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LinkedIn: índice de Confiança do Trabalhador no Brasil marca 60 pontos em setembro

A quarta edição do Índice de Confiança do Trabalhador no Brasil manteve a crescente de 3 pontos em setembro em relação a agosto. O LinkedIn, maior rede social profissional do mundo, traz o sentimento dos profissionais cadastrados na plataforma quanto a busca por emprego, renda e carreira. Nesta análise, realizada entre 24 de agosto e 20 de setembro, o Índice registrou 60 pontos num intervalo de -100 a +100, contra 57 no período anterior.

Apesar da alta no otimismo geral, os profissionais que têm saído de casa para trabalhar na pandemia seguem preocupados com questões de saúde e segurança.

Cenário se mantém positivo

A alta da confiança está sendo puxada principalmente pelos funcionários de grandes corporações, que estão apresentando uma confiança crescente frente às finanças e progressão na carreira. Já os profissionais de pequenas empresas tiveram, mais uma vez, queda na expectativa de melhoria deste cenário se considerarmos os mesmos assuntos. A avaliação geral entrevistou 2.681 pessoas.

Remoto ou In loco?

Os registros mostram que os funcionários de grandes empresas são mais propensos a estarem trabalhando remotamente no momento (41%) se compararmos com os de pequenas empresas (25%). Por outro lado, pequenas empresas têm mais chance de adotar um modelo híbrido no futuro pós-pandemia: 46% delas esperam que parte dos funcionários volte a frequentar o escritório algumas vezes por semana, enquanto os demais farão home office permanente. Entre negócios de maior porte, a taxa cai para 29%. 

Cerca de 44% dos brasileiros que têm saído de casa para trabalhar na pandemia têm medo de se contaminar com colegas que negligenciam medidas de prevenção.Outras preocupações ligadas ao trabalho presencial incluem a falta de apoio do empregador para políticas de home office e licença por doença (36%), exposição a aglomerações em reuniões e espaços compartilhados (34%) e falta de higienização adequada do espaço de trabalho (32%).

Metodologia

Cerca de 44% dos brasileiros que têm saído de casa para trabalhar na pandemia têm medo de se contaminar com colegas que negligenciam medidas de prevenção.Outras preocupações ligadas ao trabalho presencial incluem a falta de apoio do empregador para políticas de home office e licença por doença (36%), exposição a aglomerações em reuniões e espaços compartilhados (34%) e falta de higienização adequada do espaço de trabalho (32%).

As pontuações do índice de confiança são calculadas atribuindo uma pontuação a cada respondente (-100, -50, 0, 50, 100) com base no quanto eles concordam ou discordam de cada uma das três declarações e, em seguida, localizando a pontuação média composta em todas as declarações. As pontuações são calculadas em média em duas ondas de coleta de dados para garantir uma leitura precisa das tendências. As três declarações são: [Segurança no emprego] Sinto-me confiante em minha capacidade de conseguir ou manter um emprego agora; [Finanças] Sinto-me confiante em minha capacidade de melhorar minha situação financeira nos próximos 6 meses; [Carreira] Sinto-me confiante em minha capacidade de progredir em minha carreira no próximo ano.

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LinkedIn revela lista de Top Startups no Brasil

A lista LinkedIn Top Startups 2020, elaborada pela maior rede social profissional do mundo, traz um dos rankings mais ecléticos desde seu lançamento no país, em 2017. Fintech, logística, saúde e gestão de imóveis estão entre os serviços prestados por empresas que, especialmente em 2020, têm na resiliência e superação da crise causada pelo coronavírus o seu elo em comum.

A metodologia para escolha se manteve a mesma do ano passado, com um único diferencial: a pandemia instaurada mundialmente fez com que a análise das empresas tivesse um recorte de tempo, ao invés de um ano, as empresas foram analisadas de janeiro a julho de 2020. Para serem elegíveis, devem ser independentes e privadas, ter 50 ou mais empregados no país, ter sete anos ou menos e estar sediada no Brasil. Para garantir a inclusão de empresas com forte potencial de crescimento, as startups que dispensaram 20% ou mais de sua força de trabalho dentro do prazo da metodologia também são inelegíveis.

“A lista 2020 reflete o estado atual da economia e do mundo, apresentando startups emergentes e resilientes e como elas estão operando neste universo em constante mudança”, destaca Rafael Kato, editor-chefe do LinkedIn para a América Latina. O ranking das LinkedIn Top Startups é produzido pela equipe do LinkedIn Notícias usando uma combinação de dados da plataforma e análise editorial.

