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CenturyLink conclui a aquisição da Level 3

Panorama da empresa (PRNewsfoto/CenturyLink, Inc.)

A CenturyLink, Inc. (NYSE: CTL) completou sua aquisição da Level 3 Communications, Inc. A combinação da CenturyLink com a Level 3 cria uma empresa líder em serviços globais de rede, capaz de fornecer aos clientes uma vasta gama de soluções de tecnologia de alta qualidade, sobre uma rede de fibra confiável e segura.

A empresa combinada, com receita proforma estimada de US $ 24 bilhões para os doze meses encerrados em 30 de junho de 2017 (excluindo as receitas relacionadas à venda de serviços de colocation de 1 de maio de 2017 da CenturyLink e incluindo eliminações estimadas entre empresas e ajustes contábeis de compra) prevê que aproximadamente 75 por cento de sua receita core virá de clientes corporativos e cerca de dois terços de sua receita core virão de serviços estratégicos. A rede da CenturyLink conecta agora mais de 350 áreas metropolitanas com mais de 100.000 edifícios on-net, habilitados para fibra, incluindo 10.000 edifícios na EMEA e na América Latina.

Visite www.level3isnowcenturylink.com para saber mais sobre a nova CenturyLink.

“A CenturyLink agora está posicionada para oferecer um portfólio robusto e expandido de soluções de comunicações, focado nas necessidades de rede e serviços de TI de nossos clientes”, disse Glen F. Post III, chief executive officer da CenturyLink. “Nossos clientes, de consumidores individuais a empresas globais, se beneficiarão de nossas soluções expandidas e inovadoras de rede, de nossos serviços gerenciados complementares e de nossa força de trabalho altamente talentosa”.

A CenturyLink está agora melhor posicionada para:

– Oferecer um portfólio de produtos inovador e mais abrangente, com soluções de rede e serviços avançados de TI, desenhados para atender às necessidades por tecnologias complexas e por proteção contra ameaças;

– Entregar essas soluções e serviços a clientes que são empresas, governo, atacado e consumidores, sobre uma rede global de fibra, de grande escala;

– Continuar a investir no alcance e velocidades de sua infraestrutura de banda larga para pequenas empresas e consumidores.

“Nosso objetivo é o de sermos o melhor provedor de redes do mundo e temos a capacidade de atingi-lo como uma empresa única”, disse Jeff Storey, presidente e chief operating officer da CenturyLink. “A CenturyLink está focada em fornecer uma experiência diferenciada a nossos clientes, enquanto conduz um crescimento rentável e aumenta o fluxo de caixa livre por ação. Nossa escala e experiência nos permitirão entregar isso em nome de nossos clientes, funcionários e acionistas”.

Detalhes da Transação

Portadores de ações ordinárias da Level 3 no momento imediatamente anterior ao fechamento estão habilitados a receber US$ 26.50 por ação em espécie (sem juros) e 1.4286 ações da CenturyLink por cada ação da Level 3 que possuíam. Os acionistas da CenturyLink agora possuem aproximadamente 51 por cento e os antigos acionistas da Level 3 possuem aproximadamente 49 por cento da empresa combinada. A CenturyLink mantém sua sede em Monroe, Louisiana, com uma presença operacional importante no Colorado e na área metropolitana de Denver.

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Vídeo Over-the-Top superará TV dentro de cinco anos

Dentro dos próximos cinco anos, as horas de visualização de transmissão linear ao vivo de vídeo over-the-top (OTT) superarão aquelas de transmissão tradicional de TV, de acordo com cerca de 70 por cento dos participantes do Estudo de Serviços de Vídeo OTT de 2017 da Level 3 Communications, Inc. (NYSE: LVLT), Streaming Media and Unisphere Research (Pesquisa sobre Mídias de Transmissão e Unisphere). A terceira pesquisa anual sobre as tendências do OTT foi baseada nas respostas de quase 500 profissionais da indústria da mídia.

A indústria OTT está em grande expansão. Mais de um quarto dos participantes esperam que o crescimento da receita anual com OTT de 2016 para 2017 seja de até 25 por cento e cerca de metade dos participantes antecipam crescimento de algo em torno de 30 a 50 por cento.

