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Wayra lança desafios para startups na área de logística

Wayra, hub de inovação aberta do grupo Telefónica e uma iniciativa Vivo, abre inscrições para startups que tenham soluções para resolver desafios de uma grande corporação. As primeiras seis oportunidades são da área de logística e ficarão abertas até 31 de outubro no site da Wayra. As startups selecionadas para a fase final terão a chance de fazer pitch para executivos da Vivo visando gerar negócios com a empresa.

Os desafios têm como objetivo impulsionar o desenvolvimento de negócios entre startups scale ups e a empresa. Os contratos poderão seguir o modelo para uso interno, para soluções relacionadas a melhoria de eficiência e redução de custos operacionais, ou para uso externo, com a criação de novos produtos tanto B2B como B2C.

“Os desafios reforçam nosso posicionamento e propósito de conexão com o ecossistema empreendedor a fim de gerar negócios, trazer mais inovações e melhorar as operações e experiência dos clientes da Vivo.”, declara Livia Brando, Country Manager da Wayra Brasil.

Essa nova iniciativa prevê aumentar o volume de soluções com potencial para melhoria em custos e nível de serviço dentro da corporação. Entre os primeiros desafios estão oportunidades para logística reversa como plataforma de gestão e serviço de coleta, ferramenta de crowdshipping, sistema de gerenciamento de transporte entre outros.

“Trata-se de uma excelente iniciativa da Wayra para nos aproximar de startups que tenham potencial de acelerar nossas frentes de transformação digital na Logística com soluções inovadoras de baixo custo e maior eficiência operacional”, declara Leandro Stumpf, diretor de Logística da Vivo.

As startups selecionadas farão uma apresentação em formato de pitch para uma comissão avaliadora formada pelas equipes da Wayra e da Vivo e as finalistas serão apresentadas para a área. Os critérios para seleção incluem avaliação de equipe, solução e aderência à oportunidade.

Para as startups que não se enquadrarem nos desafios propostos, há também a opção de aplicar para fazer parte do portfólio da Wayra. A inscrição pode ser feita em qualquer momento do ano no site e a avaliação segue a tese de investimento da Wayra.

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Sequoia consolida aquisição da Nowlog e reforça atuação na Região Nordeste do país

A Sequoia, uma das maiores operadoras logísticas de e-commerce e tecnologia do país, acelera sua expansão nacional com a consolidação da Nowlog Logística, segunda aquisição da empresa no ano, que irá reforçar a malha de distribuição nacional para entregas expressas, principalmente nos estados do Nordeste.

“Foi uma aquisição estratégica para reforçamos nossas operações de Last Mile, principalmente nos estados do Nordeste. Com esse incremento, estimamos crescer cerca de 80% em 2019”, afirma o fundador e presidente da Sequoia, Armando Marchesan Neto. A estimativa de faturamento para este ano é de R$ 800 milhões e pode chegar a R$ 1 bilhão, em 2020, em função de novos contratos em implantação e outras aquisições.

DNA tecnológico

A Sequoia nasceu focada no atendimento ao e-commerce e hoje presta serviços para variados segmentos. Com DNA no comércio eletrônico, tem uma ênfase muito grande em tecnologia. Além do ecommerce, o grupo é líder no mercado de entrega de meios de pagamento, que são as maquininhas de cartões. Com know how tecnológico, a companhia é responsável pela logística integrada das maquininhas, e o processo contempla desde armazenagem, instalação, troca, manutenção e logística reversa, com alto índice de desempenho de entrega no prazo e qualidade de atendimento.

A Sequoia também é conhecida pela flexibilidade e desenho de soluções inovadoras e de entregas rápidas, como é conhecido no mercado o “Same Day Delivery”, além de realizar operações dedicadas para entregas entre 4 a 6 horas após o pedido do cliente.

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Fundador da 99, Paulo Veras, integra conselho administrativo da Cargo X

A Cargo X, logtech brasileira fundada em 2013 com o objetivo de reescrever a cultura de transporte de cargas no Brasil, anuncia Paulo Veras, fundador da 99, como novo membro do conselho administrativo. A adição chega em um momento de reposicionamento de marca, que agora passa a concentrar seus esforços nas pequenas transportadoras e empreendedores com até seis caminhões, por meio de um fundo de investimento próprio de 100 milhões de reais e oferecimento de tecnologias como machine learning e inteligência artificial. Até 2020, a Cargo X planeja injetar até 300 milhões de reais na economia brasileira por meio dessa nova medida.

“Do mesmo jeito que os aplicativos mudaram o mercado ajudando os taxistas a serem mais eficientes, a Cargo X ajuda mudar o mercado de transporte, ajudando os transportadores a ganhar mais cargas e melhorar seu capital de giro. Dada minha experiência como Fundador e ex-CEO da 99, eu consigo contribuir com a estratégia da empresa”, afirma Paulo Veras, membro do conselho administrativo da Cargo X. E continua: “Acredito que no futuro todos os fretes serão transacionados pela internet. A Cargo X é um marketplace que vai permitir ao embarcador e transportador se conectar por meio de uma plataforma eletrônica de um jeito mais seguro e eficiente. No futuro, não existirão caminhões rodando vazios, transportadores sofrendo com a falta de capital de giro e nem cargas sem caminhão”.

Paulo foi diretor geral e conselheiro da Endeavor Brasil por doze anos e, como acionista da 99, atraiu investidores milhões de reais por meio de grandes investidores internacionais. Atualmente, atua no conselho de empresas como Estapar e B2W Digital. Junto ao empreendedor, integram o conselho administrativo da Cargo X nomes como Oscar Salazar, co-fundador da Uber.

“Em razão da sua grande experiência no mercado de mobilidade, Paulo traz uma importante visão de negócio para a Cargo X. Sem dúvida, essa sinergia faz muita diferença em um cenário de mercado tão competitivo”, afirma Federico Vega, CEO da Cargo X.

Além de Paulo Veras e Oscar Salazar, integram o conselho administrativo da Cargo X nomes como Federico Vega, Hans Hiclker (ex-CEO DHL) e mais.

“Nosso critério de seleção para novos membros do conselho administrativo é bastante rígido, queremos investidores que compartilham da nosso propósito de reescrever a cultura do transporte de cargas no Brasil”, finaliza Vega.

