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Cielo lança QR Code Pay

A partir de hoje, milhões de brasileiros que possuem celular com câmera poderão pagar suas compras nas máquinas da Cielo por meio da leitura de um QR Code direto na tela do terminal. Com o QR Code ™ Pay, fazer um pagamento passa a ser tão simples quanto tirar uma foto, tornando fluída e digital a experiência dos lojistas e dos consumidores, preservando o nível de excelência em segurança na transação, marca registrada da companhia.

“O pagamento por meio do QR Code ™ Pay é prático tanto para o varejista quanto para o consumidor. Não será mais preciso levar a carteira para almoçar, ir à academia, ou à balada, basta estar com o celular”, explica Danilo Caffaro, vice-presidente de Produtos, Novos Negócios, Marketing e Inovação da Cielo. “Estudamos profundamente e o potencial dessas transações, que são feitas hoje por meio tradicional, que poderiam ser feitas por meio desta solução, é 10 vezes maior do que as demais soluções”, complementa.

As premissas adotadas para viabilizar esse modelo de pagamento no Brasil foram: a inclusão digital, a escalabilidade e o acesso democrático à solução. A solução é amplamente inclusiva, pois não está limitada ao modelo de celular nem à opção de serviço que o consumidor utiliza. A nova modalidade de pagamento funciona em qualquer celular com câmera. Para se ter uma ideia desse potencial, são 220 milhões de unidades ativas de smartphones no país*.

“No Brasil temos mais smartphones do que pessoas. Por isso, na nossa indústria, muito se discute sobre a utilização de celulares como meio de pagamento e a adoção de novas tecnologias como QR Code, realidade massiva na China, por exemplo”, afirma Caffaro. “Desde o começo pensamos em fazer algo simples para o lojista e acessível para todo o ecossistema. Isso significa que qualquer parceiro que queira usufruir dos benefícios da solução e do seu potencial de escalabilidade pode ter a Cielo como viabilizadora dessa integração, uma vez que a nossa plataforma é aberta”, conclui”.

O QR Code ™ Pay, pagamento com celular por meio do QR Code, estará disponível em todo o parque de máquinas da Cielo até o fim do ano. Em breve, a solução será implantada também nas soluções de e-commerce, Pagamento in-App, TEF, Cielo Mobile, app Cielo, Cielo LIO, entre outros.

A solução agnóstica, desenvolvida com base em API, já nasce apta para uso por clientes do Bradesco e Banco do Brasil, além de parceiros como Agibank, a empresa de benefícios Alelo, o app de pagamentos PicPay e o programa de recompensas Livelo. A solução admite pagamentos feitos com cartões emitidos nas bandeiras Elo, Visa, Mastercard e American Express. Esse ecossistema é responsável por um público potencial de mais de 40 milhões de usuários para a solução.

Livelo

Para a Livelo, que é uma das principais empresas de recompensas do Brasil, a solução traz grande inovação, uma vez que os clientes terão a opção de usar seus pontos em estabelecimentos físicos. “Trabalhamos constantemente para diferenciar a Livelo e gerar valor para nossos clientes e parceiros. Fazemos isso garantindo liberdade de escolha ao dia a dia de nossos mais de 19 milhões de clientes, tanto para juntar como para trocar seus pontos. Com essa parceria junto a Cielo, estamos levando a recompensa com pontos Livelo a um novo patamar, ainda mais democrático, seguro, moderno e inovador”, destaca Marcelino Cruz, diretor de Relacionamento Comercial da Livelo.

Alelo

“Ao adotar o pagamento via QR Code, democratizamos o pagamento pelo celular. Com o Meu Alelo, que já está nas mãos de mais de 5,5 milhões de usuários dos nossos cartões, será possível fazer a compra rapidamente de forma simples e intuitiva. Significa mais uma solução que atende a necessidade dos nossos clientes e está acessível a qualquer modelo de celular que tenha câmera”, diz André Turquetto, diretor de Marketing & Produtos Alelo.

Agibank

“O Agibank é o único banco digital a oferecer uma solução inédita e disruptiva, com imediata abrangência nacional para nossos clientes ativos – que chegaram à marca de 1 milhão neste mês. Essa é apenas uma demonstração do que estamos desenvolvendo no nosso laboratório de inovações. Sempre alinhados ao nosso propósito de fazer o dia a dia das pessoas melhor, promovendo a inclusão financeira, podemos garantir que vem muito mais por aí”, Marciano Testa, Founder e CEO Agibank.

PicPay

“O PicPay é a maior carteira digital do Brasil e essa parceria permitirá que nossos mais de 9 milhões de usuários possam contar com novas oportunidades de pagamento e uso do aplicativo. Com uma maior presença nos estabelecimentos, projetamos transacionar R$ 10 bilhões nos próximos doze meses”, aponta o co-founder e CEO do PicPay, Anderson Chamon.

QR Code ™ Pay – Prático e Digital

A tecnologia traz benefícios para o varejo como um todo. Para o consumidor, por exemplo, não será mais necessário ter um cartão de plástico físico ou smartphone habilitado para efetuar uma transação. Basta abrir o app do parceiro ou a carteira digital no telefone, mirar a câmera no QR Code na máquina da Cielo, selecionar o cartão entre os cadastrados que quer pagar e pronto.

Do ponto de vista do lojista, nada muda no fluxo da transação. A Cielo realizará ações de treinamento e sinalização para a adoção da leitura do QR Code em suas máquinas, tornando o ato do pagamento ainda mais fluído. Todo o processo transacional similar a um pagamento usando o cartão físico, porém, ligeiramente mais ágil, sem necessidade de inseri-lo na máquina. Os serviços nos canais digitais de gestão da Cielo, utilizados para controle das vendas por meio da leitura do extrato, por exemplo, não mudam para o lojista.

Segurança – Toda a transação é autenticada. Isso significa que ela é confirmada pelo próprio usuário, por meio de biometria ou com a inserção da senha direto no aplicativo do parceiro. “Brevemente, esse será mais um diferencial das nossas soluções de e-commerce, já que um dos grandes problemas do lojista online hoje é o chargeback. Nessa solução, a transação é garantida e o lojista não é onerado”, confirma Caffaro.

App – Para quem não for usuário dos serviços dos parceiros e estiver interessado em utilizar, a Cielo também disponibiliza o aplicativo Cielo ID. Basta instalar o app no celular e cadastrar os cartões de crédito que quiser utilizar. O app Cielo ID está disponível nas lojas de apps Google Play e Apple Store.

* 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP)

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Linx anuncia novo diretor para Meios de Pagamento

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia Rubens Silva como novo diretor de Meios de Pagamento. O executivo assume a função com a missão de impulsionar a aceitação de soluções eletrônicas de pagamento conectadas à gama de tecnologia para o varejo que a empresa já oferece ao mercado.

