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Marco Stefanini participa do 8° Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria

Marco Stefanini, CEO global da Stefanini, participa do 8° Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria 2019, que acontece de 10 a 11 de Junho, no São Paulo Expo – Exhibition & Convention Center. A iniciativa é da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e faz parte da agenda da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI).

O CEO Global da Stefanini será moderador do painel “Blockchain: aplicações que extrapolam o controle de operações financeiras e mudanças no processo produtivo”. Na ocasião, o principal executivo da empresa debaterá com os participantes como o Blockchain está sendo utilizado no desenvolvimento de novas aplicações. Participarão do debate: Marcela Gonçalves, diretora de Desenvolvimento Empresarial da Multiledgers; Alex Nascimento, cofundador do UCLA Blockchain Lab, e Daniel Gasteiger, fundador e CEO, Procivis AG (Suíça).

“Precisamos incentivar mais eventos deste porte para mostrar como as novas tecnologias podem transformar os negócios de maneira exponencial. Os executivos precisam criar um ecossistema competitivo, que possa acelerar os processos internos e promover a transformação digital”, comenta Marco Stefanini.

Para contribuir com a inovação, a CNI e o Sebrae realizam, a cada dois anos, o Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria. O evento reúne representantes do setor produtivo, do governo e da academia para um debate consistente sobre inovação da América Latina.

Palestra: “Blockchain: aplicações que extrapolam o controle de operações financeiras e mudanças no processo produtivo | Marco Stefanini

Dia: 11 de junho
Horário: 11h50 a 12h50
Local: São Paulo Expo – Exhibition & Convention Center – 1,5, Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda

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CEO da Stefanini destaca a importância da diversidade para transformar ambientes corporativos

A Diversidade é um tema que tem sido debatido com frequência em várias frentes, no entanto, está longe de ter sua amplitude inserida devidamente no meio corporativo. Para ampliar esse debate, a CEO da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará presente no Programa Estratégico da Amcham Porto Alegre (RS), que acontece dia 17 de setembro. Na ocasião, Monica Herrero, CEO da companhia, debaterá sobre o tema Cultura e Diversidade no universo corporativo. Entre os tópicos a serem debatidos, estão ‘Diversidade como estratégia organizacional’, ‘Ambientes diversos e inovação’ e ‘Cultura voltada ao fomento da diversidade’.

O Programa voltado para as lideranças femininas consiste em cinco módulos de aprendizagem direcionados para médias e altas gerências. Cada módulo terá 4 horas e abordará um aspecto essencial na formação de lideranças.

O cenário atual está direcionado para o alcance da equidade de gênero em todas as esferas e torna-se fundamental trabalhar questões de fomento e desenvolvimento de mulheres executivas, pensando em um ambiente organizacional mais diverso e atuando com o objetivo de propiciar um espaço de troca e inspiração para as executivas gaúchas.

Com o intuito de multiplicar conhecimentos e auxiliar na missão de transformar o ambiente de negócios, Monica Herrero levará para o evento a experiência da Stefanini, que apoia a diversidade como um todo. “Sabemos que este desafio é grande, mas temos que abrir a discussão e criar mecanismos reais com processos efetivos para que a diversidade permeie as corporações, por meio de um movimento natural e contínuo, seja para mais espaços para a mulher no mercado de trabalho e de pessoas de todos os gêneros”, enfatiza Monica Herrero.

Programação completa:

Módulo 1 | Cenário Global
Panorama atual do mercado de trabalho | Transformação organizacional | Diversidade e performance financeira

Módulo 2 | Liderança Contemporânea
Autoconhecimento | Protagonizando a transformação | Gestão de equipes de alto desempenho
Novas práticas de gestão

Módulo 3 | Cultura e Diversidade
Estratégia organizacional | Ambientes diversos e inovação | Cultura voltada ao fomento
da diversidade

Módulo 4 | Negociação e Networking
Executivas e negociação – como incentivar | Atitude e postura para negociar
A importância do networking para crescimento profissional

Módulo 5 | Carreira
Como equilibrar vida pessoal com a profissional | Destacando-se em um ambiente
masculino | A importância de estabelecer metas profissionais