LinkedIn Top Startups 2020:

1. Menu – e-commerce B2B que conecta distribuidores e indústrias com estabelecimentos comerciais

2. Loft – adquire e reforma imóveis para venda

3. Consiga Mais – apoio aos clientes na organização das finanças

4. Neon – Fintech

5. Loggi – serviços de logística

6. Yuca – adquire e reforma imóveis para locação

7. Xerpa – soluções para automatizar gestão de recursos dos trabalhadores

8. Conexa Saúde – plataforma de telemedicina

9. Buser Brasil – aplicativo de transporte colaborativo

10. Zenklub – plataforma de saúde emocional

No Brasil, conexão é a palavra que reflete o resultado. Todas as listadas se destacam pelo foco em serviços digitais. Essas empresas vêm oferecendo suporte aos seus usuários e clientes e prestando serviços que atendem às necessidades da população durante o distanciamento social. Cada uma tem sua história de resiliência em tempos de pandemia. As empresas de logística, por exemplo, foram mais afetadas no início do distanciamento social. Porém, voltaram a crescer à medida que a sociedade passou a consumir serviços remotos. As empresas se reinventaram e puderam voltar a contratar e aumentar o faturamento. Loggi, Neon e Loft foram reconhecidas em 2019 e permaneceram no ranking 2020, mostrando que mantiveram suas atividades mesmo com a crise sanitária.

“A lista deste ano nos mostra que as startups vivem um momento desafiador no Brasil e, mesmo diante de adversidade econômica e social, estão conseguindo se destacar. Temos bons exemplos de medidas tomadas para ajustar o modelo de atuação de negócios que podem perfeitamente ser aplicadas por qualquer tipo de empresa, não apenas startups”, comenta Kato.

Metodologia

Pensando nos quatro pilares da metodologia (crescimento do número de funcionários, engajamento, interesse em empregos e atração de talentos), há algumas considerações a serem feitas. O crescimento do número de funcionários é medido pelo crescimento percentual dos colaboradores ao longo de um ano, que deve ser de no mínimo 15%.

Já o engajamento está relacionado com número de visualizações e de seguidores da página da empresa no LinkedIn por não-funcionários, bem como a quantidade de não-funcionários que estão visualizando profissionais daquela startup.

O interesse em empregos considera a taxa de pessoas que estão visualizando vagas naquela startup e se candidatando a elas, tanto para posições remuneradas quanto não-remuneradas.

Por fim, a atração dos melhores talentos mede quantos colaboradores recrutados pela startup são oriundos das empresas que compõem a lista de Top Companies do LinkedIn.

O período de seleção corresponde a janeiro a julho de 2020, sendo este o único diferencial da metodologia em relação ao ano passado.

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World FinTechs Report 2018: futuro dos serviços financeiros está na colaboração entre FinTechs e instituições tradicionais

A ascensão das FinTechs[1] continua a revitalizar a jornada dos clientes de serviços financeiros. No entanto, muitas startups perceberam que terão um grande esforço para alcançar sozinhas o sucesso. Com atributos complementares, as FinTechs estão buscando estabelecer uma colaboração simbiótica com as empresas de serviços financeiros tradicionais que uma vez tentaram derrotar, como revela o World FinTech Report 2018 (em livre tradução, Relatório Mundial de FinTechs 2018), realizado em conjunto pela Capgemini e LinkedIn, com colaboração da Efma.

A pesquisa analisou a maneira como as FinTechs estão transformando o mercado, com um maior foco na experiência do cliente a partir da prestação de serviços financeiros que utilizam tecnologias emergentes. Bem como examinou o potencial de relações simbióticas entre FinTechs e instituições financeiras tradicionais, além do iminente papel das BigTechs[2] no setor.

FinTechs impulsionam a revitalização da jornada dos clientes de serviços financeiros

As FinTechs, que inovam com tecnologias emergentes, estão revitalizando a jornada do cliente nos serviços financeiros. A competição e as crescentes expectativas dos clientes estão direcionando as demandas por mais conveniências e personalização. Afinal, as FinTechs estão utilizando os dados dos consumidores para desenvolver ofertas personalizadas e fornecer serviços online mais rápidos, 24 horas por dia e que possam ser acessíveis a partir de qualquer dispositivo.

No entanto, os clientes continuam a apresentar maior confiança nas marcas das instituições tradicionais em comparação com as FinTechs, conforme apurou o World FinTech Report 2018. Mas para garantir o sucesso futuro, as prestadoras de serviços financeiros devem buscar se alinhar continuamente com os objetivos do cliente, manter sua confiança e seguir entregando soluções digitais, ágeis e processos eficientes.

“As FinTechs estão encontrando sucesso ao voltar seu foco totalmente para o cliente, preenchendo as lacunas deixadas pelas instituições tradicionais. Esses gaps abriram portas para as FinTechs, porém a confiança nas empresas tradicionais continua a ser importante para os clientes”, afirmou Penry Price, vice-presidente de soluções de marketing global do LinkedIn.

Oportunidade de colaboração ganha-ganha

Sem o peso de sistemas legados e da cultura tradicional, as FinTechs alavancaram novas tecnologias para responder rapidamente às demandas dos clientes. Na verdade, o World FinTech Report 2018 identificou que mais de 90% das FinTechs afirmaram que a agilidade e o fornecimento de uma experiência aprimorada ao cliente são fundamentais para se obter vantagens competitivas. E mais de 76% citaram sua capacidade de desenvolver novos produtos e melhorar os serviços existentes como iniciativas críticas para o sucesso. Por outro lado, o desafio agora é escalar e criar modelos de negócios financeiramente viáveis. Embora as FinTechs tenham levantado cerca de US$ 110 bilhões desde 2009, a pesquisa apurou que a maior parte delas provavelmente irá falhar se não forem capazes de construir um efetivo ecossistema de parceiros.

