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57% dos CEOs brasileiros preveem crescimento em 2017

Os principais líderes empresariais brasileiros estão otimistas em relação ao crescimento de seus negócios: 57% deles acreditam que o faturamento irá se expandir nos próximos 12 meses. O percentual é quase o dobro dos 24% que previam expansão dos negócios em 2016 e 19 pontos percentuais maior do que a média entre os cerca de 1.400 CEOs entrevistados no mundo. Uma maioria ainda mais expressiva (79%) prevê crescimento de receita nos próximos três anos.

Os CEOs brasileiros também demonstram mais otimismo quanto ao cenário global de negócios. Quase a metade (43%) prevê crescimento econômico em 2017, 14 pontos percentuais a mais do que a média global de líderes (29%) que compartilha a mesma previsão.

Os resultados da 20ª Pesquisa Global com CEOs da PwC revelam um cenário positivo também globalmente. Cerca de 50% dos CEOs afirmam estar muito confiantes em relação ao aumento das receitas de suas empresas no médio prazo (três anos) e 38% têm essa mesma perspectiva já para este ano, ante 35% no ano passado.

Para 90% dos CEOs brasileiros, a expansão dos negócios nos próximos 12 meses se dará por meio de crescimento orgânico, globalmente 79% planejam seguir esse mesmo caminho. A estratégia para ampliar resultados envolve ainda redução de custos, para 86% dos brasileiros e 62% dos líderes globais, e a formação de alianças estratégicas, 62% no Brasil e 48% globalmente.

No Brasil, 45% dos líderes também pretendem investir em fusões e aquisições e 43% devem firmar parcerias com startups, ante 28% da média mundial. “O aumento do grau de confiança dos executivos brasileiros está bastante relacionado às perspectivas de retomada econômica do país”, diz Fernando Alves, sócio presidente da PwC Brasil. “Mas aspectos menos positivos, como a carga tributária e a necessidade de investimentos em infraestrutura, continuam a ser fonte de preocupação para o empresariado”, acrescenta.

Questionados sobre quais países, excluindo o Brasil, são mais importantes para os negócios, 67% responderam Estados Unidos, 43% China e 26% Argentina, fato que reflete a retomada da confiança naquele país. Globalmente, os CEOs estão focando em um mix maior de países para fechar parcerias de negócios, ao invés de centrar esforços apenas em países emergentes como vinham fazendo há alguns anos. Nos próximos 12 meses, a maioria dos líderes empresariais pretende investir nos Estados Unidos (43%), China (33%), Alemanha (17%), Reino Unido (15%) e Japão (8%).

Desafios Globais

Em relação às principais ameaças ao desempenho dos negócios, 88% dos executivos brasileiros citam o excesso de regulação (ante 80% da média mundial), o aumento da carga tributária (86% e 68% respectivamente) e a falta de infraestrutura (81% e 54%). Também há temores em relação a outros aspectos que podem representar dificuldades para a expansão das empresas, como a falta de profissionais com competências-chave, mencionada por 69% dos executivos brasileiros (no mundo, essa é uma preocupação para 77% dos CEOs), a velocidade dos avanços tecnológicos (64% e 70%) e a entrada de novos concorrentes (55% e 58%).

Globalmente, a pesquisa revela uma crescente preocupação com medidas protecionistas. Entre os entrevistados, 58% acreditam que já está mais difícil competir em nível global, devido a políticas nacionais mais restritivas.

“Embora os CEOs estejam mais confiantes com as perspectivas de crescimento, eles revelam três principais preocupações: a adoção de estratégias de gestão de pessoas e de tecnologia para formar profissionais adaptados à era digital; a preservação da confiança nos negócios num ambiente de crescente interação virtual; e o maior engajamento da sociedade na busca de soluções colaborativas, para que a globalização beneficie a todos”, destaca o chairman global do Network PwC, Bob Moritz.

Estes são também os principais assuntos em pauta nos próximos dias no Encontro Anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde Moritz anunciou há pouco os resultados da 20ª edição da Pesquisa Global com CEOs da PwC.

