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Magazine Luiza, Americanas e Zoom dominam ranking de aplicativos para a Black Friday 2019

Magazine Luiza ao lado de Americanas lideram o ranking de aplicativos para Android, e Zoom é o primeiro no ranking iOS dos aplicativos mais bem posicionados para a Black Friday 2019, segundo o relatório exclusivo do RankMyAPP, empresa de tecnologia referência em mobile marketing no Brasil.

O ranking é gerado em tempo real através de um algoritmo criado pela equipe de desenvolvimento do RankMyAPP e combina dados próprios com dados das app stores, criando uma pontuação indicando o market share de visibilidade para cada aplicativo, considerando as palavras mais relevantes buscadas para Black Friday. “Sabemos que a Black Friday é uma data chave para o comércio, o relatório entrega ao mercado um indicador para as empresas trabalharem em otimizações e obterem o melhor resultado de vendas”, afirma Juliana Assunção, CMO do RankMyAPP.

O relatório também mostra a relevância das palavras-chave mais pesquisadas para a Black Friday baseada no comportamento do usuário. “As buscas mais relevantes são para termos específicos como ‘TV LED’ e ‘geladeira’ e não por marcas específicas. A exceção é o iPhone, única marca a aparecer com mais de 50% de relevância para a Black Friday”, complementa a executiva.

Embora a data aqueça as compras de bens de consumo e tickets maiores, o ranking mostra que o consumidor também busca ofertas de produtos consumidos no dia a dia como fast food e deliveries, colocando McDonald’s, Burger King e iFood bem posicionados.

As recomendações para as empresas trabalharem sua estratégia de mobile marketing para a data são os testes e o planejamento. “O ideal é iniciar o planejamento entre julho e agosto, é nessa época que começam a surgir no ranking jogos casuais aleatórios que realizam suas otimizações para a Black Friday. Além disso, o aplicativo precisa entregar o que promete na campanha sendo imprescindível testá-lo durante toda a jornada do usuário, desde a descoberta nas app stores até no uso do app em si, senão todos os investimentos podem trazer efeitos até negativos”, analisa Juliana.

O relatório está dividido entre apps para Android e apps para iOS e pode ser consultado gratuitamente no site do RankMyAPP.

FONTE RankMyAPP

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Magazine Luiza bate recorde de vendas – Digital tem crescimento exponencial e já é quase metade do faturamento

O Magazine Luiza (B3:MGLU3), uma das maiores plataformas digitais do varejo brasileiro, acaba de informar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seus resultados financeiros do terceiro trimestre. Os indicadores do período entre julho e setembro — período que já incorpora os resultados da Netshoes e que foi marcado pela expansão acelerada das vendas em todos os canais — demonstram a efetividade da estratégia de crescimento exponencial adotada e comunicada pela companhia no início de 2019.

No trimestre, as vendas totais do Magalu atingiram 6,8 bilhões de reais, um avanço de 47% em relação ao mesmo período de 2018. O e-commerce — composto por site, superapp de vendas, marketplace e as operações de Netshoes, Zattini e Época Cosméticos — cresceu 96% no trimestre. Em setembro, pela primeira vez, as vendas digitais representaram aproximadamente metade das receitas totais da companhia. E, ao final do trimestre, o Magalu reunia 24 milhões de clientes ativos em sua base, uma expansão de 49% na comparação anual, impulsionada pela integração da Netshoes, pelo crescimento do marketplace e pelo crescimento da rede de lojas físicas, com a entrada em dois novos estados e no Norte do país.

“Estamos traçando o caminho previsto na estratégia: um crescimento exponencial e acima da expectativa, impulsionado pelo ganho de participação, pelo marketplace e pela incorporação das vendas da Netshoes no nosso resultado”, diz Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. No terceiro trimestre, a companhia apresentou um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) ajustado de 301 milhões de reais — aumento de 7% em bases anuais — com margem de 6,2%. O lucro líquido ajustado foi de 136 milhões de reais, com margem de 2,8%.

As vendas digitais continuam a ser um poderoso motor de crescimento. O Superapp do Magalu — que, há cerca de três meses, integrou os aplicativos de Netshoes, Zattini e Época Cosméticos — conta atualmente com cerca de 14 milhões de usuários ativos mensais. O Marketplace — plataforma que permite a venda de produtos de tíquete menor e maior recorrência, entre outras facilidades — vem incorporando uma média de 1 000 novos sellers a cada mês. O Magalu conta, atualmente, com 11 400 parceiros que, juntos, oferecem 12 milhões de itens, entregues em todo o país. Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o Marketplace cresceu mais de 300%, contribuindo com vendas adicionais de 853,7 milhões de reais — ou 26% do e-commerce da companhia.

A multiplicação do número de sellers e da quantidade e variedade de itens oferecidos impulsiona uma nova linha de negócios — o Magalu as a Service (MaaS). Mais de 70% dos sellers já aderiram ao Magalu Entregas e, no modelo de cross-docking, a Malha Luiza atualmente oferece o serviço de coleta e entrega do produto ao cliente final para mais de 200 parceiros.

Para comemorar esses marcos e estreitar ainda mais os laços com os sellers, foi realizada em setembro a primeira edição do ExpoMagalu, que reuniu mais de 1 200 parceiros. No evento, foram lançadas duas iniciativas: frete grátis para vendas acima de 99 reais feitas pelos sellers que aderiram ao Magalu Entregas e taxa de antecipação de recebíveis promocional que passou de 1,49% para 0,99% ao mês. Além de duas inovações do Magalu as a Service, o iPDV (para facilitar a venda de produtos e listagem dos parceiros) e o Magalu Tax (com soluções de recolhimento de impostos).