ANOTE EM SUA AGENDA:
Módulo 3: Cultura e Diversidade
Dia: 17 de setembro, segunda-feira
Horário: 14h às 18h
Local: Amcham Business Center
Endereço: Rua Dom Pedro II, 861, 8º andar – Porto Alegre, RS

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O pós-consumidor no centro do debate

O pós-consumidor tem uma caractetísitca peculiar: é exigente e não está disposto a desculpar uma empresa em caso de falhas. Se houver algum atrito durante uma interação, seja por telefone, chat ou redes sociais, saiba que a empresa caiu no conceito deste cliente, que provavelmente a trocará por outra marca. Portanto, encantar este pós-consumidor demandará das empresas um trabalho contínuo para identificar suas reais necessidades e atendê-las com agilidade.

De olho nesta mudança de comportamento e com foco no cliente, a Stefanini participará desse debate que será a tônica do CONAREC 2018, maior evento de relacionamento entre clientes e empresas, que será promovido nos dias 4 e 5 de setembro no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Marco Stefanini, CEO global da Stefanini, participará no dia 4, das 11h15 às 12h15, do painel “O pós-consumidor está aqui entre nós. E pode ser você.”, mediado pelo jornalista Caio Blinder. O fundador da Stefanini abordará a mudança de mindset do cliente e quais são as melhores estratégias para lidar com o pós-consumidor. O painel será realizado na sala 1 (Teatro Alfa) e contará também com a presença de CEOs de outras grandes marcas como C&A, Mastercard, Pepsico Brasil, Facebook & Instagram, Banco do Brasil e Mapfre.

O público também poderá saber mais sobre o Grupo Stefanini no estande de nº 15, onde terá acesso a muitas novidades que ilustram o atendimento do futuro, em que o cliente escolhe o canal de sua preferência para realizar a interação com a empresa que, por sua vez, fará todo o acompanhamento da jornada.

Painel sobre pós-consumidor com participação de Marco Stefanini
Dia: 04/09
Local: Teatro Alfa (Sala 1)
Horário: De 11h15 às 12h15

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Stefanini promove Hackathon em Porto Alegre

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, promoverá a 2ª edição do evento HACK W/ STEFANINI, que acontecerá nos dias 19 e 20 de maio de 2018, na unidade da empresa localizada na Tecnopuc, em Porto Alegre (RS). O desafio terá duração de 24 horas com foco na área de banking. As inscrições estão abertas para Desenvolvedores, Designer de UX/UI e Scrum Master, que tenham mais de 18 anos.

Os inscritos devem responder de forma criativa a questão: Como melhorar um dos principais processos de banking utilizando pelo menos um dos seguintes temas: Criptomoedas, Blockchain, Internet das Coisas, Inteligência Artificial, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Cibersegurança, Machine Learning, Deep Learning e/ou Data Science (Big Data/Analytics).

Os interessados na maratona devem realizar as inscrições – individuais ou em grupo – pelo site. Para os grupos, o ideal é que tenham pelo menos dois desenvolvedores e um designer UX, considerando que os desafios exigirão soluções práticas. Quem se inscrever individualmente não precisa se preocupar, pois todos serão reorganizados e distribuídos em equipes.

Todas as soluções apresentadas serão analisadas pelo júri técnico do evento, que avaliará os seguintes critérios: alinhamento ao desafio, inovação, design e usabilidade. O prêmio será no valor de R$5.000,00 (cinco mil reais) para a equipe vencedora do hackathon.

“Estamos sempre na busca de profissionais de tecnologia – programador, designer, empreendedor ou gerente de projetos – capazes de trazer novos conceitos e práticas que envolvam a transformação digital. Precisamos nos consolidar cada vez mais em um ecossistema de inovação para continuar se destacando no mercado”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO da Stefanini.

Durante o evento, os participantes receberão instruções detalhadas sobre o tema do desafio e os meios que poderão ser utilizados para desenvolver a solução. Também haverá mentores que poderão auxiliar durante a maratona e sanar eventuais dúvidas.