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Maior evento de logística da América Latina começa na próxima semana

Na próxima semana, São Paulo será palco do maior evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina, a Intermodal South America, que chega à sua 25ª edição. E para celebrar mais de duas décadas na liderança destes mercados, o evento reúne durante três dias de realização, de 19 a 21 de março, mais de 400 marcas expositoras, de 22 países, no São Paulo Expo, para o fomento de novos negócios que impulsionem ainda mais o desenvolvimento do setor no País.

Entre elas estarão as principais empresas de equipamentos, produtos e serviços para o mercado de movimentação de materiais e intralogística como um todo, um dos focos do evento neste ano, como a BYD, uma das referências quando o assunto são empilhadeiras. De acordo com o diretor de vendas da marca na América do Sul, Henrique Antunes, os principais destaques da BYD na Intermodal deste ano serão suas soluções 100% elétricas, como os modelos ECB35 e RTR16, conhecidos pela utilização de baterias de ferro lítio, que garantem mais autonomia aos mesmos.

“Somos a vanguarda da tecnologia em baterias de fosfato de ferro lítio, somos líderes mundiais neste segmento. E por termos o sistema completo, conseguimos deixar nossas empilhadeiras no topo quando se trata de produtividade. Permitimos maior agilidade e menor custo com manutenção, além de reduzir riscos de acidentes e de diminuir o consumo de energia em até 30%”, afirma.

Quem também reserva para o evento suas últimas novidades neste sentido é o Grupo Kion, responsável por marcas reconhecidas neste segmento, como Linde e Still. Segundo o gestor comercial de ambas as empresas, Murilo Marin, serão expostos cinco modelos de empilhadeiras de última geração na Intermodal: a H70 T da Linde e as FMX NG, RX 20-20, EGV e OPX 25 da Still. “Temos preparado uma participação recheada de novidades, explorando toda a nossa expertise, que é de entregar soluções completas aos nossos clientes. São recursos que vão desde a estrutura, passando pelos equipamentos e pela oferta de soluções de supply chain de forma integrada, aplicando na prática o conceito de Indústria 4.0”, pontua.

Estes são apenas alguns dos produtos exclusivos que serão apresentados na Intermodal 2019, que recebe ainda as principais companhias dos modais rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo, além de empresas especializadas em serviços logísticos em geral e de desenvolvedores e fornecedores de novas tecnologias, como tecnologia da informação, telemática, e-commerce, softwares e etc. Ao todo, mais de 33 mil profissionais são esperados nesta edição.

25 Anos de Intermodal – Também em comemoração aos 25 anos de evento, a Informa Exhibitions, organizadora da Intermodal, promove uma exposição exclusiva que retrata em imagens toda a história da feira até aqui, assim como os principais fatores econômicos e sociais que impactaram o setor no mesmo período.

Encontro Metroferroviário – Simultaneamente à Intermodal, o São Paulo Expo recebe também o maior evento dedicado ao mercado metroferroviário da América do Sul, o NT Expo – Negócios nos Trilhos, que reúne autoridades, empresários e especialistas para o debate a respeito do futuro do setor no País.

25ª Intermodal South America

Data: 19 a 21 de março

Horário: Das 13 às 21 horas

Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, São Paulo – SP

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Como a melhora dos processos logísticos beneficia o e-commerce

Por Fernando Alex

O e-commerce cresce a passos largos no Brasil. Prova disso é o resultado da pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que identificou que esse modelo de negócio saiu de um faturamento de R$ 11,5 bilhões em 2011 para R$ 60 bilhões em 2017, o que representa 12% de crescimento. A expectativa é um aumento de 15% no e-commerce nacional com mais de 220 milhões de pedidos. Com o crescente uso dos smartphones, ficou cada vez mais fácil para o consumidor fazer suas compras online, principalmente quando se trata de adultos jovens. A pesquisa TIC Domicílios 2015 identificou que 43% dos homens entrevistados fizeram uma aquisição online, contra 34% das mulheres e registrou que a faixa etária que mais adquire produtos na web é a das pessoas entre 25 e 59 anos.
Mas, é claro, o sucesso de um e-commerce depende da logística. Tanto que entre os argumentos dos consumidores que não realizam compras online com frequência estão o longo prazo de entrega dos produtos e a dificuldade de fazer reclamações ou devoluções. Por isso, é cada vez mais importante que as empresas estejam preparadas para atender as exigências do consumidor multicanal e entenda a real importância da melhora desses processos.

A logística é a peça-chave em um e-commerce, permitindo que as organizações consigam atender pedidos, fazer a correta distribuição das mercadorias e a entrega dentro do prazo. O resultado de um e-commerce com logística eficiente é a satisfação dos clientes e o aumento das vendas. Afinal, a divulgação “boca a boca” ainda é muito importante para os negócios e cliente feliz comenta com seus amigos e parentes sobre as empresas que mais confia para adquirir produtos.

Antes da implementação dos processos, é importante considerar algumas particularidades referentes à logística dessa atividade: A loja virtual funciona 24 horas por dia, sete dias por semana; o ambiente precisa oferecer informações completas sobre os produtos, comentários de consumidores, valores da mercadoria, do frete e tempo de entrega; para a compra ser interessante para o consumidor o produto precisa apresentar um valor atrativo e com entrega em curto prazo; é necessário investir em estratégias de marketing e ferramentas tecnológicas que permitam o acompanhamento da logística do início ao fim.

O e-commerce e a logística dependem um do outro. Sem um fluxo positivo no estoque, fica impossível realizar uma venda de sucesso em uma loja online. É preciso identificar a saída de mercadorias e o número de itens que precisam ser repostos para continuar a produção. Sem um controle total sobre o fluxo de caixa, a armazenagem de produtos e o abastecimento da cadeia fica impossível ser eficiente no e-commerce e a logística. Para conseguir monitorar todas as etapas da cadeia produtiva e os indicadores do comércio eletrônico, será preciso utilizar uma ferramenta para gestão de estoque e supply chain. Com ela, é possível evitar prejuízos para a empresa vindos de grandes estoques (que poderiam ficar encalhados), erros em entregas e falhas nos processos como um todo.