Plataforma digital, com pontos físicos e calor humano

Os bons resultados do trimestres não ficaram restritos ao digital: as vendas das lojas físicas tiveram crescimento de 9%, na comparação com o ano passado, em mesmas lojas. Com as unidades novas, o expansão foi de 19%. Neste terceiro trimestre de 2019, a companhia chegou a simbólica marca de 1 000 lojas físicas, localizadas em 18 estados do Brasil. Entre junho e setembro, 52 unidades foram inauguradas. E dois novos mercados passaram a ser atendidos: Pará – marcando a chegada do Magalu ao Norte do País – e Mato Grosso. A companhia também chegou a marca de 17 centros de distribuição e cerca de 30 000 funcionários.

Netshoes: integração acelerada

Adquirida no final de junho, a Netshoes, maior e-commerce de calçados e artigos esportivos do país, vem sendo um fator importante na estratégia de aceleração do crescimento. No trimestre, a Netshoes registrou vendas de quase 700 milhões de reais. Em apenas quatro meses, a margem Ebitda da operação quase atingiu o ponto de equilíbrio.

A integração de Magalu e Netshoes teve início logo após a conclusão da aquisição. Desde junho, clientes do Magazine Luiza podem comprar produtos Zattini e Netshoes por meio do Superapp — o que, agora, inclui itens de marcas como Adidas. Quase 40 grupos de trabalho, que reúnem profissionais das duas operações, foram formados para analisar e ajudar na adoção geral das melhores práticas. Desde o início de outubro, clientes que compram nos sites de Netshoes e Zattini podem retirar suas encomendas em algumas das lojas do Magalu, em São Paulo. Em 2020, o sistema Retira Loja para vendas dessas operações deve ser escalado para outras unidades e regiões do país. Dessa forma, a operação da Netshoes se integra à estrutura multicanal construída pelo Magazine Luiza nos últimos anos.

Nos últimos 12 meses, a companhia inaugurou 126 unidades físicas, já no conceito de shoppable distribution centers, ou pequenas centrais de distribuição que se integram aos 17 CDs e a toda malha logística do Magalu.

Esse sistema interligado na plataforma Magalu faz com que a companhia possa oferecer um padrão elevado de serviços ao cliente. A entrega expressa — prometida e entregue em até 48 horas na casa do consumidor — já está disponível em 320 cidades e representa quase 50% de todas as entregas realizadas pela empresa. A Logbee, startup de tecnologia em logística comprada em 2018, está presente em 120 municípios e entrega em até 24 horas para mais de 40 cidades, incluindo seis capitais.

A Luizacred, uma operação importante para aumentar a base de clientes e torná-la fiel, registrou um lucro de 14,4 milhões de reais no trimestre. A receita total aumentou 37,3% e sua base cresceu 23,1%, atingindo um total de 4,9 milhões de cartões. No período, o faturamento do Cartão Luiza foi de 6,9 bilhões de reais, uma expansão de 35,1% na comparação anual.

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Magalu abre concurso para escolher startups

O Magazine Luiza está com inscrições abertas para seu primeiro pitch day de serviços digitais. A empresa vai selecionar startups para se tornarem parceiras em serviços oferecidos para o consumidor. Os empreendedores digitais com boas ideias podem se inscrever no site: http://maga.lu/pitchday.

“Estamos procurando todos os tipos de startups. Podem ser soluções financeiras, para saúde, educacionais, de entretenimento, não temos barreiras: queremos ser surpreendidos”, afirma Juliana Silva, gerente de serviços digitais do Magazine Luiza. “Só precisamos que a ideia tenha alguma ligação com os produtos que vendemos aqui no Magalu, como smartphones, smartwatches, notebooks, tablets etc.”

Inicialmente, o Magalu vai escolher parceiros. Contudo, nos últimos três anos, foram cinco startups parceiras que foram adquiridas pela empresa. “Neste momento, não é necessário ter um plano de negócios, estar financeiramente estável, estamos atrás de ideias. Se a ideia for muito boa, trabalharemos o plano de negócios juntos”, afirma Juliana.

Após a fase de inscrição, o Magalu vai pré-selecionar 20 startups para apresentarem seus serviços para os diretores da companhia, no dia 6 de novembro. As melhores ideias desse grupo serão escolhidas para, ao lado do Magalu, discutir opções financeiras.

Pitch Day Magalu
Inscrições: http://maga.lu/pitchday
Apresentação das ideias: 6 de novembro

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Magazine Luiza lança plataforma que permite que outras lojas físicas vendam seus produtos

O Magazine Luiza lançou, no evento VTEX Day, uma nova plataforma voltada aos varejistas. Com o “Parceiro Magalu”, um lojista pode, por intermédio de um aplicativo, vender qualquer um dos 4 milhões de produtos do Magazine Luiza em sua loja.

A rede de lojas de materiais de construção ABC da Construção, que tem lojas nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, já começou a usar a plataforma, em sua fase piloto. Além dos produtos de construção do lojista, o cliente pode comprar o televisor, a geladeira e outros móveis da sua casa, por exemplo. A venda é realizada e paga na loja do parceiro e a entrega é feita pelo Magazine Luiza, na casa do cliente.

A solução de pagamento foi desenvolvida em parceria com a Cielo. Com o aplicativo integrado, o vendedor efetua a transação diretamente no PDV do loja. As vendas por meio do Parceiro Magalu podem render comissões de até 8% para o lojista que aderir à plataforma.

Para fazer uso do Parceiro Magalu, o lojista precisa ter um CNPJ, conta bancária e um smartphone com acesso à internet.

Além do lançamento, o Magazine Luiza aproveita o VTEX Day para mostrar suas soluções de marketplace.

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Brasil recebe primeiro hackathon internacional de hashgraph

O Luizalabs, laboratório de tecnologia do Magazine Luiza, receberá, em 15 de outubro, o primeiro hackathon internacional para aplicações que usam a tecnologia Hashgraph. O evento ocorre simultaneamente em São Paulo, Dallas, San Francisco, Londres, Singapura, Tel Aviv, Paris, Bangalore e Moscou. O hackathon é organizado pela americana Hedera, empresa criadora de uma criptomoeda baseada na plataforma hashgraph.