Durante os próximos três anos, os serviços relacionados com OTT representarão mais de um quarto do total de seus negócios, de acordo com quase dois terços dos participantes.

Representando uma mudança em relação aos anos anteriores, o estudo de 2017 descobriu que os desafios da limitação de largura de banda estão dando lugar para preocupações com a qualidade dos serviços e com a qualidade da experiência.

Quase 70 por cento dos participantes oferecem serviços OTT globalmente ou em mais de uma região geográfica e, portanto, cerca da metade dos participantes empregam múltiplas Redes de Distribuição de Conteúdo (CDNs), comparado com 40 por cento em 2016.

Enquanto vídeos de Realidade Virtual receberam notável atenção no Estudo OTT 2016, os participantes desse ano se concentraram tanto em Velocidades Mais Altas de Fotogramas (HFR) e Altas Faixas Dinâmicas (HDR), com quase metade dos participantes oferecendo ou com planos para oferecer ambas as opções. Um adicional de 20 por cento está se concentrando somente no fornecimento de HFR, tal como a 1080p60, que é frequentemente utilizada para suavizar conteúdo esportivo.

O nível de maturidade do fornecedor OTT afeta o tipo de conteúdo de vídeo que está sendo oferecido e planejado. Fornecedores menos experientes estão mais interessados no conteúdo de eventos ao vivo e vídeo sob demanda (VOD), enquanto os fornecedores mais experientes com ofertas atuais de serviços OTT demonstram mais afinidade com OTT linear ao vivo, tanto na atualidade quanto como uma oferta planejada para dentro dos próximos dois anos.

Para Tim Siglin, Editor Contribuinte da Streaming Media Magazine e Autor do Relatório Principal “o estudo de Serviços de Vídeo OTT desse ano revela um claro crescimento no mercado OTT, com as respostas da pesquisa projetando, de forma esmagadora, que a visualização de vídeo OTT irá exceder a visualização da transmissão tradicional de TV até 2020. O amadurecimento do fornecimento de vídeo OTT reflete mudanças chave na indústria, incluindo menos restrições de largura de banda e o importante papel que a distribuição OTT de evento ao vivo e linear ao vivo terá na medida em que fazemos a transição de serviços apenas de vídeo sob demanda (VOD) para aqueles que imitam mais de perto o forn ecimento de transmissão tradicional”.

Anthony Christie, Chief Marketing Officer, Level 3 diz que “os telespectadores continuarão a demonstrar que querem a flexibilidade para consumirem conteúdo em telas múltiplas. Para acompanhar essa mudança, os fornecedores de conteúdo precisam de mais do que soluções de Redes de Distribuição de Conteúdo (CDNs) dedicadas. Eles precisam de soluções de rede de alto desempenho que possam ser escalonadas na medida em que sua base de clientes aumente em tamanho e geografia para fornecer uma experiência uniforme e confiável – quando e onde quiserem e em qualquer dispositivo que escolherem”.

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TI Híbrida está no Topo da Agenda de Redes das Empresas em 2017

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O estudo foi baseado nas respostas de 150 profissionais de tecnologia sobre como os tomadores de decisão estão utilizando e planejando utilizar suas redes de forma mais estratégica e efetiva sob uma estrutura de TI híbrida.

Principais Conclusões:

TI Híbrida é muito ou razoavelmente familiar à vasta maioria do público de TI e redes, tendo como principais benefícios agilidade (59 por cento), alinhamento entre TI e objetivos de negócio (53 por cento), disponibilidade/desempenho de aplicativos (42 por cento) e segurança (37 por cento).

Quase metade dos participantes da pesquisa está usando serviços de nuvem para as cargas de trabalho mais importantes, um forte indicador de que a computação em nuvem está no centro dos esforços de transformação digital de muitas organizações.

Segurança, tempos de atividade confiáveis, capacidades de banda e baixa latência são os atributos principais que os participantes buscam nas redes de suas empresas ao acessar serviços em nuvem.

