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TI especializada para o varejo de vizinhança: caminho para o crescimento

Por Leonardo Barros

Mesmo diante de inúmeras invasões cibernéticas registradas no último ano, as quais afetaram mais de 1,1 mil computadores no Brasil somente durante o mega ataque ocorrido em maio de 2017, o quesito segurança ainda é um fator de segunda ordem. E este cenário não é diferente no setor de varejo supermercadista, que deve se atentar ao tema.

Mola propulsora da economia varejista, o foco do setor de supermercados é se preocupar, e com toda razão, com as vendas, que representam a performance do negócio. Tudo é ágil neste segmento: a logística da mercadoria, o buraco na gôndola, a compra do produto, o giro do estoque, a promoção do mês, dia e hora. É um volume de informações massivamente surpreendente que passa pelos sistemas destes estabelecimentos.

Ressaltando o que foi citado acima, supermercado em sua essência é feito para comprar, vender e propiciar melhores experiências aos seus usuários. Já a gestão da vulnerabilidade da segurança é com a TI. A regra é clara.

Em redes maiores, com infraestruturas mais robustas, há uma equipe dedicada para cuidar do banco de dados, da segurança dessa ou daquela tecnologia que roda em nuvem. Mas sabemos que em mercados menores, os famosos mercadinhos de vizinhança, a situação é outra.

Outrora pequenos armazéns de secos e molhados, esses mercadinhos de bairros foram crescendo com o passar do tempo e ganhando cada vez mais adeptos. Sendo assim, é hora destas lojas começarem a dividir as incumbências. Enquanto elas olham para dentro de casa e focam em atividades mais estratégicas, pensando em táticas e ações para fidelizar os seus clientes, por exemplo, na outra ponta deve entrar o fornecedor terceirizado de TI, modalidade que tem total aderência com a linha de negócios destes estabelecimentos, além de combinar produtividade, crescimento saudável e melhores práticas de segurança cibernética.

Com a terceirização da TI, a primeira medida a ser tomada é o armazenamento na nuvem, que permite a estes estabelecimentos o acesso aos seus arquivos remotamente em caso de pane no servidor principal. Ademais, com uma infraestrutura de TI atualizada, é possível vislumbrar aumento de produtividade, pois um ambiente bem dimensionado e bem assistido contribui para que a empresa nunca pare.

Sem contar a redução de custos, uma vez que minimiza a necessidade constante de mão de obra especializada para suportar a operação. Soma-se tudo isso à segurança dos dados, assunto que nos trouxe aqui e que deve chamar a atenção do setor no quesito de considerar as informações um patrimônio mais importante de uma empresa, por isso ressalto que os dados devem estar seguros.

Dado isso, fique certo de que deixando a sua TI a cargo de especialistas dedicados, as chances de um ciberataque, podendo ocasionar paradas bruscas em toda a operação do estabelecimento, serão mínimas e as possibilidades do seu negócio ter um bom andamento e gerar uma imagem totalmente positiva ao seu cliente, serão maiores. É uma conta em que todos saem ganhando.

Leonardo Barros é diretor executivo da Reposit, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Os cuidados das empresas B2B com a cibersegurança na Black Friday – Por Leonardo Barros

Às vésperas da Black Friday, ação promocional que tomou conta do varejo brasileiro, muito se fala dos cuidados que os consumidores devem ter ao realizarem suas compras por meio do comércio eletrônico. A maior preocupação é alertar sobre sites que não são seguros, assim como o roubo de dados do cartão de crédito e as ofertas que são aparentemente vantajosas demais.

Mas a segurança digital voltada às empresas de modelo B2B (Business to Business) não ganha o mesmo protagonismo necessário na seara de informações que antecede a Black Friday. De acordo o levantamento feito pela consultoria E-Consulting, o segmento de B2B online deverá movimentar R$ 1, 81 trilhão no Brasil em 2017. O montante é 4,68% maior que o movimentado no ano passado e equivale, aproximadamente, ao PIB (Produto Interno Bruto) da Itália. Tais números reforçam não só a importância deste segmento, como também, a relevância de falar das boas práticas neste movimentado evento.