Ao mesmo tempo, as instituições financeiras tradicionais estão adotando diversas melhorias no serviço de atendimento ao cliente típicas das FinTech, entretanto mantendo seus pontos fortes, que incluem: gerenciamento de riscos, infraestrutura, competência regulatória, confiança do cliente, acesso ao capital e muito mais. Em resumo: tanto as companhias tradicionais quanto as FinTech têm muito a ganhar com uma relação simbiótica e colaborativa.

“Com mais de 75% das FinTechs identificando como seu principal objetivo de negócios a colaboração, para as instituições tradicionais é essencial que elas e as companhias convencionais estejam abertas a transformar seus modelos de negócios, trabalhando de forma colaborativa para impulsionar a inovação e manter a confiança do cliente”, explicou Anirban Bose, Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Sem um parceiro colaborativo ágil e comprometido, tanto as empresas tradicionais quanto as FinTechs correm o risco de fracassar”.

Encontrar o parceiro certo é essencial para uma colaboração bem-sucedida

A edição deste ano do relatório identificou que a colaboração será essencial para a promoção do sucesso no longo prazo, tanto para FinTechs quanto para instituições financeiras tradicionais. Uma colaboração bem-sucedida depende de se encontrar o melhor parceiro e o modelo de engajamento mais adequado. No entanto, para desenvolver parcerias sólidas, as empresas terão de superar as barreiras para a colaboração.

De acordo com o World FinTech Report 2018, mais de 70% dos executivos das FinTechs disseram que entre seus principais desafios para colaborar com empresas financeiras tradicionais está a falta de agilidade, enquanto as instituições clássicas perceberam impactos negativos em relação à confiança dos clientes, à marca e à mudança da cultura interna como seus principais desafios.

“Para que este trabalho colaborativo seja bem-sucedido, ambos os conjuntos de empresas precisarão permanecer com mente aberta e manter o foco voltado para a colaboração. As instituições financeiras precisam respeitar a cultura das FinTechs para evitar a perda da agilidade, que é um dos principais ativos que elas trazem para os projetos. O próximo desafio será selecionar a melhor combinação com uma FinTech para, então, colaborar”, disse Vincent Bastid, secretário-geral da Efma.

Olho para a frente: acelerando a colaboração e preparando-se para o futuro

O futuro dos serviços financeiros está tanto nas mãos das FinTechs quanto das companhias tradicionais, com uma complementando os pontos fortes da outra para atender às necessidades dos clientes e redefinir sua jornada. Para ajudar as instituições financeiras a acelerar a colaboração e a promover relacionamentos simbióticos, a Capgemini lançou a ferramenta de certificação ScaleUp, que cria um modelo de colaboração e verificação mútua e incentiva a parceria entre empresas tradicionais e FinTechs. Embora o grande desconhecido seja a disrupção que virá das BigTechs – grandes multinacionais de tecnologia que possuem uma extensa base de clientes – o que está claro é que agora é a hora de FinTechs e empresas tradicionais encontrarem seu parceiro de colaboração correto e, juntos, redefinirem o caminho do sucesso.

Sobre o World FinTech Report 2018

A Capgemini e o LinkedIn, em colaboração com a Efma, desenvolveram o World FinTech Report 2018 com base em uma pesquisa global, que abrangeu respostas de companhias tradicionais de serviços financeiros e FinTechs, incluindo bancos e instituições de crédito, pagamentos e transferências, gestão de investimentos e seguros. As questões foram elaboradas procurando-se obter as perspectivas tanto das FinTech como das instituições de serviços financeiros tradicionais – explorando diversos aspectos e fatores-chave de sucesso para o aprimoramento da jornada do cliente. A pesquisa revelou a evolução do relacionamento entre os operadores clássicos e os agentes da nova era, com foco no ponto de vista das FinTechs, trazendo uma análise que poderá ajudar ambas a alcançar o sucesso comercial.

Para mais informações, explore o site do relatório em www.fintechworldreport.com.

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LinkedIn premia profissional da Thomson Reuters como melhor recrutadora social do Brasil em 2017

Patrícia Alves, Senior Talent Acquisition and Employer Branding da companhia recebeu a premiação Rockstar LinkedIn Recruiter pela eficiência na construção da marca profissional, engajamento nas mensagens corporativas e gerenciamento qualificado

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia que Patrícia Alves, Senior Talent Acquisition and Employer Branding da Thomson Reuters Brasil, foi nomeada, em primeiro lugar, como Rockstar LinkedIn Recruiter 2017 pelo LinkedIn. O prêmio foi entregue por Milton Beck, Presidente do LinkedIn no Brasil. Os critérios utilizados para a avaliação dos 50 executivos participantes foram extraídos do relatório do LinkedIn, Recruiter Index (LRI), que mede a eficiência dos recrutadores na construção da marca profissional, identificação dos melhores candidatos, engajamento nas mensagens e gerenciamento qualificado. A premiação ocorreu pela primeira vez no Brasil.

