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Cidades Inteligentes: Rio de Janeiro sedia evento internacional

As chamadas smart cities estão espalhadas pelo mundo, propagando o conceito de utilizar dados e informações para tornar os centros urbanos mais eficientes. Essa é uma realidade global que tem impactado o Brasil diariamente. Para se ter uma ideia, até 2025, o número de cidades inteligentes deve quadruplicar no mundo e o País deve seguir essa tendência.

Os melhores cases e as principais iniciativas de desenvolvimento e integração de soluções de tecnologias da informação, que contribuem para melhorar os serviços públicos e beneficiar os moradores e visitantes de um município, estarão em debate no Rio de Janeiro nesta semana. O evento Connected Smart Cities – Cidades do Futuro no Brasil, que acontece nos dias 8 e 9 de junho, no Armazém da Utopia, vai reunir os principais nomes do setor.

Entre os patrocinadores está o ICI, Instituto das Cidades Inteligentes, que vem contribuindo de maneira efetiva para que diversas cidades do País, como Curitiba, evoluam em inúmeros aspectos, entre os quais o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Além disso, o assessor de Mercado do ICI, Amilto Francisquevis, vai ser debatedor no painel sobre Governança, marcado para o dia 9.

Durante o encontro, ele falará sobre como a democratização das informações, os novos sistemas e as soluções de comunicação favorecem a formação de comunidades mais participativas. Além disso, Francisquevis vai apresentar os principais serviços do Instituto, que, enquanto organização social de atuação nacional, se tornou referência em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas para gestão pública.

Ele adianta que a governança inteligente e participativa faz parte do atual e futuro cenário das smart cities. “Procuramos oferecer soluções inovadoras e alinhadas com os conceitos das cidades inteligentes. Em Curitiba, por exemplo, desenvolvemos o Atendimento ao Cidadão (Central 156), que vem contribuindo para que a cidade possa se tornar melhor e mais inteligente”, destaca.

APOIO

O ICI – Instituto das Cidades Inteligentes – está patrocinando o evento porque acredita que essas iniciativas podem contribuir para o crescimento e transformação das cidades. “Hoje, o cenário é desafiador: dificuldade na gestão dos resíduos, trânsito, poluição ambiental, segurança pública, fragmentação social e econômica. Mas entendemos que, com o apoio da Tecnologia da Informação e Comunicação, os municípios poderão dar um grande passo, seja com a gestão de um ambiente digital, como a transformação em uma cidade inteligente e melhor para viver”, destaca o diretor-presidente do Instituto, Luís Mário Luchetta.

Atualmente, o ICI possui uma linha completa de soluções de TIC para a gestão pública em nove áreas de atuação (Administrativa e Financeira, Cidadão, Educação, Inteligência, Mobilidade, Saúde, Serviços, Tributária e Web), que atende as maiores demandas de gestão pública nos municípios brasileiros. A instituição vai apresentar essas soluções durante o evento, visando contribuir com o crescimento organizado das cidades brasileiras, sob os pilares da mobilidade, governança, qualidade de vida, economia e sustentabilidade.

“Queremos ainda aproveitar o evento para troca de informações com os gestores públicos para entender e atender às necessidades dos cidadãos e dos municípios na busca de cidades mais inteligentes e conectadas”, finaliza Luchetta.

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Presidente do ICI é eleito Personalidade mais Influente no CIO Brasil GOV

Luís Mário recebe Prêmio Notabile 2016. Foto: IT4CIO

Luís Mário recebe Prêmio Notabile 2016. Foto: IT4CIO

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, recebeu o prêmio Notabile na categoria Personalidade mais Influente, durante o evento CIO Brasil GOV 2016, em Mogi das Cruzes/SP.

“Ficamos agradecidos pela homenagem, pois esse é o reconhecimento de um trabalho sério e comprometido que estamos realizando à frente do ICI”, comentou Luchetta. “Os resultados positivos são fruto de todo o esforço da nossa equipe, que dia a dia está focada em nosso propósito de contribuir com o desenvolvimento da administração pública.”

