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Em ano de pandemia, o Marketing Digital pode ser o grande aliado da Black Friday

Por Anna Karina Silva Pinto, diretora de Marketing da Linx

A Black Friday é considerada uma das principais datas comemorativas do varejo brasileiro. Em um ano atípico como esse, em que experienciamos uma pandemia, é natural observarmos a grande transformação digital que as empresas estão passando e o impulso para um comportamento já esperado: a migração total das vendas para o mundo online. Além disso, a crise econômica decorrente desse cenário gerou impactos nos negócios e no comércio, sendo que a grande maioria, de pequenos e médios empreendedores, precisou realizar rápidas adaptações para não encontrar maiores prejuízos.

A grande data do varejo, que neste ano ocorrerá em 27 de novembro, terá como missão, mais do que nunca, reconquistar o espaço e os lucros perdidos ao longo de todo um ano. Tradicionalmente, diversas lojas já contam com a Black Friday como uma forma de esperança para impulsionar o resultado das vendas. Porém, com a impossibilidade de reabertura total do varejo físico, devido às restrições de saúde e segurança, o varejo online certamente dominará a data. Em 2019, segundo dados da Linx, as vendas online cresceram 24% em relação à Black Friday do ano anterior. Dado o momento vivido, este número deverá ser ainda maior em 2020.

Por essa razão, será imprescindível investir em planejamentos e estratégias de marketing digital consistentes. Afinal, o consumidor ainda será impactado, em maior número, por meio das telas. Divulgar com antecedência, espalhar a mensagem do negócio e preparar os clientes, para que saibam que a loja estará presente em peso na Black Friday, será essencial. É o momento de alavancar as redes sociais, propagar e-mails marketing e investir em anúncios patrocinados, que impulsionarão o nome da loja e os produtos e descontos que serão oferecidos. A estratégia é instigar o público a aguardar a data com ansiedade.

Em plataformas como Instagram e Facebook, por exemplo, é imprescindível criar um cronograma de publicações, para que o negócio esteja sempre movimentado e em evidência para os seguidores, relacionando-se com eles de maneira constante, tirando dúvidas e interagindo pelos comentários e mensagens diretas. Além disso, oferecer descontos realistas e próximos da operação já realizada pela loja ao longo do ano fará com que o varejista mantenha a credibilidade e a confiança.

Com o cliente conquistado e esperando o momento para adquirir os produtos, é necessário preparar-se para evitar deslizes e assim, derrubar o planejamento de marketing. Abastecer o estoque para evitar insatisfação dos clientes e falta de produtos logo no início das vendas e investir em um funcionamento impecável das plataformas e lojas virtuais serão pontos cruciais, já que a compra online será a única opção para muitos clientes. A equipe de atendimento precisará estar ainda mais preparada para oferecer uma boa experiência de compra, seja no varejo físico ou digital.

Por fim, o lojista precisará mudar o foco para o pós-venda. A entrega rápida e eficaz também deve ser considerada uma estratégia que demonstrará ao cliente o cuidado e a preocupação com conforto e segurança. A preparação para a Black Friday não pode ser manchada por erros e atrasos excessivos justo ao final da operação. O processo após a data deve se concentrar nas solicitações, dúvidas e reclamações, a fim de gerar fidelização e construção do relacionamento com o consumidor.

As estratégias de marketing também não podem parar por aí. Logo na sequência, datas como a Cyber Monday, na segunda-feira seguinte, e o Natal também movimentam o cenário varejista com descontos, promoções e grandes números de vendas. Manter o consumidor próximo do negócio, recebendo conteúdo personalizado, com base em análise de dados coletados na própria Black Friday, para reverter carrinhos abandonados e converter produtos visualizados, junto de boas – e novas – ofertas, impactará diretamente na qualidade da jornada de compra. Este será um ponto chave para que ele continue buscando esses serviços e opções ao longo de todo o ano.

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Linx Digital anuncia novo diretor de pesquisa e desenvolvimento focado em digital

A Linx, líder e especialista em tecnologias para o varejo, anuncia a chegada de Marcelo Bufrem como novo diretor de Pesquisa e Desenvolvimento para Linx Digital, unidade de negócios da empresa dedicada a ofertas de omnichannel, plataforma, inteligência de e-commerce e marketplace. O movimento faz parte de uma nova abordagem dos temas de inovação, acelerando ainda mais o desenvolvimento interno de soluções digitais que já nascem sob a perspectiva do varejo omnichannel.

Bufrem chegou à empresa com olhar atento às tendências do varejo digital e com o compromisso de fortalecer o posicionamento da Linx como referência na entrega das soluções que o varejista precisa para sua transformação digital. “A Linx é uma empresa reconhecida no mercado. Estou feliz pela oportunidade de fazer parte de um time com inovação na veia e cheio de criatividade para que o varejista proporcione a experiência de compra apaixonante que o consumidor deseja”, comenta Marcelo Bufrem, novo diretor de Pesquisa e Desenvolvimento para Linx Digital.

O executivo tem mais de 20 anos de experiência no setor de Tecnologia e atuação direcionada à estratégia, soluções e entrega de valor, por meio de uma visão sistêmica. Bufrem é formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), pós-graduado em Gestão de projetos, produtos e serviços financeiros e em Finanças, investimento e banking. Em sua trajetória profissional, passou por grandes empresas dos mercados de Tecnologia, Varejo e Telefonia, como Renner e Accenture.

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Black Friday é oportunidade para impulsionar o resultado do varejo ao longo do ano

Por Andrei Biscaro, diretor executivo da Linx Impulse

Uma das histórias mais aceitas a respeito do surgimento do termo ‘Black Friday’ é que ele nasceu logo após o Dia de Ação de Graças, o famoso ‘Thanksgiving Day’, que é celebrado nos Estados Unidos. Em um dia em que o trânsito estava um caos por causa do feriado, os lojistas aproveitaram a oportunidade e fizeram diversas promoções para chamar atenção de quem estava por lá. Desde então, as ofertas continuaram, mas passaram a ser ainda mais fortes no ambiente online.