O hashgraph é um novo algoritmo de consenso e registro distribuído, uma maneira de fazer com que pessoas que não se conhecem possam transacionar online sem a necessidade de um intermediário. A plataforma é rápida, segura, justa, e, ao contrário de algumas plataformas baseadas em blockchain, não necessita de algoritmos custosos de prova-de-trabalho. “O hashgraph é bem mais rápido e barato em seu processo de chegar a um consenso. Consegue superar as deficiências do blockchain”, afirma Simon Olson, diretor de novos negócios e RI do Magazine Luiza. “O blockchain foi uma criação revolucionária, mas não é prática em larga escala.”

O Magazine Luiza é a primeira empresa brasileira a acompanhar a evolução do hashgraph. Um time de desenvolvedores do Luizalabs participará da hackathon e o laboratório de inovação do Magalu já está experimentando a tecnologia.

A inscrição de desenvolvedores interessados em participar do hackathon é gratuita e pode ser feita no site http://www.eventbrite.com/e/hashgraph-hedera18-hackathon-sao-paulo-tickets-50551881037.

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Magazine Luiza é a melhor empresa para trabalhar no varejo brasileiro, diz GPTW

O Magazine Luiza foi apontado como a melhor empresa do setor varejista e a segunda no ranking geral, segundo o relatório do Great Place to Work de 2018. A companhia, que hoje conta com mais de 20 000 funcionários, está na lista há mais de duas décadas. Isso mostra o quanto os executivos que estão no comando valorizam as políticas e práticas de recursos humanos e reconhecem a sua importância para a obtenção de resultados.

O ranking é elaborado a partir de um estudo dos especialistas da GPTW sobre a cultura e prática das grandes empresas nacionais. A voz dos funcionários é ouvida em uma pesquisa de clima. “O que queremos é que o Magalu seja realmente um excelente lugar pra trabalhar”, afirma Patrícia Pugas, diretora executiva de gestão de pessoas do Magazine Luiza. “A colocação no ranking é apenas uma consequência dessa vontade.”

Além do destaque na lista geral, o Magazine Luiza também foi apontado como a empresa que melhor conversa com seus funcionários. Essa comunicação é feita com a ajuda de uma rede social própria, um canal de tevê e uma emissora de rádio, que promovem uma interação constante com os “Magalus” – como são chamados os funcionários da empresa, internamente.

O Consórcio Luiza, empresa do Grupo Magazine Luiza, , está, pelo oitavo ano consecutivo, entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil, de acordo com um ranking divulgado pelo instituto Great Place to Work (GPTW), um dos mais conceituados do mundo. Neste ano, a empresas ficou em 3º lugar entre as melhores empresas no segmento de “Médias Nacionais” (100 a 999 funcionários).

Fundado há 25 anos, nos Estados Unidos, o Great Place to Work traz em sua marca o prestígio e o reconhecimento internacional por desenvolver as pesquisas das Melhores Empresas para Trabalhar em 59 países (América do Norte, América Latina, Europa, África, Oceania e Ásia), impactando mais de 12 milhões de funcionários. Em 2018, 2 300 empresas que operam no Brasil se inscreveram para participar do ranking.

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Magazine Luiza entra em lista de empresas mais inovadoras da América Latina da Fast Company

O Magazine Luiza entrou na lista de empresas mais inovadoras da América Latina, elencada pela revista americana Fast Company. A varejista é a única da lista que não é uma empresa nativa digital, comprovando o sucesso da empresa em se digitalizar.

Ao lado do Magazine Luiza na lista estão apenas outras quatro empresas brasileiras. Dentre elas, a 99 e a Nubank. “Ficamos felizes por sermos reconhecidos por uma publicação que é referência no mercado de tecnologia”, afirma Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. “Mostra que uma empresa brasileira pode ser protagonista no universo digital e que a inovação não é monopólio do Vale do Silício.”

DNA de inovação

O histórico de inovação do Magazine Luiza é grande. Em 1992, ainda sob a tutela de Luiza Helena Trajano, a empresa criou as “lojas eletrônicas”, pontos de venda sem estoque e sem mostruário, nos quais os produtos eram exibidos aos clientes por meios de fitas de vídeo cassete em TVs.

A empresa também foi a primeira a lançar um social commerce, o Magazine Você. A ferramenta começou em redes sociais como o Orkut e hoje é uma plataforma independente que permite que os usuários façam, até, venda porta a porta.

O grande responsável pela virada digital do Magazine Luiza, no entanto, foi o Luizalabs. O laboratório de inovação foi lançado em 2012 e, desde então, é focado em transformar os produtos do Magazine Luiza.

Hoje, o Magazine Luiza oferece uma experiência digital de venda em seus pontos físicos não só nas capitais, mas também nas lojas dos rincões do Norte e Nordeste.

Grande parte da estratégia do Magazine Luiza está na internet. Hoje, um terço do faturamento da companhia vem das vendas online e as operações são completamente integradas.

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Magazine Luiza vende TVs com R$ 5 mil de desconto e smartphones de última geração por R$ 300 em ação pré-Black Friday

O Magazine Luiza surpreendeu mais de 700 clientes que participaram de uma ação pre-Black Friday ocorrida nesta terça-feira, 21. Apenas com a informação do preço que pagariam pelo “produto secreto”, seguidores do Magalu nas redes sociais escolheram entre oito ofertas diferentes, escondidas nos chamados -Loot Boxes, ou caixas pretas virtuais. Os valores ultrapassaram a barreira da simples promoção: tevês de 55 polegadas, 4k, de R$ 5.899, foram vendida por R$ 999. Smartphones de última geração, que custam R$ 3.500, saíram por R$ 299.