Fernando Alex, executivo de contas da Benner

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Fórum LIDE: insegurança jurídica é barreira para competitividade do Brasil, para empresários

novação, fomento para atração de investimentos e fontes de financiamento que ajudem a melhorar a competitividade do Brasil foram alguns temas debatidos durante o 6º FÓRUM DE INFRAESTRUTURA, LOGÍSTICA E MOBILIDADE, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais. O evento, realizado na manhã de hoje, no Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo, reuniu autoridades públicas como Clodoaldo Pelissioni, secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto, secretário municipal de Mobilidade e Transportes e Dyolo Oliveira, presidente do BNDES.

Durante o painel de abertura sobre “As consequências do frete tabelado”, Sergio Leite de Andrade, presidente-executivo da Usiminas, apresentou os impactos negativos da nova regulamentação para o país e ao setor do aço. “Tivemos impacto em diversos segmentos da economia, com queda de faturamento, de produção e na confiança dos empresários”, disse. O executivo apresentou também proposições para que a situação seja revertida: “temos de pensar em alternativas de longo prazo, visando à retomada da economia”.

No painel seguinte, sobre “Como fomentar um ambiente favorável para atração de investimentos”, que reuniu Antônio Claret de Oliveira (presidente da INFRAERO), Júlio Fontana Neto (presidente da RUMO) e Mário Povia (diretor-geral da ANTAQ – Agência Nacional de Transportes Aquaviários), a instabilidade regulatória e a insegurança jurídica também deram o tom do debate, tendo sido apontadas como dois dos principais fatores que tiram a atratividade de negócios.

“Inovações em logística e mobilidade” foi o tema debatido por Leonardo Vianna (presidente da CCR), Paul Malicki (CEO da Flapper) e Paulo Resende (professor da Fundação Dom Cabral), para quem o desafio do país é desenvolver soluções inovadoras para a redução de custos operacionais.

No último painel, dedicado às “fontes de financiamento e seguro de risco cambial” para o setor, Antonio Silveira (vice-presidente de Infraestrutura do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina) enfatizou as questões dos recursos privados e trouxe exemplos internacionais, citando o Chile. Dyogo Oliveira (presidente do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) apresentou a perspectiva de aumento de 13,3% ao ano, em média, nos investimentos em logística entre 2018 e 2021 e finalizou o painel afirmando acreditar que, até 2025, “nós teremos condições de gerar recursos, capacidade e competência para o desenvolvimento da nossa infraestrutura”.

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Centro logístico inovador dá início à nova era na Monsanto

A Monsanto do Brasil lançou o Logistics Smart Center, o primeiro centro logístico da companhia a utilizar tecnologia de ponta para monitorar indicadores e informações operacionais, permitindo a visualização, em tempo real, das operações end-to-end – da transportadora até o cliente – e de todas as etapas desse processo, incluindo deslocamento de carga e armazenamento de produto. A nova plataforma também possibilita prever situações críticas, o que permite agir com antecedência e minimizar possíveis impactos na operação e na satisfação dos clientes.

Localizado na unidade de São Paulo, o Logistics Smart Center é composto por dez monitores touchscreen, pelos quais a equipe de supply chain da Monsanto acompanha as operações e utiliza ferramentas estatísticas e analíticas, algoritmos e machine learning de forma integrada para monitorar todas as etapas. “Ele chega para complementar uma estratégia de transformação logística que começou em 2014 e teve como objetivo evoluir a eficiência e o nosso controle operacional, assim como melhorar a experiência dos nossos clientes”, afirma o Líder das Operações Logísticas da Monsanto no Brasil, Johnny Ivanyi.

A transformação na área de Logística e Customer Care da Monsanto foi baseada em três pilares – pessoas, processos e sistemas – e, desde 2014, a área alcançou grandes marcos, como a definição de uma nova malha logística e a implantação de novos sistemas capazes de otimizar rotas e prever situações críticas para o negócio, criando um balanço ideal entre custos e atendimento. Benefícios em eficiência, produtividade e nível de serviço foram alcançados com o novo modelo de trabalho preditivo e o uso de ferramentas estatísticas para controlar os processos.

A empresa continuou buscando formas de alavancar a experiência dos clientes e procurou, tanto no mercado brasileiro quanto internacional, exemplos de boas práticas e soluções inovadoras para agregar valor às operações e, a partir destes insights, foi desenvolvido o conceito “Smart Center ou Torre de Controle” para a organização de logística da Monsanto.

“Depois de uma série de benchmarkings e estudos, a equipe decidiu mudar a atuação nas operações logísticas para um modo mais ofensivo, ou seja, acompanhar informações em tempo real para agir antes que algum possível problema aconteça. Além desse modelo, chamado predictive model, todo o sistema de governança logística da Monsanto foi modificado, o que redefiniu a forma de trabalhar de toda a equipe”, conta o líder de operações.

O Logistics Smart Center também possibilitou uma gestão mais eficiente em diversas frentes, como: monitoramento de cargas e dos centros de distribuição em tempo real; monitoramento por câmeras, temperatura e humidade dos centros de distribuição; gestão de estoque e financeira; e a extração e tratamento de dados, uma vez que foi simplificado com a implantação de ferramentas de real time visibility.

“Essas mudanças já contabilizam expressivos resultados no período pós implementação, como a elevação de 20% no nível de entregas no tempo correto (OTD) por meio da ferramenta de machine learning (mais de 600 atrasos de entregas evitados em 3 meses), melhoria na acuracidade de inventário para índices próximos a 100%, redução de 50.000 Km de distância percorrida com a otimização da roteirização de entregas, ou seja, 40 toneladas de redução de emissão de CO2, 100% de visibilidade online da data final de entrega e otimização de mais de 2% na taxa de ocupação de veículos. Com o projeto ainda foi possível implementar 8 novas estratégias de otimização de cargas e rotas para um melhor nível de serviço ao cliente, trazendo um benefício direto no controle de custos logísticos”, diz o líder da área de Customer Care da Monsanto para América do Sul, Carlos Ricardo Andrade.

Além da sede, localizada em São Paulo, o projeto também foi replicado na unidade de São José dos Campos e o objetivo é expandir para todas as unidades onde há operações logísticas, possibilitando o acesso remoto à plataforma e à nuvem em outras 14 localidades, entre elas: Camaçari (BA), Campo Verde (MT), Paracatu (MG), Itaí (SP), Santa Helena de Goiás (GO) e Uberlândia (MG). Além disso, o projeto também está sendo expandido para outras áreas da cadeia de supply-chain, como Customer Service e, para acompanhar esta evolução, já foram investidos mais de 50 horas em treinamento de funcionários.