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Laboratório de Inovação terá parceria PUCRS e Stefanini

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, participa nesta terça-feira, dia 20 de março, às 19h30, do lançamento oficial do Laboratório de Inovação, o iSeed, um espaço elaborado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e revitalizado com o apoio da Stefanini. Marco Stefanini, fundador e CEO global da companhia, estará presente à solenidade, juntamente com outros executivos com expertise em transformaç& atilde;o digital.

O iSeed foi criado para apresentação de tecnologias de ponta e demonstração do potencial de parceria entre a academia e o mercado. O espaço será utilizado no desenvolvimento de ideias inovadoras, que deverão aprimorar problemas do dia a dia, trazendo novas soluções para os mais diferenciados tipos de desafios. Este Laboratório de Inovação busca a sinergia pelo fomento à pesquisa e ao empreendedorismo, incentivando a participação da comunidade acadêmica (alunos, professores, pesquisadores da PUCRS e clientes Stefanini) na elaboração de soluções para o mercado.

Marco Stefanini comenta que espaços como este fazem parte de uma estratégia global da companhia para o desenvolvimento e demonstração de novas tecnologias, a partir do conceito de Design Thinking. “Temos uma cultura inovadora dentro da Stefanini, que será reforçada pelos laboratórios e centros de inovação. A Stefanini quer oferecer, cada vez mais, soluções que promovam a transformação digital dentro das empresas com ferramentas eficientes, leves, flexíveis, fáceis de operar e com rápida implementação”, explica.

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Gauge se une à Stefanini para ampliar atuação em outros mercados no Brasil e no exterior

A Gauge, uma das maiores consultorias de performance e experiência do usuário no Brasil, dos sócios Dante Calligaris e Thiago Paes, acaba de ser adquirida pela Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia. Com este anúncio, a multinacional brasileira amplia sua atuação nas áreas de performance, mídia digital, experiência do usuário e dados.

O objetivo da Stefanini, que vem investindo de maneira significativa na transformação digital, é apostar cada vez mais em inovação para conectar toda a experiência do usuário, ao disponibilizar ferramentas digitais que ampliem a geração de resultados e a melhoria da experiência com produtos e processos.

A Gauge, que atende clientes como Vivo, Itaú, Nike, Embraer, Ambev e Abbott, atuará de maneira independente, porém com a capacidade de integrar todo seu portfólio de serviços à Stefanini e suas coligadas, para que possam, conjuntamente, oferecer soluções focadas em resultados para seus clientes.

“Com a sinergia que existe entre a Gauge e a Stefanini, queremos alcançar resultados acima do esperado e superar metas, a partir da geração de insights, definição da estratégia de negócios, criação da experiência do usuário, implementação da tecnologia que, consequentemente, permitirão a evolução do projeto em todas as áreas. Se o cliente precisar de mídia, por exemplo, poderemos oferecer por aqui. Nosso principal objetivo é disponibilizar todas as ferramentas para que nossos clientes tomem decisões rápidas e precisas, a partir do mapeamento de informações sobre a jornada de seu público-alvo, para alcançar os resultados desejados”, afirma Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini.

A aquisição ampliará a oferta de serviços de experiência do usuário, mídia e performance, gestão e implementação de ferramentas de Analytics, como Google e Adobe. “Estamos confiantes no sucesso desta parceria, especialmente porque acreditamos na robustez da Stefanini para ampliar nossa atuação no Brasil e em outros países. A Stefanini tem se consolidado como uma liderança global no desenvolvimento de estratégias digitais, que permitam aos seus clientes promoverem as transformações necessárias na busca de uma melhor experiência do usuário, que também é um dos diferenciais da Gauge. Foi uma decisão mútua significativa para as duas partes: a escolha da Gauge pela Stefanini entre os diversos players do segmento, bem como a opção da Gauge pela multinacional, que &ea cute; referência no mercado mundial”, destaca Dante Calligaris, diretor executivo da Gauge.

