Tag leasing

Leasing de equipamentos de TI para pequenas e médias empresas

Em períodos de crise, as dificuldades de crédito, incertezas na economia e as altas taxas de juro, penalizam principalmente às pequenas e médias empresas. De toda forma, essas empresas continuam precisando realizar negócios, otimizar seu fluxo de caixa e também adquirir máquinas e equipamentos, seja para atualizar ou ampliar seu parque tecnológico.

Com essa perspectiva à frente, e como forma de escapar das altas taxas de juros que os bancos praticam, uma das alternativas que se apresentam é o leasing.

Talvez um dos principais aspectos que as empresas precisam entender sobre o leasing (arrendamento mercantil), é que é que este tipo de operação não é considerada uma operação de crédito. Ou seja, toda aquisição efetuada dentro dessa modalidade não irá impactar no seu limite de crédito, tal como seria um financiamento comum ou ainda, obtenção de capital de giro entre outros.

Principais pontos que você precisa saber sobre o leasing (arredamento mercantil):

– O leasing não é considerado uma operação financeira, portanto, não impacta nas linhas de crédito da empresa – desta forma, não irá impactar por exemplo nos limites de créditos pré-aprovados, créditos pré-aprovados – ou seja, se sua empresa já tem empréstimos ou quiser efetuá-los durante a vigência do contrato de arrendamento mercantil – poderá fazê-los sem problema algum;

– O bem / equipamento financiado fica em nome do Banco / Financeira, sendo considerado uma espécie de “aluguel”. Por ficar em nome do banco, eles servem como uma garantia maior para o a instituição “locadora”, que por poder encerrar e retomar rapidamente o bem em caso de calote – cobram juros menores em contrapartida;

– Ao final desse contrato de “locação” a empresa que adquiriu o equipamento, tem o direito de adquiri-lo, ou ainda, efetuar a troca por um equipamento mais atualizado, efetuando um novo contrato de arrendamento mercantil;

– Também por não ser considerada operação financeira, não incorre a cobrança do IOF (imposto sobre operações financeiras);

Tributação

Historicamente o empresário brasileiro não se atenta a uma série de aspectos de como as despesas e investimentos serão lançados em seu balanço, não pensando de forma prévia quais impactos, benefícios ou eventuais problemas terão sobre seu balanço e pagamento de impostos.

No caso do leasing (arrendamento mercantil), existe uma vantagem que é o lançamento no balanço de todas as parcelas como despesas operacionais. O efeito prático desse lançamento é que é reduzida a base de tributação para pagamentos de impostos como IRPJ e CSLL, ou seja, a empresa paga menos impostos.

Cabe salientar que essa vantagem é válida para empresas que utilizam o critério de lucro real em seus balanços – ocorre porém, que a maior parte das empresas somente declara através do simples ou lucro presumido por desconhecimento, ou ainda comodismo, principalmente dos escritórios de contabilidade, que não apoiam seus clientes em ter vantagens tributárias e de fluxo de caixa.

Empresas de Leasing

Existem várias empresas que oferecem leasing de diferentes perfis ou ainda, focados em um perfil de equipamentos que vão desde máquinas de grande porte como guindastes ou caminhões, até empresas mais focadas em equipamentos eletroeletrônicos ou de informática / tecnologia da informação.

A Rental-TI, que faz parte de um dos maiores grupos de locação corporativa do país – é uma empresa focada em equipamentos de tecnologia da informação com opções de locação, arrendamento mercantil e programas de leasing para pequenas e médias empresas.

Os programas de leasing, são efetuados em parceria com a Dell – líder mundial em tecnologia – indo desde notebooks e desktops à storages e servidores.

Tags, , ,

Dispositivo Móvel: Compra, Locação, Leasing ou Comodato. Qual a melhor opção?

Rotineiramente, a Navita – líder em gestão de mobilidade e Telecom – recebe questionamentos de clientes sobre a melhor opção para aquisição de dispositivos móveis, sejam eles smatphones ou tablets.

