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Plataforma da Serasa para microempreendedor tem uma simulação de crédito por minuto e já atingiu R$1 milhão em empréstimo aprovado

Microempreendedores de todo o Brasil já fizeram mais de 100 mil simulações de crédito na ferramenta gratuita e digital do Serasa Empreendedor, o que representa uma busca de financiamento por minuto. Na média, o valor do empréstimo procurado é de R$15 mil, com parcela máxima de 1,5 mil e prazo de 12 meses para o pagamento. A plataforma, que já gerou mais de R$1 milhão em empréstimo aprovado desde o seu lançamento, pode ajudar os mais de 2,6 milhões de MEIs e MEs que todo mês buscam crédito no me rcado a comparar e contratar a melhor oferta dos parceiros da plataforma de acordo com a necessidade e possibilidades de pagamento.

A maioria dos empreendedores que buscou crédito na ferramenta da Serasa pretende utilizar o dinheiro para investir na companhia: 24% compra de equipamentos, 20% expansão e 20% fluxo de caixa. Já 16% devem quitar dívidas, 15% fazer estoque e 5% reformar o negócio.

“O acesso ao crédito é fundamental para a manutenção e o crescimento de uma companhia. O novo canal digital pretende facilitar e agilizar essa busca, já que concentra no mesmo ambiente empresas que estão dispostas a fazer uma análise individual e oferecer propostas personalizadas de acordo com o perfil de quem solicitou, estimulando inclusive, o crédito consciente”, diz o vice-presidente de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian, Victor Loyola.

Na ferramenta, a simulação do empréstimo é feita com financeiras que investem no segmento de MEIs e MEs. Atualmente, o serviço de acesso a crédito do Serasa Empreendedor conta com fintechs, como Nexoos, Biz Capital, Biva e Tutu Digital. Parcerias com outras fintechs, cooperativas de crédito e bancos já estão em negociação.

O acesso é totalmente gratuito e conta com orientação ao usuário durante todo o processo de simulação para que ele aumente as chances de conseguir o crédito. Para fazer a simulação, é necessário que o empreendedor se cadastre na plataforma do Serasa Empreendedor, com CNPJ, nome completo, e-mail, celular e CPF.

Segundo o Indicador da Serasa Experian, a busca geral por crédito das micro e pequenas empresas cresceu 6,0% no primeiro quadrimestre deste ano, na comparação com mesmo período do ano passado.

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Thomson Reuters anuncia solução para microempresas que faz integração com o sistema do contador

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia o lançamento do OnBalance, uma plataforma SaaS que tem o objetivo de simplificar a gestão financeira de microempresários do setor de serviços. A plataforma, armazenada na nuvem, permite que o microempresário lance notas fiscais de serviço para mais de 600 municípios, emita boletos registrados e controle o fluxo de caixa, entre outros.

Entre as grandes novidades do OnBalance, é a possibilidade de enviar informações em tempo real ao contador, uma vez que a solução tem integração nativa com as soluções Domínio, da Thomson Reuters, utilizadas por mais de 20 mil escritórios de contabilidade em todo o Brasil, uma exclusividade no segmento. “Nós pensamos em uma solução intuitiva e inteligente que, além de facilitar a gestão e os negócios do contador, pudesse reduzir custos e aumentasse a produtividade da empresa, estabelecendo uma relação de parceria e amplo benefício entre o contador e o microempresário”, comenta Marcondes de Borba, Diretor da Unidade de Negócios de Impostos e Contabilidade para Profissionais da Thomson Reuters.

O OnBalance já está disponível no mercado para os microempresários e, por estar armazenado em nuvem, o acesso é feito por meio de um navegador de internet, que também inclui a utilização a partir de dispositivos móveis.

Saiba mais sobre o OnBalance, da Thomson Reuters, em: www.onbalance.com.br

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Micro e pequenas empresas podem gerar resultados efetivos e sustentáveis através de fidelização

A concorrência tende a ficar mais forte a cada momento e, por isso, as empresas precisam buscar meios criativos para oferecer experiências marcantes para os seus clientes. Esse conjunto de ações, que visa a fidelização, atrai mais consumidores e, quem já conhece o serviço ou produto, torna-se fã e até advoga em prol daquela marca.

Alexandre Slivink, especialista em gestão de pessoas, excelência em serviços e experiência de clientes, pela Universidade de Harvard, explica que para transformar este ideal em realidade, é preciso ter que ajustar alguns pontos e rever questões que envolvem engajamento, equipe e liderança. “Os gestores devem fazer o questionamento se os seus colabores estão treinados e motivados para criar uma conexão emocional através da empatia, o que significa entender a necessidade do cliente e se colocar no lugar dele, para analisar como deve seguir com o atendimento”, aponta.

A fidelização é um tema muito presente em todas as empresas, dos mais diversos portes e segmento. “ Gosto de dar como exemplo do que acontece em Orlando. Cerca de 90 % dos hóspedes que estão nos hotéis da Disney, já se hospedaram lá. Cerca de 70% das pessoas que estiveram nos parques, estão visitando o local pela segunda vez. Quem é fã traz novos clientes. A prospecção ocorre de forma natural e praticamente instantânea. Isso faz com que sua marca, serviços e produtos sejam desejados e buscados ”, analisa o especialista.