Além dos dois produtos, também foram vendidas na ação 378 cafeteiras de R$ 380 por R$ 29; 144 caixas de som de R$ 859 por R$ 59; 65 notebooks de R$ 1.699 por 99; 83 Smart TVs de 40 polegadas de R$ 2.299 por R$ 199; três lavadoras de R$ 3.599 por R$ 399; 23 refrigeradores de R$ 3599 por R$ 399 e 12 tevês de tela grande de R$ 5,5 mil por R$ 999.

Nas redes sociais, 335 mil pessoas interagiram com a postagem da promoção — quase todas de forma positiva. No Facebook, 25 milhões de pessoas tiveram contato com a ação, que foi criada pela agência DAVID.

A Black Friday do Magalu acontece durante todo o mês de novembro, com ofertas diárias, e será finalizada no dia 24, sexta-feira, com uma forte campanha de descontos, que devem chegar a 80% sobre o preço praticado.

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Em ação pré-Black Friday, Magazine Luiza vende “produtos secretos” por preço simbólico

O Magazine Luiza faz, ao longo desta terça-feira, uma “brincadeira” com seus clientes. No Facebook da Magalu, a companhia vai colocar produtos premium, com preços muito abaixo dos praticados no mercado. Contudo, o cliente terá que comprar no escuro, clicando em um black post que terá apenas uma informação: o valor a ser pago. O tema da ação é: “Quem acredita no Magalu, se dá bem”.

Os produtos serão de diferentes categorias e os preços muito abaixo do de costume. Serão apenas 300 unidades vendidas, com valores entre R$ 29 e R$ 999, divididas em 8 ofertas. “É uma espécie de recompensa que queremos dar para aqueles que acreditarem e confiarem no Magalu”, afirma Eduardo Galanternick, diretor-executivo de e-commerce do Magazine Luiza. “Quem participar vai se dar muito bem.”

A maioria dos produtos comprados pelos clientes serão entregues em até um dia. Quem não gostar do produto que comprou, poderá fazer a devolução em até sete dias.

O Magazine Luiza vem promovendo sua Black Friday desde o começo do mês de novembro.

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Magazine Luiza lança supermercado na internet

A varejista Magazine Luiza entrou em mais um ramo de atuação. A partir do mês de outubro, o e-commerce da companhia passa a competir também no segmento de mercado – com produtos para cuidados com o cabelo, higiene pessoal, cuidados do corpo, cuidados com a roupa, limpeza da casa, cuidados do bebê e ainda itens como cápsulas de café, fórmulas infantis, achocolatados etc.

A atuação na nova área será toda feita pela Magalu, com estoque e distribuição própria. “Esse é um segmento que vemos muitas oportunidades”, afirma Eduardo Galanternick, diretor-executivo de e-commerce do Magazine Luiza. “Nossa logística é reconhecidamente umas das melhores do Brasil e agilidade na entrega é diferencial para este segmento.”

A Magalu aposta nos baixos preços para compras de mais itens. Quão mais unidades o cliente comprar, maior será o desconto nos produtos. “Esse é um segmento ainda pouco explorado no comércio eletrônico e vamos subir a barra do serviço para a categoria”, diz Galanternick.

Outro diferencial do segmento Mercado dentro do Magazine Luiza será a opção de retirar o produto em uma das lojas da rede – que tem 814 pontos distribuídos pelo Brasil. Com essa opção, a entrega é feita em até dois dias úteis com frete grátis.

O e-commerce é central na estratégia do Magazine Luiza. Hoje, o site da companhia já responde por 30% do faturamento – operando sempre com lucros trimestrais. Recentemente, o Magazine Luiza inaugurou seu marketplace, que fez o número de produtos ofertados no site subir de 80 mil para 550 mil itens.

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E-commerce é destaque em lucro recorde do Magazine Luiza

O Magazine Luiza (B3: MGLU3), uma das maiores redes de varejo do Brasil, acaba de apresentar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) os resultados relativos ao segundo trimestre de 2017.

Pelo sexto trimestre consecutivo, a companhia registra melhoria em todos os seus indicadores, fruto da execução da estratégia de transformação do Magazine Luiza em uma plataforma digital, com pontos físicos e calor humano. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou o maior lucro líquido para o período em seus 60 anos de história: 72 milhões de reais, um crescimento de quase 600% em relação ao segundo trimestre de 2016. O Ebtida (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) aumentou 44%, atingindo 236 milhões de reais. No consolidado do primeiro semestre de 2017, o lucro do Magazine Luiza foi de 131 milhões de reais, um crescimento de 736% em relação ao mesmo período do ano passado.

A melhoria sistemática dos resultados é explicada por uma conjunção de fatores, todos ligados à estratégia central de transformação digital. No segundo trimestre deste ano, as vendas do Magazine Luiza cresceram em todos os canais.

No e-commerce – site, aplicativo e redes sociais – o aumento foi de 55% (no trimestre passado, as vendas nas plataformas digitais da companhia já haviam registrado crescimento superior a 50%). Atualmente, o e-commerce já representa 28% do faturamento total do Magazine Luiza. Um dos destaques do trimestre, nesta área, foi o desempenho das vendas pelo app, com 6,2 milhões de downloads. O aplicativo do Magazine Luiza foi eleito pelo Google em 2016 um dos melhores do Brasil.

Reforçando a estratégia de ser “digital, com pontos físicos e calor humano”

As vendas das lojas físicas também aumentaram significativamente, confirmando a eficácia da estratégia de multicanalidade da companhia e a importância de seus pontos físicos. O crescimento, pelo critério de mesmas lojas, foi de 15% no trimestre. Considerando-se o e-commerce, e todas as lojas físicas – 814 no total, com abertura de 27 nos últimos 12 meses – e o e-commerce, as vendas do Magazine Luiza avançaram 26%, atingindo 3,2 bilhões de reais. Com isso, a companhia continua a ganhar participação de mercado no varejo de móveis e eletroeletrônicos. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as vendas nominais desse mercado cresceram 5% nos primeiros cinco meses de 2017.