O prêmio Notabile é concedido aos CIOs considerados como mais atuantes nas categorias Personalidade mais Influente e Personalidade mais Inovadora. Os ganhadores são eleitos em duas fases: indicação pela internet e votação presencial entre os cinco CIOs finalistas de cada categoria, eleitos na primeira etapa.

CIO Brasil GOV

A 14.ª edição do CIO Brasil GOV aconteceu de 25 a 29 de maio, em Mogi das Cruzes/SP. Com o tema “Experiência Cognitiva”, o evento promovido pela IT4CIO reuniu importantes executivos do setor público brasileiro, que discutiram experiências e tecnologias como big data, mobilidade, cloud computing, internet das coisas.

O ICI também participou com uma palestra sobre a utilização da tecnologia da informação e comunicação para a construção das cidades inteligentes, além de um estande comercial.

Fonte: ICI

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Desoneração da folha, terceirização e compras públicas mobilizam empresários de TI em workshop da Assespro

Luís Mário Luchetta, Adriano Krzyuy, Jeovani Salomão e Sandro Molés da Silva no Encontro da Assespro Nacional

Luís Mário Luchetta, Adriano Krzyuy, Jeovani Salomão e Sandro Molés da Silva no Encontro da Assespro Nacional

Líderes de Tecnologia da Informação de vários estados brasileiros participaram do Encontro da Assespro Nacional na cidade de Porto Alegre.

Alem da reunião do Conselho da entidade que representa as empresas de TI, eles participaram de um workshop de articulação política para alinhar ações em defesa dos principais interesses do setor. O encontro foi coordenado por Luís Mário Luchetta, vice-presidente de Articulação Política da Assespro Nacional.

“Estamos todos dedicados a esse trabalho coletivo, que mostra, exatamente, a prática de que dois fazem melhor que um, três fazem melhor que dois e, assim, sucessivamente. O trabalho de representação da Assespro envolve muito a articulação política e, hoje, tivemos um grande evento, uma grande evolução com todos presidentes de regionais participando e várias regionais também com o vice-presidente de articulação política”, ressalta Luís Mário.

Uma empresa especializada em assessoria política apresentou os principais projetos que impactam sobre a TI nacional. “A intenção é trazer um conjunto de informações do que está em discussão no Congresso Nacional. Na medida em que haja a difusão dessas informações, perante as regionais, isso permite que a Assespro realize o trabalho de defesa dos interesses do setor”, explica Luís Henrique Cidade, da Foco Assessoria e Consultoria.

Jeovani Salomão,presidente da Assespro Nacional,destacou a importância da união das regionais da entidade: “A Assespro de cada estado tem uma grande facilidade de acesso à bancada que elegeu. Portanto, para fazer um trabalho em conjunto, a gente tem a força das regionais atuando junto às suas bancadas. Nós definimos qual é a estratégia da Federação, quais os melhores caminhos para o setor e ,aí, dividimos nossa atuação entre Brasília e as regionais”.

O Encontro Nacional da Assespro, em Porto Alegre, foi promovido pela Assespro Rio Grande do Sul. A presidente Letícia Batistela ressaltou “a honra de receber os presidentes das regionais e o Conselho de Administração da entidade. Estamos unindo forças. Todas as regionais juntas têm uma grande força, que é traduzida pela ação da Assespro nacionalmente”.
Como exemplo de troca de informações, empresários paranaenses participaram de um levantamento para direcionar as principais reivindicações. “ Recentemente, a gente fez uma pesquisa para conhecer mais a situação das empresas e o direcionamento que precisa dar. Em contrapartida, agora, a gente vai abrir a participação do empresariado, de uma forma mais detalhada, sobre o que vai se defender, diz Adriano Krzyuy, vice-presidente de Articulação Política da Assespro-Paraná. O presidente da regional, Sandro Molés da Silva, completa: “ perguntamos ao associado qual é a “dor” que ele tem hoje, além de perguntas que mostram o perfil do empresariado, desde faturamento, regime de tributação, se está preocupado com a terceirização… O que estamos fazendo no Paraná é mapear as necessidades, trazendo números para a Assespro Nacional”.