Para Patrícia, o reconhecimento é uma constatação da importância em acompanhar as inovações tecnológicas, como a migração dos currículos para o ambiente digital que trouxe melhorias para o processo seletivo. “Entre os principais desafios de se fazer uma gestão diferenciada está na busca ativa do recrutador para selecionar perfis que se destacam, além de um minucioso mapeamento para a descoberta de potenciais candidatos que se adequam às expectativas da empresa. Nós priorizamos, em todas as etapas do processo seletivo, entrevistas interativas que auxiliem a avaliação do recrutador, através de uma experiência única para que os candidatos se sintam à vontade durante a entrevista. Além disso, destacamos a relevância da atuação da empresa no mercado global, e damos um retorno efetivo aos candidatos participantes após a entrevista”.

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Estudo da Capgemini revela que metade dos clientes bancários usam FinTechs no mundo

Metade dos clientes bancários em todo o mundo estão usando produtos ou serviços de pelo menos uma FinTech[1], é o que revela a primeira edição do World FinTech Report (WFTR), estudo conduzido pela Capgemini e pelo LinkedIn, em colaboração com a Efma. O relatório quantifica e acompanha a resposta dos clientes em relação à ascensão das startups de serviços financeiros, incluindo os pontos de vista dos executivos da indústria, tanto sobre as FinTechs quanto as instituições financeiras tradicionais[2]. E, ainda, resume como a inovação é fundamental no cenário emergente do setor.

O WFTR constatou que as FinTechs estão ganhando força e reconhecimento entre os mais jovens – os “tech-savvy” (grandes conhecedores de tecnologia moderna, especialmente computadores) – e entre clientes com maior poder aquisitivo. Os mercados emergentes lideraram a adoção, sendo que mais de 75% dos clientes na China e na Índia relataram usar serviços prestados por FinTechs, seguidos pelos Emirados Árabes Unidos e Hong Kong. As FinTechs fizeram os maiores avanços na gestão de investimentos, sendo contratadas exclusivamente por 17% dos clientes, além de outros 27% que as usam adicionalmente aos fornecedores tradicionais. Com tantas FinTechs especializadas em serviços de nicho, o WFTR também descobriu que muitos clientes (46%) estão usando serviços de mais de três FinTechs.

FinTechs continuam a ganhar impulso, mas a confiança e a experiência geral do cliente permanecem baixas

Enquanto FinTechs continuam apresentando uma presença de mercado disruptiva, o nível geral de confiança do cliente nesses provedores continua baixo. Apenas 24% dos clientes disseram confiar na FinTech que utiliza, em comparação com 37% que confiam nas empresas tradicionais. Os clientes notaram que instituições financeiras tradicionais ainda guardam alguma vantagem sobre as FinTechs quando se trata de proteção contra fraudes, qualidade de serviços e transparência.

“Aumentar as expectativas dos clientes para experiências digitais mais personalizadas, avanços na tecnologia, maior acesso ao capital de risco e menores barreiras para a entrada criaram um terreno fértil para o crescimento das FinTechs”, explica Penry Price, vice-presidente de soluções de marketing do LinkedIn. “As FinTechs estão ganhando força ao atender às demandas que os players tradicionais ainda precisam endereçar. Porém, muitas delas ainda não têm a transparência necessária para ganhar a confiança de seus clientes e capitalizar essas oportunidades”, completa.

O esforço para colaborar com as FinTechs é visto como fundamental para a inovação

Instituições financeiras tradicionais continuam a enfrentar desafios, com menos da metade (44%) dos executivos confiantes em sua estratégia de FinTech. Isso não é surpreendente, já que somente cerca de um terço (35%) afirmou ter uma estratégia de inovação bem estruturada ou proativa em andamento e que esteja incorporada culturalmente. A aversão natural aos riscos das empresas tradicionais também dificulta a criação de uma cultura que priorize a inovação e, assim, 40% dos executivos disseram que as corporações para as quais trabalham não estão propícias à inovação.

“Os executivos mais experientes de serviços financeiros estão vendo as FinTechs sob uma nova luz, à medida em que identificam maiores oportunidades de colaboração – mas também estão fazendo progressos significativos na construção de FinTechs internas mais ágeis”, afirma Thierry Delaporte, líder da Unidade Global de Negócios de Serviços Financeiros da Capgemini e Membro do Conselho Executivo do Grupo. “Mas com a exceção de uma parcela de líderes do setor, a maioria das empresas está lutando para alcançar resultados positivos em suas iniciativas de inovação, com apenas 10% dos executivos afirmando terem sido muito eficazes para alcançar os resultados de inovação desejados”.

O WFTR constatou que as empresas tradicionais estão, cada vez mais, buscando uma ampla gama de estratégias em resposta às FinTechs. A maioria das instituições financeiras (60%) agora as vê como parceiros potenciais, enquanto que quase o mesmo porcentual (59%) também está desenvolvendo ativamente suas próprias capacidades internas. Além de parcerias e desenvolvimento in-house, os executivos estão explorando uma gama completa de modelos, sejam investimentos em FinTechs (38%), parcerias com instituições educacionais (34%) ou definição de aceleradores (30%), enquanto um percentual muito menor (19%) está adquirindo FinTechs.

