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Infraestrutura de tecnologia: a importância do NOC para empresas de médio e pequeno porte – Por Marcelo Piuma

Marcelo Piuma

As grandes empresas já têm por hábito de investir em um NOC (network operation center) que tem por objetivo monitorar toda a infraestrutura de TIC (tecnologia de informação e comunicação), mas as pequenas e médias empresas não têm esse mesmo hábito, seja por desconhecer essa tecnologia, seja por acreditar que é caro e desnecessário.

E por que as empresas de pequeno e médio porte podem se beneficiar com a contratação ou implantação de um NOC? Parafraseando Deming – “Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende e não há sucesso no que não se gerencia”. Só isso já é motivo suficiente para ter um ambiente de TI, por menor que seja, monitorado 24×7 por um NOC.

Mas vamos, primeiro, entender melhor o que pode ser definido, medido e controlado pelo NOC e depois como esse controle auxilia as empresas a crescerem e controlar os investimentos na área de tecnologia e também em marketing.

No geral é possível medir a saúde dos servidores (uso de processador, uso de memória, uso de HD, uso de rede), também o uso de links de internet, uso de bancos de dados, aplicativos e muito mais. Todas as informações podem se transformar em monitoramento de processos, por exemplo: processo de emissão de nota fiscal. O NOC irá alertar situações fora do padrão na infraestrutura e também em processos.

Outra função do NOC e bastante atual é monitorar atividades em redes sociais. Função extremamente importante para a equipe de marketing para traçar estratégias e táticas para reagir mais rapidamente as necessidades do mercado criando um melhor posicionamento da empresa nesse meio de contato com os prospects e clientes.

Agora que sabemos basicamente o que um NOC faz não é difícil de entender como as empresas podem se beneficiar dessas informações. Algumas são bem óbvias outras nem tanto. Vamos falar de algumas.

Planejamento de Investimento

O NOC é um grande aliado no orçamento de TIC das empresas, uma vez que é possível realizar análise de tendência do uso do equipamento e prever com bastante exatidão quando será necessário o investimento em novos equipamentos evitando a compra não programada o que, geralmente, acarreta em pagar mais caro.

Evitar paradas não programadas

Quanto dinheiro a empresa perde com sistemas de TIC parados? Pode ser pouco, mas perde e perder dinheiro é sempre prejudicial. O NOC irá informar instantaneamente qualquer anormalidade no ambiente e a área técnica poderá realizar ajustes que evitem paradas inesperadas, mesmo em finais de semana e feriados.

Minimizar Problemas de Performance

Um link de internet lento, um servidor que não responde adequadamente ou um problema de segurança. Todas essas situações irão trazer problemas de performance para o ambiente de TIC e consequentemente para os negócios da empresa. Com o NOC a área técnica irá reagir muito mais rapidamente a esses problemas.

É claro que existem muitos outros benefícios com a implantação de um NOC, mas vamos nos ater a esses. E como as empresas de pequeno e médio porte se beneficiam? Economizando dinheiro, é claro!!!! Prever com antecedência o investimento ajuda no fluxo de caixa e a pagar menos por equipamentos e acessórios. Evitar problemas de performance e paradas inesperadas é vital para o dia a dia das empresas.

Não deixe de implantar um NOC. O retorno do investimento é rápido e a área técnica terá muito mais tempo para se dedicar a estratégia e menos no operacional.

Marcelo Piuma, diretor de marketing da Qualityware.

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Qualityware reestrutura gestão, volta a crescer e ganha novos mercados em IT services

Verona

A crise econômica afetou muitas empresas, que acabaram reduzindo seus investimentos em tecnologia da informação. Houve uma mudança muito grande no tipo de demanda do mercado, com projetos menores, apenas para manutenção do ambiente. Esse compasso de espera foi devastador, principalmente para o segmento de infraestrutura de TI.

Para superar a crise e voltar a crescer, a Qualityware reavaliou processos internos, habilidades, capacidades e competências e decidiu buscar, no mercado, um profissional capaz de gerar as mudanças necessárias para que a empresa mantivesse sua posição de liderança em infraestrutura e crescesse nas ofertas de IT Services.

Após algumas avaliações, com o aval dos sócios, foi contratado Luís Antônio Verona como CEO para realizar as transformações necessárias na gestão da empresa.

