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Como alavancar o seu e-commerce nos marketplaces

Já imaginou fechar centenas de vendas em poucas horas com um baixo investimento? Na prática, isso pode se tornar realidade por meio de um ou vários marketplaces. A iniciativa surgiu com o intuito de simplificar o sistema de compra-venda ao trazer os benefícios dos shoppings centers para o ambiente virtual. Ou seja, o consumidor tem acesso a vários produtos e serviços de diversas marcas em um único local com apenas um clique. Já do outro lado da tela, os pequenos e médios empresários conseguem aumentar a credibilidade do seu empreendimento e sua lucratividade.

Segundo a Precifica, os marketplaces cresceram 90,7% no último ano. o todo, o nicho foi responsável por 18,5% do faturamento de empresas varejistas. No entanto, o crescimento do empreendimento na plataforma depende da gestão. Diante desta realidade, Thiago Mazeto, head de Experiência do Cliente da Tray, unidade de negócios de plataformas para e-commerce da Locaweb e parceira dos maiores marketplaces do Brasil, como Amazon, Americanas e Submarino, listou as seis principais dicas para ter sucesso nesta jornada. Confira abaixo:

1. Defina o seu produto

“Para vender em um marketplace, é necessário ter uma estratégia de negócio clara e objetiva. Portanto, o primeiro passo para o ingresso neste ambiente trata-se da definição dos produtos a serem comercializados uma vez que não há gastos com aluguel, decoração, colaboradores e outros aspectos”, explica o especialista em e-commerce. Nesta fase, é imprescindível avaliar o portfólio da empresa a fim de encontrar itens que consigam destacar-se no momento do anúncio e dentre a concorrência. Lembrando que nem sempre o que vende bem em uma loja física, terá resultados iguais no e-commerce. Neste processo, também é interessante estudar as plataformas disponíveis para verificar o que as pessoas estão vendendo e qual é o melhor local para integrar a loja em questão de benefícios e público. Depois de consolidar as vendas, é possível investir em branding.

2. Precificação

Em qualquer marketplace, o consumidor pode organizar suas buscas por menor preço e comparar com todas as opções disponíveis. Então, além de produtos e serviços de qualidade, as pessoas também estão em busca de valores que caibam no bolso. “Neste caso, a atitude ideal é analisar a precificação da concorrência a fim de desenvolver uma margem de preço justa para determinado mercado. No início, talvez seja preciso sacrificar parte do lucro para ganhar relevância e vender mais posteriormente. Dica: promoções são uma ótima forma de se destacar e continuar tendo o lucro esperado. Com uma promoção de R$5,00, o lojista pode vender muitos mais do que o esperado e recuperar o investimento, por exemplo”, revela Mazeto.

3. Ganhe relevância

A construção dos anúncios deve ser feita com calma para agregar valor ao produto por meio de imagens em alta qualidade e descrições detalhadas, o uso do SEO é recomendado para ganhar relevância nas buscas dos consumidores.

4. Seja o seu maior crítico

Tanto na fase de escolha dos produtos que serão vendidos quanto nas operações diárias do e-commerce, o empreendedor deve ser o seu maior crítico. Fazer uma autoavaliação dos produtos vendidos, preços, condições, descrições e imagens é saudável para qualquer negócio.

5. Encante o seu gerente

Quando um e-commerce faz a integração com um marketplace, o empreendedor ganha um parceiro: o gerente de marketplace. O relacionamento com esse profissional é um ponto crucial para o sucesso da loja, uma vez que ele pode priorizar a empresa quando houver uma boa oportunidade.

6. Encante os clientes

Atualmente, os clientes priorizam experiências de compra personalizadas – o que significa oferecer um atendimento de excelência de ponta a ponta. Ou seja, compreenda as reais necessidades dos clientes, tenha condições de pagamento flexíveis, não abuse do frete, cuide do empacotamento do produto e do atendimento após a compra e entrega, fidelizando o cliente não só no marketplace, mas no e-commerce da loja. Entretanto, engana-se quem pensa que o atendimento ao consumidor termina no momento em que ele recebe o produto. “É preciso atrair o consumidor para uma segunda compra. Portanto, envie um cupom de desconto ou comece um relacionamento via WhatsApp ao convidá-lo para conhecer a loja virtual. Outra opção é trabalhar em redes sociais da marca, pois um investimento de R$ 100 pode gerar um retorno de R$ 500”, pontua o head de Experiência do Cliente da Tray.