Atualmente, a Black Friday é considerada uma das datas comemorativas mais importantes do e-commerce brasileiro, ultrapassando até mesmo o Dia das Mães. De acordo com dados da Ebit/Nielsen, as vendas da sexta-feira promocional do ano passado totalizaram R$ 2,6 bilhões, representando uma alta de 23% em relação a 2017, e os consumidores únicos – aqueles que fizeram ao menos uma compra online – cresceram 9% em relação ao ano anterior, saltando para 2,41 milhões.

Esses números só foram possíveis porque as marcas passaram a investir em um intenso planejamento por trás dos descontos, mapeando e evitando riscos para manter os consumidores satisfeitos. Afinal, ao contrário de outras datas de grande movimento no comércio, na Black Friday, as pessoas têm um curto espaço de tempo para comprar o produto ou serviço que você oferece, e é bombardeado com várias promoções.

Com o passar dos anos, a Black Friday ganhou mais credibilidade no País e os varejistas conseguiram se organizar para oferecer descontos que chamam a atenção dos consumidores. A partir desse planejamento, o lojista deixa suas ações mais inteligentes: tem tempo hábil para escolher quais produtos estratégicos irá promover e fazer com que o estoque gire.

É necessário despertar o interesse do cliente nas semanas anteriores à data para conseguir boas vendas quando a hora chegar. Se o varejista começa a fazer as ações da Black Friday mais cedo, as pessoas começam a interagir com os produtos da sua loja e, com isso, as tecnologias de recomendação e personalização terão mais informações sobre os gostos de cada consumidor, criando oportunidades de reengajar esses usuários no dia do evento.

Mas não basta só chamar a atenção, é preciso que o varejista se destaque e apareça com os produtos certos para cada perfil de consumidor, conseguindo se sobressair nos anúncios. Afinal, se todos estão anunciando, sai na frente quem mostrar, no momento certo, os produtos mais dentro da expectativa de cada usuário. Uma vez que o consumidor foi conquistado, é hora de engajá-lo com soluções que facilitam a descoberta do produto. Por isso, a tecnologia é uma forte aliada com ofertas como vitrines personalizadas, ou seja, uma forma automatizada de utilizar as áreas mais nobres do seu site para apresentar para cada usuário os produtos que são mais aderentes a cada perfil de compra.

Além disso, com buscas inteligentes é possível usar artifícios como ‘autocomplete’ e filtros específicos adequados às suas regras de negócios para, por exemplo, otimizar a experiência ajudando o consumidor a encontrar o que deseja. Investir nessas soluções que facilitam a descoberta de produtos aumenta as chances de conversão e fidelização. Boas experiências são convertidas em resultados também positivos para o negócio.

A jornada de compra e alta performance comercial não precisam acabar no site, é possível ir além e garantir ainda mais satisfação nas vendas, pegando carona em um movimento que está ganhando cada vez mais espaço no varejo: omnichannel. Ele consiste na integração de canais físicos e online, permitindo que consumidores comprem no e-commerce e retirem em lojas tradicionais, realizem trocas por meio de canais diferentes e, por meio da inteligência logística, ainda recebam um produto em qualquer lugar, com opções prazo e frete mais interessantes do que é normalmente praticado.

Dessa forma, tanto o cliente quanto o varejista podem sair ganhando. Com esse modelo, as lojas se tornam centros de distribuição, ou seja, há ligação entre seu estoque de lojas físicas e virtuais, minimizando consideravelmente esta quebra de expectativa do cliente e, consequentemente, aumentando a confiança na sua marca e as suas vendas.

Como sugestão para os varejistas que querem tirar ainda mais proveito da Black Friday, o investimento em tecnologias e foco no consumidor são os principais pontos de destaque, como o uso de plataformas robustas e que se adaptem ao negócio, para atrair, engajar e satisfazer os clientes. Esse é o pilar por trás de um e-commerce que precisa ter uma boa navegação e tornar a experiência de compra a mais eficiente e intuitiva possível, mostrando também que o consumidor é a prioridade número um da loja.

Por fim, mas não menos importante, a qualidade de atendimento em diversos canais, seja no site, nas mídias sociais ou na loja física; e uma boa experiência antes, durante e após a compra. Com isso em vista, é preciso estar atento a todas as barreiras que podem dificultar a relação do consumidor com uma marca e, consequentemente, evitar uma venda que poderia ser facilmente realizada.

De acordo com um estudo do Reclame Aqui, a maior parte das reclamações registradas na última edição da Black Friday foram causadas por propagandas enganosas que levam os clientes a conclusões equivocadas, além de divergências de preços e instabilidades técnicas na hora da conclusão de uma compra.

Ao contrário do que muitos podem pensar, os esforços da Black Friday não acabam no ato da compra. Com todo esse conhecimento do consumidor, o processo após a data comemorativa deve ter uma atenção especial, com fidelização através de um canal aberto de diálogo e construção de relacionamento para que esse cliente continue em contato com a marca durante todo o ano, retornando para a loja.

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Autoatendimento: a chave para faturar mais no varejo

Por Rodrigo Andrade Oliveira, da Linx

Vender mais é sinônimo de mais receita, margem e empregos, em qualquer setor da economia. No segmento de Food Service, por exemplo, que representa mais de 10% do PIB brasileiro, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentação (ABIA), não é diferente. Com todos os desafios do mercado, o varejo teve de buscar maneiras inovadoras de continuar incrementando seu faturamento e, mais do que isso, fidelizando seus clientes.

Graças às tecnologias atuais, os varejistas têm encontrado novas formas de continuar alavancando seus negócios. Um dos recursos mais importantes é o autoatendimento, que além de oferecer benefícios para a operação como um todo, acarreta em mais faturamento para os estabelecimentos. Para entender as vantagens do autoatendimento em um negócio, é preciso ter em mente que os resultados são baseados em grandes entregas.

Vamos tomar como exemplo o mercado de Fast Food. A primeira delas é a redução de filas. Isso significa mais agilidade e conveniência para o consumidor. A segunda está na forma como a marca expõe seu cardápio, já que um totem, por exemplo, facilita a visão do cliente de toda a gama de opções de um jeito mais ilustrativo, o que pode aguçar o desejo de compra e pode aumentar até as chances da realização de uma venda considerada quase incerta para o fast food, como é o caso da sobremesa. Afinal, nesse ambiente é difícil que o consumidor volte ao caixa para fazer um novo pedido de sobremesa após terminar sua refeição.