Jeovani Salomão ainda detalha as principais bandeiras do setor de TI: “Neste momento, nós temos, no Congresso, a questão da desoneração, que nos afeta frontalmente. Temos o posicionamento de que não deveríamoster alíquota maior. A desoneração do setor gerou empregos, gerou renda e,agora, reonerar significa uma restrição ao emprego, coisa de que o país não precisa. O Congresso deve ter consciência de que, no nosso setor, a desoneração funcionou e deve continuar. Também defendemos a terceirização. É muito importante que a gente tenha uma cadeia produtiva bem articulada. E ter a terceirização regulamentada significa uma segurança jurídica para os nossos empresários. E temos a lei das licitações, que interfere muito na atuação de empresas que fornecem para governos. O Brasil precisa entender que a compra pública é um instrumento não só de prover a administração com os bens e serviços de que ela precisa. A compra pública é uma forma de promover a economia e as empresas nacionais.

Fomte: Assespro-Paraná

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Prefeituras podem ter Portal de Transparência com baixo custo e implantação rápida

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O Instituto Curitiba de Informática lançou oficialmente seu novo produto, o Portal Polis. As exigências legais para que a as prefeituras cumpram as leis de Acesso à Informação e da Transparência motivaram o ICI a criar uma solução sob medida para a gestão municipal brasileira.

“O nosso objetivo com o Portal Polis é oferecer à administração pública a melhor opção para publicar conteúdos, divulgar prestação de contas e tornar a gestão mais transparente”, afirma o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta.

A solução atende os preceitos de arquitetura da informação, como navegabilidade, usabilidade e acessibilidade. Com layout responsivo, o Portal Polis adapta-se a diversos dispositivos: desktop, notebooks, tablets e smartphones.

O baixo valor de investimento para adquirir a solução é um dos principais diferenciais do produto no mercado de TI para a gestão pública, de acordo com o assessor de mercado do ICI, Amilto Francisquevis. “Por estar disponível na nuvem, não é preciso que a prefeitura ou órgão público realize investimento em desenvolvimento ou infraestrutura de hospedagem”, explica.

O desenvolvimento da solução levou cerca de três meses e foi realizado pela equipe de Portais e Tecnologias do Instituto. De acordo com o gerente de Sistemas, Wagner Morais Correia, os colaboradores do projeto adotaram práticas ágeis que fizeram a diferença no resultado. “A equipe se dedicou a elaborar um modelo de portal que aproximasse gestor público e cidadão da forma mais eficiente possível”, aponta.

Clique aqui e saiba mais sobre a nova solução do ICI.

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Desoneração: empresas de TI podem fechar 150 mil postos de trabalho com imposto maior sobre folha de pagamento

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O Senado deve votar, a partir de agosto, o Projeto de Lei 57/2015, já aprovado na Câmara dos Deputados, que altera a política de desoneração da folha de pagamento com aumento da alíquota sobre o faturamento de empresas de vários setores da economia.

As empresas de Tecnologia da Informação passariam a recolher 4,5% por cento sobre a folha, mais que o dobro dos atuais 2% em vigor. A medida faz parte do pacote de ajuste fiscal do governo federal para equilibrar as contas públicas, mas pode comprometer milhares de empregos somente no setor de TI.

Luís Mário Luchetta, vice-presidente de Articulação Política da Assespro Nacional, explica que, “quando foi implantada, a desoneração atendeu muito bem o setor, com 2% do faturamento. Agora, está no Senado a discussão para tentar impedir esse aumento para 4,5%. Vários senadores estão se posicionando, propondo emendas que venham eliminar esse risco. Mas o risco não eliminado vai significar,aproximadamente, 150 mil empregos a menos em tecnologia da informação no Brasil”.

Luchetta também aponta para uma contradição: paralelamente a isso, sai uma Medida Provisória com a proposição de redução de carga horária de trabalho e, proporcionalmente, aumento de desembolso do governo, que vai ter que lançar do Fundo de Amparo ao Trabalhador para complementar essa medida com parte dos salários. “Para o setor de TI, é muito claro que, se a gente não tivesse essa mexida na desoneração, a gente não teria problema com emprego. O setor está em desenvolvimento. Foi acertada a medida da desoneração e é tremendamente errada a atitude governamental agora. Não há empresa que suporte mais do que o dobro da carga tributária na folha de pagamento sem demissões”, alerta.