Com 18 anos de experiência em meios de pagamento, Silva atuou como CFO na Global Payments e foi um dos executivos responsáveis pelo início da operação no Brasil. O novo diretor participou também do processo de IPO (abertura de capital) da Rede, onde trabalhou por 12 anos, além de ter acompanhado ativamente o processo de regulação do segmento de Meios de Pagamento pelo Banco Central do Brasil desde 2010.

“Meios eletrônicos de pagamento se transformaram em commodities. Há dezenas de empresas oferecendo o mesmo tipo de serviço sem perguntar para o lojista se é disso que ele realmente precisa”, comenta Rubens Silva, que é formado em Ciências Contábeis e possui um MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas.

E completa: “Usar a tecnologia para facilitar a vida dos varejistas e consumidores está no DNA da Linx. É isso que vamos fazer por meio de soluções customizadas para cada segmento deste setor, como restaurantes, postos de combustíveis, moda, entre outros”.

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Braspag contrata novo diretor comercial

Com o objetivo de manter a primeira posição no mercado, estreitar o relacionamento das áreas técnica, comercial e pós-venda com seus clientes e expandir a carteira, a Braspag, empresa do Grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, contrata novo diretor para assumir a área comercial.

O escolhido para o cargo é José Carlos Castro de Barros Vianna, mais conhecido no mercado como Zeca. O executivo conta com mais de 15 anos de experiência na área de desenvolvimento de negócios e vendas, em especial na liderança e formação de equipes comerciais em empresas de meio de pagamento, tendo passagens pelo Unibanco, Banco ABC Brasil, Porto Seguro, Mercado Pago, entre outras. “A Braspag é uma empresa sólida, ética e inovadora com a missão de simplificar compras. Transpor esta ideia para as relações com os nossos clientes e serviços é positivamente desafiador”, explica Zeca.

“Unir a nossa expertise e liderança de mercado à vasta experiência do Zeca é uma ação estratégica que acompanha a evolução do mercado. Ao estabelecer maior elo entre áreas e nossos clientes, reforçamos a importância de oferecer uma ótima experiência em cada etapa do uso de nossos serviços para encantá-los, o que é sempre o nosso maior objetivo”, afirma o diretor geral da Braspag, Rogério Signorini.

Zeca é bacharel em Economia pela Universidade Paulista, pós-graduado em Finanças pelo Ibmec e mestre em Administração de Negócios pela Fundação Dom Cabral.

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5 dicas para o MEI se adaptar ao mundo digital

De acordo com levantamento do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) divulgado em maio, 50% dos MEIs (microempreendedores individuais) brasileiros preferem registrar os seus gastos com papel e caneta.

O comportamento de metade dos mil empreendedores autônomos ouvidos pela entidade – com faturamento anual de até R$ 81 mil –, contrapõe-se a um mundo cada vez mais tecnológico e conectado.

Daniel Bergman, CEO da iZettle Brasil, empresa que oferece máquinas de cartão e um aplicativo de gestão focados em pequenos negócios, afirma que os avanços tecnológicos dos últimos anos permitem que os microempreendedores profissionalizem e melhorem a sua gestão.

O líder das operações brasileiras da empresa fundada na Suécia dá cinco dicas de como aderir à digitalização.

1) Entre de cabeça no mundo digital

Muitos empreendedores têm receio de usar novas tecnologias por parecerem difíceis ou estarem acostumados a anotar tudo na mão. O estudo do Sebrae aponta que apenas 21% dos MEIs no Brasil tem preferência por fazer a gestão financeira do negócio digitalmente.

“Esse percentual é maior entre os jovens de até 24 anos. Mas nunca é tarde para aprender”, aconselha Bergman. Tecnologias como aplicativos para celulares são cada vez mais intuitivas e é possível dominá-las sozinho ou seguir as instruções. Vale sempre também pedir ajuda para quem as conhece.

2) Corra atrás de cursos gratuitos

Existe também a chance de aprender gratuitamente a usar essas ferramentas. “Há hoje uma infinidade de cursos para empreendedores que ensinam a administrar o negócio e que abordam ferramentas digitais como as planilhas no computador”, afirma.

De acordo com o estudo, 77% dos MEIs brasileiros nunca fizeram um curso ou treinamento em finanças. “O Sebrae, por exemplo, oferece mais de 80 cursos gratuitos a distância. A internet também é amiga do empreendedor ao possibilitar tirar dúvidas sobre as ferramentas”, diz Bergman.

3) Aproveite a popularização dos cartões

Segundo o estudo do Sebrae, 44% dos microempreendedores brasileiros aceitam o pagamento com o cartão de débito e crédito. O especialista afirma que a popularização das máquinas de cartão nos últimos anos tem feito com que as empresas ofereçam tecnologias pensando nesse público.

“Aceitar o pagamento com cartão aumenta o faturamento do negócio e traz ainda diversas outras vantagens como fugir da inadimplência. Para enfrentar o aumento da concorrência, as empresas têm oferecido tecnologias junto às maquinas que permitem controlar o estoque, organizar os produtos e acompanhar as vendas digitalmente, por exemplo”, afirma.

4) A administração do capital de giro é fundamental

O risco de fechamento do negócio, caso não haja atenção com as reservas necessárias para mantê-lo funcionando, é uma preocupação que os empreendedores precisam ter. “O planejamento financeiro fica com mais risco de falhas no papel e caneta. A tecnologia também permite a antecipação do valor das vendas por empresas diretamente em contas virtuais ou na conta bancária”, orienta.

De acordo com o estudo do Sebrae, 48% dos MEIs ouvidos não fazem a previsão dos seus gastos e 60% guardam diariamente os comprovantes físicos do que compram.

5) A tecnologia vai além da gestão financeira

Por último, há hoje diversas tecnologias que auxiliam o negócio para além do planejamento financeiro. “As redes sociais são tecnologias que já fazem parte do nosso dia a dia e que ajudam a alcançar novos clientes”, afirma Bergman.

É fundamental criar hoje uma página no Facebook e um perfil no Instagram para o negócio. Os e-mails ainda são importantes para enviar alertas de promoções, principalmente quando se tem os contatos dos clientes organizados em uma planilha ou aplicativo.

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Mastercard anuncia cartão cidadão multifuncional e as tendências em meios de pagamento durante o CMEP 2018

A evolução digital abre enormes oportunidades e desafios para a indústria de meios de pagamento. Neste cenário, a Mastercard, trará para o 12º Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento – CMEP – um dos seus projetos prioritários para 2018: o incentivo ao uso da tecnologia de pagamento sem contato para facilitar o dia-a-dia nas grandes cidades por meio de um cartão cidadão multifuncional.