Como consequência dos benefícios citados acima, o autoatendimento dá mais precisão ao restaurante na hora de escolher seu mix de produtos e promover ações que façam sentido tanto para a loja quanto para o cliente. Este canal permite, inclusive, a utilização de recursos promocionais, como banners animados e sugestões de menu, o que contribui para o aumento da conversão, do ticket médio e do engajamento do público. E por último, para completar todo esse pacote, o pagamento é o responsável pelo ‘grand finale’, já que essa etapa costuma ser realizada com cartões neste canal, então tudo fica ainda mais ágil.

Como era de se esperar, o autoatendimento já se mostrou tão eficiente que o gigante McDonald’s, por exemplo, anunciou para 2019 investimentos da ordem de R$ 9 bilhões, com foco em modernizar o atendimento em suas lojas ao redor do planeta. Só no Brasil, a companhia já investiu R$ 1,25 bilhão. O Bob’s, na mesma onda, já afirmou que pretende investir R$ 1 bilhão até 2023 em um plano de expansão que também inclui a modalidade que torna o consumidor protagonista de seu contato com as lojas.

A rede Taco Bell, que chegou ao território brasileiro recentemente, já tem grandes ambições para o mercado local, tudo com base em inovações que incluem o autoatendimento. Ainda este ano, o objetivo da marca é chegar a 40 franquias, com preferência a São Paulo e Rio de Janeiro. Até 2027, a ideia é atingir a marca de 200 lojas em território brasileiro.

E não é só expansão física que está no radar da empresa. Em termos de eficiência, a meta por aqui é que o tempo médio de atendimento seja de 2,5 minutos até 2020 – indicador que gira em torno dos 4 minutos atualmente. Prova de que o País está em destaque é que a Taco Bell no Brasil foi a segunda a receber os totens de autosserviço no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Muito além da alimentação

Apesar de todo – e verdadeiro – otimismo do mercado com este canal, ainda existem algumas barreiras culturais que levam as pessoas a ficar nas filas, sem levar o autoatendimento em consideração como primeira opção de contato. Porém, a solução é simples e está na maneira de uma marca se comunicar. Saber posicionar os totens estrategicamente e investir em sinalização para levar os consumidores ao serviço são medidas que podem fazer a diferença.

Junto com esse pensamento, é preciso garantir que a comunicação do autosserviço com a operação do estabelecimento aconteça da forma mais fluida possível. Isso porque os totens acabam se tornando parte fundamental do negócio e respondendo por grande parte da demanda gerada onde eles estão instalados.

Tanto é que, atualmente, outros segmentos do varejo se apropriaram da modalidade e também estão apostando no autoatendimento como uma forma de melhorar a experiência do consumidor. É o caso de bancos, estacionamentos, supermercados, cinemas e outros.

O Carrefour, por exemplo, equipou uma de suas lojas em São Paulo em meados de 2017 e já constatou que 9% das vendas desta unidade são oriundas do novo serviço.

Com esse mar de oportunidades, a conclusão é certeira: o segredo do sucesso está nas mãos do consumidor – literalmente

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Linx anuncia a abertura de 200 vagas pelo Brasil

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia a abertura de 200 vagas direcionadas a diferentes áreas. A maior parte delas está concentrada nos departamentos Comercial e de Desenvolvimento, mas também há posições para Suporte, Infraestrutura, Contabilidade, entre outros. Os contratados poderão atuar em diferentes segmentos do varejo atendidos pela empresa, como Moda, E-commerce, Postos, Farmácias, Automotivo, Big Retail, além de Meios de Pagamento e serviços corporativos.

As oportunidades englobam diferentes níveis hierárquicos, passando por vagas de estágio, analistas e até de gerência. As posições valem para escritórios da Linx nas cinco regiões do Brasil. No Sudeste, são 104 postos divididos entre cidades como São Paulo (SP), Bauru (SP) e Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Uberlândia (MG) e Rio de Janeiro (RJ).

No Sul, as vagas são para Porto Alegre (RS), Cascavel (PR) e cidades de Santa Catarina, como Florianópolis, Blumenau e Joinville. Na região Centro-Oeste, as oportunidades estão alocadas em Aparecida de Goiânia (GO), enquanto Recife (PE) representa as vagas abertas no Nordeste. No Norte, o escritório de Manaus (AM) é a unidade da Linx que está em busca de profissionais.

Para participar do processo seletivo, os interessados precisam apresentar algumas características valorizadas pela companhia, como talentos com espírito jovem, motivados, focados e curiosos. Essa energia traz agilidade e eficiência para a operação e são qualidades que transformaram a Linx em uma referência em tecnologia para o varejo no Brasil.

Serviço

A candidatura dos interessados nas oportunidades de trabalho pode ser feita pelo site https://www.vagas.com.br/linx, na opção “deixe seu currículo conosco”.

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NRF 2019: o varejo precisa de Customer Success para vender mais

Por Ricardo Pinho, diretor de Customer Success da Linx

“Medimos o sucesso pelas interações com nossos clientes, não pela venda”. A frase de Jeremy King, Chief Information Officer (CIO) e Chief Technology Officer (CTO) do Walmart, durante um dos painéis sobre tendências tecnológicas para o varejo na NRF Big Show 2019 – maior feira dedicada ao varejo em todo o mundo – reflete uma filosofia assertiva que exploramos aqui na Linx.

Isso nos ajuda a desenvolver e ofertar soluções capazes de ajudarem nossos clientes a construir e fidelizar o relacionamento com seus consumidores. Este conceito apresentado pelo executivo esteve presente nas mais diferentes formas, em muitas apresentações de grandes líderes empresariais do varejo global, no encontro realizado em janeiro e sediado na cidade de Nova Iorque (EUA).

Autenticidade, colaboração, relevância e propósito parecem marcar essa fase do chamado “New Retail”, ou novo varejo, que ressurge totalmente modificado. As relações passam a ser mais de longo prazo do que apenas resumidas a poucas transações e a experiência do cliente ganhou mais importância do que a venda em si. Assim, nosso entendimento é de que as marcas têm que apresentar um propósito pra ser relevante aos novos consumidores porque, caso contrário, não serão capazes de sobreviver e prosperar.