Marketplace e a consolidação da Plataforma Digital

No caminho para se transformar numa grande plataforma digital com pontos físicos e calor humano, o Magazine Luiza lançou há um ano seu marketplace. Ao longo desse período, a oferta de produtos cresceu exponencialmente. No final de 2016, o marketplace da companhia contava com 50 parceiros e pouco mais de 80.000 itens. Atualmente, são mais de 250 parceiros – empresas como Gazin, Mobly, Ri Happy e Positivo Informática – e mais de 550.000 itens oferecidos.

Essa expansão foi possível, sobretudo, graças à aquisição, no início deste ano, da Integra Commerce, integradora baseada em Itajubá, Minas Gerais, e ao crescimento do Luiza Labs, laboratório de inovação do Magazine Luiza, que conta com mais de 250 engenheiros e técnicos dedicados aos desenvolvimento de soluções digitais. Nos primeiros seis meses deste ano, 50% dos investimentos feitos pela companhia foram voltados para a área de tecnologia.

Inclusão Digital

O forte foco em tecnologia traçado pela empresa também atrai mais clientes conectados. Isso explica o crescimento das categorias de smartphones e Smart TVs. Contudo, a posse da tecnologia é apenas um dos pilares da estratégia do Magazine Luiza. Uma outra diretriz consiste em tornar os consumidores aptos a usá-la de maneira eficiente. Por isso, o trimestre também foi marcado pelo aumento de vendas do serviço de assistência Lu Conecta (com configuração de smartphone, instalação de aplicativos e antivírus, além do serviço de atendimento por telefone 24 horas) e a venda de planos pós-pagos de todas as operadoras nas lojas.

A empresa também vem usando a televisão para mostrar o poder da inclusão digital aos consumidores. Com o quadro Missão Digital, dentro do programa É de Casa, da Rede Globo, o Magazine Luiza tem revelado para famílias de perfis diversos do Brasil o quanto a tecnologia pode transformar suas vidas, para melhor.

Disciplina e Eficiência Financeira

Por mais um trimestre, o Magazine Luiza registrou melhorias em seus indicadores operacionais e financeiros. Na primeira metade do ano, a empresa melhorou o giro dos estoques e o prazo médio de compras. Nos últimos 12 meses, o Magazine Luiza também reduziu sua necessidade de capital de giro ajustado em 516 milhões de reais.

A dívida líquida ajustada da companhia foi reduzida em 587 milhões de reais, na comparação com o indicador de um ano atrás, atingindo 268 milhões de reais. No segundo trimestre, a relação dívida líquida ajustada/Ebitda ajustado foi de 0,3 vez, ante 1,5 vez do segundo trimestre de 2016.

O último trimestre também foi marcado por uma forte redução nas despesas operacionais, que caíram 2,1 pontos percentuais, representando 22,8% da receita líquida. O movimento é explicado por uma série de fatores: o crescimento do e-commerce, a maturação dos projetos de redução de despesas adotados pela companhia dentro do programa de Orçamento Base Zero (OBZ) e Gestão Matricial de Despesas (GMD). Contribuíram também para a redução das despesas a maturação dos projetos da transformação digital, como o aplicativo Mobile Vendas e o Retira Loja.

Avanço nos Serviços Financeiros

No trimestre, o indicador da carteira vencida acima de 90 dias da Luizacred melhorou 3,3 pontos percentuais, representando apenas 8,4% da carteira total. Mesmo com uma política de crédito conservadora, as vendas do Cartão Luiza nas lojas do Magazine Luiza cresceram 48%. Em função desse crescimento e da melhoria nos indicadores de inadimplência, o lucro líquido da Luizacred aumentou 8%, atingindo 27 milhões de reais no período.

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Magazine Luiza ganha principais categorias do Prêmio E-Commerce Brasil

O Magazine Luiza foi a empresa campeã das mais importantes categorias do Prêmio E-commerce Brasil, que premia os destaques do setor. A companhia foi reconhecida como a mais inovadora e teve seu diretor Júlio Trajano como profissional do ano em vendas.

“O prêmio com votação popular reconhece todo nosso esforço em gerar a melhor experiência de compra na internet. A inovação faz parte do nosso DNA”, afirma Julio Trajano, diretor comercial de e-commerce do Magazine Luiza. “No Magazine Luiza, o que não muda é que a gente sempre muda.”

O e-commerce do Magazine Luiza vem crescendo em vendas trimestre após trimestre. Hoje, o digital já responde por 29% das vendas do Magazine Luiza. Desde sempre, a loja virtual do Magazine Luiza opera visando o lucro, integrada com a operação de lojas físicas. Essa estratégia permitiu um avanço significativo nos negócios, especialmente na atual fase do varejo eletrônico, na qual as empresas estão buscando maior racionalidade nos números.

A inovação também está no DNA do Magazine Luiza. O Luizalabs, braço da empresa que opera como uma startup do Vale do Silício, tem a missão de buscar as melhores maneiras de tornar a empresa digital. A área é responsável pela digitalização da venda feita na loja física, na qual o vendedor usa um tablet para mostrar informações para o cliente e fechar a venda, diminuindo o tempo gasto na venda. O aplicativo da companhia também é destaque, sendo apontado pelo Google como um dos cinco melhores aplicativos brasileiros em toda a Google Play.

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Vendas digitais do Magazine Luiza crescem 32%, em 2016

O Magazine Luiza (BMF&Bovespa: MGLU3), uma das maiores redes de varejo do Brasil, acaba de apresentar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seu resultado fiscal de 2016.