“Com a análise de dados e compreensão dos desejos e necessidades das pessoas, inclusive com entrevistas presenciais, é possível influenciar diretamente nos resultados de nossos clientes. Utilizamos dashboards personalizados e interativos para a apresentação de dados em tempo real, o que permite a tomada de decisões de forma mais rápida e objetiva. Com isso, conseguimos garantir maior eficiência em cada área de negócios, com menor esforço operacional e maior disponibilidade de dados de forma ágil”, garante o diretor executivo da Gauge.

“As competências da Gauge complementam o nosso portfólio e se integram à nossa filosofia de priorizar os objetivos de negócios de nossos clientes com foco no mundo digital”, complementa Marco Stefanini.

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Stefanini e Banco Original são reconhecidos no Prêmio Relatório Bancário

O avanço da tecnologia possibilitou o surgimento de novas maneiras de realizar antigos serviços, de forma mais prática e ágil, o que agrada, principalmente, o novo consumidor, considerado mais exigente e conectado. Atento a essa cenário, o Banco Original inovou ao quebrar paradigmas estabelecidos há anos no mercado financeiro e, com o apoio tecnológico da Stefanini, lançou um modelo 100% digital. A parceria entre as empresas foi reconhecida na segunda-feira (04), na XIII edição do Prêmio Relatório Bancário, organizado pela Cantarino Brasileiro e considerado um dos mais importantes do setor.

Parceiras desde 2015, as empresas foram vencedoras na categoria Aplicativos com o case “Original na Essência, Disruptivo na atitude”, que destaca o trabalho desenvolvido pela Stefanini em três projetos:

– Abertura Remota de Contas: aplicativo desenvolvido para que a equipe possa coletar remotamente as informações necessárias para realizar o cadastro de novas contas, por meio de dispositivos móveis.

– Plataforma de Gerente Comercial: o banco disponibiliza em um tablet todas as funções de uma agência, inclusive orientação de investimentos, para que o gerente possa se locomover para qualquer local, atendendo aos clientes no Brasil inteiro.

– Coleta e Entrega: solução na plataforma Java/Web, com diversos werbservices para integração com os sistemas de canais, como atendimento e plataforma corporativa. O serviço permite ao cliente ter conveniências em casa, como a entrega de dinheiro em espécie (real, dólar e euro), entrega de token físico, cartões, recolhimento de cheques depositados via imagem, entre outros benefícios.

Carlos Augusto de Oliveira, diretor de TI e Operações do Banco Original, conta que o principal desafio era lançar uma nova plataforma tecnológica inovadora, multicanal e segura, além da meta de crescer no varejo, com mais correntistas e ofertas de serviços. O executivo ressalta que a parceria tecnológica com a Stefanini foi essencial para tangibilizar a proposta de ser um banco 100% digital e poder oferecer aos clientes a possibilidade de abertura de conta pelo aplicativo, sem burocracia.

Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini, ressalta que o reconhecimento é mais uma prova de que o trabalho realizado foi ousado e disruptivo. “A Stefanini investe em pesquisa e inovação para entender o negócio do cliente e desenvolver a solução que se adeque melhor ao perfil de cada um. O Banco Original já nasceu com a proposta de ser 100% digital e nós ajudamos a concretizar isso. Para a Stefanini, foi uma grande satisfação poder ser parceira nesse projeto audacioso”, finaliza Marco Stefanini.

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Fim de desoneração da folha pode desempregar mais de 83 mil pessoas no setor de TI

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As maiores empresas de TI, com o apoio da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), estão empenhadas em mostrar ao Governo Federal e ao legislativo a importância da manutenção da política de desoneração da folha de pagamento para o setor. Na semana passada, aconteceu a audiência pública de nº 216, requerida pelo deputado Sandro Alex (PSD-PR), para discutir na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática os impactos da reoneração para o setor de tecnologia da informação (TI). Outras audiências sobre o tema também foram realizadas no âmbito da Comissão Mista e da Comissão de Finanças e Tributação.

As associações e empresas do setor estão alertando as autoridades de que o fim da desoneração pode gerar uma série de demissões – 83 mil profissionais de TI nos próximos três anos, segundo estudo da Brasscom, o que representa quase 15% do total da força de trabalho atual. Os reflexos da desoneração não impactam apenas o setor, mas também o governo, já que existe uma previsão de queda de 2% ao ano na arrecadação federal com o segmento, somando-se as receitas agregadas decorrentes do IRPF, FGTS e INSS, além de um aumento nos gastos, uma vez que o governo é o segundo maior contratante de TI, atrás apenas do setor financeiro.