A inovação de gigantes

Na novíssima e tecnológica House of Innovation, imensa flaghship inaugurada pela Nike na Quinta Avenida, no Midtown Manhattan, ponto nobre e movimentado do comércio nova-iorquino, os vendedores são bonificados pelo engajamento dos consumidores que atendem com a marca, e não por vendas propriamente ditas.

Na unidade, existe também a possibilidade de o cliente agendar um horário para uma consultoria personalizada com os “Nike Experts” no último – e exclusivo – andar da loja, que soma uma área total de pouco mais de 6 mil metros quadrados. Lá, os clientes ganharam um canal pelo qual podem resolver qualquer problema e tirar qualquer dúvida sobre os produtos, construindo uma relação próspera com seus clientes. Esses colaboradores fazem o trabalho de verdadeiros executivos de Customer Success.

E isso não acontece apenas com gigantes como a empresa de artigo esportivo, o mercado de luxo também está dando o tom desta nova era de engajamento. Duvida? A quase centenária Gucci, dona de uma história baseada em exclusividade e sofisticação, inaugurou em maio de 2018 sua “experience store”, no Soho, outro badalado bairro de Nova Iorque. A intenção da grife italiana é desinibir os visitantes e encorajá-los a interagir com a marca de luxo, algo que para muitas pessoas pode parecer intimidador e inalcançável.

Em vez de seguranças sisudos na porta, o espaço de 930 m² conta com “conectores” (sim, não são chamados de vendedores), cujo objetivo é fazer com que os clientes desenvolvam a melhor experiência possível com todo o luxo exposto nas prateleiras. As contratações dos profissionais para a loja da Gucci são feitas com base no potencial de engajamento com os clientes, e não no track record de vendas do colaborador.

O resultado? Os clientes compram, e compram muito! Os mais VIPs chegam a levar à flagship seus vendedores preferidos para realizar a compra lá, simplesmente porque é a melhor experiência que a marca pode oferecer. A companhia, aliás, estima um crescimento de aproximadamente 35% em 2019.

O modelo de negócios passa por mudanças

Scott Galloway, da L2, instituto de pesquisas controlado pelo Gartner, destacou em seu painel que as empresas crescerão em receita pela conquista e retenção dos clientes. Corroborando essa ideia, a RH New York, espécie de galeria-loja localizada na efervescente região do Meatpacking District, já possui 45% de sua receita advinda de assinaturas.

Os clientes cadastrados no clube de assinatura chegam a ter descontos especialíssimos na aquisição de mobiliário para escritórios e residências. Os negócios da loja vêm crescendo assustadoramente rápido e neste ano projeta receitas na casa dos US$ 100 milhões. Um detalhe curioso: o restaurante localizado dentro da loja já responde por 10% desse faturamento. Tudo isso para encantar o cliente e fazer com que ele queira ir até a loja.

E o que tudo isso tem a ver com Customer Success?

Tudo! Basta olhar o propósito desses varejistas para entender que há uma mudança radical no modelo de atendimento a clientes e consumidores. As diretrizes e os incentivos são todos atrelados à relação de longo prazo. Vende-se não mais ao cliente, mas pelo cliente.

O Chief Marketing Officer (CMO) da Microsoft, Chris Capossela, deu um show em sua palestra mostrando como a companhia teve que se reinventar durante a transformação digital. O case já é bem conhecido pela comunidade de Customer Success, mas assistir ao vídeo que mostra a preocupação de gerar propósito e relevância da marca em seus consumidores foi de arrepiar. Pra quem vendia “caixinhas de CD”, a adaptação ao modelo “mission-driven” na era do Software as a Service (SaaS) está sendo radical.

Não faltaram “coincidências” entre as novidades expostas na NRF, sobre o modelo de atendimento que ampara todas essas iniciativas. Às vezes o termo “Customer Success” não era citado nas palestras, mas nem foi preciso. É um conceito nítido em cada slide, em cada discurso, e provocava em nós, profissionais do sucesso do cliente, a vontade de seguir firmes nesta jornada.

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A influência do e-commerce no varejo físico durante a Black Friday

Por Gustavo Avelar, diretor executivo da Linx Impulse

A Black Friday tem ganhado mais espaço no Brasil a cada ano. Diferente do que acontece nos Estados Unidos, por aqui a data comemorativa surgiu quase 100% focada no e-commerce. Entretanto, o varejo físico brasileiro começou a aumentar sua representatividade nesse que se tornou um dos principais períodos de vendas para o comércio local.

Isso porque as lojas notaram que o consumidor começa a se preparar para a Black Friday bem antes do dia D. Segundo o Google, 80% das pesquisas acontecem com até um mês de antecedência. O dado mostra que as pessoas tomam suas decisões neste período e apenas aguardam a data para fazer a compra – seja em canais online ou offline.

Na Black Friday de 2017, as vendas do comércio de rua e de shopping centers foram 4,9% maiores do que o mesmo período de 2016, de acordo com a Serasa Experian. Um estudo do Waze mostrou que 38% das pessoas que compraram na sexta-feira promocional optaram por lojas físicas no ano passado e houve um aumento de 49% de navegações em direção a lojas físicas.

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, já vem acompanhando o impacto do e-commerce nas vendas em lojas físicas de alguns de seus clientes antes mesmo da Black Friday. Entre 8 de setembro e 5 de novembro, cerca de 60% dos consumidores de uma empresa do segmento de moda que começaram o processo de compra no site, finalizaram na loja física. Em uma megaloja atendida pela companhia, esse número chegou a 21%.

Diante desse cenário, o varejo precisa estar cada vez mais preparado para aproveitar as oportunidades de impulsionar vendas na data especial para converter seja no mundo digital ou no físico. A Provokers atestou que, mesmo entre as pessoas que não costumam realizar transações pela internet, 53% utilizam a ferramenta para obter informações sobre o produto desejado. Já de acordo com o Google, as buscas pelo termo “retire na loja” cresceram 300% em um ano, enquanto o interesse pela expressão “lojas perto de mim” aumentou 70% entre 2016 e 2017.

A Black Friday é o marco da temporada de compra mais intenso do ano, já que inaugura um período que engloba Cyber Monday (a segunda-feira seguinte) e o Natal. Com condições mais atrativas neste período, boa parte do varejo reduzirá os preços nesse período, o que aumenta ainda mais a importância de uma comunicação mais personalizada com uso de ferramentas de engajamento e reengajamento para auxiliar o consumidor no processo de compra.