Em 2016, o faturamento bruto do Magazine Luiza cresceu 8,3%, atingindo R$ 11,4 bilhões. O lucro líquido totalizou R$ 86,6 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 65,6 milhões, registrado um ano antes.

O resultado positivo é fruto da combinação de gestão disciplinada e foco na estratégia digital do Magazine Luiza, que passa pelo processo de transformação de companhia tradicional com uma operação de e-commerce para empresa digital, com pontos físicos e calor humano. Em 2016, os canais digitais do Magazine Luiza representaram 24% das vendas totais. Nos 12 meses do ano, o e-commerce cresceu 32,2%. No quarto trimestre, quando ocorreu a melhor Black Friday da história da companhia, a expansão foi de 41%. No mesmo período – entre outubro e dezembro – a participação das vendas digitais no total do faturamento atingiu 26%, um recorde histórico.

Destaque entre os canais digitais, o aplicativo de vendas mobile do Magazine Luiza ultrapassou a marca de 4,5 milhões de downloads. Com os incentivos do frete grátis e das compras com um toque, o app ultrapassou o volume de vendas do site da empresa, em datas como Black Friday.

O ano também marcou a entrada do Magazine Luiza no mundo dos marketplaces. Em 2016, a empresa adicionou mais de 80 mil itens (SKUs) de parceiros ao site do Magazine Luiza. Categorias – como pets, jóias, livros, bebidas e alimentos – foram incorporadas. Entre os parceiros do Magazine Luiza no marketplace estão Multi-Ar, Whirlpool, Empório da Cerveja, Toymania e Multishop, entre outros. Em 2017, o marketplace da companhia deve ser significativamente ampliado.

O processo de digitalização envolve as 800 lojas físicas da rede. Em 2016, todos os vendedores usam o aplicativo para smartphone Mobile Vendas, que permite uma redução significativa do tempo de atendimento e oferece à força de vendas informações sobre produtos e clientes. Em cerca de 150 lojas, já é possível fazer pagamentos pelo sistema Mobile Pinpad, que dispensa a ida aos caixas.

As vendas de celulares foram incentivadas com a introdução do serviço de buy-back, no qual o aparelho usado do cliente serve como parte do pagamento na compra de um novo. Além disso, as lojas ganharam novos serviços digitais como a venda de cartões de conteúdo para plataformas como Netflix, Google Play e para games. O serviço pago Lu Conecta instala aplicativos e configura itens conectados comprados na rede.

No ano passado, o Retira na Loja, sistema que permite que o cliente retire o produto comprado no site ou app seja retirado no ponto físico mais próximo, chegou em 100% das lojas do Magazine Luiza.

Essas tecnologias foram desenvolvidas pelo próprio Magazine Luiza. O Luiza Labs, laboratório de inovação da empresa, conta com mais de 100 engenheiros e especialistas dedicados ao desenvolvimento de soluções como o social commerce Magazine Você, o Clube da Lu, que oferece descontos a clientes cadastrados e a lista de presentes digital Quero de Casamento.

Atualmente, os desenvolvedores do Luiza Labs trabalham em projetos como o atendimento no modelo Chatbot da Lu, personagem símbolo do Magazine Luiza, e em tecnologias de ponta, como internet das coisas.

Destaques do ano

Ganho consistente de participação de mercado

O e-commerce do Magazine Luiza cresceu. A empresa atingiu a marca de 4,5 milhões de downloads em seu aplicativo de vendas mobile.

A empresa registrou aumento da margem bruta, diluição significativa das despesas operacionais e forte crescimento do EBITDA e do lucro líquido. Além de melhora no capital de giro, geração de caixa operacional e redução do endividamento líquido.

No ano, mais de 80 mil SKUs foram incorporados ao MarketPlace do Magazine Luiza. Categorias como produtos para pets, jóias, livros, bebidas e alimentos passaram a ser vendidas virtualmente.
A empresa atingiu a marca de 800 lojas físicas.

O sistema de retirada em lojas de produtos comprados pelos canais digitais da empresa chegou em 100% dos pontos físicos.

Crescimento da participação de novos canais digitais nas vendas totais da companhia: Época Cosméticos, Clube da Lu, Quero de Casamento, entre outras.

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André Fatala assume diretoria executiva de Tecnologia do Magazine Luiza

O Magazine Luiza criou, neste mês de dezembro, uma nova diretoria executiva no quadro da empresa, da área de tecnologia. A varejista, que tem a digitalização de seus negócios e clientes como principal driver de estratégia, vai unificar os assuntos sob a supervisão de um só executivo. Quem estará à frente da área de tecnologia do Magazine Luiza será André Fatala, que antes era diretor do Luiza Labs, centro de inovação do Magazine Luiza responsável por produtos como o Magazine Você, Quero de Casamento, Mobile Vendas e pelo aplicativo da companhia. Fatala entrou no Magazine Luiza em 2011, para integrar o time de TI. No ano seguinte, foi destacado para iniciar o Luizalabs e tornou a área um centro responsável por toda a digitalização do Magazine Luiza, com um time de cerca de 110 desenvolvedores.

No novo cargo, Fatala vai coordenar uma equipe de 270 profissionais, e terá como missão apoiar todos os departamentos da empresa no processo de transformação digital.

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Confira as lojas online mais populares nas buscas do Google Brasil

Mercado Livre é o e-commerce mais lembrado. Enquanto a palavra “celulares” é a mais procurada em três dos principais portais de lojas online

A SEMrush, líder global em marketing digital, verificou em seu banco de dados quais são os sites de e-commerce que são mais lembrados pelos brasileiros na hora de procurar lojas online e produtos no Google.

Mercado Livre é o líder nas buscas, mais de 20,4 milhões de pessoas procuraram pela loja no Google. Na sequência aparece as Casas Bahias, com 7,4 milhões de buscas, segunda mais lembrada na hora de comprar produtos online, seguida pelo Aliexpress, portal de vendas online do grupo chinês Alibaba, com 5 milhões de buscas.