O Diretor Financeiro da empresa, Vitor Nardini de Lima, explica que, por se envolver diretamente nos processos e conhecer as demandas dos clientes e ter know-how técnico para avaliar esse quadro, dá dicas de como adquirir os equipamentos e suas variações positivas e negativas (os famosos prós e contras):

A compra de equipamentos é uma opção quando o adquirente possui uma boa saúde financeira e está disposto a alocar o seu capital de giro em ativos de longa realização. Este é o caso de investimentos em ativos fixos, ou intangíveis.

Na aquisição com recursos próprios não há a incidência de juros. Porém, a empresa deixa de remunerar o seu capital no mercado financeiro ou mesmo no giro de suas operações.

A despesa dedutível, no ponto de vista de tributação do lucro real, fica alongada e corresponde a 1/60 do valor do bem mensalmente. Sendo assim, a empresa antecipa a tributação do imposto de renda e contribuição social sobre o lucro. Por se tratar de um bem para uso e consumo, normalmente não ligado à produção, os impostos incidentes na compra do ativo fixo/intangível não darão direito a crédito.

Diferentemente da aquisição, a empresa que pretende locar ou arrendar seus dispositivos tem a vantagem de reconhecer integralmente o valor da parcela paga como “leasing” ou “aluguel” na apuração do seu lucro real. Operações de locação não tomam ou diminuem limites das linhas de crédito para aquelas empresas dependentes de captação de recursos no mercado financeiro. Desta forma, as linhas de créditos ficarão reservadas para aquelas operações que financiam a sua necessidade de capital de giro.

A locação é uma modalidade que sofre tributação somente do PIS e da COFINS, sendo isenta de ISS e ICMS. Uma opção de leasing se torna mais atrativa quando a taxa cobrada para o bem arrendado é inferior que a remuneração percebida nas aplicações financeiras da empresa.

Há, ainda, operações de leasing operacional, onde a empresa arrendadora efetua a recompra dos aparelhos após o término no contrato. Nestas situações, algumas instituições praticam taxas negativas. Isso, porque o arrendatário não está adquirindo o bem. Ele estará sim financiando, ou alugando, o seu uso por um determinado período de tempo, não incidindo juros sobre a parcela residual futura do bem.

Quanto ao regime de comodato, trata-se de uma opção para os casos onde um equipamento é cedido, e cobrado, juntamente de um serviço ou um bem de consumo de varejo. Do ponto de vista de crédito e financiamento de capital de giro a operação de comodato oferece vantagens similares ao leasing ou aluguel.

O lado negativo da operação é a somatória dos custos da amortização do equipamento aos demais custos da prestação do serviço. A prestação do serviço possuirá um preço maior e sobre ela incidem o ISS, o PIS e COFINS. Os custos precisam ser pagos por receitas e estas receitas sofrerão maior tributação que um leasing ou locação.

Tags, , , , , ,

Saldo das carteiras de financiamento de veículos encolheu 7% em 2014

A ANEF consolidou o saldo total das carteiras para a aquisição de veículos em dezembro de 2014: R$ 212,7 bilhões, queda de 7% em relação ao verificado em dezembro de 2013. Na avaliação da entidade, o ano foi marcado pelo cenário econômico que impactou a concessão de crédito para o financiamento de veículos. Entre as modalidades de crédito, a ANEF verificou uma queda de 4,7% no saldo das carteiras de CDC (Crédito Direto ao Consumidor), com um saldo de R$ 204,4 bilhões no final de 2014. O Leasing, em queda livre nos últimos anos, alcançou R$ 8,3 bilhões com retração de 40,8% em comparação a dezembro de 2013.

O destaque positivo em 2014 foi o leve aumento de 1,3% no volume de recursos liberados, o que proporcionou um montante de R$ 118,9 milhões ante R$ 117,5 milhões verificados em 2013. O CDC foi responsável por puxar este aumento com volume de R$ 115,6 milhões, alta de 1,4% sobre 2013. No caso do Leasing houve uma retração de 3,9%, com um total de R$ 3,3 milhões liberados em 2014.