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Startup curitibana busca universitários ou recém-formados para programa de aceleração de novos talentos

A startup curitibana Olist, que oferece soluções para a venda em marketplaces, acaba de lançar um programa diferenciado para recrutamento de novos talentos. A ideia é trazer estudantes universitários de qualquer curso, prestes a se formar ou recém-formados, para uma imersão na realidade de uma startup em estágio avançado, uma experiência tão agregadora quanto uma pós-graduação na prática.

O nome do programa é Olist Start e tem como objetivo treinar novos talentos nas diversas áreas que compõem uma startup. “Queremos os melhores candidatos e estamos dando a chance para que eles escolham trabalhar aqui, não o contrário”, explica Daiane Peretti, Head de Pessoas do Olist.

Startups de alto desempenho em geral contam, também, com um time de altíssimo rendimento e esta lógica inversa faz sentido quando se olha para o tipo de empresa que os recém-formados sonham em trabalhar. O que o Olist quer fazer com o programa é justamente dar esta oportunidade.

Nesta primeira edição, as posições disponíveis são as de Representantes de Desenvolvimento de Vendas (SDRs), responsáveis pela primeira interação com os clientes em potencial, e as de Analistas de Relacionamento, responsáveis pela primeira etapa do pós-venda.

O programa já está aberto aos interessados e captando currículos. As inscrições podem ser feitas até 30 de abril pelo site olist.com/olist-start, e ao final do processo a empresa vai contratar os 15 melhores colocados. A seleção será dividida em quatro etapas: avaliação de currículo, apresentação de cases e dinâmicas em grupo, entrevistas técnicas e comportamentais e, por último, as entrevistas finais.

Segundo a psicóloga Daniela Camolês, uma das Business Partners do Olist, a ideia surgiu do desafio de acelerar o crescimento da empresa e unir este momento com a necessidade de encontrar profissionais com brilho nos olhos. “Procuramos pessoas com vontade de colocar a mão na massa e fazer acontecer”, explica Daniela.

Fit cultural vale mais do que experiência

Para o Olist, o alinhamento entre os ideais do candidato e os da empresa valem mais do que a experiência do jovem talento. Eleita em 2018 uma das melhores empresas para trabalhar no Paraná pelo Great Place To Work (GPTW), o ambiente de trabalho na startup, segundo Daniela Camolês, é agradável e informal, estimulando a criatividade, a cooperação, o aprendizado e a autonomia das pessoas. “A equipe é motivada e focada em resultados, e o trabalho em conjunto é fundamental”, afirma.

O economista Leonardo Dabague, Diretor de Merchants, está na empresa desde 2016 e conta que o Olist cresce e proporciona desenvolvimento diário. “Desde a primeira semana aqui tive uma experiência muito intensa e enriquecedora. Nós podemos não apenas sugerir melhorias, mas também concretizar, aprender, construir e enfrentar desafios todos os dias”, explica Dabague, que começou na empresa como Sales Ops, se tornou gerente e hoje ocupa a diretoria da empresa.

Para a publicitária Fernanda Rocha, que entrou para o Olist ainda na faculdade e que atua agora como especialista em Marketing e Analytics, estar rodeada de profissionais incríveis em um ambiente que a desafia constantemente é a combinação perfeita para quem quer evoluir profissionalmente. “Levo essa experiência como uma das mais enriquecedoras e uma bagagem pra vida toda”, explica Fernanda.

Para trabalhar no Olist, o jovem precisa ter um propósito de vida, valores claros e transparentes, além de buscar desafios, desenvolvimento acelerado e autonomia. Com a oportunidade de aprender na prática, os 15 escolhidos receberão o apoio de líderes experientes que contribuirão para direcionar o desenvolvimento da carreira e a adoção de novos desafios. Os selecionados contarão, ainda, com benefícios como vale-transporte, vale-refeição ou alimentação, seguro de vida, assistência odontológica e médica, parceria com o Gympass, entre outros.

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Amazon e Bling se unem para mostrar as vantagens e benefícios de vender em marketplaces

A Amazon, empresa transnacional de comércio eletrônico, em parceria com o Bling, sistema de gestão empresarial (ERP), realizam no dia 22 de março, das 13h às 17h, na sede da Amazon em São Paulo, um evento para mostrar as vantagens e benefícios de vender em marketplaces. Responsável por 68% de todas as vendas no varejo nos EUA, o marketplace chegou ao Brasil com taxas mais competitivas que seus concorrentes.