A entrada do novo executivo permitiu que os sócios e diretores focassem no que sabem fazer de melhor: atendimento aos clientes e criação de soluções realmente alinhadas com suas necessidades.

“A entrada do Verona permitiu que eu cuidasse da área comercial de forma mais eficaz. Minha atenção, agora, está totalmente voltada ao negócio”, afirma Bruno Perboni, Diretor Comercial.

Marcelo Piuma, Diretor de Marketing, explica que acumulava atividades das áreas comercial também. “Agora, tenho atuado somente no marketing, criando um ambiente de atendimento realmente diferenciado para nossos clientes”, comemora.

“O Verona tem nos trazido novas ideias e melhorado muito nossos processos internos, permitindo que sejamos mais ágeis e eficazes na resposta às necessidades de nossos clientes”, completa Cassio Cardoso, Diretor de Operações.

Os resultados já começaram a aparecer: O 1o trimestre da Qualityware, em 2017, foi o melhor em 2 anos. Esse resultado veio da soma de alguns fatores: grandes clientes privados voltaram com seus investimentos, houve uma retomada consistente das contratações pelo mercado público e novos clientes foram conquistados.

A Qualityware apresenta um novo conceito no atendimento que é “vender tranquilidade”. Esse reposicionamento tem se mostrado muito alinhado com o mercado, que deseja soluções tecnológicas que tragam estabilidade, segurança e tranquilidade para suas operações.

Outra grande transformação foi a criação da área de P&D com a tarefa de buscar e desenvolver soluções inovadoras, focadas na transformação digital que atinge praticamente todas as empresas. Devido aos grandes clientes na área industrial, a Qualityware tem investido em pesquisa para soluções de IoT, primordial para a nova revolução industrial, a chamada Indústria 4.0.

Luís Antônio Verona afirma que a Qualityware tem um grande potencial para ser referência nacional, não só em infraestrutura de TI como também em IT Services. “Aceitei o desafio por realmente acreditar que a equipe tem toda a competência para isso, só precisamos organizar alguns fluxos que,antes, não estavam totalmente alinhados ao novo posicionamento por não existir uma pessoa focada nessa transformação. Esse é meu objetivo”, explica o CEO.

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Qualityware e Prime Control promovem evento para apresentar soluções para aumentar produtividade em ambientes SAP

As empresas curitibanas Qualityware e Prime Control reuniram clientes e parceiros para apresentar soluções que aumentam qualidade e produtividade de projetos em ambiente SAP. O evento marca uma parceria entre tradicionais especialistas em qualidade de software e infraestrutura de TI e também contou com apresentação da integradora Tenti, do Rio de Janeiro.

Veja como foi o SAP Solutions Day em reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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Parceria entre Huawei e Qualityware aposta em oferta de Data Center modular e em contêiner no sul do Brasil

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Mercado corporativo é alvo das empresas, que focam em soluções de infraestrutura de TI

Como em todas as áreas da Tecnologia da Informação e Comunicações, a infraestrutura de TI avança para atender a demandas por projetos mais ágeis e com implantações em prazos mais curtos. Para acompanhar o cenário de transformação digital dos negócios, as empresas buscam soluções que fiquem rapidamente disponíveis para colaboradores e clientes.

Essa é a aposta da empresa curitibana Qualityware ao firmar parceria com a gigante chinesa Huawei. Para Marcelo Piuma, diretor de marketing da Qualityware, o data center modular ou em contêiner, atende justamente essa nova demanda: “As obras convencionais podem durar mais de um ano e correm até o risco de ficar obsoletas quando prontas. Agora, é possível entregar muita velocidade na instalação e na operação em pouco tempo”.

Rômulo Horta, diretor de marketing da Huwaei, explica que a parceria com a Qualityware, no sul do Brasil, favorece a percepção regional da imagem da empresa como referência no fornecimento de soluções para projetos que demandam convergência de TI e Comunicações não só para operadoras de telecom e em produtos para o consumidor final, mas, principalmente, no segmento corporativo, combinando serviços e armazenamento robustos com preços mais competitivos. “Quem já possui legado de tecnologia está buscando eficiência nos investimentos. E o custo geral da tecnologia Huwaei é mais interessante”, ressalta Rômulo.

Para reforçar o interesse pelo sul do Brasil, a Huwaei formalizou, recentemente, uma cooperação institucional com a Prefeitura de Curitiba e o Instituto Smart City Business para apresentar produtos e ideias de projetos de cidades inteligentes.