Por um lado, as varejistas focadas em vender para o consumidor final precisarão cuidar da segurança de seus acessos para garantir a disponibilidade de seus sistemas e não perderem a oportunidade da sexta-feira mais rentável do ano. Para isso, há investimentos pesados na infraestrutura tecnológica, como servidores, hospedagem, links e aceleradores de sites. Do outro lado, não podemos esquecer da ponta, de quem abastece essas redes varejistas, que é o mercado atacado distribuidor, também considerados um grande alvo para a ciberataque.

Em tempos que ransowares e malwares maliciosos surgem a cada dia que passa, é preciso olhar para o desempenho da TI com foco na segurança das companhias do setor B2B. Nesse tipo de ataque, o ciber criminoso criptografa os dados de um computador ou mesmo de um servidor. O hacker pede que a vítima pague um resgate para que o acesso à máquina seja liberado novamente.

No caso de um atacadista distribuidor, por exemplo, o negócio pode ser prejudicado com a perda temporária ou permanente de informações, interrupção de serviços de rotina, perdas financeiras associadas à recuperação do sistema, custos legais e de TI. O cenário se agrava ainda mais se o ambiente de TI da empresa B2B for dentro de casa. Pronto: o caos está instaurado.

Nestas horas, a primeira medida é contar com o apoio terceirizado de um parceiro especializado, no qual cuidará dos sistemas que suportam as rotinas do negócio, principalmente no período da Black Friday. Isso envolve desde a infraestrutura até às ferramentas móveis e de segurança para que a equipe foque somente os seus esforços em atividades mais estratégicas – aqui leia-se os lucros provenientes da Black Friday.

Os serviços prestados por uma provedora de TI deixam seu ambiente muito mais seguro, dificultando a ameaças desconhecidas, aquelas que os sistemas tradicionais de defesa não conseguem impedir. A regra prática é ir além da simples varredura de primeiro nível.

Quando fala-se de internet, sobretudo em grande volume de acessos, a segurança precisa andar lado a lado com a empresa. O papel do fornecedor neste caso é implementar uma plataforma de segurança capaz de bloquear os novos malwares e ransomwares, que estão se popularizando no Brasil e que significam uma oportunidade valiosa para os agentes maliciosos se aproveitarem deste momento de fluxo intenso de compras para realizar os ataques. Já imaginou não ter a visão de um especialista dedicado para barrar esta atuação maléfica?

Por isso, é extremamente importante o acompanhamento da saúde do ambiente de TI e da aderência às melhores práticas de mercado para antecipar incidentes que atrapalharão o bom andamento dos negócios durante a Black Friday. Não há limites para a gestão de políticas e configurações assertivas do ambiente e estações de trabalho, e também para a avaliação contínua de vulnerabilidades. A sua empresa agradece. Boas vendas.

Leonardo Barros é diretor executivo da Reposit Tecnologia, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Três dicas básicas de segurança da informação para supermercados

As varejistas são alvo cada vez mais frequentes de ataques virtuais pelo fato de processam volumes massivos de informação pessoal, como os dados de cartões de crédito, em ambientes altamente vulneráveis com terminais de consulta, pontos de serviço e de vendas. No universo supermercadista a realidade não é diferente acrescido ao fato de que um ciberataque tem chances de fazer paradas bruscas em toda a operação do estabelecimento, que podem comprometer o bom andamento dos negócios, além de gerar uma imagem ruim, de desorganização, para o cliente final.

Para mitigar e ampliar a segurança da informação no setor, a aposta da Reposit Tecnologia, provedora especializada em gerenciamento de banco de dados para os setores atacado distribuidor e varejo, é prover soluções como forma de antecipação para os próximos passos dos cibercriminosos.