Com o objetivo de estimular os clientes Bling a iniciar as vendas, o evento será composto por palestras com os profissionais da Amazon, que irão compartilhar seus conhecimentos sobre o ecossistema de comércio eletrônico, gestão, boas práticas de como atuar nesse setor e ter sucesso nas vendas.

De acordo com Sidney Zynger, Diretor de Marketing do Bling, a empresa tem como preocupação proporcionar as melhores ferramentas para que seus clientes tenham sucesso em seu negócio. “A Amazon é um dos maiores players do e-commerce que vem ganhando relevância no mercado brasileiro. Para nós é muito gratificante sermos o primeiro parceiro a realizar esse tipo de ação e acreditamos que seja extremamente importante para oferecermos aos lojistas soluções completas para gerir sua operação da melhor forma possível”.

Com dez anos de mercado, o Bling é uma plataforma ERP que permite aos empreendedores organizarem a gestão do seu negócio com controle total sobre vendas, finanças, estoque, produtos, clientes, pedidos, comissões de vendedores, entre outras funcionalidades.

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Vantagens de ter uma loja virtual em marketplaces e e-commerces com estoque e vendas integrados

Por Robinson Idalgo

Se dentro de uma loja de shopping os consumidores passam os olhos rapidamente pelas prateleiras e já identificam as peças de sua marca preferida, imagine qual é a velocidade do pensamento daqueles que decidem comprar uma mercadoria pela internet e pesquisam no Google precisamente o nome do produto e o preço que estão dispostos a pagar.

Cada vez mais conectado e confiante no e-commerce, o cliente sabe exatamente o que quer e avalia que tempo, custo e comodidade são os critérios da equação perfeita para encher o carrinho virtual.

De fato, estamos diante de uma realidade em que o número de quem compra pela internet só cresce: segundo relatório Webshoppers, da empresa Ebit, mais de 60 milhões de brasileiros farão compras on-line até o final de 2018. O mercado de e-commerce no País e deve faturar R$ 53,5 bi neste período. O desafio é gerir um negócio nesta seara.

Isso porque do outro lado do balcão, o comerciante (que tem uma vivência semelhante dentro de uma loja física) trabalha sob o questionamento: como oferecer ao cliente exatamente o que ele quer, na hora exata, otimizando as vendas e a experiência do consumidor?

Para pequenos e médios varejistas, penso que o equilíbrio no estoque está entre um dos fatores inerentes a essa resposta. Essa nem sempre é uma tarefa fácil, mas há sistemas de gestão completos que integram e regulam as vendas com o que se tem de itens disponíveis e, ainda, criam uma vitrine de produtos integrada a marketplaces e e-commerces.

Vale lembrar que e-commerces, por sua vez, devem estar de olho na variedade de produtos e na quantidade de itens ofertados de cada um. O cuidado é redobrado se a empresa opera com o mesmo estoque na loja física e na virtual, seja qual forem o setor e o porte da companhia.

Isso se resolve muito bem com um sistema de gerenciamento integrado à vendas e evita uma série de problemas, como frustração do consumidor por não ter a mercadoria no exato momento da compra (o que leva à demora na entrega), publicidade negativa e despesa desnecessária na propaganda de um produto que tem poucas unidades no estoque.

Com essa ferramenta, o dono do negócio tem em mãos o controle de entrega dos fornecedores, da demanda de vendas e opera, com tranquilidade, seu nível de abastecimento (seja apenas em loja virtual ou de forma compartilhada, entre as vendas digitais e físicas).

Só assim é viável manter a eficiência e o lucro do negócio aliados à satisfação do cliente que está, a todo instante, a um clique da concorrência na hora de finalizar sua compra.

Robinson Idalgo, fundador do Sistema Grátis. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br

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Evento gratuito em SP com transmissão ao vivo para todo o Brasil capacita vendedores de Marketplaces

No próximo dia 9 de agosto, acontece em São Paulo no Centro de Convenções Rebouças – a partir das 13h30 – o Becommerce Seller Day, evento gratuito e exclusivo criado para vendedores de Marketplaces com foco no aprendizado dos empreendedores por meio de conteúdos que os ajudarão a otimizar seus negócios.