Na maioria, as empresas estão razoavelmente satisfeitas com a forma com que suas redes correspondem às exigências de rede mais mencionadas, apesar de relativamente poucas admitirem estar muito satisfeitas. A Level 3 pediu aos participantes para classificar a importância de uma variedade de atributos, assim como sua satisfação com o desempenho destes atributos pelos provedores de serviço, e encontrou na média um índice de satisfação 11 por cento mais baixo do que o índice de importância.

As empresas ainda não transformaram dramaticamente suas conectividades de rede para a nuvem e TI híbrida, mas esperam fazer melhoras significativas em suas conectividades de rede nos próximos 12 meses.

Para Paul Savill, vice-presidente sênior, Global Core Product Management para a Level 3, “TI Híbrida é a fundação para uma transformação digital de sucesso. Para reforçar seus programas de TI híbrida, as empresas precisam alavancar as novas tecnologias disponíveis para aprimorar sua infraestrutura de rede e obter maior segurança, flexibilidade e automação”.

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Level 3 Publica o Primeiro Índice de Segurança da Informação no Brasil

download (2) A Level 3 Communications, está compartilhando o Level 3 Security Index, estudo realizado pela IDC, líder de inteligência de mercado, para identificar a maturidade da segurança da informação e da infraestrutura corporativa de TI das organizações brasileiras. O Brasil recebeu uma pontuação geral de 64,9 pontos em um total possível de 100 pontos.

Descobertas Relevantes:

– Na média, empresas no Brasil têm dois profissionais dedicados à segurança da informação.
– Cerca de 57 por cento das organizações entrevistadas já utiliza Serviços Gerenciados de Segurança (Managed Security Services – MSS) como resposta à falta de profissionais qualificados.
– Aproximadamente 25 por cento das empresas não conseguem medir os impactos resultantes dos incidentes relacionados à segurança da informação.
– Apenas 42 por cento das organizações alega praticar e gerar métricas sobre o cumprimento de suas políticas de segurança da informação.

O relatório pesquisou quarto tópicos: Conscientização, Ferramental, Prevenção, Mitigação.

Conscientização:

– O estudo mostrou que as grandes empresas têm maior dificuldade com a visibilidade dos problemas de segurança.
– Esta falta de visibilidade está relacionada à complexidade de seus ambientes e sistemas.
– Em relação à conscientização na quantificação de ataques sofridos ou mitigados, 34 por cento têm visibilidade completa; as outras 66 por cento têm visibilidade parcial ou nenhuma.
– Quando perguntadas sobre a mensuração do impacto de incidentes de segurança, 25,5 por cento não sabem e 32 por cento sabem apenas superficialmente, enquanto 42,2 por cento podem detalhar o impacto em cada sistema ou nos sistemas críticos.

Ferramentas:

– O estudo mostrou que ferramentas internas de tecnologia são a área de maior desafio para a segurança.
– Isto deve-se ao fato de que a aquisição de ferramentas de tecnologia voltadas para segurança, em certa medida, estão ligadas à capacidade de investimento das empresas.
– De acordo com a pesquisa, mais de 61 por cento das empresas acredita que apenas poucos profissionais estão plenamente qualificados ou que o nível de treinamento de suas equipes está abaixo do ideal para a utilização das ferramentas disponíveis.

Prevenção:

– As grandes empresas são ativas na prevenção, estabelecendo e monitorando controles com maior atenção, possibilitando um nível melhor de desempenho.
– Quando perguntadas sobre políticas e padrões de segurança da informação estabelecidos e documentados, 28 por cento não possuem um cronograma definido para revisar e atualizá-los, enquanto 33 por cento os revisam e atualizam apenas uma vez ao ano

Mitigação:

– O estudo mostra que as habilidades de comunicação e estrutura de ativação são, em muitos casos, informais e não estão bem documentadas.
– 46 por cento das empresas não mantêm uma frequência na revisão de procedimentos de contingência e segurança.
– Quando perguntadas sobre o grau de alinhamento em segurança da informação, no item “controles internos para detecção e prevenção de fraude são validados periodicamente”, 41 por cento consideram que isso é realidade em suas empresas, enquanto 59 por cento dos participantes ainda consideram isso distante.