Rômulo Horta também destaca os investimentos em inovação da Huwaei: “A empresa foi a que mais aplicou patentes no mundo em 2015 e traz o que há de mais moderno para o Brasil”.

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Marketing para empresas de TI: relacionamento com cliente ganha ainda mais importância em tempos de crise

Marcelo Piuma, diretor da Qualityware Informática, aposta no marketing de relacionamemto para melhorar a percepção de valor que o cliente tem da empresa que presta serviços de tecnologia.
Em uma entrevista ao Valor Agregado, ele fala sobre iniciativas simples que podem gerar grandes resultados. Vale a pena conferir.

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Segurança da informação: mais que técnica, deve ser uma cultura empresarial

Marcelo

Por Marcelo Piuma*

É indiscutível que poucas são as pessoas que conseguem sobreviver sem um endereço de e-mail, visitar seu perfil nas redes sociais, acessar a Internet para ver o seu saldo bancário ou pagar contas. No mundo dos negócios, mais ainda, a internet se tornou uma ferramenta de trabalho tão banal quanto um editor de texto, uma planilha eletrônica ou um software de CAD. Essa banalidade é o grande problema para a segurança das informações.

Existem basicamente três tipos de empresas: as que já possuem uma verba para segurança do ambiente computacional (normalmente já sofreram alguma perda por ataque), as que implantaram alguma forma de segurança e mantém apenas com equipe interna (são muitas) e, finalmente, as que acreditam que gastar dinheiro com segurança é custo e não investimento (infelizmente é a maioria). Nesse terceiro tipo de empresa, temos ouvido as mais variadas desculpas, mas, com certeza, a mais comum é que são tão pequenas que ninguém tem interesse em atacá-las. Esses dois últimos tipos cometem o maior erro que um administrador pode cometer: achar-se seguro.

Muitos leitores devem estar duvidando da existência desse terceiro grupo, mas, pasmem, é, sem sobra de dúvida, a maioria, principalmente as empresas de pequeno e médio porte que estão conectados à Internet por linhas ADSL. São empresas que, geralmente, não possuem área de TI formal. Porém, se perguntarmos nessas mesmas empresas se elas tem seguro contra roubo, em uníssono, irão responder que SIM, não operariam sem um seguro. É uma grande distorção, mas essas empresas podem estar sendo roubadas e infelizmente não poderão acionar suas seguradoras.

O custo de um sistema de segurança também aparece como o grande “culpado” para muitas desses dois últimos tipos. E, por não terem um departamento de TI formal ou um especialista que auxilie nas decisões estratégicas para TI, acabam correndo riscos desnecessários, pois, com o advento do software livre (por favor, não confundam software livre com software grátis), é possível implantar um sistema de segurança extremamente robusto com um custo muito baixo.

Temos percebido que não basta um firewall, um IDS/IPS e etc. É preciso muito mais do que isso, é preciso cultura empresarial de segurança. O grande responsável pela falta dessa cultura é a banalidade comentada anteriormente. Mesmo no primeiro tipo de empresa (as que têm verba para segurança) poucas são as que têm, realmente, uma política formal para segurança.

Investir em sistemas de segurança e treinamento é fundamental, porém existe outra variável importante nessa equação, já que o sistema é operado por pessoas que cometem erros como abrir qualquer arquivo anexo que recebem por e-mail, mesmo de um remetente que não fazem à mínima ideia de quem seja.

É desse grande furo na segurança que estamos falando. Os usuários de um sistema computacional, por mais sofisticado e caro que seja, se não tiverem cuidado e regras claras para utilizá-lo, estão colocando todo o sistema em risco.

É preciso ter olhos também para essa brecha no sistema e não apenas para as já velhas e carcomidas portas do protocolo TCP/IP. Do que adianta termos uma parafernália de segurança de última geração se o usuário do sistema, navegando na Internet, não tem o menor pudor em acessar sites que podem esconder scripts de ataque nas suas singelas páginas ASP(x) ou XML ou PHP?

Mas, também, como saber se o site é perigoso? A resposta é bom senso. Parece lúdico, mas uma das mais importantes ferramentas de segurança é o bom senso. Os administradores de sistema precisam estar atentos para esse problema. Os maiores vilões para a segurança dos dados da empresa podem estar(e provavelmente estão) dentro da própria empresa, fantasiados de aliados.

