence. A ESET desenvolveu um programa que se comporta como um bot e, com isso, pode comunicar-se com o servidor de Comando & Controle (C&C) da ameaça, e, a partir destas conexões, acompanhar de perto o comportamento dos botnets do Gamarue do último um ano e meio. A partir das informações coletadas neste tempo, foi possível identificar os servidores de Comando & Controle (C&C) para logo desmontá-los, além de monitorar a forma como operava e de que maneira localizar outros domínios utilizados por cibercriminosos.

“No passado, essa foi a família de malwares mais detectada entre os usuários da ESET, portanto, quando a Microsoft veio até nós para que juntos tentássemos interrompê-la e, assim, proteger melhor nossos usuários e o público em geral, concordamos imediatamente”, disse Jean-Ian Boutin, pesquisador sênior de malwares da ESET. “Esta ameaça em particular existe há muitos anos e é capaz de se reinventar constantemente, o que pode dificultar seu monitoramento. Mas, ao usar o ESET Threat Intelligence e ao trabalhar em colaboração com os investigadores da Microsoft, fomos capazes de acompanhar as mudanças no comportamento do malware e, consequentemente, fornecer dados processáveis que se mostraram fundamentais aos esforços de eliminação da ameaça”.

Os cibercriminosos comumente utilizam o Gamarue para redirecionar usuários domésticos e poder roubar credenciais de sites por meio de seu plugin de captura de formulário. No entanto, os pesquisadores da ESET viram o malware ser usado recentemente para instalar vários bots de spam em máquinas comprometidas no chamado esquema de pagamento por instalação.

A ESET está assessorando os usuários que acreditam que seu sistema Windows possa estar comprometido e recomendam a utilização do ESET Online Scanner, que eliminará qualquer ameaça que esteja no sistema, incluindo o Gamarue. Para uma proteção mais complexa de seus dispositivos, visite o site da ESET.

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