A Medida Provisória 774 determina o fim da tributação substitutiva, visando minimizar o crescente déficit das contas públicas. Embora o governo entenda que a desoneração da folha não contribuiu para a recuperação da economia, a Brasscom realizou um estudo que destaca que foram gerados mais de 95 mil empregos[1] no setor de TI, com forte formalização de mão de obra. A remuneração cresceu 14,3% ao ano no período, atingindo R$ 28,8 bilhões, entre 2010 e 2015, enquanto a receita bruta[2] chegava a R$ 78,1 bilhões, experimentando um crescimento anual de 12%.

De acordo com as empresas, a política de desoneração permitiu que muitos trabalhadores contratados como pessoas jurídicas fossem formalizados com carteira assinada. Para Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Brasscom, “os números mostram que a desoneração foi estruturante para o setor na medida em que aumentamos o faturamento das empresas, elevamos a remuneração dos nossos trabalhadores e, principalmente, crescemos e formalizamos a força de trabalho, o que redundou em maior arrecadação para o governo”.

A revisão da política de desonerações, no entanto, não é consenso no governo e no Legislativo. Alguns argumentam que o Brasil vai fechar uma janela de oportunidades se não apoiar fortemente o setor de Tecnologia da Informação. De acordo com o Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, Maximiliano Martinhão, 65% das crianças de hoje exercerão, no futuro, profissões que não existem agora e que estarão ligadas ao desenvolvimento do setor.

Os parlamentares presentes na última audiência pública foram unânimes em criticar a Medida Provisória. O deputado Sandro Alex (PSD-PR), autor do requerimento junto à CCTCI, tem negociado o assunto com o relator da MP, senador Airton Sandoval (PMDB-SP). O parecer do relator deve ser apresentado em reunião agendada para hoje às 15h45.

“O setor de tecnologia, que é um dos que mais empregam no País, está sendo penalizado, mesmo tendo cumprido sua parte na formalização e geração de empregos. Precisamos mudar este cenário para que a oneração não seja prejudicial a todos”, afirma Marco Stefanini, CEO Global e fundador da Stefanini.

Segundo os executivos das empresas de TI, a política de desoneração não se trata de protecionismo, mas sim de equilibrar os custos tributários na produção para estimular a competitividade da indústria doméstica. Para eles, o ideal para garantir isonomia competitiva e menos informalidade nas relações trabalhistas é que a alíquota seja mantida em 4,5% sobre o faturamento de softwares e serviços consumidos no Brasil, independentemente da sua origem e obrigatória para todos, pois a contribuição social se daria no momento do consumo e não em cima do trabalho.

“Com a oneração da folha, regrediremos os avanços conquistados ao longo destes anos, fazendo o setor voltar para clandestinidade e informalidade, perdendo os investimentos no setor e reduzindo a arrecadação”, afirma Benjamin Quadros, CEO e fundador da BRQ.

A reoneração da folha coloca em risco um dos segmentos de maior valor agregado na cadeia produtiva, com impactos e sinergias positivas sobre toda a atividade econômica no país. É a partir do desenvolvimento de novos produtos e serviços que a tecnologia da informação impulsiona a produtividade, a competitividade e a inserção do Brasil nas cadeias globais de inovação, garantindo mais emprego e renda.

“O mundo está vivendo um momento de transformação e o Brasil não pode ficar para trás, pois tecnologia é o motor propulsor dessas mudanças. O setor de TI deseja preservar empregos e contribuir para a retomada da economia”, enfatiza Paulo Marcelo, CEO da Resource.