“Com o foco na melhoria contínua, no futuro buscamos aumentar nossas ferramentas preditivas com dados externos (social media) que impactem na operação, por exemplo, Big Data, IoT, robotização e automatização dos nossos sistemas e processos. Além disso, queremos aprimorar nossa tecnologia com realidade aumentada, e ampliar a capacitação de nossos colaboradores com a metodologia de Lean Six Sigma”, completa o líder de customer care.

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Startup torna logística 4.0 acessível a PMEs

Startups têm sido grandes aliadas das empresas para ganhar eficiência na logística – área responsável por boa parte dos gargalos na produção. De acordo com a consultoria ILOS, os custos logísticos correspondem a 12,3% do PIB brasileiro e cerca de 8% da receita líquida das empresas. De pequenas companhias a gigantes, gestores apostam em novas soluções para aprimorar a área.

É o caso da LinkApi, que vem crescendo rapidamente – em menos de 1 ano já faturou mais de R$ 1 milhão – oferecendo uma solução inédita no Brasil e no mundo: uma ferramenta com baixo custo e de fácil implementação para integrar todos os sistemas de uma empresa – permitindo uma logística mais inteligente e econômica.

“Com a revolução da nuvem e softwares cada vez mais focados em uma funcionalidade, as empresas começaram a contratar cinco ou seus sistemas para resolver questões específicas. Mas logo perceberam um problema: é preciso integrar tudo isso para ter eficiência e melhorar a experiência de compra para seus clientes. Por exemplo, uma loja virtual precisa que tudo esteja alinhado: estoque, envio dos produtos, notas fiscais”, explica Thiago Lima, CEO do LinkApi.

Dor de cabeça das empresas

Integração entre sistemas, no entanto, costuma ser um trauma para programadores, pois há inúmeros tipos de linguagens e códigos. A startup inovou ao criar uma linguagem universal de comunicação com qualquer aplicação, de qualquer ecossistema, desde plataformas de e-commerce, CRM’s, ERP’s, sistemas de finanças e logística, com mais de 150 aplicações. Outra inovação é o modelo marketplace, denominado “Integration Store”, onde o cliente tem à disposição – em um ambiente único, como em uma loja de aplicativos – integrações diversas para suas necessidades e poderá escolher, de forma personalizada, o que deseja oferecer aos seus usuários.

“A ferramenta pode ser usada por qualquer empresa que precisa integrar sistemas. Na área de logística, temos grandes cases – tanto companhias que melhoraram seu processo logístico, quanto empresas de logística que usam a ferramenta para se comunicar com o sistema de seu cliente”, explica Lima.

Logística 4.0 e Omnichannel

Inovações promovidas pelas startups, como a “loja de integrações”, aproximam PMEs de algo até então só possível para as gigantes, como a Logística 4.0, com processos conectados e eficientes, e omnichannel, com convergência dos pontos de venda. “Um dos primeiros passos para quem está aderindo ao omnichannel é ter atenção com as integrações entre seus canais. De nada adianta comprar no site, por exemplo, e ao chegar na loja não encontrar o pedido pronto. Com esta nova tecnologia, não é preciso investir bilhões para garantir que seus canais estejam integrados”, afirma Thiago.

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CargoX está com 60 vagas abertas

A CargoX, empresa de tecnologia para transportes de cargas, atualmente com 250 funcionários, está com 60 vagas abertas para diferentes áreas. As oportunidades são para a cidade de São Paulo e para escritórios que a empresa está abrindo no interior do Mato Grosso, para cargos como Engenheiro de Software, UX/UI, Analista de Logística e Estagiários.

Ao longo deste ano, a CargoX ainda abrirá um programa de trainee e outro de estágio. Reconhecida como uma das startups mais disruptivas do mundo, a CargoX chama atenção pelos salários e benefícios competitivos, ambiente desafiador, de muito aprendizado e com possibilidades de crescimento. No ano passado, por exemplo, seu programa de trainees atraiu 2.000 candidatos para 3 vagas.

“Aqui os profissionais certamente terão um problema para ser solucionado e poderão ver o impacto da sua solução na prática,” afirma o gerente de RH, Daniel Matsumato.

Interessados podem cadastrar currículos em http://bit.ly/trabalhecx

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IoT, Big Data e BI: as inovações para o Comércio Exterior do Futuro!

Por Alexandre Gera

Os importadores e exportadores brasileiros trabalham para diminuir a burocracia desde a reabertura comercial no começo dos anos 90. O governo também faz a sua parte com programas que beneficiam e facilitam as operações, mas mesmo assim o Brasil ocupa uma das piores posições no ranking mundial de exportação devido aos nossos gargalos logísticos. Em 2016, o Banco Mundial divulgou um relatório no qual nosso país estava na 55ª posição entre 160 países.

Historicamente, o Brasil nunca ultrapassou os 20% de participação na geração do PIB com as compras e vendas internacionais e, em 2017, movimentou 197 bilhões de dólares em exportações e 146 bilhões de dólares em importações, segundo o Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Esses números demonstram que, mesmo com os problemas, trata-se de um mercado bastante valioso e importante para a economia. E, se pensarmos que em todo ano de eleição este setor sofre influências com as turbulências políticas e sociais, vale a dica aos empreendedores e executivos que atuam no mercado internacional e logístico de que eles precisam inovar constantemente para se manterem competitivos em seus segmentos.

Uma das principais tendências para o futuro do comércio exterior brasileiro é o famoso e esperado “Despacho sobre águas”. Nele as mercadorias são fiscalizadas pelas autoridades brasileiras ainda com o navio em alto mar, diminuindo ainda mais o tempo de negociação, que é uma das métricas mais importantes para esse tipo de business.

Essa novidade virou realidade em 17 de novembro de 2017 com a Portaria nº 85, criada pela Coordenação Geral de Administração Aduaneira, a COANA, da Receita Federal, regulamentando o despacho aduaneiro de importação “sobre as águas OEA”, que é uma modalidade do Programa do Operador Econômico Autorizado, e foi desenvolvido em 2014 para as aduanas concederem para importadores, exportadores e outros players do ecossistema de comércio internacional, o status de empresa segura e confiável exatamente para esse tipo de operação e benefício.