A fim de evitar prejuízos financeiros e ameaças à integridade dos negócios, a provedora aponta que a primeira indicação preventiva é aprimorar os investimentos com segurança digital em métodos que bloqueiam o acesso dos hackers, que vão além do simples uso de um sistema de varredura. A adoção de firewalls com antivírus é o passo inicial para evitar a invasão de hackers nos sistemas dos supermercados.

Outra medida de segurança indicada pela Reposit é o monitoramento constante na infraestrutura de segurança e nos ativos críticos de informação. De acordo com a empresa, a proteção de uma rede está na coleta e na análise dos milhares de informações que passam pelas aplicações tecnológicas dos supermercados. Pensando nisso, a Reposit criou um aplicativo de monitoramento remoto 24×7, que possibilita o profissional de TI visualizar o grau de vulnerabilidade do seu ambiente virtual pelo celular, através de gráficos que apontam o nível de criticidade de cada incidente.

O terceiro e último passo para a gestão de vulnerabilidade nos supermercados é o backup na nuvem. Além da flexibilidade no atendimento às demandas do cliente, realizando um backup na nuvem, o ambiente de TI do supermercado terá a segurança da informação aliada à alta disponibilidade dos dados.

“O mercado supermercadista necessita de ir além das precauções de primeiro nível como bloquear pop-ups; instalar antivírus ou proibir a instalação de programas sem autorização por funcionários. Roubo de notebook, incêndios, quedas de energia e até catástrofes naturais também são acidentes que corroboram para o aumento do acesso vulnerável aos dados destas empresas”, conclui Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit Tecnologia.

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A nuvem no atacado distribuidor: um aliado aos seus negócios – Por Leonardo Barros

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Muitos anos já se passaram desde que o conceito de computação em nuvem começou a marcar presença no mercado brasileiro. O tema, apesar da avalanche de informações supracitadas e de tantos casos práticos de uso já divulgados, ainda assusta as empresas nacionais. De antemão, eu digo: não há o que temer.

A computação em nuvem provocará nos próximos anos, nem tão remotos, efeitos na sociedade em geral e nos negócios, principalmente. Hoje convivemos naturalmente com o comércio eletrônico e toda a facilidade do internet banking, que, diga-se de passagem, já ficou para trás, dando vazão ao Mobile Banking, que caminha a passos largos quando constatamos o número de 260 milhões de smartphones no Brasil, enquanto somos 200 milhões de pessoas.

Lembro da resistência do consumidor no início dos anos 2000, época que eclodiu a era da bolha.com, que ao usar a modalidade de comércio eletrônico nos sentíamos inseguros de ter que enviar dados dos cartões de crédito via Internet. Até mesmo acessar a conta corrente do banco pela web era como viver perigosamente. Mas as coisas mudaram.

E mudam. O cloud computing revoluciona o mundo corporativo e pode revolucionar o segmento atacado distribuidor. Munidos de grandes armazéns que alocam até dez mil mercadorias, volumosas frotas e infinitas emissões diárias de nota fiscais, os movimentos mercantis e administrativos do setor atacado distribuidor é dinâmico e desempenha funções que estão em conformidade com a premissa do conceito cloud computing, que é agilidade acoplada à redução de custos.

Funções como venda, promoção, compra, formação de sortimentos, quebra de lote, armazenamento, logística, financiamento, riscos, informações de mercado e prestação de serviços de administração e consultoria são algumas das atividades que podem ser armazenadas na nuvem. Com isso, há mais colaboração da equipe usando chats, compartilhando documentos, updates de status ou outros mecanismos, aumentando, dessa forma, a fluidez na comunicação e na tomada de decisão. Temerosos e incipientes em sua maioria, o atacadista distribuidor ainda não se deu conta dos ganhos em eficiência nos negócios trazidos com o uso da nuvem.