As regionais da Assespro também se mobilizam para defender os interesses das empresas e dos empregados do setor de TI.

No Paraná, o presidente Sandro Molés da Silva informa que já foi iniciado um levantamento para saber quem estava usando o benefício da desoneração no regime anterior para verificar o impacto que vai existir. “Tudo isso é para sensibilizar o governo e os parlamentares sobre o número de empresas e empregos que vão ser afetados com uma alíquota maior. Todas as regionais da Assespro devem fazer esse levantamento para consolidar, ainda em agosto, em um encontro nacional em Porto Alegre,uma posição nacional do setor sobre essa questão”, explica.

Sandro Molés da Silva também adianta que já se percebe um prejuízo para as empresas, principalmente, para as menores, que terão problemas financeiros porque não estão preparadas para esse aumento de carga tributária.

Luís Mário Luchetta ainda afirma que o governo sempre olhou pouco para as empresas de software. E quando acertou com uma medida que beneficiou o setor, agora vem retirando benefícios e inviabilizando tudo isso. Para Luís Mário, o Senado tem a oportunidade de salvar a situação . “O senado já alertou: deixa como está e não precisa fazer novas medidas”, conclui o dirigente da Assespro Nacional

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Desoneração de folha e terceirização podem salvar 150 mil empregos no setor de TI

Assespro Nacional defende manutenção de alíquota de 2% na folha de pagamento de empresas de Tecnologia da Informação e Comunicações. Medida pode salvar cerca de 150 mil empregos no Brasil. Terceirização regulamentada também pode aumentar número de vagas de trabalho mesmo em tempos de crise. Saiba mais na entrevista com Luís Mário Luchetta, Vice-Presidente de Articulação Política da Assespro Nacional.

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Decisão do STF valida contratação de Organizações Sociais na prestação de serviços públicos

Uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal, neste ano, confirma definitivamente a validade da prestação de serviços públicos não exclusivos por Organizações Sociais em parceria com o Poder Público.

Em sessão plenária, por votação majoritária, a Suprema Corte julgou parcialmente procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 1923, dando interpretação conforme a Constituição às normas que dispensam licitação em celebração de contratos de gestão firmados entre o Poder Público e as Organizações Sociais para a prestação de serviços públicos de ensino, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação ao meio ambiente, cultura e saúde. Na ação iniciada em 1998, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Democrático Trabalhista (PDT) questionavam a Lei 9.637/1998, e o inciso XXIV do artigo 24 da Lei 8.666/1993 (Lei das Licitações).

Essa decisão confirma que a Prefeitura de Curitiba acertou no modelo que adotou, há quase 17 anos, para o desenvolvimento e execução de projetos nas áreas da Tecnologia da Informação e Comunicação. No fim da década de 90, Curitiba inovou ao promover a qualificação do Instituto Curitiba de Informática – ICI como Organização Social, que permitiu estar sediado aqui o melhor modelo de implementação de sistemas e serviços de informática pública no Brasil, que levou Curitiba a ser a cidade mais digital do Brasil e a estar entre as cidades mais inteligentes do planeta.

Para o ICI, a decisão do STF é histórica e fortalece sua atuação em todo o território nacional como centro de referência em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas na área de Tecnologia da Informação e Comunicação para a gestão governamental.

A respeito do “desenvolvimento científico, pesquisa e capacitação tecnológica nacional” por meio das Organizações Sociais, o diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, afirma que “não restam dúvidas de que a Tecnologia da Informação representa um elemento transformador das relações entre governo e sociedade. As organizações sociais estão disseminadas em vários setores da sociedade, realizando relevantes e imprescindíveis serviços públicos, frise-se, serviços públicos, e não uma atividade econômica qualquer. Por outro lado, apesar de prestarem efetivos serviços públicos, as organizações não titularizam qualquer espécie de prerrogativa de direito público. Não gozam de prerrogativas processuais ou prerrogativas de autoridade, respondendo apenas pela execução e regular aplicação dos recursos e bens públicos vinculados ao contrato de gestão que firmam com o Poder Público.”