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Empresas de TI se unem pela competitividade e preservação de empregos e investimentos no Brasil

Stefanini, TOTVS, BRQ e Resource defendem a permanência do setor na política de desoneração da folha de pagamento e a obrigatoriedade da tributação pelo faturamento

As maiores empresas brasileiras de TI, Stefanini, TOTVS, BRQ e Resource, com o apoio da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), se uniram para sensibilizar a sociedade e o Governo Federal quanto à manutenção da política de desoneração da folha de pagamento para o setor. O objetivo deste movimento é garantir que o setor permaneça com a incidência da contribuição previdenciária patronal sobre a receita bruta, mantendo assim a competitividade das empresas e as perspectivas de crescimento e geração de empregos.

No último dia 30 de março, foi publicada Medida Provisória determinando o fim da tributação substitutiva, visando minimizar o crescente déficit das contas públicas. Conforme veiculado, o governo entende que a desoneração da folha não contribuiu para a recuperação da economia. No entanto, a desoneração da folha de pagamento foi instituída como política pública estruturante para TI e TIC, que foi um dos setores piloto. De acordo com dados consolidados pela Brasscom, enquanto esse regime tributário vigorou, entre 2010 e 2015, foram gerados mais de 95 mil empregos[1] no setor de TI, com forte formalização de mão de obra. A remuneração cresceu 14,3% ao ano, no período, atingindo R$ 28,8 bilhões, enquanto a receita bruta[2] chegava a R$ 78,1 bilhões, experimentando um crescimento anual de 12%.

Para Sergio Paulo Gallindo, Presidente Executivo da Brasscom, “os números mostram que a desoneração foi estruturante para o setor na medida em que aumentamos o faturamento das empresas, elevamos a remuneração dos nossos trabalhadores e, principalmente, crescemos e formalizamos a força de trabalho, o que redundou em maior arrecadação para o Governo”.

Caso a decisão não seja revista, o setor, que emprega aproximadamente 600 mil pessoas, pode perder mais de 83 mil postos de trabalho nos próximos três anos – o que representa quase 15% do total de seus trabalhadores, afirmam as quatro empresas. Com efeito, a folha de pagamento de companhias de serviços do setor pode alcançar uma expressiva proporção de seus custos totais, remetendo à dificuldade de absorção de um abrupto choque de custos decorrente do aumento da carga tributária.

“A lei da desoneração não foi um benefício e, sim, um planejamento do Governo, que cumprimos à risca. O setor de tecnologia, que é um dos que mais empregam no país, está sendo penalizado, mesmo tendo cumprido sua parte na formalização e geração de empregos. Precisamos mudar este cenário para que a oneração não seja prejudicial a todos”, afirma Marco Stefanini, CEO Global e fundador da Stefanini.

Risco externo

Se forem obrigadas a se submeter ao encargo proposto de 20% na folha de pagamento, as empresas perdem competitividade perante concorrentes externos. “O setor de TI pode retroceder 10 anos. Sendo um dos mercados com melhor qualificação, remuneração e que investe alto em P&D – só a TOTVS investiu R$ 1,4 bilhão nos últimos seis anos -, queremos igualdade de condições para software produzido localmente e fora do país para continuarmos gerando empregos de alto valor agregado, aumento de renda e preservarmos a competitividade do Brasil no âmbito global”, destaca Laércio Cosentino, CEO da TOTVS.

Segundo os executivos dessas empresas, não se trata de protecionismo, mas sim de equilibrar os custos tributários na produção para estimular a competitividade da indústria doméstica. Para eles, o ideal para garantir isonomia competitiva e menos informalidade nas relações trabalhistas seria a taxa em torno de 4,5% sobre o faturamento de softwares e serviços consumidos no Brasil, independentemente da sua origem e como obrigatoriedade para todos, pois a contribuição social se daria no momento do consumo e não em cima do trabalhador.

“Desde 2011, quando a mudança da incidência tributária foi implantada, até hoje, o setor de TI aumentou a arrecadação, gerou empregos, reduziu a informalidade e gerou igualdade nos softwares e serviços fabricados aqui frente aos desenvolvidos fora do país. Todos esses movimentos fortaleceram o setor de tecnologia no Brasil. Com a oneração da folha, regrediremos os avanços conquistados ao longo destes anos, fazendo o setor voltar para clandestinidade e informalidade, perdendo os investimentos no setor e reduzindo a arrecadação”, afirma Benjamin Quadros, CEO e fundador da BRQ.