Próximos Passos:

Para aprimorar a maturidade geral da segurança da informação em empresas brasileiras, o estudo recomenda:

– Pensar em contratar serviços terceirizados e gerenciados.
– Investir em ferramentas que possibilitem melhor controle, visibilidade e automação para maximizar a eficiência da equipe de segurança da informação.
– Priorizar investimentos de acordo com a prioridade de cada ambiente, avaliação de riscos e impactos.
– Mostrar os benefícios da segurança da informação utilizando métricas bem definidas.
– Conduzir testes de segurança com mais frequência e com maior abrangência.

Perspectiva para 2017:

– O estudo mostrou uma perspectiva mais proativa para a segurança da informação em 2017.
– Mais de 42 por cento das empresas pesquisadas pretende aumentar seu orçamento de TI em 2017, em comparação a 2016.
– O modelo de Infraestrutura como um Serviço (IaaS) está ganhando tração não só em computação, mas também em armazenamento – um fator que aumenta as preocupações em relação à segurança e governança de informação.

“O índice mostra que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer no amadurecimento da área de segurança. As empresas precisam entender a importância de cada uma das áreas analisadas no índice e equilibrar seus investimentos baseadas nele. Para avançar a partir do nível atual, existem ações que precisam ser empreendidas em relação à especialização das equipes, revisão de processos e adoção de ferramentas de última geração. A evolução da Segurança da Informação é um tema que precisa ser abordado continuamente”, diz Luciano Ramos, Coordenador de Pesquisa de Software, IDC Brasil

“Com o rápido crescimento de ameaças de cibersegurança no Brasil, que está acima da média mundial, percebemos a necessidade de desenvolver um estudo que revelasse o atual grau de maturidade das práticas de segurança em corporações brasileiras. A partir deste índice, podemos colaborar com o mercado brasileiro para focarmos nas principais oportunidades de evolução da cibersegurança para seus negócios e clientes”, afirma André Magno, Diretor de Data Center e Segurança, Level 3 Brasil

Metodologia:

Para atingir este resultado, a IDC entrevistou 100 empresas baseadas no Brasil com mais de 250 funcionários (a maioria com mais de 1.000 funcionários), observando as quatro dimensões do estudo: conscientização, ferramentas, prevenção e mitigação. Durante as entrevistas com líderes de Segurança da Informação, os pesquisadores avaliaram seu grau de conhecimento sobre o impacto da segurança no negócio, habilidades de detecção e capacidade para medir ameaças a seus sistemas, entre outros tópicos. Também analisaram dados disponíveis na IDC global e Brasil, e o mercado para obter mais informação qualitativa. O índice final é a ponderação matemática dos quatro temas propostos nas entrevistas.

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Feira tecnológica é destaque na 5ª edição do Congresso TI & Varejo

Inovação e tecnologia são palavras-chave para vencer o cenário desafiador que o ano de 2016 impõe aos varejistas brasileiros. Com o objetivo de aprender, compartilhar experiências e discutir os rumos da transformação digital no setor que CIOs e especialistas se reunirão na 5ª edição do Congresso TI & Varejo, que será realizado no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo.

O evento contará com a Feira Tecnológica com estandes dos principais players de TI e o Consumer Experience, espaço de demonstração de soluções que fomentam o engajamento do consumidor. Nesse ambiente, serão apresentadas várias tecnologias que já são aplicáveis no varejo brasileiro, tais como self checkout e outras soluções para integração da loja física com digital.
Confira abaixo algumas novidades que serão expostas no Congresso TI & Varejo.

A BT vai mostrar o conjunto de soluções que oferece para o varejo, integrando lojas físicas e digitais. Para isso, a empresa montará em seu estande uma loja-conceito da marca fictícia Alexander Black, replicando no evento o que a marca demonstra aos clientes nas lojas Alexander Black que mantém em Nova Iorque, Londres, Milão e Madri. Nick Catero, diretor de Desenvolvimento de Negócios da BT, abordará a transformação digital e como isso pode melhorar a experiência do cliente nos pontos de venda e trazer novas fontes de receita ao lojista.

Para atender às demandas de Segurança da Informação do setor, a Fortinet apresentará no TI & Varejo 2016 a solução FortiPresence, que combina a análise de dados, segurança e tecnologia Wi-Fi. “O FortiPresence proporciona ao varejista um levantamento do perfil dos usuários do seu estabelecimento. É possível saber onde o consumidor está, quanto tempo permaneceu em cada ambiente e até identificar as prateleiras que menos atraem clientes”, explica Carlos Cortizo, da Fortinet.