Com isso em mente, a dica final para o varejo é não deixar as métricas de lado. Vale lembrar que, tão importante quanto vender mais, é confirmar que todo o investimento valeu a pena.

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Linx anuncia novo diretor para Meios de Pagamento

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia Rubens Silva como novo diretor de Meios de Pagamento. O executivo assume a função com a missão de impulsionar a aceitação de soluções eletrônicas de pagamento conectadas à gama de tecnologia para o varejo que a empresa já oferece ao mercado.

Com 18 anos de experiência em meios de pagamento, Silva atuou como CFO na Global Payments e foi um dos executivos responsáveis pelo início da operação no Brasil. O novo diretor participou também do processo de IPO (abertura de capital) da Rede, onde trabalhou por 12 anos, além de ter acompanhado ativamente o processo de regulação do segmento de Meios de Pagamento pelo Banco Central do Brasil desde 2010.

“Meios eletrônicos de pagamento se transformaram em commodities. Há dezenas de empresas oferecendo o mesmo tipo de serviço sem perguntar para o lojista se é disso que ele realmente precisa”, comenta Rubens Silva, que é formado em Ciências Contábeis e possui um MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getulio Vargas.

E completa: “Usar a tecnologia para facilitar a vida dos varejistas e consumidores está no DNA da Linx. É isso que vamos fazer por meio de soluções customizadas para cada segmento deste setor, como restaurantes, postos de combustíveis, moda, entre outros”.

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Linx adquire Digital Commerce Group e reforça estratégia de e-commerce e omnichannel

A Linx, líder em software de gestão para o varejo, anuncia a aquisição do grupo Digital Commerce Group. A empresa tem como foco o desenvolvimento de tecnologias para a venda digital e movimenta por ano mais de R$ 1,5 bilhão através de seus produtos, sendo um dos maiores fornecedores de soluções para e-commerce do Brasil com destaque para a sua plataforma de integração com market places, o Octopus.

O DCG tem 10 anos de experiência no mercado e conta com equipes técnica e de negócios especializadas em fornecer aos clientes total suporte em todas as etapas da concretização das suas operações de e-commerce.

Pela aquisição, a Linx pagará o total de R$49 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$18 milhões. O faturamento bruto do grupo, estimado para 2018, é de R$18 milhões.

“A aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Linx e consiste em um passo importante para o reforço das ofertas de e-commerce e omnichannel. Em conjunto aos produtos de OMS, personalização, reengajamento e publicidade já ofertados ao mercado, a Linx segue aumentando seu portfólio de soluções online e contribuindo para a transformação digital dos varejistas brasileiros”, ressalta Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

O Digital Commerce Group (DCG) é um dos maiores grupos de soluções digitais do País e, hoje, conta com 120 funcionários distribuídos em três escritórios: Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina e, atualmente, possui mais de 600 clientes. Fundado em 2006 como EZ Commerce, recebeu o nome DCG em 2015.

Histórico das Aquisições Linx

O crescimento sustentável é objetivo da Linx. A estratégia de crescimento por aquisições da empresa teve início em 2008 e até hoje foram 28 processos nacionais e um processo internacional (Synthesis, em julho de 2017).

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Inteligência artificial é a nova aposta de atendimento ao cliente da Linx

A Linx, líder brasileira no fornecimento de soluções em software de gestão para o varejo, apresenta a Laís, chatbot que chega para revolucionar a forma como a empresa presta suporte aos clientes. A ferramenta ficará disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana e poderá ser acessada no site da Linx por meio de computadores e dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

A sigla LAIS vem do nome Linx Artificial Intelligence Service, que significa Serviço de Inteligência Artificial da Linx. Sempre de prontidão e com fácil interação, o chatbot oferece autoatendimento aos clientes em diversos serviços, como por exemplo, segunda via de boleto ou solicitação de acesso. A Lais é capaz de diagnosticar a complexidade da solicitação e poderá acionar de maneira transparente e natural um “colega de trabalho”, parte do time do suporte, para apoia-la. Esse trabalho em conjunto garante mais agilidade e escalabilidade ao atendimento.

Somente no período em que ficou em testes, a LAIS ultrapassou a marca de 13 mil atendimentos efetuados, 76% destes foram classificados como eficaz e efetivo e menos de 21% dos atendimentos foram transferidos.

“A Linx está sempre em busca de novas tecnologias para seus clientes. Decidimos trazer este nosso conhecimento para a área de Suporte a fim de gerar mais conveniência e otimizar o serviço que prestamos diariamente”, explica Fábio Xavier, diretor de Suporte na Linx. “A LAIS é mais uma peça fundamental no nosso time”, adiciona.

Futuro

No momento, a LAIS está disponível exclusivamente para os clientes da Linx, com foco em questões administrativas e financeiras. De acordo com Xavier, “o próximo passo é que o chatbot sirva como ferramenta de primeiro contato com potenciais clientes e de suporte técnico de produtos que a empresa fornece para o mercado”

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Linx encerra o ano com crescimento de dois dígitos em um ambiente de negócios mais positivo

A Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo fechou o quarto trimestre de 2017 com receita operacional bruta de R$ 182,1 milhões. Apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 157,4 milhões, atingindo um crescimento de 19,3% comparado ao quarto trimestre do ano passado.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 4T17, a receita recorrente atingiu R$ 147,6 milhões, com crescimento de 16,8% sobre o 4T16, e equivalente a 81% da receita bruta. O EBITDA ajustado atingiu R$ 39,3 milhões no 4T17, um aumento de 16,9% em comparação aos R$ 33,6 milhões do 4T16. Em comparação ao 3T17, o EBITDA ajustado foi 7,6% maior. A margem EBITDA ajustada do 4T17 foi de 25,0%. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 158,95 milhões no 4T17.

“Neste trimestre percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da Companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período. O cross-sell ainda segue como principal driver de crescimento orgânico, com destaque para as ofertas de meios de pagamento e NFC-e que aumentaram sua penetração na base de clientes”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Resultados 2017

A receita operacional bruta da Linx chegou a R$ 656,1 milhões no ano passado, o que correspondeu a um aumento de 15,5% em relação a 2016. A receita operacional líquida do período foi de R$ 571,6 milhões, um aumento de 15,6% na comparação com 2016.

Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

Adicionalmente, contribuíram para esse crescimento, as diversas novas iniciativas que a Linx tem desenvolvido relacionadas à recém-criada área de Novos Mercados e ao Omnichannel. São exemplos disso a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em dois importantes varejistas nacionais.

Aquisição da Percycle

No último dia 21 de dezembro, a Linx anunciou a aquisição da Percycle, que opera a plataforma líder em mídia online nativa, unindo lojistas, marcas e consumidores. Ela permite que a indústria anuncie dentro dos principais sites de e-commerce, em diferentes formatos e segmentações, além de possibilitar a maximização do ROI (retorno sobre o investimento) gerado em campanha.

O faturamento bruto da Percycle nos últimos 12 meses foi de R$ 8,0 milhões. Pela Percycle a Linx pagará R$ 13,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$ 9,7 milhões.

Esta aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia, expandindo nosso portfólio de soluções que aumentem a rentabilidade dos clientes e melhorem a experiência de compra dos consumidores, além de abrir o mercado de publicidade e reforçar nossa oferta para o e-commerce e a indústria.

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A importância da gestão financeira para a sustentabilidade dos negócios

Por Dennis Herszkowicz

Em tempos de retração econômica, a máxima de que empresas de todos os tamanhos devem olhar para suas finanças com toda atenção soa mais verdadeira do que nunca. A organização das finanças empresariais, incluindo gestão financeira, o planejamento tributário e o controle de fluxo de caixa, são processos que devem ser encarados não apenas como essenciais para que o negócio traga rentabilidade, mas fundamentais para que o empreendimento seja sustentável. E a diferença entre trazer lucro e ser sustentável é abissal: um negócio pode ser rentável no curto prazo, mas, sem reinvestimentos e uma boa estratégia de crescimento, sua existência no futuro pode estar comprometida.

De maneira geral, uma boa gestão financeira deve garantir os três pontos de sustentação de qualquer empresa: rentabilidade, geração de caixa e sustentabilidade. Garantindo rentabilidade, o que é definido pela obtenção de lucro maior que o investimento, o negócio vai gerar caixa e a possibilidade da distribuição desse lucro além do empreendedor, também para os investidores do negócio. Esses dois primeiros pontos, somados a uma profissionalização da gestão, levam à sustentabilidade do negócio, ou, em outras palavras, a garantia de que a empresa irá prosperar. Quem decide onde a empresa vai alocar seus recursos é um profissional que tem muita responsabilidade sobre o sucesso de empreendimentos de todos os tamanhos: o gestor. É por meio de suas análises e, principalmente, da sua estratégia, que ele garante a sobrevivência do negócio e, mais que isso, propicia que o negócio seja reconhecido como sustentável e ainda mais valorizado.

Acredito que, cada vez mais, a sobrevivência de negócios de todos os setores só será possível pelo caminho da formalização. Uma gestão financeira cuidadosa e uma governança do negócio geram, sim, um valor. Não no curto prazo, visto apenas nas tabelas de controles orçamentários, mas sim um valor traduzido pela perenidade da companhia, reconhecido por investidores e que tem o poder de colocar o negócio à frente da concorrência.

Dennis Herszkowicz é vice-presidente da Linx

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Linx aponta cinco tendências para o varejo em 2018

A Linx, empresa de tecnologia que atende cerca de 40% do varejo nacional, indica quais serão as cinco principais tendências para o setor em 2018. Jean Klaumann, vice-presidente de Operações da companhia, listou o que deve nortear o mercado no próximo ano.

1 – Omnicanalidade ou omnichannel

Hoje em dia, é normal que as pessoas pesquisem pela internet e façam compras no varejo físico. Neste cenário, o conceito consiste na convergência de todos os canais utilizados por uma empresa. As principais vantagens desta integração são redução de custos de frete, tempo de entrega, ganhos fiscais, maior conversão de vendas, geração de fluxo em loja, além de uma gestão de estoque mais inteligente.

2 – Reengajamento no e-commerce

No ambiente virtual, é comum que consumidores busquem produtos, adicionem ao carrinho, mas não finalizem a compra. Empresas como a Linx, que adquiriu a ShopBack em outubro de 2017, oferecem sistemas de retargeting capazes de reverter este abandono, trazer o usuário de volta para o site e recuperar vendas consideradas perdidas.

3 – Migração para a nuvem

O varejo está em uma busca constante de eficiência na gestão de seus processos e atividades. A solução para isso pode estar na nuvem. Atualmente, já existem lojistas apostando neste modelo e a Linx vem suportando os clientes que estão dispostos a migrar seus dados. A previsão da companhia é que 50% da carga de trabalho seja migrada em 2018 e estima que, em três anos, 90% de todo o processamento será em nuvem pública.

4 – Big data, data lake e inteligência artificial

O principal benefício de trabalhar com informações em nuvem é a criação de um grande banco de dados alimentado em tempo real. Com isso, varejistas podem conhecer melhor seus consumidores, entender o perfil e comportamento de cada um e oferecer produtos e serviços personalizados por meio de ferramentas de inteligência artificial.

5 – Chatbots

Com toda essa evolução nos processos internos e de vendas ao consumidor final, é natural que a gestão do relacionamento com o cliente também se torne mais inteligente. Provedores de tecnologia para o varejo já permitem que lojistas prestem assistência por meio de ferramentas online, com destaque para as redes sociais. Desta forma, a tendência é que a automatização do atendimento siga crescendo e mais problemas sejam solucionados em tempo real.

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Como utilizar a Black Friday a favor do seu negócio

Por Gustavo Avelar

O Brasil não está em um de seus melhores momentos e, ultimamente, vive uma insegurança política que vem desaquecendo a economia. No entanto, especialistas estão otimistas com a Black Friday, data em que fabricantes e varejistas oferecem descontos atrativos. Neste ano, será no dia 24 de novembro, última sexta-feira do mês.