Criado pela Becommerce, considerada a maior plataforma para gestão de vendas em marketplaces da América Latina, o Becommerce Seller Day contará com a participação de mais de 600 lojistas e terá transmissão ao vivo pelo Youtube, possibilitando o acesso a milhares de empreendedores espalhados por todo o Brasil e América Latina. A empresa faz parte do grupo Mercado Livre e foi adquirida em dezembro do ano passado.

De acordo com Frederico Flores, especialista em comércio eletrônico e diretor da Becommerce, o evento pretende agregar valor a todos os participantes, com conteúdos que auxiliam nos resultados das vendas e expansão de novos negócios. “Acreditamos que ao oferecer capacitação ao lojista, melhoramos sua experiência como vendedor e conseguimos agregar mais valor na experiência de compra do consumidor final. Nossa ideia é oferecer conteúdos de qualidade e novas oportunidades de negócios para esses empreendedores”, explica.

Capacitação para gerar novos negócios

Durante toda tarde o evento irá oferecer palestras sobre aperfeiçoamento da experiência do cliente, técnicas de Fulfillment, dicas para driblar a concorrência, além da apresentação do Programa de Proteção à Propriedade Intelectual (PPPI) do Mercado Livre. O evento também contará com a participação de André Santos, supervisor Comercial de Mercado Envios, unidade de logística do Mercado Livre, e professor de e-commerce na ComSchool.

Entre os convidados palestrantes estarão grandes nomes do varejo e comércio eletrônico nacional, como Felipe Pavoni, Diretor de E-commerce da Saraiva e Philipp Povel, CEO do Dafiti Group e co-fundador da Dafiti. Haverá ainda um painel com os TOP 10 Vendedores do Mercado Livre, que trarão sua experiência empreendedora e sua jornada de sucesso vendendo em um marketplace.

Para informações sobre como participar do evento presencialmente, ou como ter acesso à transmissão online ao vivo acesse: https://conteudo.becommerce.com.br/seller-day

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Os desafios do marketplace: o cliente se sente perdido quando não encontra o que quer

Por Alan Prando

Reservar um hotel durante uma viagem, comprar peças artesanais exclusivas ou negociar produtos usados — para tudo isso (e muito mais!), você pode acessar um marketplace, explorar milhares de ofertas e encontrar o que deseja.

Marketplaces estão em alta e seguindo o exemplo de gigantes, como a Amazon e o Mercado Livre, muitos empresários buscam nesse modelo de negócio uma solução rentável e escalável para empreender na internet. Porém, o sonho de também se tornar grande precisa superar alguns desafios no caminho. Um deles está, justamente, no crescimento do negócio: com tantos lojistas e ofertas, como fica a experiência do cliente na hora de encontrar o produto que deseja?

Quando você acessa o marketplace, encontra diversas lojas mostrando seus produtos, muitas vezes com vitrines e descontos chamativos. Na internet, você ainda vai encontrar marketplaces especializados em nichos. É o caso, por exemplo, dos sites ou aplicativos de hospedagem (AirBnB), de transporte (Uber), de artesanato (Etsy) e itens usados (Enjoei). Mas o que os marketplaces têm de tão bom? Vendedores, compradores e empreendedores veem vantagens nesse negócio.

Para os vendedores, o que atrai é a possibilidade de vender seus produtos em um local de grande visibilidade sem precisar abrir uma loja própria. Para os consumidores, a comodidade de encontrar tudo num só lugar, com muito mais opções e ofertas de preços, é o grande atrativo. Com tanta atratividade, os lucros do negócio tendem a escalar rapidamente.

No entanto, para o cliente encontrar o que deseja pode ser muito trabalhoso, já que ele precisa filtrar muitas ofertas. Até tomar sua decisão, são várias lojas, produtos, marcas, modelos, cores e funcionalidades para pesquisar, comparar e selecionar. No meio do caminho, ele pode ficar perdido diante de tantas opções, sentir-se incapacitado de escolher e desistir da compra.