Empresas tradicionais investem ativamente em tecnologias emergentes para promover avanços tanto suas operações quanto a experiência do cliente

As empresas tradicionais estão, em grande parte, respondendo a esta mudança ao dar a mais alta prioridade ao investimento em tecnologias capazes de facilitar operações mais eficientes e ágeis. E, assim, proporcionam melhores experiências diárias ao cliente. Cerca de 90% dos executivos afirmam estar mais focados na implementação de big data e analytics, seguidos pela Internet das Coisas (56%), blockchain (55%), automação de processos robóticos (52%) e tecnologias API abertas (50%). A tecnologia blockchain, que forma a espinha dorsal da popular moeda virtual bitcoin, está cada vez mais presente na indústria de serviços financeiros. Ela tem inúmeras aplicações, incluindo transferênciasavançadas de ativos digitais, gerenciamento de identidade e melhor gestão de soluções de recompensa e fidelidade.

“Tanto as FinTechs como as empresas tradicionais ainda têm trabalho a ser feito para entregar uma melhor experiência ao cliente”, disse Vincent Bastid, secretário-geral da Efma. “A chegada das FinTechs acelerou a melhoria da experiência do cliente na indústria, mas ainda não está no nível desejado. É apenas questão de tempo, para que empresas BigTech³ e players de e-commerce e telecomunicações se unam para reivindicar sua parte e se beneficiar desta disrupção da indústria”.

Para ajudar as organizações tradicionais a superarem sua eventual resistência à inovação e a enfrentarem a potencial disrupção (atual e futura), o WFTR definiu um quadro de quatro etapas, essenciais frente a um número crescente de ameaças potenciais para o setor de serviços financeiros. De acordo com o relatório, as empresas tradicionais de serviços financeiros podem desbloquear a inovação: descobrindo novas tecnologias, idealizando novos modelos de negócios, contratando executivos alinhados para apoiar e sustentar a inovação, assim como melhorando a eficiência e adotando melhores práticas. Como a “plataformização4“ da indústria continua a ganhar força, será cada vez mais imperativo que as instituições financeiras tomem medidas agressivas para inovar.

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Microsoft adquire o Linkedin por US$ 26,2 bilhões

A Microsoft e o LinkedIn anunciaram que firmaram um acordo definitivo sob o qual a Microsoft irá adquirir o LinkedIn por US $ 196 por ação em uma transação em dinheiro avaliada em US $ 26,2 bilhões, incluindo LinkedIn de caixa líquido. LinkedIn vai manter a sua marca distinta, cultura e independência. Jeff Weiner permanecerá CEO do LinkedIn, reportando-se Satya Nadella, CEO da Microsoft. Reid Hoffman, presidente do conselho, co-fundador e acionista controlador da LinkedIn, e Weiner tanto apoiar plenamente esta transação. A transação deverá ser concluída este ano calendário.

LinkedIn é a maior e mais valiosa rede profissional do mundo e continua a construir um negócio forte e crescente. Durante o ano passado, a empresa lançou uma nova versão do seu aplicativo móvel que levou a um maior engajamento dos membros; aumentou o newsfeed LinkedIn para oferecer melhores insights de negócios; adquiriu uma plataforma líder de aprendizagem on-line chamado Lynda.com para entrar em um novo mercado; e lançou uma nova versão de seu produto Recruiter aos seus clientes empresariais.

“A equipe LinkedIn tem crescido um negócio fantástico centrado em conectar profissionais do mundo”, disse Nadella. “Juntos, podemos acelerar o crescimento do LinkedIn, bem como o Microsoft Office 365 e Dynamics à medida que procuramos capacitar cada pessoa e organização no planeta.”

Fonte: Microsoft

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LinkedIn analisa carreira de recrutador no Dia do Profissional de Recursos Humanos

Estudo compara as gerações de recrutadores e revela a evolução da profissão, habilidades e a força de suas atuais ferramentas

Qual é o perfil e habilidades dos recrutadores modernos? Para celebrar o Dia do Profissional de Recursos Humanos, comemorado em 03 de junho, o LinkedIn, a maior rede profissional do mundo, analisou como eram os recrutadores antigamente e traçou um paralelo entre as diversas gerações até os dias de hoje. Clique aqui e confira o infográfico.

A principal diferença entre os profissionais do passado para os de agora são as ferramentas utilizadas na busca por candidatos. O avanço da tecnologia revolucionou essa área. Enquanto nos anos 40 existiam apenas as agendas de contato, os cartões de visita e máquinas de escrever, atualmente a principal ferramenta dos recrutadores é a internet e as redes sociais, o que trouxe mais assertividade e rapidez nas contratações e, principalmente, capacidade de segmentação em alta escala. Isso significa que, hoje em dia, é muito mais fácil encontrar o profissional certo para preencher uma vaga sem, obrigatoriamente, ser uma pessoa conhecida ou próxima dos contatos do recrutador.

“Ao analisarmos como os recrutadores atuavam em cada geração, podemos enxergar que, até os anos 2000, a principal busca e triagem estavam entre os profissionais ativos, ou seja, aqueles que buscam ativamente por recolocação ou uma oportunidade”, afirma Bernardo Brandão, gerente de Soluções de Talentos do LinkedIn para a América Latina. “Com os avanços da internet e das redes sociais profissionais, o perfil mudou e, atualmente, temos também um forte contato com profissionais passivos. Esses profissionais, por mais que não estejam procurando novos empregos, são abertos a conversas e possíveis negociações”.