O e-commerce Magazine Luiza também figura na lista, empatado com o Aliexpress e com a Netshoes, loja online de artigos esportivos e calçados. Ainda no Top 5 se encontra o Ponto Frio, tradicional loja de varejo brasileira, com 4,9 milhões de menções, seguida pelo Walmart (2,7 milhões).

Nesta lista aparecem também entre as principais lojas online lembradas pelos consumidores Dafiti, Centauro, eBay, Buscapé e Livraria Saraiva.

Produtos

Encabeçando a lista dos produtos mais procurados figura o item “celular”. As expressões “Casas Bahia + celulares” (1,6 milhões de menções), “Casas Bahia + celular” (1,3 milhões) e “Magazine Luiza + Celulares” (1,1 milhões) são as três mais buscadas na combinação produtos com nomes de lojas online.

Também aparecem na classificação “Mercado Livre carros”, “NetShoes tenis” e “Centauro tenis”, “Mercado Livre roupas”, “NetShoes chuteiras”, “Casas Bahia móveis”, “Casas Bahia TV”, “Mercado Livre motos”, “Dafiti calçados”, “guarda roupa Casas Bahia” e “Mercado Livre caminhões”.

Curiosidades

“WalMart USA”, “eBay Brasil”, “Mercado Livre RJ”, “Aliexpress Brasil”, “Mercado Livre DF” e “Mercado Livre RS” são os principais locais combinados com nomes de portais de e-commerce presentes na lista.

Com relação a formas de compra e pagamento, os termos mais procurados no Google são “cartão Casas Bahia”, “Magazine Luiza Cred”, “Magazine Luiza promoção”, “cupom de desconto NetShoes” e “cupom de desconto Ponto Frio”.

Para essa pesquisa, a SEMrush levantou 29.502 palavras-chave de cauda longa contendo nomes de lojas de e-commerce famosas no Brasil e sem seguida selecionou as mais populares.

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Magazine Luiza disponibiliza internet grátis em aeroportos brasileiros

O Magazine Luiza, um dos maiores varejistas do País, vai disponibilizar internet grátis nos principais aeroportos do Brasil: Porto Alegre, São Paulo/Congonhas, Rio de Janeiro/Santos Dumont, Curitiba, Florianópolis, Salvador, Fortaleza e Campinas/Viracopos. A empresa vai ajudar os viajantes a ficarem mais conectados, navegando em uma internet de qualidade.

Além de tornar a comunicação mais fácil, a rede de varejo ainda vai oferecer descontos especiais para quem, enquanto estiver usando o wi-fi do Magazine Luiza, baixe o aplicativo da empresa. Navegando pela plataforma enquanto espera seu voo, o cliente vai encontrar produtos com preços exclusivos .

A ação vai de encontro com a estratégia da empresa, de passar de uma marca tradicional do varejo, com uma loja virtual, para se tornar em uma companhia digital, com pontos físicos e calor humano. “O propósito do magazine luiza é democratizar o uso da tecnologia, através de ações que facilitem o dia a dia, portanto disponibilizar Wi-Fi grátis nos aeroportos tangibiliza este propósito”, afirma Ilca Sierra, diretora de marketing do Magazine Luiza. “Além disso, vamos oferecer, através do nosso aplicativo a mais simples, rápida e fácil experiencia de compra.”

A área digital é cada vez mais importante para a empresa. O e-commerce do Magazine Luiza hoje responde por 22% das vendas da empresa e seu aplicativo móvel, lançado em setembro de 2015, já conta com dois milhões de downloads.

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Vendas digitais do Magazine Luiza crescem 2 800% acima do mercado no primeiro trimestre

O Magazine Luiza, uma das maiores redes de varejo de móveis e eletroeletrônicos do país, surpreendeu o mercado ao anunciar uma série de resultados financeiros positivos, relativos ao primeiro trimestre de 2016. Apesar do quadro econômico recessivo, as vendas brutas cresceram 3%, atingindo 2,7 bilhões de reais e o lucro foi de 5,8 milhões de reais.

Foco da estratégia da empresa para os próximos cinco anos, as vendas digitais foram o grande destaque do trimestre. O faturamento do e-commerce do Magazine Luiza – site e no aplicativo – aumentou 27,8%, o maior ritmo de crescimento dos últimos cinco trimestres. Com uma operação lucrativa, o e-commerce já representa 22,4% do faturamento total do Magazine Luiza. Com o bom desempenho, os canais digitais contribuíram para a estabilização das vendas, quando comparadas as mesmas lojas, nos primeiros três meses de 2015. “Vários de nossos indicadores operacionais no e-commerce melhoraram significativamente”, diz Eduardo Galanternick, diretor-executivo de e-commerce do Magazine Luiza. “Graças a nosso sistema de recomendação, acertamos mais a oferta de produtos com base no perfil de cada cliente. Também melhoramos a gama de produtos oferecidos e as variáveis comerciais, como frete, preço e condições de pagamento.”

O aplicativo de vendas para smartphone — desenvolvido no Luizalabs, o laboratório de desenvolvimento e inovação da companhia, e lançado no final do ano passado — superou os 2 milhões de downloads e vem ajudando a aumentar o índice de conversão de vendas nos meios eletrônicos.

Os investimentos em tecnologia cresceram 26% em relação ao primeiro trimestre de 2015. Entre janeiro e março deste ano, foram aportados 11,2 milhões de reais. Ao mesmo tempo em que aposta no site e nas vendas via aplicativo, o Magazine Luiza vem digitalizando suas lojas convencionais. No final do primeiro trimestre deste ano, os vendedores de 183 dos 671 pontos de venda físicos da rede estavam integrados ao projeto Mobile Vendas. Treinados e equipados com smartphones, esses profissionais reduzem o tempo médio de venda de 40 minutos para 5 minutos, aumentando a produtividade da operação e melhorando a experiência dos clientes.