Nesse cenário, o desafio dos empreendedores é prever o futuro e fomentar seus negócios com inovações que façam sentido para a direção em que o mercado global está apontando e, usando o “OEA sobre águas” como exemplo, podemos afirmar que dispositivos de Internet das Coisas (IoT) fazem uma revolução no rastreamento e identificação de cargas. Quando aliados a ferramentas de análises de dados, chamados de Big Data e Business Intelligence, entendemos que esse futuro já está perto e pode se tornar real de maneira mais rápida para as empresas que investem em projetos inovadores.

Muitas companhias que têm operações logísticas ou de comércio exterior planejam inovações em seus cronogramas e budgets, mas enfrentam dificuldades para a execução desses planos estratégicos. Como precisam manter o business ativo e estão focadas nas ações diárias, muitas encontram complexidade para descobrirem novas oportunidades, sem contar a falta de condições para incluírem essas novidades na resolução das dores do dia a dia ou, até mesmo, para agregar mais valor em suas ofertas comerciais.

Empresas que buscam inovação contratam profissionais experientes e mesmo assim não atingem os resultados esperados porque não usam metodologias exatas, cabais e se deparam com os paradigmas e mindset dos seus executivos. Por isso, acredito que trabalhar com um processo de simbiose para criar e, depois, absorver na principal linha de negócio da companhia, assim como buscar uma consultoria externa especializada em projetos inovadores, é fundamental para quem quer, em breve, usar expressões como OEA e IoT (Internet das Coisas) na mesma frase!

Alexandre Gera é sócio-gestor da GERAVALOR, consultoria especializada em Inovação, Estratégias e Assessment para negócios de Comércio Exterior e de Logística.

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Stefan Rehm, da Intelipost: “O blockchain é o futuro da logística da distribuição”

Em parceria com a IBM e Oracle, empresa vai desenvolver a primeira solução do gênero no Brasil voltada para a movimentação de carga fracionada.

Utilizada em diversas cadeias logísticas pelo mundo e responsável por implantar processos confiáveis, transparentes e seguros, a tecnologia Blockchain começa a virar realidade no Brasil. A Intelipost, empresa especializada em consultoria e tecnologia para gestão de transportes para e-commerces, é um exemplo. Em parceria com a IBM e a Oracle, vai desenvolver ainda este ano a primeira solução do gênero no Brasil voltada para o transporte de cargas fracionadas.

“Sinceramente acredito que o blockchain é o futuro da logística da distribuição. Obviamente que é um processo que envolve a participação de vários outros players, mas investiremos fortemente nisso. A Magazine Luiza vai, inclusive, entrar com a gente em uma operação em São Paulo”, afirma Stefan Rehm, fundador da Intelipost. A empresa vai apresentar a novidade durante a Intermodal South America, que acontece de 13 a 15 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

O tema integra, ainda, a programação de palestras da XXI Conferência Nacional de Logística (CNL), organizada pela Associação Brasileira de Logística (Abralog) e que acontece, pela primeira vez, durante o evento. Luiz Gustavo da Silva Ferreira, da IBM, e Bernardo Madeira, da Smartchains, falarão sobre a “Transformação e Inovação na Cadeia de Suprimentos com o uso do Blockchain” no dia 14 de março, a partir das 14h30.

Cadeia de Valor

O Blockchain é uma tecnologia que descentraliza as medidas de segurança, compartilhando bases de registros e dados entre os agentes de um processo. Um case de sucesso é da joint venture que reúne a empresa de transporte marítimo de contêineres A.P. Moller-Maersk e IBM. A parceria já possibilitou o aperfeiçoamento de operações de transporte de flores do Quênia, laranjas da Califórnia (EUA) e Abacaxis da Colômbia para a Porto de Roterdã, na Holanda.

“A Maersk nos informou que, em um determinado momento, uma das operações envolvia mais de 30 pessoas no despacho e recebimento de carga e mais de 200 interações nos processos burocráticos. Com a adoção do sistema, o número de pessoas envolvidas e processos diminuiu drasticamente. A burocracia pode impactar em até um quinto o custo total de transporte por contêiner”, explica Regina Nori, líder de soluções técnicas da IBM Brasil.

Segundo a executiva, quando o experimento foi iniciado, o foco maior era fazer o tracking da carga, mas percebeu-se que existia uma burocracia gigantesca nos processos. Com o passar do tempo, o foco passou a ser também reduzir o volume documental, o chamado paperless trade, o que diminui o risco de erro e a incidência de fraudes.
Para Stefan Rehm, o mercado brasileira precisa estar aberto a esta inovação. “Eu concordo que é um desafio trazer o Blockchain para o Brasil, porque a tecnologia é muito nova, mas se todos esperarem o momento certo chegar, ele nunca chega. É um desafio, mas somos empreendedores. Se não investirmos agora, outros virão. Não acredito que a tecnologia seja cara, mas sim todo o processo de treinamento e adoção dos procedimentos pelo mercado”, aponta.

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CargoX é primeira transportadora do Brasil a aceitar pagamento em bitcoins

A CargoX – empresa brasileira que oferece serviços de transporte de carga baseados em tecnologia e big data – anuncia sua nova forma de pagamento. A partir de agora, os clientes que contratarem os serviços da startup poderão fazer o pagamento em bitcoins.

Estas criptomoedas surgiram há nove anos, mas ganharam destaque especial nos últimos meses. Em 2017, a cotação das bitcoins valorizou cerca de 1.400% chamando a atenção da mídia e do grande público e levando mais pessoas a investirem nesse tipo de moeda. Com essa popularização, houve um aumento do número de produtos e serviços que podem ser pagos com a moeda virtual.

De olho nessa tendência, a CargoX está se estruturando para receber o pagamento dos seus serviços de transporte em bitcoins a partir do mês de abril. “Observamos o movimento do mercado em torno das criptomoedas e decidimos nos preparar para aceitar pagamentos nesse tipo de moeda”, conta Federico Vega, CEO da CargoX.