A PwC ouviu os maiores líderes empresariais do mundo a respeito dos impactos da globalização – há 20 anos, esse foi um dos principais temas da primeira edição da pesquisa. Ainda que reconheçam os benefícios obtidos, os CEOs questionam se houve algum efeito na redução da desigualdade e na mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Essa mudança de perspectiva fica evidente quando se compara os resultados da pesquisa com os da primeira edição, lançada em Davos em 1998.

A globalização é vista por 60% dos CEOs como responsável por melhorar o fluxo de pessoas, capitais, bens e informações e 37% acreditam que ela permitiu o surgimento de uma força de trabalho mais educada e capacitada. No entanto, 44% dos líderes avaliam que o movimento não colaborou para diminuir a diferença entre ricos e pobres.

O relatório final da pesquisa está disponível em: https://www.pwc.com/ceosurvey

Perfil da amostra:

A pesquisa foi realizada entre setembro e dezembro de 2016. Foram entrevistados 1.379 CEOs de 79 países, da Ásia (36%), Europa (21%) e América Latina (12%), por meio on-line, postal, por telefone e pessoalmente. A amostra é composta por empresas privadas (57%) e companhias abertas (43%), com faturamento superior a US$ 1 bilhão (36%); entre US$ 101 bilhões e US$ 999 bilhões (38%) e menos de US$ 100 milhões (21%) e empregam entre 1.000 e 5.000 funcionários (36%). Dos participantes 3% ocupam o cargo de CEO há mais de 25 anos. A maior parte dos executivos está no atual cargo há até cinco anos (51%). Entre os profissionais que responderam à enquete, 43% têm entre 50 e 59 anos de idade, 6% têm menos de 39 anos e 7% possuem acima de 65 anos.

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Modelo de negócios inovador foi destaque durante LIKE THE FUTURE

A 1ª edição do LIKE THE FUTURE, promovido pelo LIDE FUTURO, reuniu os presidentes Charles Martins (Mundo Verde); Pedro Bueno (laboratórios DASA) e Ronaldo Pereira (Óticas Carol), para um painel sobre O impacto de lideranças jovens em negócios bem sucedidos, ontem (23), em São Paulo.

“Quando eu falo em lançar um aplicativo ou aprimorar o e-commerce na empresa, nossos franqueados com idades entre 40 e 50 anos ficam apreensivos, achando que vamos acabar com o negócio deles”, disse Charles Martins, presidente da Mundo Verde, ao explicar sobre a implantação de ferramentas mais tecnológicas na empresa.

O executivo lembrou que muitos gestores preferem se manter conservadores, ao citar suas experiências administrativas envolvendo a empresa. “É preciso experimentar, mas experimentar é agir”. Sobre o seu modelo de gestão, Martins disse que uma das suas marcas registradas é agilidade. “Não marcamos reunião para discutir, marcamos para decidir.”

Para Pedro Bueno, presidente dos laboratórios Dasa, a implantação da cultura de inovação foi uma das prioridades em seu modelo de negócios. Ao assumir a empresa, o jovem empresário criou incentivos, programas de sócios e surpreendeu ao revolucionar o sistema de metas. “O papel de um líder é muito simples. Você precisar implantar um ambiente inspirador, definir um time campeão e desenhar uma cultura eficiente.”

Ao ser questionado sobre as diferenças entre lideranças jovens e mais experientes, Pedro Bueno foi claro. “Um CEO jovem é igual a um CEO mais velho. A única diferença está na experiência, por isso ressalto a importância de um time excelente para compensar”.

Ronaldo Pereira, presidente da Óticas Carol, contou que passou 90 dias em imersão ao lado do fundador da empresa, tudo para entender a fundo o DNA deles. “Foi um grande desafio, mas conseguimos, com muito trabalho, caminhar para um crescimento constante e consistente”.