Em conversas recentes com empresários e até gestores de TI do nicho atacadista distribuidor, percebo que a preocupação mora na condição de ter informações confidencias – consideradas o pulmão da empresa – fora de seus domínios, de certa forma. Entretanto, é possível afirmar que a segurança de dados aumenta ao usar soluções na nuvem. Isso acontece porque provedores de cloud computing seguem padrões internacionais de segurança, como ISO, SSL, criptografia avançada, dentre outras metodologias.

Ademais, ao perder um notebook ou mesmo um celular, informações confidenciais não vão embora junto com o aparelho. Elas ficam armazenadas na nuvem e se mantêm protegidas e disponíveis nela. Tal qual o email que pode ser acessado por qualquer dispositivo, independente da localidade.

Outro fator importante para a segurança, que a computação em nuvem torna mais simples, é o backup. Sistemas tradicionais demandam tempo para que o backup de dados seja realizado. Há situações em que é preciso condicionar uma equipe inteira para sanar o backup. Em sistemas rodados na nuvem, o espelhamento de servidores e as normas de gestão de dados fazem a cópia de segurança em tempo real e permitem que, caso algum problema aconteça, cópias criptografadas das informações sejam recuperadas automaticamente, excluindo a necessidade de recorrer a arcaicos discos físicos ou servidores não conectados.

Sob o aspecto da redução de custo operacional, desenvolver e manter o sistema via web, por meio de terceiros, pesa menos no bolso do empresário por não necessitarem de gastos elevados com servidores e licenças de softwares de bancos de dados. Hoje já é possível pagar apenas pelo que foi utilizado pela empresa, de forma flexível e personalizada, diminuindo gastos. Também há como dobrar ou triplicar a estrutura disponível em armazenamento e processamento de dados com um investimento pequeno e usar de acordo com a demanda, de maneira elástica.

A possibilidade de ajustar o que é pago ao que é demandado, além de reduzir custos, facilita no momento de adequar o sistema às necessidades da empresa. Em eventos sazonais, como o Natal, por exemplo, quando há um maior número de compras e vendas no atacado distribuidor, é possível mudar determinado sistema com um clique, agilizando o servidor com foco na eficiência dos negócios.

Ser competitivo no mercado atual é também dispor das melhores e mais modernas possibilidades para gerir o seu negócio. A computação na nuvem é uma grande oportunidade disponível para o atacadista distribuidor alcançar o sucesso, com segurança. Acredito que em cinco anos não delimitaremos o cloud computing puramente como um recurso tecnológico, mas sim como um modelo mental básico de pensarmos e usarmos a TI a favor do core business.

É um caminho sem volta que basta você, atacadista distribuidor, decidir se o trilhará, ou não, com maestria.

Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Compex e Reposit firmam parceria para levar tecnologia ao mercado atacado distribuidor

Atenta à demanda de controle de produtos nos centros de distribuição, a Reposit, provedora especializada em gerenciamento de banco de dados para os setores atacado distribuidor e varejo, firma parceria com a Compex Tecnologia, referência em equipamentos para coleta de dados.

O objetivo da aliança é oferecer o portfólio da Compex ao mercado atacadista distribuidor, já que as ferramentas têm funcionalidades aderentes para atender e sanar as demandas de controle de clientes da Reposit, composta em sua maioria por empresas deste segmento. “Identificamos a necessidade e a oportunidade de levar a oferta da Compex aos centros de distribuição por conta da maior eficiência que a solução proporciona às atividades diárias do setor, como a realização de inventário, a conferência de preços, o recebimento de produtos, dentre outros benefícios”, explica Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit.

Segundo Meire Moreira, diretora de marketing e relacionamento da Compex, o acordo não só amplia o leque de possibilidades, como garante a capilaridade necessária para a companhia se consolidar no mercado atacado distribuidor.

“Nossa premissa é fortalecer cada vez mais a presença das nossas soluções para o maior número de empresas possíveis, de diferentes segmentos. E isso só acontecerá através de parcerias estratégicas, feitas com empresas com know-how e grande penetração no segmento em que atua, como é o caso da Reposit na cadeia de abastecimento”, pontua Meire.

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