A expectativa é que as vendas tenham um crescimento de 15% a 20% em relação ao ano passado segundo estudo do Google Brasil, publicado em agosto deste ano, e que o mercado movimente mais de R$ 2 bilhões em vendas. Para a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), só o e-commerce deve receber cerca de 10 milhões de pedidos. A Ebit, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro, estima que o tíquete médio chegará a R$ 695, um aumento de 6,4% em relação à edição anterior. Em 2016, itens como livros e eletrônicos foram os mais desejados entre os consumidores.

Apesar da Black Friday apresentar números melhores ano após ano, ainda há muito espaço para crescimento. Atingir públicos com interesses e necessidades diferentes, garantindo uma boa experiência de compra, é um desafio intrínseco do comércio que fica ainda mais evidente durante a Black Friday. É por isso que saem na frente os lojistas que fazem do omnichannel uma estratégia de negócio. O conceito multicanal reforça a importância de integrar todos os pontos de venda da marca e disponibilizar diferentes opções para o consumidor, como fazer o pedido online e retirar na loja; comprar na loja e pedir para entregar em casa; ou reservar para provar na loja, por exemplo. Proporcionar esse leque de opções amplia as oportunidades de venda e satisfação de clientes.

Confira abaixo algumas dicas podem ajudar o comércio a se beneficiar ainda mais desta data especial:

Potencialize a influência digital

Com o crescimento das redes sociais e do uso de dispositivos móveis, o varejista deve usufruir de diferentes canais para atrair seu consumidor e integrá-los, a fim de proporcionar melhor experiência para os usuários. Segundo o Google, a 40 dias do evento, o número de buscas relacionadas à data já era 14% superior ao mesmo período de 2016.

De 2010 para 2015, o tempo que um consumidor passa caminhando dentro de uma loja física caiu 57% – mais da metade. Ainda assim, o valor de cada visita à loja aumentou em 2,6x. Isso acontece porque 64% das vendas em lojas físicas são influenciadas pelo canal digital. Cada vez mais as pessoas chegam na loja decididas do que querem comprar, porque já pesquisaram no site da loja e dos concorrentes, já conferiram as redes sociais e já têm certeza da melhor escolha. Segundo o estudo americano UPS Pulse of the Online Shopper™, de outubro 2017, 49% dos jovens adultos afirmam que as redes sociais influenciam nas suas decisões de compra. A mesma pesquisa também mostra que 36% dessa geração têm intenção de aumentar o uso da entrega na loja (ship-to-store) no próximo ano; 81% procurou por cupons de desconto nas redes sociais; e 83% pesquisou produtos em dispositivos móveis antes de ir à loja.

No entanto, é crucial lembrar que a importância de canais integrados, e em uma operação consistente, não acaba no momento da compra. O atendimento ao cliente também é decisivo: segundo a UPS, 62% dos consumidores entra em contato com a loja via redes sociais. Estar disponível nos mesmos canais que os consumidoresé essencial.

Conheça seu consumidor

No mundo, 92% das compras que começam no online, terminam no offline. No Brasil, a estimativa gira em torno dos 97%. Isso é um público gigantesco que recebe inputs totalmente diferentes entre canais.

Ao optarem por realizar uma compra na loja física, os consumidores podem se cadastrar nos sistemas da empresa. Aproveite esse momento para integrar seus canais offline e online, promovendo interação com o consumidor pelas suas plataformas, observando o que ele busca, quais e-mails costuma abrir, se ele fez apenas uma compra ou se é algo recorrente, entre outros aspectos. Na hora de comprar, muitos consumidores buscam pela facilidade e rapidez, ou seja, não querem compartilhar a mesma informação que já forneceram em outra transação. Esse entendimento é crucial na construção de um bom relacionamento com seu cliente e também serve para promover experiência personalizada (60% dos jovens adultos estão dispostos a compartilhar informações em troca de melhor experiência de compra).

Em um mundo com cada vez mais informações, personalizar a oferta é essencial para garantir que o seu consumidor vá encontrar o que é mais relevante pra ele, no momento em que ele mais precisa. Use a tecnologia a favor do seu negócio.

Gustavo Avelar é Diretor de E-commerce na Linx

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Linx e Microsoft aceleram soluções digitais em nuvem

A gigante de tecnologia, Microsoft, e a líder brasileira em fornecimento de software para varejo, Linx, apresentam ao mercado uma nova parceria, em que a Linx passa a contar com Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, como base para computação em nuvem e evolução tecnológica de seus produtos.

Um dos objetivos desta parceria é alavancar a oferta de soluções Linx em nuvem, agregando tecnologia, performance e escalabilidade, para facilitar a adoção de processos Omni Channel no varejo. “Com os softwares Linx na nuvem pública Microsoft Azure, o empreendedor do varejo, além de acessar suas informações quando e onde quiser, pode implementar soluções digitais como Analytics, Mobile, eCommerce, OMS de maneira muito mais fácil transformando a experiência de seus consumidores com a sua marca”, comenta Gilsinei Hansen, vice-presidente de P&D da Linx.

“Com este movimento com a Microsoft, a Linx pode agregar com maior facilidade novas tecnologias como Inteligência Artificial e Cognitiva, Big Data e Internet das Coisas, por exemplo, às suas soluções em Cloud. O que significa mais inovação digital embarcada no software Linx para seus clientes”, explica Gilsinei.

Por fim, as ofertas em Cloud da Linx, contarão com a performance, estabilidade e segurança do Microsoft Azure, o que resultará ainda em mais valor para seus clientes finais. As duas empresas trabalharão lado a lado para desenvolver e inovar cada vez mais os negócios de seus clientes. “Estamos bastante entusiasmados com as possibilidades com Microsoft Azure e os benefícios que traremos aos nossos clientes”, completa Hansen.

“O varejo é um terreno fértil para a criação de inovações. Com essa parceria com a Linx, vamos poder levar o potencial da computação em nuvem para mais empreendedores desenvolverem seus negócios no país”, afirma Roberto Prado, diretor de nuvem da Microsoft Brasil.

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Linx expande estratégia Digital com aquisição da ShopBack

A Linx, líder em software de gestão para o varejo, anuncia a aquisição da empresa ShopBack. A companhia tem a plataforma cloud líder para retenção, reengajamento, remarketing e recaptura de usuários, por meio de Big Data e inteligência para engajamento. Cerca de 85% do volume do e-commerce brasileiro trafega mensalmente pela solução da empresa. Com essa aquisição, a Linx se torna líder neste segmento.