A VMware apresentará tecnologias para apoiar o pequeno e médio varejista a entrar na era digital. A solução para gestão de dispositivos móveis garante, ao mesmo tempo, a produtividade dos funcionários e a segurança das informações. Além disso, a tecnologia da empresa ajuda a tornar os data centers mais eficientes e apoia provedores de nuvem pública a oferecerem segurança e robustez aos seus clientes.

A StiboSystems irá apresentar o STEP, uma solução Master Data Management (MDM) end-to-end que centraliza, organiza, classifica, sincronizar e enriquece informações de produtos e clientes de acordo com as regras de negócio de cada empresa. “Entre os benefícios, temos a redução de tempo para adicionar novos produtos ou categorias, agilidade e consistência nas informações de produtos de fornecedores e redução da taxa de devolução, resultando em melhorias operacionais”, acrescenta Ricardo Fornari, country manager da StiboSystems.

A SonicWALL apresentará o melhor caminho para proteger os negócios de ameaças sem dizer NÃO à transformação digital. A empresa exibirá seu portfólio de soluções incluindo o novo SonicWALL Capture Advance Threat Protection Service, que oferece inspeção, identificação de ameaças e veredito para que o gateway tome a devida ação necessária.

A Oracle Retail vai apresentar os dados da pesquisa “Consumidores da melhor idade e millenials: o poder da compra e da influência”, abordando o varejo omnichannel e a experiência exigida por cada faixa etária e como interagem com a marca. A empresa também participará do painel de debates “Retail Labs: como deixar a inovação no foco?”, que trará uma reflexão relevante para os CIOs, além de trazer uma visão sobre o “Varejo na Nuvem: Equilíbrio entre Inovação e Continuidade das Operações”.

A Level 3 apresenta às 15h a palestra “Conectando o Varejo à nuvem”. O palestrante Cristiano Maciel, gerente de Tecnologia da Level 3, falará sobre os desafios do ambiente e experiência da companhia na construção de arquiteturas seguras, flexíveis, integrando recursos dedicados e em nuvem para suportar demandas do mercado de varejo.

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Data Center da Level 3 em São Paulo recebe Certificação Tier III do Uptime Institute

A Level 3 Communications, Inc. (NYSE: LVLT) recebeu a Certificação Tier III de Documentos de Design do Uptime Institute por seu data center em Cotia, São Paulo, Brasil, o que significa altos padrões de design na infraestrutura e capacidade do data center. O data center de Cotia é um de três que a Level 3 opera no país.

Sobre a Certificação:

– O reconhecimento da Certificação Tier III de Documentos de Design indica que o design de um data center atende aos requisitos determinados pelo sistema global de parâmetros e às normas do Uptime Institute para Manutenção Simultânea.

– A capacidade de operadores de data center de isolar componentes e realizar manutenção programada sem suspender as operações do data center ou afetar as operações de TI é um elemento chave.

Fatos Relevantes:

– A Level 3 opera três data centers no Brasil e mais de 350 no mundo.

– Os data centers da Level 3 abrigam ambientes de TI tanto da Level 3 como de clientes.

– A infraestrutura global dos data centers da Level 3 tem conectividade direta com seus mais de 320.000 km de rede de fibra e alcance de mercado em mais de 60 países.

– A Level 3 ativou uma subestação de energia com capacidade de 20MW para alimentar seu data center em Cotia. Esta capacidade é suficiente para suportar um crescimento de até quatro vezes na demanda de energia atual, garantindo flexibilidade para apoiar o crescimento dos clientes.

– Os data centers da Level 3 são gerenciados no local por uma equipe de técnicos especializados.

– Para mais informações sobre os serviços de data center da Level 3, visite: http://datacenters.level3.com/

Sobre a Certificação do Uptime Institute:

– O Uptime Institute é uma organização independente de consultoria internacional, geralmente adotada pelo mercado como referência em práticas de mercado sobre infraestruturas críticas de data center.

