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Laboratória forma primeira turma no Brasil em maratona de programação de 36 horas

A Laboratória, startup social latino-americana líder em formação gratuita e inclusão de mulheres no setor de tecnologia, acaba de formar sua primeira turma no Brasil. Após seis meses de trabalho, a startup apresentou seus talentos ao mercado de tech durante o Talent Fest, um hackathon de 36 horas que aconteceu nos dias 08 de 09 de Novembro, no campus da ESPM TECH. A proposta era aproximar empresas interessadas em construir equipes mais diversas e inovadoras, ao trabalho realizado pela Laboratória.

“O Talent Fest representa o encerramento do ciclo de formação da primeira geração de programadoras da Laboratória Brasil. Durante o evento, as alunas demonstram todas as suas habilidades e competências ao se debruçarem sobre desafios de programação reais propostos pelas empresas parceiras da Laboratória”, diz Regina Acher, diretora executiva da Laboratória São Paulo.

Entre as onze empresas que participaram do evento estão Accenture, IBM, F.Camara, Loggi, Bradesco e Stefanini. Cada uma delas recebeu um grupo de até cinco programadoras front-end que se dedicaram em produzir uma solução para um desafio real proposto e supervisado por dois mentores da companhia.

Durante a “Demo Night”, a apresentação das soluções desenvolvidas durante o hackaton, as alunas competiram pelo prêmio de melhor produto da noite. Sendo avaliadas por júri de especialistas e com voto do público. As grandes vencedoras desta edição foram Bradesco, vencedor do 1o lugar conferido pelos jurados, e TIVIT, que apresentou o melhor produto na opinião do público.

“O Talent Fest da Laboratória é uma excelente oportunidade para que os gestores de tecnologia e recrutamento conheçam o talento que a Laboratória está formando. Em formato de hackathon, as alunas se dedicam a criar soluções para desafios reais e as empresas têm a oportunidade de vê-las em ação, avaliando tanto suas habilidades técnicas quanto socioemocionais. É um grande evento para que as empresas possam conhecer os talentos dessas mulheres e recrutar novas programadoras front-end para suas equipes”, afirma Ana Laura Navarro, Job Placement Manager de Laboratória no Brasil.

Após o evento, a rodada de entrevistas, ocorrida nas dependências do IBMEC São Paulo, resultaram, até o momento, em 24 contratações. A meta é colocar pelo menos 80% das alunas profissionalmente até o final de Janeiro de 2019.

A Convocatória para a formação gratuita da próxima geração de programadoras front-end segue aberta até o dia 30/11 e as interessadas podem se inscrever pelo link: http://selecao.laboratoria.la. Os pré requisitos são: ser mulher, maior de 18 anos e ter concluído o Ensino Médio através da rede pública de ensino, ou privado com bolsa por critério de renda. As aulas começam em Janeiro de 2019, e ocorrem de segunda à sexta-feira, das 12:30 às 17:30 na região da Av. Paulista. As alunas não pagam nada durante o curso e, depois de conseguirem um emprego, elas pagam uma contribuição para que outras mulheres possam ter a mesma oportunidade.

As organizações interessadas em conhecer o talento da Laboratória, podem entrar em contato através do e-mail analaura@laboratoria.la.

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Laboratória abre inscrições para formação de mulheres programadoras

Presente no Chile, México e Peru, a Laboratória, startup sem fins lucrativos que busca a inclusão de mulheres de baixa renda por meio da formação em programação front-end, abre inscrições para a segunda turma do curso. As interessadas não precisam ter experiência em tecnologia e precisam atender a requisitos básicos como: ser mulher, maior de 18 anos e ter estudado o ensino médio em instituições públicas ou privadas com bolsa por critério de renda.

São 60 vagas e as inscrições para o processo seletivo são realizadas online (selecao.laboratoria.la) até 30 de novembro. As fases de entrevistas e pré-admissão acontecerão entre os dias 05/11 e 05/12, e as aulas começarão em janeiro de 2019, em São Paulo. O programa de formação, ou Bootcamp, dura 6 meses, e prepara as 60 alunas para se tornarem programadoras Front-End, com aulas sobre JavaScript, HTML, CSS e UX, entre outras especializações. O programa é encerrado com o evento “Talent Fest”, quando as empresas parceiras dispostas a recrutar talentos propõem desafios reais para que as alunas resolvam.

De acordo com Regina Acher, sócia e diretora responsável pela Laboratória Brasil, o Brasil é um mercado importante para a startup, tanto pela alta demanda por profissionais de tecnologia, quanto pela necessidade de equilíbrio de gêneros. “Estamos muito satisfeitos com o trabalho que estamos realizando com a Laboratória por aqui. O Brasil é o maior mercado de tecnologia da América Latina, pois existe uma grande demanda por mão-de-obra capacitada e, ao mesmo tempo, uma profunda desigualdade de gênero nesse setor. As inscrições para a primeira turma nos mostraram o quanto estamos no caminho certo ao oferecer esse tipo de qualificação às mulheres”, explica Regina.

Fundada no Peru, a organização já formou mais de 850 programadoras, das quais 80% conseguiram trabalho na área de tecnologia, um segmento majoritariamente masculino. As alunas não pagam nada durante o curso e, depois de conseguirem um emprego, elas pagam uma contribuição para que outras mulheres possam ter a mesma oportunidade.

Para saber mais sobre a Laboratória: www.laboratoria.la/br

Inscrições: selecao.laboratoria.la

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