Segundo Paulo Frossard, Vice-presidente de Market Development da Mastercard para Geosouth, o objetivo é oferecer um único cartão que, além de funcionar como cartão de identificação, possa ser utilizado para receber salário, benefícios governamentais e sirva para pagar despesas, como o transporte público. “Um cartão integrado ao dia-a-dia da cidade promove inclusão financeira e contribui para que cidades sejam mais conectadas, eficientes e inclusivas”, explica o executivo.

Os primeiros exemplos dessa solução já começaram a ser implantados no Brasil, com foco na mobilidade urbana, um dos desafios em grandes cidades do mundo. Atualmente R$15 bilhões dos pagamentos no transporte público no Brasil são realizados por meio do dinheiro em espécie, o que gera custos operacionais e logísticos para o operador, além dos problemas com falta de troco e de segurança.

Para solucionar esses problemas, desde 2016 os trens do Rio de Janeiro são pioneiros no pagamento de transporte público com cartões de crédito, débito, pré-pago e wearable (EMV) Mastercard para pagamento do transporte público, e Jundiaí, em dezembro passado, tornou-se a primeira cidade da América Latina a disponibilizar o sistema em toda a frota (305 ônibus).

Na Colômbia essa eficiência também já está presente, com o exemplo do Governo de Barranquilla que mapeou os processos internos e implementou soluções Mastercard para pagamento de fornecedores e distribuição de benefícios sociais, reduzindo 22% dos seus custos operacionais.

“A Mastercard, por meio de parcerias público privadas, desenvolve projetos que promovem eficiência, transparência e redução de custos para governos, oferece conveniência e satisfação para os usuários e melhora a mobilidade das grandes cidades”, complementa Paulo.

Debates

A Mastercard também estará presente em dois paineis durante o CMEP. O tema segurança digital será apresentado durante a palestra “O poder do Cyber Security no desenvolvimento do mercado de meios de pagamentos”, comandado pela vice-presidente de Security Decisioning and Products da Mastercard, Rebecca Ledingham, no dia 14 de março, às 11h15.

Ainda na quarta-feira, às 14h45, João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard para Brasil e GeoSouth, participará do painel “Regulação: evolução, impactos e desafios futuros”.

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Vantiv e Worldpay completam transação para formar a Worldpay, Inc.

A Vantiv, Inc., provedora líder de serviços de processamento de pagamento e soluções de tecnologia para comerciantes e instituições financeiras nos EUA, anunciou hoje que concluiu a aquisição da Worldpay Group plc, líder em soluções de pagamento. A união das empresas, denominada Worldpay, Inc. (NYSE: WP; LSE: WPY), cria um provedor de pagamentos líder, exclusivamente equipado para o omni-commerce integrado globalmente, processando mais de 40 bilhões de transações anualmente através de mais de 300 tipos de pagamentos em 146 países e 126 moedas. A proposta de junção das duas empresas foi anunciada em 9 de agosto de 2017.

As ações ordinárias de classe A da Worldpay, Inc. começarão a operar hoje na Bolsa de Valores de Nova York sob o símbolo “WP” e na London Stock Exchange por meio de uma lista padrão secundária sob o símbolo “WPY”.

Executivos da nova Worldpay – que hoje se torna a empresa nº1 em adquirência global1, capaz de processar pagamentos que cobrem 99% do PIB global – tocarão o sino de encerramento dos negócios da Bolsa de Valores de Nova York para comemorar o primeiro dia de negociação da companhia recém-formada.

“Nossa união é transformadora para nossos colegas, clientes e a indústria de pagamentos em todo o mundo”, disse Charles Drucker, presidente executivo e co-CEO da Worldpay, Inc. “Nós não estaríamos aqui sem o entusiasmo, a dedicação e o trabalho árduo de todas as pessoas que continuarão a moldar o futuro dos pagamentos. Ao unir a experiência de nossas equipes, forneceremos vantagens aos nossos clientes, ajudando-os a prosperar em uma economia digital complexa e de mudanças rápidas”.

Philip Jansen, co-CEO da Worldpay, Inc., afirma: “O novo time sênior de liderança está a postos e já começou a implementar nosso plano para integrar as duas empresas, oferecendo novo valor aos clientes, realizando sinergias de custos e maximizando oportunidades de receita. Isso beneficiará nossos acionistas porque a Worldpay cria uma inovação centrada no cliente em escala, alavancando nossas operações conjuntas, a infraestrutura tecnológica e os recursos de dados e análises. Charles e eu estamos ansiosos para entregar esses benefícios aos nossos clientes em todo o mundo”.

O novo líder em pagamentos globais terá um valor de empresa pro forma de US$ 31 bilhões (o equivalente a R$ 99.341 bilhões), processando mais de US$1,5 trilhão (o equivalente a R$ 4.806 trilhões) no volume de pagamento.

1Com base no número de transações; análise de dados publicados no relatório The Nilson, números 1095 (setembro de 2016), 1105 (março de 2017) e 1110 (maio de 2017)

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Digio adquire plataforma Poup e passa a ter cashback

O Digio – plataforma digital de meios de pagamento do Banco CBSS – anuncia a aquisição da plataforma Poup. Com a transação, os clientes do Digio passarão a contar com o benefício do cashback, acesso a cupons de desconto e ofertas online. Grandes nomes do e-commerce como Americanas, Casas Bahia, Dafiti, Extra, Fnac, Livaria Cultura, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro, Saraiva, Shoptime, Submarino e Walmart fazem parte da base do Poup e estarão disponíveis para compras dos clientes Digio com vantagens adicionais.

“A aquisição da plataforma Poup é parte de um plano de ações com foco total em concessão de benefícios para os nossos clientes. Trazer o Poup para perto nos proporciona combinar experiências positivas e convertê-las de forma prática e inovadora ao cliente. A Plataforma Poup é uma startup brasileira acelerada de forma consistente, já integrada com mais de 80% dos e-commerces relevantes, tecnologia segura e uma relação bastante positiva com seus clientes, como por exemplo o aviso do Poup Alerta”, conta Carlos Giovane, CEO do Banco CBSS. O executivo adianta que a ideia, em um segundo momento, é expandir as possibilidades do cashback para as compras no mundo físico também.

A aquisição da plataforma Poup pelo Digio prevê também investimentos em curto prazo para melhorias na experiência do usuário por meio das duas plataformas.

Como funciona o cashback

A ideia, como o próprio nome diz, é ter dinheiro de volta. O consumidor receberá uma porcentagem do valor gasto com uma compra online, de acordo com os percentuais anunciados no portal de cashback. No caso do Poup, por exemplo, o usuário acessa a plataforma e clica na oferta desejada para ser redirecionado para a loja online. Ao concluir a compra no ambiente do e-commerce parceiro, ele é bonificado. Isso acontece porque a loja identifica que esse cliente chegou até lá via Poup e paga uma comissão para a start-up. Essa comissão é compartilhada com o consumidor final.