Pela ShopBack, a Linx pagará R$ 39 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de específicas metas financeiras e operacionais entre os anos de 2017 e 2019, poderá pagar o valor adicional de até R$ 17.558 milhões.

“Essa mais recente aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Linx de aquisições de tecnologias para o varejo, especialmente as que ajudem nossos clientes a melhorar a experiência de compra dos consumidores. Além disso, seguimos acelerando a migração para a nuvem e criando novas oportunidades em Big Data e inteligência para engajamento”, ressalta Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

A ShopBack foi fundada em 2015 como uma exclusiva multiplataforma cloud focada na retenção, reengajamento e recaptura dos 98% dos usuários que abandonam os sites dos clientes sem converter. Hoje conta com mais de 800 clientes entre eles, Webmotors, Nissan, Carrefour, Microsoft, Avianca, Hoteis.com, Bradesco, Arezzo, Schutz, Giuliana Flores, Telha Norte, Sephora, Honda, Renner, O Boticário, Motorola, C&C, Azul, Brastemp, Vivo, Oi.

Histórico das Aquisições Linx

O crescimento sustentável é objetivo da Linx. A estratégia de crescimento por aquisições da empresa teve início em 2008 e até hoje foram 23 processos nacionais e um processo internacional (Synthesis, em julho de 2017).

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Linx registra crescimento da receita no segundo trimestre de 2016

Na contramão do baixo ritmo de expansão do comércio brasileiro, a Linx, empresa líder em tecnologia de gestão para o varejo, continua a ampliar sua receita e rentabilidade de forma consistente e resiliente. A Companhia encerrou o segundo trimestre de 2016 com receita operacional bruta de R$141,4 milhões, um incremento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita operacional líquida foi de R$122,4 milhões no trimestre, representando crescimento de 12,5% em comparação aos R$108,8 milhões do 2T15.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 2T16, a receita recorrente atingiu R$117,8 milhões, com crescimento de 19,2% sobre o 2T15, e equivalente a 83% da receita bruta. Vale destacar que os rendimentos com soluções em nuvem já representam quase 50% da receita recorrente e seguem crescendo acima da média. O EBITDA da empresa foi de R$32 milhões, 7,9% acima do valor obtido no segundo trimestre de 2015, e a margem EBITDA de abril a junho de 2016 foi de 26,1%. O lucro caixa atingiu R$23,4 milhões no período.

“Seguimos num bom padrão de crescimento, investindo na operação e com expansão na casa dos dois dígitos, mesmo diante de um mercado atual complexo”, destaca Dennis Herszkowicz, vice-presidente financeiro e de RI da Linx. “Nosso modelo de venda de software por assinatura mensal, com receitas recorrentes, garante previsibilidade e rentabilidade ao nosso resultado”.

O “cross-sell”, a venda de ofertas complementares aos softwares de POS e ERP para clientes da base da Linx, em especial ofertas relacionadas à Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) e à Transferência Eletrônica de Fundos (TEF), aliado às vendas para novos clientes, também contribuiu para o resultado positivo neste trimestre. Outro destaque foi a melhora da taxa de renovação de clientes que atingiu 98,7% no trimestre, maior que os 98,4% registrados no 1T16. “Temos tradicionalmente altas taxas de renovação de clientes, que refletem a base ampla, diversificada e fiel da Companhia. Em um cenário de crise, é mais um fato a se comemorar”, conclui Herszkowicz.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

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8 tendências para o varejo

O varejo vem sofrendo com a baixa das vendas e apresentou, em 2015, um dos piores resultados dos últimos tempos. Especialmente neste momento, em que a concorrência entre as empresas fica ainda mais acirrada, é preciso estar atento ao mercado e ao comportamento do consumidor para entender em que direção o setor está caminhando, de modo a manter-se vivo.

“O varejo é dinâmico e quem não for capaz de se reinventar e acompanhar as tendências, principalmente em cenário de crise, ficará para trás. Hoje, temos que estar preparados para um consumidor mais ativo e precisamos de empresas mais engajadas na personalização”, ressalta Márcio Nunes, diretor de Omni Channel da Linx.

Pensando nisso, a Linx, especialista em gestão de software para o varejo, listou as principais tendências que podem ajudar os varejistas a planejar suas ações até o final deste ano.

No Friction

As relações das empresas com os consumidores devem ter o mínimo de conflito possível. Serão destaque as empresas que transformarem o relacionamento usando abordagens simples e contatos práticos e rápidos, evitando desgastes e experiências negativas com informações complexas.

Produtividade

A tecnologia tem um papel cada vez mais importante na hora de reduzir custos e tornar a operação mais ágil e eficiente. O uso de ferramentas como um CRM integrado pode proporcionar customizações mais assertivas, assim como melhorar a proximidade e otimizar o tempo de empresa e clientes, proporcionando mais experiências positivas.

Millennials

A geração que está mudando a forma de comprar valoriza fatores como excelência, simplicidade e boa experiência de consumo. O varejista precisa estar preparado para atender as expectativas deste público.

Cliente como protagonista

O cliente é o novo protagonista das campanhas e, quanto mais real ela for, melhor! Storytellings com situações reais têm um apelo maior com o público, pois ele se identifica nas campanhas.

Sem fronteiras

Nem só online, nem só offline. O varejo deve estar em todos os ambientes, afinal, o consumidor espera cada vez mais poder comprar tanto na loja física quanto na virtual (ou no aplicativo móvel e qualquer outro novo canal de vendas conveniente para ele).

Colaboração

As parcerias são grandes fontes de inovação. Os varejistas devem aproveitar as oportunidades para reunir suas diferentes especialidades visando fornecer as melhores experiências para os clientes, seja em produto, em serviços ou ambos. A colaboração gera ganhos para todos os envolvidos: empresas parceiras e consumidores.

Propósito de marca e cultura

O consumidor está cada vez mais preocupado com o que o posicionamento da marca e sua cultura representam para o mundo. Qual o propósito da sua marca? Todas as áreas da sua empresa estão engajadas?

Continua em alta

Big Data fonte de infinitos recursos de customização e melhoria de experiência de compra para os clientes – e Reestruturação da Loja Física, onde há uma forte mudança de posicionamento, com este canal refletindo a experiência física de todos os outros.

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