Fonte: Instituto Curitiba de Informática

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A viabilidade do Instituto Curitiba de Informática

Por Luís Mário Luchetta
publicado no portal Baguete

Indo direto ao ponto, a inovação concretizada por Curitiba com a criação do Instituto Curitiba de Informática – ICI, faz parte das mudanças que ocorrem no plano mundial neste início de século e do milênio, dentre as quais, talvez a mais significativa, a aliança estratégica entre Estado e Sociedade.

Isto porque, cada vez mais, nota-se a incapacidade do Estado em executar, por meios próprios, todas as políticas públicas demandadas pela sociedade. Cada vez mais a sociedade civil organizada é chamada a participar ativa e organizadamente da execução de serviços para viabilizar a máquina administrativa e a consecução das necessidades públicas.

Nesta seara, as instituições sem fins lucrativos sempre estiveram ao lado do Poder Público, numa espécie de “braço do governo”, desempenhando funções não exclusivas do Estado e absorvendo suas carências e incapacidades.
Ao final da década de 90, o terceiro setor adquire enorme relevância em razão da participação da sociedade civil na gestão pública, pois sob o manto legal, admite-se a capacidade destas de influirem concretamente nas decisões e nas atuações públicas, numa manifestação de “democracia participativa”, uma vez ultrapassada a fase da democracia meramente representativa.

Percebe-se, portanto, que não há impedimento constitucional algum à assunção a instituições sem fins lucrativos da tarefa e missão de interesse social em colaboração com a Administração Pública. Desde que cumpridos os requisitos de salvaguarda do interesse público. A cooperação é lícita e até mesmo estimulada pela Constituição da República.

Falando agora especificamente do “desenvolvimento científico, pesquisa e capacitação tecnológica nacional”, não restam dúvidas de que a tecnologia da informação representa um elemento transformador das relações entre governo e sociedade.

A Constituição Federal, no artigo 218, determina que o Estado deverá promover e incentivar a pesquisa e a capacitação tecnológicas para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional.
Em seu artigo 219, reforçando o desenvolvimento de empresas nacionais na área de tecnologia, a CF disciplina que o mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado a viabilizar a autonomia tecnológica do País.

O reflexo da norma acima almeja fomentar as empresas nacionais a buscar a independência em relação aos recursos tecnológicos estrangeiros, bem como a gerar capital intelectual de alto nível nas mais diversas áreas de produção industrial e comercial de tecnologia da informação e comunicação, a fim de proporcionar crescimento de toda a cadeia produtiva local, regional e nacional.
Projetos informatizados, soluções integradas de sistemas aplicativos específicos, ferramentas tecnológicas para aprimorar a gestão, etc. são assuntos estratégicos dentro de qualquer organização, seja pública ou privada, a ponto de não imaginarmos nossas vidas sem os recursos da tecnologia da informação.

Na seara do Poder Público, parece inconcebível imaginar como seria o atendimento do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS, por exemplo, sem a existência de um sistema informatizado de dados. E as informações relativas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço? Como seriam armazenadas sem os recursos da tecnologia da informação?
Estes são apenas dois dos milhares de exemplos que nos levam a concluir que todos nós, pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, estabelecemos uma relação umbilical de dependência com os bens e serviços de TI.

Não é por outra razão que se tem dito que a TI é o “coração” das organizações. Quando mal gerenciada, a TI pode causar a paralisia da instituição ou, de modo contrário, impulsioná-la.
Sob o ponto de vista econômico-financeiro, a área de TI também releva importância em termos de contratações de soluções. Para se ter uma ideia, o orçamento total previsto para a contratação de soluções de TI para a Administração Pública Federal para o ano de 2011 foi de aproximadamente 18 bilhões de reais!

Tudo isto porque os recursos e soluções de tecnologia da Informação permitem a obtenção de ganhos de produtividade, tempo, qualidade e segurança para agregar valor aos processos de trabalho da Administração e aos serviços prestados aos cidadãos.