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Gemalto ajuda bancos e emissores de meios de pagamento a simplificar e agilizar operações de criptografia

A Gemalto (Euronext NL0000400653 GTO), líder mundial em segurança digital, anunciou o lançamento do primeiro HSM (módulo de segurança de hardware) para pagamentos ao incluir o particionamento como uma funcionalidade avançada de segurança. Isso permite que bancos e emissores simplifiquem suas operações criptográficas utilizando um único HSM para dar suporte a dezenas de aplicativos de segurança e proteger informações e transações de pagamento sensíveis.

Atualmente, a indústria de serviços financeiros está utilizando a criptografia para proteger um crescente número de serviços digitais e novos tipos de transações, como pagamentos baseados em nuvem e peer-to-peer. Normalmente, essas empresas têm implementado um HSM individual para proteger cada um de seus aplicativos e cada transação de pagamento. Quando é necessário cumprir requerimentos de segurança rigorosos, acrescentar mais HSMs pode aumentar a complexidade da infraestrutura para operações criptográficas. A funcionalidade de particionamento oferecido pelo HSM SafeNet Luna EFT Payment da Gemalto resolve esse desafio através de um único HSM, que pode ser desmembrado em vários HSMs virtuais para oferecer a escalabilidade demandada pela indústria financeira.

Cada partição funciona como um HSM independente, o que significa que bancos e emissores podem criptografar mais dados e proteger uma maior quantidade de transações financeiras sem ter que implementar vários HSMs. Este processo oferece uma maior flexibilidade para mover chaves para dentro e para fora do ambiente de nuvem, manter o controle e a propriedade das suas chaves de criptografia e executar mais aplicativos de pagamento baseados em nuvem.

“Enquanto a nuvem oferece oportunidades infinitas para transações bancárias e pagamentos convenientes e mais rápidos, o desafio continua sendo a segurança”, disse Rob Westervelt, Analista da IDC. “É especialmente importante implementar uma sólida estratégia de segurança de dados com criptografia integral, com o aumento de transações de pagamentos através de dispositivos móveis – seja Mobile Commerce/Mobile Payment ou HCE (host-card emulation). A segurança inerente à tecnologia dos HSMs dá total confiança a esses novos tipos de transações e pagamentos.”

“A Gemalto tem um longo histórico de proporcionar e proteger transações de pagamentos, desde cartões de crédito a dispositivos móveis, e nosso HSM SafeNet possui um histórico comprovado de proteção de mais de US$ 1 trilhão em transações, globalmente, todos os dias”, disse Todd Moore, Vice-Presidente Sênior para Produtos de Criptografia na Gemalto. “Ao adicionar a funcionalidade de particionamento ao HSM SafeNet Payment, estamos permitindo que nossos clientes otimizem a sua base instalada de hardware, diminuindo tempos de processamento, mantendo o mesmo nível de segurança exigido pela indústria financeira.”

O HSM SafeNet Luna EFT Payment da Gemalto é uma solução escalável de criptografia e ajuda os bancos a:

• Manter os padrões de conformidade com PCI-DSS com menos complexidade, ao utilizar criptografia integral dos dados de pagamento, armazenados online, capturados no ponto de venda ou em trânsito para e a partir do backend da instituição financeira;

• Gerenciar grandes volumes de funções de segurança criptográfica simultaneamente para proteger o crescente número de transações online, peer-to-peer e de pagamento via dispositivos móveis;

• Assegurar o uso do HCE (Host Card Emulation) com base em pagamentos sem contato, protegendo o processo de cadastramento, fornecimento e tokenização de credenciais e operações de cartões de pagamento;

• Acessar e integrar-se com uma quantidade maior de terminais de pontos de venda através da ampla rede de parceiros da Gemalto;

• Escalar o processamento de transações para obter maiores velocidades de autorização na nuvem e em cartões de crédito, débito, carteiras eletrônicas e chip, cumprindo a FIPS 140-2 Nível 3 e a norma PCI-HSM 2.0

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Equals lança solução de conciliação de vendas com dinheiro

A Equals , empresa especialista em gestão e conciliação de meios de pagamento, anuncia o lançamento de sua solução para conciliação de vendas em dinheiro para o varejo brasileiro. Mesmo com o constante crescimento dos meios eletrônicos, como cartões de crédito e débito, o dinheiro ainda é responsável por mais de 50% das transações do varejo nacional, e deve manter o protagonismo após a recente sanção da lei que permite descontos para pagamentos em espécie.

Atualmente, é possível encontrar dois modelos de gestão de vendas com dinheiro: o primeiro, mais tradicional, em que um funcionário vai diariamente ao banco e efetua um depósito identificado ou o pagamento de um boleto com os valores obtidos a partir do fechamento de caixa. Já no segundo, mais moderno, a empresa utiliza cofres inteligentes, normalmente operados por empresas de transporte de valores, que são responsáveis pela contagem e depósito dos valores de forma automática, diretamente na conta bancária da empresa.

Para Fabricio Costa, CEO da Equals, gerir grandes volumes de dinheiro representa um desafio maior do que em relação às vendas com cartões de crédito. “As grandes redes do varejo investem alto na automatização da coleta de valores em suas lojas com os objetivos de tornar os processos mais seguros e produtivos. A nossa solução é capaz de atender em ambos os cenários, e está pronta para ser integrada com os principais sistemas de automação do país”, afirma.

Segundo o executivo, a empresa mantém um canal de comunicação ativo com seus clientes, visando a receber sugestões de melhorias, funcionalidades e novas soluções. A partir dessas reuniões surgiu a oportunidade de ir além dos meios eletrônicos. “Hoje, já cuidamos de boa parte dos recebíveis de nossos clientes e, junto com eles, entendemos a importância de controlar as vendas com dinheiro mantendo o mesmo padrão das operações eletrônicas. ”

A nova solução foi idealizada e desenvolvida pela Equals em parceria com grandes redes de varejo e supermercados, a fim de atender médios e grandes estabelecimentos, e chega ao mercado sendo utilizada por redes como L’Occitane e Luxóttica.

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Paula Paschoal é nova diretora geral do PayPal no Brasil

O PayPal Brasil anuncia a promoção de Paula Paschoal ao cargo de diretora geral – função que Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina, acumulava desde maio de 2014. Em sua nova posição, Paula será responsável pela expansão dos negócios locais e pelo relacionamento com as autoridades regulatórias, trabalhando em estreita colaboração com a matriz em San Jose, nos Estados Unidos, para troca de práticas globais.