Conhecida pelo seu caráter inovador, a startup foi eleita pela CB Insights, empresa americana de inteligência de dados para investidores, como uma das 30 empresas mais disruptivas do mundo em 2018, sendo a única representante da América Latina. “Estamos em constante movimento de inovação, investindo em big data e no desenvolvimento constante de tecnologia, então faz todo sentido adotarmos também o pagamento em bitcoins”, explica o CEO.

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Mercedes-Benz firma sociedade com o TruckPad, aplicativo de carga

A Mercedes-Benz se associa ao TruckPad, aplicativo que conecta o caminhoneiro autônomo à carga. Oficializada no mês de dezembro, a parceria reconhece os benefícios que a startup pode trazer para a maior fabricante de veículos comerciais da América Latina, de forma rápida e informal, usando de sua expertise em tecnologia, logística e inteligência de mercado.

O TruckPad vem, desde 2013, promovendo a inclusão digital nas estradas brasileiras e revolucionando o sistema de transporte de cargas no país, o que resulta em aumento da produtividade deste setor e a consequente melhoria da qualidade de vida desses caminhoneiros autônomos, que são os verdadeiros “empreendedores das estradas” (só para dar uma ideia de grandeza, são mais de 1 milhão rodando pelo Brasil).

Empresas de transportes, indústrias, atacadistas e comerciantes se beneficiam do trabalho do TruckPad, que traz considerável melhoria na performance logística de seus clientes – aumentando o nível de serviço operacional e reduzindo custos com transporte de cargas. Isso é possível porque a plataforma elimina atravessadores neste processo de contratação. “Somos uma plataforma disruptiva”, afirma Carlos Mira, idealizador do aplicativo.

Do outro lado, caminhoneiros chegam a faturar até 50% a mais com seus caminhões quando passam a utilizar o app para localizar um próximo frete. “Pelo aplicativo eu peguei uma carga por R$ 1.500,00 de frete. Nas agências de carga, por este mesmo transporte, os atravessadores pagavam apenas R$ 1.100,00”, comenta o motorista Ademir Rogerio Hofmann, de Porto Alegre.

Por ser o primeiro e maior marketplace de contratação de caminhoneiros do país, o TruckPad possui um enorme banco de dados com informações sobre os motoristas de caminhão que circulam por todo o país. A inteligência do app consegue mapear e saber muito sobre o comportamento dos caminhoneiros nas estradas, suas necessidades e preocupações. Atualmente, são mais de 600 mil downloads do app e mais de 8 mil empresas que utilizam essa plataforma.

Com uma grande quantidade de informações na nuvem, o TruckPad proporciona às grandes indústrias do setor, serviços de relacionamento com os motoristas nas estradas. Tudo é feito de forma assertiva e geolocalizada.

“A Mercedes-Benz entende os benefícios que o TruckPad pode trazer: nós temos o mote ‘As estradas falam. A Mercedes-Benz ouve’ e o aplicativo é a ferramenta que operacionaliza a captação das opiniões e sugestões dos caminhoneiros nas estradas e faz a interface com a marca – além de ser um canal onde caminhoneiros podem, no conforto de sua cabine do caminhão, comprar peças e serviços online. Inclusive, em pesquisa realizada pelo Estadão com mais de 1500 motoristas no aplicativo TruckPad, a Mercedes-Benz foi citada como a marca mais desejada e lembrada pelos profissionais do volante”, afirma Ari de Carvalho, diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.

A parceria entre as duas empresas existe desde 2016, com a participação do TruckPad no programa de aceleração Startup AutoBahn, um canal de via rápida de relacionamento das empresas do grupo com startups. Na ocasião, o TruckPad concorreu com cerca de 300 outras empresas e ficou entre os oito finalistas, sendo o único brasileiro.

“A nossa visão é continuar criando soluções para o dia a dia dos motoristas nas estradas”, finaliza Mira, comemorando este momento da empresa.

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Cargotec desenvolve manuseio de carga inteligente com serviços globais de conectividade da Orange Business Services

A Orange Business Services e a Cargotec assinaram um acordo multimilionário de três ano de conectividade IoT que vai ajudar a Cargotec a manter bens em trânsito de forma eficiente e segura. Com sede na Finlândia, a Cargotec é uma provedora líder global de soluções de carga e transporte. O transporte de cargas é um dos serviços vitais para manter nosso mundo e sociedade em pleno funcionamento. Milhões de itens, desde matérias-primas até produtos para consumidores são transportados localmente e globalmente 24 horas por dia.

As áreas de negócios da Cargotec – Kalmar, Hiab e MacGregor – são líderes em seus campos de atuação e possuem uma posição única que as permite otimizar fluxos de cargas globais e criar um valor sustentável para o consumidor. A Kalmar oferece equipamentos de manuseio de cargas e soluções automatizadas para terminais, software e serviços que são usados em portos, terminais, centros de distribuição e indústrias variadas. A Hiab provê soluções de manuseio de cargas em estradas para clientes que operam com transportes em terra e setor de entregas, enquanto a MacGregor oferece soluções e serviços para cargas marítimas e manuseio de cargas offshore.

A Cargotec tem como objetivo tornar-se líder global em manuseio inteligente de cargas. Isso requer o uso da conectividade em todos os estágios do ciclo de vida do cliente. A solução de conectividade IoT da Orange vai integrar a inteligência ao maquinário, para permitir maior colaboração para suas operações globais, monitoramento e manutenção de equipamentos que vão permitir um uptime melhor possível e uma reação remota a problemas que possam acontecer. Ela também vai ajudar a Cargotec a desenvolver serviços baseados em dados.

O serviço de conectividade IoT da Orange traz resultados de negócios tangíveis para a Cargotec, possibilitando novos serviços digitais e entregando um grau muito maior de eficiência operacional, tanto internamente quanto por toda a cadeia de valor no nível do cliente. Isso inclui: pedidos ágeis de SIM Cards para IoT, ativação simples e rastreamento por um portal dedicado; preço único por SIM Card IoT, independentemente da localização; e conectividade escalável alcançando 220 países e territórios.

“Uma infraestrutura de comunicação IoT confiável, presença global, com suporte em todos os lugares do mundo e um modelo de negócios atrativo é vital para que nos tornemos líderes em manuseio inteligente de cargas. Escolhemos a Orange Business Services por essas razões”, afirma Soili Mäkinen, CIO da Cargotec.