A solução é organizar as ofertas do marketplace de maneira relevante para o consumidor, de olho na qualidade da experiência dele dentro do site. Por exemplo, com recursos de Big Data e Inteligência Artificial, o software é capaz de rastrear os passos do usuário e captar dados de seus interesses, comportamentos, histórico de compras e navegação. Com base nesse aprendizado, o cliente recebe sugestões personalizadas. Dessa forma, a experiência se torna muito mais positiva no marketplace. O cliente não precisa mais procurar loja por loja, item por item, pois a tecnologia aplicada faz o trabalho de descobrir e oferecer o que ele deseja. Assim, o marketplace auxilia na tomada de decisão de compra do consumidor e, por consequência, gera muito mais conversões.

Alan Prando, CTO e cofundador da Biggy, plataforma de personalização e recomendação em tempo real de produtos no e-commerce

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A Ascensão dos Marketplaces no E-commerce Brasileiro

Por Ivan Zeredo

As estratégias de vendas via plataformas marketplace nunca estiveram tão em evidência no e-commerce quanto no momento atual. Um dos gatilhos responsáveis por esse crescimento no Brasil, foi a chegada de novos players como a Amazon e o fortalecimento de plataformas do segmento como B2W e Mercado Livre. De acordo com o relatório Webshoppers de 2017, publicado pelo e-bit, no último ano a categoria representou 18,5% do total de vendas no e-commerce, volume correspondente a 8,8 bilhões em faturamento.

Atualmente, as plataformas de e-commerce líderes no mercado impulsionam o setor e abrem espaço para o crescimento de pequenos lojistas. Esse sucesso dos marketplaces também se deve a praticidade de divulgação dos produtos e um conjunto de benefícios que promovem o crescimento na participação de lojistas de diversos segmentos, entre os quais podemos destacar:

Menor custo de marketing

Um dos incentivos para que os lojistas optem por divulgar seus produtos em plataformas de marketplace é a economia em ações marketing, uma vez que, os portais assumem a maior responsabilidade em atrair os usuários, realizar promoções e estratégias de vendas. No entanto, vale ressaltar que para disponibilizar os produtos nas plataformas, os lojistas arcam com as taxas atribuídas por elas. Por isso, é importante analisar o custo-benefício envolvido na operação para ver se a estratégia realmente vale a pena.

Confiança dos consumidores

Conquistar a confiança dos usuários pode levar algum tempo e para os e-commerces menores, esse fator representa um grande desafio para impulsionar as vendas. Sendo assim, uma das grandes vantagens na publicação de produtos em grandes marketplaces é se valer da credibilidade dessas plataformas e transferir a segurança necessária para os consumidores concluírem a compra.

Maior alcance de público

Quanto maior a quantidade de lugares em que os produtos da loja estiverem disponíveis, maior a probabilidade de que ele seja encontrado pelo público de interesse, certo? Em partes podemos considerar que sim. A lógica faz sentido para a divulgação de produtos em uma ou mais plataformas de marketplace. No entanto, é preciso se atentar também para a alta concorrência desses portais, uma vez que, é muito comum encontrar um mesmo item oferecido por diversas lojas no site.

Dessa forma, as informações fornecidas sobre o produto, um bom planejamento para conseguir a melhor competitividade nos preços e condições de frete irão atuar como os principais diferenciais de vendas no marketplace.

Ivan Zeredo, Diretor de Marketing do Cuponomia, plataforma que reúne cupons de desconto dos principais players de comércio eletrônico do país, e que recentemente iniciou operações no México, Chile e Colômbia.

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Vale a pena vender em marketplaces?

Por Dannyel Filgueiras

Mesmo com grande evidência no mercado digital, o termo marketplace ainda pode parecer estranho para muita gente, mas é provável que sem saber esse público já tenha consumido o serviço.

O mercado do varejo on-line, em franco crescimento, avança mesmo em momentos em que a economia não está acelerada, pois cada vez mais há demanda de consumidores em grandes shoppings virtuais, que por sua vez, também têm uma necessidade crescente de ampliar sua oferta: mais produtos, mais lojistas.

Existe uma linha fácil de transpor entre baixar um preço, vender a qualquer custo e a venda saudável. Como estes shoppings estimulam competição para que um lojista ocupe a chamada “buy box” (primeira posição na página do produto), a ganância pode levar o vendedor a praticar preços incompatíveis com suas margens. É muito comum escutar de varejistas que suas receitas têm crescido mês a mês, mas é fundamental saber se as margens do negócio estão sob controle, para que este gás não termine no meio do caminho levando o negócio ao fracasso.