Sendo assim, resta evidente que a Administração está cada vez mais dependente do bom e regular funcionamento dos serviços de Tecnologia da Informação. E a tendência é de aumento dessa dependência por razões lógicas: a cada ano são disponibilizados mais serviços aos cidadãos por meio de sistemas de informática, por isto, o “e-Gov” (Governo Eletrônico) tende a se ampliar.
Lembremo-nos que, há anos, por meio da Lei nº. 7.232, de 1984, o Congresso Nacional já declarava que a Política Nacional de Informática deveria se orientar pela “natureza estratégica da informação e a influência desta no esforço desenvolvido pela Nação para alcançar melhores estágios de bem estar social”.

Além disto, releva anotar que há, no país, cerca de 1.600 organizações desse tipo em funcionamento. Elas estão em 14 estados e em cerca de 160 municípios.

No nível federal, têm destaque instituições de pesquisa incluídas no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, como o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Laboratório Nacional de Luz Síncroton, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (no Amazonas), além da Associação das Pioneiras Sociais, gestora da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação e Hospital Sírio Libanês.
Observa-se, pelos exemplos acima, que as organizações sociais estão disseminadas em vários setores da sociedade, realizando relevantes e imprescindíveis serviços públicos, frise-se, serviços públicos, e não uma atividade econômica qualquer.

Por outro lado, apesar de prestarem efetivos serviços públicos, as organizações não titularizam qualquer espécie de prerrogativa de direito público. Não gozam de prerrogativas processuais ou prerrogativas de autoridade, respondendo apenas pela execução e regular aplicação dos recursos e bens públicos vinculados ao contrato de gestão que firma com o Poder Público.

E Curitiba inovou ao criar o Instituto Curitiba de Informática – ICI, ainda em 1998, e essa inovação permitiu estar sediado aqui o melhor modelo de implementação de sistemas e serviços de informática pública no Brasil, que levou Curitiba a ser a cidade mais digital do Brasil e terceira cidade mais inteligente do planeta.

*Luís Mário Luchetta é presidente do ICI e da Federação Assespro

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Luís Mário Luchetta apresenta case do ICI em congresso

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, foi um dos palestrantes do I Congresso Paranaense de Cidades Digitais, que ocorre hoje (28) em Curitiba. Ele participou do painel “Soluções para Cidades Digitais”, no qual apresentou o case “Por que Curitiba é a cidade mais digital do Brasil”, que fala sobre os projetos desenvolvidos pelo ICI para a Prefeitura de Curitiba.
O evento é promovido pela Rede Cidade Digital em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP); ocorre durante toda esta quinta-feira (28) no Auditório FESP. Tem como objetivo trazer discussões e experiências sobre projetos de TIC para gestão pública.
Em sua apresentação, Luchetta destacou o caráter inovador da cidade de Curitiba em relação aos serviços de tecnologia da informação e comunicação. “A Prefeitura inovou em 1998, quando qualificou o ICI como Organização Social”, disse o presidente. “Isso trouxe celeridade na contratação e implantação dos serviços.”
Ele falou também sobre o “papel constitucional da iniciativa privada no desenvolvimento do país”. “As cidades são a razão de ser de uma nação. O que há de mais prioritário é o desenvolvimento das cidades”, concluiu.
Para Luchetta, é “muito importante” participar de eventos como o Congresso Paranaense de Cidades Digitais, que reúne representantes de diversos municípios do estado e convidados de outras regiões brasileiras. “É um momento espetacular para Curitiba, uma oportunidade excelente para mostrar seus projetos a outras cidades e instituições”, comentou.
O Congresso
Abrir espaço para diálogos a respeito do melhor uso que pode ser feito da infraestrutura tecnológica utilizada em municípios que implantaram, ou irão implantar, iniciativas desta natureza. Este é um dos focos do Congresso, abordado em palestra da secretária nacional de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Lygia Pupatto.
Um dos mais importantes debates deve ocorrer durante a tarde e trata da função social das cidades digitais, fugindo da ideia de priorização apenas dos progressos tecnológicos. O assunto será abordado pelo Prof. Dr. Leonardo Mendes, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Participam ainda do evento representantes do Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba, Serpro, Anatel, Viga, Furukawa, Genez, Celepar.