“A Cargotec está determinada a fazer seu negócio crescer com foco no cliente e serviços de IoT que são vitais em seu desenvolvimento. Estamos muito felizes em termos sido selecionados como seu provedor e para ajuda-los a alcançar suas ambições para liderar e transformar o negócio de manuseio de cargas globalmente”, diz Fabrice de Windt, vice-presidente sênior para a Europa da Orange Business Services.

A Orange já suporta mais de 14 milhões de dispositivos conectados por meio da Datavenue, sua solução de IoT e analytics em uma variedade de setores, incluindo automotivo, transporte, cidades inteligentes, indústria e manufatura e vida cotidiana (casas inteligentes, saúde e wearables).

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Grupo Panalpina investe em startup para a cadeia de suprimentos

Em um mundo cada vez mais digital e automatizado, o Grupo Panalpina, uma das principais operadoras logísticas globais, inova e investe na criação de uma startup dedicada exclusivamente à cadeia de suprimentos. Trata-se da Validaide, uma plataforma online, da qual é co-desenvolvedora, que tem como objetivo principal proporcionar a qualificação de seus principais fornecedores. A ferramenta, lançada recentemente, já está disponível em alguns dos países em que a companhia atua e a previsão é que todas as suas outras filiais recebam a novidade até o final de 2018, inclusive a Panalpina Brasil.

“Nossos clientes, especialmente os da área da saúde, confiam em nós para trabalhar com fornecedores qualificados. É por isso que mantemos um dos mais sofisticados programas de gerenciamento de subcontratados e de avaliação de riscos do mercado”, diz o chefe global de aquisições de frete aéreo e de gerenciamento de produtos do Grupo Panalpina, Markus Muecke. “A Validaide torna o processo de qualificação dos fornecedores e a identificação dos riscos ao longo das rotas de transporte mais eficiente, dinâmico e transparente”, acrescenta.

A coleta, manutenção e compartilhamento das informações sobre os parceiros de logística é um tópico que ganhou interesse significativo nos últimos anos, especialmente no setor de saúde, uma vez que as diretrizes de boas práticas de distribuição da União Europeia foram atualizadas em 2013. De acordo com esses regulamentos, os produtores de medicamentos devem sempre avaliar as capacidades de seus fornecedores da cadeia de distribuição.

Ao usar a Validaide, a Panalpina pode qualificar seus fornecedores e avaliar as rotas de transporte de forma mais rápida e fácil, podendo compartilhar os resultados com os próprios clientes. “A Validaide é uma plataforma aberta com uma abordagem comunitária única”, explica o co-fundador e diretor-gerente da startup, Eelco de Jong. “Os integrantes da comunidade criada no sistema, por exemplo, companhias aéreas, agentes de trânsito e empresas de transporte rodoviário, podem mostrar suas competências tanto para clientes existentes quanto para parceiros em potencial, ou seja, provedores de logística terceirizados como a Panalpina. Os fornecedores são responsáveis por seus dados e decidem com quem eles querem compartilhar”, complementa.

Transparência – Com a Validaide, todos os dados ficam disponíveis online, em um único lugar e a qualquer momento, além de estarem sempre atualizados. “Por meio desse sistema, podemos oferecer aos clientes maior visibilidade aos seus negócios globais. Com o programa, eles conseguem ter acesso a toda a cadeia de transportes de onde estiverem e podem mitigar os riscos potenciais. Graças às informações e relatórios fornecidos em tempo real, podem tomar decisões rápidas com base em fatos e agilizar seus respectivos processos de auditoria”, afirma o supervisor de qualidade e de operações aéreas do Grupo Panalpina, Daniel Lutz.

O Grupo Panalpina é parceiro da Validaide, empresa co-fundadora da startup que leva o mesmo nome, desde que a plataforma foi criada, em 2016. As duas empresas trabalharam em estreita colaboração para construir uma ferramenta segura, alinhada com listas de verificação padronizadas e com um fluxo eletrônico sutil, que torna a qualificação do provedor mais eficiente e confiável. Em conjunto com os dados dos próprios fornecedores e centenas de rotas de transporte avaliadas pelos especialistas da companhia, a nova tecnologia oferece a mais completa transparência em informações para a cadeia de suprimentos mundial.

Brasil– O Grupo Panalpina segue em processo de implementação da start-up em todos os outros países em que atua diretamente, inclusive o Brasil, um dos mais importantes mercados para os negócios da companhia em todo o mundo. O país é o quarto mais relevante para as operações da corporação atualmente e deve receber o sistema até o final de 2018.

“Temos certeza que a nova tecnologia agregará ainda mais valor às nossas operações no país e que também será um diferencial na cadeia de distribuição nacional, reforçando nossa característica mais conhecida por nossos clientes e pelo mercado, de especialistas em soluções integradas e altamente customizadas”, finaliza o presidente da Panalpina Brasil, Marcelo Caio D’Arco.

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Como preparar a logística da loja virtual para a Black Friday

O analista de comércio eletrônico dos Correios Anderson Martins costuma dizer aos seus clientes que o visual de uma loja virtual e a rapidez da compra não são garantia de sucesso nos negócios nem fidelizam o consumidor. “Se no momento da expedição do produto houver algum problema, toda a imagem positiva que ficou da loja no processo de compra vai por água abaixo”, observa ele.

Essa é apenas uma das várias dicas aos lojistas virtuais que fazem parte série de vídeos preparada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e pela Braspag para auxiliar quem vai participar da Black Friday e de outras campanhas promocionais. “Gestão de estoque deve ser encarada de maneira profissional. Nada de planilhas, de controle manual. O lojista precisa de uma ferramenta que indique, em tempo real, como está o seu estoque, para que o comprador não tenha sua experiência frustrada”, ensina Martins.

Ele também fala sobre a lucratividade dos produtos, os produtos que vendem mais, dois itens fundamentais na composição do estoque, para que não haja encalhe ou falta de produtos. Martins cita para isso a ferramenta Curva ABC.