Esta oferta do algoritmo, que posiciona o primeiro preço mais baixo aumentando sua exposição, está levando muitos vendedores a utilizar controle automático de preços, atitude que pode ser um perigo. Para ocupar esta posição de maneira sadia, praticando um preço mais baixo, é necessário combinar uma estratégia com o canal e, principalmente, estar convicto de uma boa negociação com o fornecedor, a fim de manter uma margem positiva para o negócio.

Respondendo ao título desse artigo, o marketplace é sim um negócio muito interessante e rentável, no entanto, é necessário um acompanhamento próximo e conhecimento detalhado do seu negócio para não oferecer milagres ou “almoço grátis”. Diante deste contexto, vou finalizar com alguns pontos para esta avaliação:

Baixo investimento – Para quem está começando o baixo investimento é uma proposta interessante. Os marketplaces têm uma oferta bastante atraente para os lojistas. Talvez a principal seja visitantes qualificados. Isso torna o custo benefício interessante, dado que gerar confiança e conversão on-line para uma marca nova pode custar bem mais caro.

Maior visibilidade – Incluir os produtos dentro de um marketplace com grande fluxo de visitantes, certamente proporciona uma maior exposição da oferta, o que pode trazer um volume maior de pedidos a curto prazo.

Os clientes confiam na empresa – O Marketplace costuma garantir a venda aos seus clientes, fazendo com que os consumidores tenham mais confiança na hora de comprar, ainda que de um seller desconhecido. Dentro deste cenário, tudo parece bastante positivo e de fato é, se o vendedor tomar cuidado com algumas armadilhas e tentações.

Dannyel Filgueiras atua no mercado digital desde 1999, tendo passado por importantes startups de tecnologia e gigantes do varejo antes de fundar a Epicom.

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eBay lança nova página com preços de até 10 dólares

As compras sem culpa acabaram de ganhar um novo visual. O eBay, marketplace com todas as suas descobertas favoritas, está lançando no Brasil a sua campanha “abaixo de US$ 10 dólares” – um novo destino que oferece os melhores itens em centenas de categorias com algumas promoções que oferecem também frete grátis.

De óculos para os fins de semana por US$ 5 dólares a impressionantes capas de iPhone de US$ 3 dólares, “Abaixo de US$ 10 dólares” (https://www.ebay.com/rpp/latm-under-10-pt) oferece aos consumidores milhões de itens totalmente novos que cabem em cada bolso. Além da categoria, os compradores podem procurar itens de tendência por preço, como “tecnologia abaixo de US$ 3 dólares” e “beleza abaixo de US$ 10 dólares”, além de roupas masculinas e femininas, fitness, decoração de casa entre outros.

“Nada supera a emoção de descobrir itens incríveis a preços incríveis e, com a campanha “abaixo de US$ 10″, estamos tornando cada vez mais simples comprar itens novos e acessíveis no eBay”, concluiu Carol Eid, Gerente de Marketing para América Latina.

“Abaixo de US$ 10 dólares” destaca o melhor do inventário do eBay:

● Videogames abaixo de US$ 10 dólares

● Relógios abaixo de US$ 10 dólares

● Fones de ouvido abaixo de US$ 10 dólares

● Óculos de sol masculinos e femininos abaixo de US$ 5 dólares

● Cases de telefone de até US$ 3 dólares

O eBay está focado em transformar e melhorar a experiência a qualquer comprador, a página “abaixo de US$ 10” é um dos esforços para os amantes do eBay obterem o artigo que estão procurando em mais de 500 milhões de artigos disponíveis para a América Latina.

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Workana recebe aporte de R$ 23 milhões e expande para Sudeste Asiático

A Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, acaba de anunciar o maior investimento desde sua fundação. Por meio da SEEK, acionista de empresas como Brasil Online Holdings – controladora da Catho – e OCC (Centro Online de Carreiras do México), a empresa recebe o aporte de R$ 23 milhões. Com o valor, a Workana, que já conta com mais de um milhão de freelancers cadastrados, busca manter a liderança na América Latina enquanto expande para o Sudeste Asiático.

Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, conta que é o maior investimento já recebido pela empresa. “Pela primeira vez, não vamos só continuar com o crescimento forte na América Latina, agora temos planos para expandir a Workana para novas regiões onde achamos que vamos ter uma vantagem competitiva com o que temos aprendido nestes primeiros seis anos. São planos muito ambiciosos e estamos ainda em fase de planejamento, mas temos muita certeza que a oportunidade é grande para uma empresa da América Latina dar certo no resto do mundo no mercado de trabalho online”, conta Bracciaforte.

O executivo aponta que a escolha pelo Sudeste Asiático acompanha o forte crescimento do mercado online da região. De acordo com um relatório do Google e Temasek, a região deve alcançar a posição de líder em uso de internet em 2018: os consumidores locais são os que mais gastam tempo na internet mobile do que qualquer outro país, com 3,6 horas por dia, e o número de usuários ativos por mês alcançou 330 milhões em 2017. Bracciaforte analisa que o crescimento do mercado digital demanda profissionais qualificados e atualizados, o que pode ser uma boa oportunidade para fomentar a atividade freelance local.

Esse é o quarto investimento recebido pela Workana, totalizando mais de R$ 35 milhões desde 2012. De acordo com Bracciaforte, a nova conquista da empresa vem para continuar o investimento para oferecer uma plataforma cada vez melhor para as PMEs e freelancers cadastrados, além de alimentar uma forte expansão internacional da empresa, que atualmente possui 75% de market share na América Latina.

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Justiça Federal concede liminar ao Mercado Livre contra aumento abusivo do frete

A Justiça Federal concedeu liminar ao Mercado Livre, no último dia 2, determinando que os Correios não apliquem os reajustes de frete aos clientes do marketplace (compradores e vendedores), que seriam de até 51%. A taxa extra de R$ 3 para entregas no Rio de Janeiro também não será cobrada dos clientes. Com essa importante decisão, os usuários do Mercado Livre não serão impactados pelos aumentos impostos pelos Correios, confirmando a visão da companhia de como uma medida unilateral dos Correios pode impactar seriamente a inclusão geográfica, digital e econômica, especialmente para aqueles clientes das regiões mais remotas do país.

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Movile e 99 se unem em parceria de serviços de táxi

O Rapiddo, primeiro marketplace de aplicativos da América Latina, acaba de anunciar parceria com a 99, uma das empresas especializadas em transporte particulares mais famosas do Brasil, e passa a integrar serviço de táxi e carros particulares no aplicativo. Além de ampliar o acesso ao consumo mobile, a novidade permite que o consumidor pague suas corridas com cashback recebido de algum outro serviço anteriormente utilizado no app.

A ideia de reunir, em um único aplicativo, vários tipos de serviços já é amplamente conhecida em países como a China (com o WeChat) e Índia (com a PayTM). E no Brasil, que ainda dá seus primeiros passos na nova tendência, o Rapiddo se tornou a primeira empresa a implementar o conceito. Conhecido como um “superaplicativo”, a plataforma integra em um só lugar diversos serviços muito utilizados em smartphones, porém com a vantagem de ocupar o espaço de apenas um aplicativo. Entre os serviços estão: recarga de celular, cupons de descontos, notícias, pedido de comida e, agora, táxi e carros particulares.

De acordo com Mauro Piazza, CEO do Rapiddo, as duas empresas, grandes potências tecnológicas no Brasil, uniram forças com o objetivo de ampliar o acesso ao consumo mobile no país. “Ainda há muito para conquistar quando se fala em consumo mobile por aqui. Para isso, estamos reunindo os melhores players de cada segmento para oferecer a praticidade de ter diversos serviços em um único app, oferecendo diversas vantagens como cashback e outros benefícios que ajudam o usuário a economizar todos os dias, sem ocupar espaço e com consumo muito baixo do pacote de dados”, explica o CEO.

Para a 99, a parceria é mais uma oportunidade de dar mais facilidade para que as pessoas possam pedir um carro pelo celular de forma fácil, rápida e eficiente. “Estamos sempre pensando em como melhorar o dia a dia dos usuários, por isso estamos muito felizes de participar desta ferramenta. Esse tipo de aplicativo é uma tendência mundial e para nós faz todo sentido participar desse movimento”, finaliza Cauê Albuquerque, gerente de Novos Negócios B2B da 99.

A funcionalidade de pedir táxi ou carros particulares já está disponível e os usuários podem fazer seus pedidos clicando no ícone da 99 dentro do Rapiddo. Para outras informações sobre o Rapiddo, acesse: www.rapiddo.com

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