O índice de inadimplência também obteve bom desempenho. Mais uma vez fechou em queda. Em dezembro de 2014 verificou-se 3,9% de inadimplência para pessoa física sobre o saldo da carteira de financiamento, o que significa retração de 1,3 p.p. em relação ao mesmo período de 2013. Porém, a partir de 2015, a curva que apresentou queda significativa nos últimos dois anos deverá reverter esta tendência. “Em janeiro, a taxa já foi maior do que a vista um ano antes. Infelizmente, o novo cenário econômico faz supor que o volume de pagamentos em atraso voltará a crescer nos próximos meses”, comenta Décio Carbonari.
Outra dificuldade que se observa está no aumento de juros. O ano encerrou com taxas mais elevadas em comparação ao acumulado de 2013. Em dezembro daquele ano, a ponderação média das taxas praticadas pelas associadas da ANEF era de 1,27% ao mês, subindo para 1,40% no fim de 2014. As taxas anuais também apresentaram alta no período: de 16,35% para 18,16%. Na visão de Décio Carbonari, presidente da ANEF, os juros devem seguir o movimento acompanhando a taxa Selic.

Modalidades de Pagamento

Dos automóveis e comerciais leves licenciados em 2014, 53% foram financiados, 7% adquiridos via consórcio, 2% por arrendamento em Leasing e 38% comprados à vista. No caso de caminhões e ônibus, o Finame representou 74%, o consórcio 2%, financiamento 11%, Leasing, 1% e os comprados à vista representaram 12% do montante. Enquanto as motocicletas foram adquiridas 34% via consórcio, 33% por financiamento e 33% comprados à vista. Os planos máximos disponibilizados pelos bancos aos consumidores ficaram em 60 meses.

Tags, , , , , ,

ANEF: inadimplência recua e recursos liberados para financiamento de veículos apresentam alta

Os números de financiamentos de veículos deram sinal de reação no mês de julho, apresentando ligeira queda dos índices de inadimplência, além de aumento na liberação de recursos pelos bancos de montadora. Na avaliação da ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), esses podem ser indícios de que o cenário de cautela dos mercados, no Brasil e no exterior, poderá ser mais favorável até o fim do ano, ao menos para o setor de financiamento automotivo.

O saldo total da carteira de financiamentos para a aquisição de veículos apresentou em julho redução de 0,5%, atingindo R$ 234,1 bilhões. Na comparação com o mesmo período de 2012, quando alcançou R$ 244,3 bi, a redução foi de 4,2%.

Sobre a liberação de recursos, foram concedidos R$ 9,6 bilhões em julho, volume 8,9% superior a junho, que registrou R$ 8,8 bilhões. Em relação a igual mês do ano passado, com R$ 10,05 bilhões liberados, houve queda de 4,4%.

Ainda sobre julho, os associados da ANEF praticaram uma taxa média mensal de juros de 1,25% a.m, 0,2 p.p abaixo da efetivada em junho, que foi 1,23%. A taxa média anual foi de 16,08%, ao passo que em junho havia sido de 15,80%. Enquanto isso, a ponderação média das taxas praticadas pelo mercado (bancos de varejo) no financiamento de veículos passou de 1,50% a.m e 19,5% a.a, para 1,55% a.m e 20,3% a.a, respectivamente, no CDC para pessoa física. No CDC para pessoa jurídica, as taxas mantiveram-se estáveis em 1,27% a.m e 16,4% a.a. A Selic apresentou alta no período, de 0,64% a.m para 0,68% a.m e de 8% a.a para 8,50% a.a.

Inadimplência

A falta de pagamento de contratos de financiamento (CDC) acima de 90 dias, no caso de pessoa física, apresentou queda de 0,1 p.p em julho, ficando em 6,0%. Os atrasos acima de 30 dias mantiveram-se estáveis em 8,2%.

Para o presidente da ANEF, Décio Carbonari de Almeida, a tendência contínua de queda de inadimplência que está sendo verificada é o principal indício de uma maior amplitude na liberação de crédito. “As curvas de inadimplência das instituições estão baixando. Com isso, a maior rigidez nas avaliações de crédito deve ser diminuída”, avalia o executivo.

Tags, , , , , , ,