Esse, é um clássico exemplo de como a técnica pode ajudar as empresas a se perpetuarem no mercado. “A partir daí atinge-se uma alta taxa de fidelização, permitindo até mesmo diminuir os investimentos em marketing e destinar verba para treinamento e disseminação da cultura corporativa, peças fundamentais para o sucesso deste processo”, aponta o especialista.

Mas por onde começar? O encantamento do cliente interno (colaborador) é o primeiro passo para que a fidelização ocorra com sucesso. “ Na esmagadora maioria das vezes, os gestores focam somente consumidor, que compra e garante a continuidade dos negócios, mas esquecem de olhar com carinho para os colaboradores. Quando encantamos nosso pessoal, fica mais fácil executarem o trabalho de forma comprometida e alinhado à cultura da empresa. Isso gera venda, recursos, e faz a magia acontecer”, finaliza.

Alexandre separou dicas fundamentais, e que devem ser seguidas para conquistar a fidelização

1.Engajamento da equipe – a essência do negócio está na forma de como o colaborador atende ao cliente. Os pequenos detalhes fazem a grande diferença.

2.Antecipar-se aos problemas – muitas vezes, os colaboradores têm medo de encarar os problemas e resolvê-los. O que os líderes precisam fazer é encorajá-los para que tudo possa ser tranquilizado tornando o desconforto cada vez menor.

3. Criar empatia – isso significa entender a necessidade do consumidor, se colocar no lugar dele. Eu olho o problema do cliente como oportunidade de mostrar o meu valor e a minha competência, e assim, eu consigo criar a empatia. Isso gera resultado, empatia vende. Por isso, o grande valor das empresas está nas pessoas que as representam.

4. Criar conexão emocional – Fundamental para as empresas que desejam prosperar e se firma no mercado de hoje, e isso significa criar experiências inesquecíveis. Daqui um tempo o cliente sai, mas ele pode indicar para outras pessoas, ele vai falar bem do seu atendimento ou produto. Ele fará, para você, o marketing e irá prospectar novos clientes.

Alexandre Slivnik é autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É sócio-diretor do IBEX – Institute for Business Excellence, instituição sediada em Orlando / FL (EUA),

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Concil lança marketplace de soluções financeiras para PMEs

Reunir em uma única plataforma, serviços inteligentes para gestão e redução de riscos de perdas financeiras, para pequenas e médias empresas. Esse é o objetivo do MarketPlace, criado pela Concil, unindo ferramentas oferecidas ao mercado pelos parceiros Nexxto, Lupeon, ViaW, entre outras, além dos próprios serviços que a Concil entrega ao segmento de Conciliação Contábil e Financeira.

Por meio da iniciativa da Concil, empresa pioneira e especializada em conciliação contábil, de cartão de crédito e débito, o novo marketplace oferece soluções que podem ser adquiridas em conjunto, com descontos, ou de forma independente, proporcionando total customização para as necessidades de cada cliente, tendo como principal objetivo melhorar a gestão financeira das empresas e trazer oportunidade de redução de custos.

Com lançamento previsto para a segunda quinzena de agosto, o marketplace tem como objetivo proporcionar opções que ajudem o departamento financeiro e a empresa a eliminar e recuperar os prejuízos financeiros, problemas que impactam diretamente os negócios de PMEs.

“Acompanhamos de perto todas as dores e desafios dos pequenos e médios empresários, principalmente no varejo. Por isso, além dos serviços de conciliação que já ofereceremos, decidimos usar nossa especialização em conciliação para reunir em uma única plataforma as melhores soluções de conciliação fiscal, telecom, ativos fixos, conciliação de fretes, entre outras ferramentas que auxiliam na redução de perdas financeiras, além do controle contábil e financeiro”, explica Leonardo Campelo, CEO da Concil.

“Em suma, nosso objetivo é oferecer uma gama de serviços de conciliação cada vez mais completa aos nossos clientes, por meio de serviços próprios ou de grandes parceiros testados por nós, com foco na redução de custos, de riscos de perdas e até mesmo na recuperação financeira, aumentando a margem de lucro das empresas”, afirma Campelo.

Atualmente, a Concil atende clientes que vão de grande porte, como TAM, Multiplus e Dafiti, até menor porte, como pequenas farmácias e padarias. O atendimento eficaz no momento da conciliação financeira é reconhecido por mais de 3 mil clientes, gerando 70 milhões em transações conciliadas por mês, chegando a R$ 31 milhões recuperados, considerando toda a base da empresa.

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Empreendedores dão dicas para controle financeiro de PMEs

Ter controle sobre os números e as finanças é o primeiro passo para conseguir manter a saúde financeira da empresa, assim há mais tranquilidade para pensar em investimentos e novos projetos para alavancar o negócio. Listamos 4 dicas que explicam como os empreendedores se planejam para deixar as contas em dia e evitar situações inesperadas:

Ser transparente

Alex Tabor, CEO e cofundador do Peixe Urbano, relembra o começo da empresa, em uma pequena sala em Botafogo/RJ, e afirma que primeiro de tudo é importante ter sempre pé no chão, transparência nas informações compartilhadas com os demais líderes, para que haja um desenvolvimento mais saudável da empresa e objetivos alinhados. “Quando se está montando uma empresa nova, em um mercado totalmente novo, o controle do fluxo de caixa deve ser preciso, pois é ele que vai gerar as informações essenciais para um crescimento responsável.”, completa.