Desde dezembro de 2015, a executiva ocupava a diretoria Comercial do PayPal no Brasil, liderando o atendimento a grandes contas, além da área de SMB. Antes disso, desde julho de 2010, Paula foi diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios, período em que alcançou resultados expressivos na conquista de novos clientes e na expansão de parcerias já estabelecidas.

Durante quase sete anos no PayPal, Paula adquiriu significativa experiência global, conduziu habilmente suas equipes e teve papel fundamental na realização de transações que colocaram a companhia em um patamar de excelência no mercado. Formada em Administração de Empresas pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), foi, anteriormente, head do site Fnac.com.br.

A promoção de Paula Paschoal evidencia a valorização das mulheres no PayPal Brasil, que em seu escritório conta com 50% dos cargos de liderança em diretoria ocupados por executivas. “É muito motivador fazer parte do time de uma empresa que realmente incentiva a igualdade de gêneros e valoriza o papel das mulheres em todo o mundo. O sucesso da companhia é resultado também da maneira como engrandece a dedicação de cada pessoa, sempre respeitando a individualidade de cada um e a diversidade de pensamento do grupo”, comenta Paula Paschoal.

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Os meios de pagamento tradicionais estão próximos do fim? – Por Gastão Mattos

Muito se fala da chegada de novos meios de pagamento e da possível extinção dos sistemas tradicionais para este fim. Isso ocorre, principalmente, devido às novas necessidades dos usuários, cada vez mais exigentes, requerendo melhores experiências e mais facilidade nos processos de compra.

Recentemente, estive em uma drogaria moderna em um bairro nobre da capital paulista. A loja oferecia opções bastante objetivas para selecionar os produtos desejados, com boa iluminação, prateleiras bem distribuídas, ótimo atendimento e funcionamento 24 horas. Entretanto, na hora de pagar, este caráter ágil se perdia: fila única, três pessoas na frente e cinco minutos de espera que pareceram meia hora. Quando finalmente sou atendido no caixa, preciso informar o número do CPF, dizer se desejo Nota Fiscal Paulista, se tenho programa de fidelidade do estabelecimento ou convênio médico e esperar mais um tempo para que, então, possa inserir o cartão de crédito no terminal de vendas. E ainda preciso aguardar a indicação para digitar a senha para finalmente a compra ser aprovada, para depois esperar a impressão da nota fiscal e do comprovante de pagamento do cartão para finalizar a transação.

Em uma outra situação, durante o check-in na World Disney Resorts, em Orlando, eu e minha família recebemos uma Magic Band (pulseira Disney) personalizada para cada um, a partir da qual poderíamos pagar qualquer produto ou serviços nos parques e resorts Disney. A plataforma Disney associa o cartão de crédito usado na reserva, como meio de pagamento virtual para todas as compras da família. Por segurança, uma senha de 4 dígitos é definida para todos. Na hora das compras, basta aproximar a pulseira em um dispositivo situado em todos os caixas para que a pessoa seja identificada. Para concluir a transação, basta digitar a senha pré-cadastrada e o valor é lançado na conta para ser debitada no cartão já salvo no sistema. A facilidade seria melhor percebida se o consumo no parque não contasse com filas enormes para a compra de qualquer produto ou serviço. Mesmo estando em um momento de descontração em família, a impressão foi que a experiência na drogaria em São Paulo sem a ‘Magic Band’ foi rápida.

A forma de vender evoluiu muito, mas em velocidade muito aquém do que a tecnologia poderia agregar com novos elementos e funcionalidades. O consumidor tem uma altíssima expectativa nesta vivência e grande parte deste nível de exigência é derivado do alto padrão tecnológico das compras online, no qual com “1 clique” é possível ultrapassar com sucesso o check-out de pagamento o que não ocorre no mundo físico. Embora, neste universo seja possível agregar tecnologias embarcadas em soluções integradas, que tornariam a usabilidade do pagamento mais rápida e agradável, como no caso do pagamento virtualizado. Entretanto, esta solução pode e deve ser mais explorada no ambiente físico, agregando outras funcionalidades que tornem a experiência de compras mais próxima do ambiente digital, reduzindo também a espera com a aquisição de serviços e produtos, fazendo com que a compra se torne mais ágil, agradável e simples.

Talvez pareça tanto apocalíptico, principalmente no Brasil, determinar que o uso do cartão de crédito comum, por exemplo, esteja com os dias contados, como outras tantas tecnologias que evoluíram ou foram substituídas por sucessores mais eficientes, mas modernizar a experiência de pagamentos é uma necessidade que pode implicar na continuidade ou não de um negócio. Tomemos o exemplo de um restaurante fast food, que normalmente é localizado em centros de grande aglomeração, como shoppings centers. Na hora do almoço, “chovem” consumidores buscando opções para sua refeição. Se a fila for muito longa, sempre haverá um concorrente oferecendo algo equivalente e, então, a decisão de compra, passa a ser influenciada menos pelo produto e mais pela comodidade.

Uma pesquisa realizada pela Salesforce, intitulada 2016 Connected Shoppers Report aponta que 77% dos consumidores evitaram lojas físicas nas compras de fim de ano, preferindo o uso do comércio eletrônico. Dos aproximadamente 4 mil consumidores entrevistados, 58% afirmaram que o motivo era o grande número de pessoas nas lojas. 33% desejavam evitar congestionamentos e 29% optaram pelas compras online devido à conveniência.

Em pouco mais de 20 anos da história do comércio eletrônico, tecnologias e conhecimento foram desenvolvidos e acumulados, tornando sua aplicação uma fonte e vertente para as compras no ambiente físico. As implicações são muitas, desde a unificação da gestão tecnológica entre canais on e off, como o domínio das expertises e técnicas online sobre o offline.

A chamada “Virtualização de Pagamentos” vira premissa no comércio em geral, e aquilo que já se tornara recorrente no comércio eletrônico passa a ser uma demanda essencial para toda e qualquer transação comercial.

Seria o fim dos meios de pagamentos tradicionais? Talvez não, de fato. Contudo, é imperativa uma transformação acelerada, nas quais novos protagonistas podem aparecer e ameaçar antigas referências, satisfazendo com mais eficácia as necessidades dos consumidores, independentemente de seu posicionamento na cadeia do varejo. Mais facilidades criam novas necessidades e é fundamental estar atento a este movimento a fim de acompanhar a evolução do mercado, trazendo inovações que modernizem todo o processo de compras, seja no mundo virtual ou físico.

Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo

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Cards Payment & Identification 2017 destaca a importância da experiência do usuário

A 22ª edição da feira CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017, promovida pela Informa Exhibitions de 23 a 25 de maio no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP), terá um foco especial na experiência do usuário. Durante o evento, os expositores e palestrantes do Congresso mostrarão como as novas tecnologias podem agregar valor ao relacionamento com clientes, cada vez mais conectados e exigentes.

A CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2017 é uma das principais feiras de tecnologia para o setor de cartões, meios de pagamento, e-commerce, identificação e certificação digital da América Latina. Devido ao sucesso do ano passado, tanto a feira quanto o congresso contarão com a participação das fintechs, que terão a oportunidade de falar e demonstrar tecnologias disruptivas que vão ao encontro do consumidor digital.

O potencial deste mercado foi abordado em novo relatório do FintechLab, que monitorou 247 iniciativas, distribuídas nas categorias Pagamentos (32%), Gestão Financeira (18%), Empréstimos (13%), Investimentos (8%), Funding (7%), Seguros (6%), Negociação de Dívidas (5%), Cryptocurrencies e DLTs (5%), Câmbio (4%) e Multisserviços (2%). A pesquisa, que contou com a participação de 177 respondentes, mostra que as iniciativas já receberam, de forma acumulada nos últimos anos, mais de R$ 1 bilhão em investimentos.

Paralelamente à exposição, a CARDS promoverá o Congresso, o V Seminário Nacional de Certificação Digital, o Fórum e-Commerce e o Fórum Varejo. O primeiro deles reunirá os players do setor de pagamento para que possam debater sobre os modelos de negócios praticados, cases de sucesso e tendências para o setor.

“Este ano a CARDS contará com algumas inovações. Haverá um palco central em 360º no meio da feira, trazendo os conteúdos e as discussões temáticas para o coração do evento”, destaca Luis Veiga, diretor da CARDS.

O objetivo é reunir um ecossistema virtuoso, formado por instituições financeiras, fintechs, empresas de tecnologia e varejo, que possa discutir soluções que gerem mais eficiência nas interações com os clientes. “O acesso à Internet trouxe um imediatismo, que se reflete em questões comportamentais. Em meio à transformação digital, o consumidor quer tudo rápido, fácil e na palma da mão. Por isso, as empresas precisam (re)pensar a forma como encaram a experiência do usuário em pagamentos”, afirma Veiga.

As inscrições já estão abertas no site do evento. A visita à exposição é gratuita. A participação nos Fóruns também é gratuita, mas precisa de uma pré-inscrição. O acesso ao Congresso é pago e reservado aos congressistas que adquirirem seu ingresso.

“Nossa proposta é tangibilizar as experiências com meios de pagamento, incentivando demonstrações sobre pagamentos nos veículos, no celular e nos wearables; novas formas de autoatendimento, utilização de bitcoins, campanhas de fidelização, banco digital e segurança”, completa Luis Veiga.

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Pesquisa MindMiners/PayPal: carteiras digitais já fazem parte das opções de pagamento de 17% dos brasileiros que viajam ao exterior

Cartão de crédito ainda é a forma de pagamento mais usada lá fora (73%), seguido pela moeda local (69%) e pelo cartão de débito (45%). Em viagens domésticas, 39% dos entrevistados já se mostram dispostos a utilizar e-wallets

Em plena época de férias escolares (e, muitas vezes, familiares), a MindMiners, empresa especializada em big data, tabulou pesquisa sob encomenda do PayPal Brasil. Missão? Fazer uma ampla radiografia de preferências, costumes e preocupações dos brasileiros com relação aos serviços usados quando viajam pelo País e também internacionalmente.

E alguns dados chamam a atenção: apesar do momento econômico ainda complexo, 79% dos entrevistados garantem que têm a intenção de viajar para fora do País em 2017 – sendo Europa e EUA os destinos mais citados. E 92% garantem que vão tentar viajar domesticamente ainda este ano – sendo as praias do Rio de Janeiro e do Nordeste os destinos mais citados.

Além disso, 17% já adicionaram às opções de pagamento convencionais as chamadas carteiras digitais (e-wallets) para comprar serviços relacionados a turismo – da passagem aérea à hospedagem e também passeios e alimentação no exterior.

Quando questionados sobre se estariam dispostos a incluir as carteiras digitais também em suas opções de pagamento por serviços turísticos domésticos, 39% dos entrevistados se disseram bastante inclinados a fazê-lo – principalmente pela questão da praticidade. Um ponto fundamental para que o cartão de crédito continue sendo o preferido de quem viaja (tanto no Brasil quanto para fora do País) é a possibilidade de parcelamento. O quanto os entrevistados consideram atrativo o parcelamento? Para 47% dos turistas internacionais, trata-se de uma modalidade “muito atrativa”; somente 5% acham “nada atrativa”. Já entre os viajantes domésticos, os índices são de 46% e 11%, respectivamente.

O estudo foi realizado entre os dias 12 e 18 de janeiro e ouviu turistas brasileiros das classes ABC e de todas as regiões do País. Os highlights você confere abaixo:

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Pergunta feita pela MindMiners e cujas respostas sugerem uma mudança de paradigma quanto ao pagamento de serviços turísticos foi “Quais formas de pagamento você levou para sua última viagem a lazer internacional?”. O cartão de crédito foi o mais citado (73%), seguido pela moeda local (69%), pelo cartão de débito (45%) e pelos cartões pré-pagos (23%). A surpresa ficou por conta das carteiras digitais (e-wallets), citadas por 17% dos entrevistados. Os traveler’s checks foram opção para somente 5% dos brasileiros.

• Quando questionada sobre o principal meio de transporte usado durante a última viagem internacional a lazer que fizeram, a maioria respondeu avião (65%). Muita gente também usou carro (23%) para se deslocar; e apenas 11% marcaram a opção ônibus. Já quando a pergunta se refere à última viagem nacional a lazer, a vitória passa a ser do carro, com 45% das respostas. Ônibus e avião foram os meios de transporte mais usados por 27% dos pesquisados (cada um).

• A respeito do meio de pagamento usado para comprar a passagem aérea – no caso de viagem internacional -, a maioria (58%) marcou cartão de crédito; outros 19% pagaram em dinheiro; 11%, com cartão de débito; e 7% usaram um mix de dinheiro e milhas acumuladas. No caso de viagens de avião domésticas, o cartão de crédito ampliou a vantagem: 60% dos entrevistados optaram por essa modalidade. Dinheiro foi citado por 23%; e as milhas e/ou pontos foram a preferência de 8%.

• Cerca de 38% dos pesquisados informaram ter comprado as passagens aéreas internacionais diretamente no site da cia. aérea; e 32% usaram os serviços de operadoras de turismo. Quando a medição foi feita com as passagens nacionais, 58% disseram ter comprado os tíquetes diretamente nos sites das empresas aéreas; e somente 23% usaram os serviços de alguma operadora turística.