– No geral, a certificação de design Tier III leva em consideração a construção e operação do data center, incluindo estruturas físicas e lógicas de segurança, estruturas de ar condicionado e energia, somadas a procedimentos operacionais e à habilidade de identificar e isolar eventuais problemas, garantindo a manutenção de áreas específicas sem impactar outras partes da infraestrutura.

“Entendemos que nossos clientes dependem de nós para terem uma experiência confiável de data center e estamos comprometidos em entregar esta solução segura, eficiente e escalável. Desde o início deste projeto, foi feita uma análise profunda para desenhar uma localidade que considerasse a segurança de nossos clientes e a qualidade dos serviços fornecidos a eles, para cumprirmos com os altos padrões exigidos pelo Uptime Institute”, afirma André Magno, Diretor de Data Center e Segurança, Level 3 Brasil

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Level 3 anuncia novo vice-presidente de finanças para o Brasil

Isaac Berensztejn une-se à Level 3 Communications, Inc. (NYSE: LVLT) como novo vice-presidente de finanças para o Brasil. Berensztejn irá liderar todas as operações financeiras no país e trabalhará de perto com a equipe de liderança para acelerar o crescimento da Level 3 tanto no Brasil como na região. Sua extensa experiência na indústria de telecomunicações irá ajudar a Level 3 a alcançar seus objetivos financeiros no Brasil.

Com a escolha por Berensztejn, um reconhecido líder na indústria, a Level 3 reafirma seu compromisso com as oportunidades de crescimento de mercado na região. Como membro da equipe de liderança sênior do Brasil, Berensztejn irá reportar-se diretamente a Facundo Castro, vice-presidente sênior de finanças para a Level 3 na América Latina. Ele estará baseado no escritório de São Paulo.

“A Level 3 está completamente focada em seus clientes e em sua habilidade de fornecer serviços de comunicação confiáveis, flexíveis e seguros”, disse Berensztejn. “Estou entusiasmado com este novo desafio profissional e ansioso por trabalhar com esta equipe para continuar a prestar serviços de qualidade a clientes corporativos”.

Berensztejn traz à posição mais de 20 anos de experiência em finanças. Ele ocupou posições sênior de liderança, incluindo a de chief financial officer e membro do conselho administrativo de diversas empresas de telecomunicações nacionais e multinacionais. Ele é engenheiro de telecomunicações e possui MBA pela Coppead/UFRJ.

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Level 3 e Google chegam a um acordo de Interconexão

Level 3 Communications (NYSE: LVLT) e Google anunciaram que chegaram a um novo acordo de interconexão entre as suas redes de backbone global. O acordo, valido por vários anos, irá ajudar ambas as empresas a atender às necessidades dos seus clientes pela próxima década e além.

O novo acordo é centrado em torno do conceito de equilibro bit/milhas, em que ambas as partes se comprometem a transportar quantidades equitativas de bit/milhas, tendo em conta a quantidade de tráfego e a distância a que o tráfego é entregue por cada rede. Por exemplo, uma rede pode melhorar o equilíbrio bit/milhas entregando o tráfego para a outra rede mais próximo dos seus usuários finais. O acordo também vai facilitar o crescimento contínuo das localizações de interconexão entre a Level 3 e Google, como requerido para suportar uma demanda cada vez maior para a Internet.

“Google tem e continua a investir em sua infraestrutura anualmente, entregando conteúdo e serviços para os clientes e usuários finais perto de onde eles estão. Este investimento em infraestrutura permite fundamentalmente conexões com provedores de rede em todo o mundo, e damos as boas-vindas a mais fornecedores de rede para trabalhar com o Google para estabelecer acordos semelhantes “, disse Kamran Sistanizadeh, vice-presidente de Operações de Rede para o Google.

“O nosso acordo de interligação bit/milhas com o Google destaca a importância de todas as redes – com base em conteúdo, backbone ou última milha – para alcançar um acordo equitativo que beneficie os usuários de Internet em todo o mundo”, disse Paul Savill, vice-presidente sênior de Gestão de Produto da Level 3. “As nossas empresas confiam em poder continuar a nossa estreita relação de trabalho e estão comprometidas a fornecer uma experiência segura, escalável, confiável e rápida à Internet.”

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