Luiza Labs

Vital para o desenvolvimento do comércio eletrônico do Magazine Luiza, o Luizalabs, laboratório de inovação da empresa, está em expansão. Hoje, são cerca de 100 engenheiros dedicados à criação de novas plataformas e ao aperfeiçoamento das existentes.

O Luiza Labs é uma célula que funciona paralelamente à equipe de TI da empresa. O time de inovação é responsável por soluções como o Magazine Você (lojas criadas por pessoas físicas nas redes sociais), Quero de Casamento (lista digital de presentes) e criou o novo aplicativo de vendas da empresa – considerado um dos mais inovadores do mercado.

Trimestre de lucro

Graças à combinação da estratégia de digitalização e operação em múltiplos canais com uma gestão de curto prazo pautada pelo controle das despesas, a empresa registrou aumento de participação de mercado, de receitas e de lucro líquido em um momento particularmente difícil para o varejo brasileiro. De janeiro a março de 2016, a receita bruta do Magazine Luiza aumentou 2,6%, atingindo 2,7 bilhões de reais.

O lucro líquido cresceu 84,2% e o Ebtida (lucro antes de juros, impostos, despesas financeiras, amortizações e depreciações) foi de 144,1 milhões de reais, uma evolução de 13,1% quando comparado ao resultado obtido no primeiro trimestre de 2015. Segundo dados da pesquisa mensal do comércio publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da consultoria GFK, em janeiro e fevereiro, a empresa ganhou participação de mercado em todas as principais categorias de produtos.

Mais vendas, com mais eficiência

Para enfrentar um dos períodos econômicos mais difíceis da história recente do país, o Magazine Luiza vem trabalhando, ao mesmo tempo, nas frentes de redução de custos e de aumento das vendas. Um projeto realizado com a consultoria de estratégia McKinsey mapeou as oportunidades de ganhos de participação de mercado por loja, por região e por categoria de produto.

O controle dos custos passou a ser feito com base no Orçamento Base Zero (OBZ) e na Gestão Matricial de Despesas (GMD), implantados com o apoio da consultoria Galeazzi& Associados. Mudanças na estratégia de marketing – com a não renovação de pacotes de mídia nacionais e a adoção de campanhas digitais e regionais – e a negociação de contratos com fornecedores também contribuíram para a redução dos custos. No primeiro trimestre de 2016, as despesas gerais e administrativas do Magazine Luiza caíram 4,3%, em termos nominais. Esse resultado foi atingido apesar do recente aumento de encargos sobre a folha de pagamentos.

Os estoques do Magazine Luiza, ao final do primeiro trimestre deste ano, eram 109,3 milhões de reais menores que os registrados em março de 2015. O saldo com os fornecedores também evoluiu, passando para 154,9 milhões de reais. O avanço destes indicadores contribuiu significativamente para a melhoria do capital de giro.

Caixa maior, dívida menor

Em março deste ano, a dívida líquida ajustada do Magazine Luiza era de 858,7 milhões de reais – uma redução de 191,4 milhões de reais, quando comparada ao mesmo mês de 2015. Assim, a relação dívida líquida ajustada dividida pelo EBITDA ajustado ficou em 1,6 vez. No mesmo período, o caixa da companhia aumentou em 68,8 milhões de reais, passando para 721,3 milhões de reais.

Luizacred

A estratégia da Luizacred, associação entre o Magazine Luiza e o Itaú Unibanco, é tornar a base de clientes da operação de varejo cada vez mais fiel por meio da utilização do Cartão Luiza. No primeiro trimestre de 2016, o faturamento do Cartão Luiza cresceu 5,2% nas lojas do Magazine Luiza e 9,4% fora da rede. No mesmo período, a financeira Luizacred lucrou 26,2 milhões de reais.

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Detonaweb eleva vendas em 30%

A Detonaweb, realizada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e patrocinada pela Braspag apresentou resultados positivos após 4 anos de hiato da primeira promoção online do e-commerce brasileiro.

Segundo estimativas da Câmara, as lojas participantes da Detonaweb atingiram 50% de crescimento em relação ao mesmo período de 2014. O crescimento orgânico do comércio eletrônico é, em média, 20% em função da expansão do mercado, sem promoções. De acordo com Gastão Mattos, CEO da Braspag, “a expectativa do setor se manteve este mês, ou seja, quem aderiu à campanha apresentou um crescimento bastante significativo, 30% superior à média do mercado”.

“A Detonaweb é uma vez mais a prova de que o esforço comprometido do varejo online e o reconhecimento do consumidor brasileiro são uma combinação virtuosa para o incremento e desenvolvimento da economia”, diz Ludovino Lopes, presidente da camara-e.net. Segundo ele, a Detonaweb agregou volume de venda e demanda para os lojistas participantes, evidenciando a importância de ações como esta para fomentar o setor.

“O relançamento da Detonaweb superou nossas expectativas. Certamente podemos afirmar que o Brasil agora possui uma mega liquidação online no 1º semestre”, completa Gerson Rolim, diretor de comunicação da entidade.

Criada em 2003 pela camara-e.net, a Detonaweb é considerada a primeira promoção do e-commerce no país. Inicialmente chamada de Liquidaweb, a campanha foi realizada anualmente até 2011. Em 2015 a campanha foi retomada entre 14 e 16 de abril para comemorar os 20 anos de e-commerce no Brasil, sendo também uma oportunidade para antecipar as compras para o dia das mães. Neste retorno, participaram somente lojas associadas ao Comitê de Varejo da camara-e.net: Americanas.com, Dafiti, eFácil, Magazine Luiza, Marisa, MercadoLivre, Saraiva, Shoptime, SouBarato e Submarino.

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