Durante auditorias de segurança é comumente encontrado esse tipo ocorrência, onde o sistema “falhou”, não porque estivesse sem o último patch ou update, mas porque um usuário fez o que não devia, e,pior, sem consciência, por falta de treinamento e orientação.

Não é fácil criar essa cultura empresarial, mas é preciso iniciá-la o mais rápido possível. E um grande auxiliar na criação dessa política é o pessoal da qualidade, pois podemos colocar certas regras de uso do sistema no manual da qualidade.

As empresas gastaram muito dinheiro implantando sistemas computacionais de gestão, gerenciamento de documentos, workflow, numa clara tentativa de se tornarem mais competitivas e economicamente viáveis. Algumas conseguiram, outras não. Infelizmente, continuam apenas na tentativa, seja por errarem na escolha do produto, seja por falta de cultura empresarial para implantar esses sistemas. E até por subestimarem o poder de transformação que esses programas realizam em uma empresa.

Com segurança é a mesma coisa: comprar um sistema não é o fim da história, é apenas o começo. Um trabalho árduo de conscientização e treinamento é necessário para criar essa cultura. Se todos realmente tiverem esses cuidados no uso dos recursos oferecidos pela empresa, o sistema estará muito mais seguro do que apenas confiando nos sistemas de segurança.

E vale lembrar que o pior tipo de ataque é aquele que você não sabe que sofreu, pois nenhuma medida corretiva será tomada e, outras vezes, os ataques poderão ocorrer, trazendo prejuízo para a empresa.

Não é fácil educar os usuários do sistema para terem bom senso, e muitas desculpas são dadas por eles na tentativa de justificar seus erros, mas treinamento é a saída mais curta para criar essa cultura.

É evidente que não podemos abrir mão de nenhum sistema de segurança porque temos bom senso, mas, com certeza, sem bom senso todo e qualquer sistema de segurança está mais vulnerável.

Sistemas de segurança robustos, bem administrados e atualizados e usuários treinados e orientados, formando essa cultura empresarial de segurança, é, sem sobra de dúvida, a melhor receita para uma empresa que busca trabalhar em um ambiente seguro.

Marcelo Piuma (marcelo@qualityware.com.br) é Engenheiro Eletricista e Diretor de Marketing da Qualityware Informática de Curitiba. Atuando no mercado de TI a mais de 20 anos tem desenvolvido projetos de segurança da informação e redes de computadores no Brasil, América do Sul, Europa e Malásia.

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Healthcare é foco de novo escritório da Qualityware Informática no Rio de Janeiro

Denise Torres, executiva da Qualityware no Rio de Janeiro

Denise Torres, executiva da Qualityware no Rio de Janeiro

A Qualityware Informática abre novo escritório no Rio de janeiro de olho no mercado de soluções de tecnologia da informação para healthcare (hospitais, clinicas e centros médicos).

A entrada no mercado do Rio será feita em companhia da Teltec Solutions, parceira antiga da Qualityware, que fica responsável pelo fornecimento dos produtos e soluções deste segmento , enquanto a Qualityware será o agente de serviços.

Segundo Marcelo Piuma, Diretor de Marketing da Qualityware, o mercado de healthcare tem crescido muito e aumentado seu consumo de soluções, que visam melhorar o conforto do paciente e a performance dos hospitais, trazendo benefícios para todos. “Estar num hospital não é desejo de ninguém. Mas, se podemos trazer mais qualidade de vida para os pacientes e acompanhantes, com melhores indicadores de performance, velocidade no atendimento e informações que possam salvar vidas, estamos transformando tecnologia em algo concreto e ainda mais útil. Esse é nosso objetivo” afirma.

A unidade do Rio de Janeiro será comandada pela executiva Denise Torres (ex-Amil), que agrega o time com seu conhecimento do mercado de saúde local. É uma grande aquisição para nossa operação”, comenta Marcelo Piuma. “Em um estudo para a elaboração do Planejamento de Marketing até 2016,foi identificada a necessidade da expansão territorial doméstica e o Rio de Janeiro surgiu como uma praça primária”, completa.