Inovação sob ameaça

A reoneração da folha coloca em risco um dos segmentos de maior valor agregado na cadeia produtiva, com impactos e sinergias positivas sobre toda a atividade econômica no país. É a partir do desenvolvimento de novos produtos e serviços que a tecnologia da informação impulsiona a produtividade, a competitividade e a inserção do Brasil nas cadeias globais de inovação, garantindo mais emprego e renda.

“Provamos numericamente a vantagem da desoneração. O mundo está vivendo um momento de transformação e o Brasil não pode ficar para trás, pois tecnologia é o motor propulsor dessas mudanças. O setor de TI deseja preservar empregos e contribuir para a retomada da economia” Paulo Marcelo, CEO da Resource.

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Stefanini anuncia novo CEO para as regiões da América do Norte e Ásica-Pacífico

A Stefanini anuncia Spencer Gracias como o novo CEO para América do Norte e Ásia-Pacífico. O executivo atuou em empresas como Whirpool, CPFL, TV Globo, General Motors, ABN Amro, Santander, entre outras, contribuindo para o crescimento de todas elas por meio da tecnologia. Sua experiência inclui a implementação de processos globais para infraestrutura distribuída, ambientes de aplicativos e governança.

Baseado em Detroit, Michigan, na sede da Stefanini na América do Norte, Spencer Gracias tem como missão implementar um plano estratégico que reforce o objetivo da Stefanini de atuar como agente de transformação digital para os clientes. “Queremos estreitar cada vez mais a relação com nossos clientes, compreendendo seus principais desafios para atuar em parceria, oferecendo soluções que atendam os seus objetivos de negócios”, disse Gracias.

Antenada às principais tendências tecnológicas, a Stefanini construiu uma oferta robusta para promover a transformação digital de seus clientes, incluindo eficiência operacional, Internet das Coisas (IoT) e a computação em nuvem. “Por meio de uma forte parceria, somos capazes de reconhecer as dores do cliente e demonstrar como a tecnologia pode ajudá-los”, destaca no novo CEO para América do Norte e Ásia Pacífico.

Estratégia de crescimento

No mês passado, a Stefanini anunciou investimentos na América do Norte e na Ásia-Pacífico com o objetivo de crescer 25% nessas regiões até 2020. Para alcançar essa meta, a empresa está investindo em soluções que ajudarão os clientes a promover a transformação digital em suas companhias.

“Estou certo de que Spencer Gracias tem capacidade, experiência e energia para colocar em prática esse plano de crescimento”, disse Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini. Para ajudar seus clientes no processo de transformação digital, a Stefanini reúne as últimas novidades em inteligência cognitiva, plataformas de fidelização de clientes, robótica e BPO, entre outras. Todas as soluções da Stefanini podem ser conectadas, garantindo uma oferta inovadora que eleva o nível de excelência com redução de custos.

Mudanças físicas também estão ocorrendo em vários escritórios. A previsão é de que a nova sede da Stefanini em Detroit seja inagurada até o final do primeiro semestre deste ano. A mudança de escritório faz parte da estratégia global de crescimento da multinacional brasileira, presente atualmente em 39 países.

A nova sede da Stefanini em Detroit contará com o primeiro Inovation Center da companhia nos Estados Unidos, reiterando sua cultura de inovação, além de trazer uma série de benefícios para seus funcionários, parcerios e comunidade.

“A América do Norte é o maior mercado consumidor de tecnologia no mundo e um dos grandes promotores da inovação. Desde que iniciamos nossa atuação nos Estados Unidos, em 2001, trabalhamos para ampliar nossas operações locais, o que inclui a possibilidade de adquirir uma empresa que esteja alinhada com nossa estratégia de criar uma presença mais forte na era digital”, complementa Marco Stefanini.

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Stefanini anuncia investimentos nos Estados Unidos e Ásia

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anuncia novos investimentos na América do Norte a Ásia-Pacífico com o objetivo de crescer 25% até 2020 nas regiões. Para alcancar essa meta, a empresa está focando em uma oferta inovadora e reforçando sua atuação no processo de transformação digital nas empresas.