• Os motivos que levaram os entrevistados a escolherem uma cia. aérea em detrimento de outra? Nos voos internacionais, 42% foram levados pelo preço (“passagens mais baratas”); 41%, pela boa oferta de voos; 31%, pelos descontos oferecidos; outros 31%, pela facilidade de pagamento; e 16%, por causa do programa de fidelidade. Já entre os turistas domésticos, 68% disseram ter escolhido a cia. aérea por causa dos preços baixos; 43% citaram a boa oferta de voos; 15%, o programa de fidelidade; outros 15%, a facilidade de pagamento; e mais 15%, os descontos oferecidos.

• Tablets, PCs, smartphones e notebooks foram os mais usados pelos pesquisados na hora de adquirir os bilhetes aéreos internacionais nos sites das companhias aéreas: 69%. Cerca de 25% fizeram a compra pessoalmente, em uma loja; e 6% usaram apps via smartphone e/ou tablet. Em relação à compra de passagens nacionais, os tablets, PCs, smartphones e notebooks bateram a casa dos 75% de preferência (compras no site). Outros 20% disseram ter comprado os bilhetes diretamente em uma loja; e 5% optaram pelos apps via smartphone e/ou tablet.

• Uma diferença entre viagens internacionais e domésticas chamou a atenção. Quando perguntados sobre onde se hospedaram na última viagem de lazer fora do País, 69% disseram ter ficado em hotéis; 12%, em casa de parentes e/ou amigos; e 9% em hostels. Já a maioria dos viajantes nacionais ficou na casa de amigos e/ou parentes (34%); 32% escolheram hotéis; 25%, pousadas; e 4%, hostels.
• Fora do Brasil, o meio de pagamento mais usado para hospedagem foi o cartão de crédito (59%); outros 24% pagaram com dinheiro vivo; 12%, com cartão de débito; e 4%, via carteiras digitais. Já entre os turistas domésticos, o dinheiro vivo foi usado por 49% dos entrevistados; 36% preferiram os cartões de crédito; e 10%, os cartões de débito.

• As e-wallets também foram citadas por 4% dos entrevistados quando a pergunta foi sobre o meio de pagamento de pacotes de passeios no exterior. O líder nessa modalidade foi o cartão de crédito, com 47%, seguido por dinheiro em espécie (27%) e pelo cartão de débito (19%).

• O que mais encanta o viajante brasileiro no exterior? Os pontos turísticos históricos (78%); centros de compras, como shoppings e ruas comerciais famosas (71%); parques (69%); museus (47%); exposições (29%); e as praias (27%). No turismo doméstico, os líderes são os pontos turísticos históricos (64%), seguidos pelas praias (61%); pelos parques (45%); centros de compras (43%); exposições (19%); e museus (15%).

• Em relação à organização da viagem, 55% dos turistas internacionais garantem que fizeram tudo sozinhos; e 32% escolheram pacotes fechados, contratados antes da viagem. Já no caso dos turistas domésticos, 79% preferiram organizar tudo sozinhos; e apenas 13% contrataram pacotes fechados.

• Uma vez no destino, que tipos de transporte os turistas usam com mais frequência? Internacionalmente, o taxi foi citado por 51% dos entrevistados, seguido pelos ônibus públicos e pelo metrô (ambos com 38%); e pelo carro alugado (37%). Já nas viagens domésticas, os ônibus públicos foram citados por 32% dos turistas, seguidos por carros alugados (22%); e táxis (21%).

• Outra pergunta que chamou a atenção dos entrevistadores da MindMiners versou sobre se os brasileiros contratavam algum tipo de seguro para a viagem. Cerca de 44% dos que viajaram para fora do País o fizeram (sendo que 85% deles contrataram seguro de saúde/acidente; e 62%, de extravio de bagagem). Já os turistas domésticos ignoram essa necessidade: 95% responderam que não haviam contratado qualquer tipo de seguro.

“A pesquisa da MindMiners é mais uma prova de que o mercado de pagamentos eletrônicos está se tornando importante no Brasil – e de que as carteiras digitais têm tudo para se tornarem a maior amiga do turista, tanto em viagens internacionais quanto em suas aventuras domésticas. Até porque, se os cartões de crédito são lembrados pelo fato de que seus usuários podem parcelar as compras, isso também é possível com PayPal, por exemplo. Por isso nos dedicamos tanto às parcerias e focamos sempre em praticidade, mobilidade e segurança. Sabemos que nossos clientes querem investir tempo na hora de comprar produtos e serviços”, afirma Sheynna Hakim Rossignol, diretora Comercial do PayPal Brasil.

“Alguns pontos de nosso estudo chamaram muito a atenção dos entrevistadores. Não imaginávamos, por exemplo, que as carteiras digitais já fizessem parte das opções de pagamento de tantos brasileiros. Há um mercado gigantesco em perspectiva para quem enxergar a mudança de paradigma que já estamos vivenciando”, diz Katya Mora, gerente de Atendimento MindMiners.

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Direto na nuvem: parceria entre Brasoftware e Acqio aumenta agilidade e impulsiona crescimento

A Acqio, empresa de tecnologia e pagamentos, é especializada em sistemas online de grande porte destinados a processar centenas de transações financeiras por segundo para a realização de pagamentos eletrônicos. Para dar conta desta intensa demanda de modo a alcançar melhores resultados, a Brasoftware, uma das principais provedoras de tecnologias do país, apresentou a plataforma Microsoft Azure, um conjunto de serviços de nuvem integrados, como backup, infraestrutura na nuvem, banco de dados, serviços móveis, armazenamento entre outros.

Apesar do difícil cenário econômico atual, o uso de meios de pagamentos eletrônicos tem crescido significativamente no Brasil. Segundo pesquisa do Banco Central, foram gastos R$ 678 bilhões em transações com cartão de crédito e R$ 390 bilhões com cartão de débito em 2015, representando um aumento de 9% e 12%, respectivamente, de 2014 para 2015.

O estudo mostrou também que, no ano passado, foram realizadas 5,78 bilhões de transações com cartões de crédito (aumento de 3% de 2014 para 2015) e 6,5 bilhões com cartão de débito (acréscimo de 15%). Em contrapartida, o uso de cheques constatou queda, com redução de 12% de 2014 para 2015.
Já em 2014, com o início das operações, a Acqio utilizava a plataforma da Microsoft, mas em 2016 através da parceria com a Brasoftware, a empresa passou a contar com uma estrutura de atendimento focada nas suas necessidades de negócio e um suporte que contaria com a sugestão das melhores tecnologias.

A Acqio viu o número de vendas crescer significativamente, com o ajuste dos gastos e a constante avaliação das necessidades da infraestrutura.