De acordo com Bernardo, o recrutador deixou de atuar de modo meramente operacional e focado somente na seleção dos profissionais que se candidatavam a uma vaga para ser um profissional estratégico, que utiliza os canais digitais e as redes social profissionais para promover a marca empregadora das suas empresas, aplicando os conceitos de marketing em recrutamento e conhecendo profundamente o negócio da empresa, além de trabalhar em parceria com as áreas de negócio, marketing e comunicação, transformando-se em um conselheiro estratégico para as organizações.

“Com isso podemos destacar que as habilidades de recrutamento, triagem, entrevista, aquisição e gestão de talentos foram ampliadas e aprimoradas com o passar do tempo. E com o grande volume de candidatos, os recrutadores modernos precisam ter um olhar mais clínico para conseguir recrutar, não só profissionais técnicos, mas também aqueles adaptáveis a diferentes situações e de valores similares ao de sua empresa ou cliente”, explica.

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LinkedIn lança Lead Accelerator e expande portifólio de Soluções de Marketing

Novos produtos oferecem uma maneira mais rápida de alcançar, cultivar e converter leads de alta qualidade

Autor: Russel Glass

O processo de compra pode ser muito longo e complexo. Como profissional de marketing e líder de negócios com anos de experiência nessa área, entendo que alcançar, cultivar e converter profissionais, de maneira eficaz, tem se tornado cada vez mais difícil.

Por isso é uma honra anunciar hoje o novo portifólio de Soluções de Marketing do LinkedIn, com destaque para o LinkedIn Lead Accelerator.

Compradores visitam sites e consultam suas redes para pesquisar potenciais compras. De acordo com a Forrester Research, quase 90% do processo de decisão de compra acontece muito antes de um vendedor entrar na história. Um pouco dessa realidade:

– 95% dos visitantes de um site nunca informa um endereço de e-mail

– Dos 5% que informa, apenas 20% abre os e-mails de prospecção que recebe

– Resultado: a maioria dos profissionais de marketing converte menos de 1% de todos os leads possíveis.

Mas acreditamos que existe um caminho melhor.

Apresentando as novas Soluções de Marketing do LinkedIn

Hoje damos um passo estratégico em Soluções de Marketing, com o lançamento do portifólio expandido. Agora, com um conjunto completo de produtos, que acompanham o processo de compra de ponta a ponta, oferecemos a maneira mais eficiente para profissionais de marketing alcançarem, cultivarem e conquistarem clientes dentro e fora da plataforma do LinkedIn. Acreditamos que essa nova oferta ajudará a gerar leads de melhor qualidade, que por sua vez se transformarão em potenciais negócios para as equipes de vendas.

O LinkedIn Lead Accelerator é nosso principal produto para gerar e cultivar leads, conectando empresas com os profissionais certos, na hora certa, com o conteúdo certo. Este lançamento reflete a integração do produto Multi-Channel Nurturing, da Bizo, empresa adquirida pelo LinkedIn em agosto de 2014.

Também estendemos o alcance para além da plataforma LinkedIn com o LinkedIn Network Display, que permite às marcas a oportunidade de engajar com audiências profissionais dentro e fora da plataforma em mais de 2500 sites.

Nosso portifolio recém ampliado une produtos novos e existentes para criar um conjunto mais robusto de soluções integradas. Até hoje, produtos como as Atualizações Patrocinadas ou os Display ads do LinkedIn eram utilizados separadamente. Agora, profissionais de marketing podem utilizar todas as nossas ferramentas de Soluções de Marketing juntas, criando uma experiência customizada que melhore a relação entre profissionais de marketing e potenciais clientes e entregue resultados.

Como os profissionais de marketing estão utilizando o LinkedIn Lead Accelerator:

eCornell, Lenovo, Salesforce, Samsung e VMware estão entre os mais de 100 clientes que estão obtendo benefícios e resultados positivos através do LinkedIn Lead Accelerator. Por exemplo, com o LinkedIn Lead Accelerator, a eCornell dobrou as taxas de conversão da sua página de destino, enquanto a taxa de conversão de leads qualificados de marketing da Localytics aumentou em 50%. Além disso, o custo por lead da Lenovo diminuiu 60%.

O LinkedIn Lead Accelerator estará disponível a partir de hoje em vários mercados e será vendido por assinaturas trimestrais ou anuais. O produto está disponível em inglês no momento, mas será traduzido para outros idiomas em breve.

Construindo o caminho

Nosso objetivo é ser a plataforma mais eficiente para profissionais de marketing engajarem com clientes.

Como ex-CEO da Bizo, esse momento é especialmente gratificante para mim. Eu sabia que o casamento das soluções segmentadas de conteúdo do LinkedIn com os produtos analíticos e de geração de leads da Bizo resultaria em uma oportunidade poderosa para os profissionais de marketing. Esta visão está tomando forma.