Atualmente, a companhia conta com uma estrutura robusta para implementar mudanças importantes para que os clientes se preparem para a era da Internet das Coisas e da Indústria 4.0. A base tecnológica desta revolução é a utilização dos sistemas ciberfísicos, internet das coisas e computação em nuvem, além de uma rede de informações em tempo real, para que os processos de produção se tornem cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis.

“Hoje, conseguimos montar um banco 100% digital para qualquer instituição, promover o engajamento dos clientes com campanhas de fidelização, oferecer uma assistente virtual capaz de compreender e processar solicitações via texto e voz de maneira rápida, eficiente e intuitiva, além de garantir mais eficiência operacional para as estruturas de backoffice”, destaca Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Estratégias para América do Norte e Ásia-Pacífico

Com mudanças no direcionamento das operações na América do Norte e Ásia, vários escritórios também passarão por mudanças físicas em 2017, incluindo o headquarter para as duas regiões, localizado na área de Detroit.

No novo escritório, a Stefanini vai inaugurar o primeiro Global Innovation Center nos Estados Unidos, reforçando a cultura da inovação e trazendo muitos benefícios para funcionários, parceiros e a comunidade.

“A América do Norte é um dos maiores consumidorass de tecnologia e uma das maiores promotoras da inovação. Uma vez que estamos presentes nos Estados Unidos desde 2001, chegou a hora de atingirmos voos mais altos e ambiciosos na nossa operação no país, incluindo a possibilidade de aquisição de uma empresa que esteja alinhada com a nossa estratégia de fortalecermos a presença na área de Digital Solutions”, finaliza Stefanini.

A Stefanini está presente nos Estados Unidos há 15 anos, iniciando sua operação em Fort Lauderdale, Flórida. Hoje, a empresa também conta com escritórios em Southfield (Michigan), Atlanta (Georgia), Chicago (Illinois), Nova York (New York), Houston (Texas), Philadelphia (Pennsylvania), Richmond (Virginia) e Davenport (Iowa).

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Stefanini completa 20 anos de operação na Argentina e cresce 40% em 2016

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, comemora 20 anos de atuação na Argentina, sendo a primeira filial da companhia fora do Brasil. Apesar das taxas de inflação acima de 25% ao ano e da retração do câmbio, a Stefanini manteve sua visão de longo prazo e continuou investindo na região, o que permitiu crescer 40% em 2016.

Atualmente, a subsidiária argentina conta com 300 funcionários e 44 clientes ativos, que são atendidos pelos escritórios de Buenos Aires e Córdoba. “A Stefanini Argentina tornou-se um fornecedor bem-sucedido nas operações de TI e nos processos de negócios com clientes internacionais, mantendo o mesmo nível de qualidade e atendimento, independente do tamanho da empresa”, afirma Marcelo Ciasca, CEO da Stefanini na América Latina.

Para o próximo ano, a Stefanini Argentina espera manter seu crescimento de forma sustentável. “Nossa expectativa é positiva porque o país atingiu um padrão elevado na oferta de soluções de infraestrutura, internet de alta velocidade, penetração dos smartphones e utilização das redes sociais, beneficiando a indústria da terceirização”, comenta Ciasca.

De acordo com Damian Mendez, diretor geral da operação na Argentina, a Stefanini possui vasta experiência no fornecimento de soluções neashoring, alavancando operações maduras de prestação de serviços em todo o continente americano. “O fuso horário da Argentina tem pequena diferença do fuso de Nova York, o que facilita ajustes de turnos para coincidir com a carga horária de trabalho dos clientes”, ressalta.

“Queremos que o cliente tenha a mesma experiência, independente de onde o contrato foi fechado. Nossa meta é que ele nos reconheça, cada vez mais, como um parceiro estratégico, capaz de oferecer soluções inovadoras que poderão transformar seus negócios, garantindo maior eficiência operacional, menos custos e uma experiência diferenciada em todos os países em que atuamos”, enfatiza Marco Stefanini, CEO Global do Grupo Stefanini.

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