As mudanças causadas pelo uso dos serviços do Microsoft Azure e a parceria com a Brasoftware trouxeram resultados significativos. Houve um aumento de cinco vezes o volume de transações e clientes no período de janeiro a setembro de 2016. “A Acqio conseguiu ajustar as despesas e trabalhar mais facilmente com o aumento da demanda com o novo contrato de pagamento por utilização. A migração proporcionou a melhoria dos processos bem como mais segurança, já que trabalhamos com dados sensíveis e o Azure tem proteção comprovada”, afirma Gustavo Andrade, sócio fundador da Acqio.

Operação em expansão

Com matriz em Recife, a empresa possui escritórios no estado paulista e as principais bases de clientes estão em cidades das regiões Centro Oeste, Sudeste e Nordeste. O caso chama a atenção pela variedade de mercados e, para Gustavo, a contratação do Azure foi essencial para essa expansão. “Empresas deste ramo e que não usam um sistema parecido têm que investir um volume muito grande de dinheiro em infraestrutura, que demoram anos para se pagar”, aponta Gustavo sobre os diferenciais dos serviços da Brasoftware.

“Em um negócio como a Acqio, a velocidade é muito importante – fator possibilitado pela migração para a nuvem –, mas a segurança de dados é essencial quando se lida com dados bancários, e o Azure, com a certificação PCI – Payment Card Industry garante essa proteção”, expõe Ivon de Sousa, Gerente de Soluções Cloud da Brasoftware.

As vantagens com a contratação do Azure fornecido pela Brasoftware também geraram ganho de escalabilidade, ou seja, a possibilidade de acompanhar com afinco o crescimento da empresa, bem como no controle do ambiente comercial. A plataforma da Microsoft facilita o trabalho nos três âmbitos operacionais existentes: um é reservado para a realização de transações, outro para lojistas (onde são gerados os relatórios) e o último é o POS (Point of Sale), que atua junto aos pontos de venda para fazer autorizações.

“Essa dinâmica vai de acordo com crescimento da Acqio, uma vez que a complexidade dos dados aumenta com o maior fluxo de transações, e a atuação em diferentes instâncias facilita o acesso a informações por parte dos usuários”, conta Gustavo.

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HE:labs desenvolve solução voltada para o setor financeiro

A procura pela facilidade e comodidade em usufruir de serviços financeiros pelo celular ou via web tem impulsionado o crescimento de soluções voltadas para clientes conectados, que cada vez mais preferem o uso da tecnologia à burocracia de enfrentar as filas de banco para resolver problemas. Aproveitando esse bom momento, a HE:labs, empresa consolidada como referência em concepção, design e desenvolvimento de produtos digitais, tem ampliado seu portfólio de projetos em soluções tecnológicas para o setor financeiro.

Um exemplo é a Go Pague, solução digital criada para a PagNet, administradora de meios de pagamento autorizada a credenciar lojistas e processar transações de cartão de crédito. A ferramenta desenvolvida pela HE:labs permite que o cliente faça a gestão de suas máquinas de cartão na web e credite seus pagamentos da forma que achar melhor, antecipando assim os recebíveis. “O principal objetivo da ferramenta é gerenciar os valores recebidos, podendo usar o saldo para pagamentos e transferência. O foco é sempre na melhor experiência do usuário na utilização da plataforma”, explica Gabriel Gorski, Designer de Produto da HE:labs.

Segundo Gorski, após a implementação da plataforma PagNet, também desenvolvida pela HE:labs, em 2014, foi identificado uma oportunidade de diminuir o número de chamadas ao suporte, facilitando a vida do usuário. “Identificamos que os usuários têm muita dificuldade de entender no extrato os status das transações financeiras e os valores cobrados por elas e frequentemente utilizam a área de suporte da PagNet. Por isso, a Go Pague foi desenvolvida para simplificar a vida dos clientes, mostrando em detalhes todas as vendas que foram realizadas via web, diminuindo assim o número de ligações ao SAC”, explica.

Outro objetivo do sistema é aumentar as adesões ao parcelamento. Com isso, os clientes da PagNet poderão pagar contas e realizar transferências sem precisar antecipar o valor total do seu saldo futuro, reduzindo a taxa de antecipação e gerando economia para os varejistas.

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A importância do pagamento para a experiência de compra

Por Augusto Lins*

Caprichar no atendimento e ter uma loja bonita e bem organizada não são garantia de uma boa experiência de compra para o consumidor.

Seja no varejo físico ou no online, de nada adianta uma loja oferecer promoções e descontos para atrair novos clientes se, a hora de efetuar o pagamento e concluir a compra a história é dolorosa ou burocrática.

A tecnologia pode e deve ser usada para tornar o pagamento um ato mais natural, promovendo uma experiência simples, transparente e sem fricção, a chamada “uberização” do pagamento, que tem uma contribuição significativa na fidelização do cliente.

É missão dos especialistas em mercado financeiro e tecnologia desenvolver, juntos, soluções que tragam simplicidade e facilidade aos meios de pagamento, integrando-os às plataformas físicas e móveis, como os smartphones, cada vez mais presente no cotidiano das pessoas.

Assim, novas ideias têm surgido, como dos totens de autoatendimento ou das ferramentas de pagamento rápido com um clique, que já fazem sucesso entre os consumidores.

A chegada das aplicações de código aberto ao mundo dos pagamentos traz aos programadores e desenvolvedores uma gama de novas possibilidades, tornando acessível a criação de aplicativos que processem as transações de forma segura com sistemas multibandeiras.

Para o varejista, isso significa mais eficiências e novas chances de fidelização, já que, quanto mais formas de pagamento forem aceitas em sua loja, menor o risco de perder um cliente porque a bandeira de seu cartão foi negada.

E não é apenas no mundo virtual que isso deve ser levado em conta: o varejo físico deve oferecer ao consumidor motivos que justifiquem sua ida até o estabelecimento, além da compra em si.

Imagine, se, em uma loja de calçados ou eletrônicos, por exemplo, os vendedores tenham tablets que possibilitem que o cliente faça o pagamento ali, na hora, sem a necessidade de enfrentar filas?

Os desenvolvedores devem pensar em plataformas já conectadas a sistemas de pagamentos, principalmente no que diz respeito aos adquirentes de cartão de crédito e débito, de forma que a experiência de pagamento se torne um diferencial competitivo.

Tendo a Internet e os dispositivos móveis como aliados para a criação de soluções, é possível descomplicar a vida de quem vende e de quem adquire os produtos, de forma que a experiência de compra, como um todo seja lembrada pelo cliente como algo simples e agradável.

*Augusto Lins é diretor da Stone, nova adquirente de cartões de crédito e débito especializada em mobile – www.stone.com.br

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