Analisar todos os dados e resultados

Um dos principais erros que os empreendedores podem cometer na hora de organizar e controlar suas finanças é analisar apenas os resultados econômicos (receitas, despesas, custos, margens) e não avaliar o balanço patrimonial (origem e aplicações dos recursos e obrigações) e principalmente os resultados financeiros (prazos de pagamentos, recebimentos, estoques, etc), explica o CFO da MadeiraMadeira, Marcelo Scandian. “É preciso ficar atento aos prazos de suas operações onde seu dinheiro fica alocado, como os de recebimentos, pagamentos, estoques e outros ativos, pois se os prazos das entradas de recursos financeiros e dos retornos dos investimentos (recebimentos, estoques, ativos) forem superiores aos prazos de saídas (pagamentos de qualquer natureza), sempre que você aumentar suas receitas irá precisar de recursos próprios para cobrir o delta (variação) deste fluxo”, completa.

Reduzir custos fixos

De acordo com Tomas O’Farrell, CEO da Workana, o ideal é reduzir os custos fixos, tanto de estrutura quanto operacional, e usar serviços da internet sempre que for possível (Google Apps, Skype, e até contar com mão-de-obra freelancer, por exemplo). Além disso, também é importante controlar o caixa bem de perto, o que pode ser feito tendo um xls ou algo centralizado com os balancetes de todas as contas.

Considerar o risco Cambial

Quando uma empresa tem atuação no Brasil e em outros países, é muito importante ter um certo controle cambial em mãos. Ao trabalhar nesse cenário, é comum depender de microcentavos e correr o risco do câmbio lesar operações diárias e afetar as empresas. Para o CEO da EasyPost, Olegas Orlovas, é importante trabalhar com tabelas negativas, operando com o câmbio sempre mais alto que o padrão para quando houver uma alta, ser possível operar de forma neutra, e quando o câmbio cair, continuar a operação com um pouco de lucro por ter operado em baixa. ”O importante é não ser pego de surpresa e ajustar seus gastos para cobrir isso no dia a dia”, explica.

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Ampliação do Simples Nacional dará fôlego para micro e pequenas empresas

A presidente Dilma Rousseff sancionou recentemente a lei complementar que amplia, a partir de 2015, o acesso ao Simples Nacional. O programa unifica o pagamento de oito tributos cobrados pela União, estados e municípios das micro e pequenas empresas. Com isso, mais de 140 atividades, que não estão atualmente contempladas, poderão aderir a esse modelo de tributação no próximo ano. O critério geral para aderir ao Simples passará a ser o faturamento das empresas, que pode chegar a até R$ 3,6 milhões por ano.

Pelo novo formato do programa, passarão a ter direito a aderir empresas jornalísticas, consultórios médicos e odontológicos, escritórios de advocacia, corretores de imóveis e de seguros e fisioterapeutas, entre outros. Só não poderão participar do regime de tributação empresas produtoras de bebidas alcoólicas e de tabaco.
De acordo com professor de contabilidade da Faculdade Mackenzie Rio, Edmilson Lins Machado, essa iniciativa era esperada pelo mercado já que as microempresas e as empresas de pequeno porte vêm enfrentando dificuldades como o impedimento de vários serviços, a substituição tributária, o aumento do limite assim como maiores incentivos.

“As mudanças serão muito bem-vindas já que o contribuinte do Simples estava ficando com um custo muito alto e não conseguia repassá-lo. Acredito também que seria interessante o aumento do limite, mas já teremos uma mudança bastante significativa dentro dessas alterações e inclusões. O ano 2015 será um ano de ajustes e as empresas (Micro e EPP) são o fôlego e o termômetro de nossa economia”, avalia.

Segundo Machado, uma das questões mais esperadas referia-se à questão da limitação dos prestadores de serviços que estavam impedidos de serem inclusos no Regime Simplificado em razão de um artigo que estava aposto na Lei Complementar 123/06, como, por exemplo, os representantes comerciais, os profissionais liberais, dentre outros (foram inclusos 140 novos serviços). Outros pontos importantes:

• Com relação ao aumento de limite, não ficou definido na nova legislação essa possibilidade, ao contrário manteve-se o mesmo patamar atual (microempresa – faturamento R$ 360 mil ao ano e EPP – faturamento R$ 3,6 milhões ao ano).

• Outra situação importante refere-se à mudança da base de cálculo, pois a incidência passa a ser o faturamento, ou seja, não mais as atividades ou anexos, o percentual será aplicado dentro das faixas a serem definidas.

• Também será necessário abordar que alguns percentuais serão acrescidos, já que serão definidos e escalonados de acordo com o faturamento, mesmo assim ainda será na maioria dos casos uma melhor opção.

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