Para saber mais sobre o LinkedIn Lead Accelerator ou nosso novo conjunto de produtos, acesse a página do produto: http://marketing.linkedin.com/blog/linkedin-launches-lead-accelerator-expands-marketing-solutions-portfolio/

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Redes sociais influenciam produtividade dos profissionais brasileiros

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Estudo do LinkedIn revela grandes diferenças entre as gerações no escritório

Pesquisa realizada em 14 países mostra importância do relacionamento interpessoal dentro das organizações
Existem diferenças entre as gerações de colaboradores dentro das empresas quando se trata de relações no trabalho, de acordo com as conclusões divulgadas nesta terça-feira pelo LinkedIn, a maior rede profissional mundial na Internet. O estudo Relacionamentos no Trabalho (Relationships @ Work) apresenta uma nova visão sobre diversos comportamentos no ambiente corporativo, desde abrir mão de amizades para a ascensão na carreira até o desempenho geral no trabalho.

Apesar do contraste entre as gerações Y e dos baby boomers¹, a importância dos relacionamentos no local de trabalho continua clara para muitas pessoas. Globalmente, quase metade (46%) de todos os profissionais acredita que amizades entre colegas os torna mais felizes no trabalho.

“As relações no trabalho estão definindo tanto a dinâmica no escritório, como o desenvolvimento individual. Criar uma cultura que permeie as diferentes gerações, cargos e personalidades, é um fator fundamental para construir um ambiente de trabalho bem-sucedido”, afirma Nicole Williams, consultora de carreiras do LinkedIn.

Veja a seguir as principais descobertas da pesquisa:

1. Plano de Carreira

Ainda que a felicidade seja importante para os profissionais, eles também valorizam a competição e o desejo de subir na hierarquia corporativa. No entanto há uma divisão geracional quando se trata das escolhas que os profissionais estão dispostos a fazer para se destacar na organização:

• Na comparação geral, os brasileiros se provaram um dos mais leais aos colegas de trabalho, sendo que mais da metade deste público (53,6%) disse que não estaria disposto a sacrificar uma amizade, mesmo que isso significasse receber uma promoção. Quando analisamos por gerações, a média se mantém próxima para os baby boomers, com 52,5% deles concordando com esta afirmativa. Já para a geração Y, este número é menor, sendo que 39% partilham da mesma opinião.

• Globalmente, este número é diferente; 68% dos respondentes pertencentes à geração Y sacrificariam a amizade com um colega por uma promoção, enquanto 62% dos baby boomers jamais considerariam esta oportunidade para ascender na carreira.

• No Brasil, 66% dos baby boomers e apenas 28% da geração Y acreditam que a amizade com colegas de trabalho não afeta seu desempenho profissional.

2. Amizades

Felicidade, motivação e produtividade são assuntos relevantes entre os profissionais no mundo todo e há uma relação direta entre estes atributos ao fato de ter amigos no trabalho:

• Mais de um terço (35,8%) dos entrevistados no Brasil disse que a amizade com colegas de trabalho os motiva.

• Globalmente, três em cada cinco trabalhadores da geração Y dizem que socializar pessoalmente com colegas torna o ambiente de trabalho melhor, comparados a apenas dois a cada cinco baby boomers. No Brasil, este número é um pouco mais equiparado entre as gerações, sendo que 56,3% da geração Y e 67,5% dos baby boomers concordam com esta afirmativa.

3. Comunicação no Trabalho

A pesquisa mostra que os colaboradores mais jovens se sentem mais à vontade para discutir seus problemas pessoais quando conversam com colegas no escritório:

• No Brasil, 54% da geração Y discute o salário com colegas no trabalho, comparado a 33% dos baby boomers.

• A maioria (61,4%) dos entrevistados brasileiros da geração Y é mais aberta a compartilhar conselhos sobre relacionamentos com colegas de trabalho, comparado a menos de um terço (32,5%) dos baby boomers.

Algumas descobertas no Brasil

• Entre todos os países pesquisados, os brasileiros são os mais propensos a falar com os seus colegas sobre questões familiares, com 60%;

• Mais da metade (51,60%) dos entrevistados no Brasil adicionam o seu gerente nas redes sociais em comparação a apenas 15,20% no Reino Unido;

• Quase 3 em cada 10 (29%) dos entrevistados brasileiros mantêm contato com o seu gerente fora do horário de expediente para assuntos sem relação com o trabalho;

• Mais da metade (54,90%) dos entrevistados no Brasil disseram ter confiado em um colega do trabalho em vez de um amigo ou parceiro sobre questões corporativas;

• 36,30% dos pesquisados no país disse que 41% de seus amigos são atuais ou antigos colegas de trabalho, e 10% disse que os colegas de trabalho representam de 61% a 80% de suas amizades.

Participe da conversa, utilizando #AmigoDoTrabalho e #WorkBFF para compartilhar seus “selfies” com colegas.

Acesse http://blog.linkedin.com/2014/07/08/work-bffs/ para saber mais sobre o estudo global Relacionamentos no Trabalho, do LinkedIn.

¹ A Geração Y é definida pelos entrevistados com idades entre 18-24 anos e os baby boomers, entre 55-65 anos.

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LinkedIn lança Showcase Pages

O LinkedIn é a maior plataforma de publicação de conteúdo profissional no mundo e as Páginas de Empresa são parte essencial de seu ecossistema. Mais de três milhões de empresas utilizam suas páginas no LinkedIn para promover conteúdo e se relacionar com seus públicos – compartilhando informações, incentivando discussões e publicando insights, que ajudam os usuários da rede a se tornarem mais produtivos e bem sucedidos. Hoje, o LinkedIn está feliz em anunciar uma nova aba nesta experiência, com o lançamento das Showcase Pages.