Rodadas Regionais
As atividades do Congresso tiveram início em maio deste ano, percorrendo o estado por meio de Rodadas Regionais, recolhendo informações e experiências. Os municípios que receberam esses encontros foram Curitiba (23/05), Londrina (27/06), Foz do Iguaçu (29/08), Ponta Grossa (26/09) e Campo Mourão (24/10). Cerca de 150 cidades participaram dos eventos regionais.

Autor: ICI e Rede Cidade Digital

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O setor de TI e o Projeto de Lei 4330, que trata de terceirização

A Assespro-PR realizou um encontro em Curitiba para tratar de impactos jurídicos nas relações de prestação de serviços. O tema central foi o Projeto de Lei 4330, em discussão na Câmara dos Deputados, que trata de terceirização de serviços. Acompanhe os vídeos sobre o evento em reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Luís Mário Luchetta: “Juntos conseguiremos criar uma base de dados cada vez mais consolidada do setor de TI”

Por Luís Mario Luchetta

Colegas Empresários

Estamos neste momento empenhados em fazer com que a edição 2013 do Censo do Setor de TI, iniciativa criada pela Assespro no ano passado, seja um sucesso ainda maior que a primeira edição.

A edição deste ano está ainda melhor e mais atraente, em função de:

– objetivar gerarmos, com as informações coletadas, oportunidades de negócios para os participantes;
– dispor de informação para estruturarmos demandas no apoio a projetos de inovação;
– ampliação da iniciativa por meio da ALETI – Federação Ibero-Americana de Entidades de TI, aos demais países de nossa região;
– cobrir vários novos temas de interesse do Setor (p.ex. o impacto do Capital de Risco)

Apesar disso, o tamanho do questionario e o esforço para seu preenchimento são semelhantes à da Edição 2012.

Precisamos da sua participação, e pedimos que acesse http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2013-censo-aleti-do-setor-de-tic/ e participe com os dados da sua empresa. Nessa página, está disponível para download uma versão em formato .pdf do questionário, para que possa conhecer as perguntas antes de iniciar o preenchimento on-line.

Agradecendo antecipadamente pela colaboração em mais esta iniciativa da Assespro em benefício de todo o Setor e das empresas participantes.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente da Assespro Nacional

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Censo para mapear Setor de TI vai até dia 27/09

Vai até o final de setembro, dia 27, o prazo para as empresas de TI responderem ao Censo ALETI, desenvolvido em 2013 pela ALETI (Federação de Associações da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal de Entidades de Tecnologia da Informação), amplificando a iniciativa da Assespro Nacional (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação) de 2012, a nível de toda a região.

Segundo Luís Mario Luchetta, presidente da Assespro Nacional, o objetivo é traçar um panorama do mercado de TI da região Ibero Americana. “Nossa grande missão é desenvolver comparativos em profundidade entre as indústrias de TI dos países que compõem a ALETI, gerando oportunidades de negócios, melhoria do marco regulatório e projetos de cooperação em Pesquisa e Desenvolvimento”, ressalta Luchetta.

A realização do Censo ALETI 2013 conta com apoio de infraestrutura e técnico da SurveyMonkey (www.surveymonkey.com), e elaboração do questionário e processamento das informações pela MBI (www.mbi.com.br). A expectativa é que pelo menos mil empresas associadas às 21 entidades de 19 países participem do estudo. Para responder o questionário em português, basta acessar: www.mbi.com.br/mbi/contatos/questionarios/2013-censo-aleti/ ou http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2013-censo-aleti-do-setor-de-tic/

O censo aborda temas como:

– Distribuição geográfica das empresas;

- Oferta de produtos e serviços;

- Tecnologias adotadas;

– Perfil dos clientes;

- Recursos humanos; 

– Modelos de negócio;

- Atividades internacionais e exportação;

- Propriedade intelectual e qualidade; 

– Inovação, pesquisa e desenvolvimento;

- Fontes de capital e evolução econômica;

- Geração de oportunidades de negócios.

Os resultados serão apresentados durante a Cúpula Mundial de Políticas Públicas de TI (GPATS 2013), realizado pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional) em parceria com a WITSA (Federação Mundial das Entidades de TI), que acontece em 12 e 13 de novembro de 2013, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

Mais informações, acesse: http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2013-censo-aleti-do-setor-de-tic/

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