A única rede de óticas brasileira com laboratório digital próprio é também detentora de um modelo de negócios baseado em franquias que, segundo Pereira, é uma arte. “Você exerce a liderança pelo exemplo e convencimento, e não pela imposição”, disse o executivo.

Pereira também citou o projeto “Pequenos Olhares”, programa que disponibiliza a todas as crianças do ensino público brasileiro acesso a óculos de grau. “Hoje, oito em cada dez crianças nunca foram ao oftalmologista. Além disso, cerca de 30% dessas crianças tem algum problema de visão, por isso todos os funcionários da Óticas Carol abraçaram essa causa”, explicou.

O LIKE THE FUTURE contou com o patrocínio da GYMPASS, HOLDEN e VITACON, e apoio da TAQUERAY e VILLA BISUTTI. Como fornecedores oficiais estavam CADÔ PRESENTES, CASA DO DAMASCO, CRIS NEVES, ECCAPLAN, FLUX, GRUPO GODOY, IN EVENT, IT MODEL, LABO CHOCOLATES, MAFOZ CARRINHOS GOURMET, MARINA KHATTAR, NATURAL DA RUA, PURPLE COW, SLOW BREW BRASIL, TOK TAKE, VERO LATTE e WE LOV CAKES. PR NEWSWIRE e as revistas LIDE e TRIP foram os mídia partners.

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Prêmio LIDE 2016 reconhece o trabalho de empresários e autoridades que transformam o Brasil

Oito lideranças que contribuem com o desenvolvimento da nação foram os homenageados do Prêmio LIDE 2016 na noite desta quinta-feira (21). As premiações foram entregues durante o 15º Fórum Empresarial, evento promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais entre 21 e 24 de abril, no Hotel Wish, em Foz do Iguaçu (PR).

“O Prêmio LIDE homenageia líderes que atuam de forma exemplar em prol do desenvolvimento do Brasil nos mais diversos segmentos, especialmente num período difícil como o que o Brasil vive atualmente. Os oito vencedores têm em comum a sensibilidade para encontrar os melhores resultados e oportunidades em meio à crise”, afirma Gustavo Ene, CEO do LIDE.

Empreendedor por natureza, Edson Bueno, CEO da Amil, recebeu a Homenagem Especial. “O Brasil, para ir para frente, precisa de líderes como os homenageados hoje com o Prêmio LIDE. O País só vai crescer com todos nós, juntos, acreditando nele. Vamos fazer um Brasil diferente”, conclamou.

Amos Genish, foi eleito como Personalidade do Ano, é um dos empresários mais admirados do País. Chegou no Brasil em 1999, investindo cerca de R$ 100 mil na criação da GVT; passados 15 anos, a vendeu por R$ 25 bilhões para a Telefônica Vivo, dando origem a maior operadora de telecomunicações do País. Já Roberto Mussnich, CEO do Atacadão, empresa com 124 unidades de autosserviço em todos os Estados do País, conquistou o prêmio Personalidade do Comércio.

Pedro Faria, CEO Global da BRF, é o premiado na categoria Personalidade da Indústria. Atualmente, a BRF exporta para 120 países e fatura R$ 30 bilhões ao ano. Já Roberto Lima, presidente da Natura – vencedora do prêmio Campeões da Terra 2015, da ONU – recebeu a homenagem como Personalidade da Inovação.

Osmar Zogbi, conselheiro do Instituto Ayrton Senna, recebeu a homenagem Personalidade em Responsabilidade Social por sua contribuição para ampliar as oportunidades de crianças e jovens do Brasil por meio da educação. Já Fábio Luchetti, presidente da Porto Seguro, levou o prêmio Personalidade da Sustentabilidade. Sua gestão fez com que o Instituto Porto Seguro Socioambiental ampliasse a atuação, oferecendo à comunidade cursos e oficinas.

Finalmente, o governador Pedro Taques foi o escolhido na categoria Personalidade em Gestão Pública. “Mato Grosso é um Estado que vive em transformação”, disse Taques, elencando os números superlativos na produção de soja, milho, algodão, rebanho bovino e diamante.

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