Agora as organizações podem criar páginas dedicadas para suas marcas, empresas e iniciativas de destaque. Através das Showcase Pages, empresas podem segmentar conteúdo para públicos interessados em diferentes aspectos do negócio. É uma nova maneira de engajar as pessoas corretas, no contexto correto.

Seguindo uma nova Showcase Page

Os usuários do LinkedIn podem seguir uma Showcase Page do mesmo modo que seguem as Páginas de Empresas. Uma vez que se tornam seguidores, as atualizações serão compartilhadas na linha do tempo ou podem ser vistas quando visitarem a Showcase Page. Além disso, as empresas podem expandir seu alcance indo além de seus seguidores e promovendo publicações através do Conteúdo Patrocinado. Fazer isso permite às empresas compartilhar conteúdo diretamente da Showcase Page para a linha do tempo dos usuários em seus computadores, smartphones e tablets.

Criando uma nova Showcase Page

Uma Showcase Page pode ser criada pelo administrador atual de uma Página de Empresa, que, a partir daí, pode adicionar outros administradores para gerenciar novas páginas. Semelhante às Páginas de Empresa, os administradores poderão monitorar a performance por ferramentas analíticas dedicadas.

Com as Showcase Pages, o LinkedIn reforça seu compromisso em prover soluções integradas que permitam que conteúdo flua com facilidade em sua plataforma. O LinkedIn está focado em criar experiências sociais simplificadas, que permitam às empresas disseminarem suas mensagens para as pessoas certas e gerar engajamento.

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LinkedIn apresenta o "Dia de Levar os Pais ao Trabalho", uma campanha global que aproxima gerações

LinkedIn, a maior rede professional da internet, anunciou hoje a campanha Dia de Levar os Pais ao Trabalho (Bring In Your Parents Day), um evento global que acontecerá em 7 de novembro de 2013. O LinkedIn incentiva os profissionais a convidarem seus pais para uma visita ao local de trabalho de seus filhos, para que possam conferir com seus próprios olhos e compreender melhor o que eles realmente fazem todos os dias. Os pais podem ser uma parte valiosa da rede de contatos de um profissional, tendo enfrentado desafios e importantes lições ao longo da carreira. Contudo, um em cada três pais admite que não tem familiaridade com o trabalho dos filhos e, então, acham complicado dar os conselhos corretos para suas carreiras. O Dia de Levar os Pais ao Trabalho, do LinkedIn, é uma maneira de ajudar a diminuir essa lacuna, reunindo pais e filhos no ambiente de trabalho, para que, dessa forma, aprendam uns com os outros.

“Considerando todas as novas profissões que foram criadas nos últimos anos, é compreensível que muitos pais realmente não entendam o trabalho dos filhos”, diz Pat Wadors, Vice-Presidente de Talentos no LinkedIn. “Criamos o Dia de Levar os Pais ao Trabalho para que profissionais de todo o mundo possam mostrar aos seus pais um pouco do que eles realmente fazem no trabalho e, em troca, aprendam lições valiosas e tenham ainda mais a admiração dos pais.”

Em uma recente pesquisa global, o LinkedIn descobriu que dois terços dos pais querem aprender mais sobre o trabalho de seus filhos, e metade dos pais pesquisados acreditam que seria benéfico para a carreira de seus filhos se tivessem melhor entendimento do trabalho deles. Carreiras como Produtos de Rádio, Gerente de Mídias Sociais, e Designer de Moda estão no ranking das 15 profissões menos entendidas pelos pais.

No Brasil, as 15 profissões menos compreendidas pelos pais são:
1. Atuário – 72%
2. Designer de IU (interface de usuário) – 68%
3. Subeditor – 65%
4. Produtor de radio – 64%
5. Gerente de time de esportes – 64%
6. Cientista de dados – 60%
7. Designer de moda – 60%
8. Gerente de mídias sociais – 59%
9. Técnico de laboratório – 56%
10. Assistente pessoal – 52%
11. Banqueiro de investimentos – 52%
12. Gerente de relações públicas – 52%
13. Sociólogo – 51%
14. Piloto – 50%
15. Bombeiro – 49%

O Dia de Levar os Pais ao Trabalho, do LinkedIn, será realizado em 14 países – Inglaterra, Estados Unidos, França, Holanda, Suécia, Alemanha, Itália, Espanha, Brasil, Austrália, Índia, Canadá, Cingapura e Hong Kong – e incentiva organizações ao redor do mundo a participarem desta ação. Empresas como a fabricante de software Mindjet, o banco de investimentos líder mundial Deutsche Bank, Regus, a maior fornecedora global de locais de trabalho flexíveis, e Trulia, a líder de venda online para compradores de imóveis residenciais, vendedores, locatários e profissionais do setor imobiliário, já estão participando. Pais, funcionários e empresas podem descobrir como se juntar ao LinkedIn pelo site www.LinkedInBringInYourParents.com.br. Participe das conversas no Twitter usando as hashtags #LinkedIn #BIYP.

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