Além desses tópicos, o analista dos Correios fala sobre a estimativa de preço do frete e prazos de entrega tanto em períodos promocionais quanto em datas de grande movimento do comércio eletrônico, como Dia das Mães, Dia das Crianças e Natal; margem de lucro do produto para oferta de frete grátis; política de trocas e devoluções; e logística reversa. “O custo deve levar em consideração não apenas o transporte, mas também os insumos necessários para embalar e entregar o produto”.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

Organize e conheça o seu estoque para entender quais são os produtos que são mais vendidos e quais dão maior lucratividade;

Conheça os custos de envio para não ter surpresa com preços subestimados;

Profissionalize a preparação do envio do produto. Uma boa embalagem garante a integridade do produto até o destinatário;

Conheça os direitos e deveres do e-consumidor, definindo, a partir daí, sua política de trocas e devoluções para não ter problemas no pós-venda.

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Soros, Goldman Sachs e Qualcomm investem R$ 66 milhões na startup brasileira CargoX

A CargoX, empresa de tecnologia que oferece serviços de carga para empresas, anunciou hoje uma rodada de investimento Série C para acelerar o seu desenvolvimento de tecnologia. Goldman Sachs é o investidor líder dessa rodada, que tem a participação de Soros Fund Management, Qualcomm Ventures, braço de investimento da Qualcomm Incorporated, e novos investimentos da Agility Logistics, Valor Capital Group e Oscar Salazar (co-fundador da Uber). Esse investimento Série C segue as rodadas de Série A e B onde a empresa levantou um valor total de R$ 46 milhões, levando o total de investimentos a R$ 112 milhões.

A CargoX (http://www.cargox.com.br) foi lançada em março de 2016, durante a principal crise econômica e política da história do Brasil. Em pouco mais de um ano, por meio de uma combinação de tecnologia de ponta e excelência em Data Science, a CargoX diminuiu a ociosidade dos caminhões para diminuir os custos de transporte e melhorar os fretes. A empresa se tornou um dos maiores prestadores de serviço de transporte rodoviário (em faturamento) em um mercado de mais de US$ 100 bilhões e está crescendo mais de 500% ao ano nesse segundo ano de operação.

“O frete é um dos maiores motores em qualquer economia e isso é especialmente evidente no Brasil, que conta com o terceiro maior mercado de transporte rodoviário do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A CargoX teve um crescimento expressivo e estamos animados em aumentar nosso investimento para acelerar ainda mais o seu desenvolvimento”, explica Hillel Moerman, co-Head do Goldman Sachs Private Capital.

“A CargoX alcançou um nível de tecnologia que nos permitiu operar como uma empresa de transporte sem precedentes. Nós desenvolvemos uma plataforma com uma rede de milhares de motoristas autônomos, o que nos permite coletar dados em tempo real, gerando mais eficiência, diminuindo a ociosidade dos caminhões e criando uma reputação positiva no mercado nacional”, conta Federico Vega, CEO da CargoX. “A nova rodada de investimentos vai nos permitir escalar o nosso negócio no Brasil e globalmente para revolucionar o transporte de cargas. Ela também mostra confiança no nosso modelo de inovação, que nos permite ser um agente de disrupção em um dos maiores e mais tradicionais setores da nossa economia”.

“Nós ficamos impressionados com o time da CargoX e a plataforma de logística que eles criaram e que está mudando a forma como as pessoas enxergam a indústria de transportes. A solução da empresa ajuda a melhorar a eficiência dos negócios e reduzir o custo de transportes para toda a economia”, diz Carlos Kokron, Vice Presidente da Qualcomm Ventures na América Latina.”Temos orgulho de investir na CargoX e esperamos ajudá-los a acelerar a transição para caminhões conectados, o que vai trazer ainda mais eficiência para a sua plataforma e seus parceiros”.

Devido à significante limitação de rotas e a reduzida oferta de transporte aéreo e marítimo, a economia brasileira é fortemente dependente de caminhões, fazendo com que 75% de todo o frete brasileiro seja transportado por caminhões que operam com ociosidade em 40% do tempo. Com a CargoX sendo capaz de reduzir os custos de transporte eliminando pontos como a ociosidade, o impacto total na economia será significante.

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Brink’s investe em novo programa de aceleração de startups

Com foco no desenvolvimento de novas tecnologias e serviços, a Brink’s, empresa líder mundial em logística segura e segurança, promove a primeira edição da BrinksUp!, o programa de aceleração para startups do setor de segurança, varejo e logística. A iniciativa é feita em parceria com a Liga Ventures, aceleradora corporate, focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações.

A Brink’s é a primeira empresa do segmento a investir nesta iniciativa no Brasil e quer compartilhar sua expertise para acelerar o desenvolvimento das startups durante o programa. “A busca pela inovação é nosso desafio constante. Faz parte de nossa tradição. Com esse programa vamos permitir que empreendedores apresentem seus projetos e protótipos, e com nosso suporte e mentoria durante o período de aceleração, iremos ajuda-los a desenvolver ainda mais suas startups, que poderão ser agregados ao nosso portfólio de soluções”, destaca Gil Hipólito, Diretor de Novos Negócios da Brink’s.

Programa BrinksUp!

O programa de aceleração BrinksUp! abre inscrições no próximo dia 9 de outubro e abordará temas relacionados a segurança, varejo, cryptocurrencies, produtividade e inteligência. Após as inscrições, a Brink’s e a Liga Ventures irão selecionar quatro startups que possuam sinergia com os temas propostos. Além de terem acesso a um programa de quatro meses de aceleração – que conta com mentorias especializadas de executivos da Brink’s e experts de mercado, e acompanhamento dos gestores de aceleração Liga Ventures, cada uma das startups receberá um investimento de R$ 160.000,00.

“Ter um parceiro tão relevante como a Brink’s abre novas possibilidades para geração de negócios inovadores, essa é uma conexão onde todos ganham. As startups têm inovação no seu DNA e precisam de apoio para crescer; enquanto as grandes empresas têm acesso a mercado, expertise e uma marca consolidada”, comenta Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures.

As inscrições poderão ser feitas até 19/11 pelo site www.liga.ventures/brinksup – no link, as startups também poderão encontrar mais informações sobre o programa BrinksUp!, bem como regulamento e outros detalhes de cada etapa do programa. A iniciativa faz parte da estratégia da Brink’s de se preparar para os novos desafios e, explorando ideias inovadoras, tem como parte de seus objetivos ampliar o portfólio de soluções para o mercado.

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