Daniel Raizer Heller, Diretor de HealthCare da Teltec, acredita que hospitais e clínicas estão buscando soluções para garantir a segurança dos pacientes e melhorar a qualidade dos serviços de saúde. “As soluções que estamos trazendo para esse mercado colocarão nossos clientes na vanguarda tecnológica. É uma questão de tempo para que os pacientes exijam um melhor serviço nas unidades de saúde. Quem sair na frente terá uma grande vantagem competitiva”.

As metas da nova unidade são agressivas e o desafio do “time Rio” é conquistar R$ 10.000.000,00 até o final do ano de 2015.

O novo escritório fica na Praia de Botafogo, 501, Centro Empresarial Mourisco.

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Qualitware reúne CIOs em evento gourmet

Executivos da área de tecnologia de dezenas de empresas paranaenses saíram de uma rotina cercada de lógica e processos para uma aventura no
mundo da culinária. Em uma aula especial de uma escola de gastronomia de Curitiba, o grupo foi dividido em “equipes ágeis” para a preparação de
pratos elaborados, com supervisão de chefs do Espaço Gourmet. A ação diferente e divertida foi uma iniciativa da área de marketing da Qualityware,
empresa especializada em infraestrutura de TI, desenvolvimento de software, licenciamento Microsoft e comercialização de HP. O diretor Marcelo Piuma
e o coordenador do evento Guilherme Weinschutz destacarm que “essa é a primeira de muitas ações de relacionamento planejadas para posicionar a
Qualityware como referência em TI”.

A integradora IT2B, que patrocinou o evento, apresentou a Qualityware como empresa associada para atuar, no sul do Brasil, na comercialização de
produtos HP e, principalmente, HPN. O diretor de expansão da empresa Rodrigo Gonçalves também apresentou Mauro Onizuka, Territory Manager da
HP, como um importante apoiador dos negócios coordenados na região. Os convidados ainda conheceram a equipe comercial formada por Laércio
Oldakoski, Yuri Paske e pelas gerentes de relacionamento Danielle de Oliveira e Fabiana Cristina Asen.

Bruno Perboni, presidente da Qualityware, afirma que “ações como o evento gourmet, realizado em Curitiba, colocam clientes e prospects frente a
frente para que possam trocar experiências e opiniões sobre a empresa e o mercado”. “É extremamente saudável e produtivo porque criamos laços
fortes entre nossa equipe e nossos clientes”, conclui o empresário. Veja reportagem em vídeo sobre o evento.

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Qualityware adquire Duet Tech e projeta crescer 50% em 2013

A Qualityware finalizou o processo de fusão / aquisição com a Duet Tech e aumentou seu portfólio de produtos e serviços, equipe técnica e pretender crescer 50% até dezembro de 2013.

A ideia de juntar as operações iniciou-se no ano passado quando as empresas começaram a atuar juntas em um projeto comum onde cada empresa era responsável por uma parte. A interação das equipes e a satisfação do cliente foram tão grandes que chamou a atenção da direção das duas empresas. Daí para iniciar o processo de fusão / aquisição foi um passo rápido e conduzido por um grupo multidisciplinar que envolveu profissionais das duas empresas e de todas as áreas com a missão de minimizar impacto cultural e atrasos nos projetos.

O objetivo principal da fusão / aquisição é apresentar para o mercado uma empresa mais completa e com todas as áreas do conhecimento de TI:
• Desenvolvimento de Software – Desenvolvimento SharePoint.
• Produtos – comercializando produtos como HP, Microsoft, Symantec e etc.
• Infraestrutura – cabeamento estruturado e projetos de data center.
• IT Services – Segurança de Rede, NOC / SOC, Suporte, IDM e Projetos de TI.

A fusão criou uma empresa com um dos maiores portfólios do mercado que vai do cabeamento estruturado, projetos de data center, vendas de equipamentos, licenciamento de softwares até serviços de BPO, NOC, projetos de segurança de rede, comunicação unificada e chegando ao desenvolvimento SharePoint afirma Bruno Perboni – Presidente da Qualityware.

Atuando desde janeiro como Diretor de Vendas e Marketing, Marcelo Piuma afirma que as metas são agressivas e projetamos para esse ano crescer 50% tanto no mercado público quanto no privado. Uma nova equipe comercial foi montada e também passamos a contar com um sistema de CRM bem mais robusto que os anteriores.

A área técnica também está passando por mudanças e crescimento com contratações quase que semanais.
A possibilidade de novas fusões / aquisições não está descartada, assim como associações com grandes players do mercado de TI